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Ulrich: "Eu sou viciado em internet"

   10 de Outubro de 2009     tags: ulrich, entrevista, áudio, big four, napster      Comentários

Em 29 de Setembro de 2009, o baterista do Metallica, Lars Ulrich, foi entrevistado por Cindy Scull da rádio 97.1 The Eagle Rocks de Dallas/Ft. Worth, Texas. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Sobre os boatos de que o Metallica estava organizando uma turnê que contaria com os "Big Four" do thrash metal dos anos 80 - Metallica, Slayer, Megadeth e Anthrax:

Ulrich: "Isso ganhou vida própria, essa coisa. Eu não sei o que eu poderia acrescentar a isso.

Até onde eu sei, nós não falamos com ninguém sobre isso; nós falamos sobre isso entre nós. E, obviamente, porque você meio que se vê envolvido no boato da coisa toda, então eu sou perguntado sobre isso quatro vezes por dia em entrevistas.

Eu gostaria de poder dar a Eagle uma exclusividade - 'Lars confirma...'. Eu não sei o que contar para você.

Certamente seria divertido, se todo mundo concordasse; certamente nós concordaríamos. Mas não é algo que está iminente; não é algo que está sendo discutido para Janeiro. Todo mundo tem sua agenda e todo mundo está fazendo sua coisa, mas em algum ponto, claro, na situação certa, eu acho que poderia ser super-divertido.

Ouça, os caras no Metallica certamente estão todos nostálgicos, todos ligados a linhagem, tudo a ver com fazer os fãs entenderem como as coisas, meio que, aconteceram, e conectar os pontos e todo esse tipo de coisa, então eu definitivamente aceitaria isso. Mas eu não fiz nenhuma ligação ainda. [Risos] Mas veremos o que acontece. Tenho certeza que definitivamente poderá acontecer um dia."

Sobre se ele tinha ou não alguma idéia no que estava se metendo quando entrou em uma luta com o Napster em 2000, contra o download ilegal de música, o que deixou muitos fãs com raiva:

Ulrich: "Isso foi uma sonho ruim; isso nunca aconteceu. [Risos]

Você está familiarizado com a frase compartimentar algo? Está em uma parte do meu cérebro que eu raramento acesso, mas...

Ouça, não há glória em nada disso. Nós tomamos uma posição e muita das pessoas não concordaram com essa posição que tomamos. Muitas pessoas estão vindo agora e dizendo, 'vocês estavam certos o tempo todo', dando tapinhas no meu ombro, mas ainda assim foi um verão bem bizarro, e nem um pouco glorioso.

Nós sempre lutamos por aquilo que acreditamos, nós sempre lutamos por um tipo de necessidade impulsiva de proteger o Metallica de qualquer desacordo ou qualquer pessoa que meio que vá contra nós - é quase como uma mentalidade parecida com de gangue; proteger o que é nosso - e isso nos colocou em alguns problemas, como você está bem ciente, mas ainda assim, obviamente era a coisa certa o que fizemos, pois nós nos jogamos nisso. Eu gostaria que nós tivessemos sido um pouco mais preparados para o que estava vindo, mas ouça, faz 10 anos agora, e eu acho que as pessoas meio que leram o aviso na parede aqui e entenderam.

Ao contrário da crença popular, o problema nunca foi a internet, o problema nunca foi baixar... O problema era... Bem, eu direi um pouco mais politicamente correto. Tinha a ver com quem estava a decisão. O que nós estávamos lutando era, eu não tenho problema em dar qualquer coisa, eu não tenho problema com a internet. De quem é a decisão se você quer ou não dar algo? Nós sentimos que devia ser nossa decisão, e outra empresa tomou a decisão por nós, e nós achamos que isso estava fora do lugar, então nós fomos lá para buscar algum tipo de retribuição ou algo assim [risos] - 'Vamos lá, faça dez flexões por fazer isso'. Então a coisa toda ficou meio doida. Mas nós sempre fomos totalmente a favor... Eu sou viciado em internet - eu estou além da conta na internet todos os dias - e eu tenho 13 iPods ou qualquer outra coisa. Então esse não é o problema. É só sobre quem toma as decisões. Se você quer dar suas coisas, então eu dou minhas coisas, mas é minha decisão."

A entrevista completa, em inglês, pode ser ouvida abaixo, em 3 partes.

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Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Entrevista de Ulrich para 99X

   10 de Outubro de 2009     tags: ulrich, entrevista, vídeos      Comentários

B.J. Kinard da estação de rádio 99X 97.9 FM de Atlanta, Geórgia, realizou uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, antes do show da banda em 4 de Outubro de 2009 na Philips Arena em Atlanta. Assista a conversa em duas partes abaixo.



Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Trujillo: "Há muito desafio naquilo que fazemos"

   10 de Outubro de 2009     tags: trujillo, entrevista      Comentários

Chris Riemenschneider da StarTribune.com realizou recentemente uma entrevista com o baixista do Metallica, Robert Trujillo. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Sobre a notória luta de egos entre os co-fundadores do Metallica, o vocalista/guitarrista James Hetfield e o baterista Lars Ulrich:

"Há definitivamente momentos em que ainda há tensão.

A coisa chave é que você precisa deixar esses dois discutirem dentro da razão. Essa é a mágica do que acontece na banda. Há uma certa energia que liga os dois, e você precisa deixa-la fluir e então oferecer sugestões ou entrar no meio quando é realmente necessário. A diferença é que atualmente a banda percebeu uma forma de desarmar qualquer coisa que poderia ser potencialmente mais destrutiva.

James Hetfield, para mim, é tão especial em termos de escrever riffs e melodia; ele é simplesmente um músico espetacular. Algumas vezes, se há uma parte que ele não está pegando de primeira, ele fica meio impaciente. Aí que você fica um pouco nervoso. Aí onde você verá uma cadeira voar.

Mas, para mim, isso tem tudo a ver com a paixão de criar uma música junto, e isto é uma das coisas bonitas desta banda. Há muita coisa envolvida. Há muito desafio naquilo que fazemos, não é a coisa mais fácil aprender riffs ou tentar desenvolver uma parte de uma música do Metallica."

Sobre como Rick Rubin forçou o Metallica "fora de sua zona de conforto" durante as sessões de gravações do "Death Magnetic":

"Os outros caras podem discordar, mas eu acho que o fato de que alguém como Lars Ulrich teve que ir para Van Nuys, Califórnia - que é bem industrial e não glamouroso, então você não tem mais nada a fazer - eu acho que a angústia veio disso. Serviu como uma grande base criativa."

Sore reganhar terreno perdido ao voltar ao som mais thrash dos primeiros álbuns:

"Parece certo para mim, pessoalmente. A direção - em termos de ser progressivo, e nos desafiarmos de novo - é bem excitante. E parece que nossos fãs entenderam isso. Eles estão animados com os solos de guitarra de novo. Os solos de guitarra deram meio que um tempo por uns anos. Eles estão de volta com sede de vingança. E os riffs estão de volta e diretos de novo."

Sobre a forma como a banda faz turnê atualmente (já que todos os membros são pais agora, a banda geralmente toca por uma ou duas semanas, e então tira uma ou duas semanas para descansar):

"Isso aumenta nosso ciclo de turnê um pouco, mas também balanceia as coisas. Nós estamos mais afiados do que nunca. As músicas novas são bem divertidas de tocar ao vivo, e nós estamos tocando muitas das coisas antigas também. É quase como se nós estivéssemos tocando muito do antigo, muito do novo, e um pouco de tudo do meio."

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hammett: "Hall of Fame foi um dos melhores momentos de nossa carreira"

   08 de Outubro de 2009     tags: hammett, entrevista, rrhof      Comentários

John Soeder do The Plain Dealer realizou uma entrevista com o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, antes da apresentação da banda em 29 de Setembro de 2009 em Dallas, Texas. A sessão de perguntas e respostas pode ser conferida abaixo.

The Plain Dealer: O Metallica já aproveitou momentos grandiosos. Quão importante foi entrar no Rock Hall?

Hammett: Tá brincando? Foi um dos melhores eventos que aconteceu em nossa carreira.

Depois de 25 anos de trabalho duro - e muito suor, muitas lágrimas - é ótimo que tenhamos sidos reconhecidos pelo Hall of Fame. Significou muito para nós.

Como guitarrista, significou realmente muito para mim poder sair com meus heróis de infância, meus ídolos: Jeff Beck, Jimmy Page, Ron Wood e Joe Perry. Esses caras tem sido minha fonte de inspiração por décadas. Poder se sentar e falar com eles e tocar música com eles, foi fenomenal.

The Plain Dealer: Entre a grande festa pré-entrada que a banda realizou no House of Blues aqui e todos os quartos de hotel que vocês reservaram, o Metallica sozinho sustentou a economia de Cleveland por uns dias.

Hammett: [risos] Na mosca.

Para mim, foi importante ter minha mãe, meu irmão e minha esposa lá. Minha mãe, por razões óbvias. Meu irmão, pois ele foi um dos que me apoiaram em seguir tocando guitarra para viver e se tornar um músico. E, claro, minha esposa, que é a minha fundação.

Nós tivemos a festa para muitas pessoas que nos ajudaram durante o curso de nossa carreira. Nós conseguimos sair com pessoas que não saíamos há decadas. Isso foi bem especial, também, porque essas pessoas tiveram grande importância em nossa ascensão, que levou ao Hall of Fame em si.

Nós queríamos dar um pouco de reconhecimento por nós mesmo, então voamos, sei lá, cerca de 150 pessoas para Cleveland, para compartilhar o momento com nós. Foi bem divertido.

The Plain Dealer: Quais artistas você gostaria de ver entrando no Rock Hall?

Hammett: Cara, eu amaria ver o Rush no Hall of Fame, assim como o Motörhead e o Deep Purple. Esses são três que me veem a mente, só porque eu sou um cara hard-rock, e essas bandas tiveram muito a contribuir com o gênero.

Essas bandas estão por aí há muito mais tempo do que nós. Mas é quase vergonhoso que nós estejamos no Hall of Fame e eles não. Mas todos tem suas opiniões. Há um pouco de burocracia e há um pouco de política que vem junto disso.

The Plain Dealer: A "World Magnetic Tour" está rolando por quase um ano, com mais datas alongando-a ainda mais no futuro. Como vocês a mantém nova?

Hammett: Nós tocamos uma setlist diferente toda noite. Algumas vezes nós tocamos músicas que não tocávamos há décadas. Nós nos desafiamos. Algumas vezes nós vamos um pouco longe demais nesse departamento. Mas a mantém excitante, nos mantém ocupados e, no fim, nos faz tocar melhor, o que sempre tem sido o objetivo - progredir e tocar melhor.

The Plain Dealer: O Metallica parece estar em um bom lugar atualmente.

Hammett: Nós estamos tendo um ótimo momento. Nós estamos nos divertindo muito tocando shows. Nós estamos tocando melhor do que nunca.

Nós definitivamente estamos nos dando bem, também. Nossa agenda não é tão héctica. É bem balanceada entre nossa vida doméstica e estar em turnê.

Eu estou particularmente animado sobre o prospecto de fazer com que esta turnê seja uma em que possamos sobreviver e ainda ter algo para oferecer. [risos] Até agora, tudo bem.

Eu me sinto muito sortudo, e eu agradeço o espaço em que o Metallica se encontra atualmente. Ele parece imparável de novo, o que é um sentimento muito bom.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield: "Mustaine não está nesta banda por uma razão"

   08 de Outubro de 2009     tags: hetfield, entrevista, áudio, mustaine      Comentários

Em 28 de Setembro de 2009, o guitarrista/vocalista do Metallica, James Hetfield, foi entrevistado por Cindy Scull para a rádio 97.1 The Eagle Rocks de Dallas/Ft. Worth, Texas. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Sobre os boatos de que o Metallica estava organizando uma turnê que contaria com os "Big Four" do thrash metal dos anos 80 - Metallica, Slayer, Megadeth e Anthrax:

Hetfield: "Soa como uma boa idéia, hein? Bem, isso depende de todo [para acontecer]. Nós não sabemos. É uma dessas idéias nostálgicas que surgem... Nós não sabemos; não avançamos nenhum passo além disso, na verdade... Quer saber? Música transcende todos os tipos de besteiras, então se é algo que parece correto, então, com esperança, isso acontecerá."

Sobre como o Metallica lida com as fofocas feitas pelo líder do Megadeth (e ex-guitarrista do Metallica), Dave Mustaine, que recentemente chegou a afirmar que o baterista do Metallica, Lars Ulrich, seria despedido em 1986:

Hetfield: "[Risos] Exatamente como eu acabei de reagir; você precisa rir disso. Bem, você precisa ter um panorama geral com essas coisas. É tão estranho para mim... É tão... É bem Dave, ele é assim. E não importa em que banda ele estava ou o que for... Quero dizer, Dave não está nesta banda por uma razão, e esta é a razão. É super-simples. Ele estava na banda por 11 meses e isso continua, continua, continua e continua. Eu não sei de nenhuma outra banda no planeta que teve um membro na banda por um tempo curto e que eles ainda tem esse peso nas costas. É insano! Quer saber, ele está apaixonado, e está tudo bem, porque nós devolvemos o amor."

Sobre o porquê de Dave Mustaine não ter entrado no Rock and Roll Hall of Fame junto com a atual formação do Metallica e os ex-membros Jason Newsted e Cliff Burton:

Hetfield: "Ele não entrou porque ele não esteve em nenhum disco; isso é um dos tratos do Hall of Fame... O Rock and Roll of Fame é o que é. Eu acho que é 25 anos depois do seu primeiro disco, você é elegível, então quem tocou em um disco é elegível."

A entrevista completa, em inglês, pode ser ouvida abaixo, dividida em duas partes:

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Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield sobre turnê dos Big Four: "Eu acho que seria ótimo"

   05 de Outubro de 2009     tags: entrevista, hetfield, big four      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, comentou mês passado os boatos sobre a suposta turnê dos "Big Four" do thrash metal (Metallica, Slayer, Megadeth e Anthrax) que poderia rolar. O frontman James Hetfield comentou um pouco mais com a The Pulse of Radio sobre como a história surgiu.

"Eu acho que isto foi certamente incentivado por causa do Rock and Roll Hall of Fame e ter todos esses sentimentos ótimos e nostálgicos, sabe. E, sabe, quanto mais a gente pensa nisso - 'ei, quer saber? Nós devíamos celebrar a cena thrash da Bay Area. Por que nós não fazemos uma reunião disso ou algo assim?' E isso basicamente se transformou em, sabe, os Big Four fazendo um show juntos, e o quão legal isso seria. Basicamente foi tão longe quanto isso."

Hetfield completou que embora a idéia tenha sido analisada, ela nunca foi muito longe. "Nós meio que falamos um pouco sobre isso, fomos e voltamos", disse. "Ninguém realmente analisou isso. Mas então o boato saiu e é uma daquelas coisas do tipo, 'bem, é verdade?'. É uma daquelas posições estranhas em que você fica - você tem uma boa idéia, e você não acompanhou isso direito ainda. Mas eu acho que seria uma ótima celebração do passado e onde nós estamos agora em nossas vidas. Eu acho que seria ótimos."

Ulrich disse em uma recente entrevista de rádio que a idéia dos "Big Four" seria "algo super divertido de se fazer. É algo que eu definitivamente apoiaria. É algo que eu amaria encorajar. É algo que eu amaria ser pró-ativo em fazer acontecer. Mas neste instante não é algo que está sendo trabalhado secretamente nos bastidores ou algo do tipo."

Muita da especulação dos fãs sobre uma turnê está ligada a participação do Megadeth, que é liderado pelo ex-guitarrista do Metallica, Dave Mustaine. Mustaine expressou ambivalência sobre abrir para a banda que o chutou há 27 anos e disse no máximo que ele não estaria interessado em tocar com um palco no centro da arena e o público ao redor, o que remete a configuração atual de palco do Metallica.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: "Nós temos a América Latina para ir em Janeiro"

   05 de Outubro de 2009     tags: entrevista, world magnetic tour, brasil, ulrich      Comentários

Segundo entrevista realizada para a rádio 101.1 WJRR anteontem, 3 de Outubro, Lars Ulrich afirma que a banda deve passar pela América Latina no começo de 2010.

"Nós ainda temos muito da turnê do Death Magnetic para fazer. Nós ainda temos que ir para o Japão, Austrália, nós temos a América Latina em Janeiro [de 2010]", afirmou o baterista.

Essa afirmação de Ulrich dá mais base aos boatos de que o Metallica deverá realizar shows no Brasil em 2010. Vale lembrar, no entanto, que embora a Universal Music tenha divulgado um comunicado no meio deste ano afirmando que o grupo deve passar pela América Latina nessa época, nenhuma data foi confirmada oficialmente pela banda até o momento.

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Entrevista de Ulrich para a 101.1 WJRR

   05 de Outubro de 2009     tags: entrevista, ulrich, áudio      Comentários

A estação 101.1 WJRR de Orlando, Flórida, realizou uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, antes do show da banda de 3 de Outubro no St. Pete Times Forum em Tampa. Lars respondeu perguntas sobre sua esposa famosa, os boatos persistentes sobre uma possível turnê dos "Big Four", sobre causar impacto na vida das pessoas, seus pensamentos sobre o finado baixista do Metallica, Cliff Burton, tocar com Jason Newsted de novo, e quando os fãs do Metallica poderão esperar um novo álbum do grupo.

A conversa completa, em inglês, pode ser ouvida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Joe Berlinger fala sobre sua experiência com o Metallica

   01 de Outubro de 2009     tags: skom, entrevista, berlinger      Comentários

MotherJones.com entrevistou recentemente o cineasta Joe Berlinger, mais conhecido por "Paradise Lost", um filme sobre o caso dos West Memphis Three - um trio de adolescentes de Arkansas condenados pelo assassinato de três crianças de oito anos baseado em leves evidências de satanismo - e "Metallica: Some Kind of Monster", o documentário de 2004 sobre terapia em grupo para estrelas do rock. Um trecho da conversa pode ser conferido abaixo.

MOtherJones.com: Damien Echols [um dos West Memphis Three] disse que a "Welcome Home (Sanitarium)" do Metallica é sua música favorita. Isto fez a conexão com a banda que levou ao "Some Kind of Monster"?

Joe Berlinger: Uma das grande ironias da minha carreira é que as pessoas me imaginam como algum tipo de cara viciado em metal por causa do filme do Metallica. Mas a razão de termos encontrado o Metallica foi porque suas letras foram apresentadas no julgamento. Na época, eu mal sabia quem era o Metallica. Tudo que eu sabia era que a música deles estava no julgamento assim como Damien, e é um absurdo neste país que seu gosto musical defina para um promotor de justiça que você deve ser um assassino. Então eu cheguei no Metallica. Nós acabamos errando o alvo. Eles nos deram a música para nada. Isso levou a um relacionamento, que levou ao filme.

MotherJones.com: Você se beneficiou da terapia em grupo pelo qual o Metallica passou?

Joe Berlinger: Na verdade sim. Depois de "Paradise Lost 2", eu fui e fiz o desastre da minha carreira, a sequência de "A Bruxa de Blair". Não foi um desastre pequeno; foi em nível mundial. O estúdio o remontou e não trouxe nenhuma lembrança do filme que eu pensei que estávamos fazendo. Isso me colocou em um profunda depressão pois foi um desastre total. Então eu liguei para o [baterista do Metallica] Lars Ulrich e disse, "você quer fazer um filme agora?". Eu fui para São Francisco, comecei a gravar, e em uma semana, a banda estava se desmanchando. Lars olhou para mim e disse, "quer saber, eu não tenho certeza, eles estão trazendo esse terapeuta". Eu disse, "Lars, esse é o filme". Eu me senti tão grato por estar lá e ouvir isso pois eu senti tipo, "olhe, aqui estão pessoas com um sucesso incrível que estão passando por suas próprias crises existenciais e de criatividade, como eu". Eu não sabia qual era meu próximo passo, eu senti como se tivesse fodido minha carreira, eu estava completando 40 anos, assim como esses caras. Foi simplesmente uma experiência animadora, inspiradora de testemunhar esses caras passando por isso na hora em que eu realmente precisava ouvir algumas dessas coisas.

Então o filme do Metallica foi como essa incrível experiência de vida onde eu aprendi o máximo com esses caras que, estereotipicamente, você acharia que não poderia te oferecer muito. Isso que eu amo no filme: ele explode seu estereotipo deles - eles não são só um bando de cabeças de vento batendo cabeça.

A entrevista completa, em inglês, pode ser vista clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hammett: "Metal é a música que me move emocionalmente"

   30 de Setembro de 2009     tags: entrevista, hammett, death magnetic      Comentários

Broward/Palm Beach Music divulgou a seguinte reportagem de Saby Reyes-Kulkarni:

Duas décadas depois de seu último e verdadeiramente trabalho de vanguarda, o clássico ...And Justice For All de 1988, o Metallica se encontra estranhamente no topo do mundo enquanto ainda luta para continuar relevante.

Começando com o disco Metallica de 1991 (conhecido como álbum preto), a banda passou a se distanciar daquele estilo thrash metal que tocava com habilidade inigualável. Ano passado, ele retornou com o Death Magnetic produzido por Rick Rubin, uma tentativa de reencontrar suas músicas com estruturas características e épicas. Fãs e críticos louvaram o retorno a forma da banda, e este outono o Metallica pode ser visto em uma turnê de arena há muito esperada.

O guitarrista Kirk Hammett falou com o New Times sobre a mentalidade da banda e onde ela se encontra hoje na cena do metal.

Q: Olhando para o álbum preto, por que vocês de repente mudaram para músicas mais curtas? Vocês tiveram três álbuns clássicos consecutivos com músicas progressivas, envolventes, e a base de fãs de vocês até então se formou a partir isso.

A: "Nós estávamos só cansados disso. Nós queríamos fazer algo que fosse mais orientado ao groove e tivesse um pouco mais de alma. Com as coisas que fizemos nos anos 80, muitas vezes tinha a ver com nos mostrar."

Q: Então por que o retorno as origens no Death Magnetic?

A: "Nós nos cansamos de novo. [risos] Quando começamos a escrever para o Death Magnetic, descobrimos que as coisas mais progressivas soavam bem de novo. Nós não fazíamos isso há um tempo, e de repende, meio que soou novo. Muito disso também tem a ver com o fato de Rick Rubin ter falado que ele queria que fizessemos o álbum definitivo do Metallica. Em sua mente, o álbum definitivo do Metallica seria mais na linha daquilo que fizemos nos anos 80."

Q: Quanta pressão a banda sentiu, sabendo que existe esse catálogo para ser comparado?

A: "Depende. [risos] Alguns dias você sente isso; alguns dias não."

Q: Rick Rubin deixou muito a banda sozinha em estúdio. O que ele trouxe a mesa?

A: "Seu jeito é como de um fã - uma pessoa que vai a loja de discos e compra álbuns. Ele sabe o que ele espera ouvir de uma banda, e quando ele não ouve, ele vai a algum outro lugar. Ele não liga para "A menor nesta parte ao invés de D maior". Isso é realmente legal pois deixa todos os problemas musicais para a banda resolver. No final do dia, você tem um resultado menos adulterado. Uma coisa sobre o Bob Rock [o produtor da banda entre 1991 e 2003] era que um pouco do seu estilo de compor e sensibilidade entraria na música."

Q: Como achar paz pessoal reflete na música quando vocês estão tocando coisas pesadas?

A: "Quando eu estou realmente pra baixo, a música me faz sentir melhor, e simplesmente caiu do heavy metal ser aquilo que me move emocionalmente. E você não tem que ser limpo e sóbrio ou um bêbado raivoso para sentir a música que te move."

A reportagem completa pode ser lida, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Brave Words & Bloody Knuckles

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