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Hammett critica discurso inaugural de Donald Trump

   21 de janeiro de 2017     tags: hammett, trump      Comentários



O guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, criticou no Twitter o discurso inaugural do recém empossado presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que aconteceu nesta última sexta-feira, 20 de Janeiro. Confira abaixo a tradução:

Discurso inaugural de Trump e ele nos pedindo para colocar os EUA em primeiro lugar, pra mim, soa familiar com o que foi falado em discursos que rolavam na Alemanha na década de 30... E mais tarde na Rússia na década de 40...

Prestem atenção, pessoal! Se levantem para a verdade, compaixão e união. Não se contentem com nada menos que isso.

Rejeitem mentiras
Alarmismos
Ódio sem motivo

O sistema nos quer dividido, para que seja mais fácil nos controlar emocionalmente.

ESTAMOS TODOS JUNTOS NISSO! GOSTEM OU NÃO, PRECISAMOS UNS DOS OUTROS PARA SUPERAR A AMEAÇA MAIOR... E todos nós sabemos qual é a ameaça - as pessoas no poder que estão tentando negar a nós e nossos filhos e netos um saudável futuro verde.

REJEITEM A CARNIFICINA AMERICANA. Somos uma nação melhor agora mais do que nunca, melhor do que cinco anos atrás! REJEITEM AS MENTIRAS DAS PESSOAS NA NOVA ADMINISTRAÇÃO, ELAS ESTÃO LÁ APENAS PARA ALIMENTAR SUA PRÓPRIA SEDE POR GANÂNCIA E PODER.

Os EUA nunca deixaram de ser grande!! Os EUA são uma das nações mais ricas e prósperas do planeta. Eu tenho orgulho dos EUA!! Dizer que os EUA não são grandes, que falta grandeza, cria um cenário para manipulação e controle para os outros - prestem atenção, pessoal! Lembrem a grande américa de hoje. Então eu verificarei com vocês sobre a grandeza dos EUA daqui seis meses e veremos o que mudou.

As únicas pessoas que negam MUDANÇAS CLIMÁTICAS são as mesmas que perdem com a energia renovável. A administração está pensando que pode simplesmente ignorar as MUDANÇAS CLIMÁTICAS. Pessoal, chegou a hora da gente fazer a diferença. Não vamos aceitar suas pregações sobre nossa Mãe Natureza - REJEITEM OS NEGADORES!!! ELES SÃO ASSASSINOS DA TERRA.

REJEITEM o termo direita alternativa, apenas outro eufemismo sorrateiro para a supremacia branca, chamem como deve ser chamado! Não deixem que eles se escondam por trás da desonestidade!

Uma última coisa: Se não lutarmos, corremos o risco de perder nossos direitos. Defenda a democracia daqueles que querem destruí-la!

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Metallica fará no máximo 50 shows por ano

   09 de janeiro de 2017     tags: entrevista, hammett, hetfield      Comentários



Durante conversa com Chris Hardwick para o podcast "Nerdist", James Hetfield e Kirk Hammett, embora concordem que quando se trata de uma banda iniciante seja preciso excursionar intensamente, disseram que o Metallica fará no máximo 50 shows no ano: "Meu corpo me disse pra eu contar pra estes caras que 50 shows por ano é o que podemos fazer, para que possamos dar o máximo de nós neles", diz James Hetfield. Ele prossegue: "E todos concordamos com isto. Mas 50 anos é muito bom. Meu corpo consegue suportar. Corpo, mente e espírito precisam se revitalizar em casa, e é preciso uns dias de folga para a voz se recuperar, coisas assim. Há os que dizem que 50 shows é muita coisa mas não é mesmo, comparado ao que costumávamos fazer".

Kirk acrescenta: "Sim, fazíamos turnês loucas onde ficávamos dez meses na estrada indo para todos os lugares no mundo rodando doze, quinze, dezesseis semanas diretas, fazendo cinco shows por semana..." e James emenda: "E voltávamos pra casa, nos separávamos das namoradas que iam embora, éramos viciados em algumas coisas e vivíamos brigando", e Kirk finaliza: "Faz parte do processo de aprendizado. Aprendemos muito com tudo isto".

Fonte (em inglês): Whiplash!

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Casa de Hammett está a venda por 16 milhões de dólares

   01 de janeiro de 2017     tags: hammett, curiosidades      Comentários



Kirk Hammett está vendendo sua mansão em Sea Cliff, São Francisco, por US$16 milhões de dólares (cerca de R$52 milhões de reais). A residência, em estilo colonial espanhol, foi adquirida em 2010 pela metade do preço, e é descrita sendo a quarta casa mais cara a venda na cidade. Interessado? Mais detalhes e imagens da casa podem ser vistas clicando aqui.

Fonte: Whiplash!

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Hammett só se lembra de quatro riffs de iPhone perdido

   10 de dezembro de 2016     tags: entrevista, hammett      Comentários



Em uma nova entrevista, o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, comentou mais uma vez sobre ter perdido seu celular com centenas de riffs.

Disse ele: "Vamos dizer que as consequências de perder meus telefone foram imensas. Não importa quem ou que tipo de pessoa você é, perder o telefone é tramático para qualquer um. Digo, ok, perdi meu telefone, perdi um monte de músicas, mas eu quero dizer que as pessoas perdem seus aparelhos, perdem informações pessoais, acontece, entende? Sou meio preguiçoso em termos de tecnologia. Ao perder meu iphone descobri que posso fazer backup no iCloud. E o engraçado é que o cara que inventou o sistema é meu vizinho (risos)".

Ao ser perguntado se ele seria capaz de recriar os riffs de cabeça, ele respondeu:

"Deixa te dizer. Eu tinha mais ou menos, não sei ao certo, 450 registros nele, o que significa entre 250 e 300 riffs, pois muitas vezes eu experimentava versões diferentes do mesmo riff. E quando perdi meu aparelho, consegui me lembrar de apenas 4 riffs. Então desencanei sobre o iPhone (risos)".

Fonte: Whiplash!

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Hammett comenta declarações de Donald Trump

   10 de dezembro de 2016     tags: entrevista, hammett      Comentários



Kirk Hammett, guitarrista do Metallica, atacou Donald Trump, dizendo que o presidente eleito dos Estados Unidos não tem "um senso geral do que é certo e o que é errado".

Falando com a Billboard sobre as declarações de Trump que as mudanças climáticas são uma farsa criada pela China, Hammett disse: "Okay, vamos ficar somente nesta declaração. O que isto lhe diz sobre o cara? Qualquer pessoa normal, educada, com um bom senso da realidade, e que seja equilibrada - não fanáticos de esquerda ou de direita - vai ouvir uma coisa desta e pensar 'mas de que diabos de fantasia veio esta ideia?'"

"Pra mim, um líder é alguém íntegro, honesto e altruísta, e com um senso comum do que é certo e errado. Não teremos isto em nosso comandante, e isto me deixa em estado de alerta e atenção, fico esperando o que vai acontecer. Se as coisas tomarem um rumo com o qual não concordo, vou colocar a boca no mundo pela primeira vez em minha vida".

Conforme explicou recentemente James Hetfield, a banda evita se envolver em política, religião ou qualquer tema que seja polarizador. Mas Hammett explica que sua decisão de falar sobre política quebra a concepção do Metallica de não se envolver em qualquer tema que possa ser considerado polêmico. "O lance é que o Metallica atinge todos os tipos de pessoas, gente de esquerda, de direita, e uma das razões pelo qual nunca nos consideramos uma banda política é que se você começa a falar sobre o assunto você estabelece uma linha divisória, e não é isto que queremos. Preferimos que todos estejam juntos conosco, curtindo a música juntos. Pra nós política é uma coisa que polariza nem uma competição esportiva".

Reconhecendo que a música tem o poder de atingir as pessoas e mudar suas ideias, principalmente jovens fãs que absorvem cada palavra de seus artistas favoritos, o guitarrista explica: "É por isto que escolhi minhas palavras com cautela, e insisto que eu - não o Metallica, mas eu, Kirk Hammett - me envolverei caso aconteça algo que esteja completamente errado, e sinto ser meu dever fazer alguma coisa, conclamar as pessoas que precisam ser conclamadas. Acredito na justiça e igualdade para todos. Acredito que todos devem ter as mesmas oportunidades e acredito que todos são iguais. Este cara aí não acredita nisto! Ele não acredita que todos são iguais".

Fonte: Whiplash!

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Hammett: Sempre tive muita empatia por Dave Mustaine

   04 de dezembro de 2016     tags: mustaine, hammett, entrevista      Comentários


Kirk Hammett disse que se reconectar com Dave Mustaine durante o show de 30 anos de aniversário do Metallica, no dia 30 de dezembro de 2011, ajudou o líder do Megadeth a superar sua tristeza, raiva e frustração de ter sido demitido do Metallica em 1983, sendo que ele foi substituído justamente por Hammett.

"Bem, vocês sabem, nunca tive nenhum problema com Dave, mas sempre senti que ele era muito triste, tinha raiva e se sentia frustrado pelo ocorrido com o Metallica, e ele nunca conseguia se livrar daqueles sentimentos. E sempre tive muita empatia por ele, pelo que ele passou, é o equivalente à mulher de nossa vida nos abandonando. Nunca fui demitido de uma banda, mas imagino que seja uma experiência horrível, especialmente se for uma banda pela qual você nutre paixão. Então eu compreendo o sentimento que ele nutriu todos estes anos. Mas posso dizer que quando fizemos o show de comemoração aos 30 anos no Fillmore e convidamos Dave para tocar, foi fantástico dividir o palco com ele. E a química foi perfeita, enquanto Dave fazia os solos, eu e James cuidávamos da parte rítmica. Pude ver em sua expressão que para Mustaine aquilo foi uma catarse, e o ajudou a superar tudo. Desde então nossa relação com ele ficou ainda melhor. Acredito que aquilo tudo serviu para cicatrizar as feridas que precisavam ser curadas".

Fonte: Whiplash!

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Hammett: Toda a preparação mental para o Hardwired foi diferente

   15 de novembro de 2016     tags: entrevista, hardwired to self destruct, hammett      Comentários



O guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, falou com a Guitar World sobre o processo de gravação do novo disco da banda, "Hardwired... To Self-Destruct", que sairá nesta sexta-feira, 18 de Novembro. Ele disse: "Toda a preparação mental para este álbum foi diferente. Eu costumava me preparar tanto antes de entrar no estúdio, mas eu finalmente me sinto muito mais confortável com minhas habilidades. Eu não trabalhei previamente em nada antes de entrar no estúdio. Eu só apareci e toquei. Eu queria capturar um momento, mantê-lo espontâneo e revigorado, e ver onde isso iria, pois eu sou culpado de pensar demais."

Hammett completou que uma mudança em seu estilo de vida lhe deu uma nova estima sobre suas habilidades na guitarra.

"Eu sinto como se eu tivesse virado outra esquina", disse ele. "Eu me reconectei com meu instrumento de uma forma que eu nunca havia feito antes. Eu parei de beber, o que mudou as coisas. Nas noites que tínhamos shows, eu fazia a apresentação, saía depois e me embebedava, e voltava ao meu quarto e tocava por algumas horas. Eu ainda faço isso, mas a grande diferença é que eu não bebo mais e eu lembro o que toquei no dia seguinte. Hoje em dia, eu sinto como se pudesse tocar qualquer coisa que eu realmente me dedique, seja Paganini ou jazz. Pode demorar algumas semanas, mas eu posso fazer isso!"

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hammett: Guns N' Roses se tornou meio que uma banda de nostalgia

   11 de novembro de 2016     tags: entrevista, hammett, guns n' roses      Comentários



O guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, falou que o Guns N' Roses "se tornou meio que uma banda de nostalgia", pois o grupo liderado por Axl Rose não produziu ou tocou nenhuma música nova em quase uma década.

O assunto veio a tona durante uma entrevista para o Los Angeles Times, na qual a tendência do Metallica de continuamente se envolver em novos projetos - de filmes e colaborações ao vindouro novo álbum da banda, "Hardwired... To Self-Destruct" - foi colocada em contraste a outros grupos da mesma época que tem se focado exclusivamente em tocar material mais antigo, sem exercitar seus músculos criativos.

"Infelizmente", disse Hammett, "[o Guns N' Roses] se tornou meio que uma banda de nostalgia, o que, para mim, é meio triste."

"Eu não acho que estamos tentando nos manter jovens ao escrever coisas novas, mas isso nos faz sentir relevantes", completou o frontman do Metallica, James Hetfield. "Nos faz sentir como se ainda estivessemos progredindo."

Os comentários de Hammett ecoam aqueles que ele fez em 2014, quando foi perguntado pelo El Comercio de Equador, se ele consegue ver o dia em que o Metallica fará apenas turnês, sem fazer músicas novas. O guitarrista respondeu a época: "Eu espero que não. Há muitos aspectos diferentes desta banda que precisamos. Mas eu realmetne acho que a parte de turnê dá apoio a parte de gravação, e a parte de gravação - a criatividade, as músicas - apoiam a parte de turnê. Ambas as coisas meio que se apoiam e precisam uma da outra para que sigamos adiante. Então eu acho que sempre precisaremos escrever músicas, gravá-las... Pode ser exatamente o oposto - nós podemos acabar gravando músicas pelo resto de nossa carreira em algum momento. Ou podemos acabar apenas fazendo turnê. Mas eu, por mim, duvido que alguma dessas duas coisas aconteça. Tenho bastante confiança de que sempre seremos criativos, pois assim que somos como indivíduos. Digo, assim que eu sou - eu fico entediado, pego minha guitarra, e a próxima coisa que sei é que tenho um riff. Eu fico animado e mostro para os outros caras, e em seguida, estamos ensaiando. É uma parte do que fazemos."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hammett: "Espero contribuir mais no próximo álbum"

   06 de novembro de 2016     tags: entrevista, hammett, trujillo, hardwired to self destruct      Comentários



Kirk Hammett, guitarrista do Metallica, admitiu ter se sentido “excluído” das sessões de composições do vindouro álbum da banda, “Hardwired... To Self-Destruct”.

Christina O'Neill, do Team Rock, repercute entrevista com a banda a ser veiculada na próxima edição da revista Metal Hammer. Segundo Rob Trujillo, o baterista Lars Ulrich sentiu que seria “muito importante” que houvesse uma conexão entre ele e James Hetfield para o sucessor de “Death Magnetic” (2008), envolvendo o frontman mais intensamente no processo criativo.

Trujillo comentou: “Lars esteve mais focado em simplificar a jornada criativa, envolver James e realmente trazê-lo para o álbum. É a visão de Lars e eu estou feliz em apoiar o que quer que tenhamos que fazer”.

Já Kirk Hammett lembrou do momento “devastador” em 2014, quando perdeu seu celular com centenas de idéias para o álbum – o que, para ele, significou “começar do zero” novamente. Entretanto, Kirk admite que ainda assim achou o novo método de composição adotado pela banda “uma pílula muito amarga para engolir”.

Ele complementa: “Para mim, estando nesta banda, eu sempre quis contribuir. Sempre tenho um punhado de conceitos musicais e ideais para apresentar. Obviamente, desta vez não era pra ser, e eu tive que aceitar esse fato. Então foquei nos meus solos, apenas me certificando de que minha performance no álbum fosse a melhor possível. Espero poder trazer minhas ideias no próximo álbum do Metallica. So espero que não demore outros oito anos para isso.

Fonte: Whiplash!

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Hetfield sobre letras do disco novo: Não é Shakespeare, eu sei disso

   02 de novembro de 2016     tags: entrevista, hardwired to self destruct, hetfield, ulrich, hammett, trujillo      Comentários



Os quatro membros do Metallica foram entrevistados recentemente para a revista oficial do fã-clube da banda, So What!, sobre o vindouro álbum "Hardwired... To Self-Destruct", a sair em 18 de Novembro. Alguns trechos traduzidos podem ser conferidos abaixo.

Sobre a direção musical do "Hardwired... To Self-Destruct":

Robert Trujillo (baixo): "Para mim, é um álbum bem implacável. Pode não ser um álbum super dinâmico, digo, tipo o 'Death Magnetic', muitas dessas músicas eram bem dinâmicas. Eu não sinto necessariamente que deveria ser assim. Eu acho que deveria ser onde estamos agora e o que temos passado de uma forma positiva. E haverão muitas jornadas mais!"

Lars Ulrich (bateria): "Este disco ainda está muito fresco para mim, mas eu tenho que admitir que das vezes que eu o ouvi, há algo com a intensidade e o 'tapa na cara contínuo'. Ele tem essa implacabilidade. Ele apenas vai e vai e continua indo!"

Robert Trujillo: "Você tem essa energia old school, você tem um pouco da energia do 'Black Album', você tem tudo isso rolando e chega nesse nível e começa a lançar idéias, e isso cresce. Eu sinto quando você toca algo nesse nível, eu não estou nem falando ao vivo em frente a um público, estou apenas dizendo aqui [no QG do Metallica em San Rafael, Califórnia], muito disso é como se apresentar, nós estamos nos envolvendo fisicamente. E há um groove que é muito necessário. Eu acho que este álbum, embora seja pesado e direto, tem muito groove e isso me deixa feliz."

Sobre o processo de composição do "Hardwired... To Self-Destruct":

Kirk Hammett (guitarra): "De início, eu acho que a idéia era fazer um álbum com abordagem similar ao [álbum de estréia, de 1983] 'Kill 'Em All', e esse foi um álbum comandado basicamente por Lars e James [Hetfield, guitara/vocal], com um pouco de ajuda do [ex-guitarrista] [Dave] Mustaine. Então o conceito era que esses dois liderassem todo o processo criativo de novo da mesma forma que o 'Kill 'Em All' foi feito. E eu não tenho problema nenhum com isso."

James Hetfield (guitarra, vocal): "Eu diria que estamos buscando as melhores músicas, e de onde vier o material, é de onde veio. Não estamos tentando ser 'exclusivo', é 'aqui está o que é melhor para a banda. Estes são os melhores riffs que temos. Estas são as melhores partes e vamos juntá-las'. Minha implicância foi sempre que as músicas são longas demais. Eu quero tocar mais músicas ao vivo. Eu não quero deixá-las mais longas. Vamos fazer músicas mais curtas para que possamos tocar mais delas."

Lars Ulrich: "A grande diferença entre a composição deste disco e a composição do disco anterior é que estávamos mais seguindo nosso ritmo desta vez. No 'Death Magnetic', o [produtor] Rick [Rubin] viria a cada duas semanas e continuaria a nos desafiar para 'ficarmos mais loucos'. Ele usava uma palavra, a palavra 'ridículo'. Eu lembro que ele geralmente se sentaria ali e falaria, 'deixe mais ridículo'. Essa foi a palavra. Eu nunca associaria a palavra 'ridículo' com música, e eu me lembro dele se sentar bem ali [aponta para o sofá do estúdio], falando, 'torne-o mais ridículo'. E então iríamos e inverteríamos tudo, colocaríamos na parte principal, então um pouco disso. E eu diria que neste disco nós praticamente fizemos o oposto disso. Nós o fizemos menos ridículo. Começamos ajustanto um pouco, cortando partes extras, deixando mais curto, tornando-o um pouco mais linear e fazendo-o menos 'ridículo'. Eu posso te dizer que a analogia que acabei de criar, de deixar mais 'ridículo' no 'Death Magnetic' e menos ridículo no 'Hardwired... To Self-Destruct', eu nunca tinha falado para ninguém antes."

Sobre sua abordagem nos solos de guitarra do "Hardwired... To Self-Destruct":

Kirk Hammett: "Eu achei que seria ótimo se eu não trabalhasse nos solos antes. É algo bem corajoso e desafiador pois eu quero estar bem preparado quando é qualquer coisa relacionada a música e minha guitarra. Aparecer bem preparado era meu modus operandi. Desta vez, eu apenas disse para mim mesmo que no passado, muitas das coisas que acabaram entrando nesses álbuns foram a primeira coisa que toquei, a primeiríssima coisa. Meu subconsciente tem um sentimento para qual é a coisa mais apropriada, então deixa a música fluir, a criatividade fluir, os sentimentos fluirem, e ter meu subconsciente ditar o que precisa ser feito para a música. Eu coloquei 100 porcento desse conceito na abordagem ao fazer esses solos."

Sobre a reação dos fãs as primeiras músicas do "Hardwired... To Self-Destruct":

James Hetfield: "Eu realmente não dou a mínima. Realmente não dou. Eu compreendi a idiotice da internet, e a liberdade que você tem para falar o que quiser o tempo todo. Em algum momento, você fica tão dessensibilizado a isso que não faz mais sentido. Apenas faça o que você ama. Como pode dar errado? Sempre volta para 'por que estamos fazendo isso? Porque amamos fazê-lo, e queremos escrever música que gostamos de ouvir'. Simples assim. Se você gosta da música, então ouça com a gente."

Sobre os temas das letras no "Hardwired... To Self-Destruct":

James Hetfield: "'Hardwired' é tão simples, não é Shakespeare, eu sei isso. Mas, putz, os humanos estão realmente fazendo a coisa certa? Sabe. E na história, somos um pontinho. E vamos desaparecer? Estamos nos tornando ultrapassados com os eletrônicos? Estamos nos tornado isso? Vamos nos destruir por conta de nossos egos e todas as coisas que tornam os humanos humanos? Essa frase inteira 'hardwired to self-destruct' ['programado para se auto-destruir'] veio de um amigo meu que estava apenas soltando isso como um viciado em conflito. É assim para gente? O nosso padrão é apenas morrer? Mais cedo do que deveríamos. Ruína. Destruir nossas vidas; estamos programados para nos destruir? E isso chamou minha atenção. 'Moth Into Flame' é bem literal. Atualmente todo mundo tem uma obsessão em ser famoso. Ser popular. Seja na sua conta do Facebook ou andando nas ruas, ver alguém fazendo selfies enquanto caminha na rua. Tipo, o que? O que você tá fazendo?"

Mais trechos podem ser lidos, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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