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Metallica planejando show equivalente ao The Wall?
15 de março de 2010Tags: entrevista, peter mensch
Segundo a revista do Reino Unido, Classic Rock, o empresário do Metallica, Peter Mensch, revelou que a banda tem grandes planos para 2011.
"Vamos só dizer que no próximo ano, vocês verão uma turnê do Metallica que detonará suas mentes. Eles tocarão apenas em 10 cidades, mas será algo gigante. Será o equivalente do Metallica para o 'The Wall' [do Pink Floyd]."
Esta revelação veio quando o escritor da Classic Rock, Peter Makowski, entrevistou Mensch para uma matéria sobre os homens mais poderosos no rock e pediu a ele para definir seu papel como empresário.
Mensch respondeu: "Vir com idéias para que os shows ao vivo sejam interessantes. Ir jogando as idéias bobas e, a propósito, entre você e eu, algumas são de reciclar coisas que as pessoas fizeram há 25 anos mas ninguém é esperto o suficiente para saber que nós a reciclamos."
"Dizer algo como: 'Eu tenho esta idéia para nós para tocarmos um equivalente ao 'The Wall'. Então aqui estão algumas idéias para que nós possamos deixar entrar os profissionais para que eles me digam se eu sou louco ou não.' É como vir com uma tela para que alguém possa preencher."
Fonte (em inglês): Blabbermouth.net
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Entrevista de Hetfield para Globo
22 de fevereiro de 2010Tags: entrevista, vídeos, hetfield, brasil
O programa Almanaque, da Globo News, levou ao ar neste domingo, 21 de Fevereiro, a entrevista completa realizada com o frontman do Metallica, James Hetfield. Confira abaixo o vídeo.
Vale lembrar que alguns trechos dessa conversa já haviam sido exibidos pelo Fantástico há algumas semanas.
Agradecimentos: Renata Sousa, André Mendes
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Jeff Young: Mustaine perdeu a chance de superar o Metallica
15 de fevereiro de 2010Tags: mustaine, entrevista
Robert Gray, do Ultimate-Guitar.com recentemente conduziu uma entrevista com o ex-Megadeth e atual guitarrista do Hydrogyn, Jeff Young. Alguns trechos da conversa seguem abaixo.
Dave [Mustaine, líder do Megadeth] alega que você abriu a maleta dele uma vez e encontrou uma carta de amor da Doro Pesch. Você, então, não ficou feliz e largou o Megadeth.
Jeff: "Não. Não foi assim que aconteceu. Foi mais para a Doro Pesch ter dado a carta de amor para ele e ele ter corrido pra dentro. Eu meio que tinha uma queda por Doro, não posso mentir: ela era bonita, ela era sexy. Nós estávamos flertando, mas, aparentemente Doro tinha mau gosto e estava a fim do Mustaine. Ele sabia que eu estava a fim da Doro, mas, correu para o camarim com a carta e mostrou pra todo mundo bem na minha frente, lendo-a em voz alta. Eu não precisei olhar na maleta dele. Ele só acrescentou esse detalhe para me fazer passar por mau ou desonesto. Ele apenas foi lá e estava orgulhoso daquilo. Foi chato; se você está a fim de uma garota e ela gosta de outro cara... eu não estava de coração partido e de nenhuma maneira foi como se eu já tivesse ficado com ela. Éramos apenas amigos".
E você não pediu demissão verbalmente por causa dessa carta?
Jeff: "Não. Nós saímos. Eu sai com ele e com Doro naquela noite e depois ele foram para algum outro lugar. Só Deus sabe o que aconteceu depois disso. Nós todos saímos juntos por algumas noites. Saímos muitas noites juntos naquela turnê; ela voltava para o quarto de hotel e saíamos. Se você está a fim de uma garota e ela a fim de outro cara, você só pensa 'OK'. Era onde eu estava, mas a história sempre fica melhor no papel, e o Dave gosta de aparecer bem, fazer um drama, de agitar uma história".
Você disse que você, Dave Effefson [baixista do Megadeth] e Chuck [Behler, baterista do Megadeth naquela época] tinham feito um acordo com o técnico de som da turnê para deixar as contribuições de Dave em volume baixo e que ele tinha que ser carregado para fora do palco todas as noites.
Jeff: "Eu gostaria que você colocasse as contribuições dele entre aspas. Bem, é como quando alguém estraga tudo; ele cantava desafinado e tocava de qualquer jeito. Nós queríamos soar bem, certo? Nós apenas pedimos ao Louie, técnico de som, 'Cara, quando ele estiver soando fraco...' e muitas bandas fazem isso. Se o vocalista estiver em uma noite ruim, talvez não queiram que a voz dele esteja tão alta. Não foi como se tivessemos pago a ele por isso. Não foi uma conspiração, mas ele sabia. Você pode ouvir as gravações ao vivo. Você pode ouvir por si mesmo".
E você diz que Dave estava tão inútil na turnê que precisava ser carregado para fora do palco todas as noites?
Jeff: "Todas as noites e a pior delas foi... e esse, para mim, foi um dos momentos mais embaraçantes na banda. Vou contar a história porque envolve o Metallica. Essa noite foi na turnê do DIO, na turnê 'Dream Evil' em Oakland, California, que é bem nas redondezas de São Francisco, de onde o Metallica é. Megadeth e Dio estavam tocando no Coliseum e James Hetfield e Lars Ulrich foram ao show. Eles estavam parados ao lado do nosso palco durante nossa apresentação e ninguém precisa dizer novamente o que tinha rolado antes entre Dave e o Metallica. O Megadeth estava indo muito bem àquela altura, estávamos na posição 28 da Bilboard e éramos uma das primeiras bandas de speed metal a ultrapassar a barreira das Top 30. Estávamos prontos para agarrar aquela chance e Dave, naquele momento do show, pronto para esfregar tudo no nariz deles. Ele teve a chance de fazer o show da vida dele. Lembra daquela parte do 'Some Kind of Monster' quando Lars vai ver a nova banda de Jason e ficou com uma cara de 'Jason é a nova sensação. O Metallica vai se reerguer... Jason é o cara?' Dave teve a chance de fazer esses caras sentirem a mesma coisa naquela noite, mas ele não pôde – por quarenta e cinco minutos – ficar sóbrio e tocar naquele show. Ele terminou tão detonado justamente pelo mesmo motivo que o levou a ser despedido do Metallica – ficar bêbado. Ele estava tão detonado naquela noite e quando você abre para uma banda você sabe que tem apenas quarenta e cinco minutos. Você vai lá, pega suas melhoras músicas, toca e vai pra casa feliz da vida. Você não sobe no palco e toca um troço, bêbado, por oito a dez minutos. Eu nem conseguia compreender o que ele falava. Aquela foi a primeira vez que pensei 'Que vergonha de estar aqui. Eu não trabalhei toda minha vida e pratiquei quatorze horas por dia pra isto... mas aqui estou eu. Como isso é possível? Estou tocando para treze mil pessoas por noite e com vergonha? Como?' Finalmente ele parou e fizemos o show. Todos nós tinhamos que passar ao lado de James e Lars, e passamos por eles de cabeça baixa porque o nosso vocalista estragou tudo por nós. Então esse era Dave ao vivo com o Megadeth. Aquele era o momento dele, ele poderia ir lá e mostrar a eles. Ele poderiam ter simplesmente encerrado todo aquele drama com o Metallica e ter dito 'Bola pra frente!'. Ele teve a chance naquela noite".
Agradecimentos: Gian Couto Fonte: Whiplash!
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Entrevista de Hetfield para Multishow
09 de fevereiro de 2010Tags: vídeos, entrevista, hetfield, são paulo, brasil
O programa Bastidores do canal de televisão Multishow realizou uma entrevista com o vocalista e guitarrista do Metallica, James Hetfield, antes da apresentação da banda em São Paulo, no dia 30 de Janeiro de 2010. Nela, o frontman fala um pouco sobre o "Death Magnetic", a atual turnê do grupo, e sobre seus fãs. Confira abaixo.
Agradecimentos: James_Metcover
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Entrevista de Trujillo para PlayTV
08 de fevereiro de 2010Tags: entrevista, trujillo, brasil
A entrevista exclusiva concedida por Robert Trujillo, baixista do Metallica, ao drops jornalístico PopUp já está disponível no site da emissora PlayTV. Assista ao vídeo clicando aqui.
Além da entrevista, a reportagem é composta por imagens do primeiro dia de show do Metallica em São Paulo, no dia 30 de janeiro, no Estádio do Morumbi. Trechos da música “Creeping Death” podem ser conferidos no vídeo.
Fonte: Whiplash!
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Trujillo: "O carinho que recebemos de volta é absurdo!"
03 de fevereiro de 2010Tags: trujillo, entrevista, brasil
Após a coletiva de imprensa do Metallica, realizada dia 30 de janeiro no Estádio do Morumbi, o baixista da banda, Robert Trujillo (ex-Ozzy Osbourne e Suicidal Tendencies), concedeu uma entrevista exclusiva ao drops jornalístico PopUp, da emissora PlayTV.
O músico, mostrando total disposição para falar com a equipe, contou que estava entusiasmado com sua primeira apresentação, em São Paulo, com o Metallica. “O show nem começou e já dá para sentir a energia do público! Você já escuta as pessoas lá fora batendo palmas e cantando super empolgadas!”, disse o baixista.
Questionado sobre a sensação de tocar para os fãs brasileiros, Trujillo completa: “Uma das coisas que a gente pode esperar do público no Brasil é a incrível energia. E o carinho que recebemos de volta é absurdo! A gente usa isso de combustível: nos alimentamos da energia dos fãs e da paixão que eles trazem”.
Robert Trujillo entrou para compor a banda há 7 anos, com a saída do baixista Jason Newsted. “O Metallica é uma família, o que é ótimo, porque podemos dividir tudo”, disse entusiasmado. “Quando saímos em turnê, especialmente durante o verão europeu, é como se fossemos para um acampamento juntos”, emenda o músico.
O baixista - que impressionou os integrantes da banda com sua habilidade e presença de palco - foi contratado antes de iniciar a turnê do disco “St. Anger” (2003). O teste que o fez entrar no grupo está documentado no filme “Some Kind of Monster”, dos diretores Joe Berlinger e Bruce Sinofsky.
O músico construiu sua marca não só no palco, como também no processo criativo do Metallica. O disco “Death Magnetic” (2008) é o primeiro a ser lançado com sua participação integral. “As músicas [do novo álbum] parecem ter sido escritas para o palco”, explica o baixista.
No desfecho da reportagem, incrementada com imagens do primeiro show em São Paulo, Trujillo define o verdadeiro sentido de uma das bandas mais importantes do heavy metal mundial. “O Metallica nada mais é do que o amor pela música, que faz nosso som e performance atingir as pessoas. Isso é o que nos direciona e motiva! Eu sempre digo que quando nós pegamos as guitarras e o Lars assume a bateria, é como se fossemos adolescentes de novo.
Fonte: Whiplash!
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