Destaques

Notícias

Ulrich: Está cada vez mais difícil achar bandas inspiradoras

   19 de janeiro de 2017     tags: entrevista, ulrich      Comentários



Em entrevista com a Noisey, perguntaram a Lars Ulrich se ele ainda acha inspirador tocar no Metallica: "Há dez ou trinta anos era diferente. Era 'Oh Meu Deus, Guns N' Roses. Oh Meu Deus, Nirvana! Oasis!' Você ouvia falar deles e queria conhecê-los. Hoje em dia não há muitas bandas que exercem este impacto em mim. A última vez que isto aconteceu foi com o The Sword, de Austin, Texas. Stoner rock, meio que um Black Sabbath mais moderno. Muito legal. Eles surgiram há sete ou oito anos, e eu tive que levar estes caras na turnê. Há uma banda norueguesa chamada Kvelertak. São poucas bandas que surgem. Hoje sei mais sobre filmes que sobre música pois acompanho mais o primeiro. Não significa que não possa surgir algo que mexa comigo, apenas que tem acontecido cada vez menos e menos".

Fonte: Whiplash!

    Top

Hetfield: "Eu acredito em uma força superior"

   17 de janeiro de 2017     tags: entrevista, hetfield, vídeos      Comentários

A Clique da França realizou uma entrevista com o frontman do Metallica, James Hetfield. Assista a conversa abaixo e confira alguns trechos traduzidos a seguir.


Se ele acredita em Deus:

Hetfield: "EU acredito em uma força superior, sim. Eu não sei... Ele, ela, o que for... Eu a vejo em todos os lugares. Isto é tudo para mim. E se eu escolhi vê-la, isso me faz sentir melhor. Se eu acho que posso fazer melhor [risos], isso nunca funciona. [Risos]"

Se essa "força superior" já o salvou na vida:

Hetfield: "Eu acredito que sim. Eu acredito que uma força superior, seja o que for... Algumas vezes eu penso que é o meu pai voltando para me ajudar, ou minha mãe, ou alguém, ou Cliff [Burton, ex-baixista do Metallica]. É tudo uma coisa só de qualquer forma. Se eu escolhi vê-la... Ela aparece muito na minha esposa. Ela dirá, 'O que você está fazendo? Não faça isso.' Isso costumava me deixar bravo. 'Não me diga o que fazer'. Mas, certo, eu entendo que há algo aqui me ajudando. Algo está falando... Se eu escolhi ouvir isto, então eu escolhi ouvir isto. Algumas vezes eu não ouço, mas está em todo lugar."

Sobre lidar com os aspectos negativos da fama:

Hetfield: "Para mim, eu nunca... Eu não entendo as fofocas. Isso nunca foi importante para mim. Minha esposa ama ver a revista People. 'Ohh, olha quem está namorando quem'. Eu não ligo. Mas para algumas pessoas, é importante, e eu não sei porque. Eu acho que elas apenas se veem nas outras pessoas, ou gostariam de se ver, ou estão sonhando, ou elas são seus mentores ou algo assim. Eu não sei. Para mim, eu acho que quando as pessoas me seguem na rua ou algo assim, eu entendo o que elas podem estar procurando, mas eu não sou isso. Digo, eu sou apenas alguém que toca música e achei meu caminho. O que eu acho é que elas esperam algo - elas esperam algo, seja um autógrafo ou uma foto ou o que for. É como se elas quisessem algo. E eu quero cumprimentar, eu quero falar olá, eu quero conversar com elas, e eu não me lembro muito de como era apenas ir a um show e se sentar na grama e curtir, e não ter alguém vindo e te pedindo algo. Então é uma parte da minha vida, e eu vejo que as pessoas querem, elas tem uma necessidade de algo. Elas te admiram, ou elas investem - elas investem uma parte delas em você, e quando você as desaponta, elas não sabem o que fazer. É difícil. Então tudo que eu posso fazer é ser eu mesmo. Eu não posso ser tudo para todo mundo. Não é justo comigo mesmo."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Hetfield: Não há motivo pra relação com Mustaine não ser boa

   10 de janeiro de 2017     tags: entrevista, hetfield      Comentários



Durante conversa com o "WTF With Marc Maron", James Hetfield falou de sua relação com Dave Mustaine, que foi membro do Metallica por menos de dois anos, entre 1982 e 1983, quando foi dispensado e substituído por Kirk Hammett:

"Não há motivo para as coisas não serem boas entre a gente. A esta altura da vida, todos já piramos além do normal, fomos pro fundo do poço, ressurgimos e aprendemos com nossos erros. E no fim das contas trata-se apenas de uma jornada, cada um tem a sua, e por que devemos ficar guardando mágoas de outras pessoas ou vice-versa?"

Fonte: Whiplash!

    Top

Metallica fará no máximo 50 shows por ano

   09 de janeiro de 2017     tags: entrevista, hammett, hetfield      Comentários



Durante conversa com Chris Hardwick para o podcast "Nerdist", James Hetfield e Kirk Hammett, embora concordem que quando se trata de uma banda iniciante seja preciso excursionar intensamente, disseram que o Metallica fará no máximo 50 shows no ano: "Meu corpo me disse pra eu contar pra estes caras que 50 shows por ano é o que podemos fazer, para que possamos dar o máximo de nós neles", diz James Hetfield. Ele prossegue: "E todos concordamos com isto. Mas 50 anos é muito bom. Meu corpo consegue suportar. Corpo, mente e espírito precisam se revitalizar em casa, e é preciso uns dias de folga para a voz se recuperar, coisas assim. Há os que dizem que 50 shows é muita coisa mas não é mesmo, comparado ao que costumávamos fazer".

Kirk acrescenta: "Sim, fazíamos turnês loucas onde ficávamos dez meses na estrada indo para todos os lugares no mundo rodando doze, quinze, dezesseis semanas diretas, fazendo cinco shows por semana..." e James emenda: "E voltávamos pra casa, nos separávamos das namoradas que iam embora, éramos viciados em algumas coisas e vivíamos brigando", e Kirk finaliza: "Faz parte do processo de aprendizado. Aprendemos muito com tudo isto".

Fonte (em inglês): Whiplash!

    Top

Hetfield diz que coisas da vida impediram Hammett de se envolver na composição do Hardwired

   06 de janeiro de 2017     tags: entrevista, hetfield, hardwired to self destruct      Comentários



Em uma nova entrevista para a rádio Planet Rock do Reino Unido, o frontman do Metallica, James Hetfield, falou sobre a falta de contribuição do guitarrista Kirk Hammett no novo álbum da banda, "Hardwired... To Self-Destruct". Perguntado se é verdade que Hammett perdeu seu telefone com centenas de idéias de riffs para o sucessor do "Death Magnetic" de 2008, Hetfield disse: "Eu não sei. Isso é o que ele nos conta [risos], então eu considero como verdade. Não, ele submeteu alguns riffs. Digo, não 'submeteu'... Todos nós juntamos nossas idéias, e elas estão na grande pilha de riffs do Metallica, e Lars [Ulrich, baterista do Metallica] é o cara - já que ele não está escrevendo nenhum dos riffs - ele passa por eles e ele é capaz de identificá-los. Ele tem um ótimo ouvido para riffs, e ele ouvirá coisas que eu não ouço. Eu acho, 'Ei, este riff é ótimo', e 'Sim, mas e essa parte deste aqui?'. E ele dirá 'Nah, não é tão bom'. E, 'Vamos pegar este...'. Ele não é um guitarrista, então é uma abordagem não ortodoxa de escolher riffs, o que é ótimo."

Ele continuou: "Mas sobre o Kirk... Kirk não estava presente no estúdio. Ele estava lidando com a vida. Ele tinha muitas coisas da vida rolando, que ele escolherá falar a respeito se quiser. Mas, sabe, foi Lars e eu guiando o navio como usual, passando pelos riffs, criando as músicas. E eu tive que fazer muitas coisas de guitarra que não fiz na época do 'Death Magnetic' e 'St. Anger' - algumas das coisas de harmonia de guitarra, harmonia de vocais... Sabe, um pouco mais de camadas, como no Black Album."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Hetfield: "Música é uma terapia para mim"

   04 de janeiro de 2017     tags: entrevista, hetfield, vídeos, hardwired to self destruct      Comentários

A revista Bild da Alemanha realizou uma entrevista com o frontman do Metallica, James Hetfield, em 17 de Novembro em Berlim. A conversa pode ser assistida abaixo e alguns trechos traduzidos podem ser lidos a seguir.

Sobre o que mantém o Metallica motivado a tocar música e fazer turnê ao redor do mundo:

Hetfield: "Nós somos quatro indivíduos com abordagens bem diferentes de vida e filosofias e tudo mais. Nós temos nossas próprias famílias, nós temos nossas próprias vidas, mas quando nos juntamos, nós sabemos que, nossa, o Metallica é uma parte realmente importante de nossas vidas e das vidas de outras pessoas. Nós precisamos dele. Cuidar do Metallica é o que precisamos fazer. E se alguém não está se sentindo particularmente inspirado, então os outros três entram em ação e concluem isso, e então eventualmente aparece de novo. Então é uma família... É feliz e triste e tudo mais. Digo, é brutal. Há tensão, há amor, há ódio, há tudo isso. Sim, é uma família de irmãos."

Sobre os temas das letras do último álbum do Metallica, "Hardwired... To Self-Destruct":

Hetfield: "Há momentos em que estou feliz; há momentos em que não estou tão feliz. Eu acho que sou humano a maior parte do tempo. A música é uma terapia para mim. Eu preciso escrever letras, eu preciso colocar os pensamentos loucos da minha cabeça no papel, e as outras pessoas leem e dizem, 'Uau! Eu entendo isso'. Então me faz sentir bem. Eu tento me sentir bem a maior parte do tempo. Mas é uma visão cínica, eu diria, na maior parte deste disco, sobre a humanidade. Quem você pensa que é, sabe? Estar neste planeta por este tempo [coloca os dois dedos próximos um do outro] na história do universo, você acha que tem algum controle sobre o que está acontecendo no mundo ou neste planeta? Então eu acho que é um visão pessimista, mas no final... Eu sempre começo pessimista e termino otimista de alguma forma. [Risos]"


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Trujillo diz que não vai deixar passar oito anos para o próximo disco

   30 de dezembro de 2016     tags: entrevista, trujillo      Comentários



Em entrevista com Drew Dalby, da rádio 104.9 The Wolf, Robert Trujillo disse ter certeza que os fãs do Metallica não terão que esperar tanto tempo para conferir o sucessor do "Hardwired… To Self-Destruct": "Eu pessoalmente não deixarei passar oito anos. Entre o 'St. Anger' e o 'Death Magnetic' tivemos, se não estou enganado, o nascimento de cinco crianças. E isto nos rouba tempo. E tivemos ainda o filme 'Through The Never', fizemos um disco com Lou Reed, que foi muito importante para nós, além de algumas turnês muito interessantes. Dentre elas, houve uma onde tocamos o 'Black Album' na íntegra, no verão passado tocamos a música 'Frayed Ends Of Sanity' do 'Justice', que até então parecia impossível de ser reproduzida ao vivo, mas fomos e fizemos. Então estamos em um ponto de nossas vidas, nossas carreiras, onde encaramos os desafios, e isto ajuda a fazer álbuns melhores. E para aqueles que reclamam que demora muito, veja, é verdade que levou bastante tempo, mas está aí. E melhor ainda, vocês não terão que esperar mais tanto tempo, estamos ficando melhor nisto".

Fonte: Whiplash!

    Top

Ulrich explica sua falta de interesse em mostrar técnica

   28 de dezembro de 2016     tags: entrevista, ulrich      Comentários



Em uma nova entrevista com Chris Jericho do podcast "Talk Is Jericho", o baterista do Metallica, Lars Ulrich, falou sobre como ele se tornou a fundação do groove da banda, depois de perder interesse na maestria técnica e focar mais em melhorar suas habilidades em manter um tempo estável.

"Este tem sido meu modus operandi por boa parte da carreira do Metallica", disse Ulrich, que tem recebido muitas críticas durante os anos de pessoas que o acusam de ser um baterista ruim. No entanto, Lars admite que ele nem sempre se impressionou com bateristas que mantinham um tempo estável, mas não se exibiam.

"As coisas começaram tão rapidamente [no Metallica], e literalmente, meia hora depois que começamos, estávamos em São Francisco, e então Jonny Z [o antigo empresário do Metallica e dono da gravadora Megaforce] me ligou e estávamos na Costa Leste, e então estávamos fazendo um disco", relembrou. "Digo, as coisas se moveram tão rapidamente. E quando nós voltamos do 'Ride the Lightning', foi tipo, 'Uau!'. E tivemos um pouco de folga. Na época, um ou dois meses eram uma eternidade. Era tipo, 'O que eu farei agora por um mês inteiro?'. E então Kirk [Hammett, guitarrista do Metallica] voltou a ter aulas de guitarra com [Joe] Satriani. E eu voltei e pensei que eu poderia... Eu nunca realmente tive aulas. Eu só queria estar no Diamond head e no Motörhead. Foi tipo, 'Oh, você precisa aprender a tocar instrumentos?'. Digo, foi quase como um karaoke no começo. Eu só queria estar em uma banda de heavy metal de karaoke. Isso é o que [James] Hetfield [frontman do Metallica] e eu fizemos - nós apenas nos sentamos e tocamos juntos do Diamond Head. Então, de repente, foi tipo, 'Uau! Está se tornando real'. Não foi realmente planejado dessa forma. E então eu nunca realmente tive aulas. Então eu tive algumas aulas com um dos caras do Satriani, um cara super legal. E Kirk teve aulas, e nós estávamos meio que correndo atrás do tempo perdido. Então eu passei por um período que provavelmente culminou no álbum 'Justice' onde eu senti meio que obrigado a tentar mostrar habilidade."

Segundo Lars, parte da razão dele se sentir inseguro quanto as suas habilidades foi o aumento da competição de alguns de seus colegas.

"Ouça, quando você tem o Dave Lombardo [Slayer] e Charlie Benante [Anthrax] respirando nas suas costas, foi tipo, 'Ok, eu preciso...'. Eu tentei ir um pouco além e tentei fazer minha coisa própria e todas essas coisas loucas", disse ele. "Eu estava realmente me esforçando para colocar a bateria meio que no plano principal. E então, depois de tipo um ou dois anos disso, eu fiquei, tipo, 'Ok, sério? Apenas faça sua coisa. Se acalme. Apoie os riffs. Faça o que é melhor para a música'. Então desde eu acho que o final dos anos 80 - então eu acho que faz, tipo, 25 anos agora - a única coisa que realmente me interessa é fazer a melhor coisa para a música. E me sentar e fazer o four-on-the-floor, quando for preciso, isso é o que eu realmente amo fazer. E apenas poder fazer os riffs do James se destacarem e meio que dar vida a eles e fazer todo esse tipo de coisa. Eu apenas passei da fase onde eu simplesmente parei de me interessar em tentar fazer loucuras na bateria. É, tipo, deixe o Lombardo ser o Lombardo, e eu meio que farei minha própria coisa. Mas todo mundo passa por períodos desse tipo de coisa, e eu tirei isso do meu sistema bem cedo."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Trujillo comenta falta de contribuição de Hammett no Hardwired

   26 de dezembro de 2016     tags: entrevista, trujillo, hardwired to self destruct      Comentários

A Metal XS da França realizou uma entrevista com o baixista do Metallica, Robert Trujillo. Assista a conversa abaixo, e alguns trechos traduzidos podem ser lidos a seguir.

Sobre a falta de contribuição de Kirk Hammett, guitarrista do Metallica, no novo álbum da banda, "Hardwired... To Self-Destruct":

Trujillo: "Bem, sabe, em qualquer banda, qualquer relacionamento em sua vida, haverão momentos de tensão. Eu acho que a coisa legal desta banda e onde estamos agora é que aprendemos a nos comunicar melhor, e isso é importante. É meio que, para mim e minha posição, eu estou com Lars [Ulrich, bateria] e James [Hetfield, guitarra/vocal] noventa porcento do tempo quando estamos tocando desta vez, quando estamos fazendo jams, e é ótimo. É uma honra estar lá para mim, pois eu aprendo com cada situação, e eu aprendi muito com o Lars e o James, então eu sou parte da energia. Sabe, se é idéia do James, está tudo bem, se é idéia do Kirk, o que for, está tudo bem também, se é minha ou o que for, mas eu sempre estou lá para apoiar a música. E eu acho que estou lá para prover uma fundação para a idéia do James com a bateria, como baixista, o que é importante para o que fazemos agora. Todos nós vivemos em lugares diferentes - não estamos mais morando na mesma cidade - então não é sempre fácil. Kirk está... Muitas vezes ele está no Havaí, e todo mundo está em locais diferentes. Eu acho que no fim, quando você ouve um solo de guitarra do Kirk, é o Kirk - é sua personalidade, sua afirmação, e há magia nisso. Nós todos somos individualmente meio que músicos únicos, então aquela magia ainda está na música, não importa quem a escreveu. Então eu sempre penso comigo mesmo, mesmo que não seja uma idéia do Kirk, ou uma idéia do Robert Trujillo, ou se é uma idéia do Hetfield, não tem erro, primeiro de tudo, pois será um ótimo riff. James é um grande escritor de riffs - está provado - mas nosso trabalho é realmente honrar a música e a idéia e dar o melhor que podemos com isso. Já me perguntaram: 'Oh, não há tantas idéias vindas do Kirk', ou o que for, mas sua presença está lá, e o espírito do que ele faz está sempre lá, por causa de seus solos de guitarra, ou o meu baixo, ou o que for. Então ainda somos uma parte das músicas."

Sobre a dinâmica entre Lars e James:

Trujillo: "Há muita energia entre Lars e James, e algumas vezes essa energia pode estourar. Eu sei que antes de eu estar na banda, Kirk era o cara que geralmente estava no meio, e foi importante naquela época. E agora eu sinto que algumas vezes eu sou o cara no meio, não apenas entre James e Lars, mas até entre o Kirk. Eu sinto, na minha vida, em qualquer situação que estive, eu sempre meio que estive no meio. Com o Suicidal Tendencies, haviam muitas personalidades intensas, e você tinha que descobrir como balancear cada cara e onde eles estavam com seu humor, ou o que for que estivesse rolando. Com o Ozzy [Osbourne], havia muita energia intensa também, pois ele estava lutando contra vários demônios. E algumas vezes você tem uma sessão de composição, e ele não aparece e, claro, você fica bravo, ou fica frustrado, mas precisa manter calmo - ele é o chefe, entende o que eu quero dizer? Então haviam muitas personalidades em qualquer uma dessas situações que você precisa balancear. No Metallica, eu acho que é importante que haja... Seja eu mesmo ou Greg Fidelman, nosso produtor... Ele é ótimo para isso, pois ele entende a personalidade de todo mundo. E então tem os cronogramas, e todas essas coisas relacionadas, que podem causar frustrações em fazer um disco, especialmente para o produtor. Então o Greg Fidelman também é um ótimo meio para balancear. Mas é realmente importante ter isso com Lars e James. Como eu disse, eu sou como Joe Walsh no Eagles. Joe Walsh é alguém que... Ele é um compositor, obviamente, ele é um cantor-compositor, mas no final, quando tem a ver com o Eagles, ele está lá para tocar guitarra e ele está lá para prover o que for preciso para a banda, e é isso que eu sinto com o Metallica. Robert Trujillo no Metallica deve atender a música e realmente cuidar do Lars e James e Kirk."


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Hetfield: Ainda não fizemos o nosso melhor disco

   26 de dezembro de 2016     tags: entrevista, hetfield, hardwired to self destruct      Comentários



Em conversa com a rádio Alfa 91.3 FM do México, James Hetfield falou sobre a inspiração para o novo álbum do Metallica, "Hardwired... To Self-Destruct":

"Sempre tentamos fazer o melhor disco, é algo natural, que está na gente. Ainda não fizemos o nosso melhor disco, quando vamos fazer eu não sei. Sempre seguimos em frente, criando coisas novas. Há bandas que apenas tocam seus sucessos e estão bem com o lugar que conquistaram ao sol. Não é o nosso caso; somos artistas e adoramos criar coisas novas. Para nós é tão vital quanto respirar - sempre precisamos disto. Então é fantástico quando lançamos material novo e as pessoas ainda por cima gostam."

Fonte: Whiplash!

    Top


  Próximas >>>

Newsletter
Receba em seu e-mail as últimas notícias sobre Metallica:

Conecte-se

Facebook   Google+   Twitter   RSS   Fórum

© 1998-2017 Metallica Remains - Desde 13 de Janeiro de 1998 | Política de Privacidade