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Hetfield explica de onde vem sua raiva

   18 de fevereiro de 2018     tags: entrevista, hetfield      Comentários



O vocalista e guitarrista dos Metallica, James Hetfield, explicou à organização do Polar Music Prize - considerado o "Nobel" da música e que, este ano, será entregue ao Metallica - as origens de toda a raiva presente nas suas letras e na sua obra.

"Creio que essa raiva vem das minhas origens, de uma sensação de não se ser ouvido, de ser manipulado. Provavelmente, há um adolescente em algum lugar em mim que ainda está tentando resolver alguns problemas do passado - os pais, o crescimento, coisas assim", explicou.

"Há isso, mas creio que muita dessa raiva é uma forma de defesa; quando os meus filhos me assustam, ou quando alguém me faz cócegas, fico zango. É a minha reação primária a muitas coisas. Não sei porquê. Há quem ria quando se sente nervoso".

A sua carreira enquanto músico pode, por isso, ser encarada como uma forma de terapia pessoal. "Saber que há outras pessoas que sentem o mesmo que eu é muito reconfortante", afirmou. "A ligação com o nosso público é extremamente importante. São o quinto membro da banda, como lhes chamamos".

"Gosto de poder vê-los libertando aquilo que precisa de ser libertado. Eles no veem tocar ao vivo, eu os vejo se transformarem e se juntarem, se tornando numa família. É maravilhoso", concluiu.

Fonte: Blitz

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Ulrich tenta explicar o segredo do sucesso da banda

   04 de janeiro de 2018     tags: entrevista, ulrich      Comentários



No fim de 2017, o baterista Lars Ulrich participou de uma sessão de perguntas e respostas promovida por um evento da National Public Radio (NPR), nos Estados Unidos. Durante o bate-papo, ele foi questionado sobre o motivo pelo qual o Metallica se tornou uma das maiores bandas de rock pesado da história.

Ulrich tentou explicar o "segredo do sucesso" de forma didática. Para ele, o êxito comercial foi obtido a partir da inovação.

"Fomos muito inspirados pelo que estava acontecendo na Europa (no início dos anos 1980). Então, tomamos essas influências europeias e meio que criamos um novo som", afirmou o baterista.

O músico complementou: "E quando você pergunta por que ficamos tão famosos ou algo assim, é porque tínhamos um som diferente da maior parte do que estava acontecendo na Califórnia e até nos Estados Unidos durante a época".

O sucesso do Metallica permanece firme e forte. Seu disco mais recente, "Hardwired...To Self-Destruct" (2016) foi o segundo mais vendido nos Estados Unidos durante o ano de 2017, perdendo apenas para a trilha sonora do filme "Guardiões da Galáxia: Vol. 2". Além disso, a turnê "WorldWired" esteve entre as cinco mais lucrativas do ano, com 1,5 milhão de ingressos vendidos e arrecadação de US$ 153 milhões.

Fonte: Whiplash!

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Ulrich: "Cliff Burton sempre fará parte desta banda"

   29 de novembro de 2017     tags: entrevista, ulrich, master of puppets      Comentários



Durante participação em um especial para um programa de rádio tendo como tema o "Master of Puppets", que ganhou uma reedição mega-luxuosa recentemente, foi perguntado a Lars Ulrich se ele pessoalmente tinha interesse em ouvir o último show do Metallica com Cliff Burton, gravado ao vivo em 18 de novembro de 1986 no Festival Hall em Osaka, no Japão, e que faz parte do box-set:

"Oh, eu ouvi. Digo, claro que é uma experiência incomum ouvir aquelas músicas se formos pensar que foram as últimas vezes que tocamos com Cliff. Mas 31 anos mais tarde estamos em um ponto onde podemos lidar com isto. Ainda nos perguntam como a gente se sente, e claro que foi terrível na época, mas você tem que seguir em frente e aprender com a experiência. Hoje é parte da história, é que nem quando falamos sobre o 'Master of Puppets', como foi o processo de composição, como foi a turnê com Ozzy, e daí você fala sobre Jason Newsted e, claro, acaba falando de Cliff. Ele fará parte desta experiência para todo o sempre, e Cliff sempre fará parte desta banda e sempre pensaremos nele como nosso irmão. Ele é parte da família Metallica enquanto seguimos em frente. Não sei se 'triste' seria a palavra correta, talvez seja estranho ouvi-la. Mas muitas vezes ainda é assim... quando eu volto no tempo, muita coisa ficou enevoada".


Fonte: Whiplash!

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Hetfield confessa que não concordava com a fase "Load/Reload"

   24 de novembro de 2017     tags: entrevista, hetfield, load, reload      Comentários



A Clash perguntou a James Hetfield se o Metallica já teve que aceitar determinadas coisas para ser aceito pelo mainstream. "É interessante, pois nós tivemos que criar nosso próprio mainstream, é o que eu acredito. Sempre fomos muito honestos com a gente mesmo, incluindo esta parte de nos comprometer".

"Mas sempre tem que haver algum tipo de concessão - especialmente quando são quatro caras numa banda. Você tem dois que realmente dirigem a coisa - Lars (Ulrich, baterista) e eu - e quando não concordamos somos obrigados a entrar num acordo. Mas quanto a algo que não parece certo, estou certo que houve algumas vezes que isto aconteceu - a era 'Load' e 'Reload', pra mim, foi uma delas; o jeito que a coisa acabou se tornando, eu não estava 100% convencido que era o certo, mas diria que foi um acordo. Eu disse 'Estou seguindo a visão de Lars e Kirk (Hammett), vocês estão extremamente apaixonados por isto, então subirei à bordo, pois se os quatro estiverem no mesmo barco será bem melhor. Então eu fiz o melhor que pude naquilo, e (o resultado) não foi tão bom quanto eu esperava, mas novamente digo que não há arrependimentos, pois naquele momento parecia o certo a se fazer. Então, se eu precisar ceder um pouco pela integridade da banda, eu farei isto".

Mas quanto ao mainstream, acho que sempre fomos muito honestos e abertos sobre o que queremos ou não. Você sabe, esta é a nossa festa (risos). Vocês estão convidados! Todos estão convidados! Venha fazer parte desta aventura e se começar a se tornar algo que você não queira, você pode sair fora a qualquer momento, e esperamos que sempre exista alguém pronto para apreciar este entusiasmo que temos por criar coisas novas, e sempre haverá espaço para esta pessoa".

Fonte: Whiplash!

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Ulrich: Há muita música boa por aí

   13 de novembro de 2017     tags: entrevista, ulrich      Comentários



O baterista do Metallica, Lars Ulrich, participou do quadro "Music Ruined My Life" do programa "Rock Show With Daniel P. Carter" da BBC Radio 1. No segmento, que pode ser ouvido clicando aqui, Ulrich fala sobre as músicas que o inspiraram e mudaram sua vida.

Questionado se apresentar seu próprio programa de rádio, "It's Eletric!", mudou sua perspectiva de músicas novas que estão saindo, Ulrich respondeu: "Eu posso te dizer o que isso já fez - isso rejuvenesceu minha conexão com a música e meio que me reinspirou."

"Eu tenho sido bem aberto sobre isso: eu tenho um relacionamento de altos e baixos com a música há anos, pois há momentos em que eu fico muito inspirado por outras músicas, e então há momentos em que estou tão deprimido com o fato de que não há nada legal acontecendo", continuou.

"Na verdade, há muita música boa por aí. Essa é a notícia boa. A notícia ruim é que é tão difícil para a música boa se destacar das outras músicas que não são tão boas, por conta do óbvio desaparecimento da indústria da música."

"Eu me sento lá e encontro alguma banda, e eu amo essa música e eu a tocarei no programa, e ocasionalmente, eu vou até o YouTube ou algo assim e essa música em particular tem 1200 visualizações, e você apenas fica lá e pensa, 'isso deveria ter 1,2 milhão de visualizações, não 1200'. Digo, 1200 visualizações - essa é a família estendida dos membros da banda, entende? Então há muita música boa que, infelizmente, não tem penetração. Então isso é meio que o bom e o ruim de onde toda essa jornada nos levou. Mas há muita música boa. Muitas das coisas que eu toco... Muitas das ótimas bandas da Inglaterra, muitas das ótimas músicas que aparecem de todos os cantos do mundo. Então definitivamente há muitas coisas legais e inspiradoras por aí."

Ulrich também revelou que ele amaria ver uma turnê do Metallica com o Rage Against The Machine, se a banda decidir voltar a ativa de novo.

"Rage Against The Machine, para mim é... Eles não são apenas uma das minhas bandas favoritas de todos os tempo, eles não apenas fizeram... Provavelmente seus três primeiros discos são, eu acho, o essencial de um catálogo. Digo, isso é o máximo que se pode querer para os três primeiros discos", disse Ulrich. "E o Rage Against The Machine, eles são tão atemporais, e a maior parte disso é ainda mais revelante hoje do que há 20 anos."

"Quando você faz um turnê, você quer estar perto de bandas que te inspiram, você quer se animar e se inspirar e estar pronto para sair por aí", explicou. "Então fazer turnê com alguém que te inspira é algo bom. E o Rage Against The Machine me inspira, então tocar shows com eles seria muito legal. Nós tocamos alguns shows com eles no Lollapalooza em 1996, por aí; eles fizeram cerca de metade do Lollapalooza com a gente. Então já tocamos shows com eles."

"Vamos colocar desta forma: se eles voltarem, um das primeiras pessoas de quem eles ouvirão será eu falando, 'Ei, eu sou o baterista no bla bla bla. Talvez a gente possa fazer alguns shows juntos?'. Então veremos."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich comenta: o que Cliff Burton pensaria sobre a banda se estivesse vivo?

   13 de novembro de 2017     tags: entrevista, ulrich      Comentários



Lars Ulrich conversou com a 92Y de Nova Iorque no dia 5 de novembro e durante o papo, perguntaram de quais músicas dos álbuns "Load", "ReLoad" e "Black Album" o saudoso Cliff Burton teria gostado: "Tenho uma resposta fácil: todas elas. Próxima!", respondeu Lars.

Depois ele prossegue: "Olha, é uma grande pergunta, eu realmente gostei. Uma coisa que sempre me intrigou foram as questões tipo 'e se isto não tivesse acontecido?'. E se Cliff ainda estivesse vivo? E se a Terra fosse plana ao invés de redonda? É meio tipo se você estivesse aqui no meu lugar e eu no seu, pois teríamos uma conversa totalmente diferente".

"Acho que existiria uma evolução", continua Lars, explicando o que teria acontecido se Cliff ainda estivesse na banda. "E, claro, a banda é formada pela soma de suas partes. Então se ele ainda estivesse conosco estes discos teriam algo de diferente. Mas é a mesma coisa que se perguntar como soaria o nosso álbum mais recente, 'Hardwired...' se Jason Newsted estivesse conosco, entende o que quero dizer? Não sou o cara que vai te dar uma resposta definitiva".

Ao final, Lars ainda conta que nunca teve medo que o Metallica encerrasse suas atividades após a morte de Cliff pois a banda nunca lidou com a tragédia pensando nisto como uma saída. "Nossas conversas eram no sentido de 'o quão rápido poderemos nos recompor?'. E percebemos que quanto mais rápido voltássemos à ativa, melhor conseguiríamos lidar com aquilo. E meio que sob a benção de Cliff que teria desejado assim. Sim, eu acho que Cliff iria querer que fizéssemos assim. Talvez tenhamos até discutido um pouco além da conta sobre o assunto na época, mas quando se têm 22 anos você não está preparado para lidar com uma merda destas".

Em outubro de 2006, James Hetfield disse ao jornal sueco Dagens Nyheter que Cliff ainda estava presente quando eles escreviam as músicas do então novo álbum ("Death Magnetic", que seria lançado em setembro de 2008): "Nós conversamos sobre o que Cliff pensaria e o que ele acrescentaria. E agora, especialmente com nosso novo baixista Rob (Trujillo) tocando tão energeticamente e com os dedos assim como Cliff, eu tenho um pressentimento de que ele gosta do que estamos fazendo."

Fonte: Whiplash!

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Ulrich fala sobre uso de hologramas em shows

   12 de novembro de 2017     tags: entrevista, ulrich      Comentários



Tudo começou quando, em 2012, Snoop Dogg se apresentou no Coachella junto com um holograma de Tupac Shakur, e em seguida o Cirque Du Soleil mostrou uma versão holográfica de Michael Jackson. E recentemente foi anunciada a turnê mundial de um holograma de Ronnie James Dio ao lado de músicos de carne e osso que passaram pela sua banda de apoio.

E Lars Ulrich, baterista do Metallica, falou sobre a possibilidade de um dia a banda usar este recurso durante entrevista para a rádio 92Y de Nova Iorque, realizada no dia 5 de novembro de 2017.

"Por mais idiota que possa parecer, e pode parecer meio bobo eu exagerar, o que é um concerto? O que é música? O que é um espetáculo? Pra mim se trata de algo para conectar as pessoas, e é sobre compartilhar uma experiência juntos. E o que tentamos fazer quando saímos em turnê é romper as barreiras entre a plateia e a banda. É basicamente acabar com qualquer divisão que exista entre o público e o artista. E então eu fiquei pensando 'Quem sabe um dia'. Se o objetivo principal é juntar as pessoas para compartilhar uma experiência, por qual motivo precisam do Lars Ulrich, do James Hetfield, do Kirk Hammett ou do Robert Trujillo ali? Se você tem a música, o equipamento, as luzes, o vídeo, com o tempo vai exister uma versão ali onde os técnicos conseguirão fazer com que a inteligência artificial toque tudo que for preciso".

Depois, ao ser perguntado se gostaria de ser um holograma daqui a cem anos, Lars responde: "Não sei sobre os outros caras, mas pra mim quando acabar, acabou. Se houver um jeito de fazer que seja uma coisa legal e não apenas pra faturar uma grana... pois no fim das contas - e estou sendo sério sobre isto - quanto mais penso nesta coisa de música e Metallica... as pessoas perguntam: 'Como é estar no Metallica?' Mas é tipo, todos fazemos parte do Metallica. O Metallica é algo que existe no ar. Lars Ulrich não é dono do Metallica. James Hetfield não é dono do Metallica. O Metallica não é dono de si mesmo - o Metallica é algo que todos compartilhamos, que todos usamos para nos conectar. Acredito que a necessidade humana básica é se conectar com outras pessoas - nos esforçamos para isto de todo jeito possível. Então se houver uma maneira disto acontecer daqui a cem anos e eu for um holograma, pra mim está tudo bem."

Fonte: Whiplash!

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Hammett tem mais de quinhentas idéias para próximo álbum do Metallica

   02 de novembro de 2017     tags: entrevista, hammett, vídeos      Comentários

Kirk Hammett disse que ele já tem acumulado mais de quinhentas idéias para o próximo álbum do Metallica. Como amplamente noticiado anteriormente, o guitarrista do Metallica perdeu seu iPhone com centenas de riffs em 2014, e cerca de seis meses depois, disse ao "The Jasta Show" que ficou "devastado" quando isso aconteceu, mas ainda tinha "esperança de que ele reapareceria".

Em uma entrevista para a revista inglesa GQ realizada antes do show da banda em 24 de Outubro em Londres, Hammett disse que ele aprendeu com essa experiência. "Eu passei por toda essa coisa uns anos atrás, de perder meu iPhone com quinhentas idéias, e eu ainda não me recuperei totalmente disso", disse ele. "E meu jeito de me recuperar disso foi supercompensando... No telefone tinha quinhentas idéias, e eu tenho cerca de quinhentas idéias agora neste momento. Eu estou com muitas... O que eu sinto que são músicas muito, muito boas que estão esperando para serem desenvolvidas. Todo dia, eu pego minha guitarra e então penso naquelas idéias perdidas, e então penso, 'eu tenho que gerar mais idéias', na esperança de que talvez um ou duas daquelas antigas quinhentas idéias que eu perdi ressurjam... Talvez eu ache um jeito, e diga, 'Oh, sim! Eureka!'. Isso ainda não aconteceu no entanto."


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hammett conta como era ser aluno de Joe Satriani

   18 de agosto de 2017     tags: entrevista, hammett, satriani      Comentários



Em entrevista com a rádio CFOX de Vancouver de agosto de 2017, Kirk Hammett falou sobre a experiência de ter aulas de guitarra com Joe Satriani há mais de três décadas e meia atrás. "Tive aulas com ele em 1981", explica o guitarrista do Metallica. "Já conhecíamos um ao outro antes. Ele dava aulas em uma pequena loja de instrumentos em Berkeley, na California. E todos os meus amigos estavam tendo aula com ele e se tornando incríveis na guitarra da noite pro dia. Então fui atrás dele e falei 'Hey, quero me tornar um guitarrista incrível da noite pro dia também'. Então fui seu aluno por cerca de um ano.

Dentre outros alunos famosos de Joe estão Steve Vai, Alex Skolnick, Andy Timmons, Larry LaLonde, Rick Hunolt, Charlie Hunter, Jeff Tyson e Kevin Cadogan.

Kirk contou ainda como foi sua primeira aula com Satriani: "Na verdade foi muito estranha. A primeira coisa que ele me disse foi 'Aprenda sua lição. Não perca seu tempo, não me faça perder o meu. Eu espero que em uma semana você aprenda tudo que te passei'. Pensei 'Este cara é sério?'. Mas quer saber? Eu fiz o que ele pediu, e ele me fez botar pra quebrar. Mas após um tempo eu estava tendo duas aulas por semana, queria sugar tudo que ele tinha pra me oferecer. Eu dizia 'Vamos lá, tudo está começando a fazer sentido, quero aprender mais'".

O guitarrista do Metallica continuou a louvar seu ex-professor: "Tenho que dizer, Joe Satriani sempre tocou muito. Desde que o conheci ele sempre foi incrível, fazendo coisas que ninguém tinha tocado e provavelmente até hoje não consegue. Ele é um músico único".

Fonte: Whiplash!

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Ulrich fala sobre morte de Chester Bennington

   31 de julho de 2017     tags: entrevista, ulrich, linkin park      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, falou sobre Chester Bennington, afirmando que o frontman do Linkin Park era "gentil" e "tinha um grande coração".

O Metallica e o Linkin Park fizeram uma turnê juntos cerca de 15 anos atrás, como parte do "Summer Sanitarium" que também contou com Limp Bizkit, Deftones e Mudvayne.

Bennington foi encontrado morto em sua casa em Palos Verdes, Califórnia, por um de seus empregados em 20 de Julho. A polícia confirmou que a causa da morte foi "suicídio por enforcamento".

Falando com a Marci Wiser da rádio 95.5 KLOS antes do show do Metallica de 29 de Julho em Rose Bowl em Pasadena, Califórnia, Ulrich afirmou sobre o vocalista do Linkin Park: "Chester era uma alma muito amável, modesta e gentil, que tinha um grande coração."

"A primeira vez que ouvi Linkin Park, apenas cantando aquelas músicas do primeiro álbum - quando foi isso? 99 ou 2000? - o poder que veio dele era inacreditável", continuou. "Era tão original e único. Ele era um daqueles vocalistas que tem um dom raro onde cada palavra que vem dele soa autêntico. Ele não escrevia apenas coisas que ele cantava... Tudo que vinha dele soava como ele se sentia e ele queria dizer cada palavra, cada nuança, cada sílaba."

Ulrich completou: "Nós fizemos uma turnê com eles em 2003, onde eles foram gentis o suficientes para vir e tocar com a gente pelos EUA na turnê 'Summer Sanitarium', e nos divertimos muito. E todos esses caras são ótimos e meu coração está com todos eles e com a família."

Segundo Ulrich, a trágica morte de Bennington mais uma vez traz a tona a fragilidade da vida e a importância de apreciar cada dia e de dar valor as coisas.

"Eu acho que acima de tudo, eu acho que isso reafirma, que você precisa viver cada momento ao máximo e apreciá-lo", disse ele. "Toda vez que subimos ao palco, nós tentamos dar o máximo. Você nunca sabe quando algo sair do caminho ou algo pode acontecer com você. Então a vida é bela e você precisa apenas maximizar cada momento ao máximo."

O frontman do Metallica, James Hetfield, também homenageou Bennington, mencionando o vocalista do Linkin Park durante o show do Metallica no Rose Bowl. No final da música "The Unforgiven", James disse ao microfone: "Nós te perdoamos, Chester".



Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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