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Hetfield comenta sobre censura em shows na China

   27 de fevereiro de 2017     tags: entrevista, hetfield      Comentários



Quando o Metallica retornou para a China no mês passado para os primeiros shows após sua estreia em Shanghai em 2013, seu setlist não contou com várias músicas clássicas que eles geralmente tocam ao vivo como "Master Of Puppets", "One" e "Hardwired". E em entrevista ao South China Morning Post, James Hetfield disse que não se sentiu ressentido pela censura exercida pelo governo chinês: "Por qual motivo não deveríamos respeitar sua cultura quando se está no país como convidado para tocar? Queremos ser respeitosos, e por pensarmos diferente não significa que a gente deva forçar os outros a pensar do mesmo jeito. Espero que quando nós voltarmos ao país eles tenham compreendido que não temos nenhum objetivo político ou coisa parecida, nosso único compromisso é romper barreiras e levar nossa música para as pessoas, não queremos levar uma mensagem secreta pra ninguém".

Fonte: Whiplash!

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Hetfield não pretende regravar álbuns clássicos da banda

   22 de fevereiro de 2017     tags: entrevista, hetfield      Comentários



James Hetfield, do Metallica, disse que não pode rever (remasterizar regravar) os álbuns clássicos da banda porque eles seriam "snapchats" da história.

O vocalista e guitarrista admite que existem alguns ajustes que gostaria de fazer no catálogo do Metallica, mas acredita que não seja algo que venha a acontecer futuramente.

Ele disse: "Há coisas que eu gostaria de mudar em alguns dos registros - mas são coisas que os tornam tão característicos que você não pode mudá-los".

"Eu acho um pouco frustrante quando bandas regravam seus álbuns clássicos e substituem as excelentes músicas originais. Isso apaga aquele pedaço de história."

"Esses registros são produto de um certo tempo da vida - eles são 'snapchats' da história e fazem parte da nossa história".

Ele continua: "OK, no '... And Justice for All' de 1988 poderíamos usar um pouco mais de graves e o 'St. Anger' de 2003 poderia ter um pouco menos de tambores (caixa tarol), mas essas coisas são o que fazem desses registros parte de nossa história".

Fonte: Whiplash!

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Ulrich comenta sobre falha no microfone no Grammy Awards

   15 de fevereiro de 2017     tags: entrevista, vídeos, ulrich, grammy awards      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, esteve no programa "The Late Late Show with James Corden" na noite de ontem (14 de Fevereiro), e comentou sobre a falha no microfone de James Hetfield durante a apresentação da banda no Grammy Awards no último domingo, 12 de Fevereiro.

"No calor do momento, você está lá e está tocando. Quando é um problema técnico, você não sabe de fato - 'Está saindo para a platéia?', 'A voz dele está sendo transmitida?', 'Talvez sejam só os monitores' - então você precisa continuar tocando. Nós saímos do palco, fomos para o fundo, e eu não o via [James] desse jeito há vinte anos. Digo, ele estava pálido. Ele envelheceu bem, e ele é um cara bem calmo, mas os primeiros cinco ou dez minutos nos bastidores não foram muito divertidos. Mas, como dizem, o show precisa continuar, e nós seguimos adiante. E com as chamas e Gaga no meu colo por cerca de um minuto certa hora, foi tipo, 'continue, continue, continue'. Então seguimos adiante, e muitas pessoas falaram que pelo menos foi um grande espetáculo para televisão, o que é o objetivo de tocar no Grammy para começo de conversa."



Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Metallica comenta importância de criar sua própria gravadora

   15 de fevereiro de 2017     tags: hetfield, ulrich, entrevista      Comentários



Em uma nova entrevista para o The Red Bulletin, os membros do Metallica, James Hetfield (guitarra, vocal) e Lars Ulrich (bateria), foram questionados sobre quão importante foi para a carreira da banda obter independência ao serem donos de todas as suas master tapes.

"Para nós, sim, tem sido importante, mas para as outras pessoas? Eu não sei", disse Hetfield. "Quando estávamos começando, assinar um contrato com uma gravadora era algo grande. Eu não acho que é tão importante atualmente. O fato de que você pode fazer sua própria música no seu porão, prensá-la e lança-la é maravilhoso, mas quão longe você chega com isso? Você eventualmente assina com alguém que é maior? Essas são decisões de negócios que você precisa fazer. Você precisa se perguntar, 'o que é que queremos fazer?'. Você quer fazer uma turnê pelo mundo, tocar só na sua região? Você deve fazer o que te faz feliz."

Completou Ulrich: "Nós sempre sentimos que éramos estranhos. Eu acho que nós nunca realmente sentimos a necessidade de jogar o jogo. A melhor coisa sobre nosso sucesso é que nos permitiu a oportunidade de trilhar nosso próprio caminho criativo. Primeiramente, independência para gente significa que nós nunca realmente pegamos dinheiro de ninguém; nós nunca devemos nada a ninguém."

Hetfield continuou: "Nós sempre fomos loucos por controle. Como artistas, sempre sentimos a necessidade de ter pelo menos um pouco de controle sobre como nossa arte é apresentada. Seja um artista ou um escultor, você terá uma opinião forte sobre como sua arte é exibida ou onde ela é colocada - essa é parte da visão artística."

Perguntado se eles concordam que tiveram que se adaptar e serem flexíveis em suas carreiras, James disse: "Quando as comportas se abriram e a música estava por toda internet de graça, isso nos assustou e nós não sabíamos o que pensar sobre isso. Mas obviamente agora é uma ótima e conveniente forma de conseguir música, então adaptar é a única forma de sobreviver. Eu acho que isso é verdade em qualquer parte da vida."

Segundo a Billboard, o último álbum do Metallica, "Hardwired... To Self-Destruct", é distribuído nos EUA pela Alternative Distribution Alliance, o braço independente da Warner Music Group. O Metallica anteriormente lançou sua música através da Elektra Records da Warner Music (começando em 1984) e posteriormente através da Warner Bros. Records. A banda renegociou seu contrato com a Warner Music em 1994, e esse contrato expirou em Novembro de 2012. Como parte do acordo, o grupo saiu da Warner Music com suas master tapes, que foram usadas posteriormente para os relançamentos em sua própria gravadora, a Blackened Recordings.

"No começo dos anos 90, Cliff [Burnstein], um dos nossos empresários, estava falando sobre essa forma de independência e liberdade criativa total que teríamos ao sermos donos de nossas fitas master", disse Lars ao The Red Bulletin. "Isso nos ofereceria um desassociação total com a indústria da música. Quando isso foi explicado para nós, obviamente fez muito sentido. Então quando entramos nas negociações de contrato, esse foi sempre o modus operandi primário, de eventualmente sermos donos do nosso catálogo anterior. Qualquer desassociação e dinâmica que te liberta é algo ótimo, pois você está verdadeiramente livre para fazer o que quer."

"A Elektra foi boa para nós, mas a gente sempre quis ser dono de nossas próprias masters em algum momento - e por que não iríamos querer?", completou James. "É realmente ótimo ser dono delas, pois elas são suas no fim das contas! Muitas das bandas dos anos 70 e 80 não viram isso como uma opção ou não se importaram com isso. Nós tivemos sorte de ter empresários bem experientes."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: Lady Gaga é o quinto membro perfeito e quintessencial para esta banda

   14 de fevereiro de 2017     tags: lady gaga, entrevista, ulrich      Comentários



Lars Ulrich disse a Rolling Stone que ele espera que a colaboração do Metallica com a pop star Lady Gaga no último fim de semana durante o Grammy Awards não seja algo isolado. "Nós já começamos a avançar para o próximo capítulo, onde podemos fazer mais disso", disse ele. "Não é uma daquelas coisas de 20 advogados, estrategistas e empresários tentando forçar duas pessoas de dois mundos diferentes a descobrirem como passar quatro minutos juntos em uma transmissão nacional. Isto foi tão orgânico e autêntico quanto poderia ser. Nós só estamos começando."

Lars minimizou os problemas técnicos que aconteceram na apresentação. "Foi uma pequena confusão técnica, mas não há muito o que você possa fazer sobre isso", disse ele. "Você apenas aprende a viver com esse lado da coisa. Aconteceu com a Adele ano passado; eu acho que este ano foi a nossa vez."

O baterista continuou, chamando Gaga de "quinto membro perfeito e quintessencial para esta banda", completando, "sua voz, sua atitude, sua visão de tudo é tão impressionante. [A apresentação] foi tão sem esforço e orgânica, e ela simplesmente tem o espírito do rock pesado e metal correndo em suas veias. Realmente foi fácil para ela. Não há nada inventado; ela apenas tem essa energia super quente e fácil."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield revela seus guitarristas base preferidos

   09 de fevereiro de 2017     tags: entrevista, hetfield      Comentários



O vocalista e guitarrista do Metallica, James Hetfield, revelou quais são os seus guitarristas base preferidos. A afirmação foi feita em entrevista ao Newsweek.

Questionado sobre suas influências no instrumento, ele diz que é um sujeito "percussivo". "Gosto de tocar bateria na guitarra. Sou rítmico e, obviamente, sou um guitarrista base, então há grandes músicos que fazem base por aí: Malcolm Young (AC/DC), Rudolf Schenker (Scorpions) e eu diria Johnny Ramone (Ramones)", afirmou.

Ele comentou sobre o estilo de Johnny Ramone. "Ele tem uma ótima mão direita: muita palhetada para baixo, como uma máquina. Tento soar daquela forma", afirmou.

Por último, mas não menos importante, James Hetfield citou Tony Iommi (Black Sabbath). "Obviamente, há a musicalidade de um riff: tento soar como Tony Iommi, que é o grande mestre dos riffs na minha opinião - uma combinação de peso e grandes melodias pelos riffs", disse.

Ele também disse que gostaria de tocar como o guitarrista solo do Metallica, Kirk Hammett, mas não consegue. "Então, me tornei o melhor guitarrista base que consegui. E sendo o vocalista, amo melodia. Michael Schenker é um dos meus guitarristas favoritos que tocam de forma melódica", afirmou.

James também fez uma comparação entre ele e Kirk Hammett. "Sou um pouco mais sutil que Kirk. Ele soa bombástico quando chega com uma sonoridade. Nos ensaios, é como, 'você notou que você está soando muito, muito alto?'. E ele não percebe. Ele ama barulhos", disse.

Fonte: Whiplash!

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Hetfield: "Todos temos mentores", diz sobre tributos a Dio e Lemmy

   09 de fevereiro de 2017     tags: entrevista, hetfield, lemmy, dio      Comentários



Em entrevista ao Newsweek, o vocalista e guitarrista do Metallica, James Hetfield, falou sobre os tributos que sua banda fez aos falecidos ícones Ronnie James Dio e Lemmy Kilmister. O grupo registrou "Ronnie Rising Medley" em uma coletânea e "Murder One" no novo álbum, "Hardwired...To Self-Destruct" - a homenagem a Dio também está presente na versão deluxe do disco.

"Todos temos mentores e precisamos deles, ou ao menos eu preciso. Preciso de alguém para me espelhar, que me ensine", explicou.

Ele conta que o Metallica foi convidado pela ex-mulher de Dio, Wendy, para contribuir com o tribtuo ("This Is Your Life", de 2014). "Não somos iniciantes em fazer covers. Então, o medley combinou todas as boas coisas que amamos de Dio. Foi ótimo me desafiar a cantar daquele jeito", disse.

Hetfield diz que Lemmy, por sua vez, foi um "ícone", um "padrinho" para quem gosta de heavy metal. "Achávamos que ele fosse imortal (risos), vivendo daquela forma na estrada. Sabíamos que aquilo chegaria a um fim, mas não esperávamos. Não há Metallica sem Motörhead", afirmou.

James voltou a comentar que é "vergonhoso" o Rock And Roll Hall Of Fame não contar com o Motörhead. "Mas ele ganhou um Grammy com uma versão de 'Whiplash', música que gravamos tentando soar como Motörhead. Ele fez um cover de uma canção que foi inspirada nele e ele ganha um Grammy por isso. Foi muito legal", disse.

Fonte: Whiplash!

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Ulrich comenta sobre livros, discos e filmes que gosta

   30 de janeiro de 2017     tags: vídeos, ulrich, entrevista      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, participou do quadro "O que está na minha sacola?" da Amoeba Music, onde ele fala sobre alguns dos discos, livros e filmes que gosta. No vídeo abaixo, ele pode ser visto comprando na Amoeba em Hollywood, onde comenta sobre o livro "Born to Run" do Bruce Springsteen, além de discos do Radiohead e Deep Purple, dentre outros.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield: "Não temos medo de mostrar nosso lado bobo"

   26 de janeiro de 2017     tags: entrevista, hetfield      Comentários



O frontman do Metallica, James Hetfield, foi entrevistado para o programa de rádio "The Rubber Room", da rádio australiana Triple M. A conversa pode ser ouvida clicando aqui, e alguns trechos traduzidos podem ser conferidos a seguir.

Sobre o Metallica continuar a tocar com a mesma intensidade que há trinta anos:

Hetfield: "Isto é o que fazemos. É nisto que somos bons. Não há outra forma de fazer isto. Não temos interesse em não darmos o melhor, isso é meio que óbvio. Somos exploradores e amamos sermos artistas e fazer o que fazemos. E estamos escrevendo músicas que amamos ouvir. Isso meio que simplifica tudo."

Sobre a honestidade do Metallica:

Hetfield: "Nós não temos medo de mostrar nosso lado bobo, nosso lado divertido, nosso lado com erros e não sério. Todo mundo comete erros, e nós erramos - fizemos maus investimentos ou fizemos a coisa errada, mas é tudo em nome de tentar fazer nosso melhor. Então você pode culpar as pessoas pelo que quiser, mas no final, pelo menos estamos aqui tentando fazer algo. E eu concordo - este mundo é realmente poluído com muitas besteiras que as pessoas não precisam ver ou ouvir, pois são falsas. As pessoas apenas querem seus cliques e é tudo por causa do dinheiro. Estamos aqui fazendo isso, pois se não fizéssemos - eu não sei - definharíamos. Digo, isto é como respirar para gente. Eu acho que todo mundo pensa que conhece a verdade, mas no final, a minha verdade, o que eu acredito realmente, se eu apenas imaginar ou inventar que tem a mesma visão daquilo que você acredita, então podemos nos dar bem. Digo, sim, são opiniões diferentes - certo - mas estamos tentando fazer a próxima melhor coisa. Todo mundo está tentando se destruir, ao invés de se juntar e tomar boas decisões."

Sobre não querer tocar mais do que cinquenta shows por ano:

Hetfield: "Eu tenho vários amigos que dizem, 'Cinquenta? Tá louco?'. É tipo, bem, não. Nós estávamos fazendo bem mais do que isso. Mas nós amamos turnês, nós apenas queremos conseguir sobreviver - mente, corpo e espírito. Somos caras bem espertos; nós sabemos o que nosso corpo aguenta. Por que nos punirmos por aí? Tem que ser divertido. E se nós não estamos tocando cento e dez porcento em cada show, então não é divertido."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hammett: "Meu objetivo, como músico, é ter meu som próprio"

   26 de janeiro de 2017     tags: entrevista, hammett      Comentários



Durante participação no programa "Whiplash" da rádio KLOS, foi perguntado a Kirk Hammett quando ele percebeu que seu estilo próprio como guitarrista começou a surgir: "Woah... talvez há algumas semanas (risos). É engraçado, pois como um músico dedicado, um guitarrista dedicado, eu pego minha guitarra e toco todo dia, tem sido assim desde o começo, toco muito, trabalho pesado, tento manter a mente aberta para absorver ideias novas, filtro as boas e descarto as ruins. E sempre que toco é a mistura disto tudo com minha personalidade que emerge. Chegam para mim e dizem 'Kirk, você está fazendo um excelente trabalho, você tem sua sonoridade própria'. É difícil eu perceber pois sou eu tocando. Mas desde o álbum de estreia do Metallica ("Kill 'Em All") as pessoas vêm me dizendo isto. E este é meu maior objetivo como músico - ter minha sonoridade própria. E eu entendo como acontece, apenas preciso trabalhar em ser individual e tocar o melhor que puder que cedo ou tarde minha personalidade e identidade próprias vão fluir. Adoro saber que outras pessoas percebem minha personalidade através da minha guitarra".

Fonte: Whiplash!

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