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Hetfield: o Metallica é o meu projeto paralelo

   16 de julho de 2017     tags: entrevista, hetfield, vídeos      Comentários

Durante papo com a rádio WRIF, foi perguntado a James Hetfield se ele consideraria um projeto paralelo solo: "O Metallica é basicamente meu projeto paralelo. Faço o que quero no Metallica(risos). Não há necessidade disto. Escrevo coisas que me fazem bem, e se saírem no Metallica é ainda melhor. Às vezes não saem. Às vezes são coisas tipo 'Nothing Else Matters' que eles tentam esconder: 'Não ouçam isto'. Mas não, não há motivo pra um projeto paralelo. Ou não há tempo - não há tempo pra um projeto paralelo (risos)".


Fonte: Whiplash!

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Hammett explica sua relação com o dinheiro

   10 de julho de 2017     tags: entrevista, hammett      Comentários



Durante conversa com o programa "Southside" da rádio Rock 100.5 de Atlanta, na Georgia, o entrevistador Steve Rickman perguntou como é a relação de Kirk Hammett com o dinheiro, e eis a resposta do guitarrista do Metallica: "Ter grana traz um monte de problemas diferentes, e quer saber? Não sou bom neste negócio de guardar dinheiro, gasto com comic books, pôsteres de filmes, coisas de horror e guitarras. Vivo minha vida, apenas vivo a porra da minha vida. E sou generoso, aqueles que estão perto de mim vivem a mesma vida que eu vivo."

Fonte: Whiplash!

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Ulrich explica porque não tem tatuagem

   10 de julho de 2017     tags: entrevista, ulrich, vídeos      Comentários

Durante conversa com o 11Alive, que pode ser vista no vídeo mais abaixo, ao ser perguntado por qual motivo não possui nenhuma tatuagem, Lars Ulrich respondeu: "Nunca pensei nisto. É apenas a ideia de alguém espetando agulhas em mim que deixarão marcas permanentes que me parece... é meio que... não sei. Tipo, por que você não come carvão? Ou por que não pula do topo do (prédio) Empire State Building? Simplesmente não parece estar dentro do que eu chamaria de normal. Mas sem desrespeito, é claro, para todos que possuem tatuagens, apenas não é pra mim". Depois de uma pausa, o baterista do Metallica esclarece: "Vamos tirar a parte do 'comportamento normal'. Peço desculpas, não queria ofender. Mas tatuagens não são pra mim".


Fonte: Whiplash!

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Hetfield explica como eles escolhem as bandas de abertura

   23 de junho de 2017     tags: hetfield, entrevista      Comentários



Durante conversa com a WLS-TV, James Hetfield explicou quais os critérios que o Metallica usa para escolher as bandas que vão abrir seus shows: "Quando saímos em turnê tentamos trazer bandas que fizeram um trabalho muito bom ou se dão bem conosco ou que apenas gostamos de sua música. Tem que existir uma conexão, não apenas 'oh, eles são a sensação do momento, vamos trazê-los conosco'. Se você tem um histórico com eles, tudo vai fluir bem, é uma das principais regras para se excursionar, as pessoas se darem bem umas com as outras. Antigamente rolava tretas entre bandas e toda esta meda, mas isto é coisa do passado. Tivemos conosco o Volbeat, que eu acho que é uma banda realmente boa, o Avenged (Sevenfold), há uma banda chamada Gojira com o qual já saímos algumas vezes, e todas elas são boas e são pesadas."

Fonte: Whiplash!

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Ulrich explica motivo da banda continuar a fazer novos discos

   22 de junho de 2017     tags: entrevista, ulrich      Comentários

Tim Virgin da 97.9 The Loop realizou uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, antes do show da banda em 18 de Junho no Soldier Field em Chicago, IL. A conversa pode ser vista abaixo.

Perguntado sobre o que inspira o Metallica a continuar fazendo novos discos, sendo que a banda poderia facilmente passar as últimas décadas em turnê apenas com o Black Album, Ulrich disse: "Sem falar muito do lance de 'somos artistas' e todas essas coisas, é muito divertido escrever músicas, é muito divertido criar músicas, é muito divertido gravá-las, é muito divertido fazer discos. E você deve se permitir a ter esses dois lados dessa moeda."

"Estar na estrada é obviamente mais que incrível, mas tocar cinco ou seis músicas novas como fazemos toda noite e ter material novo, é realmente legal", continuou. "Nós fazemos muitos meet and greets e conhecemos todos os tipos de pessoas."

"Eu preciso te dizer: três ou quatro dias atrás em Texas, tinha um garoto em um dos meet-and-greets; ele não devia ter mais do que seis ou oito anos", disse Lars. "E eu disse, 'Bla bla bla. Como você está? Qual é sua música favorita?', esperando que ele falasse 'Enter Sandman' ou o que for. E ele diz 'Atlas, Rise!'. Eu não estou inventando. Seis ou sete anos. Eu disse, 'Qual é sua música favorita do Metallica?'. Ele disse sem nem pensar, 'Atlas, Rise!'. Então essa é a razão de ainda fazermos discos. É incrível que isso ainda aconteça."


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: Fomos muito cautelosos ao decidirmos fazer meet-and-greet pagos

   20 de junho de 2017     tags: entrevista, ulrich, newsted      Comentários



Considerada uma das bandas mais amigáveis com os fãs na música, o Metallica recentemente começou a oferecer opções de "experiências aprimoradas", desenvolvidas para prover aos super-fãs uma ampla variedade de experiências únicas nos shows e eventos ao redor do globo.

Segundo a Rolling Stone, o show de abertura da parte norte-americana da turnê "Worldwired" em 10 de Maio em Baltimore, Maryland, contou com uma dúzia de fãs que pagaram US$2499 pela oportunidade de tirar uma foto com a banda e autografar ítens, além de poder fazer perguntas ao grupo. Eles também tiveram acesso a mostra "Memory Remains" com memorabilias, uma mini viagem ao Rock and Roll Hall of Fame que mostra roupas da banda, letras escritas a mão, artes originais dos álbuns "Ride the Lightning" e "Master of Puppets", coleções de cassetes e instrumentos de verdade.

"Nós fomos muito cautelosos ao decidir fazer as experiências", o baterista do Metallica, Lars Ulrich, disse a Rolling Stone. "Nós passamos muito tempo vendo o que todo mundo estava fazendo. 'O que o Black Sabbath está fazendo? O que o Guns N' Roses está fazendo? O que rola no mundo pop?'. Parecia diferente e, arrisco dizer, um pouco suspeito. Então nós precisamos meio que chegar em um ponto em que estivéssemos confortáveis com isso."

Meet-and-greets pagos estão se tornando partes importantes do circuito de turnês e são vistos por alguns artistas como um mal necessário atualmente. Outros músicos se opõem a esses meet-and-greets por motivos morais, acreditando que eles favorecem fãs mais ricos. Da mesma forma, muitas pessoas consideram que são exploradas pelo fato de grupos cobrarem dos fãs para encontrá-los, já que os artistas usualmente estão cientes de que jovens admiradores estão pronto para pagar qualquer preço para ver suas bandas favoritas, muitas vezes aos custos dos pais.

O ex-baixista do Metallica, Jason Newsted, chamou a prática de meet-and-greets pagos como "besteira" em uma entrevista de 2012. Ele explicou: "Os caras tem falando para mim de fazermos esses negócios, e eles falam sobre o Kiss fazendo dinheiro com o meet-and-greet. As pessoas pagarão, mas este não é o ponto. Eu não quero ganhar dinheiro assim. Se eles querem comprar uma camiseta e ter algo do show, isso é o que fazemos. Você não pode baixar uma camiseta."

"Há certas coisas que fazem sentido para mim. Eu nunca cobrei por meu autógrafo até que eu lancei meu próprio site. Esta é a primeira vez em minha carreira de trinta anos que eu cobrei pelo meu autógrafo, e eu já autografei para centenas de milhares de pessoas. Eu não me sinto confortável em cobrar pessoas para me encontrar; eu não me sinto confortável em cobrar pessoas para que eu autografe algo quando elas estão lá comigo. Mas se elas compram algo pela internet e querem uma foto ou um CD autografado, elas tem essa opção. Está tudo bem, mas eu não vou cobrar para que as pessoas me encontrem. Eu não acho que isso é certo. Eu pagarei para encontrar algum dos meus antigos heróis do esporte. Eu pagarei alguns dólares por algo, mas eu não vou pagar para o Gene Simmons. É ridículo; não é disso que se trata."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hammett sobre solos do Hardwired: Queria ser imprevisível e inesperado para todos

   20 de junho de 2017     tags: entrevista, hammett, hardwired to self destruct      Comentários

Kirk Hammett do Metallica falou com a Kilpop sobre a abordagem mais improvisada que ele teve ao gravar as guitarras no novo álbum da banda, "Hardwired... To Self-Destruct" - algo que ele diz ter feito ao não preparar nenhum solo anteriormente, apenas chegando ao estúdio.

"Eu sempre me intriguei com o conceito de caos organizado e caos em geral", disse Hammett.

"Quando eu era adolescente, li muitos livros deste autor chamado Michael Moorcock. Ele criou todo este mundo, e caos era uma grande parte deste universo de personagens que ele criou. E eu sempre senti que o caos era realmente importante se fosse aplicado corretamente. Digo, caos é apenas um elemento de mudança, na verdade. E caos organizado, quando você pode tentar organizar quando ser caótico, eu sempre me intriguei com isso."

"Qual é o visual que consegue quando alguém se liberta de suas amarras?", continuou. "É, tipo, 'Ahhh! Liberdade! Ahhhh!'. E então o caos organizado é meio como você se libertando dessas amarras apenas para abraçar o caos que virá com isso."

"E eu acho que o que estou dizendo é que eu queria ser imprevisível e inesperado para todos, incluindo eu mesmo", disse Hammett. "E eu acho que a forma como gravei este solos no estúdio, eu fiz exatamente isso."


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield comenta porque Trujillo é o baixista perfeito para o Metallica

   15 de junho de 2017     tags: entrevista, hetfield, vídeos      Comentários

Durante conversa com Theresa Rockface, da rádio 94.5 The Buzz de Houston, Texas, James Hetfield falou sobre a contribuição de Robert Trujillo ao Metallica, 14 anos após o baixista se juntar à banda ao ocupar a vaga deixada por Jason Newsted.

"Falamos sobre isto um dia destes nos carro. Tocamos no (evento beneficente) Native Fund em Iowa, e eu não sei dizer o que Robert fez no solo de baixo daquela noite, mas depois eu fui até ele e disse 'Cara, foi fantástico! Não sei o que você fez de diferente, mas soou tão nítido, preciso e muito bom'. Ele agradeceu. Sabe, isto é uma coisa muito legal, pois a esta altura, enquanto ele faz seu solo eu me recomponho, recupero minha respiração e coisas assim, pois sou um cara mais velho".

"Mas falando sobre como Robert... quem mais poderia ter pego a vaga? Digo, fizemos outros testes, talvez tivesse funcionado com outra pessoa, mas é difícil imaginar alguém da nossa idade com o mesmo tipo de referências musicais e competência técnica e que já conheça a vida na estrada. Não é como se você estivesse chamando um jovem pela primeira vez que vai ficar 'Oh Meu Deus!'. Ele já passou por tudo que passamos há 25 anos, ele tem filhos, é casado. Tudo funcionou e continua dando certo. E eu acho que sua personalidade é provavelmente uma de suas melhores contribuições para a banda, pois ele é tranquilo e está sempre pronto pra tudo, sempre aparece pra ensaiar. Então ele se encaixou".


Fonte: Whiplash!

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Ulrich: Spit Out The Bone não deve ser tocada em turnê norte-americana

   02 de junho de 2017     tags: entrevista, ulrich, vídeos, hardwired to self destruct      Comentários

Lou Brutus da HardDrive Radio realizou uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, antes da apresentação da banda em 12 de Maio no Lincoln Financial Field em Philadelphia, Pennsylvania. Você pode assistir a conversa abaixo, e alguns trechos traduzidos podem ser conferidos a seguir.

Sobre a resposta esmagadoramente positiva do novo álbum do Metallica, "Hardwired... To Self-Destruct":

Ulrich: "Eu estava falando para alguém mais cedo, eu tenho ouvido uma frase nos últimos seis meses que eu nunca tinha ouvido antes na minha vida em trinta e cinco anos estando em uma banda de rock, que é, 'Por que vocês não tocam mais músicas novas esta noite?'. Usualmente é, tipo, 'Por que vocês estão tocando tantas músicas novas? Por que vocês estão tocando o álbum inteiro? Toquem mais coisas antigas. Toquem mais coisas antigas'. Esse é meio que o mantra que você ouve quando é um músico atualmente. E neste disco, nós tocamos quatro músicas novas, nós tocamos cinco músicas novas, teve alguns shows em que tocamos seis músicas novas - metade do disco - e as pessoas ainda vem e dizem, 'Onde está 'Spit Out The Bone'? Onde está isto e aquilo? Toquem mais músicas novas'. E é, tipo, cara, estamos apenas começando. Estamos há seis meses nessa dança, e ainda temos bastante turnê pra fazer. E estamos apenas começando a molhar nossos pés. Eu acho que tocamos sete das doze músicas, então ainda temos cinco. E, obviamente, o que parece ser uma das favoritas do fãs, tipo 'Spit Out The Bone', nós teremos todas elas. Eu não acho que introduzir a 'Spit Out The Bone' em um estádio [seria a coisa certa a fazer]. É uma música bem profunda. Eu acho que essa funcionaria melhor em uma arena. Mas, ouça, o fato de que os fãs abraçaram este disco nesse nível, o fato das pessoas quererem ouvir mais, e o fato de que nós nos sentimos confortáveis o suficiente para sair e abrir um show de estádio com novas músicas é meio que um testamento de quão bem esse disco foi recebido - digo, bem além do que imaginávamos. Tem sido verdadeiramente... As pessoas estão lá falando, 'É o melhor disco desde o Black Album'. Algumas pessoas estão dizendo que é o melhor disco de todos os tempos. Digo, ouvir essas coisas depois de trinta e cinco anos, é meio que louco. Pois tem essa coisa no mundo da música que, 'os melhores dias já se foram', e quando você tem uma chance de desafiar isso, é ótimo, especialmente quando isso acontece organicamente como toda esta coisa. Então estamos muito agradecidos, e é realmente uma boa hora no Metallica no momento."

Sobre por que ele acha que o "Hardwired... To Self-Destruct" foi tão bem recebido pelos fãs do Metallica:

Ulrich: "Cara, me perguntaram muito isso nos últimos seis meses. Digo, não existe uma resposta fechada - há um monte de fatores. Eu acho que o grande herói desconhecido deste disco todo, foi o [produtor] Greg Fidelman. Ele tem sido nosso... Basicamente, nosso cara do som, nosso engenheiro, nosso faz tudo desde o 'Death Magnetic' [de 2008], e ele tem sido... Eu acho que ele finalmente aperfeiçoou nosso som e descobriu como é o nosso modus operandi e como funcionamos melhor, tanto em termos de estúdio quanto em termos de como devemos soar e como ele consegue não apenas a performance, mas os sons e dinâmicas e tudo isso. Então eu acho que ele é boa parte da resposta. E, sabe, obviamente, estas músicas talvez sejam um pouco menos progressivas e um pouco mais orientadas ao groove e talvez um pouco mais coesas de certa forma. Então isso é provavelmente uma pequena parte disso. E você nunca pode descontar o... Sem ser muito louco aqui, você nunca pode descontar as energias do universo e como as coisas estão se alinhando e o disco certo na hora certa. Se esse disco saísse dois ou três anos atrás, talvez não teria sido tão bem recebido. Sabe o que eu quero dizer? Tem algo no cenário musical - o que todo mundo está fazendo, como seu disco se relaciona com o que todo mundo está fazendo. Então são muitos desses fatores. E, claro, nosso charme e boa aparência [risos]. Deu certo. Digo, em trinta e cinco anos, algumas coisas funcionam, outras não. Sempre damos nosso melhor, como vocês sabem, e acertamos neste. Então é, como eu disse, um bom momento."


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hammett: James Hetfield é um poeta

   24 de maio de 2017     tags: entrevista, hammett, hardwired to self destruct      Comentários

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Kirk Hammett, guitarrista do Metallica deu uma entrevista para o The Inquirer e chamou seu colega de banda, James Hetfield, de "poeta". O elogio foi por conta da carga emocional que James coloca nas composições da banda. "James é um poeta cara. Toda vez que começamos a escrever, me surpreende a capacidade dele com as palavras, o lado humano mesmo. Se você olha pra ele não imagina que ele seja assim, mas ele é muito sensível e se souber que eu estou falando tudo isso dele, ficaria desconcertado".

Hetfield disse à So What! (revista para os fãs da banda) sobre sua idéia para "Hardwired", faixa que abre o último álbum lançado pela banda: "A letra é muito simples, não é Shakespeare, eu sei disso. Tem a ver com essa era eletrônica, com todas essas 'ferramentas', como estamos nos auto destruindo com tudo isso, essa briga de egos. A frase "hardwired to self destruct" veio de um amigo meu que estava lutando contra esses vícios. Seria esse o nosso futuro? Somos nós mesmos que iremos nos auto destruir? Isso me chamou a atenção. Sobre a 'Moth Into Flame', ela é bem oque a letra diz também. Hoje em dia todo mundo tem uma obsessão por ser famoso. Ser popular. Seja lá na própria conta do facebook ou fazendo selfie pela rua. Pra que?".

Em uma entrevista recente, o baterista do Metallica, Lars Ulrich, também falou sobre o significado de "Hardwired" , explicando como os fãs da banda interpretaram a música de várias maneiras. Ele disse à revista Q: "Infelizmente, ela poderia ser a trilha sonora do momento em que vivemos, no sentido político (risos) mas, não é. Não nasceu nesse sentido. James tinha a idéia relacionada sobre como é uma característica das pessoas que querem fazer o bem, parecem que tem dentro do dna a capacidade de estragar tudo ao invés de fazer o certo. Nós escrevemos e gravamos isso em menos de uma semana e, quando surgiu em agosto a divulgação, todas as pessoas começaram a associá-la à maneira louca que o mundo está agora, e na verdade ela fala sobre cada um. Para mim, é importante que não haja uma maneira correta ou errada de ouvir a música, não há maneira certa ou errada de ouvir ou interpretar algo. Então, se é isso que as pessoas fazem dessa música, eu não vou dizer a eles que eles não deveriam fazer isso. Mas certamente não foi dado à luz como, 'Agora vamos escrever um hino para o período tal".

Ele acrescenta: "O bom sobre as letras do James é quão ambíguas elas são na maioria das vezes e como as pessoas podem pegar quase todas as letras e transformar elas em algo que se encaixa na sua visão do mundo. Realmente tem esse tipo de ambigüidade. Se isso é o que as pessoas querem fazer, eu fico muito feliz que nossa música sirva para qualquer coisa agora (risos)"

Fonte: Whiplash!

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