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Metallica buscando material para edições remasterizadas de Justice e Black Album

   12 de outubro de 2017     tags: and justice for all, black album      Comentários



O Metallica anunciou que está buscando fotos e memorabilias das épocas do ...And Justice For All e do Black Album, da mesma forma que aconteceu anteriormente na preparação das edições remasterizadas do Kill 'Em All, Ride the Lightning e Master of Puppets.

Com os box sets deluxe do Kill 'Em All e Ride the Lightning já lançados e o Master of Puppets daqui menos de um mês, é hora de começar a avançar com o ...And Justice For All e o Metallica.

Como vocês devem lembrar, nós pedimos pela ajuda de vocês para prepararmos os três primeiros box sets e, para garantir que haja um toque de fã em todos esses lançamentos, estamos fazendo isso de novo! Estamos buscando por toda e qualquer coisa que você possa ter de Agosto de 1987 até Julho de 1993... Fotos (tiradas por você!), flyers, ingressos, passes de backstage e qualquer outra recordação que você possa ter daquela época. Além disso, se você entrevistou James, Lars, Kirk ou Jason naquele período e ainda tiver a gravação, nos avise!

Deixe sua marca nesses álbuns ao nos enviar um e-mail em submissions@metclub.com para compartilhar sua história e receber mais informações sobre como submeter esses pequenos pedaços de história. Nada é pequeno ou trivial demais... Compartilhe seus arquivos e divirta-se com a gente relembrando o passado.

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Trujillo: Linhas de baixo do ...And Justice For All foram um grande desafio

   09 de novembro de 2016     tags: entrevista, trujillo, and justice for all      Comentários



Embora o álbum "...And Justice For All" de 1988 seja considerado um dos clássicos do Metallica, ele tem sido criticado desde seu lançamento pela falta de baixo em sua gravação. As linhas de baixo de Jason Newsted são praticamente inaudíveis - tornando difícil a vida do atual baixista do Metallica, Robert Trujillo, quando ele se juntou a banda e teve que aprender as músicas.

"'Justice' é o maior desafio, pois também é complexo nos arranjos", disse Trujillo a Rolling Stone Austrália. "Então como baixista, é meio que território aberto, e você se apega ao riff, mas quando você ouve as coisas ao vivo, vê o que Jason fazia. 'Frayed Ends of Sanity' do 'Justice' é uma música que eu realmente queria tocar com a banda, e por anos e anos, eu estava sempre, tipo, 'vamos tocar esta música!'. Mas vou te dizer, eu comecei a trabalhar nessa música praticamente desde que entrei na banda. Eu sabia que um dia a tocaríamos, e eu sabia que se eu não fizesse meu dever de casa quando esse dia chegasse, eu teria problemas em aprende-la uma semana antes. Então eu treinei essa música por anos, e quando a tocamos pela primeira vez no último verão, cinco vezes, foi como um sonho que se tornou realidade para mim."

Ele continuou: "Aliás, os livros de tablatura ajudaram bastante quando eu entrei na banda. Qualquer coisa que eu pudesse fazer. Eu não tinha as fitas masters na época. É diferente agora. Agora você pode ir online e ter as masters de praticamente qualquer banda, mas na época, você não tinha essa opção. Kirk [Hammett, guitarrista do Metallica] usa os livros de tablatura algumas vezes: 'Deixe-me pegar os livros de tablatura, eu tenho que aprender meu solo de 'Dyer's Eve' de novo!'"

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Rasmussen: Linhas de baixo de Justice são brilhantes

   17 de março de 2016     tags: flemming rasmussen, and justice for all, newsted, entrevista      Comentários



Em entrevista para a RollingStone.com, o produtor do disco "...And Justice For All", Flemming Rasmussen, comenta sobre o trabalho do baixista Jason Newsted no álbum.

"Jason é um ótimo baixista", disse o produtor. "Eu sou provavelmente uma das únicas pessoas no mundo, incluindo Jason e Toby Wright, o engenheiro assistente, que ouviu as linhas de baixo para o ...And Justice For All, e elas são brilhantes."

Rasmussen prossegue dizendo que ele ainda não sabe porque as linhas foram "cortadas na mixagem", já que a dupla de mixagem Steve Thompson e Michael Barbiero estavam ligados ao projeto antes de sua chegada. "Não é culpa deles, com certeza", disse o produtor. "Foi Lars e James que falaram para abaixar o baixo. Eu sei disso, pois perguntei para eles."

Em geral, o produdor sente que a banda não deu a Newsted o respeito merecido. "Ele sempre foi, mais ou menos, o menino novo", disse Rasmussen. "Na verdade, eu o fiz praticar baixo enquanto eu e Lars fazíamos a bateria. E eu pedia para Toby para fazer alguns sons de baixo com Jason, para passar algumas vezes, e diríamos, 'isto é ótimo. Isto não é ótimo. Faça isto, faça aquilo'. E deixávamos eles fazendo isso depois que nós saíamos a noite. Enquanto a gente dormia, ele estava na verdade fazendo algumas de suas linhas de baixo. Nós as ouvíamos no dia seguinte. Eu sinto e acho que o sentimento geral na banda é que ele nunca foi tratado com o respeito que merecia."

O Metallica trouxe Newsted para substituir o baixista Cliff Burton, que morreu em um acidente de ônibus em Setembro de 1986. Ele havia tocado anteriormente com o grupo Flotsam & Jetsam que, naquela época, havia lançado apenas um disco, o "Doomsday for the Deceiver" de 1986.

"Jason era um tipo diferente de baixista do que Cliff, por razões óbvias", disse Rasmussen. "Havia apenas um Cliff Burton. Cliff tinha todo esse jeito artístico, enquanto Jason era muito técnico. Jason era um perfeccionista e Cliff era mais musical."

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Chris Adler ainda se impressiona com Lars Ulrich

   06 de janeiro de 2016     tags: chris adler, and justice for all      Comentários



O baterista Chris Adler (Lamb Of God, Megadeth) disse que o "... And Justice For All" do Metallica foi o álbum que revolucionou a técnica da bateria no metal, e "Peace Sells... But Who's Buying?" do Megadeth é a sua "Bíblia do heavy metal".

Chris disse ao Rhythm magazine, do Reino Unido: "('Justice') mudou muitas coisas. A produção da bateria foi algo nunca visto antes, havia quem tocasse mais rápido e de forma mais intrincado, mas geralmente não se conseguia ouvir direito o que estavam fazendo. Esta foi a primeira vez em que tudo soou nítido e claro. Acho que não aconteceu nenhuma outra mudança revolucionária no som da bateria desde o '... And Justice for All".

"Entretanto, o álbum não está ao mesmo nível, musicalmente falando, do que o Megadeth fazia na mesma época com o 'Rust In Peace', porém a melhor produção e sonoridade da bateria representou uma mudança crucial para todos da cena metal".

"Após excursionar com Lars por anos, sei que ele foi extremamente ativo durante a gravação do 'Justice', ele tem muito a ver com o processo. Espero um dia saber que algum disco que participei tenha sido tão importante quanto mas o fato é que adoro o trabalho de Lars naquele álbum. Eu gostaria de repetir aquilo, afinar minha bateria da mesma maneira. O que Lars toca no álbum é algo fantástico. Ainda ouço até hoje, impressionado".

Fonte: Whiplash!

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Flemming Rasmussen fala sobre mixagem do ...And Justice For All

   05 de julho de 2015     tags: flemming rasmussen, and justice for all      Comentários



O produtor Flemming Rasmussen, que trabalhou para o Metallica nos álbuns "Ride The Lightning" (1984), "Master Of Puppets" (1986) e "... And Justice For All" (1988), falou em entrevista ao Ultimate-Guitar.com sobre a controversa "ausência" de baixo no "... And Justice", confira abaixo um trecho:

"Nunca entendi por qual motivo o baixo nunca foi ressaltado naquele álbum. Mas você terá que perguntar para Lars (Ulrich) e James (Hetfield) o que acontece. Jason (Newsted) era tecnicamente falando um baixista bem melhor que Cliff (Burton), ele era mais seguro e rápido e tudo mais. Musicalmente não sei dizer, ele é co-autor de alguma das músicas? Provavelmente compôs algo nos outros discos mas nunca lhe deram uma chance, deram? Pobre rapaz".

"Sou um dos poucos que ouviu as bases de baixo do '... And Justice For All' e pelo que me lembro são matadoras, Jason fez um excelente trabalho. Adoraria remixar aquele álbum. Tenho certeza que os caras que fizeram a mixagem (Steve Thompson e Michael Barbiero) adoraria mixar novamente, pois eles fizeram o disco soar legal mas daí Lars e James vieram e ferraram tudo, ahahah".

A entrevista completa (em inglês) pode ser vista clicando aqui.

Fonte: Whiplash!

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Mixer de AJFA culpa Ulrich pela ausência de baixo no disco

   24 de março de 2015     tags: and justice for all, curiosidades      Comentários

O produtor Steve Thompson tem um currículo longo, variado e portentoso por demais, tendo trabalhado em tantos discos clássicos que você juraria que ele está inventando. Mas ele não está.

Natural de Nova Iorque, ele produziu ou mixou coisas do patamar de “Appetite For Destruction” do Guns N’ Roses, “…And Justice For All” do Metallica, “Follow The Leader” do Korn, “A-Sides” do Soundgarden, além de vários trabalhos de Whitney Houston, Aretha Franklin, Madonna e até Yoko Ono.



Numa entrevista cedida há poucos dias para o site Ultimate Guitar, na qual, entre diversos temas abordados, discorreu sobre um dos tópicos favoritos e mais místicos entre os roquistas da camisa preta fubenta: o que teria acontecido com o som do baixo de Jason Newsted na mixagem de “…And Justice For All”?

Leia abaixo a versão de Thompson para a lenda:

Lars não estava satisfeito?

Tivemos que subir o som da bateria de acordo com a preferência dele. Eu não era muito fã daquilo. Daí ele veio, “Tá vendo o baixo?” e eu disse, “Sim, que belo fraseado, cara, ele matou a pau”. Ele respondeu, “Eu quero que você diminua o volume do baixo até onde você mal possa, audivelmente, percebê-lo na mixagem”. Eu mandei, “Você está de sacanagem, certo?”

E ele não estava satisfeito?

Ele disse, “Não, abaixa.” Eu diminuí até aquele nível e ele diz, “Agora abaixa mais 5 db”. Eu me virei e olhei para o Hetfield e disse, “Ele tá falando sério?”. Fiquei boquiaberto.



E o que você fez?

Eu liguei pro meu empresário naquela noite e eu acho que falei com Cliff Burstein e Peter Mensch [empresários do Metallica] e disse, “Eu adoro esses caras, eu acho que eles são incríveis e que criaram um gênero próprio, mas eu não gosto da direção pra qual Lars está me empurrando. Meu nome vai aparecer nisso, então por que é que você não acha outra pessoa?” Meu empresário não queria se meter com aquilo, tampouco queriam Burnstein ou Mensch.



Mas você estava pronto para pular fora de uma mixagem para o Metallica?

Eles me convenceram a apoiá-los e meu único arrependimento é que não tivemos tempo suficiente para pelo menos mixar o disco do jeito que o ouvíamos. Eu queria pegar “Master of Puppets” e reproduzir aquilo ainda mais alto. Esse era o direcionamento sônico que eu tinha para “… And Justice For All”. Os elementos estavam todos ali, mas eu acho que eles estavam procurando por um som mais de garagem, sem baixo. E o baixo estava demais! Estava perfeito. Eu me lembro de quando o Metallica entrou para o Hall Of Fame, eles pagaram nossas passagens de avião, e eu estou lá, sentado com Lars.

Você conversou com ele?

Ele disse, “Hey, o que aconteceu com baixo em “…Justice”? Ele me perguntou isso mesmo. Eu queria mandar a mão na cara dele ali mesmo. Foi uma merda porque sou eu que fico passando vergonha pela falta de baixo.

Fonte: Whiplash!

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Tudo sobre a icônica capa de ...And Justice For All

   19 de março de 2015     tags: curiosidades, and justice for all      Comentários

... And Justice for Art é uma coleção única de histórias, gráficos impressionantes e entrevistas reveladoras sobre o processo de criação de algumas das capas mais icônicas da história do heavy metal, contendo as histórias por trás de suas capas favoritas de bandas como Slayer, Carcass, Morbid Angel, At the Gates e muitas outras. O lançamento será no dia 15 de abril.

Confira abaixo um trecho do livro, focado no ...And Justice for All, do Metallica:



Muitas pessoas se referem ao ...And Justice for All como "o álbum do Metallica que praticamente não tem baixo".

As opiniões sobre esse assunto controverso geralmente estão divididas. Alguns acreditam que foi um gesto simbólico em memória do falecido baixista e a figura paterna da banda Cliff Burton, que morreu em um acidente de ônibus enquanto a banda fazia uma turnê pela Europa. Outros interpretam como uma produção consciente que fazia parte de uma experiência emotiva que era a substituição de Burton por Jason Newsted.

Independente de quem esteja certo, a verdade é que o quarto álbum do quarteto americano provou ser outra marca em sua carreira. Para eles, foi a oportunidade perfeita de provar isso, que, apesar dos obstáculos, iriam continuar.

Um dos destaques inegavelmente foi o uso da arte da capa para passar uma efetiva mensagem sócio-política. O Metallica já havia explorado as consequências da guerra e a presença de forças desconhecidas manipulando as vidas humanas na arte do cemitério de Master of Puppets. No entanto, a força metafórica dessa arte não compete com a incendiária e ainda significativa capa de ...And Justice For All.

Baseada em uma ideia de Lars Ulrich e James Hetfield, a arte mostra uma estátua rachada da Senhora da Justiça sendo puxada através de cordas enquanto notas de dólar, a princípio dentro das balanças da estátua, vão se espalhando pelo chão. "Os efeitos visuais são uma simples representação de injustiça política e jurídica." , disse o diretor de arte, Roger Gorman. Ele e seu irmão, Stephen, foram os responsáveis por trazer a imagem à vida.



O envolvimento de Roger no projeto veio naturalmente como uma consequência por trabalhar com bandas como Def Leppard e Queensryche, que (como o Metallica) tiveram Q Prime como empresário. Ele e sua compania, Reiner Design Consultants, fizeram o design do EP Garage Days. "Lars foi o meu contato com a banda. Ele ficou feliz com o design do EP e nós nos demos muito bem. Então, quando ele veio com o projeto do ...And Justice For All, foi tipo 'Hey, caras, querem se envolver no projeto? Vamos ao trabalho!'... Foi uma grande oportunidade."

Uma vez que a capa foi idealizada e os primeiros esboços foram feitos, Stephen Gorman trabalhou por duas semanas na criação de uma tinta acrílica original. "A principal referência de inspiração veio da estátua da Senhora da Justiça situada em Romerplatz em Frankfurt, Alemanha. Meu irmão tinha visto ela muitas vezes quando visitava sua namorada na cidade.", explicou Roger.

Expor os seios da estátua foi uma decisão criativa que fez a diferença. Não apenas reforçou a vibe degenerativa da cena, como também adicionou referências sexuais utilizando apenas detalhes da estátua. "Naquele tempo, as gravadoras eram muito cuidadosas em relação a nudez, mas ficou parecida com uma imagem clássica. Tanto que não houve nenhuma preocupação."

O dinheiro caindo da balança foi outro motivo que acrescentou dinamismo visual. "Foi algo solicitado pela banda e ajudou na hora de dar a sensação de que a estátua estivesse tombada... Foi uma grande metáfora para corrupção, também.", revelou Roger.

A banda estava empolgada com a arte final, no entanto "eles queriam adicionar cordas e a logo do Metallica esculpida no muro na cor verde. Foram ajustes fáceis de se fazer para o meu irmão." Exceto isso, todo o resto foi planejado.

O poder alegórico da arte de ...And Justice For All continua impressionando a história moderna. Manter o visual simples e icônico ajudou a capa a vencer o teste do tempo.". Gorman conclui, lembrando: "Quando estavam puxando para baixo a estátua de Saddam Hussein em Bagdá, eu não pude deixar de pensar na capa do Metallica!"



Agradecimentos: Panta rhei
Fonte: Whiplash!

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Newsted fala sobre relançamento de "...And Justice For All"

   19 de dezembro de 2013     tags: newsted, entrevista, and justice for all      Comentários

Greg Pratos do Songfacts.com, recentemente se encontrou com Jason Newsted, ex-baixista do Metallica e atual frontman do Newsted. Um trecho desta conversa está disponível abaixo.

Songfacts: Este é o 25º aniversário do lançamento do Justice album. Estou certo de que muitos fãs estão esperando que o Metallica lance o álbum novamente como um relançamento. Você gostaria de ver esta possibilidade?

Jason: "É a banda deles, e se eles decidiram fazer isso, está tudo bem por mim. Você sabe, com o passar do tempo teve tanto barulho sobre isso e as pessoas esperam muito dele, mas o que quer que seja feito de toda esta coisa, para mim, o álbum é perfeito. 'Kill'Em All' não é perfeito, mas é perfeito. E o Van Halen não é perfeito, mas é perfeito. '...And Justice For All' não é perfeito, mas é perfeito, porque capturou aquele tempo para estas pessoas."

"E voltar lá e substituir coisas e fazer 'essa coisa de Sharon Osbourne' [que substituiu gravações de prévios músicos por novas gravações, como evidenciado alguns anos atrás com as reedições de 'Blizzard Of Oz' e 'Diary Of A Madman'] voltando lá e regravando coisas que já são clássicas. Eu não estou certo sobre esse tipo de coisa."

"Então, se eles decidirem remasterizar e elevar as frequências de baixo ou as baixas frequências e todas essas coisas, tudo bem, cara. Me mande uma cópia e eu vou escutar no máximo como todos os outros, como qualquer outro fã do Metallica, mas do jeito que ele é, está ótimo. Ele ainda vende várias cópias todos os dias e eu ainda estou bem feliz com o resultado de tudo, na verdade. Considerando o que eu sabia tocar naquela época, não estou surpreso de ser tão baixo quanto é, de verdade."

Fonte: Whiplash!

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Hetfield fala sobre ...And Justice For All

   07 de novembro de 2013     tags: entrevista, hetfield, and justice for all      Comentários

Em homenagem aos 25 anos do álbum "...And Justice For All", o editor chefe do ARTISTdirect.com, Rick Florino, falou com o frontman do Metallica, James Hetfield, sobre seu recente filme Through The Never e o clássico disco da banda. Confira alguns trechos abaixo.

Q: O "...And Justice For All" é um disco bem especial no catálogo do Metallica. Qual é a primeira coisa que vem a mente quando você pensa do disco atualmente?

Hetfield: "Eu concordo. Não foi a primeira vez com o Jason Newsted, mas foi o primeiro disco de estúdio de verdade em que ele apareceu e meio que foi ouvido no álbum (risos). Aí está outra sessão completa de terapia! Fazer turnê disso, eu o vejo como nosso álbum para se mostrar, 'nós somos músicos progressivos loucos. Nós realmente sabemos como tocar aqui!' (risos) Fazer isso funcionar desse jeito é um desafio, e eu amo essa parte disso."

Q: Você mencionou o elemento mais progressivo do "...And Justice For All". É definitivamente prevalente, mas se você ouvir "Dyers Eve", é a música mais metal já feita...

Hetfield: "Eu tenho que concordar que é bem intensa liricamente, sonoramente, e falando de habilidade de tocar, principalmente na bateria. É notável. Nós já tocamos essa música ao vivo antes. Não está neste álbum ao vivo no entanto [do Through The Never]"

A matéria completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Bravewords.com

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Newsted comenta 25 anos de ...And Justice For All

   27 de agosto de 2013     tags: newsted, entrevista, and justice for all      Comentários

Em 25 de agosto de 1988 uma nova era começava para o Metallica com o lançamento de "... And Justice For All". Na aurora do falecimento de Cliff Burton, a banda tentava manter crescente o seu momento de ascensão profissional com o novo baixista Jason Newsted a bordo.

Mais cedo neste ano, o Noisecreep teve a chance de falar com Newsted enquanto ele estava promovendo seu EP "Metal" e o baixista tirou um tempo para refletir sobre o clássico álbum do Metallica, que deu início à sua carreira com a banda. Leia estes pensamentos abaixo:

'And Justice For All' está chegando ao seu 25º aniversário este ano. Olhando para trás neste período, você tem uma música favorita deste álbum?

"Está falando sério? Uau!. Bem, 'Blackened' é a música para mim. Eu tenho muito orgulho desta e foi minha primeira chance de gravar com estes caras e mostrar meu material, então foi um grande marco ter esta música no disco. Eu diria que é uma das minhas música favoritas."

Quais são suas memórias favoritas deste período?

"Fizemos muitas turnês com este disco, e ele estava começando a estourar. O Metallica estava começando sua ascensão e tínhamos feito a base para começar a tocar shows com mil assentos, dois mil assentos. Shows com o OZZY e todas estas coisas que os caras fizeram, e eu vim logo depois disto. Então as pessoas estavam prestando atenção e tivemos grandes oportunidades, como abrir para o Van Halen ou Scorpions no Monsters Of Rock deste ano. Estas são as memórias que eu tenho, tocar este verão no Monsters Of Rock, onde nós destruímos."

"Eu estava disparando todas as armas, estes foram os bons dias, quando todos vestiam as mesmas coisas e passavam um tempo junto todos os dias. Nós éramos uma gangue, éramos invencíveis."

Esta deve ter sido uma turnê incrível.

"Vou compartilhar uma memória em particular desta turnê. Era o L.A. Coliseum no Monters Of Rock e estávamos na quinta música e era 'Whiplash' e nós estávamos em um terço da música e o lugar começa a explodir. Umas 70.000 ou 80.000 pessoas no local e eles começaram a puxar as cadeiras do chão e segurá-las para cima Algumas estavam inclusive conectadas. Nós tivemos que parar 'Whiplash', parar a música e ficar atrás dos amplificadores enquanto os seguranças tiravam as cadeiras das pessoas, para que nós não nos machucássemos."

"Eles empilharam as cadeiras ao lado do palco, estou lhe dizendo, cara, centenas de cadeiras e então nós voltamos lá quando as pessoas tinham começado a vaiar, porque pensavam que tivéssemos acabado, que alguém tinha nos feito parar. Então nós saímos do escuro e 1-2-3-4, voltamos do mesmo lugar que tínhamos parado em 'Whiplash'. Nós começamos bem de onde paramos e continuamos daquele ponto. O lugar ficou duas vezes mais louco do que estava antes. Eles destruíram as cadeiras. Foi simplesmente louco, umas 100 pessoas de uma vez. Quatro ou cinco grupos de 300 pessoas correndo ao redor do local. Foi foda, cara."

Fonte:Whiplash!

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