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Hetfield: Narrando documentário sobre vício em pornografia

   19 de janeiro de 2017     tags: curiosidades, hetfield      Comentários



James Hetfield, do Metallica, é o narrador de um documentário que sai em abril e que lança um olhar sóbrio sobre o impacto que o vício em pornografia está causando nas pessoas e culturas em todo o mundo. Chamado "Addicted To Porn: Chasing The Cardboard Butterfly" o documentário, dirigido por Justin Hunt, disseca o impacto da pornografia em todo o mundo, analisando desde como afeta o cérebro das pessoas, até o impacto que a tecnologia moderna causa devido ao excesso de exposição massiva, principalmente para os jovens, o que acaba por causar uma ruptura devastadora que nos fará dar maior atenção à seriedade da coisa.


Fonte: Whiplash!

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Hetfield: "Eu acredito em uma força superior"

   17 de janeiro de 2017     tags: entrevista, hetfield, vídeos      Comentários

A Clique da França realizou uma entrevista com o frontman do Metallica, James Hetfield. Assista a conversa abaixo e confira alguns trechos traduzidos a seguir.


Se ele acredita em Deus:

Hetfield: "EU acredito em uma força superior, sim. Eu não sei... Ele, ela, o que for... Eu a vejo em todos os lugares. Isto é tudo para mim. E se eu escolhi vê-la, isso me faz sentir melhor. Se eu acho que posso fazer melhor [risos], isso nunca funciona. [Risos]"

Se essa "força superior" já o salvou na vida:

Hetfield: "Eu acredito que sim. Eu acredito que uma força superior, seja o que for... Algumas vezes eu penso que é o meu pai voltando para me ajudar, ou minha mãe, ou alguém, ou Cliff [Burton, ex-baixista do Metallica]. É tudo uma coisa só de qualquer forma. Se eu escolhi vê-la... Ela aparece muito na minha esposa. Ela dirá, 'O que você está fazendo? Não faça isso.' Isso costumava me deixar bravo. 'Não me diga o que fazer'. Mas, certo, eu entendo que há algo aqui me ajudando. Algo está falando... Se eu escolhi ouvir isto, então eu escolhi ouvir isto. Algumas vezes eu não ouço, mas está em todo lugar."

Sobre lidar com os aspectos negativos da fama:

Hetfield: "Para mim, eu nunca... Eu não entendo as fofocas. Isso nunca foi importante para mim. Minha esposa ama ver a revista People. 'Ohh, olha quem está namorando quem'. Eu não ligo. Mas para algumas pessoas, é importante, e eu não sei porque. Eu acho que elas apenas se veem nas outras pessoas, ou gostariam de se ver, ou estão sonhando, ou elas são seus mentores ou algo assim. Eu não sei. Para mim, eu acho que quando as pessoas me seguem na rua ou algo assim, eu entendo o que elas podem estar procurando, mas eu não sou isso. Digo, eu sou apenas alguém que toca música e achei meu caminho. O que eu acho é que elas esperam algo - elas esperam algo, seja um autógrafo ou uma foto ou o que for. É como se elas quisessem algo. E eu quero cumprimentar, eu quero falar olá, eu quero conversar com elas, e eu não me lembro muito de como era apenas ir a um show e se sentar na grama e curtir, e não ter alguém vindo e te pedindo algo. Então é uma parte da minha vida, e eu vejo que as pessoas querem, elas tem uma necessidade de algo. Elas te admiram, ou elas investem - elas investem uma parte delas em você, e quando você as desaponta, elas não sabem o que fazer. É difícil. Então tudo que eu posso fazer é ser eu mesmo. Eu não posso ser tudo para todo mundo. Não é justo comigo mesmo."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield: Não há motivo pra relação com Mustaine não ser boa

   10 de janeiro de 2017     tags: entrevista, hetfield      Comentários



Durante conversa com o "WTF With Marc Maron", James Hetfield falou de sua relação com Dave Mustaine, que foi membro do Metallica por menos de dois anos, entre 1982 e 1983, quando foi dispensado e substituído por Kirk Hammett:

"Não há motivo para as coisas não serem boas entre a gente. A esta altura da vida, todos já piramos além do normal, fomos pro fundo do poço, ressurgimos e aprendemos com nossos erros. E no fim das contas trata-se apenas de uma jornada, cada um tem a sua, e por que devemos ficar guardando mágoas de outras pessoas ou vice-versa?"

Fonte: Whiplash!

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Metallica fará no máximo 50 shows por ano

   09 de janeiro de 2017     tags: entrevista, hammett, hetfield      Comentários



Durante conversa com Chris Hardwick para o podcast "Nerdist", James Hetfield e Kirk Hammett, embora concordem que quando se trata de uma banda iniciante seja preciso excursionar intensamente, disseram que o Metallica fará no máximo 50 shows no ano: "Meu corpo me disse pra eu contar pra estes caras que 50 shows por ano é o que podemos fazer, para que possamos dar o máximo de nós neles", diz James Hetfield. Ele prossegue: "E todos concordamos com isto. Mas 50 anos é muito bom. Meu corpo consegue suportar. Corpo, mente e espírito precisam se revitalizar em casa, e é preciso uns dias de folga para a voz se recuperar, coisas assim. Há os que dizem que 50 shows é muita coisa mas não é mesmo, comparado ao que costumávamos fazer".

Kirk acrescenta: "Sim, fazíamos turnês loucas onde ficávamos dez meses na estrada indo para todos os lugares no mundo rodando doze, quinze, dezesseis semanas diretas, fazendo cinco shows por semana..." e James emenda: "E voltávamos pra casa, nos separávamos das namoradas que iam embora, éramos viciados em algumas coisas e vivíamos brigando", e Kirk finaliza: "Faz parte do processo de aprendizado. Aprendemos muito com tudo isto".

Fonte (em inglês): Whiplash!

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Hetfield diz que coisas da vida impediram Hammett de se envolver na composição do Hardwired

   06 de janeiro de 2017     tags: entrevista, hetfield, hardwired to self destruct      Comentários



Em uma nova entrevista para a rádio Planet Rock do Reino Unido, o frontman do Metallica, James Hetfield, falou sobre a falta de contribuição do guitarrista Kirk Hammett no novo álbum da banda, "Hardwired... To Self-Destruct". Perguntado se é verdade que Hammett perdeu seu telefone com centenas de idéias de riffs para o sucessor do "Death Magnetic" de 2008, Hetfield disse: "Eu não sei. Isso é o que ele nos conta [risos], então eu considero como verdade. Não, ele submeteu alguns riffs. Digo, não 'submeteu'... Todos nós juntamos nossas idéias, e elas estão na grande pilha de riffs do Metallica, e Lars [Ulrich, baterista do Metallica] é o cara - já que ele não está escrevendo nenhum dos riffs - ele passa por eles e ele é capaz de identificá-los. Ele tem um ótimo ouvido para riffs, e ele ouvirá coisas que eu não ouço. Eu acho, 'Ei, este riff é ótimo', e 'Sim, mas e essa parte deste aqui?'. E ele dirá 'Nah, não é tão bom'. E, 'Vamos pegar este...'. Ele não é um guitarrista, então é uma abordagem não ortodoxa de escolher riffs, o que é ótimo."

Ele continuou: "Mas sobre o Kirk... Kirk não estava presente no estúdio. Ele estava lidando com a vida. Ele tinha muitas coisas da vida rolando, que ele escolherá falar a respeito se quiser. Mas, sabe, foi Lars e eu guiando o navio como usual, passando pelos riffs, criando as músicas. E eu tive que fazer muitas coisas de guitarra que não fiz na época do 'Death Magnetic' e 'St. Anger' - algumas das coisas de harmonia de guitarra, harmonia de vocais... Sabe, um pouco mais de camadas, como no Black Album."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield: "Música é uma terapia para mim"

   04 de janeiro de 2017     tags: entrevista, hetfield, vídeos, hardwired to self destruct      Comentários

A revista Bild da Alemanha realizou uma entrevista com o frontman do Metallica, James Hetfield, em 17 de Novembro em Berlim. A conversa pode ser assistida abaixo e alguns trechos traduzidos podem ser lidos a seguir.

Sobre o que mantém o Metallica motivado a tocar música e fazer turnê ao redor do mundo:

Hetfield: "Nós somos quatro indivíduos com abordagens bem diferentes de vida e filosofias e tudo mais. Nós temos nossas próprias famílias, nós temos nossas próprias vidas, mas quando nos juntamos, nós sabemos que, nossa, o Metallica é uma parte realmente importante de nossas vidas e das vidas de outras pessoas. Nós precisamos dele. Cuidar do Metallica é o que precisamos fazer. E se alguém não está se sentindo particularmente inspirado, então os outros três entram em ação e concluem isso, e então eventualmente aparece de novo. Então é uma família... É feliz e triste e tudo mais. Digo, é brutal. Há tensão, há amor, há ódio, há tudo isso. Sim, é uma família de irmãos."

Sobre os temas das letras do último álbum do Metallica, "Hardwired... To Self-Destruct":

Hetfield: "Há momentos em que estou feliz; há momentos em que não estou tão feliz. Eu acho que sou humano a maior parte do tempo. A música é uma terapia para mim. Eu preciso escrever letras, eu preciso colocar os pensamentos loucos da minha cabeça no papel, e as outras pessoas leem e dizem, 'Uau! Eu entendo isso'. Então me faz sentir bem. Eu tento me sentir bem a maior parte do tempo. Mas é uma visão cínica, eu diria, na maior parte deste disco, sobre a humanidade. Quem você pensa que é, sabe? Estar neste planeta por este tempo [coloca os dois dedos próximos um do outro] na história do universo, você acha que tem algum controle sobre o que está acontecendo no mundo ou neste planeta? Então eu acho que é um visão pessimista, mas no final... Eu sempre começo pessimista e termino otimista de alguma forma. [Risos]"


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Top 10 de 2016 por James Hetfield

   31 de dezembro de 2016     tags: hetfield, curiosidades      Comentários

O frontman do Metallica, James Hetfield, divulgou sua lista com as dez melhores coisas de 2016. Confira abaixo.



- O retorno do Oakland Raiders
- As montanhas
- Tocar músicas novas ao vivo
- Show "Too Heavy For Halftime" no AT&T Park
- Motor home pelo oeste americano
- Filha indo para universidade
- And Honey For All [em referência a sua criação de abelhas]
- Gunther
- Benefícios de se sentir bem
- Nascimento do Hardwired... To Self-Destruct!!!

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Hetfield: Ainda não fizemos o nosso melhor disco

   26 de dezembro de 2016     tags: entrevista, hetfield, hardwired to self destruct      Comentários



Em conversa com a rádio Alfa 91.3 FM do México, James Hetfield falou sobre a inspiração para o novo álbum do Metallica, "Hardwired... To Self-Destruct":

"Sempre tentamos fazer o melhor disco, é algo natural, que está na gente. Ainda não fizemos o nosso melhor disco, quando vamos fazer eu não sei. Sempre seguimos em frente, criando coisas novas. Há bandas que apenas tocam seus sucessos e estão bem com o lugar que conquistaram ao sol. Não é o nosso caso; somos artistas e adoramos criar coisas novas. Para nós é tão vital quanto respirar - sempre precisamos disto. Então é fantástico quando lançamos material novo e as pessoas ainda por cima gostam."

Fonte: Whiplash!

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Hetfield revela sua música favorita do Hardwired

   20 de dezembro de 2016     tags: entrevista, hetfield, vídeos, hardwired to self destruct      Comentários

O frontman do Metallica, James Hetfield, foi entrevistado pelo site Deezer para discutir o novo álbum da banda, "Hardwired... To Self-Destruct". Na conversa, ele revelou que o disco novo foi tranquilo de ser feito, apesar do tempo que levou para ser concluído, chamando o processo de "confortável" e "fácil". Ele também destaca a música "Dream No More" como sua favorita do álbum.



Fonte (em inglês): Bravewords.com

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Hetfield: Mudança para Colorado foi motivada por atitude elitista de São Francisco

   19 de dezembro de 2016     tags: entrevista, hetfield, vídeos      Comentários

Durante uma recente aparição no "The Joe Rogan Experience", o podcast apresentado por Joe Rogan, o frontman do Metallica, James Hetfield, falou sobre sua decisão de se mudar com sua família para Vail, Colorado, saindo da Bay Area de São Francisco, onde vivia desde o começo dos ans 80.

Descrevendo seu novo lar, Hetfield disse: "É silencioso. Não há trânsito. Especialmente agora - super silencioso. Neve... Neve faz algo para te acalmar um pouco."

"Há uma parte de lobo solitário em mim que você talvez possa se identificar. Mas eu gosto de ficar sozinho. Mas eu também preciso de pessoas para me conectar. Se mudar da Califórnia para Colorado foi ótimo para mim. Eu me sinto realmente... Me sinto como uma parte da natureza lá. E você não quer ficar do lado de dentro lá. Tem algo nisso. Você quer ficar do lado de fora o tempo todo."

"Nós conseguimos ver o Gore Range bem da nossa colina. E eu bebi muitas Coors Lights na minha vida e essa é a que está na lata. Tipo, 'Uau! Eu estou olhando para ela". E muitos picos de motanha com pelo menos 14 mil pés, muito snowmobile, rafting, paddle boarding... O que você quiser."

Perguntado sobre o que fez ele e sua esposa Francesca - que ele conheceu em 1992 quando estava em turnê com a banda, trabalhando no departamento de figurino, e se casaram em 1997 - junto de seus três filhos adolescentes, se mudarem para Colorado neste ponto de suas vidas, Hetfield disse: "Há provavelmente várias coisas que fizeram isso acontecer. Minha esposa cresceu lá. Ela nasceu na Argentina, eles se mudaram para Vail; ela foi para o ensino fundamental lá. Nós íamos muito para Tahoe para esquiar e coisas assim. E ela disse: 'Nós temos que ir para Vail. Isto não é neve. Nós iremos para Vail e sentiremos a neve'. E nós fomos lá algumas vezes e eu adorei."

Ele continuou: "Eu não sou um grande esquiador, mas eu posso esquiar e me divertir fazendo isso. Meus filhos amam isso. Então isso. Minha esposa vira uma criança quando nós vamos para lá, o que eu meio que gosto. É um pouco mais parecido comigo. [Risos] Ela pode ser um pouco [faz um movimento de linha reta com sua mão] - um pouco direto ao ponto demais. Sabe, ela se solta e se torna jovem de novo lá. Então tem isso."

"Eu meio que enjoei da Bay Area, a atitude das pessoas lá, um pouco. Elas falam sobre quão diversas elas são, e coisas assim, e está tudo bem se você for diverso como elas. Mas aparecer com um cervo no para-choques não rola em Marin County. Minha forma de comer orgânico não combina com a deles."

Hetfield, que é um membro da National Rifle Association e um ávido caçador, completou que ele se sentiu cada vez menos bem vindo em uma comunidade onde a caça é desaprovada por ser um ato cruel e desnecessário. Ele disse: "É algo que eu senti. Eu provavelmente criei um pouco disso tudo na minha cabeça. Pois eu sou muito bom nisso. Eu sou bem criativo, e eu posso começar lutas comigo mesmo na minha cabeça o tempo todo. Mas havia... Havia apenas... Eu não sei... Eu senti que havia uma atitude elitista lá - que se você não fosse do jeito deles politicamente, do jeito deles ambientalmente, tudo isso, você era desprezado. Eu acho que em Colorado, todo mundo é bem natural; as pessoas não estão jogando algum jogo, elas não estão posando. Elas são bem, 'oh, você curte fazer isso? Legal. Como foi? Como você está fazendo com isso?' E elas são menos obsessivas em parar o que você está fazendo e curtindo mais o que elas estão fazendo."

Ele continuou: "Eu me sinto mais em casa no centro oeste ou nas montanhas ou algo assim. Digo, eu amo o oceano, eu amo a Bay Area, eu amo o que ela tem a oferecer, mas há essa atitude que era... Não era saudável para mim. Estava começando a sentir como se estivesse lutando o tempo todo, e eu apenas tinha que tirar isso da minha cabeça. Então Colorado faz isso para mim."


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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