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Novo trailer de documentário sobre vício em pornografia narrado por Hetfield

   17 de abril de 2017     tags: vídeos, hetfield      Comentários

Como noticiado anteriormente, James Hetfield, do Metallica, é o narrador de um documentário que sai em 18 de Abril e que lança um olhar sóbrio sobre o impacto que o vício em pornografia está causando nas pessoas e culturas em todo o mundo. Confira abaixo um novo trailer.


Chamado "Addicted To Porn: Chasing The Cardboard Butterfly" o documentário, dirigido por Justin Hunt, disseca o impacto da pornografia em todo o mundo, analisando desde como afeta o cérebro das pessoas, até o impacto que a tecnologia moderna causa devido ao excesso de exposição massiva, principalmente para os jovens, o que acaba por causar uma ruptura devastadora que nos fará dar maior atenção à seriedade da coisa.

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Hetfield: Política polariza as pessoas

   06 de abril de 2017     tags: entrevista, vídeos, hetfield      Comentários

O frontman do Metallica, James Hetfield, disse que ele manterá sua opinião sobre o presidente dos EUA, Donald Trump, para si próprio, explicando que a política "polariza as pessoas".

Hetfield fez os comentários durante uma entrevista com o jornalista Claudio Vergara do jornal chinelo La Tercera, realizado antes da apresentação da banda em 1 de Abril no Lollapalooza Chile em Santagio.

Pergunta sobre como ele vê os dois primeiros meses de Trump na Casa Branca, Hetfield disse: "Todo mundo tem uma opinião sobre o Donald Trump, eu acho. Minha opinião fica comigo."

"Eu sou um cantor e um guitarrista em uma banda de rock", continuou. "Eu odeio política. Eu não quero falar sobre política. Não é importante para mim. O que é importante para mim é conectar pessoas com a música. Política, religião... Coisas que separam... Elas separam as pessoas. Elas fazem as pessoas... Eu amo falar sobre isso e meus pensamentos, mas eu acho que isso atrapalha as pessoas a te entenderem completamente."

Hetfield completou: "Eu não tenho a menor idéia. Eu provavelmente poderia me sentar e gostar de todo mundo no planeta, se você pudesse falar com elas e entendê-las. Mas, sim, política, nós tentamos ficar de fora disso pois ela polariza as pessoas. Se eu me sento aqui e digo que eu odeio ou amo o Trump, alguém pensará, 'Oh, eu não gosto mais da música dele'. É bobo. Então eu gosto de focar na música."

Perguntado se ele acha que os EUA sob o comando de Donald Trump são um "novo EUA", Hetfield respondeu: "É sempre um EUA novo quando alguém entra. Mas tem a ver com balanceamento. Se você for de extrema esquerda, extrema direita, isso vai e vem para se manter balanceado. No meio é o melhor, nós sabemos disso. No meio... Aceitar tudo, entender tudo. Mas não é assim. As pessoas não são assim. Humanos não são assim."


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield: "O Metallica nos ajuda a ficar vivos"

   05 de abril de 2017     tags: entrevista, hetfield, hardwired to self destruct      Comentários



James Hetfield foi entrevistado pela Radio Futuro de Santiago antes do show da banda no Lollapalooza Chile. Leia alguns trechos abaixo.

Sobre a disposição do Metallica em arriscar:

"No final das contas nós somos artistas e adoramos criar arte de que gostamos, e músicas, e arte de capas, e logos, e camisetas - tudo. Somos muitos abençoados de ser capazes de estar em uma posição de fazer qualquer coisa que a gente queira como artistas. Eu acho que essa honestidade é muito importante para a integridade da música, para a integridade de todo o Metallica. Eu acho que os fãs realmente gostam do fato de que escrevemos música que gostaríamos de ouvir. E isso é simples - mantemos isso simples assim. E os fãs vão vir, se você for honesto com sua arte."

Sobre o sucesso de Hardwired… To Self-Destruct:

"Estou muito surpreso - muito surpreso que depois de 36 anos um álbum como esse seja importante para as pessoas. Foi uma surpresa. Eu fico surpreso que depois de tanto tempo as pessoas estão gostando de nossa música. Continuaremos fazendo música, tocando em shows, e faremos o que quisermos fazer. O Metallica nos ajuda a ficar vivos, e o fato de que estaremos em tour pelos próximos dois anos e meio é excitante."

Fonte: Whiplash!

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Hetfield: "O Brasil é certamente um dos países mais fanáticos pelo Metallica"

   27 de março de 2017     tags: entrevista, vídeos, hetfield, brasil      Comentários

O frontman do Metallica, James Hetfield, foi entrevistado antes da apresentação que a banda realizou em São Paulo no último sábado, 25 de Março, no festival Lollapalooza. Questionado sobre o público brasileiro, Hetfield disse: "O Brasil é certamente um dos países mais fanáticos pelo Metallica. Então sim [o público brasileiro é especial para a banda], nós adoramos tocar aqui toda vez". Confira abaixo.

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Entrevista de Hetfield para o Bom Dia SP

   27 de março de 2017     tags: entrevista, hetfield, vídeos, brasil      Comentários

O jornal Bom Dia São Paulo exibiu na manhã de hoje, 27 de Março, uma rápida entrevista com o frontman do Metallica, James Hetfield, realizada durante a passagem da banda por São Paulo no último sábado (25 de Março), para o show que foi realizado no festival Lollapalooza Brasil. Confira abaixo.

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Hetfield: "Fãs participavam mais sem celular"

   12 de março de 2017     tags: entrevista, hetfield, hammett, vídeos, brasil      Comentários

O Fantástico entrevistou integrantes do Metallica, que voltam ao Brasil este mês para o festival Lollapalooza, em São Paulo. James Hetfield falou sobre o uso dos celulares em shows: "Os fãs participavam mais sem celular. Eu sempre acho que as pessoas vão se arrepender por não guardar o show no coração, em vez de guardar no celular". Mas James faz uma ressalva: “Seria legal se já existisse celular na década de 80, quando o Metallica estava em começo de carreira e ainda tinha Cliff Burton. Temos muitas saudades. Eu adoraria ter mais fotos e vídeos dele”, afirma.

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Hetfield comenta sobre uso de música do Metallica para tortura

   04 de março de 2017     tags: entrevista, hetfield      Comentários



Segundo o The Guardian do Reino Unido, interrogadores americanos tentavam desorientar prisioneiros iraquianos usando músicas do Metallica e de outras bandas de rock como AC/DC, Rage Against The Machine e Nine Inch Nails, além de músicas menos agressivas e de certa forma surpreendentes como Britney Spears, David Gray, Eminem, Aerosmith, e até programas infantis como "Barney e seus amigos" e "Vila Sésamo".

O frontman do Metallica, James Hetfield, foi perguntado em uma entrevista recente para a revista Thrasher se ele se sente ofendido pelo uso da CIA de músicas do Metallica para torturar prisioneiros. "Ha! Nós temos torturado pessoas com isso há muito tempo. Há bem mais tempo que a CIA", disse ele.

Ele continuou: "Eu não tenho nada a dizer sobre isso, na verdade. Me sinto orgulhoso de que meu país está usando algo para ajudar a nos manter a salvo. Mas, assim que a música é lançada, eu não tenho controle sobre isso. Assim como alguém está dando-a de graça online. Eles estão usando-a para fazer o que quiserem."

"Há várias bandas covers de Metallica, há várias pessoas tocando 'Enter Sandman' ou 'Nothing Else Matters' em estilo gregoriano, em estilo bluegrass ou harpas célticas e, sabe - a música está por aí e é usada, então é isso."

Perguntado sobre o comentário de Kerry King de que a música do Slayer "teria sido mais assustadora e talvez mais efetiva" na tortura psicológica de prisioneiros de guerra, Hetfield disse: "Eu concordo. Não tenho dúvidas disso, mas existem coisas até mais assustadoras do que o Slayer. Existem coisas bem loucas e intensas por aí."

Os últimos comentários de Hetfield condizem com aqueles que ele fez em 2008, quando foi perguntado por uma rede de TV alemã como ele se sentia sobre a música da banda ser usada para torturar prisioneiros de Guantánamo, Cuba. Ele respondeu na época: "Parte de mim está orgulhoso de que eles escolheram o Metallica... E uma parte de mim está meio chateado com isso, de que as pessoas possam achar que estamos ligados a alguma coisa política por conta disso."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield comenta sobre censura em shows na China

   27 de fevereiro de 2017     tags: entrevista, hetfield      Comentários



Quando o Metallica retornou para a China no mês passado para os primeiros shows após sua estreia em Shanghai em 2013, seu setlist não contou com várias músicas clássicas que eles geralmente tocam ao vivo como "Master Of Puppets", "One" e "Hardwired". E em entrevista ao South China Morning Post, James Hetfield disse que não se sentiu ressentido pela censura exercida pelo governo chinês: "Por qual motivo não deveríamos respeitar sua cultura quando se está no país como convidado para tocar? Queremos ser respeitosos, e por pensarmos diferente não significa que a gente deva forçar os outros a pensar do mesmo jeito. Espero que quando nós voltarmos ao país eles tenham compreendido que não temos nenhum objetivo político ou coisa parecida, nosso único compromisso é romper barreiras e levar nossa música para as pessoas, não queremos levar uma mensagem secreta pra ninguém".

Fonte: Whiplash!

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Hetfield não pretende regravar álbuns clássicos da banda

   22 de fevereiro de 2017     tags: entrevista, hetfield      Comentários



James Hetfield, do Metallica, disse que não pode rever (remasterizar regravar) os álbuns clássicos da banda porque eles seriam "snapchats" da história.

O vocalista e guitarrista admite que existem alguns ajustes que gostaria de fazer no catálogo do Metallica, mas acredita que não seja algo que venha a acontecer futuramente.

Ele disse: "Há coisas que eu gostaria de mudar em alguns dos registros - mas são coisas que os tornam tão característicos que você não pode mudá-los".

"Eu acho um pouco frustrante quando bandas regravam seus álbuns clássicos e substituem as excelentes músicas originais. Isso apaga aquele pedaço de história."

"Esses registros são produto de um certo tempo da vida - eles são 'snapchats' da história e fazem parte da nossa história".

Ele continua: "OK, no '... And Justice for All' de 1988 poderíamos usar um pouco mais de graves e o 'St. Anger' de 2003 poderia ter um pouco menos de tambores (caixa tarol), mas essas coisas são o que fazem desses registros parte de nossa história".

Fonte: Whiplash!

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Metallica comenta importância de criar sua própria gravadora

   15 de fevereiro de 2017     tags: hetfield, ulrich, entrevista      Comentários



Em uma nova entrevista para o The Red Bulletin, os membros do Metallica, James Hetfield (guitarra, vocal) e Lars Ulrich (bateria), foram questionados sobre quão importante foi para a carreira da banda obter independência ao serem donos de todas as suas master tapes.

"Para nós, sim, tem sido importante, mas para as outras pessoas? Eu não sei", disse Hetfield. "Quando estávamos começando, assinar um contrato com uma gravadora era algo grande. Eu não acho que é tão importante atualmente. O fato de que você pode fazer sua própria música no seu porão, prensá-la e lança-la é maravilhoso, mas quão longe você chega com isso? Você eventualmente assina com alguém que é maior? Essas são decisões de negócios que você precisa fazer. Você precisa se perguntar, 'o que é que queremos fazer?'. Você quer fazer uma turnê pelo mundo, tocar só na sua região? Você deve fazer o que te faz feliz."

Completou Ulrich: "Nós sempre sentimos que éramos estranhos. Eu acho que nós nunca realmente sentimos a necessidade de jogar o jogo. A melhor coisa sobre nosso sucesso é que nos permitiu a oportunidade de trilhar nosso próprio caminho criativo. Primeiramente, independência para gente significa que nós nunca realmente pegamos dinheiro de ninguém; nós nunca devemos nada a ninguém."

Hetfield continuou: "Nós sempre fomos loucos por controle. Como artistas, sempre sentimos a necessidade de ter pelo menos um pouco de controle sobre como nossa arte é apresentada. Seja um artista ou um escultor, você terá uma opinião forte sobre como sua arte é exibida ou onde ela é colocada - essa é parte da visão artística."

Perguntado se eles concordam que tiveram que se adaptar e serem flexíveis em suas carreiras, James disse: "Quando as comportas se abriram e a música estava por toda internet de graça, isso nos assustou e nós não sabíamos o que pensar sobre isso. Mas obviamente agora é uma ótima e conveniente forma de conseguir música, então adaptar é a única forma de sobreviver. Eu acho que isso é verdade em qualquer parte da vida."

Segundo a Billboard, o último álbum do Metallica, "Hardwired... To Self-Destruct", é distribuído nos EUA pela Alternative Distribution Alliance, o braço independente da Warner Music Group. O Metallica anteriormente lançou sua música através da Elektra Records da Warner Music (começando em 1984) e posteriormente através da Warner Bros. Records. A banda renegociou seu contrato com a Warner Music em 1994, e esse contrato expirou em Novembro de 2012. Como parte do acordo, o grupo saiu da Warner Music com suas master tapes, que foram usadas posteriormente para os relançamentos em sua própria gravadora, a Blackened Recordings.

"No começo dos anos 90, Cliff [Burnstein], um dos nossos empresários, estava falando sobre essa forma de independência e liberdade criativa total que teríamos ao sermos donos de nossas fitas master", disse Lars ao The Red Bulletin. "Isso nos ofereceria um desassociação total com a indústria da música. Quando isso foi explicado para nós, obviamente fez muito sentido. Então quando entramos nas negociações de contrato, esse foi sempre o modus operandi primário, de eventualmente sermos donos do nosso catálogo anterior. Qualquer desassociação e dinâmica que te liberta é algo ótimo, pois você está verdadeiramente livre para fazer o que quer."

"A Elektra foi boa para nós, mas a gente sempre quis ser dono de nossas próprias masters em algum momento - e por que não iríamos querer?", completou James. "É realmente ótimo ser dono delas, pois elas são suas no fim das contas! Muitas das bandas dos anos 70 e 80 não viram isso como uma opção ou não se importaram com isso. Nós tivemos sorte de ter empresários bem experientes."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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