Destaques

Notícias

Andreas Kisser entrevista Ulrich e Trujillo para o programa Altas Horas

   16 de abril de 2017     tags: entrevista, vídeos, ulrich, trujillo      Comentários



O baterista do Metallica, Lars Ulrich, e o baixista Robert Trujillo foram entrevistados para a edição que foi exibida neste último sábado, 15 de Abril, do programa Altas Horas pelo guitarrista do Sepultura, Andreas Kisser. Confira nos links abaixo.
- Entrevista com Lars Ulrich
- Entrevista com Robert Trujillo

    Top

Filho de Trujillo substituirá baixista do Korn temporariamente

   08 de abril de 2017     tags: korn, trujillo      Comentários



O Korn informou via Facebook que Fieldy não poderá seguir com a banda na turnê pela América Latina, com shows na Colômbia, Brasil, Argentina, Chile e Peru. No seu lugar estará Tye Trujillo, 12 anos de idade, filho de Robert Trujillo, do Metallica, e que toca na banda The Helmets. Fieldy retoma o posto no dia 6 de maio, quando o Korn já estará de volta aos EUA.

Fonte: Whiplash!

    Top

Trujillo: Hardwired está indo incrivelmente bem

   03 de abril de 2017     tags: entrevista, trujillo, hardwired to self destruct      Comentários

O baixista do Metallica, Robert Trujillo, foi entrevistado pela Cooperativa antes do show da banda no Lollapalooza Chile em Santiago, em 1 de Abril. A conversa pode ser vista abaixo.


Perguntado se ele estava feliz com a reposta que tem recebido do último álbum do Metallica, "Hardwired... To Self-Destruct", Trujillo disse: "Sim, o álbum tem sido muito bem recebido. Está indo incrivelmente bem. Digo, eu não sei se poderíamos ter pedido por um lançamento melhor."

"Você nunca sabe o que as pessoas vão pensar do seu disco. E este álbum ser tão bem recebido, e nós fizemos do nosso jeito. E eu realmente tenho orgulho da produção; eu amo o som do baixo - eu acho que é bem poderoso."

Trujillo também falou sobre as similaridades musicais entre as músicas do "Hardwired... To Self-Destruct" e aquelas dos primeiros discos do Metallica. Ele disse: "Nós escrevemos juntos. Eu sinto que o 'Death Magnetic' foi o primeiro passo e então este é o segundo passo, e eu me sinto bem para o terceiro passo no futuro. Essa é a coisa - tudo está ótimo. Sabe, um novo produtor que consegue ótimos sons, que é uma parte do time; novas idéias, nova turnê... É um ótimo momento. Quando você fica um pouco mais velho na carreira, mas ainda está se divertindo."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Trujillo diz que não vai deixar passar oito anos para o próximo disco

   30 de dezembro de 2016     tags: entrevista, trujillo      Comentários



Em entrevista com Drew Dalby, da rádio 104.9 The Wolf, Robert Trujillo disse ter certeza que os fãs do Metallica não terão que esperar tanto tempo para conferir o sucessor do "Hardwired… To Self-Destruct": "Eu pessoalmente não deixarei passar oito anos. Entre o 'St. Anger' e o 'Death Magnetic' tivemos, se não estou enganado, o nascimento de cinco crianças. E isto nos rouba tempo. E tivemos ainda o filme 'Through The Never', fizemos um disco com Lou Reed, que foi muito importante para nós, além de algumas turnês muito interessantes. Dentre elas, houve uma onde tocamos o 'Black Album' na íntegra, no verão passado tocamos a música 'Frayed Ends Of Sanity' do 'Justice', que até então parecia impossível de ser reproduzida ao vivo, mas fomos e fizemos. Então estamos em um ponto de nossas vidas, nossas carreiras, onde encaramos os desafios, e isto ajuda a fazer álbuns melhores. E para aqueles que reclamam que demora muito, veja, é verdade que levou bastante tempo, mas está aí. E melhor ainda, vocês não terão que esperar mais tanto tempo, estamos ficando melhor nisto".

Fonte: Whiplash!

    Top

Trujillo comenta falta de contribuição de Hammett no Hardwired

   26 de dezembro de 2016     tags: entrevista, trujillo, hardwired to self destruct      Comentários

A Metal XS da França realizou uma entrevista com o baixista do Metallica, Robert Trujillo. Assista a conversa abaixo, e alguns trechos traduzidos podem ser lidos a seguir.

Sobre a falta de contribuição de Kirk Hammett, guitarrista do Metallica, no novo álbum da banda, "Hardwired... To Self-Destruct":

Trujillo: "Bem, sabe, em qualquer banda, qualquer relacionamento em sua vida, haverão momentos de tensão. Eu acho que a coisa legal desta banda e onde estamos agora é que aprendemos a nos comunicar melhor, e isso é importante. É meio que, para mim e minha posição, eu estou com Lars [Ulrich, bateria] e James [Hetfield, guitarra/vocal] noventa porcento do tempo quando estamos tocando desta vez, quando estamos fazendo jams, e é ótimo. É uma honra estar lá para mim, pois eu aprendo com cada situação, e eu aprendi muito com o Lars e o James, então eu sou parte da energia. Sabe, se é idéia do James, está tudo bem, se é idéia do Kirk, o que for, está tudo bem também, se é minha ou o que for, mas eu sempre estou lá para apoiar a música. E eu acho que estou lá para prover uma fundação para a idéia do James com a bateria, como baixista, o que é importante para o que fazemos agora. Todos nós vivemos em lugares diferentes - não estamos mais morando na mesma cidade - então não é sempre fácil. Kirk está... Muitas vezes ele está no Havaí, e todo mundo está em locais diferentes. Eu acho que no fim, quando você ouve um solo de guitarra do Kirk, é o Kirk - é sua personalidade, sua afirmação, e há magia nisso. Nós todos somos individualmente meio que músicos únicos, então aquela magia ainda está na música, não importa quem a escreveu. Então eu sempre penso comigo mesmo, mesmo que não seja uma idéia do Kirk, ou uma idéia do Robert Trujillo, ou se é uma idéia do Hetfield, não tem erro, primeiro de tudo, pois será um ótimo riff. James é um grande escritor de riffs - está provado - mas nosso trabalho é realmente honrar a música e a idéia e dar o melhor que podemos com isso. Já me perguntaram: 'Oh, não há tantas idéias vindas do Kirk', ou o que for, mas sua presença está lá, e o espírito do que ele faz está sempre lá, por causa de seus solos de guitarra, ou o meu baixo, ou o que for. Então ainda somos uma parte das músicas."

Sobre a dinâmica entre Lars e James:

Trujillo: "Há muita energia entre Lars e James, e algumas vezes essa energia pode estourar. Eu sei que antes de eu estar na banda, Kirk era o cara que geralmente estava no meio, e foi importante naquela época. E agora eu sinto que algumas vezes eu sou o cara no meio, não apenas entre James e Lars, mas até entre o Kirk. Eu sinto, na minha vida, em qualquer situação que estive, eu sempre meio que estive no meio. Com o Suicidal Tendencies, haviam muitas personalidades intensas, e você tinha que descobrir como balancear cada cara e onde eles estavam com seu humor, ou o que for que estivesse rolando. Com o Ozzy [Osbourne], havia muita energia intensa também, pois ele estava lutando contra vários demônios. E algumas vezes você tem uma sessão de composição, e ele não aparece e, claro, você fica bravo, ou fica frustrado, mas precisa manter calmo - ele é o chefe, entende o que eu quero dizer? Então haviam muitas personalidades em qualquer uma dessas situações que você precisa balancear. No Metallica, eu acho que é importante que haja... Seja eu mesmo ou Greg Fidelman, nosso produtor... Ele é ótimo para isso, pois ele entende a personalidade de todo mundo. E então tem os cronogramas, e todas essas coisas relacionadas, que podem causar frustrações em fazer um disco, especialmente para o produtor. Então o Greg Fidelman também é um ótimo meio para balancear. Mas é realmente importante ter isso com Lars e James. Como eu disse, eu sou como Joe Walsh no Eagles. Joe Walsh é alguém que... Ele é um compositor, obviamente, ele é um cantor-compositor, mas no final, quando tem a ver com o Eagles, ele está lá para tocar guitarra e ele está lá para prover o que for preciso para a banda, e é isso que eu sinto com o Metallica. Robert Trujillo no Metallica deve atender a música e realmente cuidar do Lars e James e Kirk."


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Trujillo: Homenagem a Cliff Burton em ManUNkind

   04 de dezembro de 2016     tags: burton, trujillo, hardwired to self destruct, curiosidades      Comentários

Robert Trujillo revelou ao Exclaim! que prestou uma homenagem a Cliff Burton no novo álbum do Metallica, "Hardwired... To Self-Destruct": "Quando escrevi 'ManUNkind', estava pensando nele. De certa forma, faço um pequeno tributo para Cliff Burton na música. Ouça-a com atenção e também a pequena introdução antes dela, quando toquei estava pensando em Cliff".


Fonte: Whiplash!

    Top

Trujillo: Créditos nas músicas não são grande coisa

   20 de novembro de 2016     tags: hardwired to self destruct, vídeos, entrevista, trujillo      Comentários


O Rock Antenne da Alemanha realizou uma entrevista com o baixista do Metallica, Robert Trujillo. A conversa pode ser assistida acima, e alguns trechos traduzidos podem ser conferidos a seguir.

Sobre a quantidade de tempo que a banda realmente gastou para fazer o "Hardwired... To Self-Destruct":

Robert: "É um longo processo pois os riffs começaram oito anos atrás. Muitas das idéias nasceram de nossa sala de ensaios, que é nosso pequeno espaço que usamos antes de entrar no palco. Com James Hetfield [guitarra/vocal], cada segundo ele vem com um ótimo riff. Nós temos que gravar e documentar isso, pois ele esquecerá aquele riff. Então as idéias são preparadas em casa. Mas realmente, dois anos era o foco quando começamos a preparar as músicas e os arranjos e então gravar.

Se o Metallica tinha a idéia de ser um disco duplo quando começaram a compor:

Robert: "Sim e não. Eu chamo isso de processo de eliminação. Você está nutrindo idéias e isso toma tempo. O que acontece é que há tantas, como eu digo, 'ótimas idéias'. O que você precisa fazer é tentar consolidá-las e juntá-las em uma música, e então sua música fica com 8 minutos. Então você tem mais de 80 minutos de música. Então você precisa ter dois CDs. Acabou sendo assim. Eu não acho que foi planejado dessa forma. Eu só acho que no momento, parece certo ter esses arranjos da forma que são. Então regularmente seu empresário te fala 'músicas de três minutos!', e você diz, 'impossível!'".

Sobre quanta voz ele teve no "Hardwired... To Self-Destruct":

Robert: "Na verdade, bastante. Muito mesmo. O que nós fazemos, embora quando você leia, muitas das pessoas gostam de ler os créditos e obviamente no 'Hardwired', comparado com o 'Death Magnetic', há créditos que são realmente centrados no Lars [Ulrich] e James. A verdade é que nós fazemos jams. Embora o riff original, ou a idéia venha de Hetfield neste álbum, estes são todos ótimos riffs de Hetfield. Você não vê tanto riffs do Kirk [Hammett] ou meus quanto no disco anterior. Eu estou lá todos os dias tocando e escrevendo minhas partes de baixo. Eu estou tocando minhas partes como partes de baixo. O que determina o crédito da música, você tem que perguntar para o Lars. [Risos] Mas está tudo bem."

"Eu sempre digo que meu papel no Metallica é apoiar a música e apoiar meu time e seja o que isso significa, eu estou lá para isso. Eu sou como Joe Walsh no The Eagles. Joe Walsh com o The Eagles era um compositor, ele fez várias coisas ótimas, mas quando tinha a ver com o The Eagles, ele estava lá para tocar guitarra, ele estava lá para cantar, ele estava lá para fazer aquilo que precisava. Se ele tivesse que escrever trechos, ele fazia. A coisa legal do 'Hardwired', eu amo as músicas, eu amo o som, a produção, eu amo o fato de que eu pude ir na cabine de gravação de vocal com o James e cantar backing vocals e ser parte da produção vocal nesse nível, que é algo que eu acho que nunca aconteceu. Há muitas experiências realmente ótimas neste álbum. É realmente um segundo passo para mim nesta banda, criativamente. É o segundo passo pois o 'Death Magnetic' foi o primeiro, com o produtor Rick Rubin e fazendo a viagem com Rick e [o engenheiro] Greg Fidelman sendo parte disso. Agora com Greg Fidelman como produtor e eu ainda estando lá, parece livre. Parece novo. Estou ansioso pelo próximo disco nesta jornada. Créditos de composição... Não é grande coisa. Eu acho que é mais importante a forma como as músicas se desenvolvem e meu papel em apoiar Lars e James com uma música, independente da idéia vir de Kirk ou James ou de mim, isso não importa. O que importa é se a música soa ótima quando finalizada."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Trujillo: Linhas de baixo do ...And Justice For All foram um grande desafio

   09 de novembro de 2016     tags: entrevista, trujillo, and justice for all      Comentários



Embora o álbum "...And Justice For All" de 1988 seja considerado um dos clássicos do Metallica, ele tem sido criticado desde seu lançamento pela falta de baixo em sua gravação. As linhas de baixo de Jason Newsted são praticamente inaudíveis - tornando difícil a vida do atual baixista do Metallica, Robert Trujillo, quando ele se juntou a banda e teve que aprender as músicas.

"'Justice' é o maior desafio, pois também é complexo nos arranjos", disse Trujillo a Rolling Stone Austrália. "Então como baixista, é meio que território aberto, e você se apega ao riff, mas quando você ouve as coisas ao vivo, vê o que Jason fazia. 'Frayed Ends of Sanity' do 'Justice' é uma música que eu realmente queria tocar com a banda, e por anos e anos, eu estava sempre, tipo, 'vamos tocar esta música!'. Mas vou te dizer, eu comecei a trabalhar nessa música praticamente desde que entrei na banda. Eu sabia que um dia a tocaríamos, e eu sabia que se eu não fizesse meu dever de casa quando esse dia chegasse, eu teria problemas em aprende-la uma semana antes. Então eu treinei essa música por anos, e quando a tocamos pela primeira vez no último verão, cinco vezes, foi como um sonho que se tornou realidade para mim."

Ele continuou: "Aliás, os livros de tablatura ajudaram bastante quando eu entrei na banda. Qualquer coisa que eu pudesse fazer. Eu não tinha as fitas masters na época. É diferente agora. Agora você pode ir online e ter as masters de praticamente qualquer banda, mas na época, você não tinha essa opção. Kirk [Hammett, guitarrista do Metallica] usa os livros de tablatura algumas vezes: 'Deixe-me pegar os livros de tablatura, eu tenho que aprender meu solo de 'Dyer's Eve' de novo!'"

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Hammett: "Espero contribuir mais no próximo álbum"

   06 de novembro de 2016     tags: entrevista, hammett, trujillo, hardwired to self destruct      Comentários



Kirk Hammett, guitarrista do Metallica, admitiu ter se sentido “excluído” das sessões de composições do vindouro álbum da banda, “Hardwired... To Self-Destruct”.

Christina O'Neill, do Team Rock, repercute entrevista com a banda a ser veiculada na próxima edição da revista Metal Hammer. Segundo Rob Trujillo, o baterista Lars Ulrich sentiu que seria “muito importante” que houvesse uma conexão entre ele e James Hetfield para o sucessor de “Death Magnetic” (2008), envolvendo o frontman mais intensamente no processo criativo.

Trujillo comentou: “Lars esteve mais focado em simplificar a jornada criativa, envolver James e realmente trazê-lo para o álbum. É a visão de Lars e eu estou feliz em apoiar o que quer que tenhamos que fazer”.

Já Kirk Hammett lembrou do momento “devastador” em 2014, quando perdeu seu celular com centenas de idéias para o álbum – o que, para ele, significou “começar do zero” novamente. Entretanto, Kirk admite que ainda assim achou o novo método de composição adotado pela banda “uma pílula muito amarga para engolir”.

Ele complementa: “Para mim, estando nesta banda, eu sempre quis contribuir. Sempre tenho um punhado de conceitos musicais e ideais para apresentar. Obviamente, desta vez não era pra ser, e eu tive que aceitar esse fato. Então foquei nos meus solos, apenas me certificando de que minha performance no álbum fosse a melhor possível. Espero poder trazer minhas ideias no próximo álbum do Metallica. So espero que não demore outros oito anos para isso.

Fonte: Whiplash!

    Top

Hetfield sobre letras do disco novo: Não é Shakespeare, eu sei disso

   02 de novembro de 2016     tags: entrevista, hardwired to self destruct, hetfield, ulrich, hammett, trujillo      Comentários



Os quatro membros do Metallica foram entrevistados recentemente para a revista oficial do fã-clube da banda, So What!, sobre o vindouro álbum "Hardwired... To Self-Destruct", a sair em 18 de Novembro. Alguns trechos traduzidos podem ser conferidos abaixo.

Sobre a direção musical do "Hardwired... To Self-Destruct":

Robert Trujillo (baixo): "Para mim, é um álbum bem implacável. Pode não ser um álbum super dinâmico, digo, tipo o 'Death Magnetic', muitas dessas músicas eram bem dinâmicas. Eu não sinto necessariamente que deveria ser assim. Eu acho que deveria ser onde estamos agora e o que temos passado de uma forma positiva. E haverão muitas jornadas mais!"

Lars Ulrich (bateria): "Este disco ainda está muito fresco para mim, mas eu tenho que admitir que das vezes que eu o ouvi, há algo com a intensidade e o 'tapa na cara contínuo'. Ele tem essa implacabilidade. Ele apenas vai e vai e continua indo!"

Robert Trujillo: "Você tem essa energia old school, você tem um pouco da energia do 'Black Album', você tem tudo isso rolando e chega nesse nível e começa a lançar idéias, e isso cresce. Eu sinto quando você toca algo nesse nível, eu não estou nem falando ao vivo em frente a um público, estou apenas dizendo aqui [no QG do Metallica em San Rafael, Califórnia], muito disso é como se apresentar, nós estamos nos envolvendo fisicamente. E há um groove que é muito necessário. Eu acho que este álbum, embora seja pesado e direto, tem muito groove e isso me deixa feliz."

Sobre o processo de composição do "Hardwired... To Self-Destruct":

Kirk Hammett (guitarra): "De início, eu acho que a idéia era fazer um álbum com abordagem similar ao [álbum de estréia, de 1983] 'Kill 'Em All', e esse foi um álbum comandado basicamente por Lars e James [Hetfield, guitara/vocal], com um pouco de ajuda do [ex-guitarrista] [Dave] Mustaine. Então o conceito era que esses dois liderassem todo o processo criativo de novo da mesma forma que o 'Kill 'Em All' foi feito. E eu não tenho problema nenhum com isso."

James Hetfield (guitarra, vocal): "Eu diria que estamos buscando as melhores músicas, e de onde vier o material, é de onde veio. Não estamos tentando ser 'exclusivo', é 'aqui está o que é melhor para a banda. Estes são os melhores riffs que temos. Estas são as melhores partes e vamos juntá-las'. Minha implicância foi sempre que as músicas são longas demais. Eu quero tocar mais músicas ao vivo. Eu não quero deixá-las mais longas. Vamos fazer músicas mais curtas para que possamos tocar mais delas."

Lars Ulrich: "A grande diferença entre a composição deste disco e a composição do disco anterior é que estávamos mais seguindo nosso ritmo desta vez. No 'Death Magnetic', o [produtor] Rick [Rubin] viria a cada duas semanas e continuaria a nos desafiar para 'ficarmos mais loucos'. Ele usava uma palavra, a palavra 'ridículo'. Eu lembro que ele geralmente se sentaria ali e falaria, 'deixe mais ridículo'. Essa foi a palavra. Eu nunca associaria a palavra 'ridículo' com música, e eu me lembro dele se sentar bem ali [aponta para o sofá do estúdio], falando, 'torne-o mais ridículo'. E então iríamos e inverteríamos tudo, colocaríamos na parte principal, então um pouco disso. E eu diria que neste disco nós praticamente fizemos o oposto disso. Nós o fizemos menos ridículo. Começamos ajustanto um pouco, cortando partes extras, deixando mais curto, tornando-o um pouco mais linear e fazendo-o menos 'ridículo'. Eu posso te dizer que a analogia que acabei de criar, de deixar mais 'ridículo' no 'Death Magnetic' e menos ridículo no 'Hardwired... To Self-Destruct', eu nunca tinha falado para ninguém antes."

Sobre sua abordagem nos solos de guitarra do "Hardwired... To Self-Destruct":

Kirk Hammett: "Eu achei que seria ótimo se eu não trabalhasse nos solos antes. É algo bem corajoso e desafiador pois eu quero estar bem preparado quando é qualquer coisa relacionada a música e minha guitarra. Aparecer bem preparado era meu modus operandi. Desta vez, eu apenas disse para mim mesmo que no passado, muitas das coisas que acabaram entrando nesses álbuns foram a primeira coisa que toquei, a primeiríssima coisa. Meu subconsciente tem um sentimento para qual é a coisa mais apropriada, então deixa a música fluir, a criatividade fluir, os sentimentos fluirem, e ter meu subconsciente ditar o que precisa ser feito para a música. Eu coloquei 100 porcento desse conceito na abordagem ao fazer esses solos."

Sobre a reação dos fãs as primeiras músicas do "Hardwired... To Self-Destruct":

James Hetfield: "Eu realmente não dou a mínima. Realmente não dou. Eu compreendi a idiotice da internet, e a liberdade que você tem para falar o que quiser o tempo todo. Em algum momento, você fica tão dessensibilizado a isso que não faz mais sentido. Apenas faça o que você ama. Como pode dar errado? Sempre volta para 'por que estamos fazendo isso? Porque amamos fazê-lo, e queremos escrever música que gostamos de ouvir'. Simples assim. Se você gosta da música, então ouça com a gente."

Sobre os temas das letras no "Hardwired... To Self-Destruct":

James Hetfield: "'Hardwired' é tão simples, não é Shakespeare, eu sei isso. Mas, putz, os humanos estão realmente fazendo a coisa certa? Sabe. E na história, somos um pontinho. E vamos desaparecer? Estamos nos tornando ultrapassados com os eletrônicos? Estamos nos tornado isso? Vamos nos destruir por conta de nossos egos e todas as coisas que tornam os humanos humanos? Essa frase inteira 'hardwired to self-destruct' ['programado para se auto-destruir'] veio de um amigo meu que estava apenas soltando isso como um viciado em conflito. É assim para gente? O nosso padrão é apenas morrer? Mais cedo do que deveríamos. Ruína. Destruir nossas vidas; estamos programados para nos destruir? E isso chamou minha atenção. 'Moth Into Flame' é bem literal. Atualmente todo mundo tem uma obsessão em ser famoso. Ser popular. Seja na sua conta do Facebook ou andando nas ruas, ver alguém fazendo selfies enquanto caminha na rua. Tipo, o que? O que você tá fazendo?"

Mais trechos podem ser lidos, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top


  Próximas >>>

Newsletter
Receba em seu e-mail as últimas notícias sobre Metallica:

Conecte-se

Facebook   Google+   Twitter   RSS   Fórum

© 1998-2017 Metallica Remains - Desde 13 de Janeiro de 1998 | Política de Privacidade