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Ulrich relembra como conheceu Hetfield

   13 de julho de 2018     tags: entrevista, ulrich, vídeos      Comentários

O baterista Lars Ulrich relembrou, em entrevista ao jornalista Jan Gradvall (transcrição via Blabbermouth), a ocasião em que conheceu o vocalista e guitarrista James Hetfield, com quem formou o Metallica no início da década de 1980.

Ulrich, que é dinamarquês, relembrou que sua família se mudou para Los Angeles e a ideia era que ele se tornasse jogador de tênis profissional. "Era para eu me tornar o 2° jogador da escola Corona Del Mar. Na Dinamarca, eu estava no top 10 do país e blá-blá-blá. [...] O problema é que quando tentei entrar para o time daquela escola, eu não fiquei entre os sete melhores. Eu não estava nem entre os sete melhores da rua onde eu morava. Então, em um dia, todo esse sonho do tênis acabou e a música estava esperando para tomar conta", afirmou.

Então, o baterista colocou um anúncio no jornal de classificados locais The Recycler, que era vendido em todas as lojas da franquia 7-Eleven. "Havia uma pequena seção de músicos e coloquei o anúncio: 'Baterista procurando por outros fãs de metal para começar uma banda. Influências: Diamond Head, Angel Witch, Tygers Of Pan Tang e Venom'. Aí alguns caras me ligaram falando: 'eu curto heavy metal, gosto de Styx, Kansas e Van Halen'. E eu perguntava quem era Diamond Head. Era o tipo de conversa que rolava. Tentei tocar com alguns desses caras e não deu certo", disse.

Depois de algum tempo, um cara chamado Hugh Tanner ligou e perguntou se poderia levar um amigo. "O cara era James Hetfield. Muito tímido, introvertido, mal olhava nos olhos, custava a conversar. Mas havia alguma conexão quando tocávamos. [...] Era junho de 1981, então passei o verão na Europa e passei algum tempo na Inglaterra com DIamond Head e Motörhead. Quando voltei à América, em outubro daquele ano, liguei para aquele James Hetfield, porque havia uma vibe, uma conexão. Perguntei se ele queria se juntar e ver se havia a chance de fazermos algo. E 37 anos depois, estou aqui", afirmou.

O baterista, em seguida, destacou a diferença cultural entre os dois. "Venho de uma cultura europeia, fui filho único, muito próximo aos meus pais, que eram meus melhores amigos. Ele era o exato oposto: o clássico rebelde americano, tipo: 'f*dam-se meus pais, a sociedade e Deus'. Acho que o pai dele abandonou a família. Não sei quando, mas sei que ele era bem desconectado de seu pai e foi criado pela mãe, que teve câncer quando ele tinha 14 ou 15 anos. E por causa da crença que tinham, não podiam procurar ajuda médica. Durante um ano e meio, ele viu a mãe morrer, então teve um impacto forte nele. Eu o conheci, acho, depois de um ano, talvez ele tivesse 17 ou 18 anos. Ele era muito tímido e estranho, mas nos conectamos e ouvíamos discos do Tygers Of Pan Tang, Girlschool, Saxon e Angel Witch, que ele amava. Ele ouvia mais bandas americanas, como Aerosmith e Ted Nugent, mas encontramos uma linguagem comum", disse.

Enquanto as bandas locais tocavam covers de Kiss e Judas Priest, Lars Ulrich queria fazer algo diferente com o Metallica. "Muitas das músicas que tocávamos eram covers de NWOBHM que estavam bem fora do radar, porque queríamos começar a tocar logo. Muitas bandas nos clubes tocavam músicas de Kiss e Judas Priest, então, pensamos em tocar covers, mas de músicas que as pessoas não conhecessem. Então, teríamos tempo de começar a fazer nossas músicas depois", afirmou.

Assista à entrevista, na íntegra, no player de vídeo a seguir (em inglês).


Fonte: Whiplash!

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Ulrich explica porque a banda mudou no "Black Album"

   13 de julho de 2018     tags: entrevista, ulrich, black album      Comentários



Durante uma longa conversa com o jornalista Jan Gradvall, realizada antes do Metallica ser prestigiado com o Polar Music Prize no dia 14 de junho em Estocolmo, na Suécia, o baterista Lars Ulrich falou sobre diversos assuntos, incluindo a mudança de direcionamento musical pela qual a banda passou em 1991 quando lançou o "Black Album".

"O Metallica estava excursionando com o Aerosmith, bem no final do ciclo do 'Justice' no verão de 1990, daí James, eu e Cliff (Burnstein, empresário do Metallica) descemos até a parte de baixo da arquibancada do CNE Stadium em Toronto e dissemos pra Cliff que sentíamos que havíamos expandido o lado progressivo do Metallica... a última música do '... And Justice For All' era 'Dyers Eve', que consiste basicamente em cinco minutos da gente fazendo o que batizamos, a título de piada, de 'Metal Matemático'. A turnê ia rolando e o público ia aumentando cada vez mais e mais e descobrimos que algumas das músicas mais loucas, aquelas progressivas de dez minutos, estavam cada vez menos conectadas com a plateia. Sentimos que havíamos atingido, sob o ponto de vista criativo, o nosso limite... aonde ir depois de algo como 'Dyers Eve'? Era tipo, chegamos ao fim, não havia nada mais além daquilo. Então decidimos que tentaríamos... de forma criativa faríamos um retorno. E percebemos que a simplicidade e tentativa de fazer algo mais coeso... precisávamos fazer algo. E... fizemos. E então fizemos o 'Black Album' com o Bob Rock (produtor) e aquilo tudo aconteceu. Sentimos que estávamos seguindo uma jornada criativa - e sempre sentimos que vivemos esta jornada criativa que sempre precisa ser revigorada, reinventada. E eu acho que nós, como pessoas, temos medo de nos repetir ou de ficarmos estagnados. E talvez até ao ponto em que você pode argumentar que nós lutamos demais. Acho que fizemos alguns retornos em algum ponto onde quase passamos do ponto, apenas por não querermos ficar presos ao que as pessoas querem de nós, ao que a comunidade espera da gente. E somos tão independentes e autônmos, e ninguém vai nos segurar, e sempre mudaremos isto o tempo todo. Mas este álbum foi realmente um reflexo... eu acho que se você analisar nossos primeiros quatro trabalhos - 'Kill 'Em All', 'Ride The Lightning', 'Master Of Puppets', '…And Justice [For All]' - há um crescimento progressivo natural e evolução que chegou ao ponto final no '…And Justice For All'. E o único lugar que tínhamos pra ir, além de se repetir ou ficar estagnado, seria fazer algo completamente diferente, e foi o que fizemos nos anos que se seguiram".

Fonte: Whiplash!

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Vocalista do Smashing Pumpkins fala sobre a influência do Metallica

   27 de maio de 2018     tags: smashing pumpkins, ulrich      Comentários

O vocalista/guitarrista do Smashing Pumpkins, Billy Corgan, foi recentemente entrevistado pelo programa de rádio It's Electric, de Lars Ulrich (baterista do Metallica), e dentre vários assuntos, falou também sobre o papel da própria banda do entrevistador na sua vida.


“Por anos eu carreguei aquela merda de como as pessoas de fora rotulavam os fãs do metal, mas vejo que elas estavam abaixo de nós... O sujeito entra numa política de classe esquisita, onde a maioria das pessoas que criticam gente como nós - por ser quem e o que somos, ou o que representamos - possuem um histórico de vida melhor do que o nosso. Nós não necessariamente fomos para uma boa escola, nós não ficávamos lendo um jornal 'legal'. Para mim, bandas como a sua, Metallica, me disseram que existe um outro mundo que está mais alinhado com a experiência que você está tendo do que a que você está ouvindo. Então, quando eu ouvi bandas como Mercyful Fate, Metallica ou Ted Nugent, eu pensei: 'Espere, há outro mundo além do mundo que você está me dizendo que eu deveria acreditar'. Até hoje, com todo o dinheiro que o metal move, é incrível como é desrespeitado".

"Você não pode transportar isso para o cérebro de um modinha. Para ele, se fosse para colocar num papel qual a banda ele gostaria de estar, não seria no Metallica ou no Smashing Pumpkins. Esses tipos de bandas crescem com conflitos de personalidade e nós não somos idiotas, entendemos quem você acha que deveríamos ser, e então, quando realmente somos quem somos, vemos essa ressonância com o público que nos diz 'não'... Mas estamos indo pelo caminho certo".

"Vou lhe dar um exemplo perfeito e tenho certeza que já falamos sobre isso antes... Eu vi vocês num show, não sei se foi na 1ª semana ou o mês que o álbum 'Ride The Lightning' foi lançado. Eu estava na plateia, não tão longe do palco, e a energia no Aragon Ballroom (Chicago) naquela noite era como nada que eu já tinha visto antes ou depois daquilo... Quando adolescente, aos 17 anos, e vocês tinham o quê, na casa dos 20? Vocês aparecem, James está vestindo a jaqueta jeans com cortes, você parecia a porra dos caras com quem eu topava na escola e sentia que essa banda entendia o mundo em que eu estava - o que não era em porra de lugar nenhum".

"Então, não foi apenas uma coisa legal com o Metallica, mas vocês eram a nova banda quente na cena e percebia que vocês entendiam, graças a Deus, alguém entende! Os gritos no show naquela noite, eu ainda posso ouvi-los na porra da minha cabeça, sabe? Em algum lugar no meio da porra do show - porque vocês estavam insanamente barulhentos, é claro - eu senti uma gota na minha orelha e realmente estendi a mão para ver se era sangue saindo da porra do meu ouvido... E quer saber de uma coisa, se fosse sangue, eu não teria saído!"

Fonte: Whiplash!

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Ulrich explica sua maneira única de tocar bateria

   20 de fevereiro de 2018     tags: entrevista, ulrich, vídeos      Comentários

Em uma recente entrevista para a Polar Music Prize, Lars Ulrich do Metallica foi pedido para falar sobre "sua forma totalmente única de tocar bateria". Ele respondeu: "Para mim, sempre teve a ver com o som e a banda em primeiro lugar. E a bateria, ou as guitarras, ou o que mais estiver rolando, é só uma parte do panorama como um todo. Então o que você sempre precisa fazer é verificar seu ego na porta e fazer o que é melhor para a música, para o som em geral."

"O que sempre foi o mais interessante para mim na bateria é como você encaixa a bateria no que está mais está rolando?", continuou. "Como isso funciona com batidas especiais e coisas do tipo para deixar com mais ritmo ou mais dinâmico ou apenas acrescentar meio que um corpo a isso? Eu nunca me interessei muito em habilidade. 'Oh, uau! Este cara é tão bom!'. Sim, ele é tão bom, mas não significa que ele possa dar ritmo, ou não significa que ele consiga fazer funcionar em um grupo ou coletivo."

"Embora eu tenha crescido com pessoas como Ian Paice do Deep Purple, que obviamente tem muita habilidade, eu também amo pessoas como Phil Rudd [AC/DC] e Charlie Watts [The Rolling Stones], que tem uma certa habilidade, mas, eu acho, para muitos puristas, talvez nem tanto, pois eles não são tão técnicos", completou Lars. "Mas eles tem um tipo diferente de habilidade que, para mim, é tão valioso e precioso e importante quanto, pois eles dão ritmo, eles fazem a música mover, dá a ela aquele corpo que ela precisa."

"Eu sempre vi a bateria mais como um instrumento do grupo. Eu nunca me interessei muito em tocar bateria sozinho - sabe, me sentar no porão, praticar solos de bateria por horas sozinho, isso não é comigo. Então estar em uma banda, escrever músicas, gravar discos, ser parte de uma gangue, ser parte de uma banda, isso sempre me fascinou."


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: Há muita música boa por aí

   13 de novembro de 2017     tags: entrevista, ulrich      Comentários



O baterista do Metallica, Lars Ulrich, participou do quadro "Music Ruined My Life" do programa "Rock Show With Daniel P. Carter" da BBC Radio 1. No segmento, que pode ser ouvido clicando aqui, Ulrich fala sobre as músicas que o inspiraram e mudaram sua vida.

Questionado se apresentar seu próprio programa de rádio, "It's Eletric!", mudou sua perspectiva de músicas novas que estão saindo, Ulrich respondeu: "Eu posso te dizer o que isso já fez - isso rejuvenesceu minha conexão com a música e meio que me reinspirou."

"Eu tenho sido bem aberto sobre isso: eu tenho um relacionamento de altos e baixos com a música há anos, pois há momentos em que eu fico muito inspirado por outras músicas, e então há momentos em que estou tão deprimido com o fato de que não há nada legal acontecendo", continuou.

"Na verdade, há muita música boa por aí. Essa é a notícia boa. A notícia ruim é que é tão difícil para a música boa se destacar das outras músicas que não são tão boas, por conta do óbvio desaparecimento da indústria da música."

"Eu me sento lá e encontro alguma banda, e eu amo essa música e eu a tocarei no programa, e ocasionalmente, eu vou até o YouTube ou algo assim e essa música em particular tem 1200 visualizações, e você apenas fica lá e pensa, 'isso deveria ter 1,2 milhão de visualizações, não 1200'. Digo, 1200 visualizações - essa é a família estendida dos membros da banda, entende? Então há muita música boa que, infelizmente, não tem penetração. Então isso é meio que o bom e o ruim de onde toda essa jornada nos levou. Mas há muita música boa. Muitas das coisas que eu toco... Muitas das ótimas bandas da Inglaterra, muitas das ótimas músicas que aparecem de todos os cantos do mundo. Então definitivamente há muitas coisas legais e inspiradoras por aí."

Ulrich também revelou que ele amaria ver uma turnê do Metallica com o Rage Against The Machine, se a banda decidir voltar a ativa de novo.

"Rage Against The Machine, para mim é... Eles não são apenas uma das minhas bandas favoritas de todos os tempo, eles não apenas fizeram... Provavelmente seus três primeiros discos são, eu acho, o essencial de um catálogo. Digo, isso é o máximo que se pode querer para os três primeiros discos", disse Ulrich. "E o Rage Against The Machine, eles são tão atemporais, e a maior parte disso é ainda mais revelante hoje do que há 20 anos."

"Quando você faz um turnê, você quer estar perto de bandas que te inspiram, você quer se animar e se inspirar e estar pronto para sair por aí", explicou. "Então fazer turnê com alguém que te inspira é algo bom. E o Rage Against The Machine me inspira, então tocar shows com eles seria muito legal. Nós tocamos alguns shows com eles no Lollapalooza em 1996, por aí; eles fizeram cerca de metade do Lollapalooza com a gente. Então já tocamos shows com eles."

"Vamos colocar desta forma: se eles voltarem, um das primeiras pessoas de quem eles ouvirão será eu falando, 'Ei, eu sou o baterista no bla bla bla. Talvez a gente possa fazer alguns shows juntos?'. Então veremos."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Metallica fala sobre as gravações do Master of Puppets

   13 de novembro de 2017     tags: vídeos, ulrich, hammett, hetfield, trujillo      Comentários

Como apresentador de seu próprio programa semanal, It's Eletric! na Apple Music, Lars Ulrich celebra o relançamento do álbum "Master of Puppets" em dois episódios especiais com convidados notáveis.

A série foi gravada durante a passagem da banda por Antwerp, Bélgica, onde Ulrich recebeu James Hetfield, Kirk Hammett e Robert Trujillo para conversarem sobre o disco "Master of Puppets", discutindo desde os primeiros riffs até as influências de Hetfield para as letras. Lars também recebeu o co-produtor Flemming Rasmussen e o responsável pela mixagem, Michael Wagener, para contar suas histórias do Swwet Silence Studio em Copenhagen.

A primeira parte está disponível na Apple Music clicando aqui. Já a segunda parte irá ao ar no domingo, 19 de Novembro.

Confira abaixo, em vídeo, parte da conversa.

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Ulrich comenta: o que Cliff Burton pensaria sobre a banda se estivesse vivo?

   13 de novembro de 2017     tags: entrevista, ulrich      Comentários



Lars Ulrich conversou com a 92Y de Nova Iorque no dia 5 de novembro e durante o papo, perguntaram de quais músicas dos álbuns "Load", "ReLoad" e "Black Album" o saudoso Cliff Burton teria gostado: "Tenho uma resposta fácil: todas elas. Próxima!", respondeu Lars.

Depois ele prossegue: "Olha, é uma grande pergunta, eu realmente gostei. Uma coisa que sempre me intrigou foram as questões tipo 'e se isto não tivesse acontecido?'. E se Cliff ainda estivesse vivo? E se a Terra fosse plana ao invés de redonda? É meio tipo se você estivesse aqui no meu lugar e eu no seu, pois teríamos uma conversa totalmente diferente".

"Acho que existiria uma evolução", continua Lars, explicando o que teria acontecido se Cliff ainda estivesse na banda. "E, claro, a banda é formada pela soma de suas partes. Então se ele ainda estivesse conosco estes discos teriam algo de diferente. Mas é a mesma coisa que se perguntar como soaria o nosso álbum mais recente, 'Hardwired...' se Jason Newsted estivesse conosco, entende o que quero dizer? Não sou o cara que vai te dar uma resposta definitiva".

Ao final, Lars ainda conta que nunca teve medo que o Metallica encerrasse suas atividades após a morte de Cliff pois a banda nunca lidou com a tragédia pensando nisto como uma saída. "Nossas conversas eram no sentido de 'o quão rápido poderemos nos recompor?'. E percebemos que quanto mais rápido voltássemos à ativa, melhor conseguiríamos lidar com aquilo. E meio que sob a benção de Cliff que teria desejado assim. Sim, eu acho que Cliff iria querer que fizéssemos assim. Talvez tenhamos até discutido um pouco além da conta sobre o assunto na época, mas quando se têm 22 anos você não está preparado para lidar com uma merda destas".

Em outubro de 2006, James Hetfield disse ao jornal sueco Dagens Nyheter que Cliff ainda estava presente quando eles escreviam as músicas do então novo álbum ("Death Magnetic", que seria lançado em setembro de 2008): "Nós conversamos sobre o que Cliff pensaria e o que ele acrescentaria. E agora, especialmente com nosso novo baixista Rob (Trujillo) tocando tão energeticamente e com os dedos assim como Cliff, eu tenho um pressentimento de que ele gosta do que estamos fazendo."

Fonte: Whiplash!

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Ulrich fala sobre uso de hologramas em shows

   12 de novembro de 2017     tags: entrevista, ulrich      Comentários



Tudo começou quando, em 2012, Snoop Dogg se apresentou no Coachella junto com um holograma de Tupac Shakur, e em seguida o Cirque Du Soleil mostrou uma versão holográfica de Michael Jackson. E recentemente foi anunciada a turnê mundial de um holograma de Ronnie James Dio ao lado de músicos de carne e osso que passaram pela sua banda de apoio.

E Lars Ulrich, baterista do Metallica, falou sobre a possibilidade de um dia a banda usar este recurso durante entrevista para a rádio 92Y de Nova Iorque, realizada no dia 5 de novembro de 2017.

"Por mais idiota que possa parecer, e pode parecer meio bobo eu exagerar, o que é um concerto? O que é música? O que é um espetáculo? Pra mim se trata de algo para conectar as pessoas, e é sobre compartilhar uma experiência juntos. E o que tentamos fazer quando saímos em turnê é romper as barreiras entre a plateia e a banda. É basicamente acabar com qualquer divisão que exista entre o público e o artista. E então eu fiquei pensando 'Quem sabe um dia'. Se o objetivo principal é juntar as pessoas para compartilhar uma experiência, por qual motivo precisam do Lars Ulrich, do James Hetfield, do Kirk Hammett ou do Robert Trujillo ali? Se você tem a música, o equipamento, as luzes, o vídeo, com o tempo vai exister uma versão ali onde os técnicos conseguirão fazer com que a inteligência artificial toque tudo que for preciso".

Depois, ao ser perguntado se gostaria de ser um holograma daqui a cem anos, Lars responde: "Não sei sobre os outros caras, mas pra mim quando acabar, acabou. Se houver um jeito de fazer que seja uma coisa legal e não apenas pra faturar uma grana... pois no fim das contas - e estou sendo sério sobre isto - quanto mais penso nesta coisa de música e Metallica... as pessoas perguntam: 'Como é estar no Metallica?' Mas é tipo, todos fazemos parte do Metallica. O Metallica é algo que existe no ar. Lars Ulrich não é dono do Metallica. James Hetfield não é dono do Metallica. O Metallica não é dono de si mesmo - o Metallica é algo que todos compartilhamos, que todos usamos para nos conectar. Acredito que a necessidade humana básica é se conectar com outras pessoas - nos esforçamos para isto de todo jeito possível. Então se houver uma maneira disto acontecer daqui a cem anos e eu for um holograma, pra mim está tudo bem."

Fonte: Whiplash!

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Ulrich: Queremos que a música seja sempre pura e orgânica

   17 de maio de 2017     tags: entrevista, ulrich, vídeos      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, foi entrevistado pela rádio 98 Rock dos EUA durante a passagem da banda por Baltimore, Maryland, em 10 de Maio. VOcê pode assistir a conversa abaixo.

Falando sobre a pressão que o Metallica sente para manter sua base de fãs feliz toda vez que lança um novo álbum ou busca um novo desafio criativo, Ulrich disse: "Você precisa manter seus olhos abertos para o que está rolando ao seu redor, e nós quatro estamos conectados o suficientes com a realidade para meio que... Nós não estamos distantes ou desconectados a ponto de não sabermos, obviamente, o que está rolando ao nosso redor. Mas é uma linha tênue onde você tenta garantir que aquilo não influencia nas escolhas que está fazendo, tanto criativamente quanto em termos de shows que está tocando ou camisetas ou preços ou o que for."

"Nós agradecemos isso, nós amamos isso, nós obviamente somos abençoados, mas ao mesmo tempo, você também precisa se desligar o suficiente disso para que não seja algo que você se torna escravo", continuou. "Pois você não quer que as escolhas que está fazendo acabem se tornando artificial para tentar servir a sua base de fãs, pois eu acredito que no fim... Você serve a sua base de fãs ao ter a melhor mídia social que puder, ao aparecer na hora, ao fazer meet-and-greets, ao fazer entrevistas, ao tocar seus shows e ter camisetas legais e tudo isso, mas você quer garantir que a música, pelo menos, seja sempre pura e orgânica e uma extensão honesta de si próprio, pois isso é o que acredito que eles querem, e que eles querem que a música seja pura."

"Você conhece curling, onde eles jogam aquela coisa que parece um cinzeiro gigante ou algo assim, eles jogam pelo gelo, e então um monte de caras em frente ficam esfregando, para que o caminho da bola do curling, ou seja lá o nome disso, seja puro e natural. Isso é meio como eu vejo a música do Metallica; você quer que a música seja pura e não afetada por aquilo que as pessoas querem de você. Os caras na frente são os membros da banda tentando garantir que o caminho do Metallica seja o mais puro possível, e mais sem poluição possível e sem ser afetado por pensar demais ou tocar demais aquilo que as pessoas querem de você."



Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Bate papo entre Ulrich e Iggy Pop

   26 de abril de 2017     tags: vídeos, entrevista, ulrich, iggy pop      Comentários

Quando Iggy Pop abriu para o Metallica nos três shows que aconteceram na Cidade do México no último mês, o cantor se sentou com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, para uma conversa que cobriu a amizade mútua deles com Lou Reed, além de tocar no mesmo local juntos, a gravadora que eles costumavam compartilhar (Elektra) e o artista Jean-Michel Basquiat, dentre outros tópicos. A conversa completa, em inglês, pode ser lida no site oficial da banda, clicando aqui, e alguns trechos da conversa, em vídeo, podem ser conferidos abaixo.






Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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