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Ulrich comenta sobre livros, discos e filmes que gosta

   30 de janeiro de 2017     tags: vídeos, ulrich, entrevista      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, participou do quadro "O que está na minha sacola?" da Amoeba Music, onde ele fala sobre alguns dos discos, livros e filmes que gosta. No vídeo abaixo, ele pode ser visto comprando na Amoeba em Hollywood, onde comenta sobre o livro "Born to Run" do Bruce Springsteen, além de discos do Radiohead e Deep Purple, dentre outros.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich explica sua falta de interesse em mostrar técnica

   28 de dezembro de 2016     tags: entrevista, ulrich      Comentários



Em uma nova entrevista com Chris Jericho do podcast "Talk Is Jericho", o baterista do Metallica, Lars Ulrich, falou sobre como ele se tornou a fundação do groove da banda, depois de perder interesse na maestria técnica e focar mais em melhorar suas habilidades em manter um tempo estável.

"Este tem sido meu modus operandi por boa parte da carreira do Metallica", disse Ulrich, que tem recebido muitas críticas durante os anos de pessoas que o acusam de ser um baterista ruim. No entanto, Lars admite que ele nem sempre se impressionou com bateristas que mantinham um tempo estável, mas não se exibiam.

"As coisas começaram tão rapidamente [no Metallica], e literalmente, meia hora depois que começamos, estávamos em São Francisco, e então Jonny Z [o antigo empresário do Metallica e dono da gravadora Megaforce] me ligou e estávamos na Costa Leste, e então estávamos fazendo um disco", relembrou. "Digo, as coisas se moveram tão rapidamente. E quando nós voltamos do 'Ride the Lightning', foi tipo, 'Uau!'. E tivemos um pouco de folga. Na época, um ou dois meses eram uma eternidade. Era tipo, 'O que eu farei agora por um mês inteiro?'. E então Kirk [Hammett, guitarrista do Metallica] voltou a ter aulas de guitarra com [Joe] Satriani. E eu voltei e pensei que eu poderia... Eu nunca realmente tive aulas. Eu só queria estar no Diamond head e no Motörhead. Foi tipo, 'Oh, você precisa aprender a tocar instrumentos?'. Digo, foi quase como um karaoke no começo. Eu só queria estar em uma banda de heavy metal de karaoke. Isso é o que [James] Hetfield [frontman do Metallica] e eu fizemos - nós apenas nos sentamos e tocamos juntos do Diamond Head. Então, de repente, foi tipo, 'Uau! Está se tornando real'. Não foi realmente planejado dessa forma. E então eu nunca realmente tive aulas. Então eu tive algumas aulas com um dos caras do Satriani, um cara super legal. E Kirk teve aulas, e nós estávamos meio que correndo atrás do tempo perdido. Então eu passei por um período que provavelmente culminou no álbum 'Justice' onde eu senti meio que obrigado a tentar mostrar habilidade."

Segundo Lars, parte da razão dele se sentir inseguro quanto as suas habilidades foi o aumento da competição de alguns de seus colegas.

"Ouça, quando você tem o Dave Lombardo [Slayer] e Charlie Benante [Anthrax] respirando nas suas costas, foi tipo, 'Ok, eu preciso...'. Eu tentei ir um pouco além e tentei fazer minha coisa própria e todas essas coisas loucas", disse ele. "Eu estava realmente me esforçando para colocar a bateria meio que no plano principal. E então, depois de tipo um ou dois anos disso, eu fiquei, tipo, 'Ok, sério? Apenas faça sua coisa. Se acalme. Apoie os riffs. Faça o que é melhor para a música'. Então desde eu acho que o final dos anos 80 - então eu acho que faz, tipo, 25 anos agora - a única coisa que realmente me interessa é fazer a melhor coisa para a música. E me sentar e fazer o four-on-the-floor, quando for preciso, isso é o que eu realmente amo fazer. E apenas poder fazer os riffs do James se destacarem e meio que dar vida a eles e fazer todo esse tipo de coisa. Eu apenas passei da fase onde eu simplesmente parei de me interessar em tentar fazer loucuras na bateria. É, tipo, deixe o Lombardo ser o Lombardo, e eu meio que farei minha própria coisa. Mas todo mundo passa por períodos desse tipo de coisa, e eu tirei isso do meu sistema bem cedo."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich pensa em fazer nova edição do Orion Music + More no futuro

   23 de dezembro de 2016     tags: orion music and more, entrevista, ulrich      Comentários



Durante conversa com a iHeartRadio, perguntaram a Lars Ulrich se o Metallica planeja em algum futuro não tão distante reviver o festival Orion Music + More, e o baterista respondeu: "Esperamos que sim. Meio que deixamos de lado o projeto quando passamos a nos dedicar ao disco ("Hardwired"). Mas acredito que vamos excursionar por anos promovendo o álbum, ao menos até 2019, eu imagino. Então tentaremos organizar outro Orion. Realizamos dois nos EUA, talvez a gente leve um pra Europa, Canadá ou México, pra variar um pouco".

O comentário de Lars vai de encontro ao que disse James Hetfield no final do ano passado, quando ele explicou que a banda perdeu "milhares de dólares" com cada edição do evento, e portanto não pensava em realizar mais nenhum deles.

A edição de junho de 2013 em Detroit levou ao menos 40 mil pessoas para o evento que contou com Metallica, Red Hot Chili Peppers, Deftones, Silversun Pickups, Rise Against e outros.

Fonte: Whiplash!

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Ulrich: Não sou a pessoa mais brava do planeta

   12 de dezembro de 2016     tags: entrevista, ulrich, hardwired to self destruct      Comentários

Horas antes da apresentação que o Metallica fez no dia 18 de Novembro para lançar o novo álbum da banda, "Hardwired... To Self-Destruct", Lars Ulrich e Matt Everitt da BBC Radio 6 se sentaram para conversar sobre o novo disco, a cultura do skate e resoluções de ano novo. Você pode assistir a conversa a seguir, e um trecho pode ser lido abaixo.


Sobre o "Hardwired... To Self-Destruct" soar o mais "bravo" possível:

Lars: "Sim, eu não sei. A palavra 'bravo'... Você me conhece bem; nós passamos muito tempos juntos ao redor do mundo. Mas eu não sei... Quando você pensa sobre mim, provavelmente não pensa em uma pessoa brava, então eu provavelmente direcionaria essa palavra mais para, digamos, energértico, dinâmico... Eu tenho 52 anos. Eu tenho uma bela esposa, três filhos lindos. Nós temos uma banda que de certa forma funciona na maior parte do tempo, e nós temos a chance de conhecer rampas de skate ao redor do mundo, parques de skate indoor, então nós temos uma coisa bem legal rolando. Então 'bravo'... Mas certamente, quando você envelhece, e até quando você tem sorte suficiente de ter sucesso, certos elementos de seus traços de personalidade, como frustração, contrariedade, vulnerabilidade, questões... Todo esse tipo de coisa, isso não necessariamente diminui. Então ainda fazemos... Quando nós quatro estamos em uma sala juntos e começamos a tocar música, tem uma tendência de ainda meio que sair atrevido, energético... Se algumas pessoas acharem que isso é 'bravo', está tudo bem. Mas, como você pode dizer, e você me conhece bem, eu não sou a pessoa mais brava do planeta. Mas, obviamente, quando você entra em uma sala com pessoas e toca música, você se agita, especialmente quando tem uma platéia legal lá. Então a energia vai a um nível diferente, e está tudo bem. Nós ainda achamos uma forma de meio que nos agitar, e as críticas tem sido bem receptivas a este disco, dos fãs também. Então hoje é um bom dia para estar no Metallica."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Metallica conta histórias de fãs improváveis: de enfermeiros a Bruce Springsteen

   27 de setembro de 2016     tags: curiosidades, hammett, ulrich      Comentários



A pouco menos de dois meses de lançarem o seu décimo álbum de estúdio, "Hardwired... to Self-Destruct", o Metallica abriu o livro e falou um pouco de tudo - do planeamento do disco, aos pedidos mais bizarros dos fãs e até de Lou Reed.

Durante uma entrevista à rádio norte-americana SiriusXM, o Metallica abordou várias perguntas feitas pelos fãs presentes na audiência. Fãs esses que, por vezes, não têm limites - como a enfermeira que pediu um autógrafo a James Hetfield, no meio de uma operação do filho do vocalista.

Mas existem casos mais estranhos; Kirk Hammett conta que, na época do lançamento de Metallica (também conhecido como "o álbum preto"), teve um encontro estranho com outra grande estrela do rock. "Estava experimentando roupa numa loja e vejo alguém chegar do meu lado. Escutei perguntar: 'como está, Kirk?'. Viro a cabeça e era o Bruce Springsteen. E o mais estranho era que ele sabia o meu nome", contou o guitarrista.

De uma estrela do rock para várias outras, Lars Ulrich lembrou um concerto em Munique em que pôde conviver com a sua banda preferida da adolescência, o Deep Purple. "Estava bastante excitado por poder estar com eles nos bastidores e beber uma cerveja. Quando chego ao camarim vejo uma nota do Ian Gillan: 'vocês foram incríveis, [mas] já passou da nossa hora de dormir'. Eram 22h45..."

Apesar das críticas a Lulu, de 2011, o Metallica garante ter aprendido bastante com Lou Reed: a força de um verso, por exemplo. Ainda assim, não existem quaisquer planos para fazer um disco em parceria com outro artista. "Não tenho outra aspiração além a de tocar com [o Metallica]", afirmou Ulrich.

Fonte: Blitz

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Música Murder One é homenagem a Lemmy Kilmister

   27 de setembro de 2016     tags: motörhead, hardwired to self destruct, hetfield, ulrich, entrevista      Comentários



Durante o evento Town Hall desta segunda-feira, 26 de Setembro, nos estúdios de Nova Iorque da SiriusXM, o Metallica revelou que a música "Murder One" de seu vindouro disco "Hardwired... To Self-Destruct" é um tributo ao finado frontman do Motörhead, Lemmy Kilmister, e usa vários títulos de suas músicas nas letras.

"Motörhead teve muito a ver com o Metallica estar sentado aqui neste momento", disse o frontman do Metallica, James hetfield, segundo a Rolling Stone. "Mas apenas Lemmy como uma entidade, meio que como uma figura paterna, ele nos ajudou muito. Ele não tinha medo. E ele tinha personalidade. E ele era ele mesmo. E todos nós respeitamos muito isso. Ele fez do seu jeito até o último suspiro. Não importa quem você é, como não poderia ser inspirado por isso?"

"No verão de 1981, eu segui o Motörhead em turnê", completou o baterista Lars Ulrich. "Foi isso que me fez querer estar em uma banda. Quando eu voltei para o sul da Califórnia e liguei para o James e disse, 'Ouça, nós temos que dar uma chance a isso'... Motörhead é o catalisador."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich não se incomoda com as críticas online

   24 de setembro de 2016     tags: entrevista, ulrich, hardwired to self destruct      Comentários



O baterista do Metallica, Lars Ulrich, disse ao New York Post sobre o feedback do novo single da banda, "Hardwired". A música é a primeira amostra do novo álbum do Metallica, "Hardwired... To Self-Destruct", a sair em 18 de Novembro.

Lars disse: "A resposta no círculo próximo ao nosso álbum tem sido bem positiva, além do que esperávamos. Mas 2016 é como o velho oeste na música. O que acontece quando você lança um álbum é uma incógnita. Nós temos acesso a todas as informações, e o iPhone 7 trará isso para gente mais rápido do que o iPhone da semana passada. Mas o lado negativo é que todo mundo tem um período de atenção de cerca de nove segundos, e então move para a coisa seguinte. Então vai saber como este álbum se conectará?"

Ulrich prosseguiu dizendo que ele não se incomoda pela crítica incessante a cada movimento do Metallica. "Ocasionalmente, para alívio cômico, eu rolo um pouco para ver que coisa absurda alguém escreveu", disse ele. "Alguém dirá, 'aqueles caras eram melhores quando estavam fodidos', ou 'aqueles caras não são bons desde que começaram'. Está tudo bem. Não tem impacto."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich sobre disco novo: Muitas coisas obscuras sobre relacionamentos

   08 de setembro de 2016     tags: entrevista, ulrich, hardwired to self destruct      Comentários



O baterista do Metallica, Lars Ulrich, falou com a Rolling Stone sobre o novo álbum de estúdio da banda, "Hardwired... To Self-Destruct", a sair em 18 de Novembro. Ulrich afirmou sobre os temas das letras do disco: "Há muitas coisas obscuras sobre relacionamentos. Não apenas com pessoas, mas com personalidades escondidas dentro de cada um."

Ulrich disse ainda sobre a estrutura das músicas: "A maioria das músicas são mais simples. Nós introduzimos um humor e nos mantivemos nele, ao invés de músicas que fizemos onde um riff acontece e então vamos aqui e ali e se torna uma jornada por todas essas atmosferas de sons diferentes. As músicas são mais lineares."

O baterista comentou que a banda foi possivelmente inspirada por revisitar seus álbuns mais antigos, "Kill 'Em All" e "Ride the Lightning", enquanto se preparavam para relançá-los. Disse ele: "Não foi até 2013, quando nós o tocamos [na íntegra no Orion Festival em Detroit] que eu percebi que o 'Kill 'Em All' tinha uma coesão... As músicas são longas, mas não tão progressivas. É um mundo próprio. E eu acho que há alguns elementos disso que aparecem nisto. Eu diria que há um traço de resíduo de redescobrir o 'Kill 'Em All' que aparece nas composições."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: Como Kill 'Em All influenciou novo disco

   19 de agosto de 2016     tags: hardwired to self destruct, entrevista, ulrich      Comentários



O Metallica divulgou como 18 de Novembro a data de lançamento de seu novo álbum, "Hardwired... To Self-Destruct". O aguardado sucessor do "Death Magnetic", de 2008, será duplo, e trará doze músicas e quase 80 minutos de duração.

"Hardwired... To Self-Destruct" foi produzido por Greg Fidelman, junto do frontman do Metallica, James Hetfield, e o baterista Lars Ulrich. A banda gravou o disco em seu próprio estúdio e ainda está colocando os toques finais no álbum. Ulrich disse a Rolling Stone: "Temos todas as músicas mixadas e prontas, exceto uma. Nos últimos dois ou três dias, Greg ia mixar aquela chamada 'Spit Out the Bone' - título provisório 'CHI' - e de repente Rob [Trujillo, baixo] apareceu na sala de controle ontem para trabalhar nela. Então o que diabos eu sei? Está basicamente pronto. Nós devemos ter essa última música mixada no fim de semana."

O Metallica estreou a primeira música, "Hardwired", na rádio 93X de Minneapolis na quinta-feira, 18 de Agosto, antes da apresentação que acontecerá na cidade, no U.S. Bank Stadium, neste sábado (20 de Agosto). Um clipe da música também foi divulgado online.

Segundo Ulrich, o Metallica escreveu a maior parte das músicas do "Hardwired... To Self-Destruct" no outono [americano] de 2014 e primavera [americana] de 2015. O objetivo inicial da banda com o disco era "continuar de onde paramos", disse o baterista. "Desde o 'Death Magnetic', nós temos estamos ocupados: fizemos o lance com o Lou Reed, um medley do Ronnie Dio, um cover do Deep Purple, e obviamente o filme ['Through The Never'] que demorou dois anos. Greg Fidelman tem trabalhado com a gente em tempo integral desde então. Nós não tivemos tempo de nos sentar e avaliar o que estávamos fazendo. Então não foi até que estivessemos mais adiante do processo, que fizemos um balanço do que estávamos fazendo e nos perguntamos o que estávamos tentando dizer com o álbum. Foi aí que as coisas tomaram forma e se tornaram coerentes. Mas não trabalhamos com uma missão declarada."

Perguntado sobre seu comentário anterior de que as músicas do "Hardwired" seriam "menos frenéticas" do que aquelas do "Death Magnetic", Ulrich explicou: "A maioria das músicas são mais simples. Nós introduzimos um humor e nos prendemos a isso, ao invés de músicas que fizemos onde um riff acontece, e então vamos aqui e ali, e se torna uma jornada por todas essas atmosferas de sons diferentes. As músicas são mais lineares. E por 'menos frenéticas', digo que há menos começos e paradas nas músicas. Elas seguem um pouco mais constantes do que no último disco."

Lars também falou sobre como os relançamentos do "Kill 'Em All" e do "Ride the Lightning" afetaram o "Hardwired". Ele disse: "Eu não posso dizer que houve um momento mágico onde estávamos ouvindo 'Metal Militia' e escrevemos uma música. Mas nós tocamos o 'Kill 'Em All' na íntegra no Orion Festival em Detroit em 2013. Aquela foi a primeira vez que eu realmente curti esse disco. Antes, eu desconsiderava esse disco pois 'Ride the Lightning' e 'Master of Puppets' podem ser um pouco mais intelectualmente estimulantes e desafiadores - eles foram disco mais profundos - e não foi até 2013, quando o tocamos, que percebi que o 'Kill 'Em All' tinha uma coesão. Ele tinha sua própria coisa com a velocidade, mas mais simples - as músicas são longas, mas não tão progressivas. É um mundo próprio. E eu acho que há alguns elementos disso que aparecem nisto. Eu diria que há um traço de resíduo de redescobrir o 'Kill 'Em All' que aparece nas composições."

Fonte (em inglês): Blabbermouth

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Ulrich não desconfiava que poderia ser demitido

   05 de julho de 2016     tags: entrevista, ulrich      Comentários



Tudo começou em 2009 quando, durante entrevista à Rolling Stone, Dave Mustaine contou que o Metallica pensou em demitir Lars Ulrich em 1986. Depois, Scott Ian disse a mesma coisa em sua biografia de 2014 chamada "I'm The Man", e em novembro do ano passado (2015), Kirk Hammett confirmou para uma rádio dos EUA que realmente houve esta ideia, mas ela foi deixada de lado com a trágica morte de Cliff Burton. E agora, em conversa com a Metal Forces, Lars admitiu que nem de perto desconfiava que os parceiros pensavam em chutá-lo pra fora da banda. "Certamente não é algo que eu soubesse, mas no fundo sempre tivemos alguns atritos entre nós. Em uma entidade coletiva como o Metallica, com membros que estão juntos há 35 anos, muitas coisas acontecem com o passar do tempo. Estou certo que Scott Ian ficou sabendo de algo que eu não sabia, mas tudo bem pra mim, foi apenas algo que eu não percebi".

Depois ele disse que não falou com Kirk sobre o assunto. "Decidi não ler nenhuma das entrevistas dele. Na verdade eu não leio entrevista alguma. Sei lá, este lance de passar vinte anos vendo aqui e ali o que Mustaine disse para a revista tal, o que Bruce Dickinson pensa sobre aquilo, eu não perco tempo com isto. Dou uma checada nas minhas páginas online e vejo as chamadas das notícias sem prestar atenção ao que Kirk falou ou o que alguém comentou. Claro, é complicado em pleno 2016 passar sem que as notícias caiam no seu colo, mas eu não leio e não acompanho estas coisas".

Fonte: Whiplash!

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