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Metallica buscando material para edições remasterizadas de Justice e Black Album

   12 de outubro de 2017     tags: and justice for all, black album      Comentários



O Metallica anunciou que está buscando fotos e memorabilias das épocas do ...And Justice For All e do Black Album, da mesma forma que aconteceu anteriormente na preparação das edições remasterizadas do Kill 'Em All, Ride the Lightning e Master of Puppets.

Com os box sets deluxe do Kill 'Em All e Ride the Lightning já lançados e o Master of Puppets daqui menos de um mês, é hora de começar a avançar com o ...And Justice For All e o Metallica.

Como vocês devem lembrar, nós pedimos pela ajuda de vocês para prepararmos os três primeiros box sets e, para garantir que haja um toque de fã em todos esses lançamentos, estamos fazendo isso de novo! Estamos buscando por toda e qualquer coisa que você possa ter de Agosto de 1987 até Julho de 1993... Fotos (tiradas por você!), flyers, ingressos, passes de backstage e qualquer outra recordação que você possa ter daquela época. Além disso, se você entrevistou James, Lars, Kirk ou Jason naquele período e ainda tiver a gravação, nos avise!

Deixe sua marca nesses álbuns ao nos enviar um e-mail em submissions@metclub.com para compartilhar sua história e receber mais informações sobre como submeter esses pequenos pedaços de história. Nada é pequeno ou trivial demais... Compartilhe seus arquivos e divirta-se com a gente relembrando o passado.

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Hammett: Álbum novo está na linha do Death Magnetic

   19 de setembro de 2016     tags: entrevista, hammett, áudio, hardwired to self destruct, black album      Comentários



A rádio WRIF de Detroit, Michigan, realizou recentemente uma entrevista com o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett. VOcê pode ouvir a conversa, em inglês, usando o player abaixo. Alguns trechos traduzidos podem ser lidos a seguir.

Sobre a turnê do Metallica de divulgação do vindouro álbum de estúdio da banda, "Hardwired... To Self-Destruct":

Hammett: "Nós pretendemos ir a maior quantidade de lugares possíveis. Estamos tentando chegar as maiores cidades cosmopolitanas ao redor do mundo. Temos várias datas que estão guardadas para os Estados Unidos, o que é algo que estamos ansiosos, pois não fazemos uma turnê de verdade nos EUA há bastante tempo. Digo, nós somos conhecidos por tocar um show aqui e ali, e também somos conhecidos por fazer umas turnês pequenas de festivais na Europa ou Ásia ou Austrália ou América do Sul. Mas não fizemos muitos shows realmente nos EUA nos últimos seis ou sete anos, então estamos bem ansiosos para sair por aí e tocar para nossos fãs americanos, pois isso é a gente. Essa é nossa base, sabe."

Sobre como ele se prepara para uma turnê:

Hammett: "Eu garanto que estou em forma fisicamente e mentalmente, eu garanto que minha habilidade em tocar guitarra está boa. E eu garanto que as coisas estão indo bem em casa também. É realmente importante para mim, verificar para garantir que minha família está indo bem. Sabe, nós temos feito isso por tanto tempo que sabemos como fazer bem. Nós temos feito isso há tanto tempo que todo show vai bem, bem tranquilo, pois somos veteranos. Nós sabemos como ir lá e entrar no espaço ou no sentimento bem antes do show e então entrar no palco e detonar, cara, e dar metal as pessoas."

Sobre o álbum "Hardwired... To Self-Destruct":

Hammett: "Eu acho que está na linha do 'Death Magnetic', mas os grooves estão um pouco mais fáceis de assimilar. Há um tipo de approach mais simplista. É menos progressivo que o 'Death Magnetic' e mais orientado ao groove. Essa é minha visão. Todo mundo tem uma visão diferente, então eu só posso dizer a minha. E eu gosto dele; eu acho que é ótimo. Mas de novo, sou tendencioso."

Sobre o aniversário de 25 anos do Black Album:

Hammett: "O Black Album é algo que meio que simplesmente aconteceu. O Black Album estava onde nossas cabeças estavam musicalmente, e pareceu estar em sincronia com a indústria da música e as rádios de rock. Então houve um tipo de sincronismo... Não sincronismo, mas uma sinergia real com a gente fazendo o tipo de música que a rádio de rock parecia precisar na época. Pois tocamos tanto nas rádios e pudemos realmente entrar na mente de muitos compradores de discos. Não foi apenas o álbum e sair em turnê por três anos; também foi o apoio da rádio que tornou o álbum o que é. E o fato da rádio ainda tocá-lo hoje, ainda tocar essas músicas hoje, contribui para a intemporabilidade dessas músicas. Se você lançar esse álbum hoje, ele se encaixaria totalmente na cultura musical geral que está rolando atualmente."

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Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich fala sobre o sucesso do Black Album

   03 de setembro de 2016     tags: entrevista, ulrich, black album      Comentários



O baterista do Metallica, Lars Ulrich, foi entrevistado no último episódio do podcast Pop Shop da Billboard.com. Katie Atkinson, co-diretora das paradas da Billboard, conversou com Ulrich sobre o aniversário de 25 anos do álbum homônimo do grupo, popularmente conhecido como Black Album, que estreou na primeira posição da The Billboard 200 de 31 de Agosto de 1991. O disco reina como álbum mais vendido dos Estados Unidos durante toda a era Nielsen Music (1991-presente), com incríveis 16,4 milhões de cópias vendidas. Você pode ouvir ao podcast na Billboard.com. A tradução de alguns trechos da conversa pode ser lida abaixo.

Sobre o grande sucesso do "Black Album" do Metallica:

Ulrich: "Quando eu olho para trás, não foi como se acordássemos um dia e de repente estivessemos no meio disso tudo. Foi nosso quinto disco, e parecia como se o caminho que estivessemos foi meio que... Cada disco fez um pouco mais de sucesso do que o anterior e a turnê ficou maior e nós ficamos mais sob o holofote, e tanto as coisas boas e ruins que vem com isso. Mas ainda foi um processo que, na época que chegamos ao 'Black Album', tínhamos dez anos de carreira. Alguns de nossos colegas na época, como o Guns N' Roses ou Pearl Jam ou, acho que de certa forma, Nirvana... Tanto o Pearl Jam quanto o Guns N' Roses lançaram seus primeiros discos, que estouraram e venderam trocentas mil cópias, e então eles meio que tiveram que lidar com uma grande mudança em tudo. Nossa coisa foi mais gradual. Então eu gosto de pensar que na época que atingimos os níveis sem precedentes de sucesso que o 'Black Album' nos trouxe, que estávamos meio que acostumados a lidar com muitas das coisas boas e não tão boas que vem com isso, quando surge esse tipo de situação."

Sobre fazer o álbum homônimo do Metallica:

Ulrich: "Nós sabíamos quando estávamos fazendo o disco que havia um certo alinhamento dos planetas ou das estrelas ou o que for. Nós tínhamos algumas músicas que... Nós nos preparamos para escrever músicas mais curtas depois de levar o lado progressivo do Metallica o mais longe que achávamos que podíamos com o álbum '...And Justice For All'. Então escrever músicas mais curtas, e se sentir surpreendentemente confortável com isso, e então a adição do [produtor] Bob Rock, que nos ajudou... Sabe, nos guiar pelo processo de gravação por cerca de um ano, que nem sempre foi sem complicações e tal. Mas nós todos sabíamos que a dinâmica entre Bob e essas músicas e eu acho que seja lá o que estávamos trazendo com isso, era algo especial, e também com as mudanças que estavam acontecendo no rock e na cultura e o papel que a MTV estava tendo e assim por diante, tudo meio que se alinhou. Eu acho que considerando como toda a coisa poderia descarrilhar e implodir, nós lidamos bem. Nós meio que superamos e vivemos para contar a história, sabe. [Risos]"

Sobre o papel que a MTV teve no sucesso do Metallica:

Ulrich: "A coisa mais importante para nós, e acho que o mais importante disso, foi que nós sentimos que não nos vendemos ou alteramos artificialmente o caminho em que estávamos. Nós sentimos que a MTV... Sentimos que o mainstream estava se movendo em direção aonde estávamos. Nós sempre nos consideramos meio que autônomos e obviamente bem fora do centro e vivendo em nossa pequena bolha, e quanto mais sucesso fazíamos, mais o mainstream meio que se abria para quem éramos e vinha até nós, e sentimos que o mainstream estava nos abraçando em nossa posição, fora do centro, ao invés de nós abandonarmos quem éramos ou ir e encontrar a MTV no centro do universo deles."

Sobre o disco homônimo do Metallica ser o álbum mais vendido dos últimos 25 anos nos Estados Unidos:

Ulrich: "Eu acho que você pode colocar isso na categoria 'caralho'. Há tantas coisas inerentemente bizarras nessa frase ou nesse fato que eu nem sei por onde começar. Se você apenas considerar quem nós éramos por boa parte dos anos 80 e como permanecemos por boa parte do resto de nossa carreira e como nós sempre nos vimos como pessoas de fora. Digo, obviamente, eu não sou ignorante o suficiente para não entender o que você está falando, mas nós vivemos aqui na Bay Area [de São Francisco] e não nos envolvemos em tudo que acontece em Nova Iorque e em Los Angeles. Eu acho que há algo na Bay Area que nos mantém com os pés no chão, e ainda temos um senso de realidade bem decente, e nós nos forçamos a priorizar nossas família e ter uma vida mais normal possível de São Francisco. Nós estamos felizes e orgulhosos das escolhas que fizemos. Então, sabe, para um bando de pessoas que ainda se sentem como se fossem crianças e para um bando de pessoas que ainda se sentem como se nunca realmente se encaixaram nas coisas que rolam ao redor delas, é bem legal poder ter uma estatística como essa que você mandou pra mim, e meio que saber que estamos bem lá no topo. Eu não sou muito um cara nos termos de ser 'número 1' ou ganhar ou essas coisas meio sem sentido - significa cada vez menos para mim com o passar da idade - mas, obviamente, é algo bem legal de ter em seu arsenal, ou em sua lista de estatísticas. Eu acho que as crianças estão bem orgulhosas disso, então é tudo bem legal."

Sobre o "Black Album" ainda ter vendas constantes, com o disco vendendo cerca de cinco mil cópias toda semana nos Estados Unidos, 25 anos após o seu lançamento:

Ulrich: "Ouça, é obviamente incrível. Nós viajamos ao redor do mundo, e pelo mundo todo vemos fãs jovens ainda vindo aos shows do Metallica e ainda nos dando uma sensação de sentir relevante e nos encorajando e, de certa forma, eu acho, nos forçando a nos dar o melhor e assim por diante. Digo, é bem incrível que cinco mil pessoas ainda comprem esse disco [toda semana nos EUA], e eu gostaria de encontrar, tipo, o número 3267 da semana passada. Quero dizer, quem é essa pessoa? Você já não o tinha? VOcê está apenas substituindo a sua cópia antiga? Você apenas acabou de aparecer no nosso radar? Digo, ouça, eu acho isso incrível. Números como esse apenas são tão estranhamente abstratos para mim, que eu nem sei o que fazer com eles. E certamente eu posso dizer que tirando quando estou fazendo um entrevista sobre isso, é obviamente algo que eu não carrego comigo por aí. Mas na última semana, recebi alguns cumprimentos de um grupo de amigos e alguns e-mails me parabenizando pelo sucesso do disco e os 25 anos e tudo isso, então é certamente legal... É legal ter um disco como esse em seu catálogo e é legal, obviamente, ser parte de continuamente fazer diferença na vida das pessoas. Alguém me disse outro dia que comprar o 'Black Album' foi quase um rito de passagem entre ser uma criança e entrar na adolescência ou o que for. Então eu fico feliz com qualquer uma dessas estatísticas."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Newsted revela sua principal memória do Black Album

   17 de agosto de 2016     tags: newsted, entrevista, black album      Comentários



O ex-baixista do Metallica, Jason Newsted, se lembra de seu tempo no estúdio e do impacto que o Black Album, que faz 25 anos, teve no mundo do metal.

O músico falou à Billboard: "Foi o baixo, sozinho, introduzindo 'My Friend Of Misery', que não era a coisa mais fácil de se fazer dentro de uma banda."

"Foi o momento onde os caras meio que abaixaram as cabeça e disseram: 'Vai lá, cara. Coloque uma música lá', sendo o cara que criou isso. Ao invés de ser parte de um time, eu pude ser eu mesmo por um minuto lá, o que foi uma real conquista."

O músico, que veio para substituir Cliff Burton e depois foi substituído por Robert Trujillo, disse que tem orgulho de como o Black Album abriu as portas do metal para grandes audiências ao redor do mundo.

"Nós trabalhamos muito nesse disco e por muito tempo, e levar essa música ao redor do mundo, como fizemos, foi realmente muito poderoso."

"'Nothing Else Matters' foi nº 1 em 35 países na mesma semana ou alguma coisa assim e de repente recebemos ligações de países que nunca tiveram uma banda de metal tocando na frente de suas crianças, e eles estão ligando porque sabem que podem fazer muito dinheiro, porque nós éramos muito populares naquele momento."

"Fizemos algo bem pioneiro em ser a primeira banda de metal a ir em vários lugares. É disso que eu mais me lembro."

Fonte: Whiplash!

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Black Album atinge 16 milhões de cópias vendidas

   28 de maio de 2014     tags: black album      Comentários

O autointitulado álbum de 1991 do Metallica [também conhecido desde antes de seu lançamento como ‘Black Album’] continua a ser o disco mais vendido desde que o sistema Soundscan da auditora Nielsen começou a vigorar, naquele mesmo ano.

Um relatório de vendas publicado no site da edição estadunidense da revista Billboard revela que a banda chegou a 16.002.000 cópias do LP desde que ele chegou às lojas. 3 mil dessas unidades foram vendidas apenas semana passada. O disco de 1997 da cantora country Shania Twain, “Come On Over” está na segunda colocação do supracitado ranking, com 15.57 milhões de cópias vendidas.

Fonte: Whiplash!

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Metallica dribla divas do pop e está entre os campeões de vendas

   29 de março de 2014     tags: black album, listas      Comentários

A banda Metallica, nesta semana, entrou para o Top 3 dos artistas que mais vendem discos nos Estados Unidos desde a implantação da empresa Nielsen SoundScan, em 1991. Segundo a SoundScan, os gigantes do metal driblaram as divas Mariah Carey e Celine Dion e chegaram na marca das 54,26 milhões de cópias vendidas.

Com suas 69,52 milhões de cópias comercializadas, o astro country Garth Brooks é o grande campeão de vendas. Segundo a empresa, com 65,55 milhões de discos vendidos, a medalha de prata fica com os Beatles. Ainda sobre Metallica, a SoundScan projeta uma venda de 16 milhões de unidades do disco autointitulado, também conhecido por “Black Album”, lançado em 1991, para o segundo semestre de 2014.

A Nielsen é responsável por contabilizar as vendas no mercado fonográfico norte-americano há 23 anos. Os dados são colhidos semanalmente e usados como principais indicadores das paradas musicais da Billboard, que elabora o ranking musical mais importante do mundo.

Fonte: Cifra Club News

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Black Album prestes a bater mais uma marca de vendas

   02 de março de 2014     tags: black album      Comentários

O autointitulado álbum de 1991 do Metallica – geralmente chamado de ‘Black Album’ devido ao conteúdo gráfico majoritariamente preto de sua capa – está prestes a chegar aos 16 milhões de cópias vendidas somente nos EUA.

A edição estadunidense da revista Billboard aponta para o fato de o título ter subido da posição #166 para #146 em sua parada dos Top 200 na semana que passou e ainda estar vendendo de 2 a 3 mil cópias por semana, devendo assim ultrapassar os 16 milhões de discos em três ou quatro meses.

‘Metallica’ tem trafegado – entre idas e vindas – pelo Top 200 da publicação por 294 semanas e é o disco mais vendido da carreira da banda, com 30 milhões de cópias vendidas. Desde que o sistema Soundscan de auditoria de vendas passou a ser adotado em 1991, este é o disco que mais vendeu na América do Norte.

O álbum estreou no topo das paradas de 10 países, e passou quatro semanas consecutivas no #1 da Billboard à ocasião de seu lançamento, tornando-se o primeiro registro da banda a liderar a tabela.

Fonte: Whiplash!

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Mais certificados de platina e ouro da RIAA

   04 de janeiro de 2013     tags: black album, ride the lightning      Comentários

De acordo com a VVN Music, o Metallica aumentou sua coleção de discos de platina em dezembro de 2012 sobre dois de seus clássicos. O auto-intitulado álbum da banda (também conhecido como Black Album) recebeu seu 16º certificado de platina da RIAA (em português "Associação das Indústrias de Gravação da América"), o que significa 16 milhões de cópias vendidas, enquanto o disco "Ride the Lightning" recebeu seu 6º prêmio. Eles também asseguraram seis certificados de ouro por passar os 500 mil downloads de músicas individuais e outros dois também de ouro para canções que ultrapassaram os 500 mil downloads como toques.

Álbuns multi-platinados (1 milhão de cópias vendidas)

- Metallica (16x platina)
- Ride The Lightning (6x platina)

Download Ouro Individual (500 mil unidades vendidas)

- Nothing Else Matters
- Fade to Black
- The Unforgiven
- For Whom the Bell Tolls
- Master of Puppets
- The Day That Never Comes

Download Ouro Ringtones (download de 500 mil toques)

- Enter Sandman
- One

Em 2009 o Black Album superou o recorde de Shania Twain, com "Come on Over", como o CD mais vendido da era SoundScan.

Fonte: Whiplash!

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Hetfield e Hammett falam sobre disco preto

   25 de junho de 2012     tags: entrevista, hetfield, hammett, black album      Comentários

Chris Steffen do The Village Voice entrevistou recentemente o guitarrista/vocalista do Metallica, James Hetfield, e o guitarrista Kirk Hammett sobre o álbum de 21 anos atrás que lançou a banda ao sucesso comercial, conhecido como disco preto. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

The Village Voice: "Nothing Else Matters" foi um grande distanciamento da banda. Ela deixou alguns fãs com raiva, que esperavam por thrash metal, mas ainda é tocada em quase todos os shows.

James Hetfield: Isto é absolutamente louco, esta era a música que eu achava que era menos Metallica, que tinha a maior chance de nunca tocarmos, a última música que qualquer um gostaria de ouvir. Era uma música para mim, no meu quarto na turnê quando eu estava triste por estar fora de casa. É bem espetacular, é um verdadeiro testamento a honestidade e em me expor, liberando seu lado verdadeiro por aí, e aceitando o risco, apostando que alguém ou vai pisar no seu coração com espinhos ou eles vão colocar seus corações bem do lado dela, e você nunca saberá até tentar. Isto solidificou, eu acho, que nós estávamos fazendo a coisa certa, escrevendo de coração sobre o que sentíamos, e você não pode errar desta forma. Ela se tornou uma música inacreditável ao vivo, e desde o New York Hells Angels colocando-a em seu filme, as pessoas dos esportes, as pessoas se casando com ela, todos os tipos de coisas, as pessoas se relacionam com ela. Eu sou grato que os caras me forçaram a tirar do meu toca-fitas para torná-la do Metallica.

The Village Voice: O que você acha tão inspirador nos temas em "The Unforgiven" para você decidir revisitar a música para duas sequências?

James Hetfield: Talvez não esteja terminado, talvez eu não me sinta perdoado ou não foi capaz de perdoar. É uma daquelas músicas para mim que é bem pessoal, obviamente girando em torno do perdão do mundo e da própria pessoa e o que mais você tiver de ressentimento, e trabalhar nisso. A melodia em si nunca saiu da minha cabeça, é potente para mim, e liricamente, as coisas continuam a vir com ela, e provavelmente o fato de que você supostamente não deve fazer uma trilogia ou algo assim, ou continuar escrevendo a mesma coisa no próximo álbum. Eu acho que depois de "The Unforgiven III", nós meio que acabamos com isso. Eu acho que sou capaz de perdoar, me perdoar e seguir em frente.

The Village Voice: Vocês já olharam para uma setlist antes de um show, viram "Enter Sandman", e falaram, "Sério, caras, esta noite não"?

Kirk Hammett: Há uma certa quantia de músicas que sabemos que temos que tocar, pois a platéia espera que façamos isso, e as músicas que nós colocamos pois queremos tocar ou recebemos pedidos. A coisa legal de nossa música é que a maior parte dela é realmente divertida de se tocar, e muito dinâmica, dinâmica o suficiente que se quisermos mudar uma parte de uma música ou acrescentar uma parte, tirar uma parte, ela pode sobreviver a isso. Quando as músicas começam a ficar meio entendiantes, o que nós fazemos é mudá-las, tirar partes, acrescentar partes, ou torná-las mais dinâmicas, e esta é a nossa forma de para lidar com esse fato de tédio, o que eu acho que é uma boa forma de lidar. Houveram vezes em que mencionar "Seek and Destroy" me faria gargalhar, mas nós começamos a tocar de forma mais pesada, e agora ela soa como uma música nova para mim. Nós fizemos a mudança seis ou sete anos atrás, e eu a amo de novo.

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Rise to Remain e DevilDriver em disco tributo ao Black Album

   13 de junho de 2012     tags: black album      Comentários

Rise to Remain, DevilDriver e Your Demise estão entre os artistas que estarão no tributo de aniversário de 21 anos do auto-entitulado álbum de 1991 do Metallica, conhecido como Black Album, que estará disponível na edição da próxima semana (20 de Junho) da revista Kerrang! do Reino Unido.

Entitulado "The Black Album: Covered", o CD contará com as seguintes faixas:

01. Rise to Remain - "Enter Sandman"
02. Your Demise - "Sad But True"
03. DevilDriver - "Holier Than Thou"
04. The Defiled - "Unforgiven"
05. Yashin - "Wherever I May Roam"
06. Hawk Eyes - "Don’t Tread On Me"
07. Evile - "Through The Never"
08. Lostalone - "Nothing Else Matters"
09. Savage Messiah - "Of Wolf And Man"
10. Black Spiders - "The God That Failed"
11. Motionless in White - "My Friend Of Misery"
12. Devil Sold His Soul - "The Struggle Within"

Agradecimentos: Philip666
Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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