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Hetfield: A música salvou minha vida

   01 de dezembro de 2018     tags: entrevista, ultich, hetfield, trujillo      Comentários

Antes do show do Metallica em 28 de Novembro em Boise, Idaho, os quatro membros da banda foram entrevistados por Big J da 100.3 FM The X. Em Maio, os músicos prometeram dar uma entrevista pessoalmente para o Big J, caso ele perdesse pelo menos 100 libras (cerca de 45 quilos) até o show de Boise. Big J, cujo nome real é Jeremi Schlader, pesava cerca de 192 quilos e narrou sua luta contra a balança nas redes sociais.

Perguntados sobre como se sentem quando um fã vem até eles e diz que a música do Metallica salvou sua vida, o frontman James Hetfield disse: "Eu sei o que eles querem dizer, pois ela também salvou a minha vida. Então, sim, junte-se ao clube. [Risos] Mas essa é a conexão definitiva, de verdade - algo que eu senti; um pouco de medo, um pouco de ansiedade, um pouco de... Seja lá o que for. Minha visão de mundo, eu acho, é totalmente bagunçada, é defeituosa, e então quando alguém vem até você e diz que 'Ei, aquilo que você escreveu ou que você criou me ajudou', há uma conexão maior... É como se você não falasse nenhuma palavra; você apenas sentiu o que aquela pessoa está sentindo - mesmo que seja um sentimento diferente. É vago o suficiente para que elas se envolvam e digam... E todo mundo ama quando alguém está contando a sua história. Alguém está dizendo, 'Aquele cara está cantando para mim' ou 'Aquela música é sobre mim'."

O baixista Robert Trujillo completou: "Eu acho que com música - Eu a chamo de canal definitivo, então ela é a conexão - e com a música e a magia da música, você está fazendo as pessoas felizes. Eu costumava correr nas montanhas, treinando ouvindo Metallica na época do 'Ride the Lightning', então sempre há um lugar para isso, e é quase sempre positivo para a maioria das pessoas. Eu imagino que te ajudou em sua jornada - nossa música - e que ela continuará a fazer isso. Música é como magia na minha cabeça - é realmente especial. E você está comprometido com a música por conta do que você faz e do seu trabalho e da sua vida."

O baterista Lars Ulrich opinou: "Eu acho, para mim, que a coisa chave é... Atualmente... As pessoas costumavam dizer que antigamente, nós, ou eu, ou a maioria de nós, não diminuíamos o ritmo o suficiente para absorver, ou permitir que a absorvessemos isso. E eu acho que o principal atualmente é, 35 anos nessa jornada louca, ouvir e permitir que a gente a absorva, a internalize, e meio que sentir orgulho disso e sentir essa conexão que o James está falando, é realmente legal."

Ulrich continuou: "Eu não gostaria de volta atrás e dizer, 'Eu gostaria que tivesse feito isso diferente 20 anos atrás', mas algumas vezes eu apenas gostaria que pelo menos eu tivesse diminuido o ritmo o suficiente para absorver muito disso. Mas nós sempre estávamos na correria para fazer a próxima coisa ou o que fosse. Então ouvir isso agora... Nós fazemos muitos meet-and-greets e muitas interações com os fãs em muitos níveis diferentes, e esse momento, essa conexão - o que for. Todo mundo tem uma versão diferente disso, mas é sempre precioso e é um destaque de verdade do dia quando a gente vem e faz os shows."


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net


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