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Metallica recebe discos de ouro e platina no Brasil
31 de janeiro de 2010Tags: são paulo, brasil, death magnetic, orgullo, pasión y gloria
O Estadao.com.br publicou a seguinte matéria em seu site, sobre a coletiva de imprensa que rolou no final da tarde deste sábado.
O Metallica recebeu hoje (30) à tarde dois prêmios pela vendagem de CDs e DVDs no Brasil. A premiação foi realizada poucas horas antes de a banda realizar o show marcado para a noite no Estádio do Morumbi, em São Paulo. O grupo norte-americano recebeu um disco de ouro pelas vendas acima de 45 mil cópias do CD "Death Magnetic" e um disco de platina pela vendagem superior a 60 mil cópias do DVD ao vivo "Orgulho, Paixão e Glória".
Após a premiação, realizada no Salão Nobre do Morumbi, os integrantes do Metallica concederam uma breve coletiva à imprensa. Durante a conversa de cerca de 20 minutos com os jornalistas, disseram que estavam ansiosos para tocar pela primeira vez em um estádio de grandes dimensões no País.
Questionado sobre um eventual lançamento de um CD depois do sucesso do "Death Magnetic", o vocalista do Metallica, James Hetfield, disse que por enquanto a banda está concentrada na turnê "World Magnetic Tour" pela América Latina, mas que sempre há um tempo para ideias de músicas novas. "Criamos sempre alguns riffs nos quartos dos hotéis, mas é o espírito da turnê que deve nos inspirar para um disco novo", comentou.
Por volta das 20 horas, o Morumbi já estava lotado à espera do show de abertura da banda brasileira Sepultura. O entrada do Metallica no palco está prevista para às 21h30. Foram colocados à venda 68 mil ingressos.
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Indicação ao Grammy
03 de dezembro de 2009Tags: grammy, death magnetic
O site oficial do Metallica foi atualizado com a seguinte notícia, sobre uma indicação ao Grammy:
Uau... De novo?
Hoje de noite, o pessoal da Recording Academy anunciou que eles nos indicaram para um Grammy este ano pela faixa "The Unforgiven III" do Death Magnetic na categoria de Melhor Performance de Hard Rock.
É uma honra ser incluído entre nossos colegas indicados do Alice in Chains, AC/DC, Linkin Park e Nickelback. Os prêmios serão entregues em 31 de Janeiro de 2010 no Staples Center em Los Angeles e irá ao ar na televisão pela CBS.
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Death Magnetic entre as melhores capas desta década
23 de outubro de 2009Tags: death magnetic, listas
A Gigwise compilou uma lista com as 50 melhores capas de álbuns desta década, e o "Death Magnetic" conseguiu a 23a. posição:
Metallica: 'Death Magnetic' (2008) – Uma capa auto-explicativa que nos lembra que todos nós nos aproximamos da morte eventualmente. Saudações, Metallica. A beleza dela, no entanto, são as camadas que são retiradas a cada página que você vira no livreto, te levando gradualmente ao fundo da cova. Macabro, mas legal.
Para conferir a lista completa de capas escolhidas e suas respectivas explicações em inglês, clique aqui.
Fonte (em inglês): Brave Words & Bloody Knuckles
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Hammett: "Metal é a música que me move emocionalmente"
30 de setembro de 2009Tags: entrevista, hammett, death magnetic
Broward/Palm Beach Music divulgou a seguinte reportagem de Saby Reyes-Kulkarni:
Duas décadas depois de seu último e verdadeiramente trabalho de vanguarda, o clássico ...And Justice For All de 1988, o Metallica se encontra estranhamente no topo do mundo enquanto ainda luta para continuar relevante.
Começando com o disco Metallica de 1991 (conhecido como álbum preto), a banda passou a se distanciar daquele estilo thrash metal que tocava com habilidade inigualável. Ano passado, ele retornou com o Death Magnetic produzido por Rick Rubin, uma tentativa de reencontrar suas músicas com estruturas características e épicas. Fãs e críticos louvaram o retorno a forma da banda, e este outono o Metallica pode ser visto em uma turnê de arena há muito esperada.
O guitarrista Kirk Hammett falou com o New Times sobre a mentalidade da banda e onde ela se encontra hoje na cena do metal.
Q: Olhando para o álbum preto, por que vocês de repente mudaram para músicas mais curtas? Vocês tiveram três álbuns clássicos consecutivos com músicas progressivas, envolventes, e a base de fãs de vocês até então se formou a partir isso.
A: "Nós estávamos só cansados disso. Nós queríamos fazer algo que fosse mais orientado ao groove e tivesse um pouco mais de alma. Com as coisas que fizemos nos anos 80, muitas vezes tinha a ver com nos mostrar."
Q: Então por que o retorno as origens no Death Magnetic?
A: "Nós nos cansamos de novo. [risos] Quando começamos a escrever para o Death Magnetic, descobrimos que as coisas mais progressivas soavam bem de novo. Nós não fazíamos isso há um tempo, e de repende, meio que soou novo. Muito disso também tem a ver com o fato de Rick Rubin ter falado que ele queria que fizessemos o álbum definitivo do Metallica. Em sua mente, o álbum definitivo do Metallica seria mais na linha daquilo que fizemos nos anos 80."
Q: Quanta pressão a banda sentiu, sabendo que existe esse catálogo para ser comparado?
A: "Depende. [risos] Alguns dias você sente isso; alguns dias não."
Q: Rick Rubin deixou muito a banda sozinha em estúdio. O que ele trouxe a mesa?
A: "Seu jeito é como de um fã - uma pessoa que vai a loja de discos e compra álbuns. Ele sabe o que ele espera ouvir de uma banda, e quando ele não ouve, ele vai a algum outro lugar. Ele não liga para "A menor nesta parte ao invés de D maior". Isso é realmente legal pois deixa todos os problemas musicais para a banda resolver. No final do dia, você tem um resultado menos adulterado. Uma coisa sobre o Bob Rock [o produtor da banda entre 1991 e 2003] era que um pouco do seu estilo de compor e sensibilidade entraria na música."
Q: Como achar paz pessoal reflete na música quando vocês estão tocando coisas pesadas?
A: "Quando eu estou realmente pra baixo, a música me faz sentir melhor, e simplesmente caiu do heavy metal ser aquilo que me move emocionalmente. E você não tem que ser limpo e sóbrio ou um bêbado raivoso para sentir a música que te move."
A reportagem completa pode ser lida, em inglês, clicando aqui.
Fonte (em inglês): Brave Words & Bloody Knuckles
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Death Magnetic eleito melhor álbum no Kerrang! Awards
03 de agosto de 2009Tags: death magnetic, premiação
Segundo a ContactMusic.com, o Metallica e o Slipknot foram honrados com os maiores prêmios do Kerrang! Awards 2009 em Londres.
Segundo o editor Paul Brannigan, da Kerrang!, "o Slipknot e o Metallica são os dois monstros do rock que foram escolhidos pelos leitores da Kerrang! desta vez. Ambos tiveram um ano realmente bom, álbuns número 1 nos Estados unidos e álbuns número 1 e número 2 aqui, turnês esgotadas, atrações principais dos principais festivais de rock neste país... Não é de surpreender que eles estão em cada uma das categorias nas quais podem concorrer."
O Metallica ganhou na categoria de melhor álbum com "Death Magnetic".
Fotos da premiação podem ser conferidas clicando aqui.
Fonte (em inglês): Blabbermouth.net
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Death Magnetic certificado como platina duplo na Alemanha
27 de maio de 2009Tags: death magnetic
O último álbum do Metallica, "Death Magnetic", foi certificado como platina duplo na Alemanha, com mais de 400 mil cópias vendidas. O CD, que chegou ao topo da parada German Media Control em seu lançamento em Setembro, atingiu vendas de 150 mil unidades no país em apenas sete dias.
Os quatro membros do Metallica foram presenteados com as placas de platina duplo do "Death Magnetic" em 17 de Maio de 2009, no evento de lançamento do "Guitar Hero: Metallica" no Hard Rock Café em Cologne, Alemanha.
Fonte (em ingl6es): Blabbermouth.net
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"Death Magnetic" eleito álbum mais vendido na Finlândia
18 de março de 2009Tags: death magnetic
O Metallica ganhou a categoria "Álbum Mais Vendido do Ano" com o "Death Magnetic" na edição deste ano do Emma Gaala (equivalente finlandês do Grammy), que aconteceu no dia 14 de Março em Kulttuuritalo em Helsinki. A cerimônia foi televisionada pelo canal finlandês YLE TV2.
Além disso, o Children of Bodom levou o prêmio de "Álbum de Metal/Hard Rock do Ano", enquanto o Slipknot foi eleito o "Artista Estrangeiro do Ano". Para a lista completa de ganhadores, em finlandês, basta clicar aqui.
Fonte (em inglês): Blabbermouth.net
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Anthrax: baterista fala sobre Metallica
10 de março de 2009Tags: anthrax, death magnetic
O baterista Charlie Benante, integrante do Anthrax, concedeu uma entrevista para o site The Quietus e entre várias outras coisas, o músico deu sua opinião sobre o recente álbum do Metallica, "Death Magnetic".
O que você achou do novo álbum do Metallica?
Benante: "Bem, está bem próximo do que eles fazem, não? Eles não fazem um álbum de thrash metal de verdade desde, talvez, '...And Justice For All' de qualquer forma, mas sim, é um bom disco, sem dúvida".
Você acha que se as bandas lançassem álbuns como "Among the Living" ou "Master of Puppets" agora, as pessoas comprariam como fizeram no passado?
Benante: "Sim, com certeza".
Para ler a entrevista inteira (em inglês) acesse este link.
Fonte: Whiplash!
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Ulrich: "Baixei o Death Magnetic ilegalmente"
03 de março de 2009Tags: ulrich, entrevista, death magnetic
O baterista do Metallica, Lars Ulrich, que deixou muitos fãs raivosos ao iniciar uma batalha contra o Napster em 2000 anti-download ilegal de música, admitiu em entrevista recente que ele também usou a internet para obter um álbum completo sem pagar por ele. "Eu me sentei lá e baixei o [último CD do Metallica] 'Death Magnetic' [ilegalmente] da internet só pra testar", disse ele a Eddie Trunk da série "That Metal Show" da VH1 Classic.
"Foi como, 'Uau, é assim que funciona'. Eu achei que se tinha alguém que tinha o direito de baixar o 'Death Magnetic' de graça, era eu. Eu sentei lá uma noite em minha casa com cerca de seis de meus amigos e uma garrafa de vinho. E como que chamava isso?! [Tentando lembrar do nome do cliente de compartilhamento de arquivos que ele usou para baixar o álbum] Nós o achamos - foi tipo dois ou três dias depois que [o 'Death Magnetic'] vazou. Eu estava tipo, 'Quer saber? Eu preciso tentar isso'. Então eu sentei lá, e trinta minutos depois, eu tinha o 'Death Magnetic' no meu computador. Foi meio bizarro."
Em uma entrevista de 2003 para a Launch, Lars disse sobre a batalha da banda contra o Napster, "Na maior parte do tempo, é como um sonho ruim, tipo, o que foi aquilo? [Vários] anos depois, é tipo, isso realmente aconteceu? Nós passamos de bem respeitados, bem adorados, e então um dia eu acordo e de repente eu era o cara mais odiado no rock 'n' roll. Foi tipo, hã? Eu? O que eu fiz de errado? Eu sou um dos mocinhos. Havia todo tipo de coisa estranha. Se você olhar para nossa história, nós sempre fomos bem protetores com nossas coisas. Quando alguém chega próximo demais ou mexe com nossas coisas, nós sempre tomamos ações. Em retrospectiva, eu tenho orgulho do que nós fizemos, eu realmente fui pego de surpresa nessa. Em meu pequeno mundo ignorante, eu não vi isso vindo. Eu fui completamente ignorante e sem idéia da magnitude deste problema para as pessoas. Eu estava sentado lá no meu pequeno mundo egoísta, 'Eu vou proteger o Metallica. Não mexa com o Metallica'. Então (som explosivo), 'Você é a favor das gravadores, seu ganacioso!' Eu não sou pró-gravadora. Nós inventamos ser anti-gravadoras. Nós falamos para nossa gravadora se foder antes de qualquer um. Parem. Foi algo muito surreal, porque foi tão difícil conectar o que eu lia sobre mim e o Metallica, era tão abstrato com aquilo que estava no meu radar sobre minha própria realidade. As pessoas falando, 'você é um homenzinho ganancioso'. Foi tipo, sobre o que nós estamos falando? Nós temos dado coisas há anos. Nós queremos ser aqueles que dão as coisas de graça, não alguma outra pessoa. Eu tenho orgulho da postura que tomamos. Foi uma época bem difícil. Foi muito difícil, porque no meio disso tudo, você precisa colocar sua melhor cara para mostrar. Foi difícil. Muitas dessas merdas machucam e perturbam porque foi difícil de conectar isso a sua própria realidade. Por bem ou por mal, eu iniciei um bom debate. Em retrospectiva, eu não estou clamando por algum tipo de vitória - quem liga pra isso? - eu acho que mais pessoas estão começando a perceber, não que nós estávamos certos, mas isto é algo que está mudando a face de tudo que está rolando. Não só no mundo musical, mas o mundo dos filmes é o próximo. Qual melhor forma de lidar com isso do que pelo menos educar as pessoas sobre isso. Se não, eu olho para os seis meses em 2000 como um primeiro passo na educação."
Fonte (em inglês): Blabbermouth.net
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