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Hammett: Sempre tive muita empatia por Dave Mustaine

   04 de Dezembro de 2016     tags: mustaine, hammett, entrevista      Comentários


Kirk Hammett disse que se reconectar com Dave Mustaine durante o show de 30 anos de aniversário do Metallica, no dia 30 de dezembro de 2011, ajudou o líder do Megadeth a superar sua tristeza, raiva e frustração de ter sido demitido do Metallica em 1983, sendo que ele foi substituído justamente por Hammett.

"Bem, vocês sabem, nunca tive nenhum problema com Dave, mas sempre senti que ele era muito triste, tinha raiva e se sentia frustrado pelo ocorrido com o Metallica, e ele nunca conseguia se livrar daqueles sentimentos. E sempre tive muita empatia por ele, pelo que ele passou, é o equivalente à mulher de nossa vida nos abandonando. Nunca fui demitido de uma banda, mas imagino que seja uma experiência horrível, especialmente se for uma banda pela qual você nutre paixão. Então eu compreendo o sentimento que ele nutriu todos estes anos. Mas posso dizer que quando fizemos o show de comemoração aos 30 anos no Fillmore e convidamos Dave para tocar, foi fantástico dividir o palco com ele. E a química foi perfeita, enquanto Dave fazia os solos, eu e James cuidávamos da parte rítmica. Pude ver em sua expressão que para Mustaine aquilo foi uma catarse, e o ajudou a superar tudo. Desde então nossa relação com ele ficou ainda melhor. Acredito que aquilo tudo serviu para cicatrizar as feridas que precisavam ser curadas".

Fonte: Whiplash!

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Hetfield sobre apresentação no Jimmy Fallon: Você precisa rir de si próprio

   30 de Novembro de 2016     tags: jimmy fallon, entrevista, hetfield      Comentários


O Metallica tocou a clássica música "Enter Sandman" usando instrumentos musicais infantis durante uma participação na edição de 16 de Novembro do "The Tonight Show Starring Jimmy Fallon". Eles se juntaram a banda do programa, The Roots, e ao apresentador Fallon.

Falando com o "Metal Talks" do Spotify, o frontman do Metallica, James Hetfield, disse sobre a apresentação: "A coisa do 'Jimmy Fallon' foi uma daquelas que apareceram em nosso colo. Eles falaram, 'Ei, quer fazer isso?'. E ficamos, 'Claro, por que não?'. E sim, nós nos divertimos fazendo isso.

Ele continuou: "Você precisa ter humor, você precisa... Você precisa rir de si próprio, você precisa... Não se levar tão a sério o tempo todo. Coisas como essas são divertidas, e ilumina seu coração, e te deixa mais humilde também."

"Nós temos literalmente medo de fazer jam com certas pessoas, pois achamos que não somos dignos suficientes; não somos ótimos músicos. Mesmo com essas pequenas flautas e coisas assim, eu estava preocupado... Digo, Kirk [Hammett, guitarra] estava praticando a música nessa coisinha de gravar. É, tipo, 'Cara, pára de praticar! Apenas se divirta. Vá lá errar.'"

Hetfield completou: "É divertido dar permissão um ao outro para errar, e você não está sob um microscópio. Pois ao vivo, digo, algumas vezes estamos bem afiados, algumas vezes não. E antes de entrar no palco, sempre nos lembramos que, 'Ei, erros acontecem aqui e tornam este show único. Não sejam tão duros com vocês mesmos. E se você estiver para baixo, apenas olhe para os outros caras, nós te levaremos'. Então há liberdade para fazer merda no Metallica."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield comenta cada uma das letras do Hardwired... To Self-Destruct

   27 de Novembro de 2016     tags: hardwired to self destruct, hetfield, entrevista      Comentários



Em uma entrevista publicada na revista do fã-clube oficial do Metallica, o frontman da banda, James Hetfield, fala a respeito de cada uma das letras das músicas que fazem parte do novo disco do grupo, "Hardwired... To Self-Destruct". A tradução na íntegra, realizada pelo Metallica Remains, pode ser conferida clicando aqui.

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Hetfield sobre o Hardwired: Queria combinar o Kill 'Em All com o Black Album

   27 de Novembro de 2016     tags: entrevista, hetfield, vídeos, hardwired to self destruct      Comentários

Bebe Contempomi do programa "La Viola" da Argentina realizou uma entrevista recentemente com o frontman do Metallica, James Hetfield. Assista a conversa abaixo. Alguns trechos traduzidos podem ser lidos a seguir.

Se o Metallica já usou idéias não utilizadas anteriormente quando escreve um álbum novo:

James: "Nunca são músicas antigas. Assim que um álbum é finalizado, a caixa de riffs é jogada fora. Nós usamos o melhor. Não há razão para salvá-la se não for bom, pois escreveremos coisas novas. Eu tenho muito interesse em continuar seguindo adiante. E mesmo que fosse difícil, pois ter oitocentos riffs no meu telefone ou computador ou algo assim, e tudo que eu queria era, 'Vamos escrever um riff novo agora. Vamos fazer isso'. Há algo mágico que acontece quando Lars [Ulrich, bateria] e eu nos juntamos e eu ligo um som alto de guitarra. Isso me move e eu posso criar riffs. É ótimo."

Sobre seu relacionamento com Lars Ulrich:

James: "Bem, você é casado, não é? É assim. É desse jeito. Ah, claro que é. É mais difícil do que casamento, pois somos dois homens, e nós dois queremos o que queremos. [Risos] Bem, sabe, somos irmãos. Nós nos amamos, nós nos odiamos e tudo que existe entre as duas coisas. Nós passamos tanto tempo juntos. Esse é o relacionamento mais longo, além da minha família, que eu já tive com qualquer um e é difícil - vou te dizer, é difícil. Demanda muito trabalho, e você precisa ser honesto um com o outro o tempo todo, e você precisa se comunicar. Pois somos criativos, e em minha cabeça, eu começo a inventar coisas, 'o que ele está fazendo? Ahh...'"

Sobre o novo álbum do Metallica, "Hardwired... To Self-Destruct":

James: "'Death Magnetic', eu realmente gostei. Foi um pouco mais difícil para o ouvido. Este soa um pouco mais fácil de se ouvir, mas ainda pesado. Eu queria combinar o 'Kill 'Em All' e o Black Album, de alguma forma, com camadas, harmonias e simplicidade."


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield: "Quero estar vivo para meus netos"

   25 de Novembro de 2016     tags: entrevista, hetfield, vídeos      Comentários

A rádio Star FM de Berlin, Alemanha, realizou uma entrevista recentemente com o frontman do Metallica, James Hetfield. A conversa pode ser assistida abaixo.

Falando sobre como os membros do Metallica se mantém em forma para a estrada, Hetfield disse: "Bem, eu acho que sempre temos sido honestos com a gente mesmo e nossa música. Nós tentamos não desapontar uns aos outros durante os anos, e sabemos que o Metallica é vida para gente - obviamente, além de nossas famílias. Mas eu vou dizer que nós precisamos cuidar do Metallica de toda forma possível, e saúde - mente, corpo e alma - é bem importante para gente."

"Sair em turnê aos 53 anos, e as pessoas nos compararam com bandas como The Rolling Stones ou algo assim, que tem 110 anos e ainda estão tocando, é espetacular. Eu amo isso - eles são grandes mentores para se espelhar - mas eu diria que eles não estão tocando as músicas que tocamos, com a intensidade e talvez o atletismo que fazemos. Mas é importante se manter saudável. Ao invés de ir para bares de noite, eu garanto que estamos dormindo um pouco. Temos alguém que está na estrada que está nos alongando antes e depois dos shows. Então, sim, obviamente, ter comidas mais saudáveis e... Sim, o estilo de vida mudou; não há dúvidas quanto a isso. E basicamente, eu quero estar vivo para meus netos [risos], além de tocar no palco."


Fonte (em inglês): Blabbermouth

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Ulrich: "Deveria ter feito aulas de bateria"

   25 de Novembro de 2016     tags: entrevista, ulrich, curiosidades      Comentários



Lars Ulrich disse que deveria ter feito aulas de bateria enquanto tocava ao vivo com o Metallica. A declaração aconteceu durante uma sessão de "perguntas estúpidas" para a EW.com, como parte das entrevistas promocionais para a divulgação do novo álbum da banda, "Hardwired... To Self-Destruct", lançado semana passada.

Ao ser perguntado sobre o que passa em sua mente enquanto toca, ele respondeu: "Eu deveria ter feito aulas de bateria. Espero que o cara do som tenha ajustado tudo bem alto para que minha falta de habilidade seja mascarada. Toda noite (quando o Metallica toca ao vivo), um grande baterista se vira em sua sepultura. Como sou eu quem monta o set-list, devo me lembrar de nunca colocar 'One' no repertório".

Sobre o uso de músicas do Metallica para torturar presos do Afeganistão, Lars disse: "A guerra teria acabado mais cedo se eles usassem apenas músicas do 'St. Anger'".

Fonte: Whiplash!

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Hetfield: Não quero esperar tanto tempo para o próximo disco

   23 de Novembro de 2016     tags: entrevista, hetfield, áudio, hardwired to self destruct      Comentários

James Hetfield disse que a reação ao novo álbum do Metallica, "Hardwired... To Self-Destruct", tem sido tão positiva, que inspirou a ele e seus colegas de banda a não demorar tanto para lançar o próximo disco.

"Hardwired", o primeiro álbum do quarteto em oito anos, saiu em 18 de Novembro, e a crítica inicial tem sido majoritariamente positiva, com vendas estimadas entre 305.000 e 315.000 cópias nos Estados Unidos na primeira semana de lançamento.

Falando com o Linea Rock da Itália sobre os planos do Metallica para o futuro, Hetfield disse: "Eu acho que nós planejamos... Pelo menos por enquanto, reservamos dois anos [de turnê]... Pelo menos. Então eu não posso prever o futuro, mas nós começamos aí e espero que tenha mais por vir. E eu gostaria de fazer música nova mais cedo do que oito anos, com certeza. Você tem tanto prazer e alegria em ouvir sua música nova e ter outras pessoas ouvindo. Então eu não quero esperar todo esse tempo."

Hetfield também falou sobre a capa do "Hardwired... To Self-Destruct", que conta com fotos dos quatro membros fazendo caras bravas e olhando em direções diferentes, sobrepostas umas sobre as outras. Ele disse: "Eu acho que é uma idéia realmente bem legal de juntar os nosso lados diferentes. E especialmente a capa, eu acho que é realmente poderoso ter este visual deste monstro do Metallica com múltiplas faces e múltiplas emoções e expressões."


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: Hardwired é o disco mais coerente que ja fizemos

   20 de Novembro de 2016     tags: entrevista, ulrich, hardwired to self destruct      Comentários



Em uma nova entrevista para a Rolling Stone, o baterista do Metallica, Lars Ulrich, falou sobre o processo de composição do mais recente álbum da banda, "Hardwired... To Self-Destruct", lançado nesta última sexta-feira, 18 de Novembro. Disse ele: "No 'Death Magnetic' [de 2008], nós passamos bastante tempo, muitas horas e reuniões, discutindo a direção. [O produtor do 'Death Magnetic'] Rick [Rubin] é bastante favorável a reuniões e conversas. Foi realmente bom para gente nos sentarmos e fazer uma avaliação de quem éramos, o que pensávamos sobre nós e onde estivemos e onde queríamos ir. Nós lutamos bastante ao longo dos anos tentando encontrar o balanço certo entre o futuro e o passado. Houveram tempos onde nós especificamente demos as costas para o passado, por conta do medo da repetição ou de percorrer novamente um mesmo terreno."

"Quando pegamos o 'Hardwired' dois anos atrás, não houveram conversas. Eu passei o verão vasculhando este iPod [de riffs] da melhor forma possível. Então me sentei com James [Hetfield, guitarra/vocal] e disse, há tipo 30 ou 40 idéias neste iPod, de 1500, que eu acho que podem ser as bases das músicas. Então começamos a passar por elas. Ao contrário do 'Death Magnetic', nós só começamos a fazer jams e tocar. Foi quase como se estivéssemos continuando de onde paramos no 'Death Magnetic'. O que foi diferente, como na 'Spit Out The Bone', é que começamos a cortá-la e deixá-la mais enxuta, mais concisa. Rick nos encorajou a ir além e faze-lo mais longo e louco e mais ridículo."

Ulrich também chamou o "Hardwired... To Self-Destruct" possivelmente "o disco mais coerente que já fizemos", explicando: "Com o 'Death Magnetic', tínhamos 14 músicas, e sentimos que havia uma linha clara dividindo as dez primeiras e as últimas quatro. Então, 11, 12, 13 e 14 não eram dignas de estarem em companhia das 10 primeiras, então guardamos e as compartilhamos alguns anos depois [no EP 'Beyond Magnetic']. O que sentimos com este material é que a coerência do começo ao fim era diferente de qualquer conjunto de músicas que podíamos lembrar. Até com a 'Lords of Summer' como número 13, em certo momento nós pensamos em colocá-la com as primeiras 12, e então sentimos que a coerência era tão alta que queríamos compartilhar todas elas. Eu amo a coerência deste disco. É tão alta, pelo menos para nós. Obviamente ninguém vai se sentar lá e pensar que a música nove do 'Load' é tão boa quanto a um, dois ou três ou a música 10 do Black Album. Eu acho que este disco é profundo, e eu acho que há uma coerência que vai além do usual para nós, então estou bem animado com isso."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Trujillo: Créditos nas músicas não são grande coisa

   20 de Novembro de 2016     tags: hardwired to self destruct, vídeos, entrevista, trujillo      Comentários


O Rock Antenne da Alemanha realizou uma entrevista com o baixista do Metallica, Robert Trujillo. A conversa pode ser assistida acima, e alguns trechos traduzidos podem ser conferidos a seguir.

Sobre a quantidade de tempo que a banda realmente gastou para fazer o "Hardwired... To Self-Destruct":

Robert: "É um longo processo pois os riffs começaram oito anos atrás. Muitas das idéias nasceram de nossa sala de ensaios, que é nosso pequeno espaço que usamos antes de entrar no palco. Com James Hetfield [guitarra/vocal], cada segundo ele vem com um ótimo riff. Nós temos que gravar e documentar isso, pois ele esquecerá aquele riff. Então as idéias são preparadas em casa. Mas realmente, dois anos era o foco quando começamos a preparar as músicas e os arranjos e então gravar.

Se o Metallica tinha a idéia de ser um disco duplo quando começaram a compor:

Robert: "Sim e não. Eu chamo isso de processo de eliminação. Você está nutrindo idéias e isso toma tempo. O que acontece é que há tantas, como eu digo, 'ótimas idéias'. O que você precisa fazer é tentar consolidá-las e juntá-las em uma música, e então sua música fica com 8 minutos. Então você tem mais de 80 minutos de música. Então você precisa ter dois CDs. Acabou sendo assim. Eu não acho que foi planejado dessa forma. Eu só acho que no momento, parece certo ter esses arranjos da forma que são. Então regularmente seu empresário te fala 'músicas de três minutos!', e você diz, 'impossível!'".

Sobre quanta voz ele teve no "Hardwired... To Self-Destruct":

Robert: "Na verdade, bastante. Muito mesmo. O que nós fazemos, embora quando você leia, muitas das pessoas gostam de ler os créditos e obviamente no 'Hardwired', comparado com o 'Death Magnetic', há créditos que são realmente centrados no Lars [Ulrich] e James. A verdade é que nós fazemos jams. Embora o riff original, ou a idéia venha de Hetfield neste álbum, estes são todos ótimos riffs de Hetfield. Você não vê tanto riffs do Kirk [Hammett] ou meus quanto no disco anterior. Eu estou lá todos os dias tocando e escrevendo minhas partes de baixo. Eu estou tocando minhas partes como partes de baixo. O que determina o crédito da música, você tem que perguntar para o Lars. [Risos] Mas está tudo bem."

"Eu sempre digo que meu papel no Metallica é apoiar a música e apoiar meu time e seja o que isso significa, eu estou lá para isso. Eu sou como Joe Walsh no The Eagles. Joe Walsh com o The Eagles era um compositor, ele fez várias coisas ótimas, mas quando tinha a ver com o The Eagles, ele estava lá para tocar guitarra, ele estava lá para cantar, ele estava lá para fazer aquilo que precisava. Se ele tivesse que escrever trechos, ele fazia. A coisa legal do 'Hardwired', eu amo as músicas, eu amo o som, a produção, eu amo o fato de que eu pude ir na cabine de gravação de vocal com o James e cantar backing vocals e ser parte da produção vocal nesse nível, que é algo que eu acho que nunca aconteceu. Há muitas experiências realmente ótimas neste álbum. É realmente um segundo passo para mim nesta banda, criativamente. É o segundo passo pois o 'Death Magnetic' foi o primeiro, com o produtor Rick Rubin e fazendo a viagem com Rick e [o engenheiro] Greg Fidelman sendo parte disso. Agora com Greg Fidelman como produtor e eu ainda estando lá, parece livre. Parece novo. Estou ansioso pelo próximo disco nesta jornada. Créditos de composição... Não é grande coisa. Eu acho que é mais importante a forma como as músicas se desenvolvem e meu papel em apoiar Lars e James com uma música, independente da idéia vir de Kirk ou James ou de mim, isso não importa. O que importa é se a música soa ótima quando finalizada."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hammett: Toda a preparação mental para o Hardwired foi diferente

   15 de Novembro de 2016     tags: entrevista, hardwired to self destruct, hammett      Comentários



O guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, falou com a Guitar World sobre o processo de gravação do novo disco da banda, "Hardwired... To Self-Destruct", que sairá nesta sexta-feira, 18 de Novembro. Ele disse: "Toda a preparação mental para este álbum foi diferente. Eu costumava me preparar tanto antes de entrar no estúdio, mas eu finalmente me sinto muito mais confortável com minhas habilidades. Eu não trabalhei previamente em nada antes de entrar no estúdio. Eu só apareci e toquei. Eu queria capturar um momento, mantê-lo espontâneo e revigorado, e ver onde isso iria, pois eu sou culpado de pensar demais."

Hammett completou que uma mudança em seu estilo de vida lhe deu uma nova estima sobre suas habilidades na guitarra.

"Eu sinto como se eu tivesse virado outra esquina", disse ele. "Eu me reconectei com meu instrumento de uma forma que eu nunca havia feito antes. Eu parei de beber, o que mudou as coisas. Nas noites que tínhamos shows, eu fazia a apresentação, saía depois e me embebedava, e voltava ao meu quarto e tocava por algumas horas. Eu ainda faço isso, mas a grande diferença é que eu não bebo mais e eu lembro o que toquei no dia seguinte. Hoje em dia, eu sinto como se pudesse tocar qualquer coisa que eu realmente me dedique, seja Paganini ou jazz. Pode demorar algumas semanas, mas eu posso fazer isso!"

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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