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Ulrich pensa em fazer nova edição do Orion Music + More no futuro

   23 de Dezembro de 2016     tags: orion music and more, entrevista, ulrich      Comentários



Durante conversa com a iHeartRadio, perguntaram a Lars Ulrich se o Metallica planeja em algum futuro não tão distante reviver o festival Orion Music + More, e o baterista respondeu: "Esperamos que sim. Meio que deixamos de lado o projeto quando passamos a nos dedicar ao disco ("Hardwired"). Mas acredito que vamos excursionar por anos promovendo o álbum, ao menos até 2019, eu imagino. Então tentaremos organizar outro Orion. Realizamos dois nos EUA, talvez a gente leve um pra Europa, Canadá ou México, pra variar um pouco".

O comentário de Lars vai de encontro ao que disse James Hetfield no final do ano passado, quando ele explicou que a banda perdeu "milhares de dólares" com cada edição do evento, e portanto não pensava em realizar mais nenhum deles.

A edição de junho de 2013 em Detroit levou ao menos 40 mil pessoas para o evento que contou com Metallica, Red Hot Chili Peppers, Deftones, Silversun Pickups, Rise Against e outros.

Fonte: Whiplash!

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Hetfield revela sua música favorita do Hardwired

   20 de Dezembro de 2016     tags: entrevista, hetfield, vídeos, hardwired to self destruct      Comentários

O frontman do Metallica, James Hetfield, foi entrevistado pelo site Deezer para discutir o novo álbum da banda, "Hardwired... To Self-Destruct". Na conversa, ele revelou que o disco novo foi tranquilo de ser feito, apesar do tempo que levou para ser concluído, chamando o processo de "confortável" e "fácil". Ele também destaca a música "Dream No More" como sua favorita do álbum.



Fonte (em inglês): Bravewords.com

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Hetfield: Mudança para Colorado foi motivada por atitude elitista de São Francisco

   19 de Dezembro de 2016     tags: entrevista, hetfield, vídeos      Comentários

Durante uma recente aparição no "The Joe Rogan Experience", o podcast apresentado por Joe Rogan, o frontman do Metallica, James Hetfield, falou sobre sua decisão de se mudar com sua família para Vail, Colorado, saindo da Bay Area de São Francisco, onde vivia desde o começo dos ans 80.

Descrevendo seu novo lar, Hetfield disse: "É silencioso. Não há trânsito. Especialmente agora - super silencioso. Neve... Neve faz algo para te acalmar um pouco."

"Há uma parte de lobo solitário em mim que você talvez possa se identificar. Mas eu gosto de ficar sozinho. Mas eu também preciso de pessoas para me conectar. Se mudar da Califórnia para Colorado foi ótimo para mim. Eu me sinto realmente... Me sinto como uma parte da natureza lá. E você não quer ficar do lado de dentro lá. Tem algo nisso. Você quer ficar do lado de fora o tempo todo."

"Nós conseguimos ver o Gore Range bem da nossa colina. E eu bebi muitas Coors Lights na minha vida e essa é a que está na lata. Tipo, 'Uau! Eu estou olhando para ela". E muitos picos de motanha com pelo menos 14 mil pés, muito snowmobile, rafting, paddle boarding... O que você quiser."

Perguntado sobre o que fez ele e sua esposa Francesca - que ele conheceu em 1992 quando estava em turnê com a banda, trabalhando no departamento de figurino, e se casaram em 1997 - junto de seus três filhos adolescentes, se mudarem para Colorado neste ponto de suas vidas, Hetfield disse: "Há provavelmente várias coisas que fizeram isso acontecer. Minha esposa cresceu lá. Ela nasceu na Argentina, eles se mudaram para Vail; ela foi para o ensino fundamental lá. Nós íamos muito para Tahoe para esquiar e coisas assim. E ela disse: 'Nós temos que ir para Vail. Isto não é neve. Nós iremos para Vail e sentiremos a neve'. E nós fomos lá algumas vezes e eu adorei."

Ele continuou: "Eu não sou um grande esquiador, mas eu posso esquiar e me divertir fazendo isso. Meus filhos amam isso. Então isso. Minha esposa vira uma criança quando nós vamos para lá, o que eu meio que gosto. É um pouco mais parecido comigo. [Risos] Ela pode ser um pouco [faz um movimento de linha reta com sua mão] - um pouco direto ao ponto demais. Sabe, ela se solta e se torna jovem de novo lá. Então tem isso."

"Eu meio que enjoei da Bay Area, a atitude das pessoas lá, um pouco. Elas falam sobre quão diversas elas são, e coisas assim, e está tudo bem se você for diverso como elas. Mas aparecer com um cervo no para-choques não rola em Marin County. Minha forma de comer orgânico não combina com a deles."

Hetfield, que é um membro da National Rifle Association e um ávido caçador, completou que ele se sentiu cada vez menos bem vindo em uma comunidade onde a caça é desaprovada por ser um ato cruel e desnecessário. Ele disse: "É algo que eu senti. Eu provavelmente criei um pouco disso tudo na minha cabeça. Pois eu sou muito bom nisso. Eu sou bem criativo, e eu posso começar lutas comigo mesmo na minha cabeça o tempo todo. Mas havia... Havia apenas... Eu não sei... Eu senti que havia uma atitude elitista lá - que se você não fosse do jeito deles politicamente, do jeito deles ambientalmente, tudo isso, você era desprezado. Eu acho que em Colorado, todo mundo é bem natural; as pessoas não estão jogando algum jogo, elas não estão posando. Elas são bem, 'oh, você curte fazer isso? Legal. Como foi? Como você está fazendo com isso?' E elas são menos obsessivas em parar o que você está fazendo e curtindo mais o que elas estão fazendo."

Ele continuou: "Eu me sinto mais em casa no centro oeste ou nas montanhas ou algo assim. Digo, eu amo o oceano, eu amo a Bay Area, eu amo o que ela tem a oferecer, mas há essa atitude que era... Não era saudável para mim. Estava começando a sentir como se estivesse lutando o tempo todo, e eu apenas tinha que tirar isso da minha cabeça. Então Colorado faz isso para mim."


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield: Riffs de Hammett não estavam lá durante composição do Hardwired... To Self-Destruct

   13 de Dezembro de 2016     tags: entrevista, hetfield, hardwired to self destruct      Comentários



James Hetfield disse que o Kirk Hammett "não se envolveu" no processo de composição do novo álbum do Metallica, pois seus "riffs não estavam lá".

Hammett assinou várias ótimas partes instrumentais durante os anos para o Metallica, junto do time de composição de Hetfield e o baterista Lars Ulrich, mas este não foi o caso no "Hardwired... To Self-Destruct".

Hetfield disse ao Metal XS da França: "Kirk não participou da composição. Kirk obviamente veio e fez os solos. Mas Lars e eu... Sabe, Lars e eu sempre fizemos isso, mas com as contribuições de outras pessoas com seus riffs e coisas do tipo. Os riffs de Kirk não estavam lá. Eu sei que ele fala sobre ter perdido seu iPhone e coisas assim com os riffs, mas... Não, ele não estava envolvido no processo. E Robert [Trujillo, baixo] estava lá. A introdução de 'ManUNkind' é do Robert; isso é ele, e é belo. Mas somos Lars e eu fazendo o que sempre fazemos - montando as músicas."

Hetfield também deu mais detalhes sobre o processo de composição do "Hardwired... To Self-Destruct', explicando: "[As músicas] foram montadas durante um período de tempo - eu diria talvez um ano e meio. Mas os riffs... Digo, os riffs existiam por um pouco mais de tempo. Mas não há... Digo, é tudo novo. Não há nada que foi sobra de outros álbuns ou algo assim, então é tudo novo. Alguns são riffs que estavam na minha coleção de riffs, e alguns eram, 'Vamos apenas ir lá e tocar', e alguns apenas surgiram lá. Então alguns são super novos, e alguns são, obviamente, do ano passado."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: Não sou a pessoa mais brava do planeta

   12 de Dezembro de 2016     tags: entrevista, ulrich, hardwired to self destruct      Comentários

Horas antes da apresentação que o Metallica fez no dia 18 de Novembro para lançar o novo álbum da banda, "Hardwired... To Self-Destruct", Lars Ulrich e Matt Everitt da BBC Radio 6 se sentaram para conversar sobre o novo disco, a cultura do skate e resoluções de ano novo. Você pode assistir a conversa a seguir, e um trecho pode ser lido abaixo.


Sobre o "Hardwired... To Self-Destruct" soar o mais "bravo" possível:

Lars: "Sim, eu não sei. A palavra 'bravo'... Você me conhece bem; nós passamos muito tempos juntos ao redor do mundo. Mas eu não sei... Quando você pensa sobre mim, provavelmente não pensa em uma pessoa brava, então eu provavelmente direcionaria essa palavra mais para, digamos, energértico, dinâmico... Eu tenho 52 anos. Eu tenho uma bela esposa, três filhos lindos. Nós temos uma banda que de certa forma funciona na maior parte do tempo, e nós temos a chance de conhecer rampas de skate ao redor do mundo, parques de skate indoor, então nós temos uma coisa bem legal rolando. Então 'bravo'... Mas certamente, quando você envelhece, e até quando você tem sorte suficiente de ter sucesso, certos elementos de seus traços de personalidade, como frustração, contrariedade, vulnerabilidade, questões... Todo esse tipo de coisa, isso não necessariamente diminui. Então ainda fazemos... Quando nós quatro estamos em uma sala juntos e começamos a tocar música, tem uma tendência de ainda meio que sair atrevido, energético... Se algumas pessoas acharem que isso é 'bravo', está tudo bem. Mas, como você pode dizer, e você me conhece bem, eu não sou a pessoa mais brava do planeta. Mas, obviamente, quando você entra em uma sala com pessoas e toca música, você se agita, especialmente quando tem uma platéia legal lá. Então a energia vai a um nível diferente, e está tudo bem. Nós ainda achamos uma forma de meio que nos agitar, e as críticas tem sido bem receptivas a este disco, dos fãs também. Então hoje é um bom dia para estar no Metallica."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hammett só se lembra de quatro riffs de iPhone perdido

   10 de Dezembro de 2016     tags: entrevista, hammett      Comentários



Em uma nova entrevista, o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, comentou mais uma vez sobre ter perdido seu celular com centenas de riffs.

Disse ele: "Vamos dizer que as consequências de perder meus telefone foram imensas. Não importa quem ou que tipo de pessoa você é, perder o telefone é tramático para qualquer um. Digo, ok, perdi meu telefone, perdi um monte de músicas, mas eu quero dizer que as pessoas perdem seus aparelhos, perdem informações pessoais, acontece, entende? Sou meio preguiçoso em termos de tecnologia. Ao perder meu iphone descobri que posso fazer backup no iCloud. E o engraçado é que o cara que inventou o sistema é meu vizinho (risos)".

Ao ser perguntado se ele seria capaz de recriar os riffs de cabeça, ele respondeu:

"Deixa te dizer. Eu tinha mais ou menos, não sei ao certo, 450 registros nele, o que significa entre 250 e 300 riffs, pois muitas vezes eu experimentava versões diferentes do mesmo riff. E quando perdi meu aparelho, consegui me lembrar de apenas 4 riffs. Então desencanei sobre o iPhone (risos)".

Fonte: Whiplash!

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Hammett comenta declarações de Donald Trump

   10 de Dezembro de 2016     tags: entrevista, hammett      Comentários



Kirk Hammett, guitarrista do Metallica, atacou Donald Trump, dizendo que o presidente eleito dos Estados Unidos não tem "um senso geral do que é certo e o que é errado".

Falando com a Billboard sobre as declarações de Trump que as mudanças climáticas são uma farsa criada pela China, Hammett disse: "Okay, vamos ficar somente nesta declaração. O que isto lhe diz sobre o cara? Qualquer pessoa normal, educada, com um bom senso da realidade, e que seja equilibrada - não fanáticos de esquerda ou de direita - vai ouvir uma coisa desta e pensar 'mas de que diabos de fantasia veio esta ideia?'"

"Pra mim, um líder é alguém íntegro, honesto e altruísta, e com um senso comum do que é certo e errado. Não teremos isto em nosso comandante, e isto me deixa em estado de alerta e atenção, fico esperando o que vai acontecer. Se as coisas tomarem um rumo com o qual não concordo, vou colocar a boca no mundo pela primeira vez em minha vida".

Conforme explicou recentemente James Hetfield, a banda evita se envolver em política, religião ou qualquer tema que seja polarizador. Mas Hammett explica que sua decisão de falar sobre política quebra a concepção do Metallica de não se envolver em qualquer tema que possa ser considerado polêmico. "O lance é que o Metallica atinge todos os tipos de pessoas, gente de esquerda, de direita, e uma das razões pelo qual nunca nos consideramos uma banda política é que se você começa a falar sobre o assunto você estabelece uma linha divisória, e não é isto que queremos. Preferimos que todos estejam juntos conosco, curtindo a música juntos. Pra nós política é uma coisa que polariza nem uma competição esportiva".

Reconhecendo que a música tem o poder de atingir as pessoas e mudar suas ideias, principalmente jovens fãs que absorvem cada palavra de seus artistas favoritos, o guitarrista explica: "É por isto que escolhi minhas palavras com cautela, e insisto que eu - não o Metallica, mas eu, Kirk Hammett - me envolverei caso aconteça algo que esteja completamente errado, e sinto ser meu dever fazer alguma coisa, conclamar as pessoas que precisam ser conclamadas. Acredito na justiça e igualdade para todos. Acredito que todos devem ter as mesmas oportunidades e acredito que todos são iguais. Este cara aí não acredita nisto! Ele não acredita que todos são iguais".

Fonte: Whiplash!

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Ulrich receia não conseguir tocar quando ficar velho

   07 de Dezembro de 2016     tags: entrevista, ulrich, vídeos      Comentários


Durante entrevista com o programa "Q" da CBC Radio One, Lars Ulrich falou sobre a questão de ser baterista e manter a saúde, remetendo ao problema que acometeu Neil Peart, do Rush, banda que deixou de excursionar ao vivo devido a uma tendinite que acometeu o baterista, acrescido da diminuição de suas habilidades físicas devido à idade.

"Quando me pedem para ver o futuro na bola de cristal, e por quanto tempo ainda vamos continuar tocando, bem, é uma grande questão sem resposta. Mentalmente, criativamente, espiritualmente, esteticamente vamos prosseguir por muitos anos e estaremos bem. Fisicamente, óbvio, daí é outra questão. Eu estava no Desert Trip (megafestival realizado em Indio, na California, que contou com Rolling Stones, Paul McCartney, Roger Waters, Bob Dylan e The Who) e eles foram fantásticos, mas eu me dei conta que todos estão na casa dos setenta anos, não chequei ao certo, mas acho que é algo por aí. E apenas um deles conta com um baterista original da época (Rolling Stones), os outros todos contam com alguém na casa dos 20 ou 30 anos, então vou te dizer uma coisa, ok? Charlie Watts, sim, ele é fabuloso. Assisti os Stones tipo cinco vezes, eles são fantásticos. Mas como disse Neil Peart, o que ele (Watts) faz é um pouco diferente, é algo mais jazzístico... muitos jazzistas como Elvin Jones, Max Roach e Tony Williams, tocaram até mais de 70 ou 80 anos de idade."

"Se conseguiremos tocar 'Fight Fire', 'Battery' ou 'Master Of Puppets' quando estivermos com mais de 60 ou 70 vamos ter que ver. E vou mais além, podemos ser capazes de tocar mas será que conseguiremos a energia, força e atitude que estas canções pedem quando formos sessentões ou setentões, eu não faço ideia. Espero que tenhamos visão para perceber se não estiver funcionando para sair dessa com respeito. Mas no momento estamos ok, e fizemos alguns dos nossos melhores shows nos últimos anos, e acho que ainda temos muito gás pra queimar. Se vamos ter quando estivermos com mais de setenta... espero que estejamos vivos para saber".

Depois ele conta que a banda se previne mantendo preparadores físicos, massagistas e outros especialistas nos bastidores. "Algumas das pessoas que mais tem trabalho em nossa equipe são os caras que nos ajudam a ficar em forma. Kirk (Hammett) faz yoga. Eu me exercito e faço massagens. Infelizmente somos como uma equipe desportiva agora, é algo até meio patético. As pessoas nos visitam nos bastidores e perguntam 'cadê o Jack Daniels?' Mas nada de bebidas, apenas energéticos e proteínas, massagistas e personal trainers para nos deixar em forma e relaxar depois dos shows. Mas ao menos ainda continuamos tocando e ainda estamos em plena forma, e eu estou mais ou menos no mesmo peso que costumava ter antes. Vamos ver até onde conseguiremos chegar".

Fonte: Whiplash!

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Hetfield explica decisão de abandonar seu perfil no Instagram

   04 de Dezembro de 2016     tags: hetfield, entrevista      Comentários



O frontman do Metallica, James Hetfield, falou recentemente com a The Canadian Press sobre sua decisão de abandonar seu perfil do Instagram mais de três anos atrás, depois de postar regularmente na rede social de compartilhamento de fotos por quase doze meses.

"Eu fui sugado pela rede social... Eu estava tentando ser descolado, tentando ser legal", Hetfield explicou. "Sabe, meus filhos estão no Instagram [então pensei], 'Eu quero tentar essa coisa'. Eu só queria parecer um pai legal para meus filhos. E eu acabei sendo apenas... Tomava muito tempo, e era tudo que eu ficava pensando. 'Oh, ei, estou aqui. Eu posso tirar uma foto e colocá-la no Instagram e receber algumas curtidas', ou o que for, e tentar conseguir o máximo de seguidores... Mas há uma parte boa disso - sabe, há realmente pessoas que você pode encontrar e conversar e conhecer, e então quando você está na cidade delas, você fica tipo, 'Uau, ei, você está aqui'. E você faz um amigo. Mas na maior parte do tempo, estava apenas sugando meu tempo, e eu comecei a negligenciar a vida normal. Era viver no mundo virtual, e isso não era para mim."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich nunca discutiu política com Hetfield

   04 de Dezembro de 2016     tags: entrevista, ulrich      Comentários



O baterista do Metallica, Lars Ulrich, que não faz segredo de suas posições liberais, foi perguntado em uma nova entrevista para a Vulture se ele já discutiu política com o frontman James Hetfeld, que se descreve como sendo mais conservador politicamente. "Eu te juro, eu falo com James Hetfield sobre a maioria das coisas neste planeta, mas eu acho que nunca tive intencionalmente uma conversa política com ele", Lars respondeu. "Nós passamos 35 anos juntos, e obviamente nós já estivemos na mesma sala onde a conversa foi para a política, mas James e eu sentando em uma sala e discutindo posições particulares em algo tipo sistema de saúde acessível? Nunca aconteceu."

Perguntado se ele não acha estranho trabalhar com alguém por 35 anos e nunca falar sobre política, Lars disse: "A coisa que você precisa entender é que o Metallica é feito de quatro pessoas de quatro lugares diferentes que fizeram quatro caminhos diferentes até onde estamos agora. A coisa que nos une é o amor pela música que estamos tocando e que nós quatro nos sentíamos como estranhos tentando descobrir onde estávamos. Nós não nos juntamos porque questionávamos isto na cultura ou aquilo na política. Nós nos juntamos pois estávamos todos um pouco perdidos e tentávamos ter uma sensação de pertencer a algo maior que nós mesmos. Eu me sentaria e falaria sobre política com você a noite inteira, mas eu não sinto necessariamente essa necessidade de fazer em uma entrevista. O Metallica é um coletivo, mas nós apenas nunca fomos o tipo de banda que nos sentamos e falamos, 'Tá certo, qual é nossa visão comum do mundo?'"

Ulrich também falou sobre sua visão pessoal do mundo atualmente. Ele disse: "Eu cresci em uma democracia social funcional. Eu cresci com sistema de saúde acessível em um país onde a palavra 'nós' é mais popular do que a palavra 'eu'. Então, acredite, eu tenho minhas opiniões sobre isto, mas eu não preciso sair gritando aos ventos. Talvez um dia eu irei, e há horas em que é difícil não fazer isso. Eu fico espantado como verdades e fatos se tornaram obsoletos, e como se alguém vê algo que não gosta, apenas diz que 'a mídia inventou'. Mas eu já gritei bastante sobre essas coisas na minha vida pessoal."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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