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Hammett: Guns N' Roses se tornou meio que uma banda de nostalgia

   11 de Novembro de 2016     tags: entrevista, hammett, guns n' roses      Comentários



O guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, falou que o Guns N' Roses "se tornou meio que uma banda de nostalgia", pois o grupo liderado por Axl Rose não produziu ou tocou nenhuma música nova em quase uma década.

O assunto veio a tona durante uma entrevista para o Los Angeles Times, na qual a tendência do Metallica de continuamente se envolver em novos projetos - de filmes e colaborações ao vindouro novo álbum da banda, "Hardwired... To Self-Destruct" - foi colocada em contraste a outros grupos da mesma época que tem se focado exclusivamente em tocar material mais antigo, sem exercitar seus músculos criativos.

"Infelizmente", disse Hammett, "[o Guns N' Roses] se tornou meio que uma banda de nostalgia, o que, para mim, é meio triste."

"Eu não acho que estamos tentando nos manter jovens ao escrever coisas novas, mas isso nos faz sentir relevantes", completou o frontman do Metallica, James Hetfield. "Nos faz sentir como se ainda estivessemos progredindo."

Os comentários de Hammett ecoam aqueles que ele fez em 2014, quando foi perguntado pelo El Comercio de Equador, se ele consegue ver o dia em que o Metallica fará apenas turnês, sem fazer músicas novas. O guitarrista respondeu a época: "Eu espero que não. Há muitos aspectos diferentes desta banda que precisamos. Mas eu realmetne acho que a parte de turnê dá apoio a parte de gravação, e a parte de gravação - a criatividade, as músicas - apoiam a parte de turnê. Ambas as coisas meio que se apoiam e precisam uma da outra para que sigamos adiante. Então eu acho que sempre precisaremos escrever músicas, gravá-las... Pode ser exatamente o oposto - nós podemos acabar gravando músicas pelo resto de nossa carreira em algum momento. Ou podemos acabar apenas fazendo turnê. Mas eu, por mim, duvido que alguma dessas duas coisas aconteça. Tenho bastante confiança de que sempre seremos criativos, pois assim que somos como indivíduos. Digo, assim que eu sou - eu fico entediado, pego minha guitarra, e a próxima coisa que sei é que tenho um riff. Eu fico animado e mostro para os outros caras, e em seguida, estamos ensaiando. É uma parte do que fazemos."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Trujillo: Linhas de baixo do ...And Justice For All foram um grande desafio

   09 de Novembro de 2016     tags: entrevista, trujillo, and justice for all      Comentários



Embora o álbum "...And Justice For All" de 1988 seja considerado um dos clássicos do Metallica, ele tem sido criticado desde seu lançamento pela falta de baixo em sua gravação. As linhas de baixo de Jason Newsted são praticamente inaudíveis - tornando difícil a vida do atual baixista do Metallica, Robert Trujillo, quando ele se juntou a banda e teve que aprender as músicas.

"'Justice' é o maior desafio, pois também é complexo nos arranjos", disse Trujillo a Rolling Stone Austrália. "Então como baixista, é meio que território aberto, e você se apega ao riff, mas quando você ouve as coisas ao vivo, vê o que Jason fazia. 'Frayed Ends of Sanity' do 'Justice' é uma música que eu realmente queria tocar com a banda, e por anos e anos, eu estava sempre, tipo, 'vamos tocar esta música!'. Mas vou te dizer, eu comecei a trabalhar nessa música praticamente desde que entrei na banda. Eu sabia que um dia a tocaríamos, e eu sabia que se eu não fizesse meu dever de casa quando esse dia chegasse, eu teria problemas em aprende-la uma semana antes. Então eu treinei essa música por anos, e quando a tocamos pela primeira vez no último verão, cinco vezes, foi como um sonho que se tornou realidade para mim."

Ele continuou: "Aliás, os livros de tablatura ajudaram bastante quando eu entrei na banda. Qualquer coisa que eu pudesse fazer. Eu não tinha as fitas masters na época. É diferente agora. Agora você pode ir online e ter as masters de praticamente qualquer banda, mas na época, você não tinha essa opção. Kirk [Hammett, guitarrista do Metallica] usa os livros de tablatura algumas vezes: 'Deixe-me pegar os livros de tablatura, eu tenho que aprender meu solo de 'Dyer's Eve' de novo!'"

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield: "Não estaríamos por aí se não fosse pelo Motörhead"

   08 de Novembro de 2016     tags: entrevista, hetfield, motörhead, hardwired to self destruct      Comentários



Em 31 de Outubro, Gary Moore da rádio 95.5 KLOS entrevistou o frontman do Metallica, James Hetfield. O áudio pode ser ouvido clicando aqui, e alguns trechos da conversa podem ser lidos a seguir.

Sobre a vindoura turnê de divulgação do disco "Hardwired... To Self-Destruct":

James: "A turnê 'Worldwired' está acontecendo agora, e estamos reservando os próximos dois anos e onde iremos e como iremos lá e como será. Então estamos bem animados com isso. Ainda estamos tentando descobrir o que faz mais sentido para gente, como podemos tirar o melhor proveito do nosso tempo, tocando nos melhores lugares com o tempo que temos e que queremos usar na estrada. Mudou um pouco para a gente. Sabe, estamos mais velhos e você ainda quer fazer o que faz, e isso toma um pouco mais de tempo para fazer. Então não estamos por aí nos matando em uma turnê de três anos, com cinco shows por semana. Estamos vendo como precisa ser agora, eu acho, por conta da idade [risos], para que meu corpo possa sobreviver."

Sobre bandas que ainda não entraram no Rock and Roll Hall of Fame:

James: "Há tantas ótimas bandas que ainda não foram reconhecidas, e se elas forem ou não, não depende de mim. Mas é só um cumprimento, um aceno. E o que realmente significa estar lá? Eu não sei. Mas para algumas dessas bandas, pode significar muito. Mas, com certeza, e infelizmente, com o falecimento de Lemmy, é realmente, realmente importante para mim, ver o Motörhead reconhecido nisso, pois não há ninguém mais rock and roll neste planeta do que o Lemmy e o Motörhead."

Sobre o tributo do Metallica ao Motörhead no "Hardwired... To Self-Destruct":

James: "É uma música chamada 'Murder One', que era o nome do amplificador do Lemmy, seu amplificador favorito no palco. E eu amava ser morto toda noite por aquela coisa, cara. Ele era um ícone e tanto, uma grande inspiração para nós como banda. Certamente não estaríamos por aí se não fosse pelo Motörhead. E, sabe, ver seu ídolo, aquele imortal, ser na verdade mortal, nos atingiu em cheio. Então eu senti, liricamente, que faria sentido reconhecê-lo e o quanto ele significou em nossas vidas."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich sobre o Some Kind of Monster: Lidei com isso varrendo para debaixo do tapete

   07 de Novembro de 2016     tags: entrevista, ulrich, skom      Comentários



Em uma nova entrevista para a Rolling Stone, o baterista do Metallica, Lars Ulrich, falou sobre o filme "Some Kind of Monster" de 2004, que documenta os três anos mais turbulentos da carreira da banda.

Perguntado sobre o que ele aprendeu sobre resolver desavenças na banda, Ulrich disse: "Eu aprendi que não há nada mais importante do que a saúde da banda. Ao invés de forçar as pessoas a fazer algo que elas não querem fazer, haverá sempre outra oportunidade de criar algo legal."

Sobre o que ele aprendeu ao se assistir no filme, Lars disse: "Foi bem difícil. [Pausa] Eu tenho uma habilidade de compartimentar as coisas que algumas vezes me assustam, pois eu posso me sentar lá e assistir tudo isso, mas eu consigo me remover emocionalmente do fato de que era eu. Eu poderia deixar isso em terceira pessoa. Alguns dos caras foram mais transparentes com o quão difícil foi para eles. Todos nós lidamos com isso de maneiras diferentes; eu lidei varrendo para debaixo do tapete, o que obviamente é o básico da psiquiatria de que não se deve fazer isso. Parte disso foi tão difícil que eu tive que me remover emocionalmente. Eu acho que foi doloroso demais assistir algumas das coisas se desdobrarem na minha frente."

Ele continuou: "Eu tenho orgulho do fato de que fomos completamente transcendentes e deixamos as pessoas ver. Obviamente, há algumas coisas que parecem ser privadas demais ou quase voyeurísticas. As pessoas que criticaram falaram que era informação demais. É aquele papo, não se encontre com seus heróis pois algumas vezes eles te decepcionarão. Foi informação demais para as pessoas, então, como eu disse, eu compartimento isso. Mas não me entenda mal. Eu tenho orgulho do fato de que fizemos o filme e que tivemos coragem de dividí-lo."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hammett: "Espero contribuir mais no próximo álbum"

   06 de Novembro de 2016     tags: entrevista, hammett, trujillo, hardwired to self destruct      Comentários



Kirk Hammett, guitarrista do Metallica, admitiu ter se sentido “excluído” das sessões de composições do vindouro álbum da banda, “Hardwired... To Self-Destruct”.

Christina O'Neill, do Team Rock, repercute entrevista com a banda a ser veiculada na próxima edição da revista Metal Hammer. Segundo Rob Trujillo, o baterista Lars Ulrich sentiu que seria “muito importante” que houvesse uma conexão entre ele e James Hetfield para o sucessor de “Death Magnetic” (2008), envolvendo o frontman mais intensamente no processo criativo.

Trujillo comentou: “Lars esteve mais focado em simplificar a jornada criativa, envolver James e realmente trazê-lo para o álbum. É a visão de Lars e eu estou feliz em apoiar o que quer que tenhamos que fazer”.

Já Kirk Hammett lembrou do momento “devastador” em 2014, quando perdeu seu celular com centenas de idéias para o álbum – o que, para ele, significou “começar do zero” novamente. Entretanto, Kirk admite que ainda assim achou o novo método de composição adotado pela banda “uma pílula muito amarga para engolir”.

Ele complementa: “Para mim, estando nesta banda, eu sempre quis contribuir. Sempre tenho um punhado de conceitos musicais e ideais para apresentar. Obviamente, desta vez não era pra ser, e eu tive que aceitar esse fato. Então foquei nos meus solos, apenas me certificando de que minha performance no álbum fosse a melhor possível. Espero poder trazer minhas ideias no próximo álbum do Metallica. So espero que não demore outros oito anos para isso.

Fonte: Whiplash!

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Hetfield: "Não nos importávamos com o que o Metallica significava para nós e para as outras pessoas"

   04 de Novembro de 2016     tags: hardwired to self destruct, hetfield, entrevista      Comentários



Em uma nova entrevista para a revista Guitar World, o frontman do Metallica, James Hetfield, falou sobre a música "Moth Into Flame", que descreve uma rainha do pop que cai em desgraça. Perguntado se ele tinha alguém em específico em mente quando estava escrevendo a faixa, James disse: "A 'rainha do pop' da música não é realmente uma mulher ou um homem. É sobre como as pessoas acham que a popularidade ou a fama irá resolver seus problemas. Ou se a fama deveria ser um objetivo para um música. Para nós, a fama as vezes tem sido um fardo, tipo, como que nos livramos disso? [Risos] É uma caixa de Pandora que muitas vezes te faz pensar, ok, como eu deixo de ser famoso? Algumas pessoas sentiram esse desejo tão forte que elas tiraram suas próprias vidas para escapar disso."

Ele continuou: "A música foi um pouco inspirada no documentário da Amy Winehouse, 'Amy'. Quando eu o assisti, realmente me deixou triste que uma pessoa talentosa como essa sucumbiu a essa parte da fama. Mas, de certa forma, eu vejo essa mentalidade refletindo no dia a dia - as pessoas obsessivamente tirando selfies e enviando para os amigos para validação."

Hetfield também falou quão autobiográfico é "Moth Into Flame", considerando que os membros do Metallica eram "rainhas do pop" durante um período da época do Black Album. "O filme 'Some Kind of Monster' é um grande exemplo de acreditar que as pessoas precisam de você de certa forma, e se você não for assim, elas te odiarão", disse ele. "Eu experimentei um pouco desse aspecto durante toda minha vida. Se você não estiver atento o suficiente, o monstro que é a fama pode te engolir. Durante esse período, estávamos sendo engolidos. Nós paramos de nos importar uns com os outros. Nós não nos importávamos com o que o Metallica significava para nós e para as outras pessoas. Nós podíamos apenas ver o lado ruim, e nós queríamos fugir disso. Nós não podíamos ver o que era bonito em nossas vidas. Seja naquilo que focassemos, que você começasse a trabalhar, naquele ponto da vida estávamos pensando que aquilo era o inferno para gente. Nós perdemos a perspectiva. Eventualmente percebemos que não tinha a ver com a fama e que precisávamos nos importar com a banda e uns com os outros. Essa foi uma dura lição para aprender."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: Mudança de imagem no Load não foi planejada

   04 de Novembro de 2016     tags: entrevista, ulrich, load      Comentários



Em uma nova entrevista para a revista Mojo, o baterista do Metallica, Lars Ulrich, falou sobre a suposta tentativa da banda de se reposicionar como um grupo de rock alternativo na época do "Load", de 1996.

"Por muitos anos, tivemos este relacionamento complicado com o hard rock e o heavy metal, onde nos sentíamos musicalmente conectados com o gênero, mas, em relação a algumas imagens e atitudes e o que considerávamos clichés para o mundo, tentamos nos afastar o máximo possível", disse Lars. "Então com o sucesso do 'Black Album' [de 1991] - nós não esperávamos que fosse um fenômeno - quando nos reagrupamos alguns anos depois, realmente queríamos garantir que não duplicaríamos aquele disco."

Ele continuou: "Houve cinco anos entre o 'Black' e o 'Load'. A coisa engraçada que aconteceu nesses anos foi que os quatro membros do Metallica apareceram de cabelos cortados. Houve esta presunção de que nós nos sentamos a mesa e falamos, 'talvez nós consigamos um desconto para quatro cortes no barbeiro', mas eu posso garantir que nenhum de nós falamos uns com os outros sobre o cabelo. E cigarros? Hetfield começou a fumá-los. Eu nunca o perguntei porquê."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield sobre letras do disco novo: Não é Shakespeare, eu sei disso

   02 de Novembro de 2016     tags: entrevista, hardwired to self destruct, hetfield, ulrich, hammett, trujillo      Comentários



Os quatro membros do Metallica foram entrevistados recentemente para a revista oficial do fã-clube da banda, So What!, sobre o vindouro álbum "Hardwired... To Self-Destruct", a sair em 18 de Novembro. Alguns trechos traduzidos podem ser conferidos abaixo.

Sobre a direção musical do "Hardwired... To Self-Destruct":

Robert Trujillo (baixo): "Para mim, é um álbum bem implacável. Pode não ser um álbum super dinâmico, digo, tipo o 'Death Magnetic', muitas dessas músicas eram bem dinâmicas. Eu não sinto necessariamente que deveria ser assim. Eu acho que deveria ser onde estamos agora e o que temos passado de uma forma positiva. E haverão muitas jornadas mais!"

Lars Ulrich (bateria): "Este disco ainda está muito fresco para mim, mas eu tenho que admitir que das vezes que eu o ouvi, há algo com a intensidade e o 'tapa na cara contínuo'. Ele tem essa implacabilidade. Ele apenas vai e vai e continua indo!"

Robert Trujillo: "Você tem essa energia old school, você tem um pouco da energia do 'Black Album', você tem tudo isso rolando e chega nesse nível e começa a lançar idéias, e isso cresce. Eu sinto quando você toca algo nesse nível, eu não estou nem falando ao vivo em frente a um público, estou apenas dizendo aqui [no QG do Metallica em San Rafael, Califórnia], muito disso é como se apresentar, nós estamos nos envolvendo fisicamente. E há um groove que é muito necessário. Eu acho que este álbum, embora seja pesado e direto, tem muito groove e isso me deixa feliz."

Sobre o processo de composição do "Hardwired... To Self-Destruct":

Kirk Hammett (guitarra): "De início, eu acho que a idéia era fazer um álbum com abordagem similar ao [álbum de estréia, de 1983] 'Kill 'Em All', e esse foi um álbum comandado basicamente por Lars e James [Hetfield, guitara/vocal], com um pouco de ajuda do [ex-guitarrista] [Dave] Mustaine. Então o conceito era que esses dois liderassem todo o processo criativo de novo da mesma forma que o 'Kill 'Em All' foi feito. E eu não tenho problema nenhum com isso."

James Hetfield (guitarra, vocal): "Eu diria que estamos buscando as melhores músicas, e de onde vier o material, é de onde veio. Não estamos tentando ser 'exclusivo', é 'aqui está o que é melhor para a banda. Estes são os melhores riffs que temos. Estas são as melhores partes e vamos juntá-las'. Minha implicância foi sempre que as músicas são longas demais. Eu quero tocar mais músicas ao vivo. Eu não quero deixá-las mais longas. Vamos fazer músicas mais curtas para que possamos tocar mais delas."

Lars Ulrich: "A grande diferença entre a composição deste disco e a composição do disco anterior é que estávamos mais seguindo nosso ritmo desta vez. No 'Death Magnetic', o [produtor] Rick [Rubin] viria a cada duas semanas e continuaria a nos desafiar para 'ficarmos mais loucos'. Ele usava uma palavra, a palavra 'ridículo'. Eu lembro que ele geralmente se sentaria ali e falaria, 'deixe mais ridículo'. Essa foi a palavra. Eu nunca associaria a palavra 'ridículo' com música, e eu me lembro dele se sentar bem ali [aponta para o sofá do estúdio], falando, 'torne-o mais ridículo'. E então iríamos e inverteríamos tudo, colocaríamos na parte principal, então um pouco disso. E eu diria que neste disco nós praticamente fizemos o oposto disso. Nós o fizemos menos ridículo. Começamos ajustanto um pouco, cortando partes extras, deixando mais curto, tornando-o um pouco mais linear e fazendo-o menos 'ridículo'. Eu posso te dizer que a analogia que acabei de criar, de deixar mais 'ridículo' no 'Death Magnetic' e menos ridículo no 'Hardwired... To Self-Destruct', eu nunca tinha falado para ninguém antes."

Sobre sua abordagem nos solos de guitarra do "Hardwired... To Self-Destruct":

Kirk Hammett: "Eu achei que seria ótimo se eu não trabalhasse nos solos antes. É algo bem corajoso e desafiador pois eu quero estar bem preparado quando é qualquer coisa relacionada a música e minha guitarra. Aparecer bem preparado era meu modus operandi. Desta vez, eu apenas disse para mim mesmo que no passado, muitas das coisas que acabaram entrando nesses álbuns foram a primeira coisa que toquei, a primeiríssima coisa. Meu subconsciente tem um sentimento para qual é a coisa mais apropriada, então deixa a música fluir, a criatividade fluir, os sentimentos fluirem, e ter meu subconsciente ditar o que precisa ser feito para a música. Eu coloquei 100 porcento desse conceito na abordagem ao fazer esses solos."

Sobre a reação dos fãs as primeiras músicas do "Hardwired... To Self-Destruct":

James Hetfield: "Eu realmente não dou a mínima. Realmente não dou. Eu compreendi a idiotice da internet, e a liberdade que você tem para falar o que quiser o tempo todo. Em algum momento, você fica tão dessensibilizado a isso que não faz mais sentido. Apenas faça o que você ama. Como pode dar errado? Sempre volta para 'por que estamos fazendo isso? Porque amamos fazê-lo, e queremos escrever música que gostamos de ouvir'. Simples assim. Se você gosta da música, então ouça com a gente."

Sobre os temas das letras no "Hardwired... To Self-Destruct":

James Hetfield: "'Hardwired' é tão simples, não é Shakespeare, eu sei isso. Mas, putz, os humanos estão realmente fazendo a coisa certa? Sabe. E na história, somos um pontinho. E vamos desaparecer? Estamos nos tornando ultrapassados com os eletrônicos? Estamos nos tornado isso? Vamos nos destruir por conta de nossos egos e todas as coisas que tornam os humanos humanos? Essa frase inteira 'hardwired to self-destruct' ['programado para se auto-destruir'] veio de um amigo meu que estava apenas soltando isso como um viciado em conflito. É assim para gente? O nosso padrão é apenas morrer? Mais cedo do que deveríamos. Ruína. Destruir nossas vidas; estamos programados para nos destruir? E isso chamou minha atenção. 'Moth Into Flame' é bem literal. Atualmente todo mundo tem uma obsessão em ser famoso. Ser popular. Seja na sua conta do Facebook ou andando nas ruas, ver alguém fazendo selfies enquanto caminha na rua. Tipo, o que? O que você tá fazendo?"

Mais trechos podem ser lidos, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich confirma clipes para todas as músicas do disco novo

   01 de Novembro de 2016     tags: entrevista, ulrich, hardwired to self destruct      Comentários



Lars Ulrich revelou que o Metallica lançará um clipe para cada uma das 12 músicas do vindouro álbum "Hardwired... To Self-Destruct", a sair em 18 de Novembro.

O baterista disse ao The Straits Times: "Agora que o YouTube é a maior estação de televisão mundial, nós achamos que também deveríamos lançar um vídeo para cada música [no disco]."

Falando sobre o trabalho em fazer todos os vídeos, Lars completou: "A praticidade de gravar 12 clipes é meio louca, especialmente quando você está tentando promover seu disco, e você está em todos os lugares, e tentando garantir que ele não vaze. É louco, mas ao mesmo tempo, divertido."

Agradecimentos: Luis Lima
Fonte (em inglês): UlrimateGuitar.com

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Ulrich: "Muito do que Hetfield escreve é ambíguo"

   01 de Novembro de 2016     tags: entrevista, ulrich, hardwired to self destruct      Comentários



O dinamarquês Lars Ulrich, fundador e baterista do Metallica, conversou com o jornal “O Estado de S. Paulo” em Nova York, em entrevista exclusiva após um show da banda, que lança no dia 18 o álbum ‘Hardwired... To Self-Destruct’.

Por que o Metallica demorou tanto para lançar um novo disco?

Outras coisas entram no caminho. Passamos quase três anos viajando com o Death Magnetic (álbum anterior da banda, de 2008). Depois, em 2011, fizemos um disco com Lou Reed (Lulu, 2011) e um filme em 2012. Aí começamos esse novo disco no verão de 2014. Tocamos em alguns festivais, como Rock in Rio, Glastonbury, Orion e Lollapalooza... O tempo voa.

O Metallica anunciou recentemente que vai tocar em São Paulo no ano que vem. Como é tocar no Brasil?

É demais. Por isso que a gente sempre volta. A gente já fez mais Rock in Rio do que qualquer outra banda, e não apenas os que aconteceram no Rio. Temos uma relação de longa data com amigos brasileiros desde 1989, quando tocamos por três noites no Rio e tem sido ótimo. Nunca fizemos Lollapalooza na América Latina e os organizadores do festival foram os mesmos que fizeram o Orion Festival e são nossos amigos.

Sobre o que falam as letras do novo álbum?

O disco é sobre o que você quiser que seja. Quem sabe o que se passa na mente sombria e maluca de James Hetfield quando escreve as letras? Muito do que ele escreve é ambíguo e fala sobre vulnerabilidade, conflitos internos e encaixa na música. Mas, na verdade, nem eu mesmo sei e tenho que passar um tempo tentando entender sobre exatamente o que ele escreve. Mas, uma vez que você compartilha arte com outras pessoas, aquilo está aberto para qualquer tipo de interpretação.

Como é ter Greg Fidelman assinando agora como produtor do novo disco? Isso trouxe alguma diferença no som da banda?

Ele era o engenheiro de som do Rick Rubin (produtor de Death Magnetic, 2008) e escolhemos trabalhar com ele por causa das gravações que já havia feito. Basicamente, ele fez tudo o que o Metallica fez nos últimos dez anos. Então, já era hora dele se tornar nosso principal produtor, já que tem uma ideia clara de como o Metallica deve soar e o tamanho do peso, mas mantendo o som solto.

Fonte: Gazeta do Povo

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