Destaques

Notícias

Hetfield: Não sei porque esperamos tanto tempo para fazer um novo álbum

   30 de Outubro de 2016     tags: hardwired to self destruct, vídeos, entrevista, hetfield, hammett, ulrich      Comentários

Cerca de 500 fãs do Metallica puderam participar de uma sessão especial de perguntas e respostas com os quatro membros do grupo em 29 de Outubro no Polyforum Siqueiros na Cidade do México. Você pode assistir ao vídeo do evento abaixo. Alguns trechos podem ser lidos a seguir.

Sobre o que os inspirou a fazer o novo álbum "Hardwired... To Self-Destruct", a sair em 18 de Novembro:

Kirk Hammett (guitarra): "Talvez por estarmos atrasados em fazê-lo."

James Hetfield (guitarra, vocal): "É o que fazemos; nós fazemos música. Demorou bastante tempo. As pessoas ficaram bravas. E eu percebi quando estávamos tocando o álbum para alguns jornalistas que é um grande sentimento dar luz a música nova e como ela faz as outras pessoas se sentirem, me fez sentir bem. Então eu não sei porque esperamos tanto tempo. Garanta que não tenhamos que esperar tanto tempo de novo, certo?"

Lars Ulrich (bateria): "Faça tatuagens que digam, 'Não esperem tanto tempo', e mandem para gente."

Sobre quais álbuns mudaram suas vidas:

Hammett: "Sabe, para mim pessoalmente, toda vez que lançamos um álbum, ele muda minha vida, com certeza. Digo, sempre que lançamos um álbum, parece que... Nós nos encontramos em uma parte diferente de nossas vidas, nós nos encontramos em uma situação diferente no curso de nossa carreira. E quando nós lançamos um álbum, como James estava dizendo, é uma coisa tão emocional, e ver a música realmente afetar as pessoas de maneira positiva, digo, isso é a coisa mais incrível de se ver para mim."

Sobre as situações mais difíceis que eles enfrentaram em suas vidas no decorrer das três décadas e meia que a banda está junta:

Hetfield: "Bem, sim, nós crescemos juntos, nós passamos tantas experiências de vida juntos. Escalamos grandes montanhas, e então fomos a vales bem profundos. Sabe, o falecimento de Cliff [Burton] foi bem, bem difícil para todos nós. E eu diria que o filme 'Some Kind of Monster' definitivamente destaca uma época bem difícil para a banda e para mim pessoalmente. Eu acho que ser honesto em nossa música, ser honesto conosco como artistas, e a música é uma tremenda terapia. E isso significa muito para mim que minha escuridão pode se conectar com sua escuridão e torná-la ok."


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Ulrich: Não mudaria nada no Lulu

   20 de Outubro de 2016     tags: entrevista, ulrich, áudio, lulu      Comentários



O baterista do Metallica, Lars Ulrich, defendeu mais uma vez o "Lulu", o controverso álbum colaborativo com Lou Reed, dizendo que "não há nada" que ele mudaria sobre a experiência de trabalhar com o finado frontman do The velvet Underground.

"Lulu" polarizou os fãs ao redor do mundo, fazendo com o que o Metallica recebesse algumas das mais duras críticas de sua carreira. O esforço contou com as letras e poesias faladas do ex-frontman do The Velvet Underground, combinadas com a música do Metallica, resultando em um som que soava diferente de tudo que a banda já havia feito.

Menos de cinco anos após o seu lançamento, "Lulu" vendeu apenas cerca de 35 mil cópias nos EUA, segundo a Nielsen SoundScan.

Falando para o "The Eddie Trunk Podcast", Lars disse sobre o "Lulu": "Não há nada que eu mudaria. Digo, a única coisa que mudaria é que eu gostaria que o Lou ainda estivesse por aí. É estranho estar em Nova Iorque e não poder vê-lo. Eu sinto falta dele. Nós ficamos bem próximos... Nós ficamos bem próximos por um ano, e então, quanto mais doente ele ficava, menos próximos éramos. Mas eu não sabia que ele estava doente."

Ele continuou: "Não importa quantas pessoas se sentam lá e encontram um problema com o 'Lulu', eu não mudaria nada nele. E eu ainda duvidaria que a maioria das pessoas, ou pelo menos a maioria dos músicos, ou os tipos mais criativos, se sentassem lá e... Se o Lou Reed te ligasse e pedisse para tocar música com ele, você diria 'não' para isso. E se vocês falassem 'não' para isso, eu questionaria vocês como artista."

Perguntado se trabalhar com Reed no "Lulu" afetou a forma que o Metallica fez seu vindouro novo álbum de estúdio, "Hardwired... To Self-Destruct", Lars disse: "Quando nós fizemos um disco com Lou cinco anos atrás, ficamos espantados como um artista experiente como ele poderia ser tão impulsivo. E estar próximo dele... Nós faríamos um take de algo... Nós criaríamos na hora. Havia essa energia completamente momentânea, impulsiva, 'Foda-se! Acabamos'. É tipo, 'Hein?', e ele diria, 'Isso foi ótimo'. Nós vínhamos da atitude de 'Vamos fazer isso de novo. Vamos melhorar'. E ele era tipo, 'Foda-se! Estou feliz. Isso foi ótimo. Isso foi um momento'. E então eu acho que esse tipo de aceitação do momento foi algo que nós nunca tínhamos experimentado desse jeito. E eu acho que isso definitivamente nos deu uma nova forma de interpretar um processo criativo, ou nos deu uma camada adicional - que alguém pode ser impulsivo e também pode ser feliz meio que percebendo que o que aconteceu naquele minuto foi um elemento bonito para isso que foi apenas parte daquele minuto. Então, claro, pode ser diferente, mas a coisa toda, pode ser melhor? Mas estar com Lou e a forma que ele cantaria de uma vez, ou o que for, e então falaria, 'Ótimo. Estou feliz'. Foi tão legal. Foi tão legal."

Para visualizar este conteúdo, é necessário ter Flash instalado


Fonte (em inglês):Blabbermouth.net

    Top

Ulrich monta time de futebol fictício apenas com músicos

   19 de Outubro de 2016     tags: entrevista, ulrich, vídeos      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, se juntou recentemente ao Roger "Rog" Bennett e Michael "Davo" Davies do "Men in Blazers", um programa de futebol da NBC Sports, onde ele criou um time composto apenas de músicos, com nada menos que o Meat Loaf no gol. Ulrich selecionou um dos membros fundadores de uma de suas bandas favoritas, o lendário guitarrista Ritchie Blackmore do Deep Purple. "Ele é legal demais para jogar em qualquer outra posição", disse o baterista sobre Blackmore como centro avante. O baixista Steve Harris do Iron maiden foi escolhido como lateral direito, enquanto Damon Albarn do Blur/Gorillaz ficaria na defesa, junto dos irmãos Gallagher.

"Hoje em dia, você pode ter Noel e Damon juntos pois eles se tornaram melhores amigos", disse Ulrich. "Mas você não pode ter Noel e Liam", disse o apresentador.

Assista a conversa abaixo.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Ulrich sobre a indústria musical: Você tem que aceitar que ninguém sabe realmente para onde está indo

   16 de Outubro de 2016     tags: entrevista, ulrich, vídeos, napster      Comentários


O baterista do Metallica, Lars Ulrich, falou mais uma vez sobre como a indústria da música digital evoluiu desde 2000, quando a banda processou o Napster alegando que o pioneiro serviço de compartilhamento de músicas permitia que usuários baixassem canções do Metallica ilegalmente, sem o pagamento de royalties. Embora o caso tenha sido resolvido fora da corte, 300 mil usuários foram banidos do Napster por conta disso, e a imagem do Metallica teve grandes danos perante os fãs da música.

Ulrich, que foi o principal porta voz do Metallica na batalha contra o Napster, desde então se tornou amigo do co-fundador da empresa e atual investidor do Spotify, Sean Parker, e foi até ao casamento de Parker.

Falando com Chris Hayes do programa "All In" na MSNBC durante o festival Global Citizen no último mês, em Nova Iorque, Lars foi perguntado sobre o caso do Napster e quantas coisas que ele achou que se tornariam verdade em 2000 se concretizaram. Ele respondeu: "Eu acho que você meio que tem que aceitar que ninguém sabe realmente para onde está indo, então tem que haver muitas atitudes impulsivas. É como um trem que está se movendo, e você não sabe realmente para onde está indo, mas meio que tenta guiá-lo o melhor possível, percebendo que ele pode ir a lugares diferentes que você não fazia idéia."

Ele continuou: "A indústria da música, ou o que sobrou dela, é obviamente bem... É tipo o velho oeste agora. Quinze anos atrás, quando você lançava um disco, havia um jeito específico de fazer tudo. Agora, é aquilo que funciona para você. Nós estamos no processo de lançar um novo disco neste outono [americano, primavera brasileira], e estamos fazendo o que achamos que parece certo. Não há um jeito específico de fazer."

Lars admitiu mais de uma década atrás que ele esperava ter lidado com a situação do Napster de forma diferente. Em uma entrevista de 2003 para a Launch, ele disse que a batalha do Metallica contra o Napster, "na maior parte do tempo, foi como um sonho ruim, tipo, que diabos foi isto? Anos mais tarde, é como, isto realmente aconteceu? Nós fomos de sermos meio que bem respeitados, bem adorados, e então eu acordei um dia e de repente eu era o homem mais odiado do rock. Foi tipo, hã? Eu? O que eu fiz de errado? Eu sou um dos mocinhos. Foi tudo meio estranho."

Ele completou: Eu me orgulho da postura que tomamos. Foi uma época bem difícil. Foi uma época muito mais difícil, pois no meio disso, você precisa colocar sua melhor cara a mostra. Foi difícil. Muita dessa merda machucou e foi bem desconcertante pois foi difícil conectá-la com sua própria realidade. Por bem ou por mal, isso iniciou um bom debate."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Hammett: Metallica se tornou parte da cultura americana

   14 de Outubro de 2016     tags: entrevista, hammett, vídeos      Comentários

O último episódio do "String Theory" da Ernie ball conta com o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett. No vídeo de 15 minutos, Hammett discute não apenas sua carreira, mas sua vida emocional. Confira abaixo.


Segundo Hammett, "nós temos estado por aí há mais de três décadas - nós estamos na quarta década - e estamos por aí há tanto tempo, e as pessoas viram o nome do Metallica por tanto tempo que por pura osmose, nós nos tornamos parte da cultura americana, nossa cultural social. Agora temos fãs que nasceram e sempre tiveram o Metallica; o Metallica sempre esteve no plano de fundo. Para essas pessoas, nós somos algo mais do que apenas uma banda; somos parte da paisagem cultural."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Ulrich: "Percebemos que realmente precisávamos uns dos outros"

   11 de Outubro de 2016     tags: entrevista, ulrich, vídeos      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, foi entrevistado em um recente episódio do programa "Skavlan". Assista a conversa abaixo.

Perguntado como ele ainda aguenta seus colegas de banda depois de estar 35 anos no Metallica, Ulrich disse: "A pior parte, na verdade, foi, eu acho, cerca de quinza anos atrás naquele filme ['Some Kind of Monster'], as coisas que foram documentadas. Depois dos primeiros vinte anos, haviam alguns obstáculos na estrada, e nós percebemos que nós nunca falamos realmente uns com os outros; nós nunca falamos sobre como nos sentíamos sobre o que estava rolando. Nós estávamos tão ocupados e as coisas estavam se movendo tão rapidamente que nós nunca diminuimos o suficiente para verificar como todo mundo estava."

Ele continuou: "Então nosso baixista, Jason [Newsted], saiu, e essa foi a primeira peça do dominó de muitas coisas estranhas que aconteceram. E por cerca de dois anos, foi meio incerto e nós passávamos por alguns problemas. Mas o outro lado disso, desde 2003, tem estado bem. Nós tivemos um pouco de ajuda. Havia um cavalheiro chamado Phil que chegou, eu acho que você pode chamá-lo de psiquiatra ou um mobilizador de time, tanto faz. Ele veio e nós conversamos uns com os outros e com ele por cerca de dois anos, enquanto ainda estávamos trabalhando e fazendo progresso. E isso nos ajudou muito. E desde então, faz dez, doze anos agora, estamos bem. Nós falamos uns com os outros, somos civilizados, nós entendemos os limites dos outros. E nós aprendemos... Só demorou vinte, trinta anos, mas nós aprendemos a ouvir uns aos outros. A palavra 'empatia' não estava no vocabulários nas primeiras décadas, mas agora tem grande importância naquilo que lidamos, e apenas ouvir uns aos outros e tentar entender o ponto de vista do outro. E eu também acho que há mais confiança agora uns nos outros. Nós percebemos que realmente precisávamos uns dos outros. O Metallica é melhor como um coletivo do que como um bando de caras autônomos e de mente fechada."


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Ulrich: Fazer discos atualmente é um negócio muito mais esporádico do que costumava ser

   10 de Outubro de 2016     tags: entrevista, ulrich, hardwired to self destruct      Comentários



Lars Ulrich disse que a forma mais solta do Metallica fazer álbuns atualmente contribuiu para o lançamento do novo álbum da banda, "Hardwired... To Self-Destruct".

Falando com Matt Pinfield, Ulrich afirmou sobre o processo de composição e gravação do "Hardwired": "Eu acho que foi cerca de dois anos atrás, nós começamos meio que lentamente a ouvir alguns riffs e a ligar alguns pontos e escrever algumas músicas. Mas a coisa sobre o Metallica atualmente, que é realmente diferente de antigamente, é que antes, costumava ser bem insular - você escreveria um disco, e a única coisa que faria por três meses, ou seis meses, enquanto escreveria aquele disco seria escrever aquele disco, e então você entraria em estúdio, e então ficaria no estúdio por seis meses ou o que for. Mas agora todas essas linhas não são tão definidas. Nós escrevemos um pouco e então vamos tocar em um festival ou fazer alguma coisa. E então tem isto e aquilo ou o 'Metallica By Request', ou alguém te liga e diz, 'venham tocar alguns shows legais na China', ou o que for. Então todo o modelo agora é realmente diferente do que era antigamente."

Ele continuou: "Foi cerca de dois verões atrás que nós começamos a passar por alguns riffs e conectar alguns pedaços de música e a começar lentamente a escrever algumas músicas. Então nós ainda tocamos um show do Super Bowl aqui em São Francisco seis meses atrás e nós fizemos o Lollapalooza ano passado. Mas, sabe, foi cerca de um ano e meio entrando e saindo do estúdio."

"Nós decidimos fazer esse disco todo aqui [no quartel-general do Metallica] em São Francisco, enquanto o 'Death Magnetic' foi feito principalmente em Los Angeles com o [produtor] Rick Rubin. Mas nós queríamos ficar por aqui, perto de casa, para este disco. Então o [produtor] Greg [Fidelman] veio aqui, eu acho, quinze meses atrás e tem estado aqui desde então. E nós começamos a fazer algumas coisas diferentes e a juntar tudo."

Ulrich completou: "Fazer discos atualmente, pelo menos para nós, é um negócio muito mais esporádico do que costumava ser. E ouça, certamente o bom de estar em casa é que você pode dormir em sua própria cama e ver os filhos e meio que fazer suas coisas de casa. Obviamente, quando você está em outra cidade, você trabalha por catorze, dezesseis horas por dia, o que está tudo bem, mas quando você está em casa, usualmente você deixa as crianças na escola de manhã, vem até o estúdio as nove ou dez, e então meio que trabalha ou grava ou o que for até ir buscar de novo na escola as três ou quatro, e então entra em modo família. Então é meio que um gerenciamento diferente de tempo quando você faz um disco em casa, diferente de quando faz em outro lugar, mas eu não mudaria nada disso."

"Mas isso meio que coloca um enfoque diferente no disco. Mas eu gosto de pensar que essa forma mais solta também ajudou o disco a soar um pouco menos maníaco e preciso e baseado na perfeição, e nós temos uma boa mistura de sons. Então nós literalmente acabamos de terminar nesta semana. Greg saiu correndo gritando ontem, basicamente, e os últimos ajustes foram feitos na masterização literalmente ontem, e ele saiu em disparada daqui antes que a gente surgisse com alguma outra coisa para ele fazer. Então está basicamente assinado, embalado e entregue e com cerca de um dia de idade agora."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Ulrich diz que vai embora do país se Donald Trump ganhar

   05 de Outubro de 2016     tags: entrevista, ulrich      Comentários



Em conversa com o Ekstra Bladet, da Dinamarca, Lars Ulrich - que saiu do país em 1980, aos 17 anos de idade - falou sobre as eleições norte-americanas: "Sou 100% cidadão dinamarquês, pago impostos nos EUA mas não posso votar" e depois, ao ser perguntado se ele voltaria para o país se Donald Trump ganhar a eleição, respondeu: "Sim, certamente às vezes eu penso em voltar para a Dinamarca. Estou com meu passaporte em mãos. Se Trump se tornar presidente e tudo virar uma merda, pego o caminho do aeroporto e pergunto se me aceitam de volta".

Fonte: Whiplash!

    Top

Hetfield: Disco novo está saindo no momento certo

   01 de Outubro de 2016     tags: entrevista, hetfield, hardwired to self destruct      Comentários



O frontman do Metallica, James Hetfield, foi entrevistado em uma recente edição do programa "Sixx Sense", apresentado pelo baixista Nikki Sixx do Mötley Crüe e Sixx:A.M. O áudio da conversa pode ser ouvido clicando aqui, e alguns trechos traduzidos podem ser conferidos abaixo.

Sobre não dar muita atenção a opinião de outras pessoas sobre a música do Metallica:

Hetfield: "Eu preciso te dizer, tem sido sempre assim para gente. Nós só queremos escrever música que gostamos de ouvir. É simples assim. E nós temos muitas pessoas que se sentem da mesma forma, por alguma razão. Ainda me espanta que as pessoas... Tem crianças de seis anos por aí cantando 'Master! Master!'. É, tipo, 'tem certeza? Você realmente gosta disso? Uau! Tá certo.' Mas nós escrevemos músicas que gostamos de ouvir, e temos sorte de ter algumas pessoas que também gostam de ouvir isso."

Sobre fazer turnê:

Hetfield: "É bom ser desejado e requisitado. Eu amo isso com certeza, mas eu amaria poder tocar em todos os lugares possíveis. Mas em relação a minha sanidade e meu corpo e saúde, e meu corpo e espírito, nós temos que nos cuidar. Nós queremos ser o mais potente e afiado possíveis, então fazer turnê... Sabe, será mais curto e mais esperto e mais potente, é o que buscamos. Sabe, nesta nossa idade... Onde estamos atualmente, não tocaremos em qualquer quintal. Então será um pouco mais seletivo, mas estaremos por aí o máximo que pudermos. Então espero que as pessoas viajem e aproveitem o pacote completo que vem com isso. Mas nós vamos tocar quando e onde pudermos. Vou te dizer, esta é a parte mais legal de estar em uma banda - tocar ao vivo. Não são as outras 22 horas por aí - são as duas horas no palco - e isso é ouro para mim. E nós nos importamos com isso, e é precioso para gente. Então nós amamos isso, e essa é uma das principais inspirações em estar em uma banda."

Sobre o intervalo de oito anos entre o "Death Magnetic" de 2008 e o "Hardwired... To Self-Destruct" deste ano:

Hetfield: "O que diabos estávamos fazendo? Deus, eu acho que a vida estava acontecendo. Sabe, o Metallica nunca é rápido. Nós estamos no tempo do Metallica. E temos muito orgulho do que lançamos, e ao contrário da crença popular, nós tentamos e lançamos o que for melhor, e o melhor que conseguimos fazer, e as vezes isso demora um tempo, e algumas vezes não. Mas, sabe, outras vidas estavam acontecendo. Você tenta e faz o seu melhor com tudo isso, e você tem vida, você tem filhos, e você tem todas essas outras coisas rolando, e você faz isso funcionar. E você precisa ter um bom equilíbrio. E vou te dizer, a vida é ótima, a vida é bonita se eu estou com a mentalidade certa, e este álbum está saindo exatamente no momento certo. Deveria ser agora, e estamos gratos de podermos lança-lo. E agradeço por ainda existir uma antecipação por ele, pois estou bem animado para que as pessoas ouçam."

Sobre o "Hardwired... To Self-Destruct" ser um disco duplo:

Hetfield: "Há 12 músicas, e elas não tem todas três minutos e meio como a 'Hardwired'. Mas há algumas coisas longas e alguma coisas curtas e algumas médias. Sabe, o Metallica é diverso, e eu amo isso. Eu acho que o tempo máximo é 75 ou 80 minutos, e então a qualidade do som começa a sofrer, no vinil especialmente. E eu acho que em relação ao CD, há um máximo nele também. E nós queremos que soe bom, digo, no final, e nós temos um monte de músicas que amamos. Então isso tinha que acontecer. Pelo custo extra de torná-lo duplo, acho que vale a pena."

Sobre encontrar com fãs em público:

Hetfield: "Eu realmente costumava fizer paranoico de que deixaria alguém irritado. Eu costumava ficar tão preocupado de que se eu falasse 'Não, meus filhos estão aqui e eu estou curtindo um momento família', eles virariam e diriam, 'você é um idiota. Mas que estrela de rock'. Eu me preocupava tanto com isso. Mas vou te dizer, quanto mais eu digo que não é uma boa hora, que eu não tiro fotos, que eu não autografo, eu vou apertar sua mão e falarei com você por cinco minutos. Eu prefiro fazer isso e deixar esse tipo de impressão do que alguém simplesmente roubando um pequeno pedaço de sua privacidade. Eu não acho isso produtivo para mim e me deixa de mau humor. E então eu começo a me sentir ressentido e eu não quero nem falar com as pessoas. Então prefiro falar com elas como uma pessoa ao invés de algum tipo de ídolo."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Hetfield: "Ficamos de fora de política e religião"

   29 de Setembro de 2016     tags: entrevista, ulrich, hetfield, hardwired to self destruct      Comentários



O Metallica falou com Matt Everitt da BBC 6 Music sobre o vindouro álbum da banda, "Hardwired... To self-Destruct", a sair em 18 de Novembro. Perguntado sobre o que é diferente neste disco, o baterista Lars Ulrich disse: "Eu ainda estou meio que passeando pelos sons. Ele apenas soa realmente bom e realmente rico e realmente completo."

"O último disco ['Death Magnetic' de 2008], conforme foi rolando, ele foi ficando cada vez maior. As música tiveram finais mais longos e esse tipo de coisa. Este disco é bem diferente. As músicas são mais curtas e um pouco mais concisas. Então quando eu ouço isto, eu sinto que é o Metallica mais esguio que vimos há tempos. Talvez até o mais esguio que conseguimos ser.'

Ulrich também falou sobre a fonte da agressão do Metallica. Ele disse: "O velho cliché é 'aumente até o 11'. Eu acho que nós aumentamos até o 12 ou 13. Mas conforme eu fico mais velho, eu percebo que há um pequeno elemento de entrar no personagem. Quando você está no palco, você está no momento, você está com seus colegas de banda - e você se transforma em um pequeno gnomo do rock ou algo assim. Eu não sou assim as 7:15 da manhã, quando estou tentando fazer o filho número três terminar sua tigela de fruta."

O frontman James Hetfield completou: "Eu aprendi a conviver com isso [agressão] sendo parte de mim. Eu sou capaz de identificá-la e usá-la. Afiá-la as vezes, usá-la nos lugares certos e outras vezes fechar a caixa com ela por um tempo e tentar ser normal."

James falou sobre os temas das letras do "Hardwired... To Self-Destruct", explicando: "Fala sobre lidar com a fama - e para todos que buscam isso: 'eu quero ser famoso!'. E há também o tópico de, 'cara, estamos realmente fazendo isso direito?'. Na linha do tempo da história, o homem existe por um nanosegundo e estou perguntando: 'Acabamos? Já deu a nossa hora?'. Há muita polarização rolando nos Estados Unidos, e eu vejo isso também em outros lugares. Mas parece que você precisa ficar mais extremo, para balancear o outro extremo. Nós temos que acha um balanço em algum lugar no meio."

Ele continuou: "Nós ficamos de fora de política e religião. Isso parece polarizar as pessoas ainda mais. Nós todos temos nossas próprias crenças, mas no fim, estamos tentando nos conectar com pessoas e parece que as visões políticas não fazem tanto isso quanto a música."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top


<<< Anteriores Próximas >>>

Newsletter
Receba em seu e-mail as últimas notícias sobre Metallica:

Conecte-se

Facebook   Twitter   RSS   Fórum

© 1998-2026 Metallica Remains - Desde 13 de Janeiro de 1998 | Política de Privacidade