Destaques

Notícias

Música Murder One é homenagem a Lemmy Kilmister

   27 de Setembro de 2016     tags: motörhead, hardwired to self destruct, hetfield, ulrich, entrevista      Comentários



Durante o evento Town Hall desta segunda-feira, 26 de Setembro, nos estúdios de Nova Iorque da SiriusXM, o Metallica revelou que a música "Murder One" de seu vindouro disco "Hardwired... To Self-Destruct" é um tributo ao finado frontman do Motörhead, Lemmy Kilmister, e usa vários títulos de suas músicas nas letras.

"Motörhead teve muito a ver com o Metallica estar sentado aqui neste momento", disse o frontman do Metallica, James hetfield, segundo a Rolling Stone. "Mas apenas Lemmy como uma entidade, meio que como uma figura paterna, ele nos ajudou muito. Ele não tinha medo. E ele tinha personalidade. E ele era ele mesmo. E todos nós respeitamos muito isso. Ele fez do seu jeito até o último suspiro. Não importa quem você é, como não poderia ser inspirado por isso?"

"No verão de 1981, eu segui o Motörhead em turnê", completou o baterista Lars Ulrich. "Foi isso que me fez querer estar em uma banda. Quando eu voltei para o sul da Califórnia e liguei para o James e disse, 'Ouça, nós temos que dar uma chance a isso'... Motörhead é o catalisador."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Ulrich não se incomoda com as críticas online

   24 de Setembro de 2016     tags: entrevista, ulrich, hardwired to self destruct      Comentários



O baterista do Metallica, Lars Ulrich, disse ao New York Post sobre o feedback do novo single da banda, "Hardwired". A música é a primeira amostra do novo álbum do Metallica, "Hardwired... To Self-Destruct", a sair em 18 de Novembro.

Lars disse: "A resposta no círculo próximo ao nosso álbum tem sido bem positiva, além do que esperávamos. Mas 2016 é como o velho oeste na música. O que acontece quando você lança um álbum é uma incógnita. Nós temos acesso a todas as informações, e o iPhone 7 trará isso para gente mais rápido do que o iPhone da semana passada. Mas o lado negativo é que todo mundo tem um período de atenção de cerca de nove segundos, e então move para a coisa seguinte. Então vai saber como este álbum se conectará?"

Ulrich prosseguiu dizendo que ele não se incomoda pela crítica incessante a cada movimento do Metallica. "Ocasionalmente, para alívio cômico, eu rolo um pouco para ver que coisa absurda alguém escreveu", disse ele. "Alguém dirá, 'aqueles caras eram melhores quando estavam fodidos', ou 'aqueles caras não são bons desde que começaram'. Está tudo bem. Não tem impacto."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Trujillo fala sobre sua relação com Ulrich

   24 de Setembro de 2016     tags: entrevista, trujillo, hardwired to self destruct      Comentários



O baixista do Metallica, Robert Trujillo, foi entrevistado no programa "Whiplash" da rádio KLOS em 19 de Setembro. A conversa pode ser ouvida clicando aqui e alguns trechos traduzidos podem ser conferidos a seguir.

Sobre a conciliação entre a necessidade de crescimento artístico com as chamadas constantes para o Metallica fazer um álbum que é uma reminiscência de seus primeiros trabalhos:

Trujillo: "Bem, uma das coisas sobre esta banda é que eu sinto que com o lançamento do 'Death Magnetic' [de 2008], pelo menos para mim, e também na época ter o Rick Rubin a bordo como nosso produtor e ter Rick fazendo com que Lars [Ulrich, bateria] e James [Hetfield, guitarra/vocal] se reunissem com o thrash, estilisticamente, e voltar ao passado e estar bem com a energia disso, e então pegar isto e ser criativo e então crescer juntos durante estes últimos anos desde que aquela música foi gravada de fato e levar isto, sabe, para nós, é animador. E eu acho que uma das coisas mais importantes é ter essa energia para criar e a inspiração em uma época, usualmente, na carreira de muitas bandas onde elas chegam ao ponto onde começam a se sentir cansadas da música ou as idéias criativas param de rolar, e não há falta de idéias no Metallica hoje. Na verdade, nosso problema... É um processo de eliminação - nós temos muitos riffs, e você precisa meio que fazer uma jam delas para ver o que sobrevive, e algumas das coisas que não sobrevivem poderiam ser o melhor riff no álbum de outra banda, entede o que eu quero dizer? Então eu acho que ter essa energia nova para criar e estar animado sobre isso é o que nos mantém... Pelo menos neste novo disco, manteve as coisas frescas, e também espero que tenha criado um corpo de música que seja relevante e que os fãs antigos e novos possam se identificar e se inspirar. E então espero que isso se transforme em nos querer ver ao vivo e experimentar a música nesse nível. Então eu acho que isso se resume a nós estarmos motivados para criar e ainda ter esse desejo. Muitas bandas vão a compositores externos para ajudá-las a criar ou escrever suas músicas, e isso não está acontecendo aqui. Mas isso leva tempo. Nós também tivemos muitos... Nós nos desviamos durante os anos. Eu sei que é frustrante para nossos fãs. Nós fizemos um filme chamado 'Through the Never' e fizemos um álbum com Lou Reed, que foi bem importante para nós. Nós gostamos de tentar coisas, e algumas vezes, nos olhos dos nossos fãs, é um sucesso e algumas vezes não, mas é isto que fazemos - nós arriscamos. E estou animado que criamos um corpo de música que estamos animados. E quase parece que é atual e faz sentido. Talvez será terapêutico para muita gente ao redor do mundo que está frustrado com o que está rolando, entende?"

Sobre passar vários anos para compor e gravar a música para o novo álbum do Metallica, "Hardwired... To Self-Destruct":

Trujillo: "Bem, sabe, quando você fica mais velho, na vida você tem mais responsabilidade, e muitas vezes isso tem a ver com a família, o que é algo bom. Filhos são ótimos. Todos nós temos nossos filhos e nossas esposas, e há responsabilidade em sua família, e você precisa balancear. Tem tudo a ver com balancear. É balancear o processo criativo e sua vida como pai ou o que for. E nós encontramos uma forma de fazer isso. E também fazer turnê, nós temos que balancear isso também; nós meio que encaixamos na agenda de nossos filhos e agenda escolar e coisas assim. Então estamos lá para nossos filhos. Ao mesmo tempo, com a música, nós queremos garantir que estamos realmente focados, e quando entramos em uma sala e trabalhamos, estamos realmente canalizando nossa energia naquilo que estamos criando. E muito do que fazemos atualmente é meio que orientado a jams, então precisa ter uma coleção... Digo, definitivamente há uma coleção de riffs que surgiram no decorrer dos anos, e todo mundo tem suas idéias, e então basicamente você as toca. Você vê o que sobrevive, o que funciona; você tenta coisas diferentes. Digo, com James, sempre terá uma tonelada de letras extras ou idéias de melodias que ele tentará antes de decidir o que sobrevive. Então é realmente como construir uma casa. E de certa forma, nós tentamos não nos preocupar muito com os prazos, e eu sei que isso deixa nossos empresários loucos. Eles só querem que a música seja escrita rápida, e não é assim que funciona aqui. Eu já estive em outras situações... Digo, eu tinha uma banda chamada Infectious Grooves e, basicamente, nós faríamos jams por cinco dias. Entraríamos em uma sala de ensaios, não mais do que quatro horas, e ao final de cinco dias, com nossos pequenos gravadores, diríamos, 'Ok, aqui está uma música. Aqui está outra'. Nós tínhamos todas as músicas na fita. Talvez nós formularíamos a idéia e da próxima vez que víssemos uns aos outros com nossas fitas seria no estúdio, e tinha a ver com capturar o momento, e isso foi o que funcionou naquela situação. E isso é algo, com o Metallica, que não podemos fazer - nós temos que estimular e tentar coisas e construir a casa, por assim dizer. Mas ao mesmo tempo, eu acho que é isso que torna as músicas especiais. E é só outra maneira de fazer as coisas."

Sobre seu relacionamento musical com o baterista do Metallica, Lars Ulrich:

Trujillo: "Bem, no decorrer dos anos, eu senti que nós crescemos; nós nos encaixamos melhor. Quando eu me juntei a banda, era diferente. Não estou dizendo que era ruim; era apenas diferente. Você estava aprendendo como tocar um com o outro e achar aquele groove. E uma das coisas que eu senti, em mais de treze anos [estando na banda] agora, é, de novo, com os desafios que tivemos como uma banda, como um time, como uma família musical, nós encontramos um groove um no outro e aplicamos na música. Como no novo álbum... Eu senti que o novo álbum, embora seja bem agressivo e tem essa energia que é thrash e que é direta, ainda tem groove. Poderia ser rápido, o que for - há um lugar lá, e eu acho que isso é realmente importante para qualquer seção rítmica. É mais confortável agora. Nós sentimos, com o tempo e envelhecendo juntos, nós encontramos nosso nicho como uma seção rítmica, e isso é especial. Estou animado com o próximo disco por essa razão. Eu acho que o 'Death Magnetic' definitivamente nos colocou na direção certa e o 'Hardwired' meio que nos tornou melhor. E a continuação disso, seja lá quando for acontecer no futuro, é realmente animador para mim, pois eu sei que ainda há muito sobrando no tanque. Então estes são tempos animadores para o Robert Trujillo e o Metallica."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Hammett: Perder iPhone com centenas de idéias de riffs foi devastador

   22 de Setembro de 2016     tags: entrevista, hammett, áudio, hardwired to self destruct      Comentários


O guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, disse que perder seu telefone com centenas de idéias de riffs para o novo álbum da banda foi uma "experiência devastadora".

O iPhone de Hammett, contendo cerca de "250 idéias musicais" sumiu em 2014. Cerca de seis meses depois, ele disse ao podcast "The Jasta Show" que ele "ficou arrasado" quando isso aconteceu, mas ainda tinha esperança de que ele "poderia reaparecer".

Agora, em uma nova entrevista para a rádio KISW 99.9 de Seattle, Kirk falou sobre como o incidente afetou o processo de composição do novo disco "Hardwired... To Self-Destruct". Segundo ele, "[perder o telefone] foi devastador para mim. Vamos apenas dizer que eu tive que começar do zero de novo, enquanto todo mundo [na banda] tinha material para as músicas. Quando eu tive algumas idéias rolando e meio que formadas, a maioria das músicas já tinham sido escritas. Eu tive que pensar para mim mesmo, 'ok, eu tenho coisas, mas parece que só aparecerão no próximo álbum'".

Apesar do revés, Hammett disse que ele ficou satisfeito com o resultado do "Hardwired... To Self-Destruct".

"As músicas neste álbum foram feitas durante um período de tempo - cerca de um ano e meio - e elas são totalmente orientadas ao groove, músicas que são meio que uma progressão natural do 'Death Magnetic', mas mais orientadas ao groove, não tão progressivas quanto o 'Death Magnetic'", disse ele.

Para visualizar este conteúdo, é necessário ter Flash instalado


Fonte (em inglêS): Blabbermouth.net

    Top

Trujillo: Faremos bastante turnê para disco novo

   20 de Setembro de 2016     tags: entrevista, trujillo, hardwired to self destruct      Comentários



O baixista do Metallica, Robert Trujillo, foi entrevistado na semana passada pela rádio WJRR de Orlando, Flórida. A conversa pode ser ouvida clicando aqui. Alguns trechos traduzidos podem ser conferidos a seguir.

Sobre o longo intervalo entre o último álbum do Metallica, "Death Magnetic" de 2008, e o vindouro "Hardwired... To Self-Destruct", a ser lançado em 18 de Novembro:

Trujillo: "Você meio que segue a correnteza e lida com isso. Este é oficialmente meu segundo disco com a banda, e eu não sei quanto tempo foi... Tipo, oito anos deste o último, ou algo assim. O processo criativo é interessante, pois nós fazemos muitas jams. Quando tocamos shows em turnê, nós temos o que chamamos de 'sala de jam', e temos, obviamente, equipamento de gravação móvel para que qualquer idéia que surja, ela esteja gravada e documentada. Pois James Hetfield [frontman do Metallica] literalmente plugará seu cabo de guitarra e virá com algum riff louco em um milésimo de segundo. E se não há nada para gravar essa idéia, ela vai embora, e vai para sempre. Digo, eu estarei sentado lá com ele, e se não tiver nenhum equipamento de gravação perto, e eu o ouço tocar algo, eu falarei, 'espera aí!'. Eu lembro quando eu me juntei a banda, isso aconteceria, e naquela época eram fitas. Eu pegaria meu gravador e diria, 'toca isso de novo' ou o que for. Então é assim. É um processo de eliminação, onde os riffs e idéias, eles acontecem espontaneamente. Algumas vezes isso não acontece. Algumas vezes, as pessoas trabalham nas coisas e as trazem para o ensaio ou o que for, e então você começa a compor. E nosso problema é que temos tantos riffs, e alguns deles são realmente ótimos, e eles não sobrevivem. E eles poderiam ser o melhor riff de outra banda. É um bom problema de se ter."

Sobre os planos de turnê do "Hardwired... To Self-Destruct":

Trujillo: "Nós definitivamente sairemos por aí e faremos bastante turnê. A coisa é que é um novo bebê. Com o lançamento de um álbum e escolher a setlist, e também estar muito animado com isso, isso toma tempo. E criar o show também - tudo, da produção visual ao design de som e a coisa toda. É realmente animador para todos nós, incluindo os empresários. Usualmente, com os Estados Unidos, nós queremos chegar e não ter experimentação; nós queremos que seja certo e sólido. Então faremos turnê nos EUA no próximo ano; é só que ainda estamos desenvolvendo a produção para levar por aí. Nós fizemos algumas coisas aqui e ali - nós tocamos em Minneapolis bem recentemente e tocamos em São Francisco mais ou menos recentemente. Então estamos alimentando a máquina aqui. Estamos chegando lá. As pessoas precisam ter um pouco mais de paciência com a gente. Eu sei que demorou um pouco para finalizar o álbum e mixar e masterizar, e o lançamento está aí, bem próximo. Mas ao mesmo tempo, nós temos que acertar o show. E tudo isso estará acontecendo."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Hammett: Álbum novo está na linha do Death Magnetic

   19 de Setembro de 2016     tags: entrevista, hammett, áudio, hardwired to self destruct, black album      Comentários



A rádio WRIF de Detroit, Michigan, realizou recentemente uma entrevista com o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett. VOcê pode ouvir a conversa, em inglês, usando o player abaixo. Alguns trechos traduzidos podem ser lidos a seguir.

Sobre a turnê do Metallica de divulgação do vindouro álbum de estúdio da banda, "Hardwired... To Self-Destruct":

Hammett: "Nós pretendemos ir a maior quantidade de lugares possíveis. Estamos tentando chegar as maiores cidades cosmopolitanas ao redor do mundo. Temos várias datas que estão guardadas para os Estados Unidos, o que é algo que estamos ansiosos, pois não fazemos uma turnê de verdade nos EUA há bastante tempo. Digo, nós somos conhecidos por tocar um show aqui e ali, e também somos conhecidos por fazer umas turnês pequenas de festivais na Europa ou Ásia ou Austrália ou América do Sul. Mas não fizemos muitos shows realmente nos EUA nos últimos seis ou sete anos, então estamos bem ansiosos para sair por aí e tocar para nossos fãs americanos, pois isso é a gente. Essa é nossa base, sabe."

Sobre como ele se prepara para uma turnê:

Hammett: "Eu garanto que estou em forma fisicamente e mentalmente, eu garanto que minha habilidade em tocar guitarra está boa. E eu garanto que as coisas estão indo bem em casa também. É realmente importante para mim, verificar para garantir que minha família está indo bem. Sabe, nós temos feito isso por tanto tempo que sabemos como fazer bem. Nós temos feito isso há tanto tempo que todo show vai bem, bem tranquilo, pois somos veteranos. Nós sabemos como ir lá e entrar no espaço ou no sentimento bem antes do show e então entrar no palco e detonar, cara, e dar metal as pessoas."

Sobre o álbum "Hardwired... To Self-Destruct":

Hammett: "Eu acho que está na linha do 'Death Magnetic', mas os grooves estão um pouco mais fáceis de assimilar. Há um tipo de approach mais simplista. É menos progressivo que o 'Death Magnetic' e mais orientado ao groove. Essa é minha visão. Todo mundo tem uma visão diferente, então eu só posso dizer a minha. E eu gosto dele; eu acho que é ótimo. Mas de novo, sou tendencioso."

Sobre o aniversário de 25 anos do Black Album:

Hammett: "O Black Album é algo que meio que simplesmente aconteceu. O Black Album estava onde nossas cabeças estavam musicalmente, e pareceu estar em sincronia com a indústria da música e as rádios de rock. Então houve um tipo de sincronismo... Não sincronismo, mas uma sinergia real com a gente fazendo o tipo de música que a rádio de rock parecia precisar na época. Pois tocamos tanto nas rádios e pudemos realmente entrar na mente de muitos compradores de discos. Não foi apenas o álbum e sair em turnê por três anos; também foi o apoio da rádio que tornou o álbum o que é. E o fato da rádio ainda tocá-lo hoje, ainda tocar essas músicas hoje, contribui para a intemporabilidade dessas músicas. Se você lançar esse álbum hoje, ele se encaixaria totalmente na cultura musical geral que está rolando atualmente."

Para visualizar este conteúdo, é necessário ter Flash instalado


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Hetfield: Amamos o que fazemos e estamos fazendo música que queremos ouvir

   15 de Setembro de 2016     tags: entrevista, hetfield, áudio, hardwired to self destruct      Comentários



Jaxon da rádio 93.3 WMMR de Philadelphia, Pennsylvania, realizou uma entrevista nesta semana com o frontman do Metallica, James Hetfield. O áudio pode ser ouvido usando o player abaixo, e alguns trechos traduzidos podem ser conferidos a seguir.

Sobre o longo intervalo entre o álbum "Death Magnetic" de 2008 e o vindouro "Hardwired... To Self-Destruct", a sair em 18 de Novembro:

Hetfield: "Eu não acho que nós fizemos uma pausa. Eu acho que fizemos uma pequena pausa, mas o tempo não é um grande fator para nós no Metallica. Nós meio que fazemos isso no tempo do Metallica e, sabe, nosso prato está cheio praticamente o tempo todo com coisas diferentes. Então não é como se nós estivéssemos nos torturando ou aos outros esperando por isso. As coisas simplesmente acontecem na banda, outras coisas acontecendo, nós estamos fazendo turnês, shows isolados, e as coisas simplesmente acontecem. E sim, nós temos nossas vidas em casa também, e isso obviamente tem prioridade, mas não é a razão para demorar tanto. Nós só temos nosso ritmo com as coisas."

Sobre se o novo single, "Hardwired", é um indicativo de como soa o novo álbum:

Hetfield: "Isso foi, na verdade... 'Hardwired' foi a última música a ser escrita, então é meio que uma soma, ou um sumário, de muitos dos sentimentos, liricamente e nas idéias, do álbum, mas ela é definitivamente umas das músicas mais curtas do disco. Nós somos conhecidos por ter músicas longas, e há algumas delas neste disco também. Há um sentimento diverso, e isso é o que amamos fazer: nós gostamos de tocar rápido, devagar, médio e tudo no meio."

Se o "Hardwired... To Self-Destruct" está oficialmente finalizado:

Hetfield: "Bem, ok, você pode nos chamar de perfeccionistas, se quiser, e eu farei isso também. Mas há sempre algo. Sabe, 'ah, isto está um pouco longo. Vamos cortar isto. Vamos tornar isto um pouco mais potente'. Sabe, cara, nós somos artesãos, e queremos deixar isto o mais afiado e potente possível. Então até o último minuto - até a ordem das músicas. Então há sempre algo que estamos pensando e tentando torná-lo melhor e o mais potente possível. Então está sim finalizado quanto as músicas. Então é só a arte e as pequenas coisas aqui e ali que ainda estamos trabalhando."

Sobre a vindoura turnê de divulgação do "Hardwired... To Self-Destruct":

Hetfield: "Bem, não há dúvidas de que vamos fazer turnê dele. Eu não tenho idéia de onde faremos, onde lançaremos esta coisa nos ouvidos das pessoas. Eu amaria tocar em todos os lugares possíveis, mas, sabe, hoje em dia e com nossa idade, nós, de novo, queremos estar o mais afiados e potentes possíveis. Então terá que ser uma turnê seletiva - sabe, garantindo que estamos saudáveis e sendo capaz de dar o melhor em todos os lugares. Então será uma turnê menor, mas mais inteligente e potente."

Sobre o "Hardwired... To Self-Destruct" ser um disco duplo:

Hetfield: "Sim, eu te disse, cara - eu te disse que as músicas eram... Há algumas longas, e nós temos doze músicas lá, então para fazer soar o melhor sonicamente, foi isso que precisou ser feito. Nós queremos que soe ótimo, então do jeito que for funcionar, é como faremos funcionar."

Sobre se o Metallica ainda é, até hoje, acusado por alguns fãs de ter "se vendido":

Hetfield: "Sim, você tem versões diferentes disso online atualmente, com todos os haters e as pessoas que tem algo pra reclamar e elas... Sabe, tanto faz. Eles tem um ressentimento de dez anos atrás, e elas estão trazendo isso nesse novo álbum; eles nem ouviram ainda. É, tipo, 'tudo bem. Esta não é uma crítica musical. Isto é alguém bravo e precisando liberar isto'. Então, sabe, nós não damos a mínima. Nós amamos o que fazemos, e fazemos isso pois amamos fazer, e estamos fazendo música que nós queremos ouvir. Somos artistas, e é simples assim. E você pode julgar o quanto quiser, mas nós faremos o que sentimos que é certo para nós."

Sobre como o som do Metallica evoluiu nos últimos 35 anos:

Hetfield: "Bem, eu acho que estamos aqui para evoluir, e nós evoluímos. Mas vou te dizer, não devo julgar qualquer um que seja um artista que está fazendo o que quer. Se você fizer o mesmo álbum toda vez, isso é o que você ama fazer, esse é o seu porto seguro, está maravilhoso e é confiável. Então há sempre algo bom no que for que estiver saindo. Somos exploradores, cara - nós amamos tentar coisas diferentes e expandir os limites."

Se ainda há algo para o Metallica alcançar ou se, neste ponto, é só curtição:

Hetfield: "Bem, é um pouco dos dois, e para nós, sermos exploradores, temos que ter algo que... Qual é sua próxima aventura? E eu te digo, essas aventuras aparecem para nós, seja os empresários recebendo ofertas ou o que for, sempre há uma aventura que aparece para nós, e estamos prontos para isso. Nós queremos ser pioneiros, e há algumas coisas que não deram realmente certo, e há algumas que quase nos matou [risos] - sabe, certos filmes e coisas - enfim... Financeiramente e coisas assim. Mas estamos prontos para tentar novas coisas e torná-las divertidas e trazer sorrisos aos fãs por aí, e isso me faz sorrir."

Sobre se o Metallica se aposentará ou vão tocar até não aguentar mais:

Hetfield: "Eu não sei. Não estou nesse ponto ainda... Não há regras. Como um artista, quando você para? Você deveria parar? Se parar, você morre? Digo, olhe para o lemmy. Aquele cara estava lá, detonando até o último momento, e isso, para mim, é respeitável, mas isso é ele. Digo, isso é ele. Isso é o que ele amava; isso é como ele vivia. Por que você morreria sentado em uma cadeira em algum lugar? Ele amava fazer isso, e isso se encaixa nele. Então ainda não sei como é para nós."

Sobre não serem mais de uma grande gravadora e poder lançar os álbuns do Metallica através da Blackened Recordings:

Hetfield: "A Blackened Records é bem grande na minha cabeça, vou te dizer. [Risos] É um grande marco para nós termos nossa própria gravadora, tendo... Meus filhos, eles não conseguem entender isso. Tipo, 'o que você quer dizer que você é dono de sua própria música? Por que não seria?' Eu tento explicar a eles que era assim que as coisas funcionavam antes, e o fato de que temos nossos próprios masters e sermos capazer de planejar nosso próprio destino. Quais embalagens legais podemos fazer? Nós agora somos donos de uma gravadora para vinil de verdade, o que é bem legal. Então estamos animados. Esse é outro capítulo legal para o Metallica se tornar criativo."

Para visualizar este conteúdo, é necessário ter Flash instalado


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Ulrich sobre disco novo: Muitas coisas obscuras sobre relacionamentos

   08 de Setembro de 2016     tags: entrevista, ulrich, hardwired to self destruct      Comentários



O baterista do Metallica, Lars Ulrich, falou com a Rolling Stone sobre o novo álbum de estúdio da banda, "Hardwired... To Self-Destruct", a sair em 18 de Novembro. Ulrich afirmou sobre os temas das letras do disco: "Há muitas coisas obscuras sobre relacionamentos. Não apenas com pessoas, mas com personalidades escondidas dentro de cada um."

Ulrich disse ainda sobre a estrutura das músicas: "A maioria das músicas são mais simples. Nós introduzimos um humor e nos mantivemos nele, ao invés de músicas que fizemos onde um riff acontece e então vamos aqui e ali e se torna uma jornada por todas essas atmosferas de sons diferentes. As músicas são mais lineares."

O baterista comentou que a banda foi possivelmente inspirada por revisitar seus álbuns mais antigos, "Kill 'Em All" e "Ride the Lightning", enquanto se preparavam para relançá-los. Disse ele: "Não foi até 2013, quando nós o tocamos [na íntegra no Orion Festival em Detroit] que eu percebi que o 'Kill 'Em All' tinha uma coesão... As músicas são longas, mas não tão progressivas. É um mundo próprio. E eu acho que há alguns elementos disso que aparecem nisto. Eu diria que há um traço de resíduo de redescobrir o 'Kill 'Em All' que aparece nas composições."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Ulrich fala sobre o sucesso do Black Album

   03 de Setembro de 2016     tags: entrevista, ulrich, black album      Comentários



O baterista do Metallica, Lars Ulrich, foi entrevistado no último episódio do podcast Pop Shop da Billboard.com. Katie Atkinson, co-diretora das paradas da Billboard, conversou com Ulrich sobre o aniversário de 25 anos do álbum homônimo do grupo, popularmente conhecido como Black Album, que estreou na primeira posição da The Billboard 200 de 31 de Agosto de 1991. O disco reina como álbum mais vendido dos Estados Unidos durante toda a era Nielsen Music (1991-presente), com incríveis 16,4 milhões de cópias vendidas. Você pode ouvir ao podcast na Billboard.com. A tradução de alguns trechos da conversa pode ser lida abaixo.

Sobre o grande sucesso do "Black Album" do Metallica:

Ulrich: "Quando eu olho para trás, não foi como se acordássemos um dia e de repente estivessemos no meio disso tudo. Foi nosso quinto disco, e parecia como se o caminho que estivessemos foi meio que... Cada disco fez um pouco mais de sucesso do que o anterior e a turnê ficou maior e nós ficamos mais sob o holofote, e tanto as coisas boas e ruins que vem com isso. Mas ainda foi um processo que, na época que chegamos ao 'Black Album', tínhamos dez anos de carreira. Alguns de nossos colegas na época, como o Guns N' Roses ou Pearl Jam ou, acho que de certa forma, Nirvana... Tanto o Pearl Jam quanto o Guns N' Roses lançaram seus primeiros discos, que estouraram e venderam trocentas mil cópias, e então eles meio que tiveram que lidar com uma grande mudança em tudo. Nossa coisa foi mais gradual. Então eu gosto de pensar que na época que atingimos os níveis sem precedentes de sucesso que o 'Black Album' nos trouxe, que estávamos meio que acostumados a lidar com muitas das coisas boas e não tão boas que vem com isso, quando surge esse tipo de situação."

Sobre fazer o álbum homônimo do Metallica:

Ulrich: "Nós sabíamos quando estávamos fazendo o disco que havia um certo alinhamento dos planetas ou das estrelas ou o que for. Nós tínhamos algumas músicas que... Nós nos preparamos para escrever músicas mais curtas depois de levar o lado progressivo do Metallica o mais longe que achávamos que podíamos com o álbum '...And Justice For All'. Então escrever músicas mais curtas, e se sentir surpreendentemente confortável com isso, e então a adição do [produtor] Bob Rock, que nos ajudou... Sabe, nos guiar pelo processo de gravação por cerca de um ano, que nem sempre foi sem complicações e tal. Mas nós todos sabíamos que a dinâmica entre Bob e essas músicas e eu acho que seja lá o que estávamos trazendo com isso, era algo especial, e também com as mudanças que estavam acontecendo no rock e na cultura e o papel que a MTV estava tendo e assim por diante, tudo meio que se alinhou. Eu acho que considerando como toda a coisa poderia descarrilhar e implodir, nós lidamos bem. Nós meio que superamos e vivemos para contar a história, sabe. [Risos]"

Sobre o papel que a MTV teve no sucesso do Metallica:

Ulrich: "A coisa mais importante para nós, e acho que o mais importante disso, foi que nós sentimos que não nos vendemos ou alteramos artificialmente o caminho em que estávamos. Nós sentimos que a MTV... Sentimos que o mainstream estava se movendo em direção aonde estávamos. Nós sempre nos consideramos meio que autônomos e obviamente bem fora do centro e vivendo em nossa pequena bolha, e quanto mais sucesso fazíamos, mais o mainstream meio que se abria para quem éramos e vinha até nós, e sentimos que o mainstream estava nos abraçando em nossa posição, fora do centro, ao invés de nós abandonarmos quem éramos ou ir e encontrar a MTV no centro do universo deles."

Sobre o disco homônimo do Metallica ser o álbum mais vendido dos últimos 25 anos nos Estados Unidos:

Ulrich: "Eu acho que você pode colocar isso na categoria 'caralho'. Há tantas coisas inerentemente bizarras nessa frase ou nesse fato que eu nem sei por onde começar. Se você apenas considerar quem nós éramos por boa parte dos anos 80 e como permanecemos por boa parte do resto de nossa carreira e como nós sempre nos vimos como pessoas de fora. Digo, obviamente, eu não sou ignorante o suficiente para não entender o que você está falando, mas nós vivemos aqui na Bay Area [de São Francisco] e não nos envolvemos em tudo que acontece em Nova Iorque e em Los Angeles. Eu acho que há algo na Bay Area que nos mantém com os pés no chão, e ainda temos um senso de realidade bem decente, e nós nos forçamos a priorizar nossas família e ter uma vida mais normal possível de São Francisco. Nós estamos felizes e orgulhosos das escolhas que fizemos. Então, sabe, para um bando de pessoas que ainda se sentem como se fossem crianças e para um bando de pessoas que ainda se sentem como se nunca realmente se encaixaram nas coisas que rolam ao redor delas, é bem legal poder ter uma estatística como essa que você mandou pra mim, e meio que saber que estamos bem lá no topo. Eu não sou muito um cara nos termos de ser 'número 1' ou ganhar ou essas coisas meio sem sentido - significa cada vez menos para mim com o passar da idade - mas, obviamente, é algo bem legal de ter em seu arsenal, ou em sua lista de estatísticas. Eu acho que as crianças estão bem orgulhosas disso, então é tudo bem legal."

Sobre o "Black Album" ainda ter vendas constantes, com o disco vendendo cerca de cinco mil cópias toda semana nos Estados Unidos, 25 anos após o seu lançamento:

Ulrich: "Ouça, é obviamente incrível. Nós viajamos ao redor do mundo, e pelo mundo todo vemos fãs jovens ainda vindo aos shows do Metallica e ainda nos dando uma sensação de sentir relevante e nos encorajando e, de certa forma, eu acho, nos forçando a nos dar o melhor e assim por diante. Digo, é bem incrível que cinco mil pessoas ainda comprem esse disco [toda semana nos EUA], e eu gostaria de encontrar, tipo, o número 3267 da semana passada. Quero dizer, quem é essa pessoa? Você já não o tinha? VOcê está apenas substituindo a sua cópia antiga? Você apenas acabou de aparecer no nosso radar? Digo, ouça, eu acho isso incrível. Números como esse apenas são tão estranhamente abstratos para mim, que eu nem sei o que fazer com eles. E certamente eu posso dizer que tirando quando estou fazendo um entrevista sobre isso, é obviamente algo que eu não carrego comigo por aí. Mas na última semana, recebi alguns cumprimentos de um grupo de amigos e alguns e-mails me parabenizando pelo sucesso do disco e os 25 anos e tudo isso, então é certamente legal... É legal ter um disco como esse em seu catálogo e é legal, obviamente, ser parte de continuamente fazer diferença na vida das pessoas. Alguém me disse outro dia que comprar o 'Black Album' foi quase um rito de passagem entre ser uma criança e entrar na adolescência ou o que for. Então eu fico feliz com qualquer uma dessas estatísticas."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Hetfield: "Sinto falta de Cliff e amaria vê-lo de novo"

   01 de Setembro de 2016     tags: entrevista, hetfield, ulrich, vídeos, back to the front      Comentários


"Metallica: Back to the Front", a história definitiva do clássico álbum do Metallica de 1986, "Master of Puppets", e a turnê subsequente ao seu lançamento, chega as livrarias no dia 13 de Setembro. Uma edição especial de colecionador foi disponibilizada duas semanas antes, em 30 de Agosto, através do Metallica.com e MoonriseMedia.net.

Um novo vídeo de quatro minutos onde os membros do Metallica refletem sobre o finado baixista Cliff Burton e falam sobre o pai de Cliff, Ray, que continuou sendo uma figura paterna para o grupo, pode ser visto acima.

"Eu ainda sinto falta de Cliff, sem dúvida, e eu amaria vê-lo de novo em algum momento", disse o frontman do Metallica, James Hetfield. "Então ver fotos que eu nunca tinha visto antes, especialmente onde estamos juntos, é impressionante. Conseguir mais um pedaço dele de volta ao meu coração é ótimo."

"[Ray Burton] é um ótimo ser humano, e, obviamente, o fato de que ele é o pai do Cliff é outra razão de amarmos tê-lo por perto", disse o baterista do Metallica, Lars Ulrich. "Mas essa não é a razão primária."

"Ray resistiu a todas essas experiências com um sorriso no rosto, e sempre que ele entra no ambiente em um backstage do Metallica, ou aqui [no quartel general do Metallica] ou qualquer outro lugar que temos sorte de vê-lo, ele sempre tem essa incrível energia positiva."

Hetfield completou: "Quando cresci, eu queria ser o Ray Burton. [Risos] Ele é tão inspirador. Sua energia, seu amor pela vida, é muito atraente para mim, pois estou geralmente no polo oposto. Mas ele traz um sorriso para minha cara. Eu apenas olho para ele e começo a sorrir."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top


<<< Anteriores Próximas >>>

Newsletter
Receba em seu e-mail as últimas notícias sobre Metallica:

Conecte-se

Facebook   Twitter   RSS   Fórum

© 1998-2026 Metallica Remains - Desde 13 de Janeiro de 1998 | Política de Privacidade