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Empresário do Metallica: Renda de álbuns corresponde a um décimo de renda de turnê

   03 de Julho de 2015     tags: entrevista, peter mensch      Comentários

O empresário do Metallica, Peter Mensch, foi o convidado do programa Today da BBC Radio e falou sobre o atual estado da indústria da música.

"Menos discos são vendidos, mais são ouvidos pela internet", disse ele. "Menos dinheiro nisso. A indústria global está fragmentando enquanto fazemos negócios com gravadoras em países diferentes. [No passado], você costumava vender discos suficientess para não sair em turnê. Nos anos 90, você costumava fazer tanto dinheiro em turnê quanto faria vendendo discos. Agora você faz um décimo desse dinheiro em vendas de discos. O maior problema com o novo negócio de discos é que eu não sei quem são os fãs. Os fãs são as pessoas que pagarão realmente por algo."

Mensch e Cliff Burnstein, donos da Q Prime, já gerenciaram alguns dos maiores nomes do rock, incluindo AC/DC, Def Leppard, Jimmy Page e Red Hot Chili Peppers.

A conversa inteira pode ser ouvida, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): BraveWords.com

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Ulrich: Metallica aceita um em cada 20 contatos de marcas para parcerias comerciais

   26 de Junho de 2015     tags: entrevista, ulrich, vídeos      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, participou de um painel de discussão no festival Cannes Lions na segunda (22 de Junho), entitulado "Music and Brands: Moving At The Speed of Culture" ("Música e Marcas: Movendo na velocidade da cultura"). Vídeos de sua participação podem ser conferidos abaixo.

Ulrich disse que o Metallica aceita um em cada 20 contatos de marcas que recebem para parcerias comerciais. Ele explicou: "Você só senta lá e é apresentado a várias opções. Eu diria que nós falamos sim para uma em cada 20 coisas. Tem a ver em ser a hora certa - quem é a marca, o que eles estão oferecendo. É bem direto: é alguém com quem você iria para a cama ou não? Em geral, não é."

Ele também rejeitou a idéia de que fazer contratos com patrocínio os tornam vendidos. "Eu acho que nós fizemos isso bem", disse ele. "Eu durmo muito bem de noite, e eu acho que nós mantivemos a credibilidade bem intacta. Mas é uma situação diferente de 20 anos atrás. Você precisa ser adaptável."

Perguntado sobre o que ele acha das pessoas que fazem propaganda, Ulrich disse: "Eu acho que há muitas pessoas boas na propaganda que estão apenas fazendo seus trabalhos. Essa é a paixão deles e esse é o foco particular na vida deles. Eu não sei se eu teria uma maneira estilo manifesto de olhar para os anunciantes. Eu acho que... Obviamente, quando é relacionado ao Metallica... Quando você faz música, há um processo criativo e parte desse processo criativo é que você realmente... Eu acho que é apenas o elemento humano. Quando você faz algo que é criativo e que você está animado com os elementos humanos, você quer compartilhar com outras pessoas. Não é que necessariamente você queira fazer dinheiro, não é que necessariamente você queira se mostrar... É meio que, algo básico, tipo quase infantil... É tipo quando uma criança faz um desenho, ela simplesmente quer mostrar para todas as pessoas do lugar. Então quando pessoas criativas se esforçam criativamente, elas querem compartilhar isso, e é aí que os anunciantes se saem em níveis diferentes. E então, quando você joga essas palavras por aí, tipo 'marcas' e 'propaganda' e todas essas coisas que vocês tem ouvido por dias aqui, e continuarão ouvindo pelo resto da semana, elas são meio que termos genéricos, mas, obviamente, você quer divulgar as coisas para as pessoas."

Cannes Lions é a maior premiação anual mundial e festival para profissionais na indústria criativa de comunicação.



Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: "Tentamos nos alinhar com as pessoas que são mais inteligentes"

   25 de Junho de 2015     tags: entrevista, ulrich      Comentários



O baterista do Metallica, Lars Ulrich, falou com a Billboard.com sobre quão longe a indústria da música digital chegou desde os anos 2000, quando a banda processou o Napster, alegando que o pioneiro serviço de compartilhamento de músicas permitia que usuários baixassem ilegalmente faixas do Metallica sem o pagamento de royalties. Embora o caso tenham chegado a um acordo fora dos tribunais, 300 mil usuários foram banidos do Napster como resultado, e a imagem do Metallica foi afetada aos olhos dos fãs de música.

Ulrich, que foi o porta-voz do Metallica na batalha contra o Napster, desde então se tornou amigo do co-fundador do Napster e atual investidor do Spotify, Sean Parker, e até compareceu ao casamento dele.

Perguntado sobre como ele lida com o panorama da música digital em 2015 e se ele sente a necessidade de escolher lados entre Tidal, Spotify e Apple Music, Ulrich disse: "Você não quer necessariamente falar sim para tudo que vier em sua direção. Obviamente, no caso da Apple, eles são uma grande marca ou empresa do que qualquer outra, e eles tem algumas pessoas bem espertas trabalhando lá. Então não tínhamos nem que pensar sobre a Apple Music. Pessoalmente, eu tenho 37 produtos da Apple e isso apenas eu, sem contar o resto da família, então foi bem fácil para mim."

Ele continuou: "Nós temos estado em um relacionamento com Daniel Ek e o Spotify por alguns anos, que foi bem recompensador. Ele é um cara esperto e divulgar nossas músicas, nós tentamos nos alinhar com as pessoas que são mais inteligentes. Você pode dizer muito das empresas pelas pessoas que as comandam. Com Daniel, ele é bem apaixonado pela música, então você se sente seguro com ele. A mesma coisa com Eddy Cue e as pessoas que comandam a música na Apple; eles são apaixonados pelos artistas e música e assim por diante, então você sente como se fosse um relacionamento seguro de se estar. Algumas outras empresas talvez você lide com um pouco mais de cautela."

Ulrich completou: "Nós tentamos nos colocar em algum ponto no meio. Nós não necessariamente somos a ponta da flecha chegando, mas ao mesmo tempo não queremos ser tão difíceis e exigentes. Nós seguimos com as ondas enquanto elas chegam a margem."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Entrevista de Trujillo para David Ellefson

   22 de Junho de 2015     tags: entrevista, trujillo, vídeos      Comentários

David Ellefson do Megadeth realizou uma entrevista com Robert Trujillo do Metallica para uma coluna da Bass Gear Magazine, após o show do Mass Metal no Warwick em Markneukirchen, Alemanha, durante o Warwick Open Day 2014. Você pode assistir a conversa abaixo.

Perguntado sobre sua história com o flamenco, uma forma de música e dança tradicional da região de Andalusia da Espanha, Trujillo disse: "Bem, flamenco foi provavelmente a primeira música que ouvi quando bebê, pois meu pai tocava isso. Era por, obviamente, motivos de hobby, mas era o que ele tocava o tempo todo, então eu me acostumei a ouví-lo tocar esse tipo de música. E também, sua técnica de dedos, obviamente, era... Dedos... Então quando eu peguei o violão, eu imediatamente tomecei a tocar desse jeito. E então eu percebi em certo momento que eu estava gravitando a uma música mais voltada ao baixo. Mas também, em certo momento, eu percebi que, quanto mais rítmicos os instrumentos, como baixo e bateria, era o que mais combinava comigo, pois eu queria ser um baterista no começo. Nós vivíamos em um apartamento, então eu não poderia ter um kit para tocar alto e tudo isso. Meu pai tinha uma amigo que tinha um baixo acústico, e não funcionava com um amplificador, mas como era acústico, eu conseguia tocar. Então eu meio que toquei nisso por um ano, aprendendo escalas e tudo isso. E aqui estou eu."


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hammett: "Nossa música tem um elemento de perigo"

   11 de Junho de 2015     tags: entrevista, hammett      Comentários

O Metallica tocou no X Games 2015 em 6 de Junho em Austin, Texas. Dentre os outros artistas que tocaram na competição estão Nicki Minaj, Talib Kweli, Kid Ink, Pennywise e Joywave.

Sobre ser considerado a trilha sonora perfeita para o X Games, o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, falou ao Man Cave Daily que ele viu as similaridades e o paralelo existente.

"Nossa energia vai em nossa música e é amplificada até o próximo nível", disse ele. "Quando as pessoas podem ouvir, tocar e sentir essa energia, é um tipo de sentimento motivacional que chega até as pessoas, se elas deixarem se energizar por isso."

Ele continuou: "Nossa música tem um elemento de perigo nela, e o humor que a envolve. Não é perigosa, mas há um certo elemento de perigo. Eu acho que muitos desses atletas extremos podem se relacionar com isso. Nossa música é do tipo que vê através de você - há um começo, meio e fim. Eu acho que os atletas extremos querem ter a experiência de uma conclusão e então ouvir a próxima música. Eu acho, psicologicamente, que os ajuda a talvez ver o fim do que eles estão fazendo - seja uma corrida, uma trilha ou o que for. Isso os ajuda a ver que há um fim para o que eles estão fazendo, e saber que eles conseguirão passar por isso."

Hammett completou: "Mas eu tenho que te falar, quando eu estou surfando por aí, e há uma onda vinda em minha direção que tenha talvez 3 metros, a última coisa que eu penso é em música, cara. Eu só penso que preciso estar na posição certa, eu preciso estar em uma velocidade certa, eu preciso pegar essa onda ou... E então para meu próprio processo, eu não penso realmente em nenhum tipo de música - é assim que eu sou. Quando eu corro, eu não ouço música, ouço podcasts."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield: "Ser pai é tão díficil"

   17 de Maio de 2015     tags: entrevista, hetfield, vídeos      Comentários

No vídeo de um minuto e meio abaixo, o frontman do Metallica, James Hetfield, fala sobre fazer 50 anos e sobre ter que balancear entre ser uma estrela do rock e sua família. Sua família é a mais importante, por conta do amor incondicional. Alguns pais podem sufocar seus filhos com regras e limites; e alguns olham de outra forma e não dão atenção. James fala sobre estar no meio dos dois; encontrar um balanço entre mostrar que você se importa, mas colocar limites como pais. Não é fácil, mas James sabe o quão importante é isso.

Diz Hetfield: "Quando eu fiz 50 anos, havia uma divisão estranha na estrada, pensando que eu sou um roqueiro que precisa sair por aí detonando. Eu sou um artista, eu sou um artista batalhando. Eu preciso batalhar, eu tenho que... Talvez eu tenha que cair mais longe. Talvez o elevador precise ir mais pra baixo. Eu tenho que... Eu tenho que fazer um pouco mais de pesquisa. Eu tenho que mostrar para meus fãs que eu realmente me importo com eles mais do que qualquer outra coisa, e esquecer sobre a outra divisão - minha família - e isso é amor incondicional. Só porque minha família meio que se desintegrou quando criança, não significa que meus pais não tinham amor incondicional por mim. Eu sei que há pais por aí que lutam entre amar seus filhos e não saber como amar seus filhos."

E continuou: "Deus, ser um pai é tão difícil! Eu vou ou sufocar a criança com controle, ou eu vou fazer isso: 'O que você fizer, eu não quero saber sobre isso'. Estar no meio é tão difícil... Tão difícil estar bem meio, mostrar que você se importa. E ser odiado como pai... Mesmo quando você está fazendo um bom trabalho, você é odiado."


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Trujillo compara seu estilo de tocar aos esportes radicais

   12 de Maio de 2015     tags: entrevista, trujillo      Comentários

O baixista do Metallica, Robert Trujillo, disse que seu estilo de tocar está intimamente ligado ao seu amor por esportes radicais.

Seus comentários vieram após a banda confirmar que vai aparecer na edição deste ano do X Games em Austin, Texas, em 06 de junho, organizado pelo skatista profissional Tony Hawk.

Trujillo disse à Rolling Stone: “O estilo e a maneira que eu toco, com o contrabaixo abaixo do centro de gravidade, tem muito a ver com skate e surf e até mesmo snowboarding. É uma coisa natural para mim.”

Ele acredita que as fortes ligações entre o metal e os esportes radicais vieram para ficar. “Sempre achei que os skatistas e surfistas estão realmente ligados à música do Metallica”, diz ele.

“Há uma conexão com esse tipo de pessoa – é a mesma energia. Você vê nestes eventos que estão tocando muito metal, hard rock e punk rock. As tribos que seguem esse estilo de música estão por aí, ligadas a este tipo de esporte. Esses caras estão ouvindo este tipo de música, é importante para eles, é uma parte da sua linhagem.”

Ele disse sobre o show: “Estou animado! Uma das coisas que mais gosto é ouvir música assistindo skate – vendo os dois mundos que trabalham junto, ao mesmo tempo”.

O Metallica está trabalhando em seu 10º álbum, o sucessor de Death Magnetic (2008), mas não confirmou uma data de conclusão ou lançamento.”

Fonte: Rock Masters

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Ulrich: Comparando com idade da Terra, álbum está para sair

   12 de Maio de 2015     tags: entrevista, ulrich      Comentários



O “The Woody Show”, programa de rádio americano, entrevistou Lars Ulrich, baterista do Metallica em 9 de maio, em Las Vegas. Você pode assistir a conversa clicando aqui.

Falando sobre a possível data do novo álbum de estúdio do grupo, Ulrich disse: “Comparado com a idade da Terra e o tempo em que vivemos esse maravilhoso planeta, está bem próximo. Por outro lado, eu não iria segurar a respiração ou deixar de ir ao banheiro, mas ele está chegando.”

Fonte: Whiplash!

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Bob Rock: Jimmy Page e Jack White amam o St. Anger

   24 de Abril de 2015     tags: st. anger, entrevista, bob rock      Comentários

Durante uma aparição na última edição do podcast "Talk is Jericho", o produtor Bob Rock defendeu seu trabalho no controverso disco "St. Anger" do Metallica, dizendo que o lendário Jimmy Page do Led Zeppelin e o ex-frontman do The White Stripes, Jack White, "fizeram questão de dizer o quanto gostaram do álbum".

Segundo Rock, Page expressou sua admiração pelo CD quando o produtor encontrou o guitarrista enquanto ambos estavam tomando café da manhã em um hotel. "Eu conheço Jimmy", disse Bob. "Ele se levantou e veio até mim, me deu um grande abraço, e disse, 'é ótimo te ver', bla bla bla, 'eu amo o álbum 'St. Anger''".

O elogio de White veio na exibição do documentário "It Might Get Loud", co-estrelado por Page. "Era a estréia, e Jack White veio", relembra Bob. "Ele disse, 'Eu sou o Jack White'. Eu disse, 'Eu sei'. Ele diz, 'este é o meu disco favorito do Metallica'. Então eu estou bem com esses dois."

Rock reconhece que o "St. Anger" não é amado por muitos fãs do Metallica, que o criticaram pela falta de solos de guitarra, riffs extensos, a produção crua e o som agudo de bateria.

"É um disco bem diferente", admitiu. "Mas ele é... É a verdade. É a verdade crua sobre eles na época."

Rock também comentou sobre o controverso som de bateria, explicando: "As pessoas comentam sobre o som, mas quando nós entramos, eu disse para eles, 'eu não posso preparar a bateria para soar exatamente da mesma forma. Eu não posso fazer isso'. É como se, por que o metal precisa ter esse certo som antes de ser metal? Então eu chutei o balde um pouco nisso."

Ele continuou: "Nós poderíamos falar sobre isso por um longo tempo, mas, realmente, o som de bateria nele, eu peguei o primeiro conjunto que [o Lars Ulrich] usou quando eles ensaiaram na casa em Oakland, quando eles se juntaram pela primeira vez. Eu preparei e Lars olhou para ele, certo? Por, tipo, meses. E então um dia ele sentou e tocou, e estava cru, e ele disse, 'é isso aí'."

Rock também discutiu a falta de solos no álbum. Segundo o produtor, "Lars disse, 'sem solos de guitarra'. E James [Hetfield] e eu ficamos, 'Mas... Isso é o que o Kirk [Hammett] faz'. Então em toda música, o Kirk vem e toca um solo, e se isso não torna a música melhor, nós não o usamos - e fomos assim durante o álbum todo."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hammett: "Eu perdi meu iPhone com duzentas e cinquenta idéias musicais"

   18 de Abril de 2015     tags: entrevista, áudio, hammett      Comentários

O guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, foi recentemente entrevistado pelo frontman do Hatebreed, Jamey Jasta, em seu podcast oficial, "The Jasta Show". Você pode ouvir a entrevista completa, em inglês, abaixo, e também a transcrição em português de alguns trechos.


Sobre quem está produzindo o próximo álbum do Metallica:

Kirk: "Eu acho que ainda é um pouco cedo para dizer quem está produzindo, mas eu te digo que Greg Fidelman está envolvido. Ele é simplesmente ótimo. Nós amamos trabalhar com ele. E para mim, toda a sua atitude em relação ao trabalho é tão 'é isso aí', cara. Eu mal posso esperar entrar no estúdio e trabalhar com ele. Ele não é um reclamão, mas sim um trabalhador."

Sobre como o processo de composição funciona no Metallica:

Kirk: "Eu coloco riffs no meu iPhone, mas algo bem infeliz aconteceu comigo uns seis meses atrás. Eu perdi meu iPhone com duzentas e cinquenta idéias musicais. E eu fiquei arrasado. Não tinha backup. E quando isso aconteceu, eu fiquei triste por dois ou três dias. Eu entrei em casa, minha esposa me viu, e disse, 'O que aconteceu? Você recebeu um telefonema de algum parente?'. Eu disse, 'Não' e ela perguntou, 'O que está rolando?'. Eu contei a ela, e ela entendeu."

"Eu perdi meu telefone. Eu simplesmente perdi. Eu não consigo achar. Eu ainda estou procurando até hoje, mas eu simplesmente deixei em algum lugar e... Ainda pode reaparecer. Eu espero que isso aconteça. Tentar lembrar aqueles riffs? Eu consigo lembrar só uns oito deles. Então eu acho que talvez não era para ser e eu seguirei em frente com isso."

"Para mim, música vem todas as horas do dia. Quando eu tenho um riff, algumas vezes é um riff completo e eu posso tocar e aqui está, algumas vezes é metade de um riff e eu tenho que aprimorar. Algumas vezes é só um ritmo ou uma seleção de notas. Ou algumas vezes é só algo que eu cantarolo na minha cabeça. Mas isso pode vir de qualquer lugar, e eu coloco no meu telefone, e eu garanto que o telefone está fazendo a merda do backup."

"Todos os músicos por aí que usam seus telefones, garantam que estão fazendo backup. Certo?!"

"E, sabe, nós nos juntamos e fazemos jams das idéias. E um riff leva a outro riff, que leva a outro, e, de repente, você tem meio que um esqueleto de um arranjo, e você só ensaia em cima disso, e fala sobre isso - fala sobre o que gostaria de ouvir, onde gostaria de chegar com isso. Digo, há tantas possibilidades que você pode fazer com isso. Para nós, é mais sobre o que escolhemos não fazer com aquele pedaço de música, pois há tantas coisas que você pode fazer com isso. Nós só queremos a coisa certa com a música, o approach certo e o arranjo certo para qualquer riff ou progressão de acordes ou melodia."

Sobre como o material novo do Metallica está soando:

Kirk: "Vamos apenas dizer que as coisas que estão surgindo tem bastante riffs, bastante peso... Nós desenvolvemos um vocabulário sobre como nós nos expressamos através dos riffs e das técnicas, e vamos apenas dizer que esse vocabulário é bem diverso. Eu diria, sabe, que é bem similar ao 'Death Magnetic', mas diferente em algumas partes. James [Hetfield, guitarra/vocal] está fazendo muitas melodias bem, bem legais ultimamente, muitas camadas de vozes. A 'Lords of Summer' [do ano passado] é um bom exemplo disso, o começo. E eu diria que é bem parecido com o 'Death Magnetic'. E sabe, tá certo, há algumas músicas que me lembram de algo do '...And Justice For All' [de 1988], mas o álbum não soa como o '...And Justice For All'."

Sobre se ele presta atenção as críticas negativas que o Metallica constantemente recebe na internet:

Kirk: "Eu não penso muito sobre nada dessa merda. As pessoas tem suas opiniões, e elas tem todo o direito de ter suas opiniões. Eu sei que se eu ler muita negatividade, eu fico cheio disso. E é apenas mais saudável e mais seguro para mim nem colocar esses pensamentos na minha cabeça. Eu faço o que planejo fazer e quais são meus objetivos. E eu me prendo a isso. Eu só vou lá e faço o melhor que posso fazer. Se as pessoas amam isso, ótimo. Se as pessoas odeiam, é a opção delas. Eu não posso fazer nada sobre isso. Eu posso apenas fazer o melhor que eu consigo, e esta tem sido nossa atitude, coletivamente, desde sempre. E, para mim, é a única forma de realmente se manter são nesse negócio. Pois se você começa a caçar o que os odiadores estão odiando e o que os fãs estão amando, você vai ficar louco. Nós só tentamos fazer o melhor que podemos, e não tentamos nos preocupar muito com o que as pessoas tem a dizer. Digo, é como antigamente, antes das mídias sociais, nós recebíamos várias resenhas boas do disco e algumas ruins também. Quais você acredita? Eu não acredito em nenhuma delas. Eu simplesmente sei no meu coração onde eu estou com qualquer trabalho e eu me firmo nisso."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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