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Hammett: St. Anger provou que solos são necessários na banda

   22 de junho de 2018     tags: entrevista, hammett, st. anger      Comentários



O guitarrista Kirk Hammett disse, em entrevista à "Metal Hammer", que solos de guitarra sempre serão necessários no Metallica. A declaração, feita para uma edição da revista que foca no tradicional instrumento, faz referência à ausência de solos em "St. Anger", polêmico disco lançado pela banda em 2003.

"Acho que foi apropriado para a época, mas olhando para trás, não parece tão apropriado para mim agora! Sempre vou me opor a isso, mas acho que a mensagem foi transmitida depois daquele álbum: que os solos são necessários no Metallica! As pessoas ficam ansiosas para ouvi-los", disse.

Kirk Hammett também falou sobre o futuro da guitarra tendo em vista os problemas econômicos enfrentados pela icônica marca Gibson. A fabricante de instrumentos entrou com pedido de falência, no início deste ano, nos Estados Unidos.

"Não sei o que diabos é, mas as pessoas parecem estar vendo a guitarra de forma diferente e substituindo pela p*rra de samplers. Talvez seja um sinal dos tempos. Como todos os instrumentos, há um momento em que (a guitarra) sai de moda. No início dos anos 80, a guitarra não era tão popular como se tornou novamente na metade daquela década, então, vamos ver o que acontece", disse.

Fonte: Whiplash!

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Bob Rock: Jimmy Page e Jack White amam o St. Anger

   24 de abril de 2015     tags: st. anger, entrevista, bob rock      Comentários

Durante uma aparição na última edição do podcast "Talk is Jericho", o produtor Bob Rock defendeu seu trabalho no controverso disco "St. Anger" do Metallica, dizendo que o lendário Jimmy Page do Led Zeppelin e o ex-frontman do The White Stripes, Jack White, "fizeram questão de dizer o quanto gostaram do álbum".

Segundo Rock, Page expressou sua admiração pelo CD quando o produtor encontrou o guitarrista enquanto ambos estavam tomando café da manhã em um hotel. "Eu conheço Jimmy", disse Bob. "Ele se levantou e veio até mim, me deu um grande abraço, e disse, 'é ótimo te ver', bla bla bla, 'eu amo o álbum 'St. Anger''".

O elogio de White veio na exibição do documentário "It Might Get Loud", co-estrelado por Page. "Era a estréia, e Jack White veio", relembra Bob. "Ele disse, 'Eu sou o Jack White'. Eu disse, 'Eu sei'. Ele diz, 'este é o meu disco favorito do Metallica'. Então eu estou bem com esses dois."

Rock reconhece que o "St. Anger" não é amado por muitos fãs do Metallica, que o criticaram pela falta de solos de guitarra, riffs extensos, a produção crua e o som agudo de bateria.

"É um disco bem diferente", admitiu. "Mas ele é... É a verdade. É a verdade crua sobre eles na época."

Rock também comentou sobre o controverso som de bateria, explicando: "As pessoas comentam sobre o som, mas quando nós entramos, eu disse para eles, 'eu não posso preparar a bateria para soar exatamente da mesma forma. Eu não posso fazer isso'. É como se, por que o metal precisa ter esse certo som antes de ser metal? Então eu chutei o balde um pouco nisso."

Ele continuou: "Nós poderíamos falar sobre isso por um longo tempo, mas, realmente, o som de bateria nele, eu peguei o primeiro conjunto que [o Lars Ulrich] usou quando eles ensaiaram na casa em Oakland, quando eles se juntaram pela primeira vez. Eu preparei e Lars olhou para ele, certo? Por, tipo, meses. E então um dia ele sentou e tocou, e estava cru, e ele disse, 'é isso aí'."

Rock também discutiu a falta de solos no álbum. Segundo o produtor, "Lars disse, 'sem solos de guitarra'. E James [Hetfield] e eu ficamos, 'Mas... Isso é o que o Kirk [Hammett] faz'. Então em toda música, o Kirk vem e toca um solo, e se isso não torna a música melhor, nós não o usamos - e fomos assim durante o álbum todo."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Metallica disponibiliza vídeos antigos no YouTube

   04 de março de 2014     tags: vídeos, st. anger, live shit      Comentários

O canal oficial do Metallica no YouTube disponibilizou diversos vídeos antigos para revermos. Confira alguns abaixo:

Comercial do site do Metallica na ARTISTdirect, de 1999:


Comercial do Live Shit: Pinge & Purge em DVD, de 2002:


Vídeos da época das sessões de gravações do St. Anger - Jump in the Studio (2002 - 2003):




Todos os vídeos do Jump in the Studio podem ser conferidos clicando aqui.

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Vinil laranja do St. Anger

   12 de julho de 2011     tags: st. anger, produtos      Comentários

O Metallica divulgou a seguinte informação, a respeito do lançamento da edição especial e limitada do álbum "St. Anger" em vinil laranja:

Uma prensagem limitada de 1000 cópias do "St. Anger", em vinil laranja, estará disponível para membros do MetClub e no BecauseSoundMatters.com nesta quinta-feira, 14 de Julho, a 1:00 PM PST (5:00 PM horário de Brasília). Esta edição luxuosa e limitada em vinil laranja conta com uma caixa com 4LPs de 45RPM e 180 gramas de alta qualidade. As versões regular e luxuosa em vinil preto também estarão disponíveis.

Este é o último dos relançamentos em vinis, então não perca! Qualquer cópia laranja não vendida para os membros do MetClub será disponibilizada para não-membros no Metallica.com as 10 AM (2 PM, horário de Brasília) na sexta-feira, 15 de Julho.

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Hetfield: "St. Anger foi uma declaração"

   19 de novembro de 2008     tags: hetfield, entrevista, st. anger      Comentários

Andrew Dansby do Houston Chronicle entrevistou recentemente o guitarrista/vocalista do Metallica, James Hetfield. Confira abaixo alguns trechos da conversa.

Houston Chronicle: Você sente que a sobriedade mudou a forma com que você compõe?

Hetfield: Eu posso dizer que eu tirei os óculos escuros. É bem impressionante e continua sendo assim. Eu não estou aqui para pregar sobre isso, para dizer que tem que ser dessa forma para todos. Mas parece que as coisas aconteceram onde eu não tinha o efeito completo, e agora eu tenho. Antes tarde do que nunca.

Houston Chronicle: Ainda assim você tem um álbum chamado "Death Magnetic", cheio de morte.

Hetfield: Bem, você não pode desligar isso. (Risos) Nós focamos nas coisas bem principais. Quando eu tento contar uma estória ou explicar história ou algo assim, sempre sai errado. Quando eu consigo ficar sombrio e universal com isso, é um pouco mais real. Mas nós ouvimos muitas coisas como, "eu te peguei sorrindo. Como você vai escrever músicas?" Isso acontece, cara. Eu não vou passar o resto da minha vida tentando lidar com a primeira parte dela. É um trabalho em andamento.

Houston Chronicle: "St. Anger" foi massacrado pela imprensa, até por vocês. É seguro dizer que você não ama seus álbuns igualmente?

Hetfield: Eu amaria amar todos eles igualmente. Todos eles têm seu próprio coração e história. Eu amo o disco "Death Magnetic". E eu acho que você está meio que treinado a falar mal do disco anterior. "St. Anger" foi uma declaração. Foi mais uma declaração do que uma coleção de músicas.

Houston Chronicle: Mais do que qualquer outro, ele parece ter a menor distância entre o cantor e o narrador.

Hetfield: Ele soa fragmentado e nervoso, que é como nós éramos. Eu ainda acho que ele terá seu lugar. Certos álbuns, eles sobem e descem. Há tantos discos que eu ouço agora que eu não ouvia quando criança; Eu achava que eram podres. Eu ouço agora e penso, "esse é um álbum realmente bom".

Houston Chronicle: Vocês tem uma história difícil com o Guns N' Roses. Você já ouviu o disco novo do Axl Rose? Você ao menos se importa?

Hetfield: Eu certamente o ouvirei. Mas eu não perdi o sono esperando por ele. Eu achei que nós demoramos um bom tempo para fazer um álbum. Mas você sabe, ele está atrasado para tudo então faz sentido totalmente. Nós o vimos tocar em um festival na Alemanha dois anos atrás. Ele é um bom frontman. Ele é excêntrico, mas todos os artistas são. Se eles não mostrarem que eles são estranhos, eles estão mentindo pra você. Eles estão ou fingindo que não são ou fingindo que são um artista.

A entrevista completa pode ser lida, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: "Se não fosse pelo St. Anger, não haveria o Death Magnetic"

   29 de agosto de 2008     tags: ulrich, entrevista, death magnetic, st. anger      Comentários

De acordo com o The Pulse of Radio, o baterista do Metallica, Lars Ulrich, disse em uma nova entrevista feita para o The Quietus que o controverso álbum de 2003 da banda, "St. Anger", "tinha que acontecer" para que o grupo fizesse o novo CD, "Death Magnetic". Quando perguntado sobre o que ele pensa do álbum e de sua produção primitiva atualmente, Ulrich respondeu, "eu sou tão além de 'bom' e 'ruim'... Eu sei que as pessoas não acham que é um bom álbum, eu compreendo e respeito isso. Eu sei que as pessoas o acham muito difícil. O que eu tenho 100 porcento de certeza é que se não fosse pelo 'St. Anger', 'Death Magnetic' não soaria do jeito que soa. 'St. Anger' tinha que acontecer: você pode não achar nada para apreciar musicalmente nele, o que eu respeito, mas pelo menos respeite a existência do 'St. Anger'".

Ulrich disse ao The Pulse of Radio que a banda ficou surpresa com a reação hostil de muitos fãs ao "St. Anger". "Isso nos derrubou um pouco, claro, porque a coisa toda foi manter o mais cru possível", disse ele. "E eu gosto de achar que nós conseguimos isso (risos), ao ponto de obviamente ser um pouco cru demais para algumas pessoas, mas está tudo bem. Digo, é o que é. Eu não tenho nenhum arrependimento com ele. Eu tenho orgulho dele, orgulho de que nós tivemos coragem de ver além dele, mas o novo disco não tem nada disso".

Ulrich disse ao The Quietus que "se não fosse por nós reinventarmos completamente o processo de composição" no "St. Anger", "não haveria o 'Death Magnetic'. James Hetfield estaria em Nashville tocando música country, eu estaria produzindo filmes e Kirk Hammett estaria em turnê com o Joe Satriani".

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield: "St. Anger foi um ponto baixo"

   21 de agosto de 2008     tags: hetfield, ulrich, entrevista, st. anger      Comentários

Em entrevista recente ao The Sun, James Hetfield e Lars Ulrich comentaram a respeito da banda, do novo álbum, bebida, e outros assuntos. Confira abaixo alguns trechos interessantes.

Sobre sua amizade com Lars Ulrich, Hetfield comenta que "nosso relacionamento é parte do que faz o Metallica especial. Se tudo for tranquilo todo o tempo, algo está errado. Você precisa ter atritos, pois isso cria energia, idéias, pro-atividade, e nós seguimos adiante."

Já sobre o St. Anger, o frontman do Metallica comenta que ele foi "um ponto baixo da montanha russa, mas nós estamos de volta ao topo agora", e completa falando sobre o documentário Some Kind of Monster, que expõe os bastidores da banda e as brigas existentes na época. "O ar místico do Metallica foi tirado. Você podia olhar por baixo do véu e ver o que estava rolando. Nós estávamos filmando um making of do disco, mas acabou se tornando algo maior, mas foi um presente. Foi um presente que de alguma forma não podíamos ignorar. Através do filme, nós vimos como nós realmente éramos. Foi um espelho para nos vermos agindo como pessoas de 12 anos. Nós éramos egomaníacos. Todos nós temos defeitos de características diferentes e foi bom vê-los na tela. Aprendemos mais com isso do que nossos fãs. Foi uma terapia para nós colocar isso para fora".

Ulrich diz que hoje, ele tem outras preocupações. "Eu tenho 44 anos. Eu discuto o suficiente com meus filhos para comerem os legumes. Eu não gosto de discutir sobre que solo de guitarra deve estar na música nove."

Sobre o passado, o baterista comenta que "antigamente era louco, caótico e envolvia clubes de strip e drogas. Agora é mais família, museus e crianças. Eu tenho orgulho que depois de tudo que passamos esses anos, eu ainda posso falar de maneira coerente e virei pai de três crianças saudáveis".

Hetfield comenta também sobre sua luta contra o álcool. "A tentação de beber está sempre comigo. Quando você faz algo por tanto tempo, fazer de outra forma é difícil. Você começa a duvidar de si mesmo. Eu nunca estarei curado. É uma dessas coisas que você precisa lidar por toda a sua vida".

Sobre o Death Magnetic, ele diz que "não há dúvidas que um novo baixista, um novo produtor e um novo disco nos ajudou com nossa nova atitude. Eu sinto como se o Robert estivesse na banda desde sempre. Ele contribuiu muito com este disco. Nós temos sorte de termos escolhido ele". E completa dizendo que "obviamente, nós não queremos tentar e refazer algo que fizemos no passado, mas St. Anger foi o fim de um capítulo e parecia certo tentar e abrir um novo capítulo. Há críticas em todos os álbuns. Todos pensam que eles sabem o que é melhor para nós, mas isso está bem também, sabe."

Já Ulrich destaca duas faixas do disco novo: "Faixas que se destacam no álbum incluem The Day That Never Comes e The Unforgiven III - uma música sobre redenção e perdão, uma música muito pessoal para James. Ela me leva a outro nível. Se existisse uma música que eu pudesse ouvir 100 vezes seguidas, seria essa".

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Marmita com capa do St. Anger no Japão

   19 de abril de 2008     tags: st. anger, curiosidades      Comentários



Você já ouviu alguém falar que tal disco tem um som “bem gostoso”? Claro, né. Mas o negócio fica bem mais literal depois que uma empresa japonesa decidiu recriar capas de discos famosas com ingredientes de bentôs - as marmitas japonesas - como ovos, algas marinhas, massas à base de peixe etc. A Obacchi Jacket Lunch Box fez a experiência com álbuns do Metallica, Sex Pistols, Andrew WK, Public Enemy, Jimi Hendrix, Kiss, entre outros. É tão bem feito que dá até pena de comer.

Fonte: G1 - Blog da Redação

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Alex Skolnick explica suas críticas ao "St. Anger"

   16 de abril de 2008     tags: st. anger, testament      Comentários

Alex Skolnick, guitarrista do Testament foi entrevistado por Eddie Trunk, em 4 de abril, na edição do “Friday Night Rocks”, programa de rádio que vai ao ar na New York Q104.3FM. Durante a parte do programa onde ouvintes podem ligar, Alex falou sobre sua resenha do "St. Anger" (álbum do Metallica), que gerou uma tempestade após ser publicado em Blabbermouth.net pouco depois do lançamento, em junho de 2003.

“O que ocorreu foi que eu respondi a uma questão no meu website – ‘O que você acha do novo álbum do Metallica?’ Que naquele momento era ‘St. Anger’ e eu dei minha opinião sincera. Junto com a resposta eu escrevi sobre como eu lembrava do Metallica ser aquela banda anti-comercial. Eu lembro de ver Lars Ulrich dizendo que o Bon Jovi estava completamente equivocado e que eles [Metallica] não tinham nada em comum com bandas mainstream e anos mais tarde, eles parecem ter tudo a ver com bandas mainstream como Linkin Park e afins. Eu não estou falando mal dessas outras bandas, eu apenas não gostei do disco – eu acho que não tinha nada do Metallica original".

“Bem, em primeiro lugar, isso [opinião do Alex sobre St. Anger] foi postada no meu website – no fórum do AlexSkolnick.com; o que deveria ser um lugar seguro, entretanto foi postado no Blabbermouth com o título ‘Guitarrista do Testament: Novo álbum do Metallica é completamente equivocado musicalmente’ [risos]. Então eu comecei a receber vários e-mails, ‘Dá uma olhada no Blabbermouth – Você causou uma tempestade lá...’. Havia centenas de comentários, desde ‘Skolnick deveria se candidatar a presidente’, ‘Mandem ele calar-se’; ‘Ele é o único com coragem pra dizer o que realmente pensa’ ou ‘Ele está apenas com inveja por querer ser tão bem sucedido quanto o Metallica’. E na verdade não é o que eu queria dizer porque eu também sou fã, mas simplesmente não gostei daquele disco".

“Todo mundo pode ficar anônimo, dizer o que desejar como se fossem outros. A internet abriu essa imensa ‘lata de vermes’. Lógico que também tem seu lado positivo, mas ainda assim cria situações como essas".

“Mas eu espero que o próximo do Metallica seja excelente. Rick Rubin [produtor trabalhando atualmente com o Metallica] é um dos meus heróis. Sério, uma pessoa que consegue produzir de Johnny Cash a Red Hot Chili Peppers, de Public Enemy a Slayer, é simplesmente brilhante. E se alguém pode trazer o Metallica de volta à sua melhor fase, eu acho que seja ele e eu realmente espero que ele consiga. Meus dedos estão cruzados".

Fonte: Whiplash!

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Hetfield diz que "St. Anger" não funcionou

   20 de julho de 2007     tags: hetfield, st. anger      Comentários

A revista britânica Kerrang! entrevistou recentemente o frontman do Metallica, James Hetfield. Seguem alguns trechos da conversa:

Kerrang!: Você está trabalhando [no novo álbum do Metallica] com Rick Rubin, que é conhecido pela reputação de ser um produtor "ausente"...

James: Oh, eu o encontrei uma vez, eu trombei com ele em um corredor! [Risos] Não, nós estávamos bem cientes de sua reputação quando o contratamos. No "St. Anger", Bob Rock fez de tudo - ele foi o produtor, engenheiro, baixista, babá, figura paterna. E Rick Rubin é o oposto disso; ele não está lá para servir de babá. Quando ele veio na primeira vez, ele disse que "eu quero que vocês me impressionem: eu quero que vocês sintam como se estivessem recomeçando". Ele realmente quer que a gente se foque no "Master of Puppets". É impossível recriar o que nós éramos há 20 anos, é bobagem, mas nós tínhamos que conseguir essa força de novo.

Kerrang!: E ele está impressionado até agora?

James: Rubin é muito bom em sentir as músicas, ele vai falar na cara se ele não gostar de algo. Nós começamos com 20 músicas e reduzimos a 14 desde que ele veio. Ele não vai dizer "isso é uma merda," mas ele fará sugestões e eu estou realmente aberto a isso. Com "St. Anger", ficou tão aberto que se perdeu o foco. Desta vez, tem muito de "desculpa, mas não está bom o suficiente." Nós estamos buscando a excelência.

Kerrang!: Com "St. Anger", a democracia que vocês praticaram no estúdio acabou comprometendo o álbum?

James: Com certeza. Não era realista. Nós fomos de cortar a garganta uns dos outros com sarcamos, raiva e não conversar para o lado totalmente oposto, onde nós aceitávamos cada idéia estúpida para que não machucássemos os sentimentos de ninguém. E não funcionou também!

Kerrang!: Parace estranho que vocês estejam dando um tempo, saindo em turnê, enquanto as coisas estão rolando no estúdio...

James: Bem, se tudo der certo isso nos inspirará a levarmos isto a outro nível. Você reouvirá uma música nova e dirá, "nós estávamos por aí ouvindo 60 mil pessoas gritando com aquilo que gostam do Metallica e eu não acho que eles vão gritar com isso!" Além disso, fica claustrofóbico lá - você pode ficar preso lá sem saber se as pessoas ainda estão por aí.

Kerrang!: Você já começou a trabalhar nas letras?

James: Eu tenho frases e alguma coisa na parte vocal, para pelo menos sentir como é a música. Eu esqueci a parte de "vamos agradar a todos na banda." Agora é "isto é onde está a minha cabeça." Eu acho que as pessoas se identificarão com isso.

Kerrang!: Existe uma sensação de que o tempo para o Metallica está acabando e que vocês precisam fazer um álbum definitivo de novo?

James: Bem, nós não estamos com falta de idéias e o que eu vou fazer? Eu escrevo músicas, eu toco músicas e eu gosto de fazer isso. Eu sei que nós estamos ficando velhos, não há motivo para esconder esse fato, e nós podemos fazer menos turnês do que fazíamos, mas sobre o disco, nós só queremos gravar um bom álbum, isso é sempre o que nós queremos. Nós achávamos que "St. Anger" seria fantástico, mas acabou sendo mais um anúncio do que música do Metallica que nós gostamos de tocar ao vivo. Foi mais uma liberação, para arrancar aquelas merdas de mim, como um catalizador para o próximo capítulo do Metallica.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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