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Hammett: "Eu sempre me senti um estranho"

   11 de October de 2015     tags: hammett, entrevista      Comentários



O guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, que realizou sua própria convenção de horror na região de São Francisco nos últimos dois anos, e também publicou um livro sobre sua grande coleção de memorabilia, se identificou com o gênero de horror logo quando criança, quando se sentia como um estranho crescendo na cidade e se identificava com o monstro de Frankenstein, um desajeitado incompreendido que queria se conectar com seu pai, por conta do relacionamento de Hammett com seu próprio pai "não ser forte".

"Acredite ou não, eu sou uma pessoa totalmente introvertida", disse Hammett a Collector Weekly. "As pessoas me veem no palco e veem que eu saio na frente de 50 mil pessoas sem piscar os olhos, mas é que eu estou acostumado com isso. Por conta do histórico da minha família, eu sempre me senti um estranho. Eu era super tímido quando criança, muito quieto e observador. Eu tinha problemas para me encaixar em muitas situações, e eu sentia como se eu fosse um monstro. Muitas das coisas que eu via os monstros passarem na tela, eu tinha uma versão disso na minha própria vida."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Trujillo: Administrar o tempo é algo muito importante na banda

   09 de October de 2015     tags: trujillo, entrevista      Comentários



Durante conversa com o Sunrise Bar & Grill da rádio Rock 103 perguntaram a Robert Trujillo, baixista do Metallica, como ele conseguiu tempo para produzir o documentário "Jaco", contando a história do lendário Jaco Pastorius, e ele explicou: "Administrar o tempo é algo muito importante no mundo do Metallica. Todos temos famílias e suas paixões pessoais. James Hetfield customiza carros, Kirk Hammett mexe com filmes e memorabilias de terror e Lars Ulrich coleciona arte. Então todos tem suas coisas fora do Metallica. Eu queria fazer algo sobre Jaco, sou amigo do filho dele há muitos anos".

Fonte: Whiplash!

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Hetfield: Os fãs são como nossa família definitiva

   06 de Setembro de 2015     tags: entrevista, hetfield      Comentários



O frontman do Metallica, James Hetfield, foi entrevistado por Andy Langer da Time Warner Cable News antes da apresentação da banda em 6 de Junho no X Games em Austin, Texas. A conversa pode ser assistida clicando aqui.

Perguntado sobre como é ter uma reação tão forte do público toda vez que o Metallica toca ao vivo, Hetfield disse: "Bem, é como se fosse a família definitiva para nós - especialmente para mim. Quando eu posso simplesmente ser honesto e perguntar, 'ei, ajudem a cantar esta parte', ou eu grito as palavras e eles cantam para mim. É, tipo, 'cara, eles realmente nos apoiam'. E nós não olhamos para as coisas como erros. Erros não acontecem. Só há jeitos únicos de fazer aquilo naquele dia. Nós subimos lá e tocamos. Então simplesmente há uma liberdade que você tem... Quando o público te apoia, há uma liberdade de poder até explorar mais quando está lá ou até fazer melhor. Pois você sabe que não está lá para impressoar pessoas, você está lá para entregar aquilo que tem em você."

Hetfield também falou sobre a longevidade do Metallica e se ele e seus colegas de banda achavam que o grupo ainda estaria por aí depois de tanto tempo. Ele disse: "Sabe, era tudo sonho, e sonhos... Eu acredito que se você acredita que pode acontece, acontecerá. O poder da atração... Nós queríamos que isso fosse nossa vocação, nós queríamos que isto fosse o que faríamos na vida e contribuir, viver disso, criar nossa família com isso. Isto é onde nossa paixão está, e o fato de que ainda estamos aqui depois de 33, 34 anos, nós somos totalmente abençoados e extremamente gratos por isso. Mas, honestamente, quando estávamos começando, nós só queríamos tocar naquele dia. Se eu tocasse aquele dia, eu estava feliz. O que acontecesse no dia seguinte era uma nova aventura. Nós nunca pensamos muito a frente - até hoje. Nós nunca olhamos para trás também, de verdade, mas eu acho que os últimos álbuns... Quanto mais velhos ficamos, nós meio que olhamos mais para trás e nos inspiramos nisso também."

Fonte (em inglês): Blabbermout.net

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Hammett: "Estamos fazendo o nosso melhor", sobre disco novo

   05 de Setembro de 2015     tags: entrevista, hammett      Comentários

Em maio deste ano, a rádio KOMP 93.2 FM conduziu uma entrevista com o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, quando a banda tocou no Rock in Rio USA em Las Vegas.

Falando sobre o progresso das sessões de composição para o novo álbum da banda, Hammett disse: “Estamos trabalhando nele todos os dias e estamos nos preparando para gravar algo. Ainda estamos no inicio no processo. Você sabe, essas músicas que estamos gravando, elas podem estar no álbum, elas podem não estar no álbum. É apenas uma daquelas coisas em que nós estamos apenas tentando, tipo, lidar com todo o material e ver qual a melhor maneira de avançar. E então, isso é basicamente onde estamos agora.”

Hammett também falou sobre a liberdade que o Metallica tem em seguir seu próprio ritmo para fazer música e não estar preso a uma agenda. “É, praticamente mais ninguém tem qualquer tipo de escolha nisso. Muito disso tem a ver com o fato de que, você sabe, a vida toma conta de nós. Todos nós temos famílias e todos nós temos a banda, e todos nós temos outras coisas em nossas vidas, e é complicado conseguir agendar um tempo para nós quatro em uma sala e não é porque nós não queremos estar juntos em uma sala – nós queremos estar juntos em uma sala tocando música – mas há outros fatores que dificultam isso. E nós estamos fazendo o nosso melhor, estamos tentando resolver tudo para que possamos ter uma programação que permita a todos nós estarmos no mesmo lugar ao mesmo tempo.”

Confira no video abaixo, a entrevista completa (em inglês):


Fonte: Rock Masters

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Trujillo: A influência do jazz no metal é clara

   23 de Agosto de 2015     tags: entrevista, trujillo, vídeos      Comentários

Robert Trujillo disse que a correlação entre o Jazz e o Metal é clara, se você souber onde procurar.

O baixista disse que a influência do jazz pode ser ouvida nos discos de sua banda, assim como nos clássicos do BLACK SABBATH.

Ele disse ao Gitarre & Bass: "Lars Ulrich não é um baterista de jazz, mas cresceu ouvindo jazz. Seu pai, Torben, amava jazz. Músicos do estilo viviam na sua casa."

"Lars cresceu apaixonado pela British Wave of Heavy Metal e esse foi seu primeiro amor, mas enquanto criança, ele cresceu ouvindo jazz. Então, quando você ouve uma música do METALLICA e você ouve a bateria, os arranjos são um pouco diferentes."

"São mais parecidos com arranjos de Jazz, não é a produção tradicional em termos de bateria. Então é realmente interessante ver essa fusão entre estilos. E essas são as coisas que causam diferença. Muitas pessoas, como o fã comum do metal, podem não entender."

Ele adiciona: "Tony Iommi foi realmente influenciado por Barney Kessel, que foi um incrível guitarrista de jazz e amava jazz. [...]"

"E você tem o baterista, Bill Ward. Quando você ouve suas batidas, ele não está batendo o padrão 4/4. Ele está fazendo algo quase hip-hop."


Fonte: Whiplash!

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Trujillo: "Não há falta de idéias quando estamos compondo músicas"

   19 de Agosto de 2015     tags: entrevista, trujillo, vídeos      Comentários

O baixista do Metallica, Robert Trujillo, foi entrevistado pela PX TV antes do show que a banda realizou em 6 de Junho no X Games em Austin, Texas. Assista a conversa abaixo.


Sobre como o Metallica consegue se manter com tanta energia ao vivo, durante suas apresentações:

"Eu acho que o que acontece é que quando colocamos nossos instrumentos, nós na verdade nos sentimos... Digo, eu não sei se 'mais novos' é o termo correto; quero dizer, nós todos somos... Eu tenho 50 anos, e eu sou o mais novo da banda, ok? Mas, sabe, não há falta de idéias quando estamos compondo músicas. Eu acho que o problema é ter idéias demais, sabe o que quero dizer?"

Sobre quão orgulhoso ele se sente em ser um membro latino, de uma das maiores bandas de rock de nossa geração:

"Eu tenho muito orgulho. Eu sempre digo isto: existe paixão em todos os lugares do mundo. Existe. Existe paixão na Escandinávia, existe paixão na Ásia. Existe paixão na Europa. Nós acabamos de vir da Europa. É tão incrível e bonito. E eu te digo, quando eu vou para o México, ou até mais ao sul, como quando vamos para a Argentina e Brasil, é simplesmente cheio de paixão."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hammett dá mais detalhes sobre seu telefone perdido

   12 de Agosto de 2015     tags: hammett, vídeos, entrevista      Comentários

Faz quase sete anos desde que o Metallica lançou um disco, e enquanto a banda está escrevendo matrial para seu próximo álbum de estúdio, o guitarrista Kirk Hammett admitiu algo que pode ter atrasado um pouco o processo. Hammett disse ao podcast "The Jasta Show", "eu coloquei riffs no meu iPhone, mas algo infeliz aconteceu comigo cerca de seis meses atrás. Eu perdi meu iPhone com 250 idéias musicais. E eu fiquei arrasado. Ele não tinha backup. E quando isso aconteceu, eu fiquei triste por dois ou três dias."

Hammett completou: "Eu perdi [o telefone]. Eu simplesmente o perdi. Eu não consigo achá-lo. Eu ainda estou procurando até hoje. Eu simplesmente deixei em algum lugar e... Ele ainda pode reaparecer. Eu estou esperando por isso. Tentar lembrar todos aqueles riffs? Eu só consigo lembrar, tipo, seis deles. Então eu aceitei que talvez não fosse para ser, e seguirei em frente com isso."

Em uma nova entrevista com Tim Virgin da rádio WLUP-FM 97.9 de Chicago, realizada antes do show do Metallica em 1 de Agosto no Lollapalooza, Hammett falou mais detalhes sobre seu iPhone perdido. Ele disse: "A coisa engraçada é que eu disse aquilo de passagem para meu amigo Jamey Jasta, como conversa de amigos normal. E quando eu disse que eu perdi meu telefone, eu o tinha perdido cerca de nove meses antes daquilo. E então a informação viajou ao redor do mundo, e eu estava recebendo e-mails e mensagens de amigos de todos os lugares, dizendo, 'quando eu estava com você, quando nós saímos em Istambul, você ainda estava com ele'. E eu estou pensando, 'não, não, não...'"

Ele continuou: "A sequência de eventos foi... Eu perdi meu telefone bem antes de contar a Jamey sobre isso. E eu vou te dizer o que aconteceu: sim, eu fui até o meu computador e apertei o botão 'Encontre meu iPhone' e ele foi até o aeroporto de Copenhagen [na Dinamarca], e então o ponto sumiu. Então o que aconteceu é que eu o perdi em um táxi. Alguém o achou no táxi, o manteve, e levou até o aeroporto de Copenhagen e entrou em um avião, e este foi o fim. Mas esse não era o telefone com todos os meus riffs. [Risos]"

Perguntado sobre como as músicas novas soam, Hammett disse a Jasta: "Vamos apenas dizer que as coisas que estão vindo são cheias de riffs e bem pesadas... É bem similar ao 'Death Magnetic', mas diferente em certas partes."

Hammett completou, "há algumas músicas que me lembram algo do '...And Justice For All', mas o álbum em si não soa como o '...And Justice For All'."


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hammett comenta sobre o próximo álbum da banda

   07 de Agosto de 2015     tags: entrevista, hammett      Comentários



Tim Virgem da rádio WLUP-FM 97.9 (Loop, 97,9) de Chicago entrevistou o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett antes do show da banda no festival Lollapalooza, no dia 01 de agosto.

Perguntado se o Metallica nunca pensa sobre qual direção tomar em um novo álbum de estúdio e se eles devem mudar ou permanecer no mesmo caminho, Hammett respondeu: “Muitas vezes, não sabemos para onde está indo, e nós apenas, tipo, temos que mantê-lo na estrada e ver onde isso nos leva. E, neste ponto, ainda estamos na estrada e nós estamos querendo saber onde isso vai nos levar. ”

Tem sido quase sete anos desde que a banda lançou um álbum, e enquanto a banda está escrevendo o material para o seu próximo trabalho de estúdio, Hammett admitiu algo que pode ter abrandado um pouco o processo. Hammett disse em um podcast ao “The Jasta Show”, “Eu gravei riffs no meu iPhone, mas algo muito lamentável me aconteceu cerca de seis meses atrás. Eu perdi meu iPhone com 250 idéias musicais. E eu estava acabado, não tinha um backup. E quando isso aconteceu, eu fiquei chateado por cerca de dois ou três dias.”

Questionado sobre como as novas músicas soam, Hammett respondeu: “Vamos apenas dizer que o material que está chegando tem “super riffs”, é super pesado … É muito semelhante ao ‘Death Magnetic’(2008), mas diferentes em certas partes.”

Hammett acrescentou: “Há algumas músicas que me lembra algo do ‘… And Justice For All’(1988), mas o álbum não soa como “… And Justice For All’.”

Fonte: Rock Masters

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Trujillo fala sobre sua "caminhada caranguejo"

   03 de Agosto de 2015     tags: entrevista, trujillo, vídeos      Comentários

Chasta da rádio 107.7 The Bone de São Francisco, Califórnia, falou com o baixista do Metallica, Robert Trujillo, neste último fim de semana, durante o festival Lollapalooza em Chicago. Assista a conversa abaixo.

Perguntado sobre de onde veio sua famosa "caminhada caranguejo", Trujillo disse: "Isto veio de [tocar com o vocalista do Black Sabbath] Ozzy [Osbourne]. Eu estava em turnê... Foi tipo, o primeiro ou o segundo show... Eu acho que foi na verdade o segundo show que fiz com ele, em Las Vegas, pelo que me lembro... E nós estávamos tocando 'Sweet Leaf' [do Black Sabbath], e ele estava agitando todo mundo e falando nas nossas caras - de uma boa forma - e nos desafiando de maneiras diferentes, com movimentos no palco e coisas do tipo. Então eu comecei a fazer esse sumô estranho... As pessoas começaram a chamar isso de 'caminhada caranguejo', então eu acho que vamos seguir com isso... Eu joguei isso para Ozzy, e ele fez isso comigo, e eu comecei a rir; foi tão divertido. E então nós temos feito isso desde então... Mas não mais juntos. Espero que ele ainda esteja fazendo isso. Eu não sei."

Sobre como foi tocar com Ozzy, Trujillo disse: "[Tocar com] Ozzy foi um sonho que se tornou realidade. Todos nós crescemos com Black Sabbath. Digo, não há segredo nisso. Qualquer um de nós, qualquer membro de qualquer banda que eu já estive, ou qualquer um com quem eu já trabalhei. Eu ainda toco músicas do Black Sabbath. Eu faço uma jam com meus amigos no Mass Mental e nós tocamos 'War Pigs', nós tocamos... 'Fairies Wear Boots'... E nós amamos isso, cara, vou te dizer, até hoje. Então, Sabbath é umas das melhores músicas já feitas. E a razão é que tem groove, é pesada, tem muitas mudanças e variações. Pode ser rápido, pode ter riffs lentos e poderosos. E as melodias são muito, muito importantes também - elas são lindas. Então tocar com ele foi um sonho que se tornou realidade. Eu estava em uma banda de festa no começo dos anos 80 e nós tocávamos músicas do Sabbath e Ozzy, além de Rush e Van Halen... Todas essas coisas. Então tocar com ele, de novo, foi tipo, 'Uau! Isso é de verdade?'. E isso é parte do porque de eu estar rindo - pois eu estou fazendo essa 'caminhada caranguejo', e eu tenho Ozzy, o cara que eu não achava que era uma realidade... Ele é como um deus para mim; ele é intocável. Lá está ele fazendo a 'caminhada caranguejo'."


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: Música ruim, e não tecnologia, acabou com indústria

   14 de Julho de 2015     tags: entrevista, ulrich      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, culpou a decadência da indústria musical não em cima do streaming, mas no que ele percebe como sendo uma tendência dos artistas se tornarem mais ‘sem graça’.

Falando com a rádio BBC World, Ulrich declarou: “Eu acredito que o streaming é bom para a música. As pessoas sentam ali e pensam, ‘Eu não ganho muito dinheiro com essa de streaming’, mas o streaming é uma escolha adotada por todos os lados. É uma escolha do fã fazer parte daquilo… é uma escolha para os artistas que estão envolvidos em tornar sua música disponível nos serviços de streaming. É uma escolha das gravadoras que representam o artista… 15 anos atrás, tais escolhas não existiam. ”

Contudo, Ulrich reconheceu que o streaming ajuda aos artistas populares mais do que aos músicos independentes.

Ele admitiu: “O streaming provavelmente beneficia aos artistas com mais bala na agulha, sim. Muitas dessas playlists que estão sendo disponibilizadas às pessoas nos serviços de streaming, parecem conter os artistas maiores e isso parece que é o que está rolando agora. ”

Ulrich também vê a qualidade da música moderna em si como uma das maiores culpadas do cenário musical de hoje. “Uma das maiores razões pelas quais eu me conecto menos com músicas novas em minha vida agora é porque há menos grandes músicas para me conectar. Quero dizer, muito do que tem sido tocado é apenas regurgitado, a modinha desse ano, essa coisa, mas não há pessoas na vanguarda, como os Beatles ou Miles Davies ou Jimi Hendrix nos pegando pela mão e nos guiando a territórios musicais completamente desconhecidos. ”

Fonte:Whiplash!

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