Destaques

Notícias

Ulrich comenta sobre suas primeiras memórias de lojas de discos

   12 de Abril de 2016     tags: entrevista, ulrich, vídeos      Comentários

Em um novo vídeo disponibilizado pelo canal do Metallica no YouTube, o baterista Lars Ulrich comenta sobre suas lembranças de ir em uma loja de discos em Copenhagen, Dinamarca quando criança. Confira abaixo.

    Top

Ulrich: Disco novo deve sair ainda este ano

   11 de Abril de 2016     tags: entrevista, ulrich      Comentários



O baterista do Metallica, Lars Ulrich, falou com a Billboard sobre como está o progresso do aguardado novo disco da banda.

"Bem, obrigado por perguntar! Nós estamos chegando lá! Eu acho que será finalizado em breve. Só se acontecer algo radical, mas é difícil para mim, acreditar que ele não sairá em 2016. É nisto que estamos contando", disse ele.

E completou: "Mas obviamente, a forma como fazemos as coisas agora é bem diferente da forma que fazíamos na época do Kill 'Em All e Ride the Lightning. Atualmente, nós gostamos de fazer tantas coisas diferentes - nós gostamos de compor e gravar, mas também gostamos de ser embaixadores do Dia da Loja de Discos e relançar versões deluxes e tocar no Rasputin e no AT&T Park e todas essas outras coisas."

"Então, sabe, compor e escrever é agora algo que é parte de um panorama maior, ao invés de algo que acontece exclusivamente. E quando focamos nisso, o novo disco pode ter sido escrito e gravado mais rápido do que o último [Death Magnetic, de 2008]. Só foi espalhado por um período maior de tempo, com estes intervalos na gravação. O que está tudo bem. Eu certamente não estou reclamando disso. É só a forma que trabalhamos atualmente. Mas de qualquer forma, o disco - está definitivamente vindo. Perto de completar. Deve estar pronto em breve... Espero. (Risos) Fim da citação!"

    Top

Ulrich: Disco novo está quase pronto

   09 de Abril de 2016     tags: entrevista, ulrich      Comentários



O baterista do Metallica, Lars Ulrich, disse a Rolling Stone que o aguardado sucessor do "Death Magnetic" de 2008 está "bem encaminhado". Ele completou: "Ele pode sair em qualquer século agora, na verdade. Tem um ditado: onde há vida, há esperança."

Perguntado se o novo álbum do Metallica está gravado, Ulrich disse: "Eu diria que está praticamente pronto. Tem todas essas outras responsabilidades que precisamos cuidar. A vida no Metallica nestes dias não é apenas fazer um disco; é sobre todas essas coisas e nós tocamos um show no AT&T Park e ele faz isto, eu faço isto. Nós temos todas essas coisas diferentes a que nós recorremos. Mas trabalhamos no disco quando não há absolutamente mais nada rolando."

Ele continuou: "Falando sério, é o que realmente gostamos. Isso funciona para gente. Não é apenas disco, turnê, disco, turnê. Nós gostamos de fazer. Nós vamos fazer o Dia da Loja de Discos na semana que vem, e fazer todas essas coisas. Há muitas coisas rolando o tempo todo, mas o disco está quase pronto."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Ulrich: Ansioso para introduzir Deep Purple no Hall of Fame

   08 de Abril de 2016     tags: ulrich, entrevista, deep purple      Comentários



O baterista do Metallica, Lars Ulrich, finalmente terá a chance na noite desta sexta-feira, 8 de Abril, de introduzir o Deep Purple no Rock and Roll Hall of Fame. O Purple esteve na votação três vezes e Ulrich tem lutado por sua inclusão por anos, e disse ao The Pulse of Radio que está ansioso para as festividades da noite. "Deep Purple, como já falei no passado, já deveria estar lá", disse ele. "Eles são elegíveis há 20, 22 anos, eu acho. Então estou animado. Estou feliz de ter tido um pequeno papel nisso, e eu estou, como um humilde fanático eu acho, apenas ansioso para estar no... Eu posso até sentar na mesma mesa desses caras, então vai ser uma noite divertida."

O Metallica entrou no Hall of Fame em 2009, e introduziu anteriormente o Black Sabbath em 2006. O evento desta noite acontece no Barclays Center no Brooklyn, Nova Iorque, onde o Purple entrará no Hall junto do Chicago, Cheap Trick, Steve Miller e N.W.A. Destaques do evento serão transmitidos na HBO posteriormente.

A formação atual do Deep Purple - que inclui Ian Gillan, Ian Paice e Roger Glover - tocará, mas não contará com a participação do lendário guitarrista Ritchie Blackmore, que optou por não comparecer.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Ulrich: "Deep Purple era uma força incrível ao vivo"

   03 de Abril de 2016     tags: entrevista, ulrich, deep purple      Comentários

O baterista do Metallica falou com a Radio.com sobre seu amor pelo Deep Purple, a banda que ele introduzirá na cerimônia do Rock and Roll Hall of Fame 2016 em 8 de Abril no Barclays Center de Brooklyn, New York.


Ulrich disse: "Quando eu cresci em Copenhagen, Dinamarca, nos anos 70, Deep Purple era a maior banda de rock. Eram três grandes bandas na época: Led Zeppelin, Black Sabbath e Deep Purple. E Deep Purple, na Escandinávia e Alemanha, era a maior; as pessoas os conheciam mais. Led Zeppelin tinha uma tendêndia, ou era provavelmente mais apreciado nos Estados Unidos. E Black Sabbath, obviamente, era super pesado, mas eu não os conheci até uns anos depois."

Ele continuou: "Deep Purple era uma força incrível ao vivo. Eles eram conhecidos pelo seu instrumental... Digo, eles eram bem, bem eficientes tecnicamente, e cada noite quando eles tocavam um show, seria diferente da noite anterior e da noite seguinte. Eles tinham estas músicas de três ou quatro ou cinco minutos em seus discos que virariam músicas ao vivo de dez, quinze, vinte minutos. Você nunca sabia o que iria acontecer. Ritchie Blackmore, o guitarrista solo e este tipo de personagem lendário, impulsivo, imprevisível, sempre levaria esta banda a direções diferentes e havia muita provocação entre os músicos. Digo, havia noite em que eles quase pareciam jazz. Era uma coisa totalmente diferente."

Ulrich completou: "Zeppelin era um pouco mais baseado em blues. Sabbath era também... Eles tinham um tipo de coisa mais pesado, blues. Deep Purple simplesmente veio de outro lugar, e havia uma eficiência técnica que não havia paralelo na época. E então, obviamente, uma sequência de singles - de 'Smoke on the Water' a 'Strange Kind of Woman' a 'Woman From Tokyo' a 'Space Truckin'' e então 'Highway Star' e todo o resto que eram grandes, grandes sucessos... E seu legado musical, o que eles criaram, entre os membros do Deep Purple ao Rainbow ao Whitesnake e todas essas bandas... A banda solo de Ian Gillan... Digo, seu legado continuou meio que a crescer e crescer durante os últimos trinta anos. E eles ainda estão tocando... Formação diferente e tudo mais. Mas a árvore da família Deep Purple está crescendo mais e mais no mundo."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Hetfield: Cliff Burton ainda está em espírito no Metallica

   29 de Março de 2016     tags: entrevista, hetfield, burton      Comentários



O Metallica relançará seus dois primeiros álbuns, "Kill 'Em All" de 1983 e "Ride the Lightning" de 1984, em 15 de Abril. Ambos os álbuns foram remasterizados para a qualidade de áudio mais avançada e estarão disponíveis em três formatos - CD, vinil, e caixa deluxe. Ambas as caixas incluem materiais da coleção pessoal da banda, com muitas gravações nunca vistas/ouvidas antes, além de um livro com fotos raras e textos de pessoas que estiveram presentes naquela época.

O frontman do Metallica, James Hetfield, se sentou para uma entrevista publicada no site oficial da banda e discutiu vários tópicos, incluindo como ele se sente vendo alguns desses materiais de novo.

"Eu não sou o cara que gosta de se prender a algo que me é querido, tipo, 'Oh meu Deus, se eu perder isto, eu morreria'", disse ele. "Eu tenho um monte de coisa no armazém, sabe? E comigo, como quando eu cresci, eu meio que me mudei por aí, então se tornou o caso de, 'onde foram parar minhas coisas?'. Eu me mudei para meu irmão, então me mudei para o Ron [McGovney, ex-baixista do Metallica], e então isto e aquilo, e minhas coisas meio que... É tipo, 'eu não preciso disto, eu não quero aquilo', e então coisas foram deixadas para trás. E eu meio que tenho sido assim. Eu descartaria rapidamente algo que o Lars [Ulrich, baterista do Metallica] provavelmente cortaria um dedo para ter, sabe? Então o fato de que em meu espaço de armazenamento haviam algumas coisas... Olha, é uma daquelas coisas. Antigamente, era, 'aqui está uma caixa. Jogue tudo dentro dela'. E você fecha a caixa, e joga no armazém. Então haviam algumas coisas legais, fotos de pessoas que me deram durante os anos, que eu colocaria na minha pasta ou mala ou algo assim, e não pensava muito mais tarde."

Perguntado se ele ficou surpreso enquanto vasculhava os arquivos apenas para ver algumas dessas coisas que ele achou, Hetfield disse: "Oh, é tão legal. É tão legal. E é incrível como um pedaço de papel, celuloide, algo até como um ingresso, um passe, traz tantas memórias. Isso devolve aquele sentimento nostálgico, tipo, 'Oh meu Deus, eu realmente sinto falta daquela época'. Sabe, 'puxa, era tão simples e fácil e la la la, e olha quão complicado é agora'. O que isso faz em mim é que me deixa mais relaxado agora e não me preocupo tanto."

Ele continuou: "Eu tenho algumas fotos de viagens que Lars e eu tiramos juntos. Não tanto de turnê, mas, sabe, nós fomos até Seattle com o Metal Church e só curtimos, sabe, com Skitchy [Rich 'Band That Head That Does Not Bang' Burch, um antigo amigo deles]. Há fotos minhas na praia na Holanda, Lars e eu saindo e foi um caso de 'eu não me lembro disso e tem estas outras pessoas juntas. Quem são elas? Eu não sei, onde estão elas agora?'... E as coisas óbvias também... Coisas com Cliff [Burton, ex-baixista do Metallica]... Tipo, 'Oh meu Deus, este show, este palco, nós temos amplificadores embaixo dessa coisa', e um monte de memórias legais, sabe? E isto me faz ser grato que de alguma forma aquela foto voltou a minha vida. Pois eu sinto falta daqueles tempos. Eu sinto muita falta de Cliff. Eu penso nele com bastante frequência. Mas isso também me faz perceber que, sabe, ele está aqui em espírito. Ele não está aqui fisicamente, mas há pessoas que estão aqui fisicamente, e vamos nos divertir agora."

Perguntado se ele acha justo dizer que ele está possivelmente relaxando, e se permitindo, para finalmente lamentar abertamente por Burton depois de talvez ter trancado isto por 20 ou 25 anos, Hetfield disse: "Oh, não há dúvida disso. Sem dúvida. Nós bebíamos muito. E quando Cliff faleceu, dobrou, sabe? Bebíamos o dobro para acontecer. Eu nunca, nunca realmente lamentei. Obviamente, nós falamos sobre isso, onde simplesmente voltamos e começamos a turnê de novo, e isto supostamente era o remédio para se limpar e voltar ao cavalo, todos os clichés. Mas sabe, quando estava na reabilitação em 2001, eles falaram, 'você precisa continua mais algumas semanas por conta da lamentação. Tem sua mãe e Cliff, as duas pessoas que você nunca foi capaz de lamentar. Você precisa trabalhar nisso'. Então fizemos isso. E eu acho que apenas abrindo as memórias, apenas pensando nele, sentindo sua presença, isso é como a lamentação está acontecendo para mim por um longo período de tempo."

Ele continuou: "Eu sinto mais falta dele como pessoa do que como um músico, e isso é diferente para mim. Sabe, antigamente, ele e eu eramos muito parecidos nas coisas que gostávamos e coisas que gostávamos de fazer. Eu acho que aprendi muito com ele, e eu aprendi muito depois que ele se foi. Sabe, 'O que Cliff faria?'. Mas eu acho que sou capaz de ser mais eu mesmo, e ele me ensinou isso, sabe? Ele me ensinou que está tudo bem em ser diferente, em ser firme naquilo que acredita. Você não precisa ter toda a munição do mundo para lutar uma guerra, seja apenas você. Isso é suficiente."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Rasmussen: Linhas de baixo de Justice são brilhantes

   17 de Março de 2016     tags: flemming rasmussen, and justice for all, newsted, entrevista      Comentários



Em entrevista para a RollingStone.com, o produtor do disco "...And Justice For All", Flemming Rasmussen, comenta sobre o trabalho do baixista Jason Newsted no álbum.

"Jason é um ótimo baixista", disse o produtor. "Eu sou provavelmente uma das únicas pessoas no mundo, incluindo Jason e Toby Wright, o engenheiro assistente, que ouviu as linhas de baixo para o ...And Justice For All, e elas são brilhantes."

Rasmussen prossegue dizendo que ele ainda não sabe porque as linhas foram "cortadas na mixagem", já que a dupla de mixagem Steve Thompson e Michael Barbiero estavam ligados ao projeto antes de sua chegada. "Não é culpa deles, com certeza", disse o produtor. "Foi Lars e James que falaram para abaixar o baixo. Eu sei disso, pois perguntei para eles."

Em geral, o produdor sente que a banda não deu a Newsted o respeito merecido. "Ele sempre foi, mais ou menos, o menino novo", disse Rasmussen. "Na verdade, eu o fiz praticar baixo enquanto eu e Lars fazíamos a bateria. E eu pedia para Toby para fazer alguns sons de baixo com Jason, para passar algumas vezes, e diríamos, 'isto é ótimo. Isto não é ótimo. Faça isto, faça aquilo'. E deixávamos eles fazendo isso depois que nós saíamos a noite. Enquanto a gente dormia, ele estava na verdade fazendo algumas de suas linhas de baixo. Nós as ouvíamos no dia seguinte. Eu sinto e acho que o sentimento geral na banda é que ele nunca foi tratado com o respeito que merecia."

O Metallica trouxe Newsted para substituir o baixista Cliff Burton, que morreu em um acidente de ônibus em Setembro de 1986. Ele havia tocado anteriormente com o grupo Flotsam & Jetsam que, naquela época, havia lançado apenas um disco, o "Doomsday for the Deceiver" de 1986.

"Jason era um tipo diferente de baixista do que Cliff, por razões óbvias", disse Rasmussen. "Havia apenas um Cliff Burton. Cliff tinha todo esse jeito artístico, enquanto Jason era muito técnico. Jason era um perfeccionista e Cliff era mais musical."

    Top

Hammett confirma Greg Fidelman como produtor de disco novo

   14 de Março de 2016     tags: entrevista, hammett      Comentários



Kirk Hammett confirmou a Alternative Press que o Metallica basicamente elegeu Greg Fidelman para produzir o aguardado sucessor do disco "Death Magnetic" de 2008. "A respeito o resultado final, eu não sei", disse o guitarrista do Metallica. "Nós não trouxemos nenhum [outro] produtor e parece extremamente improvável que a gente traga alguém tão tarde assim no projeto."

Sobre o papel exato de Greg durante o processo de gravação, Hammett disse: "O título 'produtor' em si é um pouco ambíguo. Difere de pessoa para pessoa. Você pode chamar Rick Rubin de produtor, mas ele não é o mesmo tipo de produtor que o Bob Rock, que está lá para cada nota. Ao mesmo tempo, Rick Rubin faz as coisas acontecerem. Greg Fidelman é um tipo diferente de produtor, na forma que ele está com o engenheiro sempre olhando para tentar e dar prosseguimento com o projeto. E isso é diferente de, digamos, Dr. Dre, que é o tipo de produtor que na verdade faz bases, produz música, compõe música. No mundo do hip-hop, Dre é um produtor. É tão ambíguo. Se você for pelo termo tradicional, estamos fazendo isso com o Greg, basicamente."

Kirk completou: "É um prazer trabalhar com Greg. Ainda que ele possa ser um pouco delegador de tarefas, ele te ouve. Ele é super flexível. Ele sabe impor respeito sem deixar as pessoas bravas."

Hammett também admitiu que "a parte mais difícil" sobre gravar o Metallica é coordenar as agendas dos membros da banda, para que o processo de produção possa seguir adiante em um ritmo confortável. "Ei, para nós, a vida tem suas demandas", disse ele. "Nós estamos tentando fazer um álbum e sair em turnê, tentar ser uma banda, mas nós todos reconhecemos que se alguém tem uma situação familiar, isso tem prioridade em relação a tudo. Este é outro motivo sobre o porquê [o álbum novo] estar demorando tanto. Esse é outro obstácul para Greg Fidelman. Ele está sempre brincando com isso, mas realmente exige muito, sabe, jogo de cintura."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Ulrich: "Temos que terminar um disco agora"

   10 de Março de 2016     tags: entrevista, ulrich      Comentários



O baterista do Metallica, Lars Ulrich, falou com a Rolling Stone sobre os planos da banda para o resto de 2016, o que inclui completar o aguardado sucessor do álbum Death Magnetic, de 2008.

"Eu acho que será um ano bem direto, pelo menos na segunda metade", disse ele. "Obviamente, nós temos que terminar um disco agora. Mas felizmente estamos já bem longe. Espero que possamos acabar nesta primavera [outono brasileiro], eu diria. Então juntaríamos para tocar shows e fazer todas aquelas coisas divertidas de novo em breve."

Ulrich revelou que a banda passou nove meses trabalhando em músicas para o novo álbum. "Atualmente, nós sentamos e vamos, 'isso é um ótimo pedaço de música', e 'isso é bem legal', e então tocamos isso mais rápido, então mais devagar, então meio tom abaixo, explorando todas essas opções", disse ele. "Há 75 formas diferentes de tocar algo, e você acaba ficando louco com isso."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Ulrich e Hammett relembram os 30 anos de Master of Puppets

   02 de Março de 2016     tags: master of puppets, flemming rasmussen, ulrich, hammett, entrevista      Comentários

Em matéria publicada pela Rolling Stone americana, Lars Ulrich e Kirk Hammett refletem sobre Cliff Burton e o ano que os mudou para sempre. Confira a tradução na íntegra abaixo.



"Quando ouço o Master of Puppets hoje, eu simplesmente me sento lá e penso, 'O que? Como você faz isso?'", disse a Rolling Stone com uma risada. "É música bem corajosa."

Trinta anos se passaram desde que o baterista e seus colegas do Metallica lançaram sua obra-prima espetacular, e ela ainda soa tão poderosa quanto destemida. Master of Puppets originalmente saiu em 3 de Março de 1986, e ele continua como um grande marco não apenas para a banda, mas para o gênero do metal. Suas oito músicas deram um olhar profundo e visceral na manipulação em todas as suas formas, mas graças a um mistura de riffs e ritmos bate-cabeça, ele nunca trocou o peso pela precipitação.

O LP saiu quando o Metallica tinha apenas cinco anos de carreira, e nessa meia década, eles já tinham sido pioneiros no thrash metal com seu disco de estreia, Kill 'Em All de 1983, e acrescentaram as melodias elegantes e intricadas a mistura no Ride the Lightning do ano seguinte. Mas são nas reviravoltas da faixa título do Master of Puppets, a vertigem e o ritmo rápido de "Disposable Heroes", e o peso de "The Thing That Should Not Be", dentre outras músicas, que a banda se reenergizou e refocou seu som. É um disco com um legado que o Metallica, cuja idade média dos membros era 23 na época, não poderia escapar hoje nem se tentasse.

Nos anos seguintes, a melancólica "Welcome Home (Sanitarium)" e a brutal "Battery" se tornaram marca registrada das setlists, enquanto a música título se tornou a música mais tocada ao vivo pelo Metallica. "Alguns anos atrás, nós fizemos uma turnê na Europa onde os fãs poderiam escolher as setlists, e, de 20 ou 30 shows, 'Master of Puppets' foi a música número um entre as mais pedidas em todos os shows", disse o baterista. "É louco."

O álbum também é irrevogavelmente associado ao baixista Cliff Burton, que co-escreveu quase metade de suas músicas e morreu em um acidente de ônibus seis meses após o lançamento do disco. Nos últimos anos, a banda começou a tocar a música instrumental de oito minutos do Master, "Orion", em respeito a Burton.

O álbum em si seria o suficiente para garantir o lugar do Metallica no panteão do metal - mesmo que eles não tivessem se juntado novamente mais tarde naquele ano, e após alguns lançamentos, gravassem o disco mega-vendido "Black Album", e se tornado uma das maiores bandas do universo. É um legado que será explorado profundamente neste ano no Back to the Front, um novo livro do autor Matt Taylor que examina o álbum Master of Puppets e a subsequente turnê Damage Inc., através de fotos inéditas e entrevistas com a banda e sua equipe. Celebrando o aniversário do álbum nesta semana, no entanto, Ulrich, o guitarrista Kirk Hammett e o co-produtor Flemming Rasmussen falou com a Rolling Stone sobre o que o Master of Puppets significa para eles três décadas depois.

"Eram tempos loucos", Ulrich relembra do verão de 1985. Naquela primavera, os membros da banda fecharam os meses de turnê de divulgação do Ride the Lightning e voltaram para casa na Bay Area de São Francisco. Hammett foi acampar e pescar, segundo uma entrevista de 1986 com Ulrich, enquanto Hetfield e Ulrich viajaram pelo país, seguindo o Deep Purple. Quando eles sossegaram e prontos para compor, o vocalista e baterista, que dividiam uma casa em El Cerrito, começaram a escrever o novo material, usando fitas com as ideias de Burton e Hammett, na garagem. Eles todos se juntariam e ensaiariam e eventualmente se gravariam com os outros membros em um gravador portátil.

"Nós éramos bem jovens, bem inocentes", disse o baterista. "Quando eu vejo fotos nossas daquela época, havia uma pureza. Nós éramos todos fãs de música. Nós tínhamos todo tipo de pôster na parede: Iron Maiden, Michael Schenker, UFO, Ritchie Blackmore. Tudo tinha a ver com música. Nós estávamos ouvindo Deep Purple, AC/DC, Motörhead e o resto disso. Nós estávamos vivendo e respirando música 24h por dia, 7 dias por semana, sem outros motivos."

Leia o restante da matéria clicando aqui.

    Top


<<< Anteriores Próximas >>>

Newsletter
Receba em seu e-mail as últimas notícias sobre Metallica:

Conecte-se

Facebook   Twitter   RSS   Fórum

© 1998-2026 Metallica Remains - Desde 13 de Janeiro de 1998 | Política de Privacidade