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Ron McGovney fala sobre ser substituído por Cliff Burton

   20 de julho de 2018     tags: burton, mcgovney, entrevista      Comentários



O baixista original do Metallica, Ron McGovney, relembrou em entrevista ao podcast Talk Is Jericho (transcrição via Ultimate Guitar) sobre a ocasião em que foi substituído por Cliff Burton. McGovney afirmou que o músico, falecido em 1986 durante um trágico acidente com o ônibus de turnê da banda, era "incrível" e fazia coisas que ele nunca conseguiria tocar no instrumento.

Inicialmente, Ron McGovney lembrou que Cliff Burton entrou na vida do vocalista e guitarrista James Hetfield e do baterista Lars Ulrich no outono de 1982. "Sua banda, Trauma, veio tocar no Troubadour. Brian Slagel, da Metal Blade, nos convidou para assistir. Achei que aquele som não era o meu tipo de música. De repente, Cliff começou com o solo. James e Lars ficaram com os olhos bem abertos assistindo a ele. Ali, eu meio que já sabia que aquele era o cara que eles iriam atrás", afirmou.

Mesmo após o show do Trauma, Ron McGovney não foi sacado do Metallica de imediato. "Fiz vários shows com eles depois daquilo. Eles nunca me tiraram, dizendo que queriam o cara. Eu meio que ouvi rumores, mas já sabia quem seria. Uma vez, estávamos tocando em San Francisco e Cliff estava nos assistindo. Ele estava na chuva e eu lhe ofereci uma carona, pois ele estava encharcado. Ele disse: 'não, está tudo bem'. Eu daria uma carona para onde ele quisesse, mas já sabia que ele seria o cara. Não era meu papel ser o baixista em longo prazo", disse.

McGovney afirmou que, ao ver Burton tocar, pensou: "não é algo que eu faça". Em seguida, ele destacou que não só a questão técnica foi determinante para a situação: sua falta de interesse em continuar na carreira musical também influenciou. "Eu queria ser um mecânico de motos. Queria andar de moto pelo deserto. Lembro de andar nas dunas e pensar: 'é tão bom fugir daqueles caras, é isso que eu quero fazer, não quero ficar brigando e discutindo'. É como uma relação. É como: 'não preciso disso, não quero fazer parte disso'", afirmou.

O ex-baixista do Metallica reforçou que não queria ser um astro do rock. "Eu apenas estava ajudando James. Tudo o que eu queria era fazer parte do Leather Charm (banda anterior ao Metallica), tocar em umas festas de quintal, beber... e só. Mas, então, quando tocamos em clubes de Hollywood, percebo que estou tocando em lugares onde vi outras bandas. Eu assisti ao Mötley Crüe ali. Estou no mesmo palco em que o The Doors tocou e coisas do tipo", disse.

Ainda durante o bate-papo, Ron McGovney relembrou de quando soube que Cliff Burton havia morrido. "Acho que ouvi na rádio KNAC. Disseram que alguém do Metallica havia morrido, mas não disseram quem. E eu pensava: 'meu Deus, quem foi?'. Então, quando soube que era o Cliff, não podia acreditar, porque eles tocaram em Long Beach na turnê de 1986 e eu fui aos bastidores antes do show, mas só Cliff estava lá. Jantamos juntos e conversamos. [...] Ele era um cara com os pés no chão. Ele foi à minha casa em Los Angeles e era um cara incrível. Era muito respeitoso comigo, por minha passagem pela banda", afirmou.

Ouça a entrevista, na íntegra e inglês, clicando aqui.

Fonte: Whiplash!

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Irmã de Cliff Burton participa de documentário inédito sobre o baixista

   07 de maio de 2018     tags: vídeos, burton      Comentários

A BurStock Productions lançou o "The Salvation Kingdom" ("O Reino da Salvação", em tradução livre), um documentário de 90 minutos que conta histórias inéditas da vida e morte do icônico baixista do Metallica, Cliff Burton, recontadas por sua irmã mais velha, Connie Burton.

Quem era Cliff Burton? Como ele era quando criança? Ele tinha algum hábito excêntrico? Quem eram algumas de suas influências? Quais eram suas posições em relação a Deus, o mundo espiritual e o diabo? O Metallica seria a mesma banda se ele nunca tivesse se juntado a eles? Estas são algumas das questões respondidas por Connie no filme, que pode ser visto na íntegra abaixo (em inglês).


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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10 de Fevereiro de 2018 é proclamado Dia do Cliff Burton

   06 de fevereiro de 2018     tags: burton, curiosidades      Comentários



Segundo o Twitter oficial do Metallica, o conselho do Alameda County proclamou o dia 10 de Fevereiro de 2018 como o "Dia do Cliff Burton", data em que o baixista completaria 56 anos. No tweet, a banda ainda agradece os fãs que tornaram isso possível: "Obrigado a todos os fãs que estiveram por trás dessa iniciativa. Nós amamos que ele continua tão reverenciado."

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Trujillo: Homenagem a Cliff Burton em ManUNkind

   04 de dezembro de 2016     tags: burton, trujillo, hardwired to self destruct, curiosidades      Comentários

Robert Trujillo revelou ao Exclaim! que prestou uma homenagem a Cliff Burton no novo álbum do Metallica, "Hardwired... To Self-Destruct": "Quando escrevi 'ManUNkind', estava pensando nele. De certa forma, faço um pequeno tributo para Cliff Burton na música. Ouça-a com atenção e também a pequena introdução antes dela, quando toquei estava pensando em Cliff".


Fonte: Whiplash!

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Hetfield: Cliff Burton ainda está em espírito no Metallica

   29 de março de 2016     tags: entrevista, hetfield, burton      Comentários



O Metallica relançará seus dois primeiros álbuns, "Kill 'Em All" de 1983 e "Ride the Lightning" de 1984, em 15 de Abril. Ambos os álbuns foram remasterizados para a qualidade de áudio mais avançada e estarão disponíveis em três formatos - CD, vinil, e caixa deluxe. Ambas as caixas incluem materiais da coleção pessoal da banda, com muitas gravações nunca vistas/ouvidas antes, além de um livro com fotos raras e textos de pessoas que estiveram presentes naquela época.

O frontman do Metallica, James Hetfield, se sentou para uma entrevista publicada no site oficial da banda e discutiu vários tópicos, incluindo como ele se sente vendo alguns desses materiais de novo.

"Eu não sou o cara que gosta de se prender a algo que me é querido, tipo, 'Oh meu Deus, se eu perder isto, eu morreria'", disse ele. "Eu tenho um monte de coisa no armazém, sabe? E comigo, como quando eu cresci, eu meio que me mudei por aí, então se tornou o caso de, 'onde foram parar minhas coisas?'. Eu me mudei para meu irmão, então me mudei para o Ron [McGovney, ex-baixista do Metallica], e então isto e aquilo, e minhas coisas meio que... É tipo, 'eu não preciso disto, eu não quero aquilo', e então coisas foram deixadas para trás. E eu meio que tenho sido assim. Eu descartaria rapidamente algo que o Lars [Ulrich, baterista do Metallica] provavelmente cortaria um dedo para ter, sabe? Então o fato de que em meu espaço de armazenamento haviam algumas coisas... Olha, é uma daquelas coisas. Antigamente, era, 'aqui está uma caixa. Jogue tudo dentro dela'. E você fecha a caixa, e joga no armazém. Então haviam algumas coisas legais, fotos de pessoas que me deram durante os anos, que eu colocaria na minha pasta ou mala ou algo assim, e não pensava muito mais tarde."

Perguntado se ele ficou surpreso enquanto vasculhava os arquivos apenas para ver algumas dessas coisas que ele achou, Hetfield disse: "Oh, é tão legal. É tão legal. E é incrível como um pedaço de papel, celuloide, algo até como um ingresso, um passe, traz tantas memórias. Isso devolve aquele sentimento nostálgico, tipo, 'Oh meu Deus, eu realmente sinto falta daquela época'. Sabe, 'puxa, era tão simples e fácil e la la la, e olha quão complicado é agora'. O que isso faz em mim é que me deixa mais relaxado agora e não me preocupo tanto."

Ele continuou: "Eu tenho algumas fotos de viagens que Lars e eu tiramos juntos. Não tanto de turnê, mas, sabe, nós fomos até Seattle com o Metal Church e só curtimos, sabe, com Skitchy [Rich 'Band That Head That Does Not Bang' Burch, um antigo amigo deles]. Há fotos minhas na praia na Holanda, Lars e eu saindo e foi um caso de 'eu não me lembro disso e tem estas outras pessoas juntas. Quem são elas? Eu não sei, onde estão elas agora?'... E as coisas óbvias também... Coisas com Cliff [Burton, ex-baixista do Metallica]... Tipo, 'Oh meu Deus, este show, este palco, nós temos amplificadores embaixo dessa coisa', e um monte de memórias legais, sabe? E isto me faz ser grato que de alguma forma aquela foto voltou a minha vida. Pois eu sinto falta daqueles tempos. Eu sinto muita falta de Cliff. Eu penso nele com bastante frequência. Mas isso também me faz perceber que, sabe, ele está aqui em espírito. Ele não está aqui fisicamente, mas há pessoas que estão aqui fisicamente, e vamos nos divertir agora."

Perguntado se ele acha justo dizer que ele está possivelmente relaxando, e se permitindo, para finalmente lamentar abertamente por Burton depois de talvez ter trancado isto por 20 ou 25 anos, Hetfield disse: "Oh, não há dúvida disso. Sem dúvida. Nós bebíamos muito. E quando Cliff faleceu, dobrou, sabe? Bebíamos o dobro para acontecer. Eu nunca, nunca realmente lamentei. Obviamente, nós falamos sobre isso, onde simplesmente voltamos e começamos a turnê de novo, e isto supostamente era o remédio para se limpar e voltar ao cavalo, todos os clichés. Mas sabe, quando estava na reabilitação em 2001, eles falaram, 'você precisa continua mais algumas semanas por conta da lamentação. Tem sua mãe e Cliff, as duas pessoas que você nunca foi capaz de lamentar. Você precisa trabalhar nisso'. Então fizemos isso. E eu acho que apenas abrindo as memórias, apenas pensando nele, sentindo sua presença, isso é como a lamentação está acontecendo para mim por um longo período de tempo."

Ele continuou: "Eu sinto mais falta dele como pessoa do que como um músico, e isso é diferente para mim. Sabe, antigamente, ele e eu eramos muito parecidos nas coisas que gostávamos e coisas que gostávamos de fazer. Eu acho que aprendi muito com ele, e eu aprendi muito depois que ele se foi. Sabe, 'O que Cliff faria?'. Mas eu acho que sou capaz de ser mais eu mesmo, e ele me ensinou isso, sabe? Ele me ensinou que está tudo bem em ser diferente, em ser firme naquilo que acredita. Você não precisa ter toda a munição do mundo para lutar uma guerra, seja apenas você. Isso é suficiente."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ray Burton: "Cliff conhecia seu talento, mas não se vangloriava"

   17 de fevereiro de 2015     tags: ray burton, burton, entrevista      Comentários



Em homenagem ao 52º aniversário de Cliff Burton, a rádio Rock 103, do Tennessee, realizou uma entrevista com Ray Burton, pai do músico.

Ray Burton está com 89 anos, mas mantém-se lúcido e afiado na hora de falar sobre o filho:

"Cliff conhecia bem o seu talento, sabia do seu potencial, mas não se vangloriava sobre isso. Mas ele sabia que podia tocar baixo tão bem quanto qualquer um."

Para ouvir o áudio completo da entrevista [em inglês], clique aqui.

Fonte: Whiplash!

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Biografia de Cliff Burton será lançada em breve no Brasil

   07 de outubro de 2014     tags: burton, livros      Comentários



Atualização: O livro se encontra em pré-venda na Saraiva, junto de uma camiseta exclusiva.

A biografia "Cliff Burton - A vida e a morte do baixista do Metallica" será lançada em breve no Brasil pela Editora Gutemberg. A capa dele já pode ser conferida na imagem acima.

O livro conta a história do músico que pode não ter vivido para desfrutar dos momentos de glória, fama e fortuna experimentados pela banda, mas cuja sombra e legado até hoje podem ser sentidos no grupo.

A história do músico, morto aos 24 anos em setembro de 1986, em um acidente com o ônibus da banda, foi contada em detalhes pelo renomado Joel McIver, que já escreveu várias biografias dedicadas ao mundo do rock.

Neste livro, o inglês reconstrói toda a breve carreira do músico através de entrevistas feitas com pessoas que conheceram o baixista e material publicado na impressa na época em que ele esteve na banda.

O fato do prefácio do livro ter sido escrito pelo próprio Kirk Hammett - o guitarrista da banda que, por pouco, também não morreu no mesmo acidente - mostra que os integrantes do Metallica aprovaram o trabalho feito por McIver.

Fonte: Vagalume

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Baixista do Anthrax fala sobre seu último momento com Cliff Burton

   05 de agosto de 2014     tags: anthrax, vídeos, burton      Comentários

Uma das tragédias mais lamentadas no metal é a morte do baixista Cliff Burton do Metallica. Embora Burton tenha falecido em 1986, o nome do músico está sempre na ponta da língua dos fãs do Metallica.

O Anthrax estava na estrada com o Metallica durante a fatídica turnê européia, onde Burton foi morto em um acidente de ônibus. Antes disso, no entanto, ele desenvolveu uma amizade com o baixista do Anthrax, Frank Bello.

Como Bello disse a Loudwire em uma entrevista exclusiva, ele e Burton criaram uma tradição onde um diria adeus ao outro com a frase, "talvez até amanhã", antes que o outro respondesse, "talvez". Infelizmente, o costume entre os dois baixistas tomou um rumo real demais.

Assista Frank Bello contando a história toda no vídeo abaixo.

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Fotógrafo relembra história de foto de Burton do Ride the Lightning

   29 de julho de 2014     tags: ride the lightning, burton      Comentários



27 de Julho marcou o aniversário de 30 anos do disco "Ride the Lightning". Junto das fotos originais dos álbuns "Hell Awaits" do Slayer e "Bonded By Blood" do Exodus, além do "Seven Churches" do Possessed, o livro de fotos da Bazillion Points, "Murder In The Front Row: Shots From The Bay Area Thrash Metal Epicenter", de Harald Oimoen e Brian Lew, inclui o retrato de Cliff Burton da parte de trás do segundo disco do Metallica.

Cada foto de "Murder In The Front Row" tem uma boa história, inclusive a desta foto em particular de Cliff. Harald, que tem tocado baixo há mais de 20 anos do D.R.I., conta: "Primeiro de tudo, as fotos quase não existiram. Câmeras não eram permitidas neste show, então por volta do meio dele eu tive a minha tomada pelo segurança. Eles estavam prestes a expor o filme, mas por sorte eu consegui rebobinar e colocar de volta no tubo antes deles conseguirem arruiná-lo! Eu tive o filme confiscado, mas por sorte um amigo meu conseguiu pegar de volta. Esse rolo tem a clássica foto do 'Ride the Lightning' nele. Eu nunca recebi um centavo pela foto, mas o crédito não tem valor."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Scott Ian comenta sobre morte de Cliff Burton

   14 de fevereiro de 2014     tags: burton, anthrax      Comentários

Metallica e Anthrax não são apenas parte do Big 4, mas também são veteranos que surgiram quase ao mesmo tempo nos primórdios da cena thrash. Sua história comum remonta aos anos 80, e, infelizmente, o Anthrax estava lá com o Metallica durante o evento mais traumático e trágico da banda, a morte do baixista Cliff Burton.

Scott Ian falou com Chris Jericho, do Fozzy, no podcast Talk is Jericho, sobre como foi saber da morte de Burton e apoiar o Metallica durante o seu luto.

Ian diz que a banda soube do ocorrido na manhã após o acidente, depois de deixar o show cedo para viajar para a próxima cidade da tour. Ele se lembra de chegar ao hotel e ser informado por um promotor. "Lembro-me de descer do ônibus e caminhar até o saguão e eu vi o nosso tour manager. Ele disse: 'Houve um acidente na noite passada. O ônibus do Metallica sofreu um acidente e Cliff Burton morreu. Lars ficou ferido e todos os outros estão a caminho daqui agora. Mas Cliff morreu.'"

O guitarrista diz que ele ficou abalado enquanto a conversa ocorria, e demorou para absorver a informação. "Não era possível que Cliff tivesse morrido. Qualquer outra coisa parecia possível para mim", disse Ian. "Era meu amigo e isso parecia tão irreal... Era demais para processar. Eu tinha 22 anos, estava vivendo o sonho, e você acha que você é o Superman. Você realmente se sente invencível, e , em seguida, alguém lhe diz isso. Parece tão inacreditável."

Ian diz que depois Kirk Hammett e James Hetfield foram levados para o hotel. Hetfield estava "inconsolável". "Foi difícil e ele estava transtornado e parecia que a qualquer momento ia começar a quebrar tudo. Frankie e Charlie o levaram para fora da sala para que ele não quebrasse as coisas e foram para a rua para fazê-lo arejar a cabeça e tomar um pouco de ar", diz Ian. "Foi uma cena ruim e palavras realmente não podem descrever como era triste."

O guitarrista diz que depois de organizar um vôo para Nova York, ele literalmente foi para casa o tempo suficiente para tomar banho e fazer a mala para um vôo para São Francisco para se juntar aos seus amigos do Metallica no funeral. Ele acrescenta: "Mesmo no meio de tudo isso, nem uma vez esses caras pensaram em parar. Isso nunca foi cogitado."

Ian acrescenta: "A última coisa que Cliff gostaria teria sido a música parar. Sua vida era a música, então a última coisa que o cara teria desejado seria que eles acabassem com a banda."

Fonte: Whiplash!

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