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Hetfield: "Quando eu não pego a guitarra, fico deprimido"

   02 de Novembro de 2008     tags: hetfield, entrevista      Comentários

Aaron Beck do The Columbus Dispatch entrevistou recentemente o guitarrista/vocalista do Metallica, James Hetfield. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo:

The Columbus Dispatch: Você vem fazendo isso desde que é um adolescente. Você ainda consegue sair fisicamente e metalmente de tocar músicas do Metallica?

Hetfield: Quando eu não pego a guitarra, eu fico deprimido. Quando estou em casa e começo a ficar pra baixo, minha esposa me falará: "Bem, você não tem tocado guitarra há algumas semanas." Então eu sento e toco. É minha arma; é meu pacificador; é meio que tudo apenas escrever um riff e então me sentir bem comigo mesmo: "Oh, sim! Eu ainda sou relevante!" Mas apenas usar amplificadores diferentes, guitarras diferentes - eu realmente acredito, achar uma guitarra antiga que pode custar algum tanto absurdo de dinheiro, você pega essa coisa, e há algo vivendo nela. Ela ainda tem riffs nela, e eu penso que eles são gratos por você ter a guitarra. Eu penso que as almas dessas guitarras falam.

The Columbus Dispatch: Você precisou estar no palco e cantar algumas vezes sem uma guitarra, mais notavelmente depois que você se queimou no palco em Montreal no início dos anos 90. Como se sentiu?

Hetfield: Foi uma merda. Você está lá e está cantando, mas muitas de nossas músicas tem trechos instrumentais bem longos e é como "O que eu estou fazendo aqui? Vai pro backstage, lavar roupa?" Você pode apenas ser uma líder de torcida no máximo, e parece meio bobo. Eu não gostei. É meio que garantia no emprego quando você pode tocar guitarra e cantar.

The Columbus Dispatch: O que está em sua mente quando você sobe ao palco hoje versus, digamos, 1990?

Hetfield: Nós ficamos bem inspirados quando vamos a sala de ensaio antes e fazemos uma jam juntos e talvez escrevemos um riff. Nós nos unimos dessa forma, então vamos ao palco. Eu não sei se é nós contra eles mais; é mais só nós. Antigamente, era nós contra eles: "Vamos matar eles! Vamos esmagar isso!" Agora é mais "Vamos lá e mostrar a eles nossa força e ver quantos fãs novos nós podemos contaminar com o Metallica e ver se eles voltam."

The Columbus Dispatch: Como ter filhos mudou sua forma de ver o trabalho?

Hetfield: No começo, foi uma grande luta, eu sendo o primeiro a ter filhos e o baterista Lars (Ulrich) logo em seguida. Tentar separar as duas coisas foi difícil, sabe? "Eu preciso arrumar tempo para a família", e não foi bem recebido. Então se tornou algo mais normal para nós. Nós temos que balancear essas duas coisas e faze-las viver juntas. Nós precisamos fazer todos conhecer uns aos outros. Há realmente muito medo para as esposas - "O que está rolando na estrada?" e "Por que eles não querem que a gente saia?" As vezes é o que é, e algumas vezes é "eu preciso do meu espaço." Mas assim que você os convida, algumas vezes é como "não, eu não quero ir" (risos). Mas as crianças trouxeram tamanha alegria para todos nós. Eu acho que isso nos inspirou, e nos fez mais felizes então podemos ser ainda mais "metal" (risos), se isso fizer sentido.

A entrevista completa pode ser lida, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield comenta sobre Shine e RRHOF

   01 de Novembro de 2008     tags: hetfield, entrevista, rrhof      Comentários

A última edição (número 1065) da revista Rolling Stone americana conta com uma seção de perguntas e respostas com o frontman do Metallica, James Hetfield, realizada algumas horas antes do show da banda em Glendale, Arizona. Confira abaixo alguns trechos:

Rolling Stone: Como o Metallica celebrou quando seu nono álbum de estúdio estreou na primeira posição?

James Hetfield: "Nós compramos drogas e carros", brinca o frontman. "Há alguns anos, nós estávamos gritando uns com os outros e destruindo a banda - e olhe agora! É surreal. E para mim, estar aqui e limpo [e muito sóbrio], me parece muito significativo."

Rolling Stone: Vocês têm feito shows durante todo o ano. Quais músicas novas têm sido mais divertidas de tocar?

James Hetfield: "Durante o verão [europeu], nós tocamos 'Cyanide' e 'The Day That Never Comes'. Nesta turnê, nós alternaremos entre quatro ou cinco músicas novas todas as noites. Nós queremos dar chance a elas para se tornarem perenes como 'Fade to Black' ou 'Seek and Destroy'. Elas não se tornaram perenes por serem uma música boa, mas porque nós as tocamos, e o público aprendeu que ele tem sua própria parte a cantar."

Rolling Stone: Onde você escreveu as letras para o Death Magnetic?

James Hetfield: "Predominantemente em casa. Havia uma música chamada 'Shine' - não está no disco, mas sairá alguma hora - que eu escrevi na cerimônia do Rock and Roll Hall of Fame em 2006, quando nós introduzimos o Black Sabbath. Eu simplesmente fiquei inspirado, e a escrevi como um poeta."

Rolling Stone: Provavelmente o Metallica será introduzido ao Rock and Roll Hall of Fame em Abril. Quem estará no palco com vocês?

James Hetfield: "Todo mundo que tocou em um disco deve estar lá. Você é considerado para o Hall 25 anos depois de seu primeiro disco, não depois de formado."

Rolling Stone: Isso omitiria Dave Mustaine.

James Hetfield: "Ele não está em um disco. Jason Newsted deve está lá - ele esteve na banda por 14 anos e tocou em vários discos - assim como Robert [Trujillo]."

Rolling Stone: Será estranho estar lá com o Jason?

James Hetfield: "Não há motivos para ser estranho. Nós não queremos ser parte da novela do Hall of Fame. Todos querem confusão, como aconteceu no palco com o Blondie brigando por merda [em 2006]. Isso realmente tira o brilho do momento."

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Trujillo: "O som do 'Death Magnetic' ficará nas mentes dos fãs por anos"

   31 de Outubro de 2008     tags: trujillo, entrevista, death magnetic      Comentários

Scott Iwasaki do Deseret News entrevistou recentemente o baixista do Metallica, Robert Trujillo. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Sobre o "Death Magnetic", seu primeiro trabalho de estúdio com a banda:

"Foi uma experiência maravilhosa. Abriu meus olhos para ver como esta banda trabalha no estúdio. Primeiro de tudo, o trabalho ético é muito forte. E eu realmente me senti como parte do processo de composição e gravação do álbum."

"Foi interessante ver o Lars [Ulrich, bateria] e James [Hetfield, guitarra/vocal] escreverem músicas. Foi irreal."

Sobre a escolha das músicas que entraram no álbum:

"Nós discutimos em algumas delas. E nós odiamos ver algumas delas ficarem de fora. Uma em particular nós não incluímos no álbum porque não estava terminada. E eu acho que ela teria sido a música mais brutal e dura que o Metallica já fez."

"É bom nos ver acolher o metal de novo. E nós tínhamos um monte de música. É por isso que as músicas são longas de novo. Além do mais, os membros da banda concordaram 90 porcento do tempo nas escolhas das músicas para o 'Death Magnetic', o que, claro, não é congruente com a história da banda."

Sobre trabalhar com o produtor Rick Rubin:

"Rick e a banda estavam todos no mesmo plano. Ele nos guiou para escrever músicas que faríamos se estivéssemos buscando assinar um contrato com uma gravadora. Foi como o começo de nossa carreira."

"Rick sabia o que ele estava fazendo. Haviam momentos em que ele nos diria para tentar algo e só fazia sentido mais tarde. Claro, nós queríamos soca-lo, pular em suas costas e arrancar seus cabelos algumas vezes, mas ele nos forçou a escrever músicas melhores."

Sobre gravar o álbum em Los Angeles ao invés de São Francisco:

"Eu pessoalmente achei que foi bom para a banda. L.A. é arenoso, quente e o estúdio fica na região industrial. Não havia fuga. Isso é diferente de gravar em um lugar como no norte da Califórnia, onde o ar é limpo e as casas de James e Lars estão a apenas alguns minutos. Eu acho que trabalhar em L.A. deu ao álbum um som mais significativo."

Sobre as críticas a mixagem do CD, consideradas piores do que as que foram usadas em jogos como o Guitar Hero III:

"Os membros da banda tem o controle criativo e eles vivem em uma bolha. Eles fazem o que precisa ser feito. E algumas vezes não é o que os fãs querem. Mas em outros casos, é."

"O Metallica deixou os fãs bravos algumas vezes, mas por bem ou por mal, a banda atingiu o interesse dos fãs. O som do 'Death Magnetic' ficará nas mentes dos fãs por alguns anos... A banda o torna interessante para os fãs."

Sobre a setlist da turnê atual do Metallica:

"Nós mudamos toda noite. Há algumas músicas que mantemos todas as vezes, mas nós queremos tocar as coisas novas porque estamos animados com isso. E nós vamos tocar algumas coisas antigas porque os fãs as conhecem. Mas eu tenho notado que as coisas novas estão indo muito bem. As pessoas sabem as letras, e tem sido bom toca-las."

A matéria completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Vídeo de entrevista com Ulrich

   29 de Outubro de 2008     tags: ulrich, entrevista, vídeos      Comentários

El Universal México realizou uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, durante o "Los Premio MTV Latinoamérica 2008", que aconteceu em 16 de Outubro de 2008 em Guadalajara, México. Confira a conversa de cinco minutos abaixo.


No vídeo, Ulrich comenta sobre a possibilidade de tocar na América Latina no final de 2009.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Trujillo: "Trabalhar em músicas do Metallica é uma honra"

   24 de Outubro de 2008     tags: trujillo, entrevista      Comentários

O baixista do Metallica, Robert Trujillo, se juntou a banda em 2003 mas só teve a chance de compor e gravar com o grupo pela primeira no novo álbum "Death Magnetic". Com o guitarrista Kirk Hammett afastado por um tempo devido ao nascimento de um novo filho, Trujillo disse ao The Pulse of Radio que recaiu sobre ele o papel de ajudar nas discussões do frontman James Hetfield e do baterista Lars Ulrich.

"Foi uma honra para mim meio que mediar a maioria do tempo, pois Kirk estava ausente, e estar na mesma sala que Lars e James enquanto eles estão criando os arranjos de uma música do Metallica é uma experiência maravilhosa, como ir a melhor escola de música e arranjos e composição que você poderia imaginar", disse ele.

Trujillo também disse que Hetfield e Ulrich, os principais compositores da banda, estavam "abertos" a suas idéias. Antes disso, Trujillo possui créditos em músicas com Ozzy Osbourne e Suicidal Tendencies.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: "O novo álbum soa bem humano"

   23 de Outubro de 2008     tags: ulrich, entrevista, death magnetic      Comentários

Timothy Finn do The Kansas City Star entrevistou recentemente o baterista do Metallica, Lars Ulrich. Confira abaixo alguns trechos da conversa.

The Kansas City Star: O que o "Death Magnetic" te faz lembrar?

Ulrich: Ele me lembra um disco do Metallica. Eu tenho a tendência quando penso em discos do Metallica de pensar como retratos de quando o disco foi feito. Então quando eu penso no "Master of Puppets", eu tenho a tendência de pensar em onde nós estávamos quando estávamos compondo-o. Eu sei que isso soa chato, mas eu não tenho nenhuma idéia super exótica.

The Kansas City Star: O que você pensa do disco, então? Qual é sua reação a ele?

Ulrich: Quando você está fazendo um disco, ou nós acabamos de termina-lo, eu aprendi que você pode se exaltar tanto no processo em si que o que tiver sido feito, soa como ouro. Para lhe dar a resposta mais neutra possível, você tem que sair dele por um tempo para que você possa julgá-lo. Quando eu o ouvi no carro há duas semanas pela primeira vez desde que nós o terminamos, eu achei que ele soou bem humano. Soou como um bando de caras tocando música juntos ao invés de um disco do tipo pré-fabricado, esterilizado e que suga toda a sua vida.

The Kansas City Star: Era essa a intenção?

Ulrich: Quando nós nos encontramos com o [produtor] Rick [Rubin] alguns anos atrás, ele disse que queria realmente fazer um disco que capturasse a energia que nós produzimos quando tocamos juntos. Ele sentiu como se nunca tivéssemos capturado isso antes. Quando eu ouço este disco, ele soa como esse tipo de energia, esse tipo de coisa direta, na cara. Soa como se tivesse muita atitude e dinâmica e energia; e soa como um bando de gente que está vivo no planeta Terra e tocando músicas juntos e se divertindo fazendo isso. E também fez com que eu chegasse um pouco mais rápido no lugar onde estava indo - no carro. Então isso é sempre bom. Se você estiver atrasado, coloque o disco do Metallica. Você chegará mais rápido. Eu conheço Rick há muito tempo. Eu o conheço há mais tempo do que eu conheço Bob [Rock, antigo produtor do Metallica]. Ele sempre foi um bom amigo, e eu sempre imaginei como seria trabalhar com ele. Foi ótimo. Nós precisávamos ter uma mudança, e nós fizemos uma mudança. Nós meio que deixamos Rick guiar o navio; eu e James [Hetfield] especialmente tentamos ficar de fora e deixar Rick tomar todas as decisões gerais. Rick é bem diferente do Bob. Ele tem um jeito diferente de fazer as coisas. Rick não é um músico; ele não é um cara "técnico". Ele é o tipo de cara que fica no sofá e ouve as músicas com seus olhos fechados e diz, "por que nós não tentamos isto ou aquilo?". É um negócio diferente. Ele não senta lá e diz, "dobre o último refrão" ou "vai para F# ao invés de G". Ele é mais "visão geral". Ele diz coisas como, "vocês não estão tocando juntos. Toquem juntos. Ouçam uns aos outros enquanto tocam". Esse é o tipo de comentário que você recebe, mais do que, "toque notas diferentes no solo de guitarra". Ele não é específico assim. Ele tem um jeito diferente de ver as coisas do que qualquer outro com quem nós trabalhamos. É bem, como você disse, intuitivo. Parece que há um elemento de - e eu digo de maneira positiva - um elemento de caos. Eu não acho que ele realmente sabe o que virá na próxima semana.

A entrevista completa pode ser lida, em inglês, clicando aqui

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich fala sobre porque ter escolhido o Guitar Hero

   22 de Outubro de 2008     tags: ulrich, entrevista, guitar hero      Comentários

De acordo com o The Pulse of Radio, o baterista do Metallica, Lars Ulrich, é um grande proponente de jogos baseados em música como Guitar Hero e Rock Band e joga ambos com seus filhos. Mas quando chegou a hora do Metallica realizar uma parceria com um dos jogos, Ulrich disse o porque de ter escolhido o Guitar Hero. "Nós tínhamos que tomar uma decisão, e era ou um ou outro, e nós sentimos que o Guitar Hero era mais apropriado para aquilo que buscávamos", disse ele. "Eles estavam prontos para seguir em várias frentes e tem sido ótimo. Você provavelmente deve ter ouvido algumas pessoas falando sobre o potencial de um jogo do Metallica em algum ponto do futuro, e quem sabe o que aparecerá no próximo ano, mas tem sido bem animador".

Há boatos de uma versão do Guitar Hero para o Metallica para o próximo ano, com Ulrich dando vários dicas de que isso acontecerá realmente em várias entrevistas.

Todas as músicas do novo álbum da banda, "Death Magnetic", estará disponível para download no novo Guitar Hero: World Tour, que chega as lojas no domingo (26 de Outubro), e já estão disponível para Guitar Hero III.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Entrevista com Ulrich

   22 de Outubro de 2008     tags: ulrich, entrevista, áudio      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, foi entrevistado na semana passada pelo "The Men's Room" da rádio KISW 99.9 FM de Seattle, Estados Unidos. Ouça a entrevista de cinco minutos clicando aqui (no player que abrir, escolha "The Mens Room - Lars Ulrich interview").

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hammett: "Sou contra o compartilhamento de arquivos"

   21 de Outubro de 2008     tags: hammett, entrevista      Comentários

Saby Reyes-Kulkarni do The Pitch entrevistou recentemente o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett. Confira abaixo alguns trechos da conversa.

The Pitch: Olhando de volta para o álbum preto, por que vocês de repente optaram por músicas mais curtas? Vocês tiveram três álbuns clássicos em sequência com músicas progressivas e envolventes, e a sua base de fãs até aquele momento buscavam por isso.

Kirk Hammett: Nós estávamos cansados disso. Nós queríamos fazer algo que fosse mais voltado ao groove e tivesse um pouco mais de alma. Com as coisas que nós fizemos nos anos 80, muitas vezes era para nos mostrarmos.

The Pitch: Então por que o retorno as origens no "Death Magnetic"?

Kirk Hammett: Nós nos cansamos de novo. [Risos] Quando nós começamos a escrever para o "Death Magnetic", nós descobrimos que as coisas mais progressivas soavam bem de novo. Nós não fazíamos isso há um tempo, e de repente, meio que soou renovado. Muito disso também tem a ver com o fato do [produtor] Rick Rubin ter dito que ele queria fazer o melhor álbum do Metallica. Em sua mente, o melhor álbum do Metallica seguiria mais as linhas do que nós fizemos nos anos 80.

The Pitch: No documentário de 2007, "Get Thrashed", você disse que "o Metallica inventou o thrash metal". Eu queria perguntar sobre o Exodus, onde você tocava antes. Gary Holt do Exodus diz que todo mundo que estava lá sabe qual era o papel do Exodus.

Kirk Hammett: Quer saber? [Risos] Eu acho que eu estava no centro de duas tempestades. Se eu ainda estivesse no Exodus, eu teria falado que o Exodus inventou o thrash metal. Eu disse aquilo só porque eu estava no Metallica em certo momento do tempo. Haviam passos que estavam sendo tomados, e havia todo um grupo de músicos que estavam sentindo isso. Foi um zeitgeist. Eu diria o Metallica e o Exodus provavelmente simultaneamente, Anthrax e Slayer também - nós estávamos todos só seguindo dicas do que nós ouvimos e do ponto que o estado da música pesada estava. Foi algo que nós todos meio que sentimos.

The Pitch: Depois das críticas do Napster, como você vê o passado da banda em tentar combater o download?

Kirk Hammett: Eu ainda sou contra o compartilhamento de arquivos. Eu ainda acho que as pessoas deveria respeitar o conceito de propriedade intelectual. Eu não tenho problema em baixar aquela propriedade intelectual a partir do momento que as pessoas que merecem ser pagas forem pagas. A tecnologia é uma faca de dois gumes. É conveniente e rápido, mas nós pagamos um preço bem alto por essa conveniência, essa impaciência. Eu prefiro sair e comprar um CD com som melhor do que um MP3 de merda. A coisa toda de e-mail e SMS - eu não tenho certeza se isso realmente está nos unindo tanto quanto está nos isolando. Eu meio que sinto falta de como as pessoas costumavam ligar umas para as outras.

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Entrevista com Ulrich

   20 de Outubro de 2008     tags: ulrich, entrevista, vídeos      Comentários

A Slitz TV da Suécia entrevistou recentemente o baterista do Metallica, Lars Ulrich. Confira o vídeo dividido em três partes abaixo.

Parte 1:


Parte 2:


Parte 3:


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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