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Trujillo: "O som do 'Death Magnetic' ficará nas mentes dos fãs por anos"

   31 de Outubro de 2008     tags: trujillo, entrevista, death magnetic      Comentários

Scott Iwasaki do Deseret News entrevistou recentemente o baixista do Metallica, Robert Trujillo. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Sobre o "Death Magnetic", seu primeiro trabalho de estúdio com a banda:

"Foi uma experiência maravilhosa. Abriu meus olhos para ver como esta banda trabalha no estúdio. Primeiro de tudo, o trabalho ético é muito forte. E eu realmente me senti como parte do processo de composição e gravação do álbum."

"Foi interessante ver o Lars [Ulrich, bateria] e James [Hetfield, guitarra/vocal] escreverem músicas. Foi irreal."

Sobre a escolha das músicas que entraram no álbum:

"Nós discutimos em algumas delas. E nós odiamos ver algumas delas ficarem de fora. Uma em particular nós não incluímos no álbum porque não estava terminada. E eu acho que ela teria sido a música mais brutal e dura que o Metallica já fez."

"É bom nos ver acolher o metal de novo. E nós tínhamos um monte de música. É por isso que as músicas são longas de novo. Além do mais, os membros da banda concordaram 90 porcento do tempo nas escolhas das músicas para o 'Death Magnetic', o que, claro, não é congruente com a história da banda."

Sobre trabalhar com o produtor Rick Rubin:

"Rick e a banda estavam todos no mesmo plano. Ele nos guiou para escrever músicas que faríamos se estivéssemos buscando assinar um contrato com uma gravadora. Foi como o começo de nossa carreira."

"Rick sabia o que ele estava fazendo. Haviam momentos em que ele nos diria para tentar algo e só fazia sentido mais tarde. Claro, nós queríamos soca-lo, pular em suas costas e arrancar seus cabelos algumas vezes, mas ele nos forçou a escrever músicas melhores."

Sobre gravar o álbum em Los Angeles ao invés de São Francisco:

"Eu pessoalmente achei que foi bom para a banda. L.A. é arenoso, quente e o estúdio fica na região industrial. Não havia fuga. Isso é diferente de gravar em um lugar como no norte da Califórnia, onde o ar é limpo e as casas de James e Lars estão a apenas alguns minutos. Eu acho que trabalhar em L.A. deu ao álbum um som mais significativo."

Sobre as críticas a mixagem do CD, consideradas piores do que as que foram usadas em jogos como o Guitar Hero III:

"Os membros da banda tem o controle criativo e eles vivem em uma bolha. Eles fazem o que precisa ser feito. E algumas vezes não é o que os fãs querem. Mas em outros casos, é."

"O Metallica deixou os fãs bravos algumas vezes, mas por bem ou por mal, a banda atingiu o interesse dos fãs. O som do 'Death Magnetic' ficará nas mentes dos fãs por alguns anos... A banda o torna interessante para os fãs."

Sobre a setlist da turnê atual do Metallica:

"Nós mudamos toda noite. Há algumas músicas que mantemos todas as vezes, mas nós queremos tocar as coisas novas porque estamos animados com isso. E nós vamos tocar algumas coisas antigas porque os fãs as conhecem. Mas eu tenho notado que as coisas novas estão indo muito bem. As pessoas sabem as letras, e tem sido bom toca-las."

A matéria completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net


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