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Entrevista com Ulrich da Triple J

   19 de Novembro de 2008     tags: ulrich, entrevista, áudio      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, foi entrevistado recentemente por Linda Mariano da Triple J da Austrália. A entrevista foi então retransmitida pelo "Full Metal Racket" da mesma estação de rádio.

Para ouvir ao programa completo, basta clicar aqui (Windows Media, caso prefira, é possível ouvir em Real Media). A entrevista com Ulrich começa por volta dos 38 minutos. Já a playlist completa do programa pode ser vista clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield: "St. Anger foi uma declaração"

   19 de Novembro de 2008     tags: hetfield, entrevista, st. anger      Comentários

Andrew Dansby do Houston Chronicle entrevistou recentemente o guitarrista/vocalista do Metallica, James Hetfield. Confira abaixo alguns trechos da conversa.

Houston Chronicle: Você sente que a sobriedade mudou a forma com que você compõe?

Hetfield: Eu posso dizer que eu tirei os óculos escuros. É bem impressionante e continua sendo assim. Eu não estou aqui para pregar sobre isso, para dizer que tem que ser dessa forma para todos. Mas parece que as coisas aconteceram onde eu não tinha o efeito completo, e agora eu tenho. Antes tarde do que nunca.

Houston Chronicle: Ainda assim você tem um álbum chamado "Death Magnetic", cheio de morte.

Hetfield: Bem, você não pode desligar isso. (Risos) Nós focamos nas coisas bem principais. Quando eu tento contar uma estória ou explicar história ou algo assim, sempre sai errado. Quando eu consigo ficar sombrio e universal com isso, é um pouco mais real. Mas nós ouvimos muitas coisas como, "eu te peguei sorrindo. Como você vai escrever músicas?" Isso acontece, cara. Eu não vou passar o resto da minha vida tentando lidar com a primeira parte dela. É um trabalho em andamento.

Houston Chronicle: "St. Anger" foi massacrado pela imprensa, até por vocês. É seguro dizer que você não ama seus álbuns igualmente?

Hetfield: Eu amaria amar todos eles igualmente. Todos eles têm seu próprio coração e história. Eu amo o disco "Death Magnetic". E eu acho que você está meio que treinado a falar mal do disco anterior. "St. Anger" foi uma declaração. Foi mais uma declaração do que uma coleção de músicas.

Houston Chronicle: Mais do que qualquer outro, ele parece ter a menor distância entre o cantor e o narrador.

Hetfield: Ele soa fragmentado e nervoso, que é como nós éramos. Eu ainda acho que ele terá seu lugar. Certos álbuns, eles sobem e descem. Há tantos discos que eu ouço agora que eu não ouvia quando criança; Eu achava que eram podres. Eu ouço agora e penso, "esse é um álbum realmente bom".

Houston Chronicle: Vocês tem uma história difícil com o Guns N' Roses. Você já ouviu o disco novo do Axl Rose? Você ao menos se importa?

Hetfield: Eu certamente o ouvirei. Mas eu não perdi o sono esperando por ele. Eu achei que nós demoramos um bom tempo para fazer um álbum. Mas você sabe, ele está atrasado para tudo então faz sentido totalmente. Nós o vimos tocar em um festival na Alemanha dois anos atrás. Ele é um bom frontman. Ele é excêntrico, mas todos os artistas são. Se eles não mostrarem que eles são estranhos, eles estão mentindo pra você. Eles estão ou fingindo que não são ou fingindo que são um artista.

A entrevista completa pode ser lida, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hammett comenta sobre os solos de Death Magnetic

   18 de Novembro de 2008     tags: hammett, entrevista, death magnetic      Comentários

O guitarrista do Metallica admite abertamente que ele apostou no feijão com arroz no Death Magnetic, o primeiro álbum da banda em cinco anos.

Seus solos característicos dominaram o álbum de estúdio dos gigantes do metal, elogiado como um retorno triunfante as origens da banda que tornou a música pesada popular.

"Eu busquei os pontos vitais. Digo, não há pequenas nuâncias ou variações", disse Hammett rindo em uma entrevista por telefone de Chicago. "Eu basicamente fui lá com a atitude de apenas fazer os solos mais rápidos, mais agressivos, altos, obcenos que eu poderia imaginar para o material. E sim, sabe, eu acho que combina muito bem com as músicas."

A matéria completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Brave Words & Bloody Knuckles

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Entrevista com Trujillo

   13 de Novembro de 2008     tags: trujillo, entrevista, áudio      Comentários

Nudge da estação de rádio 103.9 The X, de Dayton, Ohio, entrevistou o baixista do Metallica, Robert Trujillo, no domingo, 9 de Novembro, antes da apresentação da banda em Columbus. A conversa está disponível para download em formato MP3 clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hammett: "Eu ouço um pouco de clipping no álbum"

   12 de Novembro de 2008     tags: hammett, entrevista, death magnetic      Comentários

Paul Friswold do Riverfront Times entrevistou recentemente o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Sobre as críticas ao novo álbum do Metallica, "Death Magnetic", devido ao excesso de compressão e clipping:

"Bem, é meio assim: existem algumas pessoas que só esperam a perfeição da gente. E eu entendo totalmente isso. E quando não segue o padrão de perfeição delas, elas vão reclamar. E eu entendo totalmente isso, também. Eu ouço um pouco de clipping aqui e ali. Foi mais uma decisão do Rick Rubin [produtor] do que da banda, pois ele achou que isso fez com que soasse um pouco mais ao vivo e dinâmico, e nós demos a ele o benefício da dúvida. E sabe, para mim, quando eu boto o álbum no máximo quando estou dirigindo, não é um problema para mim. Mas de novo - meus ouvidos estão meio detonados, também, cara."

"Qual é aquele álbum do Stooges que tem, tipo, o pior som de todos os tempos? Era o 'Fun House'? Eu não lembro. Mas quer saber? O álbum é louvado como divisor de águas agora!"

Sobre as chances do "Death Magnetic" ser remixado:

"Bem, sabe, o álbum é o que é. E no final, é por causa da gente que é o que é. E neste momento, minha atitude é, aceite ou desencane. Sabe?"

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Entrevista com Ulrich

   12 de Novembro de 2008     tags: ulrich, entrevista, áudio      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, foi entrevistado hoje (quarta-feira, 12 de Novembro) por Lynn Hernandez da rádio 97.5 KMOD de Tulsa, Oklahoma. Na conversa, Lars falou sobre dar aulas de bateria para o recém eleito presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, sobre o fã-clube do Metallica, sobre o novo CD "Death Magnetic", os bastidores de um show do Metallica, sobre como foi tocar com o King Diamond no Ozzfest, sobre a qualidade do som do novo disco, e outros assuntos.

A conversa completa de 26 minutos pode ser baixada como um arquivo de MP3 clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield conta sobre suas fraturas

   12 de Novembro de 2008     tags: hetfield, entrevista      Comentários

De acordo com a Contactmusic.com, o frontman do Metallica, James Hetfield, está contando as formas com que seu estilo de vida rock 'n roll machucou seu corpo. O vocalista de 45 anos tem colecionado uma impressionante lista de machucados em mais de 25 anos de turnês com as lendas do rock. E Hetfield, famoso por ter se queimado em cima do palco em 1992 (vídeo abaixo), admite que ele já até mostrou suas agonias para a diversão dos fãs.

Diz ele, "há algumas cicatrizes, claro. Em certo momento, nós fizemos um raio X do meu corpo e colocamos na revista do fã-clube, destacando meu braço quebrado, costelas quebradas, as queimaduras, e isto e aquilo."

E completa, "eu fraturei um disco em minhas costas na Summer Sanitarium Tour alguns anos atrás. Essa é a que persiste."


Fonte (em inglês): Brave Words & Bloody Knuckles

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Trujillo adora tocar as músicas antigas

   09 de Novembro de 2008     tags: trujillo, entrevista      Comentários

O Metallica está tocando pelo menos cinco músicas por noite de seu novo álbum "Death Magnetic" na tour atual, mas o grupo não está ignorando, de forma alguma, as composições antigas.

Na verdade, eles continuam mergulhando fundo em seu catálogo, dando ao baixista Robert Trujillo a chance de colocar sua marca em canções gravadas mais de vinte anos antes de se juntar à banda. Foi pedido a Trujillo que mencionasse algumas das suas músicas preferidas do METALLICA para se tocar: "Qualquer coisa do 'Ride The Lightning' e do 'Master Of Puppets' é sempre ótimo e divertido para mim como baixista. Eu adoro tocar 'Disposable Heroes', e nós não a tocamos frequentemente. Eu tenho me divertido tocando o 'Justice' ('...And Justice for All, 1988). Então eu não sei, tem tantas. Todas as músicas são ótimas. È bom sempre passar por bons momentos, especialmente com o material antigo".

Set lists recentes do Metallica incluem alguns clássicos como "Fight Fire With Fire", "Ride The Lightning", "Blackened" e "The Four Horsemen". E o "Death Magnetic", nono trabalho de estúdio da banda, caiu esta semana para a 12a posição no ranking de álbuns da Billboard, vendendo 38.000 cópias, aumentando o total de vendas para 1,25 milhão de cópias, apenas nos Estados Unidos.

Fonte: Whiplash!

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Ulrich: "Novo álbum do Metallica é como um par de tênis velhos"

   06 de Novembro de 2008     tags: ulrich, entrevista, death magnetic      Comentários

Quão bom é o novo álbum do Metallica? Os fãs já sabem que Death Magnetic, o nono disco de estúdio da lendária banda de metal, é um bem-vindo retorno à forma. Uma multidão o adquiriu no lançamento de 12 de setembro, gradualmente levando-o além do status de platina e justificando a resposta crítica estonteante.

Neste ambiente da indústria de gravadoras, essa é uma boa notícia para uma banda de 27 anos que despertou a ira de seus apoiadores mais vezes do que qualquer um se lembra. Mas para o baterista Lars Ulrich, o verdadeiro teste de qualidade do álbum é o “nível de conforto” das músicas.

“Não quero usar as palavras ‘sem esforço’, porque algumas delas são complicadas”, disse ele por telefone quando estava no jogo de flag de seu filho da quinta série perto de San Francisco. “Mas elas soam muito naturais, como se você calçasse um par de tênis velhos ou aquela jaqueta de couro que não é usada há 10 ou 15 anos.”

O Metallica praticamente ofendeu os fãs na última década com álbuns que diminuíram o thrash metal que definiu o gênero em favor de excursões por outros gêneros. Death Magnetic, produzido pelo guru de estúdios Rick Rubin, pode não ter os hits poderosos e rápidos de contrabaixo de discos como “Ride of Lightning”, mas ele pelo menos traz de volta os solos nervosos de Kirk Hammett – e não parece ter medo de transitar em terreno desgastado.

Ulrich está tão confiante com as músicas novas que até – surpresa – está disposto a tocar mais delas em shows. “Na turnê St. Anger, acho que tocamos só duas ou três daquele álbum, mas era sempre uma luta”, afirmou. “A maioria das coisas daquele álbum foi reunida em um computador, mas a maioria das coisas do Death Magnetic foi feita como nos velhos tempos. São só quatro caras tocando e relaxando. Rick Rubin queria mesmo uma abordagem orgânica para o trabalho”.

Rubin produziu artistas diversos como Beastie Boys, Neil Diamond e Slayer, e é conhecido pela habilidade de revigorar atos criativamente dormentes. E Ulrich, que conhece o cara há duas décadas, ainda não sabe por que isso acontece. “Não sei se é um espelho, uma coisa meio animadora de torcida ou uma dose de confiança”, disse. “Rick não é um músico nem um cara técnico. Ele não se senta e gira manivelas e aperta botões. Mas quando você se senta para falar sobre sua música, há quase um elemento psicológico ali”.

Ulrich reluta em comparar Metallica com outros que Rubin ajudou a dar um ar de vida nova, como Johnny Cash, Diamond ou Tom Petty. Mas ele vê semelhanças na abordagem de Rubin em diferentes artistas. “Na nossa banda, tivemos muita necessidade de continuar a sentir que estávamos evoluindo e sempre nos desafiando, mas como resultado vem essa busca e essa caça e essa perseguição a coisas diferentes”, afirmou Ulrich. “Rick nos controlou sem nos fazer sentir que estávamos nos ameaçando. Ele tem uma forma de levá-lo a pontos em que as coisas não parecem falsas e não parece que você está num retrocesso ou copiando o que já fez antes”.

Enquanto a banda continua a primeira turnê pela América do Norte em quatro anos, o círculo completo de confiança do último álbum se traduz em um show que enfatiza o novo álbum ao mesmo tempo em que ainda dá aos fãs o que eles vieram ouvir.

Para o estranhamente extrovertido Ulrich, esse é um pensamento que acalma, especialmente depois de quase três décadas com a banda. “Nós levamos paixão às pessoas, e não encaramos isso sem seriedade. Depois de todo esse tempo, extraio as coisas boas das caras feias, das reclamações e da dissecação, pois as pessoas ainda se importam.”

Fonte: iG Pop

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Banda comenta sobre volume de baixo do Justice

   03 de Novembro de 2008     tags: and justice for all, hetfield, ulrich, hammett, newsted, entrevista      Comentários

O clássico álbum do Metallica de 1988, "...And Justice For All", está na edição de Dezembro de 2008 da revista americana Decibel, como parte das reportagens especiais sobre o Hall of Fame. Essas reportagens destacam os principais e mais influentes lançamentos da história do metal, e o "...And Justice For All" se junta a lista dos álbuns que já passaram por essa série, como "Reign in Blood" do Slayer, "Roots" do Sepultura, "Heaven and Hell" do Black Sabbath e "Slaughter of the Soul" do At The Gates. Os membros do Metallica, James Hetfield, Kirk Hammett e Lars Ulrich, assim como o ex-baixisita Jason Newsted, foram entrevistados para o artigo, que coincide com o aniversário de 20 anos do disco. Um trecho da conversa pode ser conferido abaixo.

Decibel: Alguns fãs estão com a impressão de que o baixo foi intencionalmente diminuído na mixagem como parte do infame processo de trotes que o Newsted passou quando se juntou ao Metallica. Foi esse o caso?

Ulrich: Não, não foi intencional. Como eu disse antes, "Justice" foi o show do James e Lars do começo ao fim, mas não foi "Foda-se esse cara - vamos abaixar o baixo dele". Foi mais como, "nós estamos mixando, então vamos nos agradar e aumentar o volume das guitarras base e baterias". Mas nós basicamente continuamos a aumentar todo o resto até que o baixo desapareceu. (Risos)

Hammett: A razão pelo qual você não pode ouvir o baixo muito bem é porque as frequências do baixo no tom do Jason meio que interferiam com o tom que o James estava tentando chegar para sua guitarra base, e toda vez que os dois se juntavam, simplesmente não dava certo. Então a única coisa que restou foi abaixar o baixo na mixagem. Foi infeliz, mas por alguma razão, esse álbum é conhecido pelas frequências graves estarem lá sem o baixo estar muito alto na mixagem. Foi um experimento, também - nós queríamos um som mais seco, direto, e algumas pessoas realmente gostaram desse som. Muitas das bandas da nova-geração, especialmente, acham que esse álbum soa ótimo. Mas no final, foi um experimento. Eu não tenho certeza se teve 100 porcento de sucesso, mas é um som único que esse álbum tem.

Newsted: O Metallica sempre gravou de uma maneira diferente do que qualquer outro tipo de banda popular de rock ou música country, onde as baterias e o baixo são gravados primeiro e você coloca as melodias e as guitarras e todas essas coisas depois. Por toda a existência do Metallica - e a única banda em que Lars esteve é o Metallica - ele tem tido só a guitarra base e o vocal saindo de seu monitor a 130 decibéis atrás de sua cabeça. Não há nenhum baixo em seu monitor, então não é a situação onde o baterista e o baixista vão juntos no groove, como em qualquer banda que eu já ouvi. Então essa foi a diferença real que eu tive que me acostumar e que qualquer outro baixista precisa lidar. E Robert [Trujillo] provavelmente precisa lidar com isso até hoje. Não há baixo saindo do monitor do baterista. Então você precisa pensar nisso como parte da equação.

Mas para responder a sua questão se foi algo intencional? Talvez eles ainda estivessem exorcizando aquela coisa com a qual eles ainda estavam tentando lidar e obviamente não lidaram até tipo 2002 ou algo assim, quando eles finalmente combateram aquilo que foi tirado deles. Aquilo ainda estava presente, absolutamente. Eles não sabiam como canalizar aqueles sentimentos e emoções naquela época. Não foi algo com o qual eles tinham a capacidade. Quando você junta caras jovens juntos e eles se tornam todos milionários aos 25 anos, você perde alguns estágios de desenvolvimento que todo mundo - pessoas que vivem um estilo de vida menos acelerado - passa. Então as coisas de desenvolvimento pode ter tido uma parte de culpa em terem deixado baixo o volume do baixo ao invés de passar e ouvir o que foi tocado bem e o que não foi tocado bem. Estar bêbado as três da tarde, ir ao estúdio em Upstate New York com alguns caras que estão ganhando muito bem e podem não dar a mínima de estar lá ou não algumas vezes... Sabe o que eu quero dizer? Os caras foram contratados para fazer um certo produto soar de certa forma. Esta era a chance para o Metallica chegar as rádio, então eles estão mixando com isso em mente - esse foi o tipo de pessoas que foi contratada para a mixar o disco. Olhe nos créditos - essas foram pessoas que mixaram músicas de rádio. Não foram os caras que mixaram discos do Sepultura. Então todos esses fatores tem sua parte naquilo que ouvimos com nossos ouvidos agora. Mas seria foda se alguém voltasse e o remixasse, pois eu acho que seria divertido ter um álbum totalmente novo. Porque assim que seria.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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