Destaques

Notícias

Entrevista com Ulrich

   04 de Dezembro de 2008     tags: ulrich, entrevista, vídeos      Comentários

Um vídeo do Double R e STP do "The BJ Shea Morning Experience" da estação de Seattle, KISW 99.9 FM, com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, durante o show da banda em 1 de Dezembro na Key Arena pode ser visto abaixo.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Entrevista com Hammett

   02 de Dezembro de 2008     tags: hammett, entrevista, vídeos      Comentários

Uma nova entrevista com o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, foi disponibilizada pelo canal oficial da banda no YouTube e pode ser conferida abaixo.

    Top

Ulrich comenta sobre drogas e bebidas

   02 de Dezembro de 2008     tags: ulrich, entrevista      Comentários

O baterista do Metallica largou a cocaína há um tempo atrás, mas ele sente falta de algo quanto a isso.

"A ligação", disse ele a revista Blender. "Dois caras em uma cabine de banheiro - parece que é o lugar mais importante do mundo naquele momento. Eu já fui em cabines de banheiros com amigos desde que eu parei, só para que eu ainda tivesse um pouco dessa ligação."

Sobre se ele estava ou não sem controle em relação a bebidas, ele disse que nunca sentiu a necessidade de ir a uma clínica de reabilitação.

"Eu sempre bebi socialmente. Honestamente, eu nunca bebi tanto quanto [James] Hetfield. Olhe para mim, eu tenho 62 quilos. Se eu bebesse cinco cervejas, eu cairia, e se James bebesse cinco, ele continuaria, 'Eu preciso de mais 15'. Eu nunca fui do tipo acorda-e-pega-um-copo-de-whiskey. Eu teria pelo menos a decência de tomar o café da manhã primeiro."

Fonte (em inglês): Brave Words & Bloody Knuckles

    Top

Trujillo comenta relacionamento da banda

   01 de Dezembro de 2008     tags: trujillo, entrevista      Comentários

Antes de se juntar ao Metallica, o baixista Robert Trujillo tocou com uma das figuras mais marcantes de toda a história do rock, Ozzy Osbourne, sendo seu baixista por sete anos.

"Eu aprendi a lidar com personalidades, eu acho, muito bem, mesmo quando envolve família", disse o calmo Trujillo. "Com o Ozzy, com o Suicidal Tendencies, nós tínhamos personalidades interessantes. É uma parte de estar em um time, por assim dizer. Provavelmente não é diferente de estar em um time de baseball ou de futebol. Você só precisa saber como trabalhar com pessoas e mante-los unidos porque todos são diferentes."

Trujillo vê James Hetfield e Lars Ulrich do Metallica, em particular, como buscando o caminho para lidar com o que tem sido frequentemente um relacionamento competitivo.

"Ainda está lá, mas eles não precisam, como diria, há um certo elemento de difusão que cada indivíduo sabe como lidar", disse Trujillo da rivalidade entre Hetfield e Ulrich. "Se eu estou mediando isto ou se Kirk [Hammett] está lá para mediar, nós usualmente difundimos algo antes que fique feio. Ou de novo, especialmente Lars, ele tem sido muito bom em deixar de lado e permitir que as coisas meio que se acalmem."

A matéria completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Festas com orgias de Guns e Metallica

   29 de Novembro de 2008     tags: ulrich, entrevista,       Comentários

Na última edição da revista Blender, o baterista do Metallica, Lars Ulrich, falou um pouco sobre a sua intimidade. Entre uma série de perguntas feitas por fãs, uma o pegou de jeito.

Ele teve que falar de um boato que circulou quando o Metallica fazia uma turnê pelos EUA ao lado do Guns N'Roses. Axl Rose dava mesmo cheques de US$25 mil para o seu irmão programar festas particulares após os shows. "Era exatamente deste jeito. Quando estavámos em Indianápolis, havia carros de corrida e garotas vestindo uniformes de equipes de corrida".

Para completar, Ulrich ainda revelou que a "decadência era no nível mais alto" que ele já viu. Respondendo à perguntas de curiosos, ele disse: "Havia orgias, claro. Eu também estava envolvido. Digamos, bem, que no mesmo recinto. Vamos deixar assim".

Fonte: Herói

    Top

Ulrich: "Arte é uma das áreas em que posso ser eu mesmo"

   26 de Novembro de 2008     tags: ulrich, entrevista      Comentários

A Stereo Warning postou a terceira e última parte da entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich. Confira abaixo alguns trechos da conversa.

Stereo Warning: Vamos falar um pouco de arte. Como você se tornou um colecionador de arte?

Ulrich: Nós tínhamos arte por toda a casa quando eu estava crescendo. Tem sido um paixão minha por 20-25 anos. É uma das áreas onde eu posso ir e ser eu mesmo. Não tem a ver com ser do Metallica ou ser um baterista de uma banda de rock. Eu sou aceito por quem eu sou nos círculos de arte. Eu amo ir em espaços de artistas e galerias e casas de leilões. É ótimo porque não tem absolutamente nada a ver com o Metallica. É meu santuário.

Stereo Warning: Qual foi a primeira pintura que você comprou?

Ulrich: A primeira peça que eu peguei foi um Warhol. É uma litografia de três maçãs que meus pais tinham quando eu era pequeno. Meus pais a venderam quando se divorciaram e eu procurei por ela e comprei de volta. Então eu tenho as maçãs que ficavam penduradas na sala de jantar de quando eu era pequeno.

Stereo Warning: Como você começou a gostar de Basquiat?

Ulrich: Basquiat é simplesmente tão incrível em sua crueza e ele foi o último grande pintor americano que teve muita inspiração e influência de muitos caras que eu realmente gosto, como Jean Dubufett e Asger Jorn. Eu realmente gosto de suas pinturas. Eu não gosto muito de arte conceitual. Eu respeito mas não é algo que me atrai.

Stereo Warning: Você sente alguma nostalgia pelas pinturas?

Ulrich: Sim, mas é também um exercício que eu me forço a passar porque você não é dono da arte. Os artistas são donos da arte. Você a segura apenas para apreciar por um tempo. Ela se torna uma porta giratória, e eu preciso continuar a colocar essas pinturas para fora. Há bem pouca arte que eu preservo. Eu tive 10-15 ótimos anos com algumas dessas pinturas e agora é hora de conseguir algumas outras.

A entrevista completa pode ser lida, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Entrevista com Ulrich

   25 de Novembro de 2008     tags: ulrich, entrevista, vídeos      Comentários

Matt Cruz e Adam da rádio 100.3 The Edge de Little Rock, Arkansas, realizou uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, no último sábado (22 de Novembro), antes do show da banda no Alltel Arena em Little Rock. Dentre os tópicos, Lars conversou sobre um dos primeiros shows que o Metallica tocou em Bald Knob, Arkansas, sobre o processo de composição e gravação do "Death Magnetic", sobre os fãs do Metallica, sobre o porque da banda ainda estar por aí e a indicação do grupo no Rock and Roll Hall of Fame.

A entrevista pode ser vista clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Trujillo comenta sobre composição do Death Magnetic

   22 de Novembro de 2008     tags: trujillo, entrevista, death magnetic      Comentários

O baixista do Metallica, Robert Trujillo, conversou recentemente com Keith Spera do Nola.com sobre diversos tópicos. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Nola.com: Em sua primeira turnê com o Metallica, a banda não tocou nada do St. Anger, o então atual álbum. Nesta turnê, vocês estão tocando muito do Death Magnetic, que implica que a banda está muito mais feliz com este álbum do que com o "St. Anger".

Trujillo: "Basicamente, o material no Death Magentic foi criado com a intenção de que tocaríamos ao vivo. Uma das coisas que Rick Rubin ressaltou para nós era, 'crie aquela fome de novo. Tente e junte músicas que vocês imaginam tocando na frente de uma platéia. Tenha essa atitude e mentalidade de que vocês estão tentando um contrato para um disco de novo.'

Estas músicas são consideravelmente longas e há definitivamente momentos onde as coisas ficam bem técnicas. Mas no fundo todas tem uma sensação de ao vivo. Nós gravamos elas de pé, como se tivéssemos tocando ao vivo. Nós não usamos um metrônomo nas baterias; nós simplesmente tocamos. Então você conseguiu esses arranjos elaborados, mas nós basicamente os tocamos. E as músicas precisam ter um groove. Você tem esse elemento de groove quando tenta tocar esses números.

As músicas no St. Anger, por outro lado, não foram gravadas dessa forma. Elas foram editadas e formatadas no computador. Essa é uma grande diferença. Por isso que nós só ensaiamos quatro músicas e acabamos tocando uma ou duas delas regularmente. Nós ensaiamos oito músicas do 'Death Magnetic' e nós estamos tocando quatro ou cino."

Nola.com: Qual foi sua contribuição para o processo de composição?

Trujillo: "Eu estava lá todos os dias quando nós estávamos compondo e arranjando as músicas. Não era fechado como nos anos anteriores, onde era, 'ok, nos dê sua fita com idéias, e nos vemos em seis meses'. Todas essas idéias que você ouve no 'Death Magnetic' foram riffs e grooves que nós ensaiamos fisicamente, então fundimos e mixamos e combinamos.

Uma música como "Cyanide", po exemplo. Há um momento onde Lars e eu estamos ligados, falando como um. Isso foi inspirado... Nós fomos ver The Cult na noite anterior e estávamos curtindo as antigas jams deles. James começou a tocar aquele riff da 'Cyanide' e nós imediatamente fechamos nesse padrão juntos.

Para mim é importante que Lars e eu nos estabelecemos mais como um time, para o baixo e a bateria se conectarem. Isso será muito importante para o que fizermos no futuro. Esse é um dos elementos que torna excitante para mim, como baixista, estar no Metallica.

O Metallica é muito inspirador. Em certo momento eu estava aprendendo guitarra flamenca. Eu mostrei para os caras algumas das coisas que eu aprendi. Algumas daquelas escalas e trechos aparecem nessas músicas. Eles ficam animados com idéias musicais que vem de lugares diferentes. Não importa se vem de bandas semi-clássicas como The Cult ou escalas de guitarras flamencas - tem tudo a ver com a música no final."

A entrevista pode ser lida, em inglês, clicando aqui e ouvida aqui.

Fonte (em inglês): Brave Words & Bloody Knuckles

    Top

Ulrich comenta sobre vida depois do Metallica e Napster

   22 de Novembro de 2008     tags: ulrich, entrevista      Comentários

O Stereo Warning postou as duas primeiras partes (de três) de uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich. Confira abaixo alguns trechos da conversa.

Stereo Warning: As revistas fizeram um escarcéu sobre vocês pegarem avisões diferentes no último verão na Europa. Como estão programadas as viagens para essa turnê?

Lars: Nós estamos voando muito para casa depois dos shows, então estamos viajando juntos. As pessoas tem a tendência de focar em algo que pode ser visto como negativo. A razão de viajarmos muito separados é que nós queremos que todos estejam confortáveis, não que nós não queremos ficar juntos. James Hetfield não quer se fixar em Copenhagen por duas semanas, ele não deve ser obrigado só porque eu quero. Está ligado a dar espaço e liberdade uns para os outros para ser confortável nessa bolha louca da turnê. Os caras que estão contentes têm a tendência de querer fazer turnê por mais tempo e de serem mais produtivos. É um investimento que retorna a banda. Claro, pode ser visto como um exagero ou excesso e eu entendo isso, especialmente para as revistas inglesas, mas está tudo bem. Você pode se preparar para isso.

Stereo Warning: Você sente falta dos dias loucos de antigamente?

Lars: Eu estou feliz por os ter vividos. Eu tenho muitas ótimas memórias e eu me diverti muito. Nós tivemos muita merda louca que estava rolando. Eu não preciso mais viver isso. Muitas crianças que crescem ao redor do rock pesado e metal tem uma tendência de serem solitárias, rejeitadas e que não se adaptam, e eu não quero dizer isso como algo necessariamente negativo. Eu era um solitário. Eu passei muito do meu tempo sozinho. Eu sou um filho único e muitas vezes nos círculos sociais, os caras pode ser estranhos. Quando você está em uma banda, de repente todas as garotas prestam atenção em você, então você passa muito tempo correndo atrás de garotas, especialmente se quando novo você era uma espécie de rejeitado porque não conseguia muita ação com as garotas quando tinha 17 anos. De repente, você tem 25 e está recuperando o tempo perdido. De certa forma isso também pode te ajuda a dar confiança e identidade de quem você é, pois se sente melhor sobre quem é. Mas quando você tem 44 anos, eu tenho uma ótima mulher, eu tenho três crianças lindas, eu não preciso mais validar quem eu sou através desse tipo de festa ou buscar aceitação ou ser notado. Eu me diverti muito, mas agora não é algo que identifica quem eu sou. Eu posso beber como qualquer outra pessoa, mas mais vinho tinto e não vodka como costumava ser.

Stereo Warning: O que você faria sem o Metallica?

Lars: Eu tenho toda uma lista de coisas. Eu tenho certeza que eu provavelmente começaria no mundo do cinema, a maioria dos meus amigos ou fazem ou produzem ou escrevem filmes. Eu não tenho muito interesse em atuar, Connie (Nielsen, namorada dinamarquesa de Lars) pode fazer isso. Escrever, produzir... Dirigir é mais desafiador, talvez eu deixe isso para depois. Mas eu adoraria sentar por 6 meses e escrever um filme. Não há falta de coisas a fazer, eu não tenho medo do que pode acontecer do outro lado do Metallica. Eu só espero que eu consiga chegar a tudo que eu quero fazer.

Stereo Warning: Alguma idéia do tipo de filmes que você poderá escrever?

Lars: Eu tenho coisas guardadas na minha cabeça. Há mais gente do cinema que vem para casa para jantar do que músicos. Parece natural ir nessa direção.

Stereo Warning: Você estava certo sobre o Napster e a maioria das pessoas admitiria isso agora, mas você recebeu muitas críticas na época. Foi um erro de relações públicas bater de frente com esses caras?

Lars: Não, isso foi a coisa certa a fazer, mas deveríamos estar melhor preparados. Mas isso é o Metallica, cara, nós só pulamos e não sabemos onde vamos pousar na maioria das vezes. E isso é uma coisa bela a se fazer, mas algumas vezes você também se machuca quando pousa. Eles foram brilhantes porque eles nos jogaram contra nossos fãs. Não era verdade que o Metallica estava processando os fãs, nós nunca processamos nenhum de nossos fãs. Nós falamos, por favor, nos tire do servidor, eles falaram que não podiam fazer isso, nós não sabemos quem está baixando sua música. Nós falamos que isso era bobagem. Então nós chamamos alguma empresa e eles conseguiram os nomes de todo mundo. Foi tão fácil quanto colocar leite no seu cereal. Então nós falamos, aqui estão eles, e eles falaram que o Lars está processando os fãs. Eles foram bem espertos. Eu gostaria que estivéssemos mais preparados. Foi irritante ter sido interpretado tão errado e ainda hoje, 8 anos depois, algumas pessoas lembrar que o "Metallica faz tudo por dinheiro". Não era dinheiro, era controle. Não era pra ser algo grande. A forma como eu vejo o Metallica é um detalhe. Mas para algumas pessoas, o Metallica é o pessoal que foi atrás do Napster.

As duas primeiras partes na íntegra, em inglês, podem ser lidas clicando aqui. A terceira parte deve ir ao ar ainda hoje, também em inglês.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Ulrich: "Metal é como herpes"

   20 de Novembro de 2008     tags: ulrich, entrevista      Comentários

A Javno postou uma entrevista recente com o baterista do Metallica, Lars Ulrich. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Javno: Vocês têm reintroduzido algumas de suas músicas mais antigas ultimamente, que não eram tocadas há algum tempo e vocês também vem tocando músicas do "St. Anger", um álbum que não desceu muito bem quando foi lançado.

Lars: Mas nós descobrimos que com todo o amor pelo "Death Magnetic", e todo o amor por todo o retorno ao estilo antigo e tudo isso, agora é um ótimo momento para tocar todas aquelas tipo, todas aquelas músics comerciais do "Load" e "Reload". Nós tocamos na Alemanha noutro dia, nós tocamos uma música do "St. Anger". Você precisa dar um pouco de amor ao "St. Anger". Um cara que estava fazendo uma entrevista há algumas semanas disse, "Sabe aquele álbum? Você conhece um álbum chamado 'Born Again'?" Claro que eu conheço. Black Sabbath, "Zero the Hero", um dos melhores álbuns do Black Sabbath. Ele continua, "Exatamente, esse é o meu ponto. Daqui vinte anos, 'St. Anger' será o 'Born Again' do Black Sabbath, pois quando o 'Born Again' saiu, todo mundo odiou, e agora é um dos álbuns mais reverenciados do Black Sabbath. Espere e verá, 'St. Anger' será o 'Born Again'."

Ouça, sabe, em 2004, o primeiro show em Phoenix, nós começamos esta coisa chamada Live Metallica, que é um pontocom ou algo assim, onde você pode ir e baixar o show em uns dois dias depois de termos tocado. Desde aquele show, nós não tocamos a mesma setlist duas vezes. E nós provavelmente tocamos o que, duzentos shows desde então, então toda noite nós mudamos a setlist, e isso é meio o que nós mantém vivo e nos mantém interessados, pois você faz coisas diferentes todas as noites. Na turnê do "St. Anger", nós provavelmente escolhemos dentre sessenta músicas todas as noite, então toda noite é diferente, e isto é o que planejamos continuar fazendo. Mas sabe, lembre-se que naquelas turnê intermináveis dos anos 90, nós tocamos tanta coisa do álbum preto, "Load" e "Reload". Então na turnê do "St. Anger" e desde então, nós tocamos muitas coisas dos anos 80 porque nós havíamos tocado muita coisa dos anos 90.

Javno: O que tem no heavy metal que o torna tão atrativos para os fãs?

Lars: Essa é uma ótima pergunta. Tudo que eu posso dizer é que de viajar por todo o mundo nos últimos anos, o heavy metal está vivo e detonando, e é inacreditável. Escandináva, Europa oriental, oriente, é inacreditável. Eu não sei se é como um ritual de passagem, você sabe quando tem treze anos que você precisa ter seu primeiro empurrão no heavy metal. Eu não sei o que é, mas parece que nos anos 90, sabe, todas as crianças estavam gostando de grunge e todas essas coisas, e seja lá o nome que eles dão, era tudo a ver com rap rock. E Limp Bizkit e todas essas coisas. E agora parece que todas os jovens não estão só fazendo metal de novo, mas eles estão fazendo como o metal dos anos 70 e 80, tem tudo a ver com Iron Maiden, Metallica, Deep Purple, Black Sabbath. Todas essas coisas. E é simplesmente inacreditável. Eu acho que no final, a palavra "eterno" provavelmente surge. Há uma eternidade no metal, porque está tão alheio a moda, tão alheio a ondas de popularidade e ins e outs e todas essas coisas, pois agumas vezes é, especialmente para a mídia de massa, é meio que considerado o filho feio ou algo assim, o urrgghhh, as crianças fedidas do heavy metal. É tipo, porque você não está nunca associado com nada que está em voga, ou sabe, que ele simplesmente continua e é como herpes ou algo assim: nunca vai embora!

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top


<<< Anteriores Próximas >>>

Newsletter
Receba em seu e-mail as últimas notícias sobre Metallica:

Conecte-se

Facebook   Twitter   RSS   Fórum

© 1998-2026 Metallica Remains - Desde 13 de Janeiro de 1998 | Política de Privacidade