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Ulrich e Hammett falam sobre 30 anos de Ride the Lightning

   28 de Julho de 2014     tags: entrevista, ulrich, hammett, ride the lightning      Comentários



Lars Ulrich e Kirk Hammett do Metallica falaram com a RollingStone.com sobre o clássico disco da banda, "Ride the Lightning", que completou 30 anos nesta semana. Perguntado se o Metallica estava tentando fazer algo diferente, musicalmente, depois do "Kill 'Em All" de 1983, Ulrich respondeu: "Foi a primeira vez que nós quatro escrevemos juntos e tivemos a chance de ampliar nossos horizontes. Eu não acho que foi um esforço consciente de fugir de algo musicalmente. Obviamente, ouvindo músicas como 'Fight Fire' e 'Trapped Under Ice', nós estávamos obviamente ainda no lado thrash das coisas. Mas estávamos percebendo que você precisa ser cuidadoso para não tornar muito limitado ou unidimensional."

Ele continuou: "Nós quatro estávamos curtindo muitas coisas diferentes. E 'Kill 'Em All' foi primariamente escrito por James [Hetfield, guitarra/vocais] e eu e [Dave] Mustaine [do Megadeth]; então Kirk e Cliff [Burton, ex-baixista do Metallica] não contribuiram realmente em nenhuma das músicas do 'Kill 'Em All'. O 'Ride the Lightning' foi a primeira vez que tanto Cliff quanto Kirk tiveram a chance de acrescentar algo ao que estávamos fazendo. Eles vieram de uma escola diferente, especialmente Cliff, que veio de um lado muito mais melódico."

Kirk falou sobre o fato de que riffs de músicas de sua banda anterior, Exodus, "Die By His Hand" e "Impaler", entraram na "Creeping Death" e "Trapped Under Ice", respectivamente. "O que eu acho que aconteceu quando Lars e James estavam pensando sobre se livrar do Dave [Mustaine], nosso cara do som, Mark Whitaker - que era o empresário do Exodus - deu a eles a demo do Exodus", disse Kirk. "Eu acho que 'Die By His Hand' deve ter chamado a atenção deles. Então quando eles estavam escrevendo 'Creeping Death', eles foram, 'Ótimo. 'Die By His Hand'. Coloque isso aqui.' Definitivamente não fui eu falando, 'eu tenho um riff aqui nesta música do Exodus, e ela precisa estar aqui nesta música do Metallica'. A propósito, eu escrevi esse riff de 'Die By His Hand' quando eu tinha, tipo, 16 anos."

Ulrich também falou sobre a resposta inicial que o "Ride the Lightning" teve com os fãs hardcore do Metallica, um grupo que estava menos feliz com a natureza mais melódica de alguns dos materiais desse disco.

"Houve uma reação estranha a 'Fade to Black' e a variedade do disco", disse Lars. "Isso nos surpreendeu um pouco, eu acho. As pessoas começaram a nos chamar de vendidos e todo esse tipo de coisa. Algumas pessoas ficaram um pouco perdidas com o fato de que havia uma música que tinha violões. Isso foi meio engraçado, pois todo disco ótimo do Black Sabbath, Deep Purple, Iron Maiden, Judas Priest, Mercyful Fate, isso foi parte do arsenal deles também. O fato de que seguimos esse caminho com certeza não deveria ter surpreendido ninguém."

Trinta anos depois, "Ride the Lightning" "se mantem bem", disse Lars. "Há um tipo de energia jovem que corre pelo disco. [risos] Uma boa porção dessas músicas ainda marcam nossas setlists ao vivo. E entre 'For Whom The Bell Tolls', 'Creeping Death', 'Fade to Black' e 'Ride the Lightning', não é uma média ruim."

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hammett participará de novo disco do Exodus

   25 de Julho de 2014     tags: entrevista, hammett, exodus      Comentários

O guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, revelou a RollingStone.com que ele recentemente contribuiu com um solo de guitarra na música "Salt In The Wound" do "Blood In, Blood Out", o novo álbum de sua primeira banda, Exodus. "Foi bem casual, bem legal - assim como era nos anos 80 quando todos nós curtíamos juntos", disse Hammett. "Eu, gravando um solo no disco deles foi uma grande coisa para mim. Além do demo do Exodus que foi ouvido por muita gente, é a única vez que eu já gravei com o Exodus. Foi uma grande coisa para mim."

Ele completou: "Eu toco um solo bem legal, e então Gary [Holt, guitarrista do Exodus] entra e toca outro solo, e quer saber? Eu ouvi isso e pensei, 'uau, é 1982 de novo e aqui estamos nós, Gary e eu tentando cortar a cabeça um do outro com nossos solos de guitarra'. Nada mudou nos últimos 30 anos. Eu amo isso. Eu amo esses caras. Eu os conheço por quase minha vida toda, então estou muito feliz de finalmente gravar com eles."

Hammett e o baixista do Metallica, Robert Trujillo, se juntarão ao Exodus esta noite (sexta-feira, 25 de Julho) no Kirk's Fear FestEvil After Party na San Diego Comic-Con International para um set especial com "10 ou 12 covers", incluindo "The Real Me" do The Who, "Jungle Boogie" do Kool and the Gang, e "Diary Of A Madman" do Ozzy Osbourne.

Hammett foi um membro da formação original do Exodus, antes de substituir Dave Mustaine no Metallica em 1983. Inclusive, Hammett não apenas foi a pessoa que surgiu com o nome Exodus, como também foi o primeiro da banda a se encontrar com o vocalista original da banda, Paul Baloff, e trazê-lo ao grupo.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich fala sobre como parou de usar cocaína

   21 de Julho de 2014     tags: entrevista, ulrich      Comentários

Em uma entrevista recente ao Mirror do Reino Unido, o baterista do Metallica, Lars Ulrich, creditou mais uma vez a longevidade do grupo ao seu estilo de vida e dieta saudável, insistindo que todos os seus colegas de banda comem bem e tentam viver uma vida balanceada quando não estão na estrada.

Lars, que faz esteira toda manhã por 30 minutos e afirma "viver e respirar homus", disse: "Nós tendemos a comer muito frango, peru, peixe e salada - eu tenho alguns problemas hereditários de colesterol, então não como carne de animais quadrúpedes."

"Álcool agora é algo que está associado com o fim do dia, quando todo o trabalho terminou. Se eu beber alguma coisa em casa, é talvez uma vez a cada uma ou duas semanas, e é sempre depois que as crianças estão dormindo - eu não gosto de beber com elas por perto."

Ulrich também revelou que ele parou de usar cocaína dez anos atrás, graças, em partes, a sua amizade com Noel Gallagher (Oasis).

"Antigamente, eu sempre ficava bêbado mais rápido que os outros caras", disse Lars. "Eu percebi que se houvesse um pouco de cocaína envolvida, eu ficaria de pé mais tempo, ao invés de acabar com a cara pra baixo em um canto, três horas antes da festa acabar. Eu amava o elemento social da cocaína. Eu amava o perigo dela. Então, cerca de dez anos atrás, eu li uma entrevista com Noel Gallagher, na qual ele disse, 'eu simplemente parei de cheirar cocaína'. Eu achei que foi bem legal: pareceu tão revigorante, tão honesto, tão puro - eu amei esse lado dele. Eu nunca tive uma personalidade viciante, então acordei um dia e disse: 'chega'"

Em uma entrevista de 2008 a revista Blender, Ulrich comentou sobre o que ele sentia falta em relação a cocaína. "A ligação", disse ele. "Dois caras em uma cabine de banheiro - parece que é o lugar mais importante do mundo naquele momento. Eu já fui em cabines de banheiros com amigos desde que eu parei, só para que eu ainda tivesse um pouco dessa ligação."

Sobre se ele estava ou não sem controle em relação a bebidas, ele disse que nunca sentiu a necessidade de ir a uma clínica de reabilitação.

"Eu sempre bebi socialmente. Honestamente, eu nunca bebi tanto quanto [James] Hetfield. Olhe para mim, eu tenho 62 quilos. Se eu bebesse cinco cervejas, eu cairia, e se James bebesse cinco, ele continuaria, 'Eu preciso de mais 15'. Eu nunca fui do tipo acorda-e-pega-um-copo-de-whiskey. Eu teria pelo menos a decência de tomar o café da manhã primeiro."

Hetfield ficou limpo e sóbrio em 2002, retornando a banda para gravar o controverso disco "St. Anger" e realizar o documentário "Some Kind of Monster", que mostrou sua luta e o quase fim da banda.

Hetfield disse ao The Pulse of Radio na época que estava tudo bem com as pessoas vendo esse seu lado da vida. "Se conectar com as pessoas nunca foi fácil para mim. Eu acho que quanto mais as pessoas saibam sobre mim e das minhas lutas, mais fácil será para se conectar com as pessoas. Eu me coloquei lá, e se elas escolherem pisar no meu coração, ou abraçá-lo, elas que decidem."

O frontman disse ainda que entrar na reabilitação foi um dos momentos mais assustadores de sua vida. "Eu estava meio que muito assustado", disse ele. "Eu fui deixado nesse lugar e naquele ponto minha família estava em questão. Basicamente a família tinha se dividido, ou eu não estaria mais na casa, e foi totalmente um dos momentos mais assustadores da minha vida. Foi realmente como se o a terra estivesse balançando embaixo de mim, não havia estabilidade, parecia como um terremoto constante. Eu não tinha idéia do que estava fazendo, ou onde estava indo."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: "Não sei quanto tempo pode durar" sobre "o aspecto físico do que fazemos"

   26 de Junho de 2014     tags: entrevista, ulrich, hammett, hetfield      Comentários



Durante uma nova entrevista a revista Kerrang! do Reino Unido, os membros do Metallica foram questionados sobre quanto tempo eles acham que continuarão a tocar antes de chegar a hora de se aposentar dos palcos.

"É um aspecto físico. Tendinite, zumbido, atrofia do ligamento, acidentes, lesões por esforço repetitivo, cotovelo de tenista... Essas coisas entram na mistura", disse o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, sobre o prospecto de um dia se aposentar. "É como, 'Caramba, cara, eu quero tocar guitarra, mas meu ombro e cotovelo estão gritando 'não!'. Sua cabeça quer fazer uma coisa e seu corpo quer fazer outra. Esse é o grande obstáculo que nós temos que confrontar em nossas formas individuais."

O baterista Lars Ulrich, concordou, falando a revista: "A coisa principal que eu realmente não sinto que posso ajudar a tomar forma é o aspecto físico do que fazemos. Está ficando cada vez mais difícil. Eu não sei quanto tempo pode durar em termos da fisicalidade disso - nós podemos fazer isso neste nível quando tivermos 60 anos? 70 anos?"

O frontman do Metallica, James Hetfield, completou: "Algumas vezes minha garganta apenas diz, 'vai se foder, James, esta noite não!'. Ou o ombro de Lars, ou as cãibras na perna de Rob [Trujillo, baixo], ou o joelho do Kirk, o que for, nós todos temos nossas coisas e temos que trabalhar nisso. Nós só prestamos atenção a elas!"

Perguntado se ele consegue ver um ponto onde ele se afastaria do Metallica, Ulrich disse: "Eu sinto que há um momento que eu poderia me afastar disso. Eu estava bem pronto de me afastar disso em 2001 e 2002, quando toda aquela merda estava rolando com o 'Some Kind of Monster'. Eu tenho milhares de outras coisas com as quais eu posso me entreter que seriam criativamente estimulantes. Obviamente, Metallica é minha paixão, minha prioridade e fica em primeiro lugar, mas eu não tenho medo do que farei com a minha vida se tudo isso for embora. Eu realmente não acho que eu quero fazer música quando o Metallica acabar. Torço para que dure para sempre."

Hetfield também foi perguntado se ele consegue imaginar um cenário onde a banda tocaria um último show do Metallica. "Eu não acho que é justo para ninguém", respondeu. "A turnê de despedida do Kiss pela décima vez? Scorpions tinha acabado e então fazem uma turnê? Você não pode dizer isso e então não fazer isso. Eu não sei o que nos aguarda; eu não quero entrar na história de como as outras bandas fizeram. Nós somos únicos em nosso próprio caminho e únicos em como nosso caminho termina."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: Imprensa inglesa enxerga o metal como inferior

   25 de Junho de 2014     tags: ulrich, entrevista, glastonbury      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, falou com a BBC 5 Music sobre toda a controvérsia rodeando a aparição da banda no Glastonbury Festival, dizendo que todos que pretendem ir ao evento devem “se preparar para uma grande noite.”

O Metallica é a primeira banda de metal estar no topo da lista do festival em seus 44 anos de história. O Glastonbury é um festival bem tranquilo, com uma vibe mais indie e hippie que a maioria, que é exatamente onde reside a controvérsia do Metallica fazendo um show em primeiro lugar.

Ulrich disse: “As pessoas não conseguem ter tanta atenção em 2014, e quando elas têm esse déficit de atenção, elas algumas vezes preferem as coisas quebradas em pedacinhos pequenos e mais digestíveis. É meio que: ‘Ok, agora o Metallica está em Glastonbury. Está chegando essa grande e má banda de heavy metal em nosso precioso festivalzinho.’ Eu não acho que é realmente assim.”

Ele continua: “O Rock And Roll remete há muito tempo atrás na Inglaterra, e há essa tradição com o jornalismo musical britânico que talvez tenha um pouco mais de necessidade de categorizar, rotular...”

“Eu não realmente sei qual é a do hard rock na Inglaterra, mas existe obviamente pessoas que viram a cara ao hard rock e olham para esse tipo de música como inferior ou de uma classe mais baixa, algum tipo de música inferior ou algo assim, e as pessoas que ouvem o hard rock são menos educadas que todas essas pessoas com seus preciosos tesourinhos indies. Eu certamente não estou falando mal, estou só observando [risos]”

“Nós estivemos lidando com várias versões disso por 30 anos. Nós estamos acostumados a ter essa opinião sobre o Metallica. Para mim, o fato de que as pessoas ainda falem do Metallica, 33 anos depois, eu acho que ótimo.”

“Nós não gostamos muito de categorizar a música rock. Nós gostamos, ouvimos e apreciamos todos os tipos diferentes deste maravilhoso mundo da música. Ao que me diz respeito, só há dois tipos de música: há a ótima música, e há a música menos ótima, e além disso, eu não estou certo de que precisa ser categorizado.”

“Em Glastonbury, haverá provavelmente algumas pessoas que nunca experimentaram o hard rock da forma que o tocamos, mas eu não acho que eles precisam se preparar para isso. Apareça lá e se prepare para ter uma grande noite, abra sua cabeça e o resto vai atrás.”

“Nós basicamente tocamos em todos os países do mundo em suas próprias versões do Glastonbury [riso] e ninguém bateu o olho, e isso é meio o que fazemos.”

“Eu entendo e aprecio que o Glastonbury é uma instituição britânica. Não somente eles conseguiram sobreviver quando o Jay-Z apareceu alguns anos atrás e eu não vejo razão para acontecer de forma diferente com o Metallica, quando subirmos ao palco.”

“Todos estão felizes e estamos em ótima forma, prontos para lutar e prontos para ir.”

“Ainda estamos ansiosos para ser as zebras. Eu acho que é ótimo.”

“Algumas vezes, é meio divertido sair do meio de toda a confusão. Aqui está a grande e malvada banda de hard rock em nosso precioso festivalzinho.”

Fonte: Whiplash!

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Ulrich: Lords of Summer está indo bem

   23 de Junho de 2014     tags: entrevista, ulrich, vídeos, lords of summer      Comentários

O Metallica disponibilizou uma versão de estúdio de sua nova música, "Lords of Summer", no iTunes. Entitulada "First Pass Version", a gravação é basicamente uma demo da música que a banda fez antes de tocar ao vivo na recente turnê "Metallica By Request" na América do Sul e Europa. A versão de estúdio também deve ir ao ar na ESPN americana durante o fim de semana.

O baterista Lars Ulrich falou a Metal Hammer do Reino Unido: "É divertido tocar. Parece que o pessoal está curtindo. Teve alguém no 'snake pit' noutro dia que estava com uma camiseta feita em casa da 'Lords of Summer', o que foi bem amável; foi legal."

"É divertido, sim. É uma boa música. Ei, ouça, quem sabe quando o próximo disco sair, se ela estará dessa forma ou formato. Mas é divertido tocar. E eu acho que está indo bem, do que eu posso dizer, do meu lugarzinho."

"No passado, quando nós tocamos músicas novas, elas nem tinha, tipo, letras algumas vezes; eram, tipo, palavras cruas e [James] Hetfield meio que as fazia no decorrer disso. Nós não tínhamos nem títulos, eu acho. Na turnê de 2006, nós tocamos a 'Música Nova 1' e a 'Música Nova 2' - elas tinham esses títulos brilhantes. Eu acho que esta música está um pouco além nos termos de estar meio que pronta, então nós estamos bem confortáveis em tocá-la. Ela foi meio que escrita para esta turnê. Ela é chamada 'Lords of Summer' e é meio que sobre estar ao ar livre e festivais e todas essas coisas. E aqui nós estamos chegando no verão e não está chovendo muito e, tirando a Finlândia, está legal e quente."


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Kirk relembra composições com Cliff no "Ride"

   21 de Junho de 2014     tags: ride the lightning, hammett, entrevista      Comentários



A edição de agosto da revista Guitar World contará com uma entrevista com o guitarrista do METALLICA, Kirk Hammett, sobre o 30º aniversário do segundo álbum da banda, "Ride The Lightning". Perguntado sobre como sua visão da época do "Ride The Lightning" mudou nas últimas três décadas, Hammett disse: "É interessante. Ainda esta manhã eu estava dizendo a meus filhos o que eu ia fazer, hoje eu disse, 'Esses caras vão tirar uma foto minha em uma cadeira elétrica!' Ambos são jovens, então, é claro, eles disseram: 'Por quê?' Eu expliquei que é porque temos uma música chamada 'Ride The Lightning' e isso é uma outra maneira de dizer: 'Você está sendo eletrocutado numa cadeira elétrica!' Então eu tive que colocar a música e mostrar as letras. Eles ficaram sentados ali, olhando para mim, tipo, Uau. (risos) Então, eu me sentei com eles, ouvindo o solo de guitarra em 'Ride The Lightning', e eu fiquei tipo, eu não tenho absolutamente nenhuma lembrança de ter colocado todas aquelas harmonias lá! (risos).

"Quando fizemos essa música juntos, tínhamos o riff de introdução, o verso, o refrão, e uma parte da ponte instrumental. Quando tudo fica mais lento e tem aquela parte do solo, eu me lembro de praticamente fazer aquele solo logo de cara.

"Quando eu gravei, em 1984, eu tinha 21 anos. Isso é meio doido. Em 1984, um solo de guitarra como aquele já era alguma coisa. Se você colocar em contexto o que estava acontecendo naquela época, soava bem moderno. Claro, se você colocá-lo no contexto de hoje, soa como rock clássico (risos). Não é como as coisas de hoje, com arpejos arrebatadores e 32 notas por todos os lados. Eu também tenho que dizer que quando ouvi esta manhã, percebi que o som real do álbum ainda é bom. Depois de todos esses malditos anos, ainda consegue se manter, em questão de som".

Hammett também falou sobre o quanto o falecido baixista do Metallica, Cliff Burton, foi importante em impulsionar a banda em uma nova direção progressiva em "Ride The Lightning".

"Cliff era uma anomalia total", disse Kirk. "Até hoje, eu ainda estou tentando descobrir tudo o que vivi com ele. Ele era um baixista e tocava como um baixista. Mas, porra, vários dos sons de guitarra vieram dele. Ele escreveu uma série de riffs. Ele sempre estava com um pequeno violão. Lembro-me de uma vez que eu cheguei nele e perguntei, 'Como isso está afinado, parece C?' Ele explicou que gostava assim, porque ele realmente poderia fazer bends maiores. Ele sempre aparecia com harmonias no violão. Quando eu tocava minha guitarra ele pegava o seu baixo e começava a tocar imediatamente alguma harmonia. Ele também cantarolava harmonias. Lembro-me de quando estava tocando Eagles no rádio e ele cantarolava todas as partes da harmonia".

Fonte: Whiplash!

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Ulrich não está nervoso para tocar no Glastonbury

   09 de Junho de 2014     tags: entrevista, ulrich, glastonbury      Comentários



O baterista do Metallica, Lars Ulrich, falou um pouco mais sobre o feedback negativo que a banda teve ao ser anunciada como atração principal do festival Glastonbury. Perguntado sobre a resposta, Ulrich disse a Metal Hammer: "Para ser totalmente honesto, eu não sei o quão sério posso levar isso tudo. Eu não fico de olho colado no iPad vendo quem é a próxima pessoa que tem uma opinião sobre o Metallica. Eu sei que diariamente há algum músico por aí que é perguntado sobre o que ele pensa sobre o Glastonbury e o Metallica, e eu vejo o lado bom disso - que depois de mais de trinta anos, ainda falam de nós. Eu acho que é divertido que você ainda possa criar agitação, sem fazer nada além de dizer sim para um convite de um festival. Então, dias felizes!"

Segundo o The Pulse of Radio, o Glastonbury é um festival bem relaxado, com um ar mais hippie/indie do que a maioria, sendo esse o motivo de ter tanta controvérsia sobre o Metallica fazer um show nesse evento.

"Primeiro de tudo, é o festival que fugiu da gente por anos, então é legal que eles decidiram finalmente nos convidar", disse Ulrich a Metal Hammer. "E, sabe, não é como se fosse exatamente nossa primeira vez em algo assim. Há, eu acho, dezesseis festivais europeus que são similares ao Glastonbury - festivais que os ingressos esgotam no dia que começam a vender, seis meses antes de anunciarem qualquer banda. É um ambiente de festival que temos tocado por anos, por toda Europa. Então, sabe, não é um conceito novo. [risos] Esta é só a primeira vez que está acontecendo na Inglaterra para nós."

Ulrich também riu da idéia de que o Metallica estaria nervoso para tocar para um público potencialmente hostil, falando a Metal Hammer: "Eu acho que nós aprendemos dessas situações onde temos a chance de ir e nos mostrar para as pessoas que podem não ser muito familiarizadas com a gente. Quando isso acontece, as pessoas tem a tendência de sair com um sorriso no rosto - incluindo os membros da banda. Então eu não estou nervoso, não. Estou ansioso para isso e eu acho que será bom."

Um abaixo assinado foi lançado no mês passado para pedir a remoção do Metallica como uma das atrações principais do Glastonbury, depois que foi divulgado que o frontman James Hetfield narrará uma nova série sobre caça de ursos no canal History. Além disso, o baterista Martin Bulloch do Mogwai descreveu a banda como "merda", além do multi-instrumentista Barry Burns ter afirmado que "mal posso esperar para ouvir aquele cara [se referindo a Ulrich] tocar bateria de novo - incrivelmente mal."

O Metallica fechará a noite de sábado, 28 de Junho, do Glastonbury. Outras atrações principais incluem Arcade Fire e Kasabian.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: "90 porcento do próximo disco está escrito"

   07 de Junho de 2014     tags: entrevista, ulrich, vídeos      Comentários

Nikki Blakk do programa "Metal Zone" da rádio 107.7 The Bone de São Francisco, Califórnia, falou com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, antes da segunda "Noite Metallica" que aconteceu no dia 16 de Maio no AT&T Park em São Francisco. Assista a conversa abaixo.


Falando sobre o progresso das sessões de composição do sucessor do "Death Magnetic" de 2008, Ulrich disse: "Eu não acho que há outras formas de falar isto. Nós esgotamos as distrações. É hora de fazer outro disco. Digo, nós fizemos o filme ['Through The Never']; foi bem divertido. Nós fizemos o festival [Orion Music + More] por dois anos, nós fizemos a coisa com o Lou Reed [o disco colaborativo 'Lulu']. Todas essas coisas foram divertidas e, certamente, muito inspiradoras. E, obviamente, o festival Orion é algo que nós esperamos trazer de volta, se não for todo ano, esperamos que a cada dois anos ou algo assim. Mas, ouça, nós temos que fazer outro disco; é simples assim. Ou, neste caso, não tão simples. Mas entre tributos a Ozzy [Osbourne], e [James] Hetfield fazendo sua coisa ano passado, e o dia do Giants aqui, e isto e aquilo, e alguns shows na Europa, nós temos um pouco de tempo ocasionalmente. Eu acho que a melhor forma de meio que resumir isto é que hoje nos estamos um passo mais perto de lançar o próximo disco do que estávamos ontem. Literalmente."

Ele continuou: "Eu posso te dizer, brincadeiras a parte, eu estou convencido de que 90 porcento do disco está escrito, só precisamos meio que juntar todos esses riffs. É só um problema de conectar isto com isto e transformar em uma música. E então, eu estou animado com isso."

Ulrich também descreveu o processo de composição do Metallica, falando a Blakk: "Quando escrevemos música, nós não escrevemos realmente uma música por vez, nós escrevemos mais como... Nós passamos por um monte de coisas diferentes ao mesmo tempo. Então nós meio que desenvolvemos talvez dez idéias, e então voltamos e desenvolvemos essas dez idéias de novo, e então nós meio que continuamos a embelezando, eu acho que essa é a palavra. Nós raramente escrevemos uma música, e agora vamos escrever uma segunda música. Nós meio que temos dez bolas no ar, ou vinte bolas no ar, e então meio que as mantemos em movimento, movendo seções e trabalhando, tipo, 'pega esta introdução e coloque ali'. Então é mais esse tipo de coisa, assim que nossas sessões de composição costumam ser."

Ele continuou: "Como eu disse, eu estou bem convencido de que a maior parte do material cru já existe. É só conectar os pontos. E nós não estamos ocupados com todas essas outras coisas que estamos fazendo... Como eu disse antes, nós nos increvemos para dias de 28 horas, mas não tivemos nenhuma resposta ainda, pois as quatro horas extras que teríamos certamente acelerariam o próximo disco - ele sairia mais rápido. Mas ainda estamos presos em dias de 24 horas e algo como no mínimo seis horas de sono e crianças que precisam ir para a escola e todo o resto disso. Então nós tentamos usar o melhor do resto do tempo da forma mais inteligente que podemos, para conectar esses pontos. E eles se movem para frente, mas talvez não tão rapidamente quando gostaríamos e certamente não tão rápido quanto muitos de nossos fãs gostariam. Certamente não é porque estamos evitando isso."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich sobre comentários do Mogwai: "Hã? O que? Quem é você?"

   06 de Junho de 2014     tags: ulrich, entrevista, mogwai, glastonbury      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, disse que a banda não está incomodada com o feedback negativo que teve após o anúncio da inclusão do grupo no festival Glastonbury deste ano.

Um abaixo assinado foi criado no mês passado pedindo a remoção do Metallica como atração principal do festival, depois que foi divulgado que o frontman James Hetfield narrará uma série sobre caça de ursos no canal History. Além disso, o baterista Martin Bullock da banda escocesa de post-rock, Mogwai, descreveu o Metallica como "merda", enquanto o multi-instrumentalista Barry Burns completou: "Eu mal posso esperar para aquele cara [se referindo a Ulrich] tocar bateria de novo - incrivelmente mal".

Ulrich disse a revista Metal Hammer do Reino Unido que o Metallica é capaz de desviar os comentários negativos dos reclamões, explicando (no vídeo abaixo): "Glastonbury é como o Santo Graal na Inglaterra, e nós somos respeitosos com isso. Mas se alguém senta lá e fala sobre abaixo assinados ou o que outro cara diz, tem uma hora que se torna simplesmente ridículo."

"Nós somos bem casca-grossas. Obviamente se o Mick Jagger [dos The Rolling Stones] tiver algo a dizer, ou Alex Turner [do Arctic Monkeys] ou os caras legais do Kasabian, está legal. Mas se um cara em uma outra banda... É tipo, 'Hã? O que? Quem é você?'"


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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