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Hetfield: "Não estaríamos por aí se não fosse pelo Motörhead"

   08 de Novembro de 2016     tags: entrevista, hetfield, motörhead, hardwired to self destruct      Comentários



Em 31 de Outubro, Gary Moore da rádio 95.5 KLOS entrevistou o frontman do Metallica, James Hetfield. O áudio pode ser ouvido clicando aqui, e alguns trechos da conversa podem ser lidos a seguir.

Sobre a vindoura turnê de divulgação do disco "Hardwired... To Self-Destruct":

James: "A turnê 'Worldwired' está acontecendo agora, e estamos reservando os próximos dois anos e onde iremos e como iremos lá e como será. Então estamos bem animados com isso. Ainda estamos tentando descobrir o que faz mais sentido para gente, como podemos tirar o melhor proveito do nosso tempo, tocando nos melhores lugares com o tempo que temos e que queremos usar na estrada. Mudou um pouco para a gente. Sabe, estamos mais velhos e você ainda quer fazer o que faz, e isso toma um pouco mais de tempo para fazer. Então não estamos por aí nos matando em uma turnê de três anos, com cinco shows por semana. Estamos vendo como precisa ser agora, eu acho, por conta da idade [risos], para que meu corpo possa sobreviver."

Sobre bandas que ainda não entraram no Rock and Roll Hall of Fame:

James: "Há tantas ótimas bandas que ainda não foram reconhecidas, e se elas forem ou não, não depende de mim. Mas é só um cumprimento, um aceno. E o que realmente significa estar lá? Eu não sei. Mas para algumas dessas bandas, pode significar muito. Mas, com certeza, e infelizmente, com o falecimento de Lemmy, é realmente, realmente importante para mim, ver o Motörhead reconhecido nisso, pois não há ninguém mais rock and roll neste planeta do que o Lemmy e o Motörhead."

Sobre o tributo do Metallica ao Motörhead no "Hardwired... To Self-Destruct":

James: "É uma música chamada 'Murder One', que era o nome do amplificador do Lemmy, seu amplificador favorito no palco. E eu amava ser morto toda noite por aquela coisa, cara. Ele era um ícone e tanto, uma grande inspiração para nós como banda. Certamente não estaríamos por aí se não fosse pelo Motörhead. E, sabe, ver seu ídolo, aquele imortal, ser na verdade mortal, nos atingiu em cheio. Então eu senti, liricamente, que faria sentido reconhecê-lo e o quanto ele significou em nossas vidas."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield comenta sobre celebridades que usam camiseta do Metallica

   06 de Novembro de 2016     tags: vídeos, hetfield, curiosidades      Comentários

O BuzzFeed México divulgou um vídeo da reação do frontman do Metallica, James Hetfield, ao ser mostrado fotos de várias celebridades usando camisetas da banda em público. Os artistas que tiveram suas fotos exibidas foram Mary-Kate Olson, Kim Kardashian, J Balvin, Taylor Momsen, Ryan Gosling, Avril Lavigne e Michael Clifford. Confira abaixo.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield: "Não nos importávamos com o que o Metallica significava para nós e para as outras pessoas"

   04 de Novembro de 2016     tags: hardwired to self destruct, hetfield, entrevista      Comentários



Em uma nova entrevista para a revista Guitar World, o frontman do Metallica, James Hetfield, falou sobre a música "Moth Into Flame", que descreve uma rainha do pop que cai em desgraça. Perguntado se ele tinha alguém em específico em mente quando estava escrevendo a faixa, James disse: "A 'rainha do pop' da música não é realmente uma mulher ou um homem. É sobre como as pessoas acham que a popularidade ou a fama irá resolver seus problemas. Ou se a fama deveria ser um objetivo para um música. Para nós, a fama as vezes tem sido um fardo, tipo, como que nos livramos disso? [Risos] É uma caixa de Pandora que muitas vezes te faz pensar, ok, como eu deixo de ser famoso? Algumas pessoas sentiram esse desejo tão forte que elas tiraram suas próprias vidas para escapar disso."

Ele continuou: "A música foi um pouco inspirada no documentário da Amy Winehouse, 'Amy'. Quando eu o assisti, realmente me deixou triste que uma pessoa talentosa como essa sucumbiu a essa parte da fama. Mas, de certa forma, eu vejo essa mentalidade refletindo no dia a dia - as pessoas obsessivamente tirando selfies e enviando para os amigos para validação."

Hetfield também falou quão autobiográfico é "Moth Into Flame", considerando que os membros do Metallica eram "rainhas do pop" durante um período da época do Black Album. "O filme 'Some Kind of Monster' é um grande exemplo de acreditar que as pessoas precisam de você de certa forma, e se você não for assim, elas te odiarão", disse ele. "Eu experimentei um pouco desse aspecto durante toda minha vida. Se você não estiver atento o suficiente, o monstro que é a fama pode te engolir. Durante esse período, estávamos sendo engolidos. Nós paramos de nos importar uns com os outros. Nós não nos importávamos com o que o Metallica significava para nós e para as outras pessoas. Nós podíamos apenas ver o lado ruim, e nós queríamos fugir disso. Nós não podíamos ver o que era bonito em nossas vidas. Seja naquilo que focassemos, que você começasse a trabalhar, naquele ponto da vida estávamos pensando que aquilo era o inferno para gente. Nós perdemos a perspectiva. Eventualmente percebemos que não tinha a ver com a fama e que precisávamos nos importar com a banda e uns com os outros. Essa foi uma dura lição para aprender."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield sobre letras do disco novo: Não é Shakespeare, eu sei disso

   02 de Novembro de 2016     tags: entrevista, hardwired to self destruct, hetfield, ulrich, hammett, trujillo      Comentários



Os quatro membros do Metallica foram entrevistados recentemente para a revista oficial do fã-clube da banda, So What!, sobre o vindouro álbum "Hardwired... To Self-Destruct", a sair em 18 de Novembro. Alguns trechos traduzidos podem ser conferidos abaixo.

Sobre a direção musical do "Hardwired... To Self-Destruct":

Robert Trujillo (baixo): "Para mim, é um álbum bem implacável. Pode não ser um álbum super dinâmico, digo, tipo o 'Death Magnetic', muitas dessas músicas eram bem dinâmicas. Eu não sinto necessariamente que deveria ser assim. Eu acho que deveria ser onde estamos agora e o que temos passado de uma forma positiva. E haverão muitas jornadas mais!"

Lars Ulrich (bateria): "Este disco ainda está muito fresco para mim, mas eu tenho que admitir que das vezes que eu o ouvi, há algo com a intensidade e o 'tapa na cara contínuo'. Ele tem essa implacabilidade. Ele apenas vai e vai e continua indo!"

Robert Trujillo: "Você tem essa energia old school, você tem um pouco da energia do 'Black Album', você tem tudo isso rolando e chega nesse nível e começa a lançar idéias, e isso cresce. Eu sinto quando você toca algo nesse nível, eu não estou nem falando ao vivo em frente a um público, estou apenas dizendo aqui [no QG do Metallica em San Rafael, Califórnia], muito disso é como se apresentar, nós estamos nos envolvendo fisicamente. E há um groove que é muito necessário. Eu acho que este álbum, embora seja pesado e direto, tem muito groove e isso me deixa feliz."

Sobre o processo de composição do "Hardwired... To Self-Destruct":

Kirk Hammett (guitarra): "De início, eu acho que a idéia era fazer um álbum com abordagem similar ao [álbum de estréia, de 1983] 'Kill 'Em All', e esse foi um álbum comandado basicamente por Lars e James [Hetfield, guitara/vocal], com um pouco de ajuda do [ex-guitarrista] [Dave] Mustaine. Então o conceito era que esses dois liderassem todo o processo criativo de novo da mesma forma que o 'Kill 'Em All' foi feito. E eu não tenho problema nenhum com isso."

James Hetfield (guitarra, vocal): "Eu diria que estamos buscando as melhores músicas, e de onde vier o material, é de onde veio. Não estamos tentando ser 'exclusivo', é 'aqui está o que é melhor para a banda. Estes são os melhores riffs que temos. Estas são as melhores partes e vamos juntá-las'. Minha implicância foi sempre que as músicas são longas demais. Eu quero tocar mais músicas ao vivo. Eu não quero deixá-las mais longas. Vamos fazer músicas mais curtas para que possamos tocar mais delas."

Lars Ulrich: "A grande diferença entre a composição deste disco e a composição do disco anterior é que estávamos mais seguindo nosso ritmo desta vez. No 'Death Magnetic', o [produtor] Rick [Rubin] viria a cada duas semanas e continuaria a nos desafiar para 'ficarmos mais loucos'. Ele usava uma palavra, a palavra 'ridículo'. Eu lembro que ele geralmente se sentaria ali e falaria, 'deixe mais ridículo'. Essa foi a palavra. Eu nunca associaria a palavra 'ridículo' com música, e eu me lembro dele se sentar bem ali [aponta para o sofá do estúdio], falando, 'torne-o mais ridículo'. E então iríamos e inverteríamos tudo, colocaríamos na parte principal, então um pouco disso. E eu diria que neste disco nós praticamente fizemos o oposto disso. Nós o fizemos menos ridículo. Começamos ajustanto um pouco, cortando partes extras, deixando mais curto, tornando-o um pouco mais linear e fazendo-o menos 'ridículo'. Eu posso te dizer que a analogia que acabei de criar, de deixar mais 'ridículo' no 'Death Magnetic' e menos ridículo no 'Hardwired... To Self-Destruct', eu nunca tinha falado para ninguém antes."

Sobre sua abordagem nos solos de guitarra do "Hardwired... To Self-Destruct":

Kirk Hammett: "Eu achei que seria ótimo se eu não trabalhasse nos solos antes. É algo bem corajoso e desafiador pois eu quero estar bem preparado quando é qualquer coisa relacionada a música e minha guitarra. Aparecer bem preparado era meu modus operandi. Desta vez, eu apenas disse para mim mesmo que no passado, muitas das coisas que acabaram entrando nesses álbuns foram a primeira coisa que toquei, a primeiríssima coisa. Meu subconsciente tem um sentimento para qual é a coisa mais apropriada, então deixa a música fluir, a criatividade fluir, os sentimentos fluirem, e ter meu subconsciente ditar o que precisa ser feito para a música. Eu coloquei 100 porcento desse conceito na abordagem ao fazer esses solos."

Sobre a reação dos fãs as primeiras músicas do "Hardwired... To Self-Destruct":

James Hetfield: "Eu realmente não dou a mínima. Realmente não dou. Eu compreendi a idiotice da internet, e a liberdade que você tem para falar o que quiser o tempo todo. Em algum momento, você fica tão dessensibilizado a isso que não faz mais sentido. Apenas faça o que você ama. Como pode dar errado? Sempre volta para 'por que estamos fazendo isso? Porque amamos fazê-lo, e queremos escrever música que gostamos de ouvir'. Simples assim. Se você gosta da música, então ouça com a gente."

Sobre os temas das letras no "Hardwired... To Self-Destruct":

James Hetfield: "'Hardwired' é tão simples, não é Shakespeare, eu sei isso. Mas, putz, os humanos estão realmente fazendo a coisa certa? Sabe. E na história, somos um pontinho. E vamos desaparecer? Estamos nos tornando ultrapassados com os eletrônicos? Estamos nos tornado isso? Vamos nos destruir por conta de nossos egos e todas as coisas que tornam os humanos humanos? Essa frase inteira 'hardwired to self-destruct' ['programado para se auto-destruir'] veio de um amigo meu que estava apenas soltando isso como um viciado em conflito. É assim para gente? O nosso padrão é apenas morrer? Mais cedo do que deveríamos. Ruína. Destruir nossas vidas; estamos programados para nos destruir? E isso chamou minha atenção. 'Moth Into Flame' é bem literal. Atualmente todo mundo tem uma obsessão em ser famoso. Ser popular. Seja na sua conta do Facebook ou andando nas ruas, ver alguém fazendo selfies enquanto caminha na rua. Tipo, o que? O que você tá fazendo?"

Mais trechos podem ser lidos, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield: Não sei porque esperamos tanto tempo para fazer um novo álbum

   30 de Outubro de 2016     tags: hardwired to self destruct, vídeos, entrevista, hetfield, hammett, ulrich      Comentários

Cerca de 500 fãs do Metallica puderam participar de uma sessão especial de perguntas e respostas com os quatro membros do grupo em 29 de Outubro no Polyforum Siqueiros na Cidade do México. Você pode assistir ao vídeo do evento abaixo. Alguns trechos podem ser lidos a seguir.

Sobre o que os inspirou a fazer o novo álbum "Hardwired... To Self-Destruct", a sair em 18 de Novembro:

Kirk Hammett (guitarra): "Talvez por estarmos atrasados em fazê-lo."

James Hetfield (guitarra, vocal): "É o que fazemos; nós fazemos música. Demorou bastante tempo. As pessoas ficaram bravas. E eu percebi quando estávamos tocando o álbum para alguns jornalistas que é um grande sentimento dar luz a música nova e como ela faz as outras pessoas se sentirem, me fez sentir bem. Então eu não sei porque esperamos tanto tempo. Garanta que não tenhamos que esperar tanto tempo de novo, certo?"

Lars Ulrich (bateria): "Faça tatuagens que digam, 'Não esperem tanto tempo', e mandem para gente."

Sobre quais álbuns mudaram suas vidas:

Hammett: "Sabe, para mim pessoalmente, toda vez que lançamos um álbum, ele muda minha vida, com certeza. Digo, sempre que lançamos um álbum, parece que... Nós nos encontramos em uma parte diferente de nossas vidas, nós nos encontramos em uma situação diferente no curso de nossa carreira. E quando nós lançamos um álbum, como James estava dizendo, é uma coisa tão emocional, e ver a música realmente afetar as pessoas de maneira positiva, digo, isso é a coisa mais incrível de se ver para mim."

Sobre as situações mais difíceis que eles enfrentaram em suas vidas no decorrer das três décadas e meia que a banda está junta:

Hetfield: "Bem, sim, nós crescemos juntos, nós passamos tantas experiências de vida juntos. Escalamos grandes montanhas, e então fomos a vales bem profundos. Sabe, o falecimento de Cliff [Burton] foi bem, bem difícil para todos nós. E eu diria que o filme 'Some Kind of Monster' definitivamente destaca uma época bem difícil para a banda e para mim pessoalmente. Eu acho que ser honesto em nossa música, ser honesto conosco como artistas, e a música é uma tremenda terapia. E isso significa muito para mim que minha escuridão pode se conectar com sua escuridão e torná-la ok."


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield: Disco novo está saindo no momento certo

   01 de Outubro de 2016     tags: entrevista, hetfield, hardwired to self destruct      Comentários



O frontman do Metallica, James Hetfield, foi entrevistado em uma recente edição do programa "Sixx Sense", apresentado pelo baixista Nikki Sixx do Mötley Crüe e Sixx:A.M. O áudio da conversa pode ser ouvido clicando aqui, e alguns trechos traduzidos podem ser conferidos abaixo.

Sobre não dar muita atenção a opinião de outras pessoas sobre a música do Metallica:

Hetfield: "Eu preciso te dizer, tem sido sempre assim para gente. Nós só queremos escrever música que gostamos de ouvir. É simples assim. E nós temos muitas pessoas que se sentem da mesma forma, por alguma razão. Ainda me espanta que as pessoas... Tem crianças de seis anos por aí cantando 'Master! Master!'. É, tipo, 'tem certeza? Você realmente gosta disso? Uau! Tá certo.' Mas nós escrevemos músicas que gostamos de ouvir, e temos sorte de ter algumas pessoas que também gostam de ouvir isso."

Sobre fazer turnê:

Hetfield: "É bom ser desejado e requisitado. Eu amo isso com certeza, mas eu amaria poder tocar em todos os lugares possíveis. Mas em relação a minha sanidade e meu corpo e saúde, e meu corpo e espírito, nós temos que nos cuidar. Nós queremos ser o mais potente e afiado possíveis, então fazer turnê... Sabe, será mais curto e mais esperto e mais potente, é o que buscamos. Sabe, nesta nossa idade... Onde estamos atualmente, não tocaremos em qualquer quintal. Então será um pouco mais seletivo, mas estaremos por aí o máximo que pudermos. Então espero que as pessoas viajem e aproveitem o pacote completo que vem com isso. Mas nós vamos tocar quando e onde pudermos. Vou te dizer, esta é a parte mais legal de estar em uma banda - tocar ao vivo. Não são as outras 22 horas por aí - são as duas horas no palco - e isso é ouro para mim. E nós nos importamos com isso, e é precioso para gente. Então nós amamos isso, e essa é uma das principais inspirações em estar em uma banda."

Sobre o intervalo de oito anos entre o "Death Magnetic" de 2008 e o "Hardwired... To Self-Destruct" deste ano:

Hetfield: "O que diabos estávamos fazendo? Deus, eu acho que a vida estava acontecendo. Sabe, o Metallica nunca é rápido. Nós estamos no tempo do Metallica. E temos muito orgulho do que lançamos, e ao contrário da crença popular, nós tentamos e lançamos o que for melhor, e o melhor que conseguimos fazer, e as vezes isso demora um tempo, e algumas vezes não. Mas, sabe, outras vidas estavam acontecendo. Você tenta e faz o seu melhor com tudo isso, e você tem vida, você tem filhos, e você tem todas essas outras coisas rolando, e você faz isso funcionar. E você precisa ter um bom equilíbrio. E vou te dizer, a vida é ótima, a vida é bonita se eu estou com a mentalidade certa, e este álbum está saindo exatamente no momento certo. Deveria ser agora, e estamos gratos de podermos lança-lo. E agradeço por ainda existir uma antecipação por ele, pois estou bem animado para que as pessoas ouçam."

Sobre o "Hardwired... To Self-Destruct" ser um disco duplo:

Hetfield: "Há 12 músicas, e elas não tem todas três minutos e meio como a 'Hardwired'. Mas há algumas coisas longas e alguma coisas curtas e algumas médias. Sabe, o Metallica é diverso, e eu amo isso. Eu acho que o tempo máximo é 75 ou 80 minutos, e então a qualidade do som começa a sofrer, no vinil especialmente. E eu acho que em relação ao CD, há um máximo nele também. E nós queremos que soe bom, digo, no final, e nós temos um monte de músicas que amamos. Então isso tinha que acontecer. Pelo custo extra de torná-lo duplo, acho que vale a pena."

Sobre encontrar com fãs em público:

Hetfield: "Eu realmente costumava fizer paranoico de que deixaria alguém irritado. Eu costumava ficar tão preocupado de que se eu falasse 'Não, meus filhos estão aqui e eu estou curtindo um momento família', eles virariam e diriam, 'você é um idiota. Mas que estrela de rock'. Eu me preocupava tanto com isso. Mas vou te dizer, quanto mais eu digo que não é uma boa hora, que eu não tiro fotos, que eu não autografo, eu vou apertar sua mão e falarei com você por cinco minutos. Eu prefiro fazer isso e deixar esse tipo de impressão do que alguém simplesmente roubando um pequeno pedaço de sua privacidade. Eu não acho isso produtivo para mim e me deixa de mau humor. E então eu começo a me sentir ressentido e eu não quero nem falar com as pessoas. Então prefiro falar com elas como uma pessoa ao invés de algum tipo de ídolo."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Metallica conta histórias de turnês

   30 de Setembro de 2016     tags: vídeos, ulrich, hetfield, hammett, trujillo, curiosidades      Comentários

O Metallica participou ontem, 30 de Setembro, do programa The Tonight Show With Jimmy Fallon, onde tocaram a música "Moth Into Flame". Nos bastidores, James Hetfield, Robert Trujillo, Lars Ulrich e Kirk Hammett compartilharam histórias sobre higiene durante a turnê, um causo com Ozzy Osbourne e mais. Confira no vídeo abaixo.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield: "Ficamos de fora de política e religião"

   29 de Setembro de 2016     tags: entrevista, ulrich, hetfield, hardwired to self destruct      Comentários



O Metallica falou com Matt Everitt da BBC 6 Music sobre o vindouro álbum da banda, "Hardwired... To self-Destruct", a sair em 18 de Novembro. Perguntado sobre o que é diferente neste disco, o baterista Lars Ulrich disse: "Eu ainda estou meio que passeando pelos sons. Ele apenas soa realmente bom e realmente rico e realmente completo."

"O último disco ['Death Magnetic' de 2008], conforme foi rolando, ele foi ficando cada vez maior. As música tiveram finais mais longos e esse tipo de coisa. Este disco é bem diferente. As músicas são mais curtas e um pouco mais concisas. Então quando eu ouço isto, eu sinto que é o Metallica mais esguio que vimos há tempos. Talvez até o mais esguio que conseguimos ser.'

Ulrich também falou sobre a fonte da agressão do Metallica. Ele disse: "O velho cliché é 'aumente até o 11'. Eu acho que nós aumentamos até o 12 ou 13. Mas conforme eu fico mais velho, eu percebo que há um pequeno elemento de entrar no personagem. Quando você está no palco, você está no momento, você está com seus colegas de banda - e você se transforma em um pequeno gnomo do rock ou algo assim. Eu não sou assim as 7:15 da manhã, quando estou tentando fazer o filho número três terminar sua tigela de fruta."

O frontman James Hetfield completou: "Eu aprendi a conviver com isso [agressão] sendo parte de mim. Eu sou capaz de identificá-la e usá-la. Afiá-la as vezes, usá-la nos lugares certos e outras vezes fechar a caixa com ela por um tempo e tentar ser normal."

James falou sobre os temas das letras do "Hardwired... To Self-Destruct", explicando: "Fala sobre lidar com a fama - e para todos que buscam isso: 'eu quero ser famoso!'. E há também o tópico de, 'cara, estamos realmente fazendo isso direito?'. Na linha do tempo da história, o homem existe por um nanosegundo e estou perguntando: 'Acabamos? Já deu a nossa hora?'. Há muita polarização rolando nos Estados Unidos, e eu vejo isso também em outros lugares. Mas parece que você precisa ficar mais extremo, para balancear o outro extremo. Nós temos que acha um balanço em algum lugar no meio."

Ele continuou: "Nós ficamos de fora de política e religião. Isso parece polarizar as pessoas ainda mais. Nós todos temos nossas próprias crenças, mas no fim, estamos tentando nos conectar com pessoas e parece que as visões políticas não fazem tanto isso quanto a música."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Música Murder One é homenagem a Lemmy Kilmister

   27 de Setembro de 2016     tags: motörhead, hardwired to self destruct, hetfield, ulrich, entrevista      Comentários



Durante o evento Town Hall desta segunda-feira, 26 de Setembro, nos estúdios de Nova Iorque da SiriusXM, o Metallica revelou que a música "Murder One" de seu vindouro disco "Hardwired... To Self-Destruct" é um tributo ao finado frontman do Motörhead, Lemmy Kilmister, e usa vários títulos de suas músicas nas letras.

"Motörhead teve muito a ver com o Metallica estar sentado aqui neste momento", disse o frontman do Metallica, James hetfield, segundo a Rolling Stone. "Mas apenas Lemmy como uma entidade, meio que como uma figura paterna, ele nos ajudou muito. Ele não tinha medo. E ele tinha personalidade. E ele era ele mesmo. E todos nós respeitamos muito isso. Ele fez do seu jeito até o último suspiro. Não importa quem você é, como não poderia ser inspirado por isso?"

"No verão de 1981, eu segui o Motörhead em turnê", completou o baterista Lars Ulrich. "Foi isso que me fez querer estar em uma banda. Quando eu voltei para o sul da Califórnia e liguei para o James e disse, 'Ouça, nós temos que dar uma chance a isso'... Motörhead é o catalisador."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield: Amamos o que fazemos e estamos fazendo música que queremos ouvir

   15 de Setembro de 2016     tags: entrevista, hetfield, áudio, hardwired to self destruct      Comentários



Jaxon da rádio 93.3 WMMR de Philadelphia, Pennsylvania, realizou uma entrevista nesta semana com o frontman do Metallica, James Hetfield. O áudio pode ser ouvido usando o player abaixo, e alguns trechos traduzidos podem ser conferidos a seguir.

Sobre o longo intervalo entre o álbum "Death Magnetic" de 2008 e o vindouro "Hardwired... To Self-Destruct", a sair em 18 de Novembro:

Hetfield: "Eu não acho que nós fizemos uma pausa. Eu acho que fizemos uma pequena pausa, mas o tempo não é um grande fator para nós no Metallica. Nós meio que fazemos isso no tempo do Metallica e, sabe, nosso prato está cheio praticamente o tempo todo com coisas diferentes. Então não é como se nós estivéssemos nos torturando ou aos outros esperando por isso. As coisas simplesmente acontecem na banda, outras coisas acontecendo, nós estamos fazendo turnês, shows isolados, e as coisas simplesmente acontecem. E sim, nós temos nossas vidas em casa também, e isso obviamente tem prioridade, mas não é a razão para demorar tanto. Nós só temos nosso ritmo com as coisas."

Sobre se o novo single, "Hardwired", é um indicativo de como soa o novo álbum:

Hetfield: "Isso foi, na verdade... 'Hardwired' foi a última música a ser escrita, então é meio que uma soma, ou um sumário, de muitos dos sentimentos, liricamente e nas idéias, do álbum, mas ela é definitivamente umas das músicas mais curtas do disco. Nós somos conhecidos por ter músicas longas, e há algumas delas neste disco também. Há um sentimento diverso, e isso é o que amamos fazer: nós gostamos de tocar rápido, devagar, médio e tudo no meio."

Se o "Hardwired... To Self-Destruct" está oficialmente finalizado:

Hetfield: "Bem, ok, você pode nos chamar de perfeccionistas, se quiser, e eu farei isso também. Mas há sempre algo. Sabe, 'ah, isto está um pouco longo. Vamos cortar isto. Vamos tornar isto um pouco mais potente'. Sabe, cara, nós somos artesãos, e queremos deixar isto o mais afiado e potente possível. Então até o último minuto - até a ordem das músicas. Então há sempre algo que estamos pensando e tentando torná-lo melhor e o mais potente possível. Então está sim finalizado quanto as músicas. Então é só a arte e as pequenas coisas aqui e ali que ainda estamos trabalhando."

Sobre a vindoura turnê de divulgação do "Hardwired... To Self-Destruct":

Hetfield: "Bem, não há dúvidas de que vamos fazer turnê dele. Eu não tenho idéia de onde faremos, onde lançaremos esta coisa nos ouvidos das pessoas. Eu amaria tocar em todos os lugares possíveis, mas, sabe, hoje em dia e com nossa idade, nós, de novo, queremos estar o mais afiados e potentes possíveis. Então terá que ser uma turnê seletiva - sabe, garantindo que estamos saudáveis e sendo capaz de dar o melhor em todos os lugares. Então será uma turnê menor, mas mais inteligente e potente."

Sobre o "Hardwired... To Self-Destruct" ser um disco duplo:

Hetfield: "Sim, eu te disse, cara - eu te disse que as músicas eram... Há algumas longas, e nós temos doze músicas lá, então para fazer soar o melhor sonicamente, foi isso que precisou ser feito. Nós queremos que soe ótimo, então do jeito que for funcionar, é como faremos funcionar."

Sobre se o Metallica ainda é, até hoje, acusado por alguns fãs de ter "se vendido":

Hetfield: "Sim, você tem versões diferentes disso online atualmente, com todos os haters e as pessoas que tem algo pra reclamar e elas... Sabe, tanto faz. Eles tem um ressentimento de dez anos atrás, e elas estão trazendo isso nesse novo álbum; eles nem ouviram ainda. É, tipo, 'tudo bem. Esta não é uma crítica musical. Isto é alguém bravo e precisando liberar isto'. Então, sabe, nós não damos a mínima. Nós amamos o que fazemos, e fazemos isso pois amamos fazer, e estamos fazendo música que nós queremos ouvir. Somos artistas, e é simples assim. E você pode julgar o quanto quiser, mas nós faremos o que sentimos que é certo para nós."

Sobre como o som do Metallica evoluiu nos últimos 35 anos:

Hetfield: "Bem, eu acho que estamos aqui para evoluir, e nós evoluímos. Mas vou te dizer, não devo julgar qualquer um que seja um artista que está fazendo o que quer. Se você fizer o mesmo álbum toda vez, isso é o que você ama fazer, esse é o seu porto seguro, está maravilhoso e é confiável. Então há sempre algo bom no que for que estiver saindo. Somos exploradores, cara - nós amamos tentar coisas diferentes e expandir os limites."

Se ainda há algo para o Metallica alcançar ou se, neste ponto, é só curtição:

Hetfield: "Bem, é um pouco dos dois, e para nós, sermos exploradores, temos que ter algo que... Qual é sua próxima aventura? E eu te digo, essas aventuras aparecem para nós, seja os empresários recebendo ofertas ou o que for, sempre há uma aventura que aparece para nós, e estamos prontos para isso. Nós queremos ser pioneiros, e há algumas coisas que não deram realmente certo, e há algumas que quase nos matou [risos] - sabe, certos filmes e coisas - enfim... Financeiramente e coisas assim. Mas estamos prontos para tentar novas coisas e torná-las divertidas e trazer sorrisos aos fãs por aí, e isso me faz sorrir."

Sobre se o Metallica se aposentará ou vão tocar até não aguentar mais:

Hetfield: "Eu não sei. Não estou nesse ponto ainda... Não há regras. Como um artista, quando você para? Você deveria parar? Se parar, você morre? Digo, olhe para o lemmy. Aquele cara estava lá, detonando até o último momento, e isso, para mim, é respeitável, mas isso é ele. Digo, isso é ele. Isso é o que ele amava; isso é como ele vivia. Por que você morreria sentado em uma cadeira em algum lugar? Ele amava fazer isso, e isso se encaixa nele. Então ainda não sei como é para nós."

Sobre não serem mais de uma grande gravadora e poder lançar os álbuns do Metallica através da Blackened Recordings:

Hetfield: "A Blackened Records é bem grande na minha cabeça, vou te dizer. [Risos] É um grande marco para nós termos nossa própria gravadora, tendo... Meus filhos, eles não conseguem entender isso. Tipo, 'o que você quer dizer que você é dono de sua própria música? Por que não seria?' Eu tento explicar a eles que era assim que as coisas funcionavam antes, e o fato de que temos nossos próprios masters e sermos capazer de planejar nosso próprio destino. Quais embalagens legais podemos fazer? Nós agora somos donos de uma gravadora para vinil de verdade, o que é bem legal. Então estamos animados. Esse é outro capítulo legal para o Metallica se tornar criativo."

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Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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