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Entrevista com Flemming Rasmussen

   04 de Março de 2011     tags: flemming rasmussen, entrevista      Comentários

O produtor Flemming Rasmussen, que colaborou com o Metallica em três álbuns na década de 80, foi recentemente entrevistado por Mike Meyer do Phoenix New Times, a respeito do 25o. aniversário do lançamento do icônico disco "Master of Puppets". Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Phoenix New Times: O "Master of Puppets" foi amplamente considerado como um dos melhores álbuns de heavy metal de todos os tempos. Você sabia que estava fazendo algo especial enquanto trabalhava nele há 25 anos?

Flemming Rasmussen: Oh, sim. Já nas demos, a gente sabia que este seria um álbum matador. Eu acho que todos nós sentimos que este seria o melhor álbum do Metallica até o momento, já que tínhamos um monte de músicas realmente fortes. Até as instrumentais eram ótimas.

Phoenix New Times: O "Puppets" foi o último álbum a contar com o Cliff Burton no baixo. Você era próximo dele? Como sua morte o afetou? Foi diferente trabalhar no "...And Justice For All" depois que o Jason Newsted entrou na banda?

Flemming Rasmussen: Não, eu não diria que eu era próximo de Cliff, já que ele era o que passava o menor tempo no estúdio, mas me afetou bastante quando ele morreu. Ele definitivamente era único, e embora Jason seja um ótimo baixista, era impossível calçar os sapatos de Cliff. Jason é um baixista de sua maneira, e nunca recebeu o reconhecimento que merecia.

Phoenix New Times: Você produziu três álbuns consecutivos do Metallica - "Ride The Lightning", "Puppets" e "Justice" - mas eles tem três sons distintos. Isto foi uma decisão consciente sua e da banda?

Flemming Rasmussen: Sim. A diferença entre o "Ride" e o "Master" é evolução, já que o "Master" é um aperfeiçoamento do som que começamos a evoluir no "Ride". E na minha opinião, nós realmente atingimos isso no "Master". O álbum soa tão bem. Quando eu entrei no "Justice", eles já estavam há um mês em sessão, e era um estúdio novo, etc., então decidimos por um som mais direto e seco. Sobre a mixagem, eles tinham contratado alguém para fazer isso, então eu não tive palavra nisso. Mas ainda é um clássico álbum de metal, e o som inspirou toda uma nova geração de bandas de metal.

A entrevista completa pode ser lida, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Lançamento nacional do livro "Metallica - Fotografias"

   02 de Março de 2011     tags: livros      Comentários

Os amantes de heavy metal podem agradecer. A Madras Editora lança no Brasil o livro Metallica - Fotografias, que traz aos fãs, em 240 páginas, fotos exclusivas do quarteto americano pelo fotógrafo britânico Ross Halfin.

A obra, composta por fotos em preto e branco e coloridas, leva seus leitores a momentos épicos e marcantes do grupo no início da carreira e durante as turnês, além incluir depoimentos exclusivos dos integrantes.

É possível adquirir o livro, que custa R$ 79,90, por meio do site da editora http://www.madras.com.br/.

O autor

Ross Halfin iniciou sua carreira na revista Sounds, da Inglaterra, tornando-se conhecido na cena musical ao fotografar bandas como The Clash, Sex Pistols, AC/DC, Journey e Aerosmith.

"Sempre gostei de fotografar a banda - eles eram pessoas divertidas na época", conta o fotógrafo, que admitiu gostar mais das primeiras fotos do Metallica porque foram tiradas sem propósito artístico.

Fonte: Yahoo! Notícias

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Livro "The Sound and the Fury" de Hammett

   02 de Março de 2011     tags: hammett, produtos, livros      Comentários



A Hal Leonard Publishing Corporation irá lançar em 9 de Março o "The Sound And The Fury", o novo livro educacional do guitarrista do Metallica, Kirk Hammett.

Em 1993, a Guitar World introduziu uma coluna chamada "The Sound & the Fury", assinada por Kirk Hammett. Nesta coluna, Kirk não falava apenas de seus licks, riffs, exercícios de aquecimentos e técnicas - ele as ensinava. Ele também respondia questões sobre todos os tópicos imagináveis pelos leitores, tornando a coluna um grande sucesso por anos. Este livro combina todas as colunas de Kirk em um único volume, acompanhando um CD de demonstrações tocadas pelo ex-guitarrista do Grim Reaper, Nick Bowcott.

Músicas cobertas:

* ...And Justice For All
* Battery
* Creeping Death
* Damage, Inc.
* Enter Sandman
* For Whom The Bell Tolls
* Hero Of The Day
* The House Jack Built
* Human
* King Nothing
* Master Of Puppets
* Nothing Else Matters
* Of Wolf And Man
* One
* Orion
* Poor Twisted Me
* The Thing That Should Not Be
* Through The Never
* Welcome Home (Sanitarium)

O livro encontra-se em pré-venda neste link.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: "Turnê me fez apreciar ainda mais o Death Magnetic"

   02 de Março de 2011     tags: entrevista, ulrich      Comentários

Na última noite da massiva turnê do "Death Magnetic" do Metallica, em Dezembro de 2010 em Melbourne, Austrália, Marcus Teague do The Vine realizou uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, exclusivamente para a revista oficial do fã-clube do grupo, a So What!. Alguns trechos que não entraram na revista podem ser conferidos abaixo.

The Vine: É o final de dois anos e meio de turnê do "Death Magnetic". Você aprendeu com isto?

Lars: Eu tenho certeza que aprenderei. [Assim que terminarmos a turnê] eu tenho a tendência de... Primeiro, eu sou prático e então depois eu fico emocional. Então agora, eu tenho uma lista no meu bolso de coisas para fazer hoje. Sabe, empilhar passes não usados da sala de produção. Lembrar de dar aos caras da equipe seus cheques de bônus. Lembrar de agradecer os fãs hardcores por viajarem. Lembrar de pegar meu nariz e seja lá o que mais. Eu tenho certeza que no avião de volta hoje de noite ou nos próximos dias... Sempre fica um pouco mais irreal. Tipo, uma semana depois, quando você chega em casa e é tipo, "Uau. Eu não vou sair por aí por um tempo. Eu não vou voltar ao palco. Da próxima vez que formos fazer algo será [para o próximo disco]". Então eu penso seriamente, olhando os últimos anos, foi uma experiência bem positiva.

The Vine: Tocar as músicas do "Death Magnetic" junto das músicas de seu catálogo antigo o fez entender o disco de maneira diferente?

Lars: Eu diria que a coisa principal que os últimos dois anos fez para o "Death Magnetic" é me fazer aprecia-lo ainda mais. E isto está vindo do cara que nem sempre tem um bom relacionamento com [nossos] discos depois de feitos. Houveram muitos questionamentos, muitas sobrancelhas erguidas, muitos "o que nós estávamos pensando?". E isto algumas vezes aconteceu muito rápido. Cada disco sempre foi bem compulsivo, momentâneo, algo meio instintivo. Uma coisa bem pura. Mas com isto, três ou seis meses depois, sempre é... Você se senta lá e vai, "o que diabos estávamos pensando?". Mas com o "Death Magnetic", que nós terminamos cerca de dois anos e meio atrás, eu posso definitivamente contar para você que nós nunca tivemos um disco que foi apreciado pelos lembros da banda - pelo menos falando de mim - por tanto tempo quando o "Death Magnetic". Eu ouvia três ou quatro músicas no carro enquanto estava em casa na última pausa [da turnê]; ele ainda soava espetacular. Eu estava ouvindo uma das músicas mais cedo só para conferir algo que nós precisamos tocar esta noite, e ainda soa ótimo. Dois anos e meio depois. É incrível. Então eu posso dizer absolutamente que não há disco do Metallica que se manteve em luz positiva tanto quando o "Death Magnetic". O que é algo bom. Isto também me deixa um pouco apreensivo. Enquanto estamos sentados aqui, pensando no próximo disco. [risos]

The Vine: James [Hetfield] disse para mim que ele tem 800 e poucos novos riffs em seu iTunes.

lars: Veremos como isto se sai. Eu estou ansioso para voltar e criar, eu estou ansioso para voltar e tocar. Eu estou ansioso para voltar a esse lado de novo. Nós começamos a trabalhar no "Death Magnetic" há cinco anos neste mês. E nós passamos muito tempo e colocamos muito esforço neste disco, e certamente valeu a pena. Mas eu não posso garantir que possamos ir além dele - eu busco ultrapassa-lo. Eu espero conseguir - mas é um puta disco. Então vamos ver o que rola.

The Vine: Deve ser encorajador no sentido de que, discutivelmente, este disco estava celebrando sua história. E foi tão bem recebido, comparavelmente.

Lars: Oh, sim. A melhor coisa destas músicas, ao vivo, é como elas se encaixam com as coisas antigas sem esforço.

The Vine: Há crianças que estão pegando primeiro o "Death Magnetic". E depois voltando.

Lars: Claro, funcionou muito bem. Eu nunca esperava que funcionasse tão bem assim. Eu acho que sempre houve - algumas vezes - uma relutância elitista de aceitar os novos discos por alguns fãs. Porque se você aceitar os novos discos de alguma forma, é [algumas vezes entendido] como um desrespeito as coisas antigas. O que eu nunca fui capaz de entender. Mas este disco foi realmente aceito pelos fãs, é provavelmente o mais aceito abertamente pelos fãs desde os quatro primeiros.

A entrevista pode ser conferida, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Big Four na Suécia

   02 de Março de 2011     tags: gothenburg, big four      Comentários

O site oficial do Metallica foi atualizado com a seguinte notícia, anunciando mais um show dos Big Four, desta vez na Suécia:

O anúncio final em nossa recente série de aventuras européias nos leva a Gothenburg, Suécia, em 3 de Julho de 2011. Claro, Anthrax, Megadeth e Slayer estarão lá para nosso primeiro show dos Big 4 na Escandinávia!

Os ingressos irão a venda na segunda-feira, 7 de Março, as 9:00 AM horário local. Membros do MetClub devem conferir MetClub.com para mais detalhes sobre a pré-venda especial nesta semana.

E é isto com os anúncios... Por hora!

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"Ferida paterna inspirou letras de Hetfield", diz cineasta de Absent

   01 de Março de 2011     tags: absent, hetfield      Comentários



O guitarrista/vocalista do Metallica se juntará ao cineasta Justin Hunt no San Rafael California Film Institute em San Rafael, Califórnia, nesta quinta-feira, 3 de Março, para apresentar e discutir o premiado documentário "Absent", que explora a crise mundial dos pais ausentes e deinteressados, e o impacto negativo que a "ferida paterna" traz para a sociedade.

Segundo a Rockville Magazine, "este tópico é de interesse de Hetfield desde que seu pai abandonou sua família quando tinha 13 anos. O frontman do Metallica foi entrevistado para o filme, compartilhando sua luta pessoal para lidar com problemas de abandono paterno e como ele batalha para ser um pai positivo para seus três filhos."

"Muita da música do Metallica que é tão importante para milhões de pessoas vem de sua ferida paterna", disse Hunt ao Marin Independent Journal. "Com James, ou qualquer outra pessoa, por exemplo, é um problema de validação. Se você não tem um pai para te ensinar que você é um homem, você passará sua vida inteira tentando provar."

No filme, Hetfield recita letras de algumas de suas músicas mais pessoais, incluindo "Dyers Eve" e "Where The Wild Things Are".

"Com 'Dyers Eve', é como ouví-lo lendo uma carta para sua mãe e seu pai, e há uma raiva lá", disse Hunt. "Em 'Where The Wild Things Are', ele está falando com sua filha sobre de onde veio sua ferida paterna e como ele está tentando quebrar o ciclo, se tornando um pai melhor para suas crianças."

A matéria completa pode ser lida, em inglês, clicando aqui.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield fala sobre Phil Lynott

   27 de Fevereiro de 2011     tags: hetfield, entrevista, thin lizzy      Comentários

Marcando os 25 anos da morte de Phil Lynott, a revista Hot Press lançou uma edição especial, contando com depoimentos de artistas que trabalharam com o frontman do Thin Lizzy ou foram influenciados por seu trabalho. Participam da homenagem Slash (Velvet Revolver), Joe Elliott (Def Leppard), James Hetfield (Metallica) e Bono (U2), entre outros. Também marcam presença ex-companheiros como Eric Bell, Scott Gorham, Brian Downey e Brian Robertson.

O vocalista e guitarrista do Metallica refletiu sobre a morte de Lynott: “Foi um daqueles momentos realmente tristes. Você se pergunta porque Deus levaria alguém tão talentoso. Mas há um propósito para tudo. Ele passou por todas as batalhas que escreveu. Químicas, étnicas, enfim, todas soam mais verdadeiras ainda hoje em dia. Depois que enfrentei minha dependência, passei a entender suas letras e pensar, agora entendo o que ele queria dizer. Adoro isso”.

“Ele era um frontman incrível”, declarou Bono. “Aquela habilidade musical e lírica misturada com atitude de showman e estilo. Se essa é a sua definição de Rock and Roll, não há ninguém que supere Philip Lynott. Ele está no topo”.

Para comprar a revista, clique aqui.

Fonte: Whiplash!

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Big Four na Itália

   22 de Fevereiro de 2011     tags: milan, big four      Comentários

O site oficial do Metallica foi atualizado com a seguinte notícia, anunciando mais um show dos Big Four, desta vez em Milão, Itália.

Semana passada nós falamos para vocês que haveria mais alguns shows dos Big 4 e hoje o anúncio nos leva a Milão, Itália. Procure por mais diversão com Anthrax, Megadeth, Slayer, e nós mesmos no Fiera Open Air Arena em 6 de Julho de 2011.

Os ingressos estarão disponíveis sexta-feira, 25 de Fevereiro, as 9:00 AM horário local na www.ticketzone.it. Membros do MetClub devem conferir MetClub.com para mais detalhes sobre a pré-venda exclusiva.

E mais um na lista... Continuem de olho aqui!

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Entrevista antiga com Ron McGovney

   20 de Fevereiro de 2011     tags: entrevista, mcgovney      Comentários

O Whiplash! divulgou ontem uma entrevista realizada com o primeiro baixista do Metallica, Ron McGovney, feita em 1997 a Shockwave - a primeira desde sua saída do grupo.

A tradução completa da entrevista pode ser lida clicando aqui.

Agradecimentos: biramg

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Hetfield planeja subdividir propriedade em Lucas Valley

   18 de Fevereiro de 2011     tags: hetfield      Comentários

Segundo o Marin Independent Journal, o frontman do Metallica, James Hetfield, planeja subdividir a parte baixa de sua propriedade em Lucas Valley, uma comunidade em Marin County, Califórnia, para prover 34 terrenos.

"Haverá várias oportunidades para a comunidade revisar e comentar", disse a supervisora Susan Adams ao Marin Independent Journal, comunicando que a revisão formal do projeto pode levar mais de um ano. "Eu me empenharei com a minha comunidade no decorrer disso".

Em 2009, Hetfield doou 330 acres para a preservação de Lucas Valley. Antes disso, Hetfield já havia doado também mais de 400 acres para o condado.

A matéria completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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