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Hammett no That Metal Show

   17 de Março de 2011     tags: hammett, entrevista, fotos      Comentários



O guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, e o lendário Uli Jon Roth (ex-Scorpions) são os convidados especiais do episódio de estréia da sétima temporada do "That Metal Show" da VH1 Classic americana, que está de volta no sábado, 19 de Março.

Durante sua aparição no programa, Hammett falou sobre a turnê dos "Big Four", que conta com as apresentações dos chamados quatro grandes do thrash metal dos anos 80 - Metallica, Megadeth, Anthrax e Slayer:

"Para mim, é uma celebração", disse ele. "Nós todos chegamos tão longe e somos bandas estabelecidas e todos os pequenos problemas e pontos de contenção que nós tínhamos uns com os outros antigamente eram um produto de sermos somente jovens e imaturos e querermos ser o número um. Agora que estamos por aí por cerca de 25 anos e todas essas coisas não importam mais, nós todos podemos olhar uns para os outros e dizer, 'nós conquistamos muitas coisas pelo metal e devemos nos orgulhar e celebrarmos juntos'."

Um trecho do programa pode ser visto clicando aqui.





Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Veja documentário "Cry Baby" com participação de Hammett

   11 de Março de 2011     tags: hammett, vídeos, cry baby      Comentários



Eddie Van Halen, Jerry Cantrell, Slash, Buddy Guy, Kirk Hammett e Zakk Wylde estão entre os músicos que participam do "Cry Baby: The Pedal That Rocks The World" (""Cry Baby: O Pedal Que Detona o Mundo", em tradução livre), um documentário definitivo que conta a história do mais vendido pedal de efeitos de todos os tempos, desde sua invenção em 1966 até sua sua evolução aos dias atuais. O efeito foi um ingrediente essencial na criação de clássico como "Voodoo Child (Slight Return)" de Jimi Hendrix, "Enter Sandman" do Metallica e "Sweet Child O' Mine" do Guns N' Roses. O filme da Guard House Pictures mostra como o engenheiro Brad Plunkett discobriu e desenvolveu o lendário som e como artistas o usaram para se expressarem através de sua evolução. Ícones da guitarra como Buddy Guy, Eddie Van Hallen, Kirk Hammett, Slash e Zakk Wylde falam sobre como o wah-wah se tornou parte do som de suas guitarras, enquanto jornalistas especializados como Ben Fong-Torres da Rolling Stone a Art Thompson da Guitar Player exploram o significado cultural do pedal.

O vídeo completo do documentário pode ser conferido abaixo.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Metallica entre melhores álbuns ao vivo

   11 de Março de 2011     tags: listas      Comentários

O semanário inglês New Musical Express (NME) lançou uma edição especial com os 100 shows mais importantes da história, ou como é dito no site NME.com, "os 100 shows que você deveria ter ido". Para marcar a ocasião, também publicou uma lista com os 50 maiores álbuns ao vivo já lançados.

Confira os álbuns eleitos.

1. Thin Lizzy - Live and Dangerous (1977)
2. Neil Young & Crazy Horse - Live Rust (1979)
3. The Who - Live At Leeds (1970)
4. Radiohead - I Might Be Wrong: Live Recordings (2001)
5. Johnny Cash - At Folsom Prison (1968)
6. Nirvana - Unplugged in New York (2004)
7. Jay Z - Unplugged (2001)
8. MC5 - Kick Out the Jams (1969)
9. The Ramones - It's Alive (1978)
10. Kiss - Alive! (1975)
11. The Rolling Stones - Get Yer Ya-Ya's Out (1970)
12. Led Zeppelin - The Song Remains the Same (1976)
13. Deep Purple - Made in Japan (1972)
14. Joni Mitchell - Miles of Aisles (1974)
15. Bill Withers - Live At Carnegie Hall (1973)
16. Aretha Franklin - Live At Fillmore West (1971)
17. Kraftwerk - Minimum Maximum (2005)
18. Iron Maiden - Live After Death (1985)
19. Lynyrd Skynyrd - One More From the Road (1977)
20. The Monterey International Pop Festival (1967)
21. Pink Floyd - Pulse (1994)
22. Jeff Buckley- Mystery White Boy (1996)
23. The Velvet Underground - Live At Max's Kansas City (1970)
24. Woodstock: Music From the Original Soundtrack and More (1969)
25. Bill Callahan - Rough Travel For a Rare Thing (2007)
26. Belle & Sebastian - If You're Feeling Sinister: Live at the Barbican (2005)
27. Black Lips - Los Valientes del Mundo Nuevo (2007)
28. Curtis Mayfield - Curtis/Live! (1971)
29. Bob Dylan & The Band - Before the Flood (1974)
30. Elvis Presley - Aloha From Hawaii (1973)
31. U2 - Rattle and Hum (1987)
32. George Harrison - The Concert For Bangladesh (1971)
33. The Band - The Last Waltz (1976)
34. Jerry Lee Lewis - Live at the Star Club, Hamburg (1964)
35. AC/DC - If You Want Blood
36. Queen - Live At Wembley Stadium (1986)
37. James Brown - Live At The Apollo (1963)
38. Cream - Wheels of Fire (1968)
39. The Mars Volta - Scabdates (2005)
40. Muse - Haarp (2007)
41. Simon and Garfunkel - The Concert in Central Park (1981)
42. Future of the Left - Last Night I Saved Her from Vampires (2008)
43. Iggy & The Stooges - Metallic K.O. (1974)
44. Talking Heads - Stop Making Sense (1983)
45. The Cramps - Smell of Female (1983)
46. The White Stripes - Under Great White Northern Lights (2007)
47. Wilco - Kicking Television: Live in Chicago (2005)
48. Metallica - S&M (1999)
49. My Morning Jacket - Okonokos (2005)
50. Tom Waits - Glitter and Doom Live (2008)

O site NME.com disponibiliza a capa de cada um desses álbuns. Clique aqui para conferir.

Agradecimentos: Panta rhei, Geilson
Fonte: Whiplash!

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Ulrich em filme de Nicole Kidman

   11 de Março de 2011     tags: ulrich, hemingway and gellhorn      Comentários

Segundo a NYmag.com, o baterista do Metallica, Lars Ulrich, foi escolhido pela HBO para participar do "Hemingway And Gellhorn", estrelado por Nicole Kidman e Clive Owen.

O trabalho dirigido por Philip Kaufman é descrito como "um drama centrado no romance entre Ernest Hemingway e a correspondente da Segunda Guerra Mundial, Martha Gellhorn, a inspiração de Hemingway para 'Por Quem os Sinos Dobram' e a única mulher que pediu divórcio do escritor."

Ulrich fará o papel do documentarista holandês Joris Ivens no filme para TV, que seguirá o relacionamento do casal desde a época em que eles se encontraram em 1936 até o tempo em que passaram juntos durante a guerra civil espanhola.

Ulrich havia feito uma participação especial como ele mesmo no filme "Get Him To The Greek", uma comédia americana dirigida por Nicholas Stoller e estrelada por Russell Brand e Jonah Hill. O filme, que também foi escrito por Stoller, foi lançado em Junho do ano passado nos EUA.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Megadeth: "Não estaríamos aqui sem o Metallica"

   06 de Março de 2011     tags: big four      Comentários

Em entrevista ao Bravewords.com, o baixista do Megadeth, Dave Ellefson, teceu breves comentários sobre os companheiros de Big Four.

Slayer: “Eles são a banda que nunca mudou. Não foram atrás de modas e carregaram a tocha do gênero nos piores momentos sem se desviar”.

Anthrax: “A banda festeira mais barulhenta de Nova York! A diferença é que eles vieram das ruas, não dos clubes. Isso que os torna tão legais”.

Metallica: “Não estaríamos aqui sem o Metallica, simples assim. Se Lars não tivesse colocado aquela chamada no fanzine The Recycler procurando músicos para formar um grupo, nenhum de nós teria aparecido. Devemos muito a ele e James. O Metallica é o gorila gigante que domina tudo. Agradeço a eles todos os dias”.

Fonte: Whiplash!

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Organizador explica motivo do Metallica não estar no Download Festival

   05 de Março de 2011     tags: diversos      Comentários

Andy Copping, organizador do "Download Festival" disse que decidiu não convidar o Metallica para tocar no festival deste ano, porque eles tem tocado no Reino Unido com muita freqüência.

Copping estava se referindo às críticas recebidas pelos fãs do Metallica pela sua decisão de manter o Def Leppard como o último headliner do festival, em junho deste ano.

Falando ao site Rock AAA, o organizador falou sobre sua decisão: "Eu convidei o Def Leppard porque eles merecem, porque eles são grandes o suficiente para isso".

Perguntado por que ele não chamou o Metallica, Copping respondeu dizendo: "O Metallica é uma grande banda, mas se eles se afastassem por três ou quatro anos, eles voltariam ainda maiores. Quando eles se permanecem na ativa, eles ficam chatos...".

Copping acrescentou: "O Metallica fez uma longa turnê e já esteve aqui em sete dos últimos oito verões. Para mim, isso é definitivamente exagerado".

O "Download Festival" acontece de 10 a 12 de junho no Donington Park. Os headliners deste ano são Def Leppard, System of a Down e Linkin Park.

Agradecimentos: biramg
Fonte: Whiplash!

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Hetfield: "Meu pai não me ensinou como fazer isso ou aquilo"

   05 de Março de 2011     tags: entrevista, hetfield, absent      Comentários

Na última quinta-feira, 3 de Março, a Rockville Music Magazine conduziu uma entrevista com o guitarrista/vocalista do Metallica, James Hetfield, e o cineasta Justin Hunt, no San Rafael California Film Institute em san Rafael, Califórnia. Hetfield e Hunt apresentaram e discutiram o premiado documentário Absent, que explora a crise mundial de pais ausentes e negligentes, e o impacto negativo que a ferida paterna causa na sociedade. Trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Rockville Music Magazine: James, o seu caminho na paternidade não foi fácil. Você já falou previamente sobre como você teve que lutar para aprender a amar sua família e como uni-los ao Metallica. Eu acho que as pessoas se identificam tanto com você pois elas viram esta batalha. Durante [o documentário do Metallica] "Some Kind of Monster", nós o vemos perder o aniversário de seu filho devido a uma viagem para caçar na Rússia. No filme, nós podemos ver o arrependimento em sua expressão por perder este momento. Agora, há alguma coisa que poderia te afastar ou fazer com que você perdesse o aniversário de um de seus filhos?

Hetfield: (Sorrindo) Não. E se acontecer de ter um show acidentalmente marcado porque eu, sabe, (rindo) estou nos primeiros estágios do Alzheimer, ou muita bateção de cabeça, então as minhas crianças estarão lá. Nós as tiraremos da escola e as levaremos a Lisboa ou Philly ou onde quer que seja, para que elas tenham a chance de celebrar com os pais. Mas, sabe, este era o antigo eu. A paternidade, eu não sei, eu posso só falar por mim mesmo. Eu estava esperando ficar pronto para isso, e agora quando eu falo com alguns amigos [que estão dizendo], "eu não sei se essa é a garota certa para mim, eu tenho medo que vamos ter filhos. Eu não sei como vamos fazer tudo isso". Eu digo, "Ah, bem, você é normal". Eu não tinha idéia do que fazer. Eu achei que seria melhor começar a ler livros sobre como ser pai. Então eu comecei a ficar bravo, meu pai não me ensinou como fazer isso ou aquilo. Como posso ensinar minhas crianças se meu pai não me ensinou?! Era melhor eu aprender isso. Havia muito ressentimento que surgiu do medo. E eu percebi que eles não precisavam de tudo aquilo. Eles não precisam de todas as instruções. Eles precisam ser guiados. Eles precisam de amor. Eles precisam que você esteja lá, simples assim. Eles tem sido os professores. (risos) Eu não os ensinei muito. Eu contei a eles várias histórias, basicamnete. (Mais risadas de Hunt e Hetfield) Eles me ensinaram muito sobre mim mesmo, sobre a vida, e sobre como viver melhor.

Rockville Music Magazine: James, você olha para trás e enxerga algum momento crucial, onde simplesmente clicou para você que tipo de pai gostaria de ser?

Hetfield: Esse momento crucial foi, e eu posso fechar os meus olhos e viver isso de novo, em nossa casa, há algumas casas antes. Nós nos mudamos para tentar sentir algumas boas vibrações. (risos) Sentado em casa, visitando meus filhos, porque [naquela época] eu não era permitido pois não estava vivendo lá. Mas só sentando com as crianças, e percebendo, "você sabe o que?! Eu não tenho que fazer nada mais. Eu não tenho que aparecer nesse show. Eu não tenho que, sabe, eu posso me atrasar para isso. Toda essa merda pode esperar. Tudo que eu tenho fazer é sentar aqui com meus filhos". E tudo bem. Esse foi o momento crucial em que eu percebi que há uma certa prioridade na vida, e que eles estão no topo disto.

Rockville Music Magazine: Hetfield, você já considerou o motivo pelo qual tudo isso aconteceu em sua vida, porque você passou por toda essa jornada dolorosa, é porque você tem este dom [da música]. Escrevendo sobre seus valores, e dando voz a gerações de homens que passaram por situações parecidas em suas vidas, eles seguiram sua jornada na paternidade e estão respondendo a ela. Como é isso?

Hetfield: (Risada excitada) É incrível! Há muito valor nisso. Ter a sua história por aí, todas as suas lutas, tem muito valor. Você tem que, tipo, "bom, se eu falhar, as pessoas saberão de tudo isso". Elas podem tanto apontar o dedo e dizer, "Ha! Você falhou", ou eles podem, "Aqui, me dê sua mão e eu posso te ajudar a levantar", porque eles sabem a sua história. Ser honesto sobre isso é a melhor política. Meu pai sempre diria, sabe... A verdade. A melhor palavra do mundo. Verdade. Esse também era o nome da moto dele quando ele dirigia moto nos anos 40, "A Verdade". Eu também adicionaria isso ao que o Justin estava falando. Sim, todos nós viemos de passados diferentes, mas o ponto em comum é estar lá para os seus filhos. As batalhas que os pais atravessam no papel deles e como expressar a frustração deles sem ser olhado como se fosse um fracote, ou só "toma isto". Nós vemos isto na escola dos meus filhos. Meus filhos dizem, e é uma escola particular em Marin County, "Uau, eu não posso acreditar quantos pais são divorciados". E vendo a entrevista [em Absent], vendo algumas crianças não tão incomuns, que todos os seus amigos não tem pais, ou só tem um deles. Não é só sobre a classe. Como você disse, a jornada, trouxe todos nós aqui por um motivo. Isso é tão, tão claro e evidente em muita da minha história. E sem todo esse "e se", nós estamos aqui por uma razão. Eu fui colocado nessa batalha por uma razão. E é tão irônico que a voz que eu nunca tive quando criança, eu ouvia música, e essa era a voz falando em mim. De um certo modo, eu me tornei essa voz para os outros, e falando através da música. É a maior irônia. E eu sou extremamente grato por estar nessa posição.

A entrevista completa pode ser lida, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Entrevista com Flemming Rasmussen

   04 de Março de 2011     tags: flemming rasmussen, entrevista      Comentários

O produtor Flemming Rasmussen, que colaborou com o Metallica em três álbuns na década de 80, foi recentemente entrevistado por Mike Meyer do Phoenix New Times, a respeito do 25o. aniversário do lançamento do icônico disco "Master of Puppets". Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Phoenix New Times: O "Master of Puppets" foi amplamente considerado como um dos melhores álbuns de heavy metal de todos os tempos. Você sabia que estava fazendo algo especial enquanto trabalhava nele há 25 anos?

Flemming Rasmussen: Oh, sim. Já nas demos, a gente sabia que este seria um álbum matador. Eu acho que todos nós sentimos que este seria o melhor álbum do Metallica até o momento, já que tínhamos um monte de músicas realmente fortes. Até as instrumentais eram ótimas.

Phoenix New Times: O "Puppets" foi o último álbum a contar com o Cliff Burton no baixo. Você era próximo dele? Como sua morte o afetou? Foi diferente trabalhar no "...And Justice For All" depois que o Jason Newsted entrou na banda?

Flemming Rasmussen: Não, eu não diria que eu era próximo de Cliff, já que ele era o que passava o menor tempo no estúdio, mas me afetou bastante quando ele morreu. Ele definitivamente era único, e embora Jason seja um ótimo baixista, era impossível calçar os sapatos de Cliff. Jason é um baixista de sua maneira, e nunca recebeu o reconhecimento que merecia.

Phoenix New Times: Você produziu três álbuns consecutivos do Metallica - "Ride The Lightning", "Puppets" e "Justice" - mas eles tem três sons distintos. Isto foi uma decisão consciente sua e da banda?

Flemming Rasmussen: Sim. A diferença entre o "Ride" e o "Master" é evolução, já que o "Master" é um aperfeiçoamento do som que começamos a evoluir no "Ride". E na minha opinião, nós realmente atingimos isso no "Master". O álbum soa tão bem. Quando eu entrei no "Justice", eles já estavam há um mês em sessão, e era um estúdio novo, etc., então decidimos por um som mais direto e seco. Sobre a mixagem, eles tinham contratado alguém para fazer isso, então eu não tive palavra nisso. Mas ainda é um clássico álbum de metal, e o som inspirou toda uma nova geração de bandas de metal.

A entrevista completa pode ser lida, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Lançamento nacional do livro "Metallica - Fotografias"

   02 de Março de 2011     tags: livros      Comentários

Os amantes de heavy metal podem agradecer. A Madras Editora lança no Brasil o livro Metallica - Fotografias, que traz aos fãs, em 240 páginas, fotos exclusivas do quarteto americano pelo fotógrafo britânico Ross Halfin.

A obra, composta por fotos em preto e branco e coloridas, leva seus leitores a momentos épicos e marcantes do grupo no início da carreira e durante as turnês, além incluir depoimentos exclusivos dos integrantes.

É possível adquirir o livro, que custa R$ 79,90, por meio do site da editora http://www.madras.com.br/.

O autor

Ross Halfin iniciou sua carreira na revista Sounds, da Inglaterra, tornando-se conhecido na cena musical ao fotografar bandas como The Clash, Sex Pistols, AC/DC, Journey e Aerosmith.

"Sempre gostei de fotografar a banda - eles eram pessoas divertidas na época", conta o fotógrafo, que admitiu gostar mais das primeiras fotos do Metallica porque foram tiradas sem propósito artístico.

Fonte: Yahoo! Notícias

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Livro "The Sound and the Fury" de Hammett

   02 de Março de 2011     tags: hammett, produtos, livros      Comentários



A Hal Leonard Publishing Corporation irá lançar em 9 de Março o "The Sound And The Fury", o novo livro educacional do guitarrista do Metallica, Kirk Hammett.

Em 1993, a Guitar World introduziu uma coluna chamada "The Sound & the Fury", assinada por Kirk Hammett. Nesta coluna, Kirk não falava apenas de seus licks, riffs, exercícios de aquecimentos e técnicas - ele as ensinava. Ele também respondia questões sobre todos os tópicos imagináveis pelos leitores, tornando a coluna um grande sucesso por anos. Este livro combina todas as colunas de Kirk em um único volume, acompanhando um CD de demonstrações tocadas pelo ex-guitarrista do Grim Reaper, Nick Bowcott.

Músicas cobertas:

* ...And Justice For All
* Battery
* Creeping Death
* Damage, Inc.
* Enter Sandman
* For Whom The Bell Tolls
* Hero Of The Day
* The House Jack Built
* Human
* King Nothing
* Master Of Puppets
* Nothing Else Matters
* Of Wolf And Man
* One
* Orion
* Poor Twisted Me
* The Thing That Should Not Be
* Through The Never
* Welcome Home (Sanitarium)

O livro encontra-se em pré-venda neste link.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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