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Leitores do Globo apontam Metallica como melhor show do primeiro fim de semana do Rock in Rio 2011

   28 de Setembro de 2011     tags: rock in rio, brasil      Comentários

Os leitores consagraram o arrasador show do Metallica como o melhor do primeiro fim de semana do Rock in Rio 2011. Numa enquete no site do jornal O Globo, a banda americana teve 24% dos mais de três mil votos. Mostrando a força do rock brasileiro, o Capital Inicial ficou em segundo lugar, com 17% dos votos. A banda de Brasília colocou a Cidade do Rock para cantar os seus hits no sábado.

O terceiro lugar teve um tríplice empate entre Slipknot , Red Hot Chili Peppers e Katy Perry , cada um com 13%. O Slipknot empolgou o público na noite do Metal com suas fantasias macabras e muita pirotecnia - teve baterista tocando na vertical e mosh de uma plataforma de quatro metros de altura! Mantendo a pressão, eles conseguiram se destacar mesmo tocando entre os pesos pesados Motörhead e Metallica.

O Red Hot Chili Peppers se redimiu do show morno da edição passada do festival, em 2001, com uma apresentação bem alternada entre sucessos e músicas do novo disco, "I'm with you". No final ainda teve homenagem a Rafael Mascarenhas, filho de Cissa Guimarães que era fã da banda e completaria 20 anos no sábado passado. Fã do Red Hot, o garoto morreu atropelado quando andava de skate num túnel fechado.

Katy Perry fez uma apresentação perfeitamente equilibrada entre a malícia e a inocência para agradar ao público pré-adolescente que lotou a Cidade do Rock na sexta-feira. Com palco colorido e várias trocas de roupa, ela cantou seus sucessos e até deu um beijinho num fã que chamou ao palco.

Sir Elton John , representando rock clássico, teve 8% dos votos e ficou em sexto lugar. Rihanna alcançou 3%, o Motörhead , 2%, e o Snow Patrol , 1%.

Entre os shows do Palco Sunset, apenas o Sepultura teve uma votação expressiva (4%), mostrando que a banda mineira poderia ter ocupado uma vaga no palco principal. As outras quatro opções da enquete ficaram com 1% cada.

Fonte: O Globo

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Show do Metallica no Rock in Rio bate recordes no Youtube

   28 de Setembro de 2011     tags: rock in rio, brasil      Comentários

Segundo o Google Brasil, no primeiro final de semana do Rock in Rio, o canal oficial do festival no YouTube atingiu a marca de 3 milhões de visitas. Usuários de mais de 200 países acompanharam, ao vivo os três primeiros dias do evento.

As apresentações campeãs de audiência na rede foram Metallica, Red Hot Chili Peppers e Katy Perry, nessa ordem. O resultado é comparável à exibição de outros grandes festivais de música transmitidos pelo YouTube, como Lollapalooza e Coachella e simplesmente alcançou o dobro de visualizações que o Carnaval de Salvador, transmitido este ano para mais de 200 países.

"Estados Unidos, México e Japão são os países em que tivemos mais acessos. A América Latina e o Canadá também garantiram boa audiência", comemora Flavia Simon, gerente de marketing do Google Brasil.

"Uma campanha de sucesso precisa conciliar tecnologia de ponta aliada ao conteúdo pelo qual o usuário é apaixonado", afirma Flavia Simon. "O Rock in Rio une esses dois fatores, o que fez com que ele tenha atingido neste primeiro fim de semana uma audiência tão grandiosa, voltando os olhos do mundo para o Rio de Janeiro", completa.

O canal do Rock in Rio no Youtube está disponível em 24 idiomas e inclui informações gerais sobre o evento, as playlists preferidas dos internautas e possibilidade de interação e compartilhamento de vídeos.

Em sua décima edição, esta é a primeira vez que o evento é transmitido ao vivo pelo YouTube para todo o mundo (Menos Brasil, onde a exclusividade é da Globo.com). A campanha digital do Google para o Rock in Rio, ainda envolve além do YouTube, Orkut, Chrome Webstore e Google Maps.

Fonte: Whiplash!

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Entrevista antiga de Cliff Burton e Kirk Hammett

   27 de Setembro de 2011     tags: entrevista, áudio, burton, hammett      Comentários

Hoje marca o aniversário de 25 anos da morte do lendário baixista do Metallica, Cliff Burton, que faleceu em um acidente de ônibus na Suécia (próximo a Ljungby) em 27 de Setembro de 1986, aos 24 anos. Para marcar este triste aniversário, a Bravewords.com divulgou uma entrevista de quase 40 minutos que Mark Gromen realizou com Burton e o guitarrista Kirk Hammett quando a banda estava promovendo o Ride the Lightning.

Leia a história de Mark Gromen abaixo:

"Data: 7 de Fevereiro de 1985

Como um DJ de rádio da universidade, eu realizei algumas entrevistas ao vivo, mas o prospecto do Metallica tocar no Variety Theater, fora de Cleveland, OH, junto do W.A.S.P., pareceu a oportunidade perfeita de ter uma conversa cara a cara. Nos anos seguintes, eu realizei centenas delas, mas esta foi a minha primeira e nunca repliquei o procedimento exato. Dia do show, meu assistente de produção Josh e eu pegamos o Rapid (metrô de Cleveland) para o lado oeste e andamos a distância restante ao Marriott no W. 150th (que ainda está lá). Não havia gravadores de bolso ou MP3 naquela época, então eu trouxe um deck de fitas doméstico, capaz de duas entradas estéreo e microfones!

Quando cheguei ao hotel, eu fiquei surpreso ao saber que a banda, em turnê do Ride the Lightning, estava registrada com seus nomes reais, então depois de não ter resposta de Lars e James, eu segui para Cliff e Kirk, que estava dividindo o mesmo quarto e estavam saindo da cama. A gente deu alguns minutos para que eles se arrumassem (o cabelo de Cliff ainda estava molhado, em uma toalha, quando ele entrou na sala, e se você ouvir com atenção, consegue ouví-lo escovando os dentes: a gravação é clara!). A maioria das perguntas foram feitas por mim, mas Josh não conseguiu ficar de fora.

Todos esses anos depois, ainda é meio raro ouvir Hammett falar e Burton, bem, considere isto como um tesouro enterrado há muito tempo. Depois de ir ao ar no meu programa de rádio na WRUW (em um horário infeliz de manhã, durante a semana), ela ficou acumulando poeira (junto de outras fitas que a Bravewords.com disponibilizará gradualmente). Sente-se e aproveite a exuberância jovem de uma banda se erguendo e dois fãs."

Ouça a entrevista abaixo.

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Fonte (em inglês): Bravewords.com

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Ulrich relembra Cliff Burton

   27 de Setembro de 2011     tags: entrevista, ulrich, burton      Comentários

Hoje marca o 25o. aniversário de morte do baixista do Metallica, Cliff Burton. Em memória a ele, o baterista da banda, Lars Ulrich, falou sobre ele na edição "Fallen Heroes" de Janeiro/Fevereiro da revista Revolver. Ele tinha tantas histórias boas sobre Burton, que não couberam na revista. Então, aqui está tudo que Ulrich disse sobre Burton.

Revolver: O que você se lembra sobre a primeira vez que o viu?
Ulrich: Eu nunca tinha visto nada daquele jeito. Era tão único e tão original. E ele tinha essa incrível presença de palco, e esta unicidade a toda vibe. Eu nunca tinha visto nada como isso. Era novo, era diferente. E obviamente você conseguia dizer que havia uma habilidade incrível, e havia uma presença de palco, e todos esses tipos de coisas empacotados neste tipo incrível de personalidade. E eu acgo que nós estávamos um pouco intimidados por ele no começo, por ele ser tão único.

Mas então o conhecemos um pouco melhor, e eu meio que comecei a tentar fazer com que ele abandonasse o barco [da sua banda Trauma], e então eu comecei a perceber que ele era um cara bem tranquilo. Mas ele também era bem firme no fato que de L.A. não era para ele. Porque eu e James estávamos tentando leva-lo a L.A., e ele não curtia isso. Ele estava bem enraizado aqui [próximo de San Francisco], ele era quase um caipira do Northern California. Digo, há muitas vibrações diferentes aqui, e há definitivamente uma vibração única em Castro Valley e Hayward. E ele era realmente enraizado de onde ele veio. E ele era provavelmente, certamente falando por mim, eu era bem mais nômade. Quando nós viajávamos e coisas do tipo, ele era o primeiro cara a querer ir para casa. E ele era um o cara que provavelmente tinha as raízes mais fortes de todos nós. Ele tinha família e meio que uma história. Eu e James éramos mais solitários.

Revolver: Parecia que ele era relaxado.
Ulrich: Ele não machucava pessoas. Ele não ultrapassou os limites, mas ele certamente estava pronto para fazer parte de alguma agitação. Mas mais por travessura do que para machucar pessoas. Então era mais diversão e brincadeiras. Ele brigaria de mentira ou algo assim, mandava um tipo de soco falso, mas ele nunca daria um soco de verdade. Eu acho que nunca vi o Cliff em uma briga. Eu acho que nunca vi o Cliff em uma discussão acalorada ou algo assim. Digo, ele era um cara bem tranquilo. E nunca foi desagradável.

Revolver: Quais são suas melhores memórias dele?
Ulrich: Minhas melhores memórias de Cliff são sua desconsideração pelo convencional e sua total desconsideração em fazer as coisas da forma como você espera. Ele estava lá para desafiar a normalidade, desafiar o status quo, para foder com as coisas musicalmente, na forma de se vestir, na forma que ele se levava, seu senso de humor, seu relacionamento com a música que o inspirou, a música que ele tocava. Era sempre bem não-convencional, e era sempre bem pouco usual. Você poderia falar que eu e James [Hetfield] na época éramos caras mais do tipo quadrado, pois nós éramos mais tipo, "Motörhead, Iron Maiden!". Camisetas de heavy metal, cabelo comprido e bater cabeça na parede. Cliff era tão rápido em sua palheta de coisas que ele curtia e coisas que o inspirava e coisas que eles estava fazendo. Então foi definitivamente sua música, e sua atitude e seu jeito de viver que realmente inspirou a mim e a James a expandir nossos horizontes, expandir os horizontes do Metallica musicalmente. Então quando eu penso no Cliff, é isto que eu penso... Meio que variedade e falta de predição, sabe.

Revolver: Quais são algumas das bandas que ele fez você curtir?
Ulrich: Primeiro de tudo, ele era treinado classicamente, e realmente sabia das coisas de música clássica. Ele estudou música clássica na faculdade. Então ele se sentava lá, falando sobre Johann Sebastian Bach, falava sobre algumas dessas coisas legais de música clássica. E eu havia ouvido algumas dessas palavras serem lançadas quando Richie Blackmore falou sobre suas influências, mas não era algo que eu geralmente era exposto.

Então ele era bem... Sabe, esta coisa sulista. Digo, obviamente eu sabia de Skynyrd e curtia alguns de seus momentos mais pesados. Mas ele curtia tanto Skynyrd e .38 Special e ZZ Top e Allman Brothers e todas essas coisas que meio que vieram com o surgimento do Black Oak Arkansas. E o Outlars e todas essas coisas, havia toda uma coisas lá.

Ele também curtia muitas coisas progressivas tipo Yes, e Peter Gabriel, e muito rock progressivo. E ele era fanático por Rush. Certamente eu curtia Rush, mas não no mesmo nível que ele. Havia toda um gama de coisas.

Quando eu conheci o Cliff em 81, eu tinha passado por muitas experiências musicais. Mas naquela épocam as coisas que estavam me inspirando a tocar música eram... Eu não posso dizer que Lynyrd Skynyrd era particularmente uma grande inspiração para que eu começasse a tocar bateria. Era bem mais restrito. Iron Maiden e Deep Purple e Judas Priest e Diamond Head e Angel Witch, e as histórias foram contatas milhares de vezes. E a coisa de New Wave of British Heavy Metal, e Cliff era bem mais amplo em seu escopo. Eu toquei Diamond Head para ele. Ele gostou de algumas coisas, ele gostou um pouco da energia do Iron Maiden. Ele gostou de Witchfinder General, algumas dessas coisas. Mas ele também, ele era mais seletivo naquilo que gostava, onde eu e James éramos mais do tipo, cara, New Wave of British Heavy Metal, isso detona! Onde algumas dessas coisas você pode argumentar 20, 30 anos depois que não eram tão boas como as outras. Havia acertos e erros nisso.

Mas o Cliff meio que curtia Peter Gabriel, The Police. Algumas das coisas, digo, não eram o inimigo porque eu estava ciente do fato de que havia integridade musical lá. Mas eu não posso dizer que eu conhecia muito do que o Police estava fazendo além das cinco músicas que eu ouvi na rádio. Mas de repente, entre as fitas de Diamond Head e Iron Maiden que tocavam nos ônibus da turnê e nas vans podres, o álbum Zenyattà Mondatta do Police surgiria. Ou era aquele álbum do Yes? 90125 ou algo assim. Alguma dessas coisas surgiria. Era bom. Ele amava tocar alguma coisa do começo do ZZ Top. Eu não conhecia realmente as coisas do Tres Hombres ou o resto desses álbuns até que o Cliff começasse a jogá-las em nossa direção.

Revolver: O que você pensa dele quando você olha para trás hoje?
Ulrich: Ele era realmente legal. Era, obviamente além de perder um irmão, teria serido mais... Eu ficaria interessado em ver em que mais ele poderia ter contribuído, pois parecia que estávamos apenas começando. Nós acabamos de tocar "Orion" de novo na última turnê, nas duas últimas semanas [quando o Metallica estava se preparando para o show do Big Four em Abril]. Então tocar "Orion", eu acho que a tocamos três vezes nas duas últimas semanas. Você se senta lá e de repente, Foda! Que peça musical incrível. E tão única. E teria sido interessante ver o que mais poderia ter sido nessa vasta lista de coisas que ele poderia ter compartilhado com o restante de nós. Essa será eternamente o elemento da curiosidade. Mas eu sou tão grato por ter tido a chance de tocar com ele por alguns anos. E ter tido a chance de conhece-lo, e ter tido a chance de beber com ele, e todas as coisas que provavelmente não seria legal de imprimir em uma publicação legal e familiar como a Revolver. Mas definitivamente foi uma época louca, e naquela época nós abraçamos o que a vida nos ofereceu. E a aceleramos a um "mach 10", como James costumava falar no palco.

Fonte (em inglês): Revolver

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Hetfield: "Lulu é único"

   27 de Setembro de 2011     tags: entrevista, hetfield, lulu, lou reed      Comentários

Pouco antes do show do Metallica, que fechou a noite de domingo no Rock in Rio, James Hetfield, vocalista e guitarrista da banda, topou com seus velhos conhecidos do Sepultura nos bastidores.

Andreas Kisser, guitarrista da banda brasileira, pergunta se ele pretendia mostrar algumas canções de "Lulu", o aguardado (e improvável) álbum que o Metallica gravou com Lou Reed e que será lançado em 31 de outubro.

"Sem chance", respondeu Hetfield. "Não é música de festival, digamos assim."

Falando à Folha pouco depois, o músico disse que "Lulu" não deve nem ser considerado um disco do Metallica. "É muito diferente. Também não é o novo álbum do Lou Reed, é o primeiro disco de Lulu", completa.

O nome, que Hetfield aplica tanto ao disco quanto à nova "banda" com Lou Reed, é derivado de duas obras do dramaturgo alemão Frank Wedekind (1864-1918) conhecidas como "as peças de Lulu", para as quais Reed começou a escrever uma trilha que agora virou o álbum.

Em entrevista, Hetfield disse que "Lulu" é "um álbum bastante adulto, muito profundo", e comentou a parceria com Lou Reed.

Folha - Você falou que "Lulu" não é música de festival.
James Hetfield - Quando eu quero ouvir "Lulu", eu coloco fones de ouvido e mando todo mundo sair da sala.

É uma experiência muito individual e muito diferente. É único, por isso o chamamos de "Lulu", não de "Lou Reed & Metallica".

Como aconteceu o trabalho com Lou Reed?
Ele nos convidou. Eu não queria fazer covers do Lou Reed, então, quando ele veio com essa ideia [de retrabalhar as canções escritas para a peça], foi perfeito.

Nós iríamos pegar as letras dele e escrever músicas que se encaixassem nelas. Ficávamos fazendo jams e foi notável, tanto nós quanto ele ficamos espantados com quão divertido, intenso e bom estava soando.

E o que achou dele?
É muito intelectual, mas também tem um certo aspecto infantil, ele fica brincando com sua mente, se você deixar. Nós não deixamos [risos]. Como letrista, é um gênio. Ele é único.

Ficou algo experimental?
Não é tão louco. Tem os vocais intensos dele e coisas do Metallica. É difícil não soar como o Metallica, mesmo quando tentamos. Mas acho que é ótimo, com canções típicas de Lou Reed, algumas animadas, outras lentas, pesadas. E algumas das coisas mais rápidas que o Lars [Ulrich, baterista] já tocou.

Os fãs de metal podem ser bem resistentes a mudanças. Você teme a reação dos seus?
Os fãs são exigentes e podem ser muito maldosos, escrevem coisas que não teriam coragem de dizer na sua cara. Nós já contamos com isso. Mas tudo bem, esse álbum não é para esse tipo. É para nós, para o Lou Reed. Estamos escrevendo o próximo disco do Metallica e eles podem esperar por ele.

Seria um disco para os fãs de Lou Reed?
Eles provavelmente vão odiá-lo também. Não sei, o disco é para quem gostar dele. Nós o fizemos, foi divertido e, para nós, soa fantástico. Pode abrir os olhos de algumas pessoas, ou não.

Agradecimentos: silverhetfield
Fonte: Folha.com

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Assista show do Metallica no Rock in Rio

   26 de Setembro de 2011     tags: rock in rio, vídeos, brasil      Comentários

Confira abaixo o vídeo com o show completo que o Metallica realizou ontem, 25 de Setembro, no Rock in Rio.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Versão acústica de "Disposable Heroes" em CD/DVD da Bridge School

   26 de Setembro de 2011     tags: vídeos, bridge school      Comentários

A apresentação especial e acústica do Metallica para a música "Disposable Heroes" - gravada em Outubro de 2007 no 21st annual Bridge School Benefit no Shoreline Amphitheatre em Mountain View, Califórnia - será incluída na compilação em CD e DVD dos shows beneficentes de Neil Young para a Bridge School.


A sair em 24 de Outubro, "The Bridge School Concerts - 25th Anniversary Edition" contará com contribuições adicionais de The Who, Bruce Springsteen, Paul McCartney, R.E.M., Pearl Jam, Elton John e muitos outros.

Confira abaixo uma gravação amadora da apresentação:


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Metallica e Lou Reed se unem em álbum histórico

   26 de Setembro de 2011     tags: lou reed, entrevista, ulrich, vídeos, lulu      Comentários

Ele se uniram para gravar o álbum “Lulu”, uma ópera rock com letras escritas por Lou Reed e musicadas pelo Metallica. A banda está no Brasil para se apresentar pela primeira vez no Rock in Rio.

Trata-se de uma banda de heavy metal que já se aventurou pela trilha das baladas românticas e dividiu o palco com uma orquestra. Na estrada desde 1981, o Metallica é o maior grupo de metal em atividade. Já foram nove prêmios “Grammy”, 100 milhões de discos vendidos e um lugar definitivo no “The Rock and Roll Hall of Fame”, o panteão dos imortais do rock.

O peso do Metallica sobe ao palco do Rock in Rio neste domingo (25). O Fantástico conversou com o baterista Lars Ulrich, na semana passada, quando o Metallica finalizou um álbum histórico com outra lenda viva: Lou Reed. Esse encontro é inusitado e ao mesmo tempo faz pensar: “Como é que isso nunca aconteceu antes?”.



Lou Reed e Metallica se uniram para gravar o álbum “Lulu”, uma ópera rock com letras escritas por Lou Reed e musicadas pelo Metallica. Quando perguntado como foi trabalhar com um ícone do rock, quem responde é o próprio Lou Reed: “Esses caras é que são ícones do rock. Foi ótimo trabalhar com eles. Eu estou mais do que feliz”.

Lars Ulrich segue com a troca de gentilezas entre roqueiros. “O trabalho com o Lou Reed foi muito natural. Nós levamos apenas quatro dias para finalizar dois terços do álbum. Foi incrível. Tivemos uma energia espontânea juntos”, disse.

A primeira ideia era regravar alguns clássicos de Reed. Ele mesmo preferiu revisitar um trabalho recente, uma adaptação de uma ópera que ele compôs. “Eu pensei: o Metallica é a banda perfeita para trabalhar comigo nesse projeto, e chamei os caras”, comentou Lou Reed. “Levou mais ou menos uns dois minutos para a gente aceitar. Foi um presente de Deus”, acrescentou Lars.

O Metallica sempre gostou de colaborações. Em 1999, o grupo surpreendeu ao tocar acompanhado pela Orquestra Sinfônica de São Francisco. Desde o ano passado, eles têm se apresentado com Slayer, Megadeth e Antrax, no que deve ser talvez o maior encontro de heavy metal da história.

Qual a expectativa para tocar no Rock in Rio? “Parece mentira, mas nós não tocamos no Rio desde 1989”, lembra Lars, que tem boas lembranças do Brasil. Por falar em memórias, Lars brinca uma foto que está na sala: “A gente era jovem naquela época e inocente. Eu tinha uns 14 anos”.

Na viagem ao Rio, ele se lembra que jogava ‘freesbee’ na praia durante horas. “Talvez se a gente não tivesse perdido aquele ‘freesbee’ no mar, eu estaria até hoje naquela praia. Era muito lindo”, disse.

No meio do papo, caiu a ficha de Lars: “Eu vou estar no Brasil na semana que vem”. Lou Reed se surpreende: “Na semana que vem?”, pergunta. “Você sabe de uma coisa absurda? O Metallica já tocou em edições do Rock in Rio pelo mundo inteiro, menos no Rio”, acrescenta Lars. Chegou a hora de consertar essa falha na carreira do Metallica.

Fonte: Fantástico

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Entrevista com Hammett antes do show no RIR

   26 de Setembro de 2011     tags: entrevista, hammett, vídeos, rock in rio, brasil      Comentários

O canal Multishow exibiu uma entrevista com o guitarrista Kirk Hammett, que aconteceu antes da apresentação do Metallica no Rock In Rio. A entevista legendada de Hammett pode ser conferida abaixo.


Fonte: Whiplash!

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Fotos do Rock in Rio

   26 de Setembro de 2011     tags: fotos, rock in rio, brasil      Comentários



Fotos da apresentação que o Metallica realizou ontem, 25 de Setembro, no Rock in Rio foram disponbilizadas e podem ser conferidas clicando aqui.

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