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Ulrich relembra Cliff Burton

   27 de Setembro de 2011     tags: entrevista, ulrich, burton      Comentários

Hoje marca o 25o. aniversário de morte do baixista do Metallica, Cliff Burton. Em memória a ele, o baterista da banda, Lars Ulrich, falou sobre ele na edição "Fallen Heroes" de Janeiro/Fevereiro da revista Revolver. Ele tinha tantas histórias boas sobre Burton, que não couberam na revista. Então, aqui está tudo que Ulrich disse sobre Burton.

Revolver: O que você se lembra sobre a primeira vez que o viu?
Ulrich: Eu nunca tinha visto nada daquele jeito. Era tão único e tão original. E ele tinha essa incrível presença de palco, e esta unicidade a toda vibe. Eu nunca tinha visto nada como isso. Era novo, era diferente. E obviamente você conseguia dizer que havia uma habilidade incrível, e havia uma presença de palco, e todos esses tipos de coisas empacotados neste tipo incrível de personalidade. E eu acgo que nós estávamos um pouco intimidados por ele no começo, por ele ser tão único.

Mas então o conhecemos um pouco melhor, e eu meio que comecei a tentar fazer com que ele abandonasse o barco [da sua banda Trauma], e então eu comecei a perceber que ele era um cara bem tranquilo. Mas ele também era bem firme no fato que de L.A. não era para ele. Porque eu e James estávamos tentando leva-lo a L.A., e ele não curtia isso. Ele estava bem enraizado aqui [próximo de San Francisco], ele era quase um caipira do Northern California. Digo, há muitas vibrações diferentes aqui, e há definitivamente uma vibração única em Castro Valley e Hayward. E ele era realmente enraizado de onde ele veio. E ele era provavelmente, certamente falando por mim, eu era bem mais nômade. Quando nós viajávamos e coisas do tipo, ele era o primeiro cara a querer ir para casa. E ele era um o cara que provavelmente tinha as raízes mais fortes de todos nós. Ele tinha família e meio que uma história. Eu e James éramos mais solitários.

Revolver: Parecia que ele era relaxado.
Ulrich: Ele não machucava pessoas. Ele não ultrapassou os limites, mas ele certamente estava pronto para fazer parte de alguma agitação. Mas mais por travessura do que para machucar pessoas. Então era mais diversão e brincadeiras. Ele brigaria de mentira ou algo assim, mandava um tipo de soco falso, mas ele nunca daria um soco de verdade. Eu acho que nunca vi o Cliff em uma briga. Eu acho que nunca vi o Cliff em uma discussão acalorada ou algo assim. Digo, ele era um cara bem tranquilo. E nunca foi desagradável.

Revolver: Quais são suas melhores memórias dele?
Ulrich: Minhas melhores memórias de Cliff são sua desconsideração pelo convencional e sua total desconsideração em fazer as coisas da forma como você espera. Ele estava lá para desafiar a normalidade, desafiar o status quo, para foder com as coisas musicalmente, na forma de se vestir, na forma que ele se levava, seu senso de humor, seu relacionamento com a música que o inspirou, a música que ele tocava. Era sempre bem não-convencional, e era sempre bem pouco usual. Você poderia falar que eu e James [Hetfield] na época éramos caras mais do tipo quadrado, pois nós éramos mais tipo, "Motörhead, Iron Maiden!". Camisetas de heavy metal, cabelo comprido e bater cabeça na parede. Cliff era tão rápido em sua palheta de coisas que ele curtia e coisas que o inspirava e coisas que eles estava fazendo. Então foi definitivamente sua música, e sua atitude e seu jeito de viver que realmente inspirou a mim e a James a expandir nossos horizontes, expandir os horizontes do Metallica musicalmente. Então quando eu penso no Cliff, é isto que eu penso... Meio que variedade e falta de predição, sabe.

Revolver: Quais são algumas das bandas que ele fez você curtir?
Ulrich: Primeiro de tudo, ele era treinado classicamente, e realmente sabia das coisas de música clássica. Ele estudou música clássica na faculdade. Então ele se sentava lá, falando sobre Johann Sebastian Bach, falava sobre algumas dessas coisas legais de música clássica. E eu havia ouvido algumas dessas palavras serem lançadas quando Richie Blackmore falou sobre suas influências, mas não era algo que eu geralmente era exposto.

Então ele era bem... Sabe, esta coisa sulista. Digo, obviamente eu sabia de Skynyrd e curtia alguns de seus momentos mais pesados. Mas ele curtia tanto Skynyrd e .38 Special e ZZ Top e Allman Brothers e todas essas coisas que meio que vieram com o surgimento do Black Oak Arkansas. E o Outlars e todas essas coisas, havia toda uma coisas lá.

Ele também curtia muitas coisas progressivas tipo Yes, e Peter Gabriel, e muito rock progressivo. E ele era fanático por Rush. Certamente eu curtia Rush, mas não no mesmo nível que ele. Havia toda um gama de coisas.

Quando eu conheci o Cliff em 81, eu tinha passado por muitas experiências musicais. Mas naquela épocam as coisas que estavam me inspirando a tocar música eram... Eu não posso dizer que Lynyrd Skynyrd era particularmente uma grande inspiração para que eu começasse a tocar bateria. Era bem mais restrito. Iron Maiden e Deep Purple e Judas Priest e Diamond Head e Angel Witch, e as histórias foram contatas milhares de vezes. E a coisa de New Wave of British Heavy Metal, e Cliff era bem mais amplo em seu escopo. Eu toquei Diamond Head para ele. Ele gostou de algumas coisas, ele gostou um pouco da energia do Iron Maiden. Ele gostou de Witchfinder General, algumas dessas coisas. Mas ele também, ele era mais seletivo naquilo que gostava, onde eu e James éramos mais do tipo, cara, New Wave of British Heavy Metal, isso detona! Onde algumas dessas coisas você pode argumentar 20, 30 anos depois que não eram tão boas como as outras. Havia acertos e erros nisso.

Mas o Cliff meio que curtia Peter Gabriel, The Police. Algumas das coisas, digo, não eram o inimigo porque eu estava ciente do fato de que havia integridade musical lá. Mas eu não posso dizer que eu conhecia muito do que o Police estava fazendo além das cinco músicas que eu ouvi na rádio. Mas de repente, entre as fitas de Diamond Head e Iron Maiden que tocavam nos ônibus da turnê e nas vans podres, o álbum Zenyattà Mondatta do Police surgiria. Ou era aquele álbum do Yes? 90125 ou algo assim. Alguma dessas coisas surgiria. Era bom. Ele amava tocar alguma coisa do começo do ZZ Top. Eu não conhecia realmente as coisas do Tres Hombres ou o resto desses álbuns até que o Cliff começasse a jogá-las em nossa direção.

Revolver: O que você pensa dele quando você olha para trás hoje?
Ulrich: Ele era realmente legal. Era, obviamente além de perder um irmão, teria serido mais... Eu ficaria interessado em ver em que mais ele poderia ter contribuído, pois parecia que estávamos apenas começando. Nós acabamos de tocar "Orion" de novo na última turnê, nas duas últimas semanas [quando o Metallica estava se preparando para o show do Big Four em Abril]. Então tocar "Orion", eu acho que a tocamos três vezes nas duas últimas semanas. Você se senta lá e de repente, Foda! Que peça musical incrível. E tão única. E teria sido interessante ver o que mais poderia ter sido nessa vasta lista de coisas que ele poderia ter compartilhado com o restante de nós. Essa será eternamente o elemento da curiosidade. Mas eu sou tão grato por ter tido a chance de tocar com ele por alguns anos. E ter tido a chance de conhece-lo, e ter tido a chance de beber com ele, e todas as coisas que provavelmente não seria legal de imprimir em uma publicação legal e familiar como a Revolver. Mas definitivamente foi uma época louca, e naquela época nós abraçamos o que a vida nos ofereceu. E a aceleramos a um "mach 10", como James costumava falar no palco.

Fonte (em inglês): Revolver

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Hetfield: "Lulu é único"

   27 de Setembro de 2011     tags: entrevista, hetfield, lulu, lou reed      Comentários

Pouco antes do show do Metallica, que fechou a noite de domingo no Rock in Rio, James Hetfield, vocalista e guitarrista da banda, topou com seus velhos conhecidos do Sepultura nos bastidores.

Andreas Kisser, guitarrista da banda brasileira, pergunta se ele pretendia mostrar algumas canções de "Lulu", o aguardado (e improvável) álbum que o Metallica gravou com Lou Reed e que será lançado em 31 de outubro.

"Sem chance", respondeu Hetfield. "Não é música de festival, digamos assim."

Falando à Folha pouco depois, o músico disse que "Lulu" não deve nem ser considerado um disco do Metallica. "É muito diferente. Também não é o novo álbum do Lou Reed, é o primeiro disco de Lulu", completa.

O nome, que Hetfield aplica tanto ao disco quanto à nova "banda" com Lou Reed, é derivado de duas obras do dramaturgo alemão Frank Wedekind (1864-1918) conhecidas como "as peças de Lulu", para as quais Reed começou a escrever uma trilha que agora virou o álbum.

Em entrevista, Hetfield disse que "Lulu" é "um álbum bastante adulto, muito profundo", e comentou a parceria com Lou Reed.

Folha - Você falou que "Lulu" não é música de festival.
James Hetfield - Quando eu quero ouvir "Lulu", eu coloco fones de ouvido e mando todo mundo sair da sala.

É uma experiência muito individual e muito diferente. É único, por isso o chamamos de "Lulu", não de "Lou Reed & Metallica".

Como aconteceu o trabalho com Lou Reed?
Ele nos convidou. Eu não queria fazer covers do Lou Reed, então, quando ele veio com essa ideia [de retrabalhar as canções escritas para a peça], foi perfeito.

Nós iríamos pegar as letras dele e escrever músicas que se encaixassem nelas. Ficávamos fazendo jams e foi notável, tanto nós quanto ele ficamos espantados com quão divertido, intenso e bom estava soando.

E o que achou dele?
É muito intelectual, mas também tem um certo aspecto infantil, ele fica brincando com sua mente, se você deixar. Nós não deixamos [risos]. Como letrista, é um gênio. Ele é único.

Ficou algo experimental?
Não é tão louco. Tem os vocais intensos dele e coisas do Metallica. É difícil não soar como o Metallica, mesmo quando tentamos. Mas acho que é ótimo, com canções típicas de Lou Reed, algumas animadas, outras lentas, pesadas. E algumas das coisas mais rápidas que o Lars [Ulrich, baterista] já tocou.

Os fãs de metal podem ser bem resistentes a mudanças. Você teme a reação dos seus?
Os fãs são exigentes e podem ser muito maldosos, escrevem coisas que não teriam coragem de dizer na sua cara. Nós já contamos com isso. Mas tudo bem, esse álbum não é para esse tipo. É para nós, para o Lou Reed. Estamos escrevendo o próximo disco do Metallica e eles podem esperar por ele.

Seria um disco para os fãs de Lou Reed?
Eles provavelmente vão odiá-lo também. Não sei, o disco é para quem gostar dele. Nós o fizemos, foi divertido e, para nós, soa fantástico. Pode abrir os olhos de algumas pessoas, ou não.

Agradecimentos: silverhetfield
Fonte: Folha.com

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Assista show do Metallica no Rock in Rio

   26 de Setembro de 2011     tags: rock in rio, vídeos, brasil      Comentários

Confira abaixo o vídeo com o show completo que o Metallica realizou ontem, 25 de Setembro, no Rock in Rio.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Versão acústica de "Disposable Heroes" em CD/DVD da Bridge School

   26 de Setembro de 2011     tags: vídeos, bridge school      Comentários

A apresentação especial e acústica do Metallica para a música "Disposable Heroes" - gravada em Outubro de 2007 no 21st annual Bridge School Benefit no Shoreline Amphitheatre em Mountain View, Califórnia - será incluída na compilação em CD e DVD dos shows beneficentes de Neil Young para a Bridge School.


A sair em 24 de Outubro, "The Bridge School Concerts - 25th Anniversary Edition" contará com contribuições adicionais de The Who, Bruce Springsteen, Paul McCartney, R.E.M., Pearl Jam, Elton John e muitos outros.

Confira abaixo uma gravação amadora da apresentação:


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Metallica e Lou Reed se unem em álbum histórico

   26 de Setembro de 2011     tags: lou reed, entrevista, ulrich, vídeos, lulu      Comentários

Ele se uniram para gravar o álbum “Lulu”, uma ópera rock com letras escritas por Lou Reed e musicadas pelo Metallica. A banda está no Brasil para se apresentar pela primeira vez no Rock in Rio.

Trata-se de uma banda de heavy metal que já se aventurou pela trilha das baladas românticas e dividiu o palco com uma orquestra. Na estrada desde 1981, o Metallica é o maior grupo de metal em atividade. Já foram nove prêmios “Grammy”, 100 milhões de discos vendidos e um lugar definitivo no “The Rock and Roll Hall of Fame”, o panteão dos imortais do rock.

O peso do Metallica sobe ao palco do Rock in Rio neste domingo (25). O Fantástico conversou com o baterista Lars Ulrich, na semana passada, quando o Metallica finalizou um álbum histórico com outra lenda viva: Lou Reed. Esse encontro é inusitado e ao mesmo tempo faz pensar: “Como é que isso nunca aconteceu antes?”.



Lou Reed e Metallica se uniram para gravar o álbum “Lulu”, uma ópera rock com letras escritas por Lou Reed e musicadas pelo Metallica. Quando perguntado como foi trabalhar com um ícone do rock, quem responde é o próprio Lou Reed: “Esses caras é que são ícones do rock. Foi ótimo trabalhar com eles. Eu estou mais do que feliz”.

Lars Ulrich segue com a troca de gentilezas entre roqueiros. “O trabalho com o Lou Reed foi muito natural. Nós levamos apenas quatro dias para finalizar dois terços do álbum. Foi incrível. Tivemos uma energia espontânea juntos”, disse.

A primeira ideia era regravar alguns clássicos de Reed. Ele mesmo preferiu revisitar um trabalho recente, uma adaptação de uma ópera que ele compôs. “Eu pensei: o Metallica é a banda perfeita para trabalhar comigo nesse projeto, e chamei os caras”, comentou Lou Reed. “Levou mais ou menos uns dois minutos para a gente aceitar. Foi um presente de Deus”, acrescentou Lars.

O Metallica sempre gostou de colaborações. Em 1999, o grupo surpreendeu ao tocar acompanhado pela Orquestra Sinfônica de São Francisco. Desde o ano passado, eles têm se apresentado com Slayer, Megadeth e Antrax, no que deve ser talvez o maior encontro de heavy metal da história.

Qual a expectativa para tocar no Rock in Rio? “Parece mentira, mas nós não tocamos no Rio desde 1989”, lembra Lars, que tem boas lembranças do Brasil. Por falar em memórias, Lars brinca uma foto que está na sala: “A gente era jovem naquela época e inocente. Eu tinha uns 14 anos”.

Na viagem ao Rio, ele se lembra que jogava ‘freesbee’ na praia durante horas. “Talvez se a gente não tivesse perdido aquele ‘freesbee’ no mar, eu estaria até hoje naquela praia. Era muito lindo”, disse.

No meio do papo, caiu a ficha de Lars: “Eu vou estar no Brasil na semana que vem”. Lou Reed se surpreende: “Na semana que vem?”, pergunta. “Você sabe de uma coisa absurda? O Metallica já tocou em edições do Rock in Rio pelo mundo inteiro, menos no Rio”, acrescenta Lars. Chegou a hora de consertar essa falha na carreira do Metallica.

Fonte: Fantástico

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Entrevista com Hammett antes do show no RIR

   26 de Setembro de 2011     tags: entrevista, hammett, vídeos, rock in rio, brasil      Comentários

O canal Multishow exibiu uma entrevista com o guitarrista Kirk Hammett, que aconteceu antes da apresentação do Metallica no Rock In Rio. A entevista legendada de Hammett pode ser conferida abaixo.


Fonte: Whiplash!

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Fotos do Rock in Rio

   26 de Setembro de 2011     tags: fotos, rock in rio, brasil      Comentários



Fotos da apresentação que o Metallica realizou ontem, 25 de Setembro, no Rock in Rio foram disponbilizadas e podem ser conferidas clicando aqui.

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Ouça The View do disco Lulu

   26 de Setembro de 2011     tags: lulu, áudio      Comentários

Ouça abaixo, na íntegra, a faixa "The View", do novo disco de Lou Reed com o Metallica, entitulado "Lulu", a ser lançado em 31 de Outubro.

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Hammett fala sobre show no Rock in Rio e projetos com Lou Reed

   26 de Setembro de 2011     tags: rock in rio, entrevista, brasil, hammett      Comentários

Em entrevista ao Globo na noite deste domingo, o guitarrista Kirk Hammett, do Metallica, deu pistas do que vem no show que a banda fará nesta noite no Palco Mundo.

- Prometo que será um show longo, com um repertório bem abrangente. Geralmente, criamos o setlist baseado no último show feito na cidade em questão. Como nossa última apresentação no Rio foi em 1999, tivemos que improvisar, porque muita música foi lançada desde então. Nós adoramos o Rio e estamos felizes por voltar à cidade.

Ele ainda revelou que a banda está começando a compor novas canções para um disco, o primeiro desde "Death magnetic", de 2008, afora "Lulu", colaboração com Lou Reed que chega às lojas no dia 31 de outubro.

- Gostaria de dizer que o disco sairá no ano que vem, mas não vai acontecer - disse Hammett. - Sendo realista, será no mínimo em 2013.

O Metallica predende promover "Lulu" em shows nos Estados Unidos e na Europa.

- Temos que encontrar tempo, mas pelos menos alguns shows com Lou devem acontecer.

O cantor James Hetfield comentou com amigos que nenhuma canção do disco com o ex-integrante do Velvet Underground estará no repertório do show desta noite, no Rock in Rio.

- Não é exatamente música de festival -- brincou Hetfield.

Fonte: O Globo

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Coletânea de fotos e resenhas do Rock in Rio

   26 de Setembro de 2011     tags: fotos, rock in rio, brasil      Comentários

Confira abaixo uma coletânea de links com diversas fotos e resenhas a respeito do show que o Metallica realizou ontem, 25 de Setembro, no Rock in Rio.

- Vocalista do Metallica relaxa na varanda do hotel no Rio antes do show (EGO)
- Metallica fecha noite do metal com clássicos de seus 30 anos (O Dia)
- Metallica encerra em alto nível primeiro final de semana do Rock in Rio (Vírgula)
- Metallica faz show mais longo do Rock in Rio e público pede mais (iG)
- Metallica deixam a sua marca na terceira noite de Rock in Rio Brasil (Blitz)
- Metallica acaba com fila da comida no Rock in Rio (Terra)
- Metallica toca por mais de 2 horas e rege 'coro de vozes' no Palco Mundo (G1)
- Em noite de heavy metal, Metallica comanda exército de fãs ao encerrar primeiro final de semana do Rock In Rio (UOL)
- Show impecável do Metallica encerra terceira noite do festival (O Globo)
- Metallica aos 30 no Rock in Rio (Estado de São Paulo)
- Resenha do Metallica no Rock in Rio (Minuto HM)

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