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Saiba como assistir aos shows e acompanhar o Rock in Rio na internet

   22 de Setembro de 2011     tags: rock in rio, brasil      Comentários

G1 mostrará shows do palco Mundo com exclusividade na internet brasileira.
Multishow transmitirá o palco Sunset. Veja abaixo a programação.

O Rock in Rio terá cobertura especial na internet e na televisão, por G1, TV Globo, Multishow e Ego. Transmissão ao vivo, reportagens direto da cidade do rock, fotos e vídeos deixarão quem for ao evento e quem ficou de fora informados sobre tudo o que acontece nesta quarta edição do festival no Brasil, que acontece nos dias 23, 24, 25, 29 e 30 de setembro e 1º e 2 de outubro.

A cobertura especial do G1 terá galeria de fotos, vídeos e reportagens especiais com o público e no backstage, além do acompanhamento do trânsito na região e das ocorrências policiais e de saúde. O internauta também poderá participar enviando fotos e vídeos.

A cobertura em tempo real começa às 7h com a movimentação do Terminal Alvorada e a chegada do público. Às 14h, o G1 irá acompanhar a abertura dos portões e, a partir das 18h15, começa o programa ao vivo com um “esquenta” para os shows do Palco Mundo.

Às 19h, tem início a transmissão ao vivo dos shows do Palco Mundo, com exclusividade na internet brasileira. Nos intervalos dos shows, serão publicadas reportagens do dia e outras, preparadas especialmente para o festival. Às 22h, começa a cobertura da área de música eletrônica, que vai até as 4h.

Multishow

O canal de TV a cabo Multishow vai transmitir ao vivo os shows do Palco Mundo e pela internet os do Palco Sunset. A transmissão pela TV começa às 16h30, com a atriz Erika Mader, direto da Cidade do Rock. As atrações do palco Sunset serão transmitidas a partir das 14h40 pelo site do Multishow, que também acompanhará a movimentação na Cidade do Rock.

Às 19h, tem início na TV a transmissão dos shows do Palco Mundo, sob o comando de Beto Lee e Didi Wagner. Somando os sete dias do festival, o Multishow contabilizará cerca de 60 horas no ar, ao vivo, com as principais atrações do evento.

Ao longo da transmissão, diferentes integrantes da equipe do canal estarão em diversos pontos da Cidade do Rock para a cobertura do festival pela TV. Direto do espaço House Mix, Luisa Micheletti vai apresentar e encerrar cada show, além de acompanhar o público. Fernando Caruso irá circular pelo evento, conferindo a plateia e a movimentação da Rock Street. A cobertura terá ainda Dani Monteiro, que estará na área VIP para acompanhar a agitação dos famosos.

TV Globo

O Rock in Rio será transmitido pela TV Globo durante as madrugadas dos sete dias de evento. A exibição terá shows ao vivo e compactos com os melhores momentos do festival. O horário de início da transmissão, com duração média de três horas por dia, varia de acordo com a programação.

O festival será exibido nas sextas-feiras, dias 23 e 30, e nos sábados, dias 24 e 30, logo após o “Boletim Hipertensão”. Nos domingos, dias 25 e 2, o Rock in Rio irá ao ar depois do “Hipertensão”. Na quinta-feira, dia 29, a transmissão começa após o Jornal da Globo.

No dia 9 de outubro, a emissora vai exibir um compacto com os melhores momentos do festival.

A apresentação ficará a cargo do jornalista Zeca Camargo. Bruno De Luca e André Marques comandarão entrevistas e flashes do local.

Ego

Assim que começar o Rock in Rio, começa também no Ego a cobertura dos famosos que forem ver os shows. Repórteres e fotógrafos trarão as novidades direto da área vip e de toda a Cidade do Rock.

Fonte: G1

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Entrevista de Ulrich no Jamie Cullun Show

   21 de Setembro de 2011     tags: ulrich, entrevista, áudio      Comentários



O baterista do Metallica, Lars Ulrich, foi entrevistado a respeito de seu amor pelo jazz na edição de ontem (terça-feira, 20 de Setembro) do programa "Jamie Cullum" da BBC Radio 2. Ulrich discutiu sobre a influência de seu pai como um músico de jazz, e o impacto que artistas de jazz em sua casa teve em seus trabalhos futuros. Ouça o programa clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Reportagem de 17 minutos do show do Big Four em NY

   21 de Setembro de 2011     tags: big four, vídeos, new york      Comentários

Jo Schüftan do Horns Up Rocks! postou uma reportagem de 17 minutos gravada durante o show do Big Four na quarta-feira, 14 de Setembro, no Yankee Stadium em Nova Iorque. O vídeo conta com gravações dos shows, entrevista com fãs, além de destaques da conferência de imprensa do Anthrax. Também foi disponibilizada uma reportagem de três minutos e meio da Artisan News.



Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Universal Music e Metallica Remains levam você para conhecer o Metallica

   20 de Setembro de 2011     tags: metallica remains, brasil, rock in rio      Comentários

Com 30 anos de estrada, o Metallica é uma das maiores bandas de rock do mundo. Já pensou, ficar cara a cara com a banda? Chegou a oportunidade que você queria!



Para participar a um encontro com a banda, responda a seguinte pergunta: "O que os 30 anos de existência do Metallica significam para você?"

A resposta mais criativa ganhará 1 (um) par de Meet&Greet com o Metallica. E não é só isso: ganhará também os seguintes itens:

- 1 (um) CD "Death Magnetic"
- 1 (um) DVD "The Big 4 Live From Sofia"
- 1 single "The Day That Never Comes"

Para mais informações sobre como participar e regulamento completo, clique aqui.

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Lou Reed diz que CD com Metallica é 'o melhor de todos os tempos'

   20 de Setembro de 2011     tags: lulu, lou reed      Comentários

'Não estou sendo egocêntrico', disse o ex-Velvet Underground.
Disco com banda americana deve ser lançado em novembro.

Para Lou Reed, o disco que ele vai lançar com o Metallica é "a melhor coisa feita por alguém em todos os tempos".

Em entrevista para a "New York Magazine", o ex-líder do Velvet Underground revelou que algumas das faixas são regravações de canções da trilha sonora da peça alemã "Lulu", do dramaturgo Frank Wedekind.

"A versão da música de 'Lulu' que fiz com o Metallica é inspiradora. Poderiam até criar um outro sistema planetário. Não estou brincando, e eu não estou sendo egocêntrico", declarou. Ele acrescentou que o disco da parceria com o Metallica será lançado "provavelmente em novembro". A banda foi a primeira atração internacional a ser anunciada para a quarta edição do Rock in Rio no Brasil.

Agradecimentos: MoonWallkeR
Fonte: G1

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Pôster de álbum de Metallica e Lou Reed é banido do metrô de Londres

   20 de Setembro de 2011     tags: lulu      Comentários

O metrô londrino baniu de suas estações o uso do pôster promocional do álbum "Lulu", aguardada parceria entre o Metallica e Lou Reed. Segundo o site da revista "NME", o órgão considerou a capa do trabalho "parecida demais com grafite".

A imagem mostra o torso de uma manequim sem braços. Sobre ele está escrito em tinta vermelha o nome "Lulu".

O disco, que será lançado no dia 31 de outubro na Europa e em novembro nos EUA, terá 10 músicas. Entre elas, estão confirmadas as faixas "Frustration", "Pumping blood", "Little dog", "Mistress dread" e "Junior dad".

O trabalho é inspirado nas peças "Earth spirit" e "Pandora's box", do dramaturgo expressionista alemão Frank Wedekind. Em entrevista para a revista "New York", Reed disse que o disco é "a melhor coisa feita por alguém em todos os tempos".

Agradecimentos: MoonWallkeR
Fonte: G1

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Correias de guitarra Kirk Hammett

   19 de Setembro de 2011     tags: produtos, hammett      Comentários

Correias de guitarra Kirk Hammett, feitas a mão, de couro italiano estão disponíveis agora em Kirk-Hammett.com.



Comentário de Kirk: "Minha esposa Lani e nosso amigo Era costumavam trabalhar em projetos de couro há vários anos atrás em nossa casa em Nothern California. Nós tínhamos tantas cascavéis em nossa terra (e literalmente em nossa porta) que nós tínhamos que achar algo de útil para fazer com elas. O trabalho era feito com couros, peles, penas. Naquela época, parecia que estávamos todos usando algo daquelas colinas."

"Há sempre algo artístico sendo feito em nossa casa, seja música, roupa, boa comida, e agora correias de guitarra."

"Eu realmente amo essas correias e outros apreciarão suas histórias e manufatura."

"Eu sei que o conceito de uma correia de guitarra não é nenhuma novidade para o mundo, mas ainda assim eu descobri uma grande necessidade para elas. Elas são simples (embora detalhadas), bonitas (e duráveis), extremamente bem feitas a partir de couro (na Itália, onde mais), e simplesmente detonam!"

Mais informações pode ser conferidas em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich no Jamie Cullun Show

   19 de Setembro de 2011     tags: ulrich      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, estará no programa de Jamie Cullun na BBC Radio 2 amanhã, 20 de Setembro, para uma entrevista sobre seu amor por jazz! Confira enquanto ele discute suas influências e o impacto do jazz em seu futuro como músico. Ouça das 7:00 PM as 8:00 PM horário do Reino Unido na BBC Radio 2, 88-91 FM online. Para mais detalhes, clique aqui.

Fonte (em inglês): Bravewords.com

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Zeca Camargo fala sobre Lulu, Lou Reed e Lars Ulrich

   19 de Setembro de 2011     tags: entrevista, ulrich, lou reed, lulu      Comentários

Zeca Camargo, apresentador do Fantástico da TV Globo, postou recentemente em seu blog sobre sua experiência ao ouvir o disco "Lulu", colaboração musical entre Lou Reed e o Metallica, a ser lançado em 31 de Outubro, e sua entrevista com Lou Reed e Lars Ulrich:

Na última sexta-feira eu estive com Lars Ulrich, do Metallica – que vem tocar aqui, no Rock in Rio, no próximo domingo. Lars é um “velho conhecido” – a primeira vez que o entrevistei foi nos tempos da MTV, quando descobri que o baterista da banda (considerado hoje um dos melhores do mundo) é bom de conversa. Sexta-feira passada, por exemplo, quando ele chegou para a entrevista, quase que imediatamente começou a me contar que o filme que ele mais tinha gostado de ver recentemente era “Senna” – e por uma razão inesperada. O documentário, claro, é muito bom, e emocionou milhões de fãs do piloto pelo mundo desde que foi lançado. Mas Lars gostou mesmo porque ficou envolvido emocionalmente com a história por um detalhe bastante curioso: ele não sabia o final do filme!

Eu mesmo não acreditei quando ele me contou isso. Mas tratou logo de explicar que nunca foi um grande fã de corridas de Fórmula 1 – e que quando Senna morreu naquele acidente de 1994, em Ímola (Itália), ele provavelmente estava em turnê com o Metallica, e não prestou atenção na comoção mundial que essa grande perda causou (e olha que para ter escapado de uma notícia como essa, ele deveria estar realmente “imerso” nos seus concertos…). Lars contava esse caso com a espontaneidade de quem reencontra um grande amigo – coisa que não sou, veja bem: não posso, nem de longe me considerar “íntimo” dos artistas que entrevisto (não tenho essa ilusão, mesmo com aqueles que encontro repetidas vezes). Mas quero apenas passar o registro do nível de descontração que abriu esse encontro – pelo menos até o momento em que meu outro entrevistado do dia adentrou a sala…

Estou falando de Lou Reed.

Ele estava lá não porque estivesse vindo também para o Rock in Rio (quem dera!), mas porque ele acabou de lançar, junto com o Metallica, um dos álbuns mais interessantes que você vai ouvir em 2011 – ou melhor, um dos mais interessantes que você “não” vai ouvir, porque “Lulu” (o nome do trabalho conjunto) é algo muito estranho e diferente, e as pessoas geralmente têm um pouco de medo de coisas assim. Só que é genial – e eu só posso lamentar pela infelicidade de quem não quiser dar pelo menos uma chance a “Lulu”. Os fãs do Metallica certamente vão reconhecer o melhor da banda no disco – texturas musicais e evoluções sonoras que em muitos momentos (como na faixa “Dragon”) supera até trabalhos anteriores do próprio Metallica. E os fãs de Reed, sem dúvida nenhuma, vão identificar a voz gasta do artista que vem nos intrigando desde os tempos do Velvet Underground – que, talvez pela parceria inédita, parece se dedicar com novo fôlego ao estilo que ele mesmo criou e que poderíamos chamar de um “proto-rap”. Mas se ouvirem o álbum com atenção, os admiradores tanto de um lado como o do outro – bem como aqueles que não tem intimidade com nenhuma das partes, mas gostam da boa música – vão encontrar uma obra que é no mínimo instigante.

“Lulu” é uma adaptação de uma adaptação – textos do dramaturgo alemão Frank Wedekind, que pelas mãos de Lou Reed (e seu parceiro, o diretor Bob Wilson), virou uma montagem estupenda em Berlim, que agora virou um disco em colaboração com o Metallica. Como eles mesmos contam, o primeiro encontro entre as duas partes aconteceu em 2009, durante a cerimônia anual do Rock and Roll Hall of Fame, quando eles tocaram juntos alguns clássicos do Velvet. Surgiu então a vontade de estender essa ideia – e quem sabe gravar um disco com outras releituras do repertório (injustamente) esquecido de Reed. Mas aí um dia Reed teve um “estalo” e achou que o Metallica seria ideal para das uma nova cara ao seu trabalho antigo em cima de Wedekind – e pronto: nascia então “Lulu”.

A “criatura” que surgiu disso porém, não é exatamente bonita. Encarnado na voz de uma mulher, Reed leva torturas, tragédias, desespero e sofrimento a um novo patamar – que eu ainda não havia visitado, pelo menos não no universo da música pop. “Lulu” é brilhante – visceral. E tendo ouvido as faixas do álbum que me foram liberadas antes do lançamento oficial do CD (seis delas, no total) durante toda a manhã da última sexta-feira, devo dizer que estava ligeiramente transtornado para o resto do dia. E foi nesse estado de espírito que parti para a entrevista.

Aqueles momentos iniciais com Lars até que serviram como uma boa distração. Mas, retomando aquela hora em que Lou Reed entrou na sala, tenho a declarar eu fui tomado de uma “travação”, como se não tivesse me preparado nem um pouco para a entrevista. Eu estava preparadíssimo, diga-se, mas de alguma maneira, a presença dele naquela sala apertada mexeu comigo. Diante de mim estava um homem não muito alto – aliás, mais para o “baixinho”. Seu rosto era extremamente marcado, mais até do que seus quase 70 anos talvez permitissem. Sorrisos não faziam parte da sua expressão corporal, mas nas poucas palavras que expressou naqueles instantes iniciais, era possível ver que pelo menos alguns de seus dentes eram de platina (ou de algum outro material que se parecia com platina). Indiferente a esses detalhes, seu primeiro pedido foi para ver, no monitor do nosso equipamento, como ele estava fotografando – isto é, queria saber se estava “bem na câmera”. Mesmo com toda essa estranheza – ou talvez até por causa dela – eu me senti totalmente intimidado pela figura de Lou Reed.

Diante de mim, bem ali, estava alguém que significava mais que um “ídolo de rock” – Reed nunca se encaixou confortavelmente nessa categoria –, mas um ícone cultural, um cara que é uma referência não só para a história da música contemporânea, mas para a Arte (com maiúscula mesmo) do nosso tempo. O que seria apenas mais uma entrevista para promover um novo disco – e, talvez, a passagem do Metallica pelo Rock in Rio – assumia, para mim, um novo caráter. Eu tinha ali o desafio de “entreter” um artista maior. E devo dizer que quase não me dei bem.

Reed não tem a “manha” de dar esse tipo de entrevista – afinal, ele é de uma geração que não cresceu com o massivo esquema de marketing que hoje faz parte da carreira de qualquer artista. Mesmo depois que esse “sistema” já estava implantado, ele nunca se sentiu na obrigação de “passar por isso”. Entrevista para ele, eu imagino, é a oportunidade de uma conversa onde se discute assuntos sérios, sobre vida e arte, sobre questões mais fundamentais. E, a julgar pela sua atitude inicial, era essa postura que ele assumiria durante todo nosso encontro.

Era até engraçado. Enquanto Lars se esforçava em responder as perguntas com as informações básicas sobre “Lulu”, Reed parecia fazer questão de “divagar”. Na primeira brecha, me perguntou de quem era a cara estampada na minha camiseta (de ninguém especificamente – era só um desenho anônimo), e começou a divagar sobre aquela figura, sem deixar transparecer se ele estava realmente interessado naquilo ou apenas procurando uma distração para uma situação que ele não achava confortável. Logo depois pareceu incomodar-se com uma câmera extra que era usada pelo nosso cinegrafista – e sugeriu que outra pessoa a segurasse. “Você vai me agradecer por isso”, disse ele, em tom de “missão cumprida”. No geral, ele se comportava como um garoto disperso, que estava ali apenas para apresentar suas últimas arrelias…

Eu – ao mesmo tempo nervoso diante do artista, e concentrado a levar a entrevista adiante – tentava buscar em Lars algum apoio. E o baterista do Metallica, experiente como é nesse tipo de situação, tirava de letra. Mas eu queria mesmo era a atenção de Reed – algo que só consegui, finalmente, quando ele me perguntou se eu conhecia seu parceiro de tantos trabalhos, Bob. Ele se referia, claro, a Bob Wilson – que já citei acima –, um artista respeitadíssimo no mundo todo, e cujo trabalho eu conhecia bem, não só por espetáculos fantásticos que eu tive a oportunidade de ver em viagens (especialmente Nova York, onde ele é um nome quase permanente nas programações do Next Wave, o festival de artes da Brooklin Academy of Music), mas também por uma ótima exposição que ele ganhou recentemente aqui mesmo no Brasil, no Instituto Moreira Salles, Rio de Janeiro.

Nunca agradeci tanto meu interesse por “alta” cultura… Reed, talvez julgando que eu fosse um repórter que só me interessava por música pop, não tinha me dado a menor bola até então, mas mudou de atitude assim que eu citei trabalhos de Wilson que eu já havia conferido – passou, de fato, a conversar comigo. E aí então, a entrevista realmente aconteceu… Daquele momento até o final (ainda teríamos uns quinze minutos juntos) o clima era de total descontração – e eu me senti recompensado pelo esforço. E contente de ter conseguido levar uma conversa, não apenas com um, mas com dois grandes artistas ao mesmo tempo. O resultado disso, claro, você vai ver em breve no “Fantástico”.

Agora, com licença – tenho que me concentrar para falar com outro artista que muito provavelmente vai gerar muito mais tráfego na internet quando sua entrevista for exibida do que Metallica e Lou Reed (e escrevo isso sem o menor juízo de falor, acredite). Justin Bieber, aqui vou eu! Acho que não vai ser uma má maneira de comemorar os cinco anos deste blog – pelo contrário…


Agradecimentos: MoonWallkeR

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Vídeo de New York, NY

   19 de Setembro de 2011     tags: vídeos, big four, new york      Comentários

O vídeo oficial do show que o Metallica realizou em 14 de Setembro 2011, em New York, NY - incluindo trechos do meet-and-greet, sala de ensaios e da apresentação propriamente dita - foi disponibilizado e pode ser conferido abaixo.

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