Destaques

Notícias

Assista vídeo de jogo cancelado do Metallica

   17 de Outubro de 2016     tags: curiosidades, jogo      Comentários

Como noticiado anteriormentem, mais uma década atrás, havia um jogo do Metallica em desenvolvimento, porém ele foi cancelado e o máximo que se conhecia dele era um trailer e algumas artes conceituais.

Agora o canal PtoPOnline do YouTube conseguiu uma versão bem inicial do jogo (entitulado Damage Inc.), contando com apenas um nível parcialmente finalizado, mas que mostra o suficiente para se ter uma idéia de como seria a dinâmica dele. Como as artes conceituais sugeriam, era um jogo de combate veicular ambientado em um mundo pós-apocalíptico, onde você dirigiria carros com armas e atiraria em outros carros. Assista abaixo.


O vídeo foi feito usando a versão para PS2 do jogo, embora estivessem previstos versões para Xbox e PC também.

Fonte (em inglês): Kotaku

    Top

Ulrich sobre a indústria musical: Você tem que aceitar que ninguém sabe realmente para onde está indo

   16 de Outubro de 2016     tags: entrevista, ulrich, vídeos, napster      Comentários


O baterista do Metallica, Lars Ulrich, falou mais uma vez sobre como a indústria da música digital evoluiu desde 2000, quando a banda processou o Napster alegando que o pioneiro serviço de compartilhamento de músicas permitia que usuários baixassem canções do Metallica ilegalmente, sem o pagamento de royalties. Embora o caso tenha sido resolvido fora da corte, 300 mil usuários foram banidos do Napster por conta disso, e a imagem do Metallica teve grandes danos perante os fãs da música.

Ulrich, que foi o principal porta voz do Metallica na batalha contra o Napster, desde então se tornou amigo do co-fundador da empresa e atual investidor do Spotify, Sean Parker, e foi até ao casamento de Parker.

Falando com Chris Hayes do programa "All In" na MSNBC durante o festival Global Citizen no último mês, em Nova Iorque, Lars foi perguntado sobre o caso do Napster e quantas coisas que ele achou que se tornariam verdade em 2000 se concretizaram. Ele respondeu: "Eu acho que você meio que tem que aceitar que ninguém sabe realmente para onde está indo, então tem que haver muitas atitudes impulsivas. É como um trem que está se movendo, e você não sabe realmente para onde está indo, mas meio que tenta guiá-lo o melhor possível, percebendo que ele pode ir a lugares diferentes que você não fazia idéia."

Ele continuou: "A indústria da música, ou o que sobrou dela, é obviamente bem... É tipo o velho oeste agora. Quinze anos atrás, quando você lançava um disco, havia um jeito específico de fazer tudo. Agora, é aquilo que funciona para você. Nós estamos no processo de lançar um novo disco neste outono [americano, primavera brasileira], e estamos fazendo o que achamos que parece certo. Não há um jeito específico de fazer."

Lars admitiu mais de uma década atrás que ele esperava ter lidado com a situação do Napster de forma diferente. Em uma entrevista de 2003 para a Launch, ele disse que a batalha do Metallica contra o Napster, "na maior parte do tempo, foi como um sonho ruim, tipo, que diabos foi isto? Anos mais tarde, é como, isto realmente aconteceu? Nós fomos de sermos meio que bem respeitados, bem adorados, e então eu acordei um dia e de repente eu era o homem mais odiado do rock. Foi tipo, hã? Eu? O que eu fiz de errado? Eu sou um dos mocinhos. Foi tudo meio estranho."

Ele completou: Eu me orgulho da postura que tomamos. Foi uma época bem difícil. Foi uma época muito mais difícil, pois no meio disso, você precisa colocar sua melhor cara a mostra. Foi difícil. Muita dessa merda machucou e foi bem desconcertante pois foi difícil conectá-la com sua própria realidade. Por bem ou por mal, isso iniciou um bom debate."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Hammett: Metallica se tornou parte da cultura americana

   14 de Outubro de 2016     tags: entrevista, hammett, vídeos      Comentários

O último episódio do "String Theory" da Ernie ball conta com o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett. No vídeo de 15 minutos, Hammett discute não apenas sua carreira, mas sua vida emocional. Confira abaixo.


Segundo Hammett, "nós temos estado por aí há mais de três décadas - nós estamos na quarta década - e estamos por aí há tanto tempo, e as pessoas viram o nome do Metallica por tanto tempo que por pura osmose, nós nos tornamos parte da cultura americana, nossa cultural social. Agora temos fãs que nasceram e sempre tiveram o Metallica; o Metallica sempre esteve no plano de fundo. Para essas pessoas, nós somos algo mais do que apenas uma banda; somos parte da paisagem cultural."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Vídeo de Webster Hall, New York, NY

   12 de Outubro de 2016     tags: worldwired tour, vídeos, new york city      Comentários

O canal do Metallica no YouTube disponibilizou o vídeo oficial do show que a banda realizou em 27 de Setembro no Webster Hall, New York, NY. Confira abaixo.

    Top

Ulrich: "Percebemos que realmente precisávamos uns dos outros"

   11 de Outubro de 2016     tags: entrevista, ulrich, vídeos      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, foi entrevistado em um recente episódio do programa "Skavlan". Assista a conversa abaixo.

Perguntado como ele ainda aguenta seus colegas de banda depois de estar 35 anos no Metallica, Ulrich disse: "A pior parte, na verdade, foi, eu acho, cerca de quinza anos atrás naquele filme ['Some Kind of Monster'], as coisas que foram documentadas. Depois dos primeiros vinte anos, haviam alguns obstáculos na estrada, e nós percebemos que nós nunca falamos realmente uns com os outros; nós nunca falamos sobre como nos sentíamos sobre o que estava rolando. Nós estávamos tão ocupados e as coisas estavam se movendo tão rapidamente que nós nunca diminuimos o suficiente para verificar como todo mundo estava."

Ele continuou: "Então nosso baixista, Jason [Newsted], saiu, e essa foi a primeira peça do dominó de muitas coisas estranhas que aconteceram. E por cerca de dois anos, foi meio incerto e nós passávamos por alguns problemas. Mas o outro lado disso, desde 2003, tem estado bem. Nós tivemos um pouco de ajuda. Havia um cavalheiro chamado Phil que chegou, eu acho que você pode chamá-lo de psiquiatra ou um mobilizador de time, tanto faz. Ele veio e nós conversamos uns com os outros e com ele por cerca de dois anos, enquanto ainda estávamos trabalhando e fazendo progresso. E isso nos ajudou muito. E desde então, faz dez, doze anos agora, estamos bem. Nós falamos uns com os outros, somos civilizados, nós entendemos os limites dos outros. E nós aprendemos... Só demorou vinte, trinta anos, mas nós aprendemos a ouvir uns aos outros. A palavra 'empatia' não estava no vocabulários nas primeiras décadas, mas agora tem grande importância naquilo que lidamos, e apenas ouvir uns aos outros e tentar entender o ponto de vista do outro. E eu também acho que há mais confiança agora uns nos outros. Nós percebemos que realmente precisávamos uns dos outros. O Metallica é melhor como um coletivo do que como um bando de caras autônomos e de mente fechada."


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Ulrich: Fazer discos atualmente é um negócio muito mais esporádico do que costumava ser

   10 de Outubro de 2016     tags: entrevista, ulrich, hardwired to self destruct      Comentários



Lars Ulrich disse que a forma mais solta do Metallica fazer álbuns atualmente contribuiu para o lançamento do novo álbum da banda, "Hardwired... To Self-Destruct".

Falando com Matt Pinfield, Ulrich afirmou sobre o processo de composição e gravação do "Hardwired": "Eu acho que foi cerca de dois anos atrás, nós começamos meio que lentamente a ouvir alguns riffs e a ligar alguns pontos e escrever algumas músicas. Mas a coisa sobre o Metallica atualmente, que é realmente diferente de antigamente, é que antes, costumava ser bem insular - você escreveria um disco, e a única coisa que faria por três meses, ou seis meses, enquanto escreveria aquele disco seria escrever aquele disco, e então você entraria em estúdio, e então ficaria no estúdio por seis meses ou o que for. Mas agora todas essas linhas não são tão definidas. Nós escrevemos um pouco e então vamos tocar em um festival ou fazer alguma coisa. E então tem isto e aquilo ou o 'Metallica By Request', ou alguém te liga e diz, 'venham tocar alguns shows legais na China', ou o que for. Então todo o modelo agora é realmente diferente do que era antigamente."

Ele continuou: "Foi cerca de dois verões atrás que nós começamos a passar por alguns riffs e conectar alguns pedaços de música e a começar lentamente a escrever algumas músicas. Então nós ainda tocamos um show do Super Bowl aqui em São Francisco seis meses atrás e nós fizemos o Lollapalooza ano passado. Mas, sabe, foi cerca de um ano e meio entrando e saindo do estúdio."

"Nós decidimos fazer esse disco todo aqui [no quartel-general do Metallica] em São Francisco, enquanto o 'Death Magnetic' foi feito principalmente em Los Angeles com o [produtor] Rick Rubin. Mas nós queríamos ficar por aqui, perto de casa, para este disco. Então o [produtor] Greg [Fidelman] veio aqui, eu acho, quinze meses atrás e tem estado aqui desde então. E nós começamos a fazer algumas coisas diferentes e a juntar tudo."

Ulrich completou: "Fazer discos atualmente, pelo menos para nós, é um negócio muito mais esporádico do que costumava ser. E ouça, certamente o bom de estar em casa é que você pode dormir em sua própria cama e ver os filhos e meio que fazer suas coisas de casa. Obviamente, quando você está em outra cidade, você trabalha por catorze, dezesseis horas por dia, o que está tudo bem, mas quando você está em casa, usualmente você deixa as crianças na escola de manhã, vem até o estúdio as nove ou dez, e então meio que trabalha ou grava ou o que for até ir buscar de novo na escola as três ou quatro, e então entra em modo família. Então é meio que um gerenciamento diferente de tempo quando você faz um disco em casa, diferente de quando faz em outro lugar, mas eu não mudaria nada disso."

"Mas isso meio que coloca um enfoque diferente no disco. Mas eu gosto de pensar que essa forma mais solta também ajudou o disco a soar um pouco menos maníaco e preciso e baseado na perfeição, e nós temos uma boa mistura de sons. Então nós literalmente acabamos de terminar nesta semana. Greg saiu correndo gritando ontem, basicamente, e os últimos ajustes foram feitos na masterização literalmente ontem, e ele saiu em disparada daqui antes que a gente surgisse com alguma outra coisa para ele fazer. Então está basicamente assinado, embalado e entregue e com cerca de um dia de idade agora."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Veja bastidores do clipe de Moth Into Flame

   06 de Outubro de 2016     tags: vídeos, hardwired to self destruct      Comentários

A Rolling Stone divulgou um vídeo com os bastidores da gravação do clipe da música "Moth Into Flame", que faz parte do vindouro novo álbum do Metallica, "Hardwired... To Self-Destruct", a sair em 18 de Novembro. Confira abaixo.

    Top

Ulrich diz que vai embora do país se Donald Trump ganhar

   05 de Outubro de 2016     tags: entrevista, ulrich      Comentários



Em conversa com o Ekstra Bladet, da Dinamarca, Lars Ulrich - que saiu do país em 1980, aos 17 anos de idade - falou sobre as eleições norte-americanas: "Sou 100% cidadão dinamarquês, pago impostos nos EUA mas não posso votar" e depois, ao ser perguntado se ele voltaria para o país se Donald Trump ganhar a eleição, respondeu: "Sim, certamente às vezes eu penso em voltar para a Dinamarca. Estou com meu passaporte em mãos. Se Trump se tornar presidente e tudo virar uma merda, pego o caminho do aeroporto e pergunto se me aceitam de volta".

Fonte: Whiplash!

    Top

Assista Making Of de Moth Into Flame

   03 de Outubro de 2016     tags: hardwired to self destruct, vídeos      Comentários

O canal oficial do Metallica no YouTube disponibilizou um vídeo com o making of da música "Moth Into Flame", do vindouro disco da banda, "Hardwired... To Self-Destruct", a sair em 18 de Novembro. Confira abaixo.

    Top

Hetfield: Disco novo está saindo no momento certo

   01 de Outubro de 2016     tags: entrevista, hetfield, hardwired to self destruct      Comentários



O frontman do Metallica, James Hetfield, foi entrevistado em uma recente edição do programa "Sixx Sense", apresentado pelo baixista Nikki Sixx do Mötley Crüe e Sixx:A.M. O áudio da conversa pode ser ouvido clicando aqui, e alguns trechos traduzidos podem ser conferidos abaixo.

Sobre não dar muita atenção a opinião de outras pessoas sobre a música do Metallica:

Hetfield: "Eu preciso te dizer, tem sido sempre assim para gente. Nós só queremos escrever música que gostamos de ouvir. É simples assim. E nós temos muitas pessoas que se sentem da mesma forma, por alguma razão. Ainda me espanta que as pessoas... Tem crianças de seis anos por aí cantando 'Master! Master!'. É, tipo, 'tem certeza? Você realmente gosta disso? Uau! Tá certo.' Mas nós escrevemos músicas que gostamos de ouvir, e temos sorte de ter algumas pessoas que também gostam de ouvir isso."

Sobre fazer turnê:

Hetfield: "É bom ser desejado e requisitado. Eu amo isso com certeza, mas eu amaria poder tocar em todos os lugares possíveis. Mas em relação a minha sanidade e meu corpo e saúde, e meu corpo e espírito, nós temos que nos cuidar. Nós queremos ser o mais potente e afiado possíveis, então fazer turnê... Sabe, será mais curto e mais esperto e mais potente, é o que buscamos. Sabe, nesta nossa idade... Onde estamos atualmente, não tocaremos em qualquer quintal. Então será um pouco mais seletivo, mas estaremos por aí o máximo que pudermos. Então espero que as pessoas viajem e aproveitem o pacote completo que vem com isso. Mas nós vamos tocar quando e onde pudermos. Vou te dizer, esta é a parte mais legal de estar em uma banda - tocar ao vivo. Não são as outras 22 horas por aí - são as duas horas no palco - e isso é ouro para mim. E nós nos importamos com isso, e é precioso para gente. Então nós amamos isso, e essa é uma das principais inspirações em estar em uma banda."

Sobre o intervalo de oito anos entre o "Death Magnetic" de 2008 e o "Hardwired... To Self-Destruct" deste ano:

Hetfield: "O que diabos estávamos fazendo? Deus, eu acho que a vida estava acontecendo. Sabe, o Metallica nunca é rápido. Nós estamos no tempo do Metallica. E temos muito orgulho do que lançamos, e ao contrário da crença popular, nós tentamos e lançamos o que for melhor, e o melhor que conseguimos fazer, e as vezes isso demora um tempo, e algumas vezes não. Mas, sabe, outras vidas estavam acontecendo. Você tenta e faz o seu melhor com tudo isso, e você tem vida, você tem filhos, e você tem todas essas outras coisas rolando, e você faz isso funcionar. E você precisa ter um bom equilíbrio. E vou te dizer, a vida é ótima, a vida é bonita se eu estou com a mentalidade certa, e este álbum está saindo exatamente no momento certo. Deveria ser agora, e estamos gratos de podermos lança-lo. E agradeço por ainda existir uma antecipação por ele, pois estou bem animado para que as pessoas ouçam."

Sobre o "Hardwired... To Self-Destruct" ser um disco duplo:

Hetfield: "Há 12 músicas, e elas não tem todas três minutos e meio como a 'Hardwired'. Mas há algumas coisas longas e alguma coisas curtas e algumas médias. Sabe, o Metallica é diverso, e eu amo isso. Eu acho que o tempo máximo é 75 ou 80 minutos, e então a qualidade do som começa a sofrer, no vinil especialmente. E eu acho que em relação ao CD, há um máximo nele também. E nós queremos que soe bom, digo, no final, e nós temos um monte de músicas que amamos. Então isso tinha que acontecer. Pelo custo extra de torná-lo duplo, acho que vale a pena."

Sobre encontrar com fãs em público:

Hetfield: "Eu realmente costumava fizer paranoico de que deixaria alguém irritado. Eu costumava ficar tão preocupado de que se eu falasse 'Não, meus filhos estão aqui e eu estou curtindo um momento família', eles virariam e diriam, 'você é um idiota. Mas que estrela de rock'. Eu me preocupava tanto com isso. Mas vou te dizer, quanto mais eu digo que não é uma boa hora, que eu não tiro fotos, que eu não autografo, eu vou apertar sua mão e falarei com você por cinco minutos. Eu prefiro fazer isso e deixar esse tipo de impressão do que alguém simplesmente roubando um pequeno pedaço de sua privacidade. Eu não acho isso produtivo para mim e me deixa de mau humor. E então eu começo a me sentir ressentido e eu não quero nem falar com as pessoas. Então prefiro falar com elas como uma pessoa ao invés de algum tipo de ídolo."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top



Newsletter
Receba em seu e-mail as últimas notícias sobre Metallica:

Conecte-se

Facebook   Twitter   RSS   Fórum

© 1998-2026 Metallica Remains - Desde 13 de Janeiro de 1998 | Política de Privacidade