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Hammett: Álbum novo está na linha do Death Magnetic

   19 de Setembro de 2016     tags: entrevista, hammett, áudio, hardwired to self destruct, black album      Comentários



A rádio WRIF de Detroit, Michigan, realizou recentemente uma entrevista com o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett. VOcê pode ouvir a conversa, em inglês, usando o player abaixo. Alguns trechos traduzidos podem ser lidos a seguir.

Sobre a turnê do Metallica de divulgação do vindouro álbum de estúdio da banda, "Hardwired... To Self-Destruct":

Hammett: "Nós pretendemos ir a maior quantidade de lugares possíveis. Estamos tentando chegar as maiores cidades cosmopolitanas ao redor do mundo. Temos várias datas que estão guardadas para os Estados Unidos, o que é algo que estamos ansiosos, pois não fazemos uma turnê de verdade nos EUA há bastante tempo. Digo, nós somos conhecidos por tocar um show aqui e ali, e também somos conhecidos por fazer umas turnês pequenas de festivais na Europa ou Ásia ou Austrália ou América do Sul. Mas não fizemos muitos shows realmente nos EUA nos últimos seis ou sete anos, então estamos bem ansiosos para sair por aí e tocar para nossos fãs americanos, pois isso é a gente. Essa é nossa base, sabe."

Sobre como ele se prepara para uma turnê:

Hammett: "Eu garanto que estou em forma fisicamente e mentalmente, eu garanto que minha habilidade em tocar guitarra está boa. E eu garanto que as coisas estão indo bem em casa também. É realmente importante para mim, verificar para garantir que minha família está indo bem. Sabe, nós temos feito isso por tanto tempo que sabemos como fazer bem. Nós temos feito isso há tanto tempo que todo show vai bem, bem tranquilo, pois somos veteranos. Nós sabemos como ir lá e entrar no espaço ou no sentimento bem antes do show e então entrar no palco e detonar, cara, e dar metal as pessoas."

Sobre o álbum "Hardwired... To Self-Destruct":

Hammett: "Eu acho que está na linha do 'Death Magnetic', mas os grooves estão um pouco mais fáceis de assimilar. Há um tipo de approach mais simplista. É menos progressivo que o 'Death Magnetic' e mais orientado ao groove. Essa é minha visão. Todo mundo tem uma visão diferente, então eu só posso dizer a minha. E eu gosto dele; eu acho que é ótimo. Mas de novo, sou tendencioso."

Sobre o aniversário de 25 anos do Black Album:

Hammett: "O Black Album é algo que meio que simplesmente aconteceu. O Black Album estava onde nossas cabeças estavam musicalmente, e pareceu estar em sincronia com a indústria da música e as rádios de rock. Então houve um tipo de sincronismo... Não sincronismo, mas uma sinergia real com a gente fazendo o tipo de música que a rádio de rock parecia precisar na época. Pois tocamos tanto nas rádios e pudemos realmente entrar na mente de muitos compradores de discos. Não foi apenas o álbum e sair em turnê por três anos; também foi o apoio da rádio que tornou o álbum o que é. E o fato da rádio ainda tocá-lo hoje, ainda tocar essas músicas hoje, contribui para a intemporabilidade dessas músicas. Se você lançar esse álbum hoje, ele se encaixaria totalmente na cultura musical geral que está rolando atualmente."

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Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Mudança nas faixas do disco bônus do Hardwired... To Self-Destruct

   15 de Setembro de 2016     tags: hardwired to self destruct      Comentários



O site oficial do Metallica foi atualizado com a seguinte notícia, anunciando uma mudança na tracklist do disco 3 da versão de luxo do "Hardwired... To Self-Destruct":

Adivinha?!? Está FINALIZADO! Nós colocamos os toques finais no nosso próximo álbum Hardwired... To Self-Destruct e estamos ansiosos para a próxima fase de lançá-lo para o mundo, acordando o monstro que é o Metallica e caindo na estrada. Enquanto estávamos na última hora de finalizar tudo, percebemos que nunca compartilhamos com vocês nenhuma maneira coesiva e oficial dos vários covers que trabalhamos desde o Death Magnetic. Enquanto buscávamos opções para complementar as 12 músicas do álbum com material adicional, percebemos que nenhum das nossas versões de alguns de nossos artistas favoritos e mais respeitados foram disponibilizadas prontamente em nossa própria Blackened Recordings. Então dito isso, estamos aqui para contar algumas mudanças que fizemos nas versões luxuosas do Hardwired..., no lugar do "Riff Origins" anunciado anteriormente.

A versão de estúdio 2016 da "Lords of Summer" em toda sua glória, como prometido originalmente, ainda está incluída, mas agora adicionamos a "Ronnie Rising Medley", originalmente disponível apenas no álbum tributo Ronnie James Dio - This Is Your Life, junto da cover de Iron Maiden de "Remember Tomorrow", completada pela "When A Blind Man Cries" do Deep Purple. E a propósito, todas essas faixas foram recentemente remasterizadas para uma ótima qualidade de som. Apenas por diversão (e porque havia espaço!) o set especial que fizemos no Rasputin's em Berkeley, CA no Record Store Day 2016 para celebrar os relançamentos do Kill 'Em All e Ride the Lightning está aqui, totalmente remixado e remasterizado.

Por fim, nós nos divertimos muito sendo parte do primeiro fim de semana de eventos no U.S. Bank Stadium em Minneapolis no último mês. Foi uma honra e emocionante testar a "Hardwired" ao vivo lá e nós tínhamos que comemorar a estréia ao incluir a gravação daquela noite aqui.


Confira a tracklist atualizada abaixo:

Deluxe Edition (Download Digital & CD)

Disco Um

Hardwired
Atlas, Rise!
Now That We’re Dead
Moth Into Flame
Dream No More
Halo On Fire

Disco Dois

Confusion
ManUNkind
Here Comes Revenge
Am I Savage?
Murder One
Spit Out the Bone

Disco Três (Bônus)

Lords of Summer (2016)
Ronnie Rising Medley
When a Blind Man Cries
Remember Tomorrow
Helpless (Live at Rasputin Music)
Hit the Lights (Live at Rasputin Music)
The Four Horsemen (Live at Rasputin Music)
Ride the Lightning (Live at Rasputin Music)
Fade to Black (Live at Rasputin Music)
Jump in the Fire (Live at Rasputin Music)
For Whom the Bell Tolls (Live at Rasputin Music)
Creeping Death (Live at Rasputin Music)
Metal Militia (Live at Rasputin Music)
Hardwired (Live in Minneapolis)

Deluxe Box Set (3LP + 1CD)

Disco Um Lado A

Hardwired
Atlas, Rise!
Now That We’re Dead

Disco Um Lado B

Moth Into Flame
Am I Savage?
Halo On Fire

Disco Dois Lado C

Confusion
Dream No More
ManUNkind

Disco Dois Lado D

Here Comes Revenge
Murder One
Spit Out the Bone

Disco Três Lado E (Bônus)

Lords of Summer (2016)

Disco Três Lado F (Bônus)

Hardwired (Live in Minneapolis)

CD Bônus

Ronnie Rising Medley
When a Blind Man Cries
Remember Tomorrow
Helpless (Live at Rasputin Music)
Hit the Lights (Live at Rasputin Music)
The Four Horsemen (Live at Rasputin Music)
Ride the Lightning (Live at Rasputin Music)
Fade to Black (Live at Rasputin Music)
Jump in the Fire (Live at Rasputin Music)
For Whom the Bell Tolls (Live at Rasputin Music)
Creeping Death (Live at Rasputin Music)
Metal Militia (Live at Rasputin Music)

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Hetfield: Amamos o que fazemos e estamos fazendo música que queremos ouvir

   15 de Setembro de 2016     tags: entrevista, hetfield, áudio, hardwired to self destruct      Comentários



Jaxon da rádio 93.3 WMMR de Philadelphia, Pennsylvania, realizou uma entrevista nesta semana com o frontman do Metallica, James Hetfield. O áudio pode ser ouvido usando o player abaixo, e alguns trechos traduzidos podem ser conferidos a seguir.

Sobre o longo intervalo entre o álbum "Death Magnetic" de 2008 e o vindouro "Hardwired... To Self-Destruct", a sair em 18 de Novembro:

Hetfield: "Eu não acho que nós fizemos uma pausa. Eu acho que fizemos uma pequena pausa, mas o tempo não é um grande fator para nós no Metallica. Nós meio que fazemos isso no tempo do Metallica e, sabe, nosso prato está cheio praticamente o tempo todo com coisas diferentes. Então não é como se nós estivéssemos nos torturando ou aos outros esperando por isso. As coisas simplesmente acontecem na banda, outras coisas acontecendo, nós estamos fazendo turnês, shows isolados, e as coisas simplesmente acontecem. E sim, nós temos nossas vidas em casa também, e isso obviamente tem prioridade, mas não é a razão para demorar tanto. Nós só temos nosso ritmo com as coisas."

Sobre se o novo single, "Hardwired", é um indicativo de como soa o novo álbum:

Hetfield: "Isso foi, na verdade... 'Hardwired' foi a última música a ser escrita, então é meio que uma soma, ou um sumário, de muitos dos sentimentos, liricamente e nas idéias, do álbum, mas ela é definitivamente umas das músicas mais curtas do disco. Nós somos conhecidos por ter músicas longas, e há algumas delas neste disco também. Há um sentimento diverso, e isso é o que amamos fazer: nós gostamos de tocar rápido, devagar, médio e tudo no meio."

Se o "Hardwired... To Self-Destruct" está oficialmente finalizado:

Hetfield: "Bem, ok, você pode nos chamar de perfeccionistas, se quiser, e eu farei isso também. Mas há sempre algo. Sabe, 'ah, isto está um pouco longo. Vamos cortar isto. Vamos tornar isto um pouco mais potente'. Sabe, cara, nós somos artesãos, e queremos deixar isto o mais afiado e potente possível. Então até o último minuto - até a ordem das músicas. Então há sempre algo que estamos pensando e tentando torná-lo melhor e o mais potente possível. Então está sim finalizado quanto as músicas. Então é só a arte e as pequenas coisas aqui e ali que ainda estamos trabalhando."

Sobre a vindoura turnê de divulgação do "Hardwired... To Self-Destruct":

Hetfield: "Bem, não há dúvidas de que vamos fazer turnê dele. Eu não tenho idéia de onde faremos, onde lançaremos esta coisa nos ouvidos das pessoas. Eu amaria tocar em todos os lugares possíveis, mas, sabe, hoje em dia e com nossa idade, nós, de novo, queremos estar o mais afiados e potentes possíveis. Então terá que ser uma turnê seletiva - sabe, garantindo que estamos saudáveis e sendo capaz de dar o melhor em todos os lugares. Então será uma turnê menor, mas mais inteligente e potente."

Sobre o "Hardwired... To Self-Destruct" ser um disco duplo:

Hetfield: "Sim, eu te disse, cara - eu te disse que as músicas eram... Há algumas longas, e nós temos doze músicas lá, então para fazer soar o melhor sonicamente, foi isso que precisou ser feito. Nós queremos que soe ótimo, então do jeito que for funcionar, é como faremos funcionar."

Sobre se o Metallica ainda é, até hoje, acusado por alguns fãs de ter "se vendido":

Hetfield: "Sim, você tem versões diferentes disso online atualmente, com todos os haters e as pessoas que tem algo pra reclamar e elas... Sabe, tanto faz. Eles tem um ressentimento de dez anos atrás, e elas estão trazendo isso nesse novo álbum; eles nem ouviram ainda. É, tipo, 'tudo bem. Esta não é uma crítica musical. Isto é alguém bravo e precisando liberar isto'. Então, sabe, nós não damos a mínima. Nós amamos o que fazemos, e fazemos isso pois amamos fazer, e estamos fazendo música que nós queremos ouvir. Somos artistas, e é simples assim. E você pode julgar o quanto quiser, mas nós faremos o que sentimos que é certo para nós."

Sobre como o som do Metallica evoluiu nos últimos 35 anos:

Hetfield: "Bem, eu acho que estamos aqui para evoluir, e nós evoluímos. Mas vou te dizer, não devo julgar qualquer um que seja um artista que está fazendo o que quer. Se você fizer o mesmo álbum toda vez, isso é o que você ama fazer, esse é o seu porto seguro, está maravilhoso e é confiável. Então há sempre algo bom no que for que estiver saindo. Somos exploradores, cara - nós amamos tentar coisas diferentes e expandir os limites."

Se ainda há algo para o Metallica alcançar ou se, neste ponto, é só curtição:

Hetfield: "Bem, é um pouco dos dois, e para nós, sermos exploradores, temos que ter algo que... Qual é sua próxima aventura? E eu te digo, essas aventuras aparecem para nós, seja os empresários recebendo ofertas ou o que for, sempre há uma aventura que aparece para nós, e estamos prontos para isso. Nós queremos ser pioneiros, e há algumas coisas que não deram realmente certo, e há algumas que quase nos matou [risos] - sabe, certos filmes e coisas - enfim... Financeiramente e coisas assim. Mas estamos prontos para tentar novas coisas e torná-las divertidas e trazer sorrisos aos fãs por aí, e isso me faz sorrir."

Sobre se o Metallica se aposentará ou vão tocar até não aguentar mais:

Hetfield: "Eu não sei. Não estou nesse ponto ainda... Não há regras. Como um artista, quando você para? Você deveria parar? Se parar, você morre? Digo, olhe para o lemmy. Aquele cara estava lá, detonando até o último momento, e isso, para mim, é respeitável, mas isso é ele. Digo, isso é ele. Isso é o que ele amava; isso é como ele vivia. Por que você morreria sentado em uma cadeira em algum lugar? Ele amava fazer isso, e isso se encaixa nele. Então ainda não sei como é para nós."

Sobre não serem mais de uma grande gravadora e poder lançar os álbuns do Metallica através da Blackened Recordings:

Hetfield: "A Blackened Records é bem grande na minha cabeça, vou te dizer. [Risos] É um grande marco para nós termos nossa própria gravadora, tendo... Meus filhos, eles não conseguem entender isso. Tipo, 'o que você quer dizer que você é dono de sua própria música? Por que não seria?' Eu tento explicar a eles que era assim que as coisas funcionavam antes, e o fato de que temos nossos próprios masters e sermos capazer de planejar nosso próprio destino. Quais embalagens legais podemos fazer? Nós agora somos donos de uma gravadora para vinil de verdade, o que é bem legal. Então estamos animados. Esse é outro capítulo legal para o Metallica se tornar criativo."

Para visualizar este conteúdo, é necessário ter Flash instalado


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Veja trailer do livro Back to the Front

   13 de Setembro de 2016     tags: back to the front, master of puppets, livros, vídeos      Comentários

"Metallica: Back to the Front", a história definitiva do clássico álbum de 1986 do Metallica, "Master of Puppets", e a turnê subsequente ao seu lançamento, chega as livrarias no dia 13 de Setembro. Uma edição especial de colecionador foi disponibilizada duas semanas antes, em 30 de Agosto, através do Metallica.com e MoonriseMedia.net.

Um novo trailer do livro foi disponibilizado e pode ser conferido abaixo.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich sobre disco novo: Muitas coisas obscuras sobre relacionamentos

   08 de Setembro de 2016     tags: entrevista, ulrich, hardwired to self destruct      Comentários



O baterista do Metallica, Lars Ulrich, falou com a Rolling Stone sobre o novo álbum de estúdio da banda, "Hardwired... To Self-Destruct", a sair em 18 de Novembro. Ulrich afirmou sobre os temas das letras do disco: "Há muitas coisas obscuras sobre relacionamentos. Não apenas com pessoas, mas com personalidades escondidas dentro de cada um."

Ulrich disse ainda sobre a estrutura das músicas: "A maioria das músicas são mais simples. Nós introduzimos um humor e nos mantivemos nele, ao invés de músicas que fizemos onde um riff acontece e então vamos aqui e ali e se torna uma jornada por todas essas atmosferas de sons diferentes. As músicas são mais lineares."

O baterista comentou que a banda foi possivelmente inspirada por revisitar seus álbuns mais antigos, "Kill 'Em All" e "Ride the Lightning", enquanto se preparavam para relançá-los. Disse ele: "Não foi até 2013, quando nós o tocamos [na íntegra no Orion Festival em Detroit] que eu percebi que o 'Kill 'Em All' tinha uma coesão... As músicas são longas, mas não tão progressivas. É um mundo próprio. E eu acho que há alguns elementos disso que aparecem nisto. Eu diria que há um traço de resíduo de redescobrir o 'Kill 'Em All' que aparece nas composições."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Confirmadas primeiras datas de shows na América Latina

   05 de Setembro de 2016     tags: worldwired tour, san juan, quito, bogotá, guatemala city, san jose      Comentários

O site oficial do Metallica foi atualizado com a seguinte notícia, anunciando as primeiras datas de shows na América Latina da turnê do novo disco da banda:



Começou!!! Enquanto colocamos os toques finais no Hardwired... To Self-Destruct, também estamos nos preparando para ir a estrada para os primeiros de muitos shows ao redor do mundo. Para dar início a tudo isso, retornaremos a cinco cidades que sabemos que curtirão muito com todos os tipos de loucura de amor pelo Metallica e começaremos essa turnê direito! Primeiro viajaremos a América Latina, com paradas em Porto Rico, Equador, Colômbia, Guatemala e Costa Rica. Todas as datas e informações de ingressos, incluindo pré-vendas para membros do fã-clube, estão abaixo. Nós não poderíamos pensar em um lugar melhor para dar início e preparar para muitos mais shows que estão por vir!

Estamos mais do que animados de ir até lá, visitar vocês todos e testar algumas das músicas novas ao vivo. Continuem de olho aqui para muito mais anúncios nas próximas semanas!!!


26 de Outubro: San Juan, Porto Rico, Coliseo de Puerto Rico
Pré-venda para o fã-clube: 8 de Setembro as 10:00 AM até 9 de Setembro as 5:00 PM
Clique aqui para mais detalhes da pré-venda
Início das vendas: 10 de Setembro as 10:00 AM

29 de Outubro: Quito, Equador, Parque Bicentenario
Pré-venda para o fã-clube: 8 de Setembro as 9:00 AM até 9 de Setembro as 4:00 PM
Clique aqui para mais detalhes da pré-venda
Início das vendas: 10 de Setembro as 12:01 AM

1 de Novembro: Bogotá, Colômbia, Hipódromo De Los Andes
Pré-venda para o fã-clube: 13 de Setembro as 10:00 AM até 14 de Setembro as 10:00 PM
Clique aqui para mais detalhes da pré-venda
Início das vendas: 18 de Setembro as 10:00 AM

3 de Novembro: Guatemala City, Guatemala, Estadio Cementos Progreso
Pré-venda para o fã-clube: 8 de Setembro as 8:00 AM até 9 de Setembro as 3:00 PM
Clique aqui para mais detalhes da pré-venda
Início das vendas: 10 de Setembro as 10:00 AM

5 de Novembro: San José, Costa Rica, Estadio Nacional
Pré-venda para o fã-clube: 13 de Setembro as 10:00 AM até 14 de Setembro as 10:00 PM
Clique aqui para mais detalhes da pré-venda
Início das vendas: 22 de Setembro as 10:00 AM

*Todos os horários são horários locais

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Ulrich fala sobre o sucesso do Black Album

   03 de Setembro de 2016     tags: entrevista, ulrich, black album      Comentários



O baterista do Metallica, Lars Ulrich, foi entrevistado no último episódio do podcast Pop Shop da Billboard.com. Katie Atkinson, co-diretora das paradas da Billboard, conversou com Ulrich sobre o aniversário de 25 anos do álbum homônimo do grupo, popularmente conhecido como Black Album, que estreou na primeira posição da The Billboard 200 de 31 de Agosto de 1991. O disco reina como álbum mais vendido dos Estados Unidos durante toda a era Nielsen Music (1991-presente), com incríveis 16,4 milhões de cópias vendidas. Você pode ouvir ao podcast na Billboard.com. A tradução de alguns trechos da conversa pode ser lida abaixo.

Sobre o grande sucesso do "Black Album" do Metallica:

Ulrich: "Quando eu olho para trás, não foi como se acordássemos um dia e de repente estivessemos no meio disso tudo. Foi nosso quinto disco, e parecia como se o caminho que estivessemos foi meio que... Cada disco fez um pouco mais de sucesso do que o anterior e a turnê ficou maior e nós ficamos mais sob o holofote, e tanto as coisas boas e ruins que vem com isso. Mas ainda foi um processo que, na época que chegamos ao 'Black Album', tínhamos dez anos de carreira. Alguns de nossos colegas na época, como o Guns N' Roses ou Pearl Jam ou, acho que de certa forma, Nirvana... Tanto o Pearl Jam quanto o Guns N' Roses lançaram seus primeiros discos, que estouraram e venderam trocentas mil cópias, e então eles meio que tiveram que lidar com uma grande mudança em tudo. Nossa coisa foi mais gradual. Então eu gosto de pensar que na época que atingimos os níveis sem precedentes de sucesso que o 'Black Album' nos trouxe, que estávamos meio que acostumados a lidar com muitas das coisas boas e não tão boas que vem com isso, quando surge esse tipo de situação."

Sobre fazer o álbum homônimo do Metallica:

Ulrich: "Nós sabíamos quando estávamos fazendo o disco que havia um certo alinhamento dos planetas ou das estrelas ou o que for. Nós tínhamos algumas músicas que... Nós nos preparamos para escrever músicas mais curtas depois de levar o lado progressivo do Metallica o mais longe que achávamos que podíamos com o álbum '...And Justice For All'. Então escrever músicas mais curtas, e se sentir surpreendentemente confortável com isso, e então a adição do [produtor] Bob Rock, que nos ajudou... Sabe, nos guiar pelo processo de gravação por cerca de um ano, que nem sempre foi sem complicações e tal. Mas nós todos sabíamos que a dinâmica entre Bob e essas músicas e eu acho que seja lá o que estávamos trazendo com isso, era algo especial, e também com as mudanças que estavam acontecendo no rock e na cultura e o papel que a MTV estava tendo e assim por diante, tudo meio que se alinhou. Eu acho que considerando como toda a coisa poderia descarrilhar e implodir, nós lidamos bem. Nós meio que superamos e vivemos para contar a história, sabe. [Risos]"

Sobre o papel que a MTV teve no sucesso do Metallica:

Ulrich: "A coisa mais importante para nós, e acho que o mais importante disso, foi que nós sentimos que não nos vendemos ou alteramos artificialmente o caminho em que estávamos. Nós sentimos que a MTV... Sentimos que o mainstream estava se movendo em direção aonde estávamos. Nós sempre nos consideramos meio que autônomos e obviamente bem fora do centro e vivendo em nossa pequena bolha, e quanto mais sucesso fazíamos, mais o mainstream meio que se abria para quem éramos e vinha até nós, e sentimos que o mainstream estava nos abraçando em nossa posição, fora do centro, ao invés de nós abandonarmos quem éramos ou ir e encontrar a MTV no centro do universo deles."

Sobre o disco homônimo do Metallica ser o álbum mais vendido dos últimos 25 anos nos Estados Unidos:

Ulrich: "Eu acho que você pode colocar isso na categoria 'caralho'. Há tantas coisas inerentemente bizarras nessa frase ou nesse fato que eu nem sei por onde começar. Se você apenas considerar quem nós éramos por boa parte dos anos 80 e como permanecemos por boa parte do resto de nossa carreira e como nós sempre nos vimos como pessoas de fora. Digo, obviamente, eu não sou ignorante o suficiente para não entender o que você está falando, mas nós vivemos aqui na Bay Area [de São Francisco] e não nos envolvemos em tudo que acontece em Nova Iorque e em Los Angeles. Eu acho que há algo na Bay Area que nos mantém com os pés no chão, e ainda temos um senso de realidade bem decente, e nós nos forçamos a priorizar nossas família e ter uma vida mais normal possível de São Francisco. Nós estamos felizes e orgulhosos das escolhas que fizemos. Então, sabe, para um bando de pessoas que ainda se sentem como se fossem crianças e para um bando de pessoas que ainda se sentem como se nunca realmente se encaixaram nas coisas que rolam ao redor delas, é bem legal poder ter uma estatística como essa que você mandou pra mim, e meio que saber que estamos bem lá no topo. Eu não sou muito um cara nos termos de ser 'número 1' ou ganhar ou essas coisas meio sem sentido - significa cada vez menos para mim com o passar da idade - mas, obviamente, é algo bem legal de ter em seu arsenal, ou em sua lista de estatísticas. Eu acho que as crianças estão bem orgulhosas disso, então é tudo bem legal."

Sobre o "Black Album" ainda ter vendas constantes, com o disco vendendo cerca de cinco mil cópias toda semana nos Estados Unidos, 25 anos após o seu lançamento:

Ulrich: "Ouça, é obviamente incrível. Nós viajamos ao redor do mundo, e pelo mundo todo vemos fãs jovens ainda vindo aos shows do Metallica e ainda nos dando uma sensação de sentir relevante e nos encorajando e, de certa forma, eu acho, nos forçando a nos dar o melhor e assim por diante. Digo, é bem incrível que cinco mil pessoas ainda comprem esse disco [toda semana nos EUA], e eu gostaria de encontrar, tipo, o número 3267 da semana passada. Quero dizer, quem é essa pessoa? Você já não o tinha? VOcê está apenas substituindo a sua cópia antiga? Você apenas acabou de aparecer no nosso radar? Digo, ouça, eu acho isso incrível. Números como esse apenas são tão estranhamente abstratos para mim, que eu nem sei o que fazer com eles. E certamente eu posso dizer que tirando quando estou fazendo um entrevista sobre isso, é obviamente algo que eu não carrego comigo por aí. Mas na última semana, recebi alguns cumprimentos de um grupo de amigos e alguns e-mails me parabenizando pelo sucesso do disco e os 25 anos e tudo isso, então é certamente legal... É legal ter um disco como esse em seu catálogo e é legal, obviamente, ser parte de continuamente fazer diferença na vida das pessoas. Alguém me disse outro dia que comprar o 'Black Album' foi quase um rito de passagem entre ser uma criança e entrar na adolescência ou o que for. Então eu fico feliz com qualquer uma dessas estatísticas."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield: "Sinto falta de Cliff e amaria vê-lo de novo"

   01 de Setembro de 2016     tags: entrevista, hetfield, ulrich, vídeos, back to the front      Comentários


"Metallica: Back to the Front", a história definitiva do clássico álbum do Metallica de 1986, "Master of Puppets", e a turnê subsequente ao seu lançamento, chega as livrarias no dia 13 de Setembro. Uma edição especial de colecionador foi disponibilizada duas semanas antes, em 30 de Agosto, através do Metallica.com e MoonriseMedia.net.

Um novo vídeo de quatro minutos onde os membros do Metallica refletem sobre o finado baixista Cliff Burton e falam sobre o pai de Cliff, Ray, que continuou sendo uma figura paterna para o grupo, pode ser visto acima.

"Eu ainda sinto falta de Cliff, sem dúvida, e eu amaria vê-lo de novo em algum momento", disse o frontman do Metallica, James Hetfield. "Então ver fotos que eu nunca tinha visto antes, especialmente onde estamos juntos, é impressionante. Conseguir mais um pedaço dele de volta ao meu coração é ótimo."

"[Ray Burton] é um ótimo ser humano, e, obviamente, o fato de que ele é o pai do Cliff é outra razão de amarmos tê-lo por perto", disse o baterista do Metallica, Lars Ulrich. "Mas essa não é a razão primária."

"Ray resistiu a todas essas experiências com um sorriso no rosto, e sempre que ele entra no ambiente em um backstage do Metallica, ou aqui [no quartel general do Metallica] ou qualquer outro lugar que temos sorte de vê-lo, ele sempre tem essa incrível energia positiva."

Hetfield completou: "Quando cresci, eu queria ser o Ray Burton. [Risos] Ele é tão inspirador. Sua energia, seu amor pela vida, é muito atraente para mim, pois estou geralmente no polo oposto. Mas ele traz um sorriso para minha cara. Eu apenas olho para ele e começo a sorrir."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Assista making of de clipe de Hardwired

   31 de Agosto de 2016     tags: vídeos, hardwired to self destruct      Comentários

O canal oficial do Metallica no YouTube disponibilizou um vídeo com o making of do clipe do recém lançado single da banda, "Hardwired", música que fará parte do vindouro novo disco de estúdio do grupo, "Hardwired... To Self-Destruct", a sair em 18 de Novembro. Confira abaixo.


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Ulrich: Não há razão para que o Metallica não possa continuar por anos

   31 de Agosto de 2016     tags: entrevista, ulrich, hetfield      Comentários



Segundo o The Pulse of Radio, o baterista do Metallica, Lars Ulrich, disse a Rolling Stone que embora os membros da banda já sejam cinquentões, ele não se vê aposentando em um furuto próximo. Ulrich relembrou: "A única incerteza é o elemento físico disso. Se os braços e pernas e joelhos e ombros e gargantas e todas essas coisas, as costas, os pescoços, se tudo isso se mantiver intacto, não há razão para que não possamos fazer isso por mais um bom período de tempo."

Falando sobre uma banda como os Rolling Stones, que estão tocando bem apesar da idade avançada, Ulrich completou: "Eu amo The Rolling Stones mais do que qualquer um no planeta. Obviamente o que fazemos, eu gosto de argumentar, demanda um pouco mais fisicamente em termos de energia que vai nisso... Se você não pode tocá-la com a demanda física que ela merece, é melhor não tocar do que tocar meia boca. Essa é a única incerteza. Eu acho que mentalmente nós podemos fazer isso por mais 100 anos."

O frontman do Metallica, James Hetfield, contou ao The Pulse of Radio o que o faz continuar como músico depois de 35 anos na banda. "Bem, para mim, escrever música é como respirar, e ser capaz de criar coisas em uma banda tem que uma enorme família por aí e seguidores ao redor do mundo, e ser capaz de colocar minha confusão e questionamentos e insanidade nesta música e lança-la para o resto do mundo para que as pessoas possam se relacionar... Não há nada melhor", disse ele.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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