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Hammett: Toda a preparação mental para o Hardwired foi diferente

   15 de Novembro de 2016     tags: entrevista, hardwired to self destruct, hammett      Comentários



O guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, falou com a Guitar World sobre o processo de gravação do novo disco da banda, "Hardwired... To Self-Destruct", que sairá nesta sexta-feira, 18 de Novembro. Ele disse: "Toda a preparação mental para este álbum foi diferente. Eu costumava me preparar tanto antes de entrar no estúdio, mas eu finalmente me sinto muito mais confortável com minhas habilidades. Eu não trabalhei previamente em nada antes de entrar no estúdio. Eu só apareci e toquei. Eu queria capturar um momento, mantê-lo espontâneo e revigorado, e ver onde isso iria, pois eu sou culpado de pensar demais."

Hammett completou que uma mudança em seu estilo de vida lhe deu uma nova estima sobre suas habilidades na guitarra.

"Eu sinto como se eu tivesse virado outra esquina", disse ele. "Eu me reconectei com meu instrumento de uma forma que eu nunca havia feito antes. Eu parei de beber, o que mudou as coisas. Nas noites que tínhamos shows, eu fazia a apresentação, saía depois e me embebedava, e voltava ao meu quarto e tocava por algumas horas. Eu ainda faço isso, mas a grande diferença é que eu não bebo mais e eu lembro o que toquei no dia seguinte. Hoje em dia, eu sinto como se pudesse tocar qualquer coisa que eu realmente me dedique, seja Paganini ou jazz. Pode demorar algumas semanas, mas eu posso fazer isso!"

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hammett: Guns N' Roses se tornou meio que uma banda de nostalgia

   11 de Novembro de 2016     tags: entrevista, hammett, guns n' roses      Comentários



O guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, falou que o Guns N' Roses "se tornou meio que uma banda de nostalgia", pois o grupo liderado por Axl Rose não produziu ou tocou nenhuma música nova em quase uma década.

O assunto veio a tona durante uma entrevista para o Los Angeles Times, na qual a tendência do Metallica de continuamente se envolver em novos projetos - de filmes e colaborações ao vindouro novo álbum da banda, "Hardwired... To Self-Destruct" - foi colocada em contraste a outros grupos da mesma época que tem se focado exclusivamente em tocar material mais antigo, sem exercitar seus músculos criativos.

"Infelizmente", disse Hammett, "[o Guns N' Roses] se tornou meio que uma banda de nostalgia, o que, para mim, é meio triste."

"Eu não acho que estamos tentando nos manter jovens ao escrever coisas novas, mas isso nos faz sentir relevantes", completou o frontman do Metallica, James Hetfield. "Nos faz sentir como se ainda estivessemos progredindo."

Os comentários de Hammett ecoam aqueles que ele fez em 2014, quando foi perguntado pelo El Comercio de Equador, se ele consegue ver o dia em que o Metallica fará apenas turnês, sem fazer músicas novas. O guitarrista respondeu a época: "Eu espero que não. Há muitos aspectos diferentes desta banda que precisamos. Mas eu realmetne acho que a parte de turnê dá apoio a parte de gravação, e a parte de gravação - a criatividade, as músicas - apoiam a parte de turnê. Ambas as coisas meio que se apoiam e precisam uma da outra para que sigamos adiante. Então eu acho que sempre precisaremos escrever músicas, gravá-las... Pode ser exatamente o oposto - nós podemos acabar gravando músicas pelo resto de nossa carreira em algum momento. Ou podemos acabar apenas fazendo turnê. Mas eu, por mim, duvido que alguma dessas duas coisas aconteça. Tenho bastante confiança de que sempre seremos criativos, pois assim que somos como indivíduos. Digo, assim que eu sou - eu fico entediado, pego minha guitarra, e a próxima coisa que sei é que tenho um riff. Eu fico animado e mostro para os outros caras, e em seguida, estamos ensaiando. É uma parte do que fazemos."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hammett: "Espero contribuir mais no próximo álbum"

   06 de Novembro de 2016     tags: entrevista, hammett, trujillo, hardwired to self destruct      Comentários



Kirk Hammett, guitarrista do Metallica, admitiu ter se sentido “excluído” das sessões de composições do vindouro álbum da banda, “Hardwired... To Self-Destruct”.

Christina O'Neill, do Team Rock, repercute entrevista com a banda a ser veiculada na próxima edição da revista Metal Hammer. Segundo Rob Trujillo, o baterista Lars Ulrich sentiu que seria “muito importante” que houvesse uma conexão entre ele e James Hetfield para o sucessor de “Death Magnetic” (2008), envolvendo o frontman mais intensamente no processo criativo.

Trujillo comentou: “Lars esteve mais focado em simplificar a jornada criativa, envolver James e realmente trazê-lo para o álbum. É a visão de Lars e eu estou feliz em apoiar o que quer que tenhamos que fazer”.

Já Kirk Hammett lembrou do momento “devastador” em 2014, quando perdeu seu celular com centenas de idéias para o álbum – o que, para ele, significou “começar do zero” novamente. Entretanto, Kirk admite que ainda assim achou o novo método de composição adotado pela banda “uma pílula muito amarga para engolir”.

Ele complementa: “Para mim, estando nesta banda, eu sempre quis contribuir. Sempre tenho um punhado de conceitos musicais e ideais para apresentar. Obviamente, desta vez não era pra ser, e eu tive que aceitar esse fato. Então foquei nos meus solos, apenas me certificando de que minha performance no álbum fosse a melhor possível. Espero poder trazer minhas ideias no próximo álbum do Metallica. So espero que não demore outros oito anos para isso.

Fonte: Whiplash!

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Hetfield sobre letras do disco novo: Não é Shakespeare, eu sei disso

   02 de Novembro de 2016     tags: entrevista, hardwired to self destruct, hetfield, ulrich, hammett, trujillo      Comentários



Os quatro membros do Metallica foram entrevistados recentemente para a revista oficial do fã-clube da banda, So What!, sobre o vindouro álbum "Hardwired... To Self-Destruct", a sair em 18 de Novembro. Alguns trechos traduzidos podem ser conferidos abaixo.

Sobre a direção musical do "Hardwired... To Self-Destruct":

Robert Trujillo (baixo): "Para mim, é um álbum bem implacável. Pode não ser um álbum super dinâmico, digo, tipo o 'Death Magnetic', muitas dessas músicas eram bem dinâmicas. Eu não sinto necessariamente que deveria ser assim. Eu acho que deveria ser onde estamos agora e o que temos passado de uma forma positiva. E haverão muitas jornadas mais!"

Lars Ulrich (bateria): "Este disco ainda está muito fresco para mim, mas eu tenho que admitir que das vezes que eu o ouvi, há algo com a intensidade e o 'tapa na cara contínuo'. Ele tem essa implacabilidade. Ele apenas vai e vai e continua indo!"

Robert Trujillo: "Você tem essa energia old school, você tem um pouco da energia do 'Black Album', você tem tudo isso rolando e chega nesse nível e começa a lançar idéias, e isso cresce. Eu sinto quando você toca algo nesse nível, eu não estou nem falando ao vivo em frente a um público, estou apenas dizendo aqui [no QG do Metallica em San Rafael, Califórnia], muito disso é como se apresentar, nós estamos nos envolvendo fisicamente. E há um groove que é muito necessário. Eu acho que este álbum, embora seja pesado e direto, tem muito groove e isso me deixa feliz."

Sobre o processo de composição do "Hardwired... To Self-Destruct":

Kirk Hammett (guitarra): "De início, eu acho que a idéia era fazer um álbum com abordagem similar ao [álbum de estréia, de 1983] 'Kill 'Em All', e esse foi um álbum comandado basicamente por Lars e James [Hetfield, guitara/vocal], com um pouco de ajuda do [ex-guitarrista] [Dave] Mustaine. Então o conceito era que esses dois liderassem todo o processo criativo de novo da mesma forma que o 'Kill 'Em All' foi feito. E eu não tenho problema nenhum com isso."

James Hetfield (guitarra, vocal): "Eu diria que estamos buscando as melhores músicas, e de onde vier o material, é de onde veio. Não estamos tentando ser 'exclusivo', é 'aqui está o que é melhor para a banda. Estes são os melhores riffs que temos. Estas são as melhores partes e vamos juntá-las'. Minha implicância foi sempre que as músicas são longas demais. Eu quero tocar mais músicas ao vivo. Eu não quero deixá-las mais longas. Vamos fazer músicas mais curtas para que possamos tocar mais delas."

Lars Ulrich: "A grande diferença entre a composição deste disco e a composição do disco anterior é que estávamos mais seguindo nosso ritmo desta vez. No 'Death Magnetic', o [produtor] Rick [Rubin] viria a cada duas semanas e continuaria a nos desafiar para 'ficarmos mais loucos'. Ele usava uma palavra, a palavra 'ridículo'. Eu lembro que ele geralmente se sentaria ali e falaria, 'deixe mais ridículo'. Essa foi a palavra. Eu nunca associaria a palavra 'ridículo' com música, e eu me lembro dele se sentar bem ali [aponta para o sofá do estúdio], falando, 'torne-o mais ridículo'. E então iríamos e inverteríamos tudo, colocaríamos na parte principal, então um pouco disso. E eu diria que neste disco nós praticamente fizemos o oposto disso. Nós o fizemos menos ridículo. Começamos ajustanto um pouco, cortando partes extras, deixando mais curto, tornando-o um pouco mais linear e fazendo-o menos 'ridículo'. Eu posso te dizer que a analogia que acabei de criar, de deixar mais 'ridículo' no 'Death Magnetic' e menos ridículo no 'Hardwired... To Self-Destruct', eu nunca tinha falado para ninguém antes."

Sobre sua abordagem nos solos de guitarra do "Hardwired... To Self-Destruct":

Kirk Hammett: "Eu achei que seria ótimo se eu não trabalhasse nos solos antes. É algo bem corajoso e desafiador pois eu quero estar bem preparado quando é qualquer coisa relacionada a música e minha guitarra. Aparecer bem preparado era meu modus operandi. Desta vez, eu apenas disse para mim mesmo que no passado, muitas das coisas que acabaram entrando nesses álbuns foram a primeira coisa que toquei, a primeiríssima coisa. Meu subconsciente tem um sentimento para qual é a coisa mais apropriada, então deixa a música fluir, a criatividade fluir, os sentimentos fluirem, e ter meu subconsciente ditar o que precisa ser feito para a música. Eu coloquei 100 porcento desse conceito na abordagem ao fazer esses solos."

Sobre a reação dos fãs as primeiras músicas do "Hardwired... To Self-Destruct":

James Hetfield: "Eu realmente não dou a mínima. Realmente não dou. Eu compreendi a idiotice da internet, e a liberdade que você tem para falar o que quiser o tempo todo. Em algum momento, você fica tão dessensibilizado a isso que não faz mais sentido. Apenas faça o que você ama. Como pode dar errado? Sempre volta para 'por que estamos fazendo isso? Porque amamos fazê-lo, e queremos escrever música que gostamos de ouvir'. Simples assim. Se você gosta da música, então ouça com a gente."

Sobre os temas das letras no "Hardwired... To Self-Destruct":

James Hetfield: "'Hardwired' é tão simples, não é Shakespeare, eu sei isso. Mas, putz, os humanos estão realmente fazendo a coisa certa? Sabe. E na história, somos um pontinho. E vamos desaparecer? Estamos nos tornando ultrapassados com os eletrônicos? Estamos nos tornado isso? Vamos nos destruir por conta de nossos egos e todas as coisas que tornam os humanos humanos? Essa frase inteira 'hardwired to self-destruct' ['programado para se auto-destruir'] veio de um amigo meu que estava apenas soltando isso como um viciado em conflito. É assim para gente? O nosso padrão é apenas morrer? Mais cedo do que deveríamos. Ruína. Destruir nossas vidas; estamos programados para nos destruir? E isso chamou minha atenção. 'Moth Into Flame' é bem literal. Atualmente todo mundo tem uma obsessão em ser famoso. Ser popular. Seja na sua conta do Facebook ou andando nas ruas, ver alguém fazendo selfies enquanto caminha na rua. Tipo, o que? O que você tá fazendo?"

Mais trechos podem ser lidos, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield: Não sei porque esperamos tanto tempo para fazer um novo álbum

   30 de Outubro de 2016     tags: hardwired to self destruct, vídeos, entrevista, hetfield, hammett, ulrich      Comentários

Cerca de 500 fãs do Metallica puderam participar de uma sessão especial de perguntas e respostas com os quatro membros do grupo em 29 de Outubro no Polyforum Siqueiros na Cidade do México. Você pode assistir ao vídeo do evento abaixo. Alguns trechos podem ser lidos a seguir.

Sobre o que os inspirou a fazer o novo álbum "Hardwired... To Self-Destruct", a sair em 18 de Novembro:

Kirk Hammett (guitarra): "Talvez por estarmos atrasados em fazê-lo."

James Hetfield (guitarra, vocal): "É o que fazemos; nós fazemos música. Demorou bastante tempo. As pessoas ficaram bravas. E eu percebi quando estávamos tocando o álbum para alguns jornalistas que é um grande sentimento dar luz a música nova e como ela faz as outras pessoas se sentirem, me fez sentir bem. Então eu não sei porque esperamos tanto tempo. Garanta que não tenhamos que esperar tanto tempo de novo, certo?"

Lars Ulrich (bateria): "Faça tatuagens que digam, 'Não esperem tanto tempo', e mandem para gente."

Sobre quais álbuns mudaram suas vidas:

Hammett: "Sabe, para mim pessoalmente, toda vez que lançamos um álbum, ele muda minha vida, com certeza. Digo, sempre que lançamos um álbum, parece que... Nós nos encontramos em uma parte diferente de nossas vidas, nós nos encontramos em uma situação diferente no curso de nossa carreira. E quando nós lançamos um álbum, como James estava dizendo, é uma coisa tão emocional, e ver a música realmente afetar as pessoas de maneira positiva, digo, isso é a coisa mais incrível de se ver para mim."

Sobre as situações mais difíceis que eles enfrentaram em suas vidas no decorrer das três décadas e meia que a banda está junta:

Hetfield: "Bem, sim, nós crescemos juntos, nós passamos tantas experiências de vida juntos. Escalamos grandes montanhas, e então fomos a vales bem profundos. Sabe, o falecimento de Cliff [Burton] foi bem, bem difícil para todos nós. E eu diria que o filme 'Some Kind of Monster' definitivamente destaca uma época bem difícil para a banda e para mim pessoalmente. Eu acho que ser honesto em nossa música, ser honesto conosco como artistas, e a música é uma tremenda terapia. E isso significa muito para mim que minha escuridão pode se conectar com sua escuridão e torná-la ok."


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hammett: Metallica se tornou parte da cultura americana

   14 de Outubro de 2016     tags: entrevista, hammett, vídeos      Comentários

O último episódio do "String Theory" da Ernie ball conta com o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett. No vídeo de 15 minutos, Hammett discute não apenas sua carreira, mas sua vida emocional. Confira abaixo.


Segundo Hammett, "nós temos estado por aí há mais de três décadas - nós estamos na quarta década - e estamos por aí há tanto tempo, e as pessoas viram o nome do Metallica por tanto tempo que por pura osmose, nós nos tornamos parte da cultura americana, nossa cultural social. Agora temos fãs que nasceram e sempre tiveram o Metallica; o Metallica sempre esteve no plano de fundo. Para essas pessoas, nós somos algo mais do que apenas uma banda; somos parte da paisagem cultural."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Metallica conta histórias de turnês

   30 de Setembro de 2016     tags: vídeos, ulrich, hetfield, hammett, trujillo, curiosidades      Comentários

O Metallica participou ontem, 30 de Setembro, do programa The Tonight Show With Jimmy Fallon, onde tocaram a música "Moth Into Flame". Nos bastidores, James Hetfield, Robert Trujillo, Lars Ulrich e Kirk Hammett compartilharam histórias sobre higiene durante a turnê, um causo com Ozzy Osbourne e mais. Confira no vídeo abaixo.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Metallica conta histórias de fãs improváveis: de enfermeiros a Bruce Springsteen

   27 de Setembro de 2016     tags: curiosidades, hammett, ulrich      Comentários



A pouco menos de dois meses de lançarem o seu décimo álbum de estúdio, "Hardwired... to Self-Destruct", o Metallica abriu o livro e falou um pouco de tudo - do planeamento do disco, aos pedidos mais bizarros dos fãs e até de Lou Reed.

Durante uma entrevista à rádio norte-americana SiriusXM, o Metallica abordou várias perguntas feitas pelos fãs presentes na audiência. Fãs esses que, por vezes, não têm limites - como a enfermeira que pediu um autógrafo a James Hetfield, no meio de uma operação do filho do vocalista.

Mas existem casos mais estranhos; Kirk Hammett conta que, na época do lançamento de Metallica (também conhecido como "o álbum preto"), teve um encontro estranho com outra grande estrela do rock. "Estava experimentando roupa numa loja e vejo alguém chegar do meu lado. Escutei perguntar: 'como está, Kirk?'. Viro a cabeça e era o Bruce Springsteen. E o mais estranho era que ele sabia o meu nome", contou o guitarrista.

De uma estrela do rock para várias outras, Lars Ulrich lembrou um concerto em Munique em que pôde conviver com a sua banda preferida da adolescência, o Deep Purple. "Estava bastante excitado por poder estar com eles nos bastidores e beber uma cerveja. Quando chego ao camarim vejo uma nota do Ian Gillan: 'vocês foram incríveis, [mas] já passou da nossa hora de dormir'. Eram 22h45..."

Apesar das críticas a Lulu, de 2011, o Metallica garante ter aprendido bastante com Lou Reed: a força de um verso, por exemplo. Ainda assim, não existem quaisquer planos para fazer um disco em parceria com outro artista. "Não tenho outra aspiração além a de tocar com [o Metallica]", afirmou Ulrich.

Fonte: Blitz

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Hammett: Perder iPhone com centenas de idéias de riffs foi devastador

   22 de Setembro de 2016     tags: entrevista, hammett, áudio, hardwired to self destruct      Comentários


O guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, disse que perder seu telefone com centenas de idéias de riffs para o novo álbum da banda foi uma "experiência devastadora".

O iPhone de Hammett, contendo cerca de "250 idéias musicais" sumiu em 2014. Cerca de seis meses depois, ele disse ao podcast "The Jasta Show" que ele "ficou arrasado" quando isso aconteceu, mas ainda tinha esperança de que ele "poderia reaparecer".

Agora, em uma nova entrevista para a rádio KISW 99.9 de Seattle, Kirk falou sobre como o incidente afetou o processo de composição do novo disco "Hardwired... To Self-Destruct". Segundo ele, "[perder o telefone] foi devastador para mim. Vamos apenas dizer que eu tive que começar do zero de novo, enquanto todo mundo [na banda] tinha material para as músicas. Quando eu tive algumas idéias rolando e meio que formadas, a maioria das músicas já tinham sido escritas. Eu tive que pensar para mim mesmo, 'ok, eu tenho coisas, mas parece que só aparecerão no próximo álbum'".

Apesar do revés, Hammett disse que ele ficou satisfeito com o resultado do "Hardwired... To Self-Destruct".

"As músicas neste álbum foram feitas durante um período de tempo - cerca de um ano e meio - e elas são totalmente orientadas ao groove, músicas que são meio que uma progressão natural do 'Death Magnetic', mas mais orientadas ao groove, não tão progressivas quanto o 'Death Magnetic'", disse ele.

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Fonte (em inglêS): Blabbermouth.net

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Hammett: Álbum novo está na linha do Death Magnetic

   19 de Setembro de 2016     tags: entrevista, hammett, áudio, hardwired to self destruct, black album      Comentários



A rádio WRIF de Detroit, Michigan, realizou recentemente uma entrevista com o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett. VOcê pode ouvir a conversa, em inglês, usando o player abaixo. Alguns trechos traduzidos podem ser lidos a seguir.

Sobre a turnê do Metallica de divulgação do vindouro álbum de estúdio da banda, "Hardwired... To Self-Destruct":

Hammett: "Nós pretendemos ir a maior quantidade de lugares possíveis. Estamos tentando chegar as maiores cidades cosmopolitanas ao redor do mundo. Temos várias datas que estão guardadas para os Estados Unidos, o que é algo que estamos ansiosos, pois não fazemos uma turnê de verdade nos EUA há bastante tempo. Digo, nós somos conhecidos por tocar um show aqui e ali, e também somos conhecidos por fazer umas turnês pequenas de festivais na Europa ou Ásia ou Austrália ou América do Sul. Mas não fizemos muitos shows realmente nos EUA nos últimos seis ou sete anos, então estamos bem ansiosos para sair por aí e tocar para nossos fãs americanos, pois isso é a gente. Essa é nossa base, sabe."

Sobre como ele se prepara para uma turnê:

Hammett: "Eu garanto que estou em forma fisicamente e mentalmente, eu garanto que minha habilidade em tocar guitarra está boa. E eu garanto que as coisas estão indo bem em casa também. É realmente importante para mim, verificar para garantir que minha família está indo bem. Sabe, nós temos feito isso por tanto tempo que sabemos como fazer bem. Nós temos feito isso há tanto tempo que todo show vai bem, bem tranquilo, pois somos veteranos. Nós sabemos como ir lá e entrar no espaço ou no sentimento bem antes do show e então entrar no palco e detonar, cara, e dar metal as pessoas."

Sobre o álbum "Hardwired... To Self-Destruct":

Hammett: "Eu acho que está na linha do 'Death Magnetic', mas os grooves estão um pouco mais fáceis de assimilar. Há um tipo de approach mais simplista. É menos progressivo que o 'Death Magnetic' e mais orientado ao groove. Essa é minha visão. Todo mundo tem uma visão diferente, então eu só posso dizer a minha. E eu gosto dele; eu acho que é ótimo. Mas de novo, sou tendencioso."

Sobre o aniversário de 25 anos do Black Album:

Hammett: "O Black Album é algo que meio que simplesmente aconteceu. O Black Album estava onde nossas cabeças estavam musicalmente, e pareceu estar em sincronia com a indústria da música e as rádios de rock. Então houve um tipo de sincronismo... Não sincronismo, mas uma sinergia real com a gente fazendo o tipo de música que a rádio de rock parecia precisar na época. Pois tocamos tanto nas rádios e pudemos realmente entrar na mente de muitos compradores de discos. Não foi apenas o álbum e sair em turnê por três anos; também foi o apoio da rádio que tornou o álbum o que é. E o fato da rádio ainda tocá-lo hoje, ainda tocar essas músicas hoje, contribui para a intemporabilidade dessas músicas. Se você lançar esse álbum hoje, ele se encaixaria totalmente na cultura musical geral que está rolando atualmente."

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Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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