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Ex-produtor do Metallica: "Master of Puppets é uma obra-prima"

   08 de Abril de 2011     tags: flemming rasmussen, entrevista, master of puppets      Comentários

Foi há 25 anos, completados no mês passado, que o Metallica lançou seu terceiro e épico álbum, "Master of Puppets". O disco saiu em 3 de Março de 1986 e foi produzido por Flemming Rasmussen, que também produziu o "Ride the Lightning" de 1984 e o "...And Justice For All" de 1988. Em uma entrevista para o Noisecreep da AOL, Rasmussen foi perguntado sobre como ele entrou em contato com o Metallica pela primeira vez. "Eles me contactaram depois que ouviram a produção que eu fiz para o álbum 'Difficult To Cure' do Rainbow", respondeu. "Eles realmente gostaram do som que consegui no disco, então me procuraram. O sucesso do 'Ride the Lightning' fez com que nossa colaboração continuasse pelos dois próximos álbuns."

"Eu na verdade não tinha ouvido o Metallica até que nós começamos a fazer o álbum 'Ride the Lightning'", admitiu. "A banda tocou o 'Kill 'Em All' para mim porque nós estávamos conferindo alguns sons no disco. Para ser honesto, eu não me impressionei com o som dele, e o modo de tocar deles. Mas eu fiquei impressionado com a energia deles no álbum, e isso encobriu suas performances de verdade."

O "Master of Puppets" foi o último álbum a contar com o baixista Cliff Burton, que morreu em um acidente de ônibus em Setembro de 1986, e foi substituído por Jason Newsted. Rasmussen disse sobre Burton, "foi um grande prazer trabalhar com ele. Eu amo sua improvisação. Suas partes de solo na faixa instrumental, "Orion", foram fantásticas!"

Sobre o quão preparado estava o Metallica antes de entrar em estúdio:

"A banda fez uma demo realmente boa do álbum inteiro antes de começarmos a gravar, então tudo estava planejado. Na verdade, eles sempre fizeram demos de tudo antes de entrarmos em estúdio."

Sobre se havia festas rolando durante as sessões de gravações:

"Nós não fizemos festas no estúdio, na verdade. Nós éramos todos bem profissionais durante as gravações destes álbuns."

Sobre sua música favorita do "Master of Puppets":

"Se eu tivesse que escolher minhas músicas favoritas no álbum, eu iria de 'Welcome Home (Sanitarium)', 'Battery' e a faixa título."

Sobre se há algo que ele mudaria no "Master of Puppets":

"Eu o ouço de vez em quando, e não há nada que eu mudaria. É uma obra-prima do seu tempo, e deve ser deixado como é."

O "Master of Puppets" foi o primeiro disco de ouro do Metallica, por vendas de mais de meio milhão de cópias. Muitas músicas do disco, incluindo "Welcome Home (Sanitarium)", "Battery", "Leper Messiah" e a faixa título ainda são partes do set ao vivo da banda até hoje.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Lemmy: Lisonjeado por influenciar o Metallica

   30 de Março de 2011     tags: lemmy, entrevista      Comentários

O MetalInsider.net realizou uma entrevista recentemente com o frontman do Motörheard, Lemmy Kilmister. Durante a conversa, Lemmy falou sobre como se sente quando bandas como o Metallica citam o Motörhead como uma de suas maiores influências.

"Bem, o Metallica tá começando a sentir um pouco da idade agora, não é? [Risos] Eles estão por aí há bastante tempo. Digo, você não pode superar o Metallica. Eles são uma banda excelente. Eu fico lisonjeado quando dizem que eu fui uma de suas influências. Tipo, eles tem todas suas influências, mas você não consegue ouvir as influências neles, o que é ótimo. Eles se tornaram suas próprias pessoas, e isso é ótimo. EU gosto muito deles. Eu passei muito tempo com esses meninos. Tem um clipe comigo, fazendo uma jam com eles em Nashville, Tennessee no filme ['Lemmy']", disse.

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield fala sobre Absent no Fox & Friends

   30 de Março de 2011     tags: entrevista, hetfield, vídeos, absent      Comentários

O frontman do Metallica, James Hetfield, e o cineasta Justin Hunt, foram entrevistados na edição desta manhã (quarta-feira, 30 de Março) do "Fox & Friends" do canal Fox News, sobre o documentário "Absent". Assista a conversa no vídeo abaixo.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hammett no That Metal Show

   17 de Março de 2011     tags: hammett, entrevista, fotos      Comentários



O guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, e o lendário Uli Jon Roth (ex-Scorpions) são os convidados especiais do episódio de estréia da sétima temporada do "That Metal Show" da VH1 Classic americana, que está de volta no sábado, 19 de Março.

Durante sua aparição no programa, Hammett falou sobre a turnê dos "Big Four", que conta com as apresentações dos chamados quatro grandes do thrash metal dos anos 80 - Metallica, Megadeth, Anthrax e Slayer:

"Para mim, é uma celebração", disse ele. "Nós todos chegamos tão longe e somos bandas estabelecidas e todos os pequenos problemas e pontos de contenção que nós tínhamos uns com os outros antigamente eram um produto de sermos somente jovens e imaturos e querermos ser o número um. Agora que estamos por aí por cerca de 25 anos e todas essas coisas não importam mais, nós todos podemos olhar uns para os outros e dizer, 'nós conquistamos muitas coisas pelo metal e devemos nos orgulhar e celebrarmos juntos'."

Um trecho do programa pode ser visto clicando aqui.





Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield: "Meu pai não me ensinou como fazer isso ou aquilo"

   05 de Março de 2011     tags: entrevista, hetfield, absent      Comentários

Na última quinta-feira, 3 de Março, a Rockville Music Magazine conduziu uma entrevista com o guitarrista/vocalista do Metallica, James Hetfield, e o cineasta Justin Hunt, no San Rafael California Film Institute em san Rafael, Califórnia. Hetfield e Hunt apresentaram e discutiram o premiado documentário Absent, que explora a crise mundial de pais ausentes e negligentes, e o impacto negativo que a ferida paterna causa na sociedade. Trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Rockville Music Magazine: James, o seu caminho na paternidade não foi fácil. Você já falou previamente sobre como você teve que lutar para aprender a amar sua família e como uni-los ao Metallica. Eu acho que as pessoas se identificam tanto com você pois elas viram esta batalha. Durante [o documentário do Metallica] "Some Kind of Monster", nós o vemos perder o aniversário de seu filho devido a uma viagem para caçar na Rússia. No filme, nós podemos ver o arrependimento em sua expressão por perder este momento. Agora, há alguma coisa que poderia te afastar ou fazer com que você perdesse o aniversário de um de seus filhos?

Hetfield: (Sorrindo) Não. E se acontecer de ter um show acidentalmente marcado porque eu, sabe, (rindo) estou nos primeiros estágios do Alzheimer, ou muita bateção de cabeça, então as minhas crianças estarão lá. Nós as tiraremos da escola e as levaremos a Lisboa ou Philly ou onde quer que seja, para que elas tenham a chance de celebrar com os pais. Mas, sabe, este era o antigo eu. A paternidade, eu não sei, eu posso só falar por mim mesmo. Eu estava esperando ficar pronto para isso, e agora quando eu falo com alguns amigos [que estão dizendo], "eu não sei se essa é a garota certa para mim, eu tenho medo que vamos ter filhos. Eu não sei como vamos fazer tudo isso". Eu digo, "Ah, bem, você é normal". Eu não tinha idéia do que fazer. Eu achei que seria melhor começar a ler livros sobre como ser pai. Então eu comecei a ficar bravo, meu pai não me ensinou como fazer isso ou aquilo. Como posso ensinar minhas crianças se meu pai não me ensinou?! Era melhor eu aprender isso. Havia muito ressentimento que surgiu do medo. E eu percebi que eles não precisavam de tudo aquilo. Eles não precisam de todas as instruções. Eles precisam ser guiados. Eles precisam de amor. Eles precisam que você esteja lá, simples assim. Eles tem sido os professores. (risos) Eu não os ensinei muito. Eu contei a eles várias histórias, basicamnete. (Mais risadas de Hunt e Hetfield) Eles me ensinaram muito sobre mim mesmo, sobre a vida, e sobre como viver melhor.

Rockville Music Magazine: James, você olha para trás e enxerga algum momento crucial, onde simplesmente clicou para você que tipo de pai gostaria de ser?

Hetfield: Esse momento crucial foi, e eu posso fechar os meus olhos e viver isso de novo, em nossa casa, há algumas casas antes. Nós nos mudamos para tentar sentir algumas boas vibrações. (risos) Sentado em casa, visitando meus filhos, porque [naquela época] eu não era permitido pois não estava vivendo lá. Mas só sentando com as crianças, e percebendo, "você sabe o que?! Eu não tenho que fazer nada mais. Eu não tenho que aparecer nesse show. Eu não tenho que, sabe, eu posso me atrasar para isso. Toda essa merda pode esperar. Tudo que eu tenho fazer é sentar aqui com meus filhos". E tudo bem. Esse foi o momento crucial em que eu percebi que há uma certa prioridade na vida, e que eles estão no topo disto.

Rockville Music Magazine: Hetfield, você já considerou o motivo pelo qual tudo isso aconteceu em sua vida, porque você passou por toda essa jornada dolorosa, é porque você tem este dom [da música]. Escrevendo sobre seus valores, e dando voz a gerações de homens que passaram por situações parecidas em suas vidas, eles seguiram sua jornada na paternidade e estão respondendo a ela. Como é isso?

Hetfield: (Risada excitada) É incrível! Há muito valor nisso. Ter a sua história por aí, todas as suas lutas, tem muito valor. Você tem que, tipo, "bom, se eu falhar, as pessoas saberão de tudo isso". Elas podem tanto apontar o dedo e dizer, "Ha! Você falhou", ou eles podem, "Aqui, me dê sua mão e eu posso te ajudar a levantar", porque eles sabem a sua história. Ser honesto sobre isso é a melhor política. Meu pai sempre diria, sabe... A verdade. A melhor palavra do mundo. Verdade. Esse também era o nome da moto dele quando ele dirigia moto nos anos 40, "A Verdade". Eu também adicionaria isso ao que o Justin estava falando. Sim, todos nós viemos de passados diferentes, mas o ponto em comum é estar lá para os seus filhos. As batalhas que os pais atravessam no papel deles e como expressar a frustração deles sem ser olhado como se fosse um fracote, ou só "toma isto". Nós vemos isto na escola dos meus filhos. Meus filhos dizem, e é uma escola particular em Marin County, "Uau, eu não posso acreditar quantos pais são divorciados". E vendo a entrevista [em Absent], vendo algumas crianças não tão incomuns, que todos os seus amigos não tem pais, ou só tem um deles. Não é só sobre a classe. Como você disse, a jornada, trouxe todos nós aqui por um motivo. Isso é tão, tão claro e evidente em muita da minha história. E sem todo esse "e se", nós estamos aqui por uma razão. Eu fui colocado nessa batalha por uma razão. E é tão irônico que a voz que eu nunca tive quando criança, eu ouvia música, e essa era a voz falando em mim. De um certo modo, eu me tornei essa voz para os outros, e falando através da música. É a maior irônia. E eu sou extremamente grato por estar nessa posição.

A entrevista completa pode ser lida, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Entrevista com Flemming Rasmussen

   04 de Março de 2011     tags: flemming rasmussen, entrevista      Comentários

O produtor Flemming Rasmussen, que colaborou com o Metallica em três álbuns na década de 80, foi recentemente entrevistado por Mike Meyer do Phoenix New Times, a respeito do 25o. aniversário do lançamento do icônico disco "Master of Puppets". Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Phoenix New Times: O "Master of Puppets" foi amplamente considerado como um dos melhores álbuns de heavy metal de todos os tempos. Você sabia que estava fazendo algo especial enquanto trabalhava nele há 25 anos?

Flemming Rasmussen: Oh, sim. Já nas demos, a gente sabia que este seria um álbum matador. Eu acho que todos nós sentimos que este seria o melhor álbum do Metallica até o momento, já que tínhamos um monte de músicas realmente fortes. Até as instrumentais eram ótimas.

Phoenix New Times: O "Puppets" foi o último álbum a contar com o Cliff Burton no baixo. Você era próximo dele? Como sua morte o afetou? Foi diferente trabalhar no "...And Justice For All" depois que o Jason Newsted entrou na banda?

Flemming Rasmussen: Não, eu não diria que eu era próximo de Cliff, já que ele era o que passava o menor tempo no estúdio, mas me afetou bastante quando ele morreu. Ele definitivamente era único, e embora Jason seja um ótimo baixista, era impossível calçar os sapatos de Cliff. Jason é um baixista de sua maneira, e nunca recebeu o reconhecimento que merecia.

Phoenix New Times: Você produziu três álbuns consecutivos do Metallica - "Ride The Lightning", "Puppets" e "Justice" - mas eles tem três sons distintos. Isto foi uma decisão consciente sua e da banda?

Flemming Rasmussen: Sim. A diferença entre o "Ride" e o "Master" é evolução, já que o "Master" é um aperfeiçoamento do som que começamos a evoluir no "Ride". E na minha opinião, nós realmente atingimos isso no "Master". O álbum soa tão bem. Quando eu entrei no "Justice", eles já estavam há um mês em sessão, e era um estúdio novo, etc., então decidimos por um som mais direto e seco. Sobre a mixagem, eles tinham contratado alguém para fazer isso, então eu não tive palavra nisso. Mas ainda é um clássico álbum de metal, e o som inspirou toda uma nova geração de bandas de metal.

A entrevista completa pode ser lida, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: "Turnê me fez apreciar ainda mais o Death Magnetic"

   02 de Março de 2011     tags: entrevista, ulrich      Comentários

Na última noite da massiva turnê do "Death Magnetic" do Metallica, em Dezembro de 2010 em Melbourne, Austrália, Marcus Teague do The Vine realizou uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, exclusivamente para a revista oficial do fã-clube do grupo, a So What!. Alguns trechos que não entraram na revista podem ser conferidos abaixo.

The Vine: É o final de dois anos e meio de turnê do "Death Magnetic". Você aprendeu com isto?

Lars: Eu tenho certeza que aprenderei. [Assim que terminarmos a turnê] eu tenho a tendência de... Primeiro, eu sou prático e então depois eu fico emocional. Então agora, eu tenho uma lista no meu bolso de coisas para fazer hoje. Sabe, empilhar passes não usados da sala de produção. Lembrar de dar aos caras da equipe seus cheques de bônus. Lembrar de agradecer os fãs hardcores por viajarem. Lembrar de pegar meu nariz e seja lá o que mais. Eu tenho certeza que no avião de volta hoje de noite ou nos próximos dias... Sempre fica um pouco mais irreal. Tipo, uma semana depois, quando você chega em casa e é tipo, "Uau. Eu não vou sair por aí por um tempo. Eu não vou voltar ao palco. Da próxima vez que formos fazer algo será [para o próximo disco]". Então eu penso seriamente, olhando os últimos anos, foi uma experiência bem positiva.

The Vine: Tocar as músicas do "Death Magnetic" junto das músicas de seu catálogo antigo o fez entender o disco de maneira diferente?

Lars: Eu diria que a coisa principal que os últimos dois anos fez para o "Death Magnetic" é me fazer aprecia-lo ainda mais. E isto está vindo do cara que nem sempre tem um bom relacionamento com [nossos] discos depois de feitos. Houveram muitos questionamentos, muitas sobrancelhas erguidas, muitos "o que nós estávamos pensando?". E isto algumas vezes aconteceu muito rápido. Cada disco sempre foi bem compulsivo, momentâneo, algo meio instintivo. Uma coisa bem pura. Mas com isto, três ou seis meses depois, sempre é... Você se senta lá e vai, "o que diabos estávamos pensando?". Mas com o "Death Magnetic", que nós terminamos cerca de dois anos e meio atrás, eu posso definitivamente contar para você que nós nunca tivemos um disco que foi apreciado pelos lembros da banda - pelo menos falando de mim - por tanto tempo quando o "Death Magnetic". Eu ouvia três ou quatro músicas no carro enquanto estava em casa na última pausa [da turnê]; ele ainda soava espetacular. Eu estava ouvindo uma das músicas mais cedo só para conferir algo que nós precisamos tocar esta noite, e ainda soa ótimo. Dois anos e meio depois. É incrível. Então eu posso dizer absolutamente que não há disco do Metallica que se manteve em luz positiva tanto quando o "Death Magnetic". O que é algo bom. Isto também me deixa um pouco apreensivo. Enquanto estamos sentados aqui, pensando no próximo disco. [risos]

The Vine: James [Hetfield] disse para mim que ele tem 800 e poucos novos riffs em seu iTunes.

lars: Veremos como isto se sai. Eu estou ansioso para voltar e criar, eu estou ansioso para voltar e tocar. Eu estou ansioso para voltar a esse lado de novo. Nós começamos a trabalhar no "Death Magnetic" há cinco anos neste mês. E nós passamos muito tempo e colocamos muito esforço neste disco, e certamente valeu a pena. Mas eu não posso garantir que possamos ir além dele - eu busco ultrapassa-lo. Eu espero conseguir - mas é um puta disco. Então vamos ver o que rola.

The Vine: Deve ser encorajador no sentido de que, discutivelmente, este disco estava celebrando sua história. E foi tão bem recebido, comparavelmente.

Lars: Oh, sim. A melhor coisa destas músicas, ao vivo, é como elas se encaixam com as coisas antigas sem esforço.

The Vine: Há crianças que estão pegando primeiro o "Death Magnetic". E depois voltando.

Lars: Claro, funcionou muito bem. Eu nunca esperava que funcionasse tão bem assim. Eu acho que sempre houve - algumas vezes - uma relutância elitista de aceitar os novos discos por alguns fãs. Porque se você aceitar os novos discos de alguma forma, é [algumas vezes entendido] como um desrespeito as coisas antigas. O que eu nunca fui capaz de entender. Mas este disco foi realmente aceito pelos fãs, é provavelmente o mais aceito abertamente pelos fãs desde os quatro primeiros.

A entrevista pode ser conferida, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield fala sobre Phil Lynott

   27 de Fevereiro de 2011     tags: hetfield, entrevista, thin lizzy      Comentários

Marcando os 25 anos da morte de Phil Lynott, a revista Hot Press lançou uma edição especial, contando com depoimentos de artistas que trabalharam com o frontman do Thin Lizzy ou foram influenciados por seu trabalho. Participam da homenagem Slash (Velvet Revolver), Joe Elliott (Def Leppard), James Hetfield (Metallica) e Bono (U2), entre outros. Também marcam presença ex-companheiros como Eric Bell, Scott Gorham, Brian Downey e Brian Robertson.

O vocalista e guitarrista do Metallica refletiu sobre a morte de Lynott: “Foi um daqueles momentos realmente tristes. Você se pergunta porque Deus levaria alguém tão talentoso. Mas há um propósito para tudo. Ele passou por todas as batalhas que escreveu. Químicas, étnicas, enfim, todas soam mais verdadeiras ainda hoje em dia. Depois que enfrentei minha dependência, passei a entender suas letras e pensar, agora entendo o que ele queria dizer. Adoro isso”.

“Ele era um frontman incrível”, declarou Bono. “Aquela habilidade musical e lírica misturada com atitude de showman e estilo. Se essa é a sua definição de Rock and Roll, não há ninguém que supere Philip Lynott. Ele está no topo”.

Para comprar a revista, clique aqui.

Fonte: Whiplash!

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Entrevista antiga com Ron McGovney

   20 de Fevereiro de 2011     tags: entrevista, mcgovney      Comentários

O Whiplash! divulgou ontem uma entrevista realizada com o primeiro baixista do Metallica, Ron McGovney, feita em 1997 a Shockwave - a primeira desde sua saída do grupo.

A tradução completa da entrevista pode ser lida clicando aqui.

Agradecimentos: biramg

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Ulrich: Sem planos de ressuscitar gravações perdidas

   15 de Fevereiro de 2011     tags: ulrich, entrevista      Comentários

Segundo o The Pulse of Radio, o Metallica não recuperará suas sessões de dez anos atrás, do Presidio em São Francisco, para seu novo álbum. O baterista do grupo, Lars Ulrich, afirma que a banda não usou nenhuma dessas gravações "perdidas" no "Death Magnetic", de 2008, e eles não desejam revisitá-las para novos materiais para serem trabalhados nesta primavera americana.

Ulrich disse ao The Pulse of Radio, "certamente não há planos no momento. O Presidio foi um momento realmente estranho já que estávamos meio que molhando nossos pés de novo, e quando estávamos fazendo toda a coisa do 'Death Magnetic', nós não voltamos e passamos por horas e horas de coisas do Presidio para tentar e ver o que poderia ser ressuscitado."

As sessões no Presidio foram abandonadas depois que o frontman James Hetfield entrou na reabilitação por um longo período. Quando a banda se juntou novamente posteriormente, eles recomeçaram do zero e gravaram o álbum "St. Anger".

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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