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Hetfield: "Todos temos mentores", diz sobre tributos a Dio e Lemmy

   09 de fevereiro de 2017     tags: entrevista, hetfield, lemmy, dio      Comentários



Em entrevista ao Newsweek, o vocalista e guitarrista do Metallica, James Hetfield, falou sobre os tributos que sua banda fez aos falecidos ícones Ronnie James Dio e Lemmy Kilmister. O grupo registrou "Ronnie Rising Medley" em uma coletânea e "Murder One" no novo álbum, "Hardwired...To Self-Destruct" - a homenagem a Dio também está presente na versão deluxe do disco.

"Todos temos mentores e precisamos deles, ou ao menos eu preciso. Preciso de alguém para me espelhar, que me ensine", explicou.

Ele conta que o Metallica foi convidado pela ex-mulher de Dio, Wendy, para contribuir com o tribtuo ("This Is Your Life", de 2014). "Não somos iniciantes em fazer covers. Então, o medley combinou todas as boas coisas que amamos de Dio. Foi ótimo me desafiar a cantar daquele jeito", disse.

Hetfield diz que Lemmy, por sua vez, foi um "ícone", um "padrinho" para quem gosta de heavy metal. "Achávamos que ele fosse imortal (risos), vivendo daquela forma na estrada. Sabíamos que aquilo chegaria a um fim, mas não esperávamos. Não há Metallica sem Motörhead", afirmou.

James voltou a comentar que é "vergonhoso" o Rock And Roll Hall Of Fame não contar com o Motörhead. "Mas ele ganhou um Grammy com uma versão de 'Whiplash', música que gravamos tentando soar como Motörhead. Ele fez um cover de uma canção que foi inspirada nele e ele ganha um Grammy por isso. Foi muito legal", disse.

Fonte: Whiplash!

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Ulrich sobre Lemmy: "Seu espírito viverá para sempre em nós"

   30 de dezembro de 2015     tags: ulrich, lemmy      Comentários



Após a nota que Kirk Hammett escreveu sobre o falecimento de Lemmy Kilmister, agora o baterista do Metallica, Lars Ulrich, escreveu um longo tributo ao frontman do Motörhead a RollingStone.com. Confira a tradução na íntegra abaixo.

Quando ouvi que Lemmy tinha morrido, estava em casa no final de uma celebração de Natal em família. Estava falando com um amigo meu ontem, que conhece bem o empresário do Motörhead, e ele me disse que as coisas não estavam bem e talvez eu devesse considerar ir até Los Angeles para vê-lo e prestar meus respeitos. O câncer era muito agressivo, e era terminal e provavelmente não teria muito tempo restante. Era 13h e acho que ouvi as notícias as 18h. Foi louco.

Lemmy provavelmente é uma das razões primárias e absolutas de eu querer estar em uma banda. É simples assim. Eu fui apresentado a música do Motörhead em 1979, quando o Overkill saiu. Eu estava na loja de discos e o bumbo duplo da introdução de "Overkill" começou, e eu nunca tinha ouvido nada como aquilo na minha vida. A jornada subsequente que esta música me levou foi para um lugar que nunca tinha ido. Foi bem excitante e realmente revigorante. Pareceu novo e diferente.

Eu me tornei bem obcecado por eles por boa parte dos anos seguintes. A primeira vez que os vi ao vivo no outono de 1981, quando estavam abrindo para o Ozzy, que estava meio que estourando como artista solo, e o Motörhead estava abrindo. Então este foi obviamente um show incrível, mas para mim, ter a chance de finalmente experienciar o Motörhead... Para mim e meu amigo Richard Burch - cujo nome está imortalizado na parte de trás do Kill 'Em All por dizer "Bang the head that doesn't bang" ("Bata a cabeça que não que bate") - ele e eu seguimos o Motörhead pela Califórnia: San Diego, Los Angeles, San Francisco e eles também tocaram um de seus shows no Country Club em L.A.

Ter a chance de vê-los com tanta frequência foi algo incrível, mas mais ainda, nós conseguimos nos aproximar deles. Tivemos a chance de conhecê-los e sair com eles. E isso foi por conta de Lemmy e sua graciosidade. Ele era tão aberto e acessível, tão a antítese de um rock star; ele não era exibido ou inacessível, se escondendo atrás de máscaras ou o que for. Nada disso existia. Ele tinha esta presença e esta aura de todos os grandes rock stars dos anos 60 e 70, mas ao mesmo tempo, ele era esse cara incrivelmente pé-no-chão, calmo, facilmente acessível. Então eu e meu amigo Rich estávamos apenas saindo e acabamos no ônibus bebendo cerveja, curtindo, ouvindo histórias das turnês, e sendo parte das loucuras que seguiam uma turnê rock & roll naquela época. Isso deixou um profundo impacto em mim, pois rock stars até aquela época pareciam vir de algum outro lugar. Eles eram épicos; você não estava no mesmo nível que eles. Você não era digno. Você não poderia nem se imaginar se envolver com Robert Plant ou Paul Stanley, Elton John ou Rod Stewart.

Lemmy foi este cara que tornou tudo isso possível. Foi a primeira vez que eu realmente passei por isso. Eu e Rich estávamos dirigindo atrás do ônibus de turnê do Motörhead, seguindo-os de cima a baixo na estrada por boa parte da semana. Eles paravam em uma parada de caminhão, e nós paravamos na parada de caminhão. Deveríamos ir lá e falar oi para eles? Deveríamos nos manter afastados? Foi tudo engraçado e estranho, mas durante o trajeto desta semana, nós acabamos conhecendo Lemmy e percebemos que não tínhamos que tentar e agir como super legais e esconder nosso fanatismo. Ele abriu a porta e nos deixou entrar, e isso foi chocante, pois não era a regra naquela época.

Alguns meses depois, eu cansei de ficar na Califórnia e voltei para a Europa, onde toda a música e todo o metal e todas as coisas que eu curtia estava acontecendo, e acabei na Inglaterra e passei um pouco de tempo com o Diamond Head. O maior show na Inglaterra no verão de 1981 foi o Heavy Metal Holocaust, em um lugar chamado Port Vale Football Stadium. Era um estádio para 40 mil pessoas e o Motörhead era atração principal, eles tinham acabado de lançar o álbum No Sleep 'til Hammersmith, que entrou na parada britânica direto no número um. Eles eram a maior coisa na Inglaterra naquele verão.

Então eu e um dos caras do Diamond Head fomos até Port Vale para tentar e ver o show, mas estava esgotado. Resumindo, eu disse a alguém trabalhando lá que éramos amigos de Lemmy; nós conhecíamos alguns membros da equipe. Em 10 minutos, eu e meu amigo estavamos nos bastidores, na parte do Motörhead deste show. Estou te falando, você precisa entender o choque. Eles eram a maior banda da Inglaterra naquele verão. Toda pessoa na música na Inglaterra sabia quem era o Lemmy, e ainda assim, este menino espinhento de 16 anos da Dinamarca via Califórnia encontrou seu jeito de entrar na área do Motörhead. Foi totalmente chocante.

Eu fiquei na Inglaterra e Europa por mais um ou dois meses, e voltei a Dinamarca. Fiz um pouco de dinheiro para voar de volta a Califórnia. Meu voo estava saindo de Heathrow, então eu tinha duas noites em Londres. Quando cheguei lá, vi meu amigo que por acaso conhecia o empresário do Motörhead. Para colocar isso em perspectiva, eu tenho 16 anos e não sei nada. Estou em Londres, voando para San Francisco, saindo de Heathrow. Eu tinha um dia e basicamente ele disse, "O Motörhead está ensaiando, então se você quiser vê-los, vá até lá e veja se consegue achar algum deles". Era uma dica vaga.

Então fui até o estúdio de ensaio, e em meia hora, estou sentado na sala de ensaios deles e é o Lemmy, Phil Taylor, o baterista que faleceu um mês atrás, e o [guitarrista] Eddie Clark. Eram os três em uma sala do tamanho de, tipo, celas de prisão, juntos - um quarto de hotel - e eram só eles e eu, e eles estavam escrevendo músicas para o próximo álbum. Eu estou apenas sentado lá vendo-os escrever. Eu lembro deles falarem sobre esta música nova chamada "Iron Fist" em que eles estavam trabalhando, que se tornou a faixa título do próximo álbum. Esta é a maior banda na Inglaterra, e eu estou sentado lá com eles na sala de ensaios, escrevendo músicas para seu próximo disco. Coloque essa porra em perspectiva.

O ponto que estou tentando colocar é que havia essa abertura, não apenas deste menino de 16 anos perdido que estava tão louco sobre o que eles estavam fazendo, mas esta abertura a deixar pessoas entrarem em seu círculo interno e isso me motivou. Quando voltei a Califórnia mais tarde naquela semana, eu encontrei este menino, James Hetfield, cerca de seis meses antes, e nós passamos 24h juntos. Eu poderia dizer que ele era um cara super legal, mas nada veio daquela interação. Mas mais tarde naquela semana, nós voltamos, eu liguei para ele e disse, "nós temos que formar uma banda juntos. Eu acabei de sair com o Motörhead. Eu tive a chance de conhecer estes caras no Diamond Head. Estou sentindo isto, este chamado transcedental.".

Então quando eu digo que o Lemmy é a razão primária de eu estar em uma banda hoje, e que o Metallica existe por causa dele, não é algum exagero barato. Realmente é por isso. Eles me levaram, me deixaram ser parte do que estavam fazendo, e isso inspirou James e eu a formar esta banda, baseado nesse tipo de atitude e esse tipo de estética de se engajar com os fãs e ser aberto e transparente e deixar as pessoas entrarem e compartilhar a experiência. Nós éramos só um bando de crianças perdidas que queria pertencer a algo que era maior do que nós.

Isso era o que o Motörhead representava: você era parte da gangue. Se você era um fã do Motörhead, você era chamado de Motörheadbanger - os Motörheadbangers era o nome do fã-clube deles - e todos nós tínhamos a conexão comum onde sentíamos que todos nós pertencíamos. Nós sentimos como se pertencessemos a algo maior que nós mesmos. Mas não havia separação entre banda e fãs. Não havia separação entre ninguém; estávamos todos juntos. Isso foi muito inspirador. Essa unidade me fez querer estar em uma banda e ser parte daquele coletivo e fazer minha própria versão daquela experiência. Profundamente enraizada em nós está aquela estética que vem diretamente de Lemmy e de como ele me abraçou e me deixou entrar em seu santuário interior naquele verão de 1981. Eu estarei eternamente em dívida com ele e eternamente grato.

Mesmo depois da primeira vez que o conheci, nós continuamos amigo. Era o primeiro a entrar no lugar e o último a sair toda vez que o Motörhead vinha a uma distância viajável nos anos seguintes. Eu os encontraria em seus hotéis e acabaria no quarto do Lemmy. Eu sairia com eles. Há uma famosa foto na parte interna do disco Orgasmatron onde estou basicamente sentado com vômito todo em mim. Estava tão animado em ver o Lemmy alguns anos depois que estávamos bebendo da mesma garrafa de vodka, e obviamente eu não tinha tanta experiência nisso quanto as pessoas que estavam naquele quarto, então bem rapidamente eu estava vestindo a maior parte da vodka que estava bebendo. Eu desmaiei em seu quarto de hotel, e ele tirou a foto e me imortalizou para sempre no Orgasmatron, o que obviamente é uma honra [risos]. Não importam as circunstâncias, eu estava na parte interna de um dos discos do Motörhead.

O Metallica estava começando a estourar naquela época. Lemmy foi como um padrinho, uma figura paterna. Ele era alguém com quem você se sentia completamente seguro. Você nunca era julgado. Você nunca era intelectualizado. Você nunca era questionado. Você era sempre bem vindo no nível que eles pudessem. Era como se você fosse instantaneamente bem vindo ao santuário interno. Fazia você se sentir vivo e fazia você se sentir importante. Fazia você se sentir como se fosse parte de algo que era muito maior que você, e era um lugar tão seguro e revigorante para crianças como eu, pois nos dava um propósito.

Na festa de 50 anos do Lemmy, nós fomos lá e tocamos. Nós éramos basicamente a banda da casa; tocamos seis músicas do Motörhead, todos vestidos como Lemmy. Tocar suas músicas sempre foi algo que nunca exigiu esforço para nós. Fazíamos com orgulho.


Ele escreveu tantas ótimas músicas. De cabeça, "Motörhead" é um chamado aos tempos para o rock & roll: a frase imortal, "I should be tired, but all I am is wired/ Ain't felt this good for an hour" ("Eu deveria estar cansado mas tudo que estou é ligado/ Não me sentia tão bem há uma hora"). Aquilo era, tipo, a citação, a coisa mais rock & roll que tinha ouvido na vida. Isso está provavelmente bem no topo. "Overkill" é a razão de eu querer tocar bumbo duplo; aquela música teve grande parte em moldar o som do Metallica. "(We Are) Road Crew" é provavelmente aquela que tem uma das melhores letras já feitas, descrevendo a vida na estrada. A música "Bomber" é uma das mais músicas mais energéticas já feitas do rock pesado. E há a "Capricorn", que eu consigo me relacionar, já que meu aniversário é dois dias depois do Lemmy, então eu sou capricorniano tabém. Então você tem as pequenas jóias, como o lado B "Over the Top", que acho que foi o lado B do single de "Bomber". Ainda era um clássico ao vivo deles, anos mais tarde. A lista é interminável.

Eu estava na festa de 70 anos duas semanas atrás, e tive a chance de me sentar com ele por 10 minutos, só ele e eu. Eu disse a ele que era sua obrigação a comunidade rock & roll em viver para sempre, pois ele era a razão de todos nós estarmos juntos e celebrarmos o rock pesado e celebrarmos o Motörhead e ver rostos familiares, pois estamos tão dispersos agora. Sua festa de aniversário foi como um reunião de classe do rock pesado. Todo mundo estava lá pois Lemmy era uma das poucas pessoas que todos nós podemos concordar que é apenas um dos caras mais legais da história. Todos nós apareceríamos.

Obviamente eu podia dizer que ele estava com a saúde deteriorada, mas tínhamos uma ligação próxima, uma que não necessariamente precisa ser reafirmada ou articulada. Quanto menos falássemos, mais sabíamos que a ligação estava lá.

Quando o Metallica tocou em Los Angeles, ele sempre viria e nos assistiria, e sempre que o Motörhead estivesse aqui, nós sempre iríamos e assistiríamos tocar. Nós provavelmente nos cruzamos de 50 a 100 vezes nos últimos 20 anos, e ele veio e tocou com a gente no palco múltiplas vezes. Era uma ligação tão profunda e que datava desde aquele verão de 1981. Eu sempre apreciarei e sempre valorizarei todos os grandes momentos que tivemos juntos, mas especialmente aqueles primeiros dias. Éramos tão vulneráveis, tão moldáveis, pois uma parte significante do que nos tornamos, tanto na banda quanto como pessoas, é diretamente por conta não apenas dele, mas todas as outras pessoas que foram inspiradas e beberam das mesmas garrafas e compartilharam as mesmas histórias e espaços. Seu espírito viverá para sempre em nós.

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Hammett sobre Lemmy: "A inspiração sempre estará lá para mim"

   29 de dezembro de 2015     tags: lemmy, hammett      Comentários



O guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, escreveu uma nota ao herói e amigo Lemmy Kilmister para a RollingStone.com. Kilmister faleceu na manhã desta segunda-feira, 28 de Dezembro, aos 70 anos, por conta de um "câncer extremamente agressivo".

Confira abaixo a nota na íntegra:

Lemmy foi o melhor dos cavalheiros.

Em 1979, quando eu tinha 16 anos, ouvi Overkill pela primeira vez. Eu achei que era a coisa mais rápida que já tinha ouvido, e declarei a todos os meus amigos que o Motörhead era a banda mais rápida da terra.

Quando vi as primeiras fotos de como esses caras pareciam, eu percebi uma certa autenticidade neles. Eu imaginei que eles viviam da forma que se vestiam, e se vestiam da forma que viviam.

E eu me lembro claramente de ter uma percepção naquele momento - percebi que estava tudo bem em ser um estranho e que estava tudo bem em não se sentir como se eu tivesse que estar de acordo com tudo que me opunha na minha vida adolescente, pois claramente os caras do Motörhead nesta foto pareciam que não estavam de acordo com nada e, cara, com certeza parecia e soava como eles estavam se divertindo como resultado.

Então eu tenho tirei muito daquela foto e do som massivo e daquela atitude.

E eu tenho que agradecer a Lemmy, Fast Eddie e também ao recém falecido Philthy Animal pela inspiração, faísca e fogo que senti tão forte naquela noite de 1979.

A inspiração sempre estará lá para mim e que a música do Motörhead siga viva!

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Metallica lamenta morte de Lemmy Kilmister

   29 de dezembro de 2015     tags: lemmy      Comentários



Em uma postagem nas suas mídias sociais, o Metallica lamentou a morte de Lemmy Kilmister, do Motorhead.

"Lemmy, você é um dos principais motivos desta banda existir. Somos eternamente gratos por toda a sua inspiração. Descanse em paz. Infinito Amor e Respeito, Metallica"

Fonte: Whiplash!

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Trujillo entrega prêmio a Lemmy Kilmister

   09 de novembro de 2015     tags: trujillo, vídeos, lemmy      Comentários

O baixista do Metallica, Robert Trujillo, apresentou o prêmio Lifetime Achievement da Bass Player para Lemmy Kilmister do Motorhead, no show Bass Player Live! como parte da oitava edição da premiação de baixistas que aconteceu no último sábado, 7 de Novembro, e domingo, 8 de Novembro, em Los Angeles.

Após a apresentação, foi realizado um show homenageando Kilmister , com a participação de Robert Trujillo, Rex Brown (Kill Devil Hill, Pantera), Rob "Blasko' Nicholson (Ozzy Osbourne) e Doug Pinnick (King's X) nos baixos, o diretor musical/baterista Tommy Rickard (Scott Weiland, Linda Perry), vocalistas Whitfield Crane (Ugly Kid Joe) e Chuck Billy (Testament) e guitarrista Lita Ford.

Vídeo de Lemmy recebendo o prêmio de Trujillo pode ser visto abaixo.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Lemmy: Lisonjeado por influenciar o Metallica

   30 de março de 2011     tags: lemmy, entrevista      Comentários

O MetalInsider.net realizou uma entrevista recentemente com o frontman do Motörheard, Lemmy Kilmister. Durante a conversa, Lemmy falou sobre como se sente quando bandas como o Metallica citam o Motörhead como uma de suas maiores influências.

"Bem, o Metallica tá começando a sentir um pouco da idade agora, não é? [Risos] Eles estão por aí há bastante tempo. Digo, você não pode superar o Metallica. Eles são uma banda excelente. Eu fico lisonjeado quando dizem que eu fui uma de suas influências. Tipo, eles tem todas suas influências, mas você não consegue ouvir as influências neles, o que é ótimo. Eles se tornaram suas próprias pessoas, e isso é ótimo. EU gosto muito deles. Eu passei muito tempo com esses meninos. Tem um clipe comigo, fazendo uma jam com eles em Nashville, Tennessee no filme ['Lemmy']", disse.

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Metallica no filme do Lemmy

   19 de janeiro de 2011     tags: lemmy, motörhead, vídeos      Comentários

O site oficial do Metallica foi atualizado com a seguinte notícia, a respeito do filme do Lemmy:

O filme do Lemmy agora nos cinemas e em breve em uma loja de DVD próxima de você

Certamente não é nenhum segredo de que nós sempre fomos muito inspirados e influenciados pelo Motorhead, e tivemos a honra de compartilhar o palco com Lemmy em várias ocasiões. Bem, agora você pode conferir o espírito de Lemmy e do Motorhead em um filme recentemente lançado, "LEMMY" (título completo "LEMMY: 49% Motherfucker, 51% Son of A Bitch"). O filme está sendo exibido em cinemas (visite LemmyMovie.com para locais), e será lançado em DVD, Blu-ray, e download nos EUA em 15 de Fevereiro.

Além de entrevistas com nós quatro, o filme também possui gravações de nós tocando com Lemmy em Nashville, quando ele foi bondoso o suficiente para vir até nosso show em 2009... Você pode ver um pedaço de "Damage Case". O DVD e Blu-ray tem mais de 4.5 horas de extras, incluindo ensaios tanto de "Damage Case" quanto de "Too Late Too Late" e a apresentação completa de ambas as músicas no já citado show de Nashville. Estes extras estão mixados em som surround 5.1 assim como algumas das gravações do Motorhead. Isso não é tudo... Há material adicional da gente saindo com Lemmy e cenas nunca lançadas antes da famosa noite de 1995 onde nós tocamos como The Lemmy's no aniversário de 50 anos dele, em Los Angeles.

A duração dos extras e as datas de lançamento em DVD, Blu-ray e download variam de acordo com o local onde você vive no mundo. Aqui está o que sabemos até agora:

Alemanha: 23 de Janeiro
Reino Unido: 24 de Janeiro
Finlândia: 4 de Fevereiro
Suécia: 23 de Fevereiro
Noruega: 2 de Março
Canadá, Japão e Austrália: Março

Fiquem de olho no LemmyMovie.com e aqui para mais informações!

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