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Hammett tem mais de 400 riffs para usar

   07 de Junho de 2012     tags: hammett, entrevista      Comentários

No começo desta semana, Josh Hart da GuitarWorld.com realizou uma entrevista com o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

GuitarWorld.com: Vocês tem tocado o disco preto durante todo o verão na Europa, e vocês o tocarão na segunda noite do Orion Music + More. A primeira noite é o "Ride the Lightning". Vocês já tocaram várias dessas músicas ao vivo, mas teve alguma música que você tiveram que dar uma treinada?

Kirk Hammett: Como você disse, muitas das músicas de nosso set estão no "Ride the Lightning" para início de conversa, então quando veio a hora de pensar em tocar o "Ride the Lightning", as únicas músicas que precisávamos ensaiar eram "Escape" e "The Call of Ktulu". Todo o resto é algo que nós tocamos bem regularmente - "Fade to Black", "For Whom The Bell Tolls", "Fight Fire With Fire". A única que nós realmente sentimos que precisávamos ensaiar era "Escape", que nunca tocamos ao vivo antes, e "The Call of Ktulu", que nós tocamos ao vivo bastante, mas não desde Dezembro, eu acho.

GuitarWorld.com: A coisa mais impressionante do Orion Music + More é a incrível diversidade no lineup. Como isso surgiu? Vocês todos vieram a mesa com uma lista de bandas que gostariam de ver no evento?

Kirk: O que aconteceu é que nós tínhamos uma longa lista de bandas que estavam disponíveis, e nós meio que escolhemos disso. E garantimos que quem fosse escolhido era alguém que gostássemos. [risos] Eu estou ansioso pra isso. E nós também temos essas tendas de estilo de vida que são meio que baseadas em nossos próprios interesses individuais. James [Hetfield] tem uma exposição de carros, Lars [Ulrich] tem um tipo de festival de filmes, Rob [Trujillo] tem uma coisa de skate e surf e eu tenho o Kirk's Crypt, que é meio que uma coisa de casa do terror. Essas são coisas que nós estamos indo além para garantir que nossos próprios estilos de vida e personalidades venham a tona. Isso é meio que novidade para nós. Usualmente quando nós chegamos ao show, só tocamos o show e vamos embora. Mas desta vez é o nosso show, e é mais um evento do que qualquer outra coisa. É aí que todos os outros tipos de bandas e tendas entram.

GuitarWorld.com: Em sua recente entrevista a Rolling Stone, James disse que tinha mais de 800 riffs e Rob deu a dica que você tinha mais de 300. Isso está certo?

Kirk: Eu estou próximo de 400 agora. [risos] Mas você sabe, desses 400, deve ter uns 20 riffs ótimos. Seria demais se todos os 400 fossem excelentes, mas não é o caso. Nunca foi e nunca será. James pode ter 800 riffs, mas deve ter umas 12 músicas lá. Quem sabe? Tudo depende do que fazemos com isso. No outono, nós planejamos nos concentrar um pouco mais em compor músicas e não fazer mais nada, só pensar no novo álbum. Isso deve ser interessante.

GuitarWorld.com: Há uma data para entrar no estúdio, ou ainda é muito cedo para dizer?

Kirk: Não, é quando for. Quando acontecer, acontece, de verdade.

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich fala sobre a idéia do filme 3D

   31 de Maio de 2012     tags: entrevista, ulrich, 3d      Comentários

A revista Rolling Stone realizou entrevistas separadas com os quatro membros do Metallica - guitarrista/vocalista James Hetfield, baterista Lars Ulrich, guitarrista Kirk Hammett e baixista Robert Trujillo - durante uma recente visita ao QG da banda em San Rafael, Califórnia. As entrevistas completas em inglês podem ser lidas na edição "The Big Issue" da Rolling Stone ou online clicando aqui.

Rolling Stone: Quais partes do festival Orion você pode ser creditado?

Ulrich: Eu vim com o nome [risos]. Para mim, ter o Artic Monkeys lá é importante. Eu acho que eles são uma banda de heavy metal disfarçada de uma banda indie. Se você ouvir uma música como "Perhaps Vampires Is a Bit Strong But...", há quase um elemento do Rush lá. O Avenged Sevenfold é próximo e querido por mim. Eles estavam em dúvida sobre isso. Eles estavam descansando no verão. Eu liguei para um dos caras e disse, "isto significaria muito para nós". O The Black Angels são simplesmente legais. Um amigo meu me disse, "confira", e eu fiquei, "Uau, é como se o The Doors se encontrasse com algo em 2011".

Rolling Stone: Houve alguma banda que você convidou que disse, "sem chance, seremos mortos pelos seus fãs"?

Ulrich: A coisa não é com as bandas. É mais se este tipo de festival pode existir do ponto de vista dos fãs. Porque nós estamos fazendo isso, fica rotulado como uma coisa em particular. Nós temos que trabalhar duro. Se o Radiohead fizer isso, é legal. Se nós fazemos, não é. Eu fico espantado que as pessoas ficam espantadas por fazemos este tipo de coisa. É o nosso DNA.

Rolling Stone: O lance de filme 3D é bem diferente, mesmo para vocês. Ele tem elementos de documentário, ficção e apresentação ao vivo, neste palco maluco.

Ulrich: Isto tem circulado por dois anos. É hora de dar vida a isto, tirar de nossas mentes e colocar na tela. Se feito direito, pode ser sensacional. Você não está assistindo o Metallica no palco. Você está no palco com o Metallica. No IMAX, James Hetfield tem 11 metros, cuspindo em você. São 2000 decibéis. Se houver um terremoto do lado de fora, você não perceberia. Mas você não pode fazer isso por 100 minutos. Perde o apelo. Há outro elemento lá - íntimo, pequeno, uma história que acontece durante a mesma trajetória do show. A questão é, "onde começa um e termina o outro?". Mas você precisa sair do show para aproveitá-lo.

Rolling Stone: Mesmo em um show do Metallica, você precisa dar uma pausa para uma cerveja ou ir ao banheiro.

Ulrich: Esta idéia vem dos anos 90, quando os filmes para IMAX começaram a sair. Nós estávamos conversando com eles. Isso quando as câmeras do IMAX tinham o tamanho de uma casa, e elas só tinham 12 minutos de filme. Você precisava parar para recarregar. Mas ver "Missão: Impossível - Protocolo Fantasma" em IMAX, o que eu fiz na semana que saiu, e então quando transmitimos o show do "Big Four" de Sofia, Bulgária, nos cinemas em 2010 - foi aí que fechamos o contrato.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich fala sobre seu papel em Hemingway & Gellhorn

   24 de Maio de 2012     tags: entrevista, ulrich      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, possui um papel no filme "Hemingway & Gellhorn" da HBO, que estreiará nesta segunda-feira, 28 de Maio, nos Estados Unidos. Depois de aparecer como ele mesmo no documentário "Some Kind of Monster" de 2004 e na comédia "Get Him To The Greek" de 2010, Ulrich faz um papel de verdade neste filme, que conta uma versão fictícia da relação entre o autor Ernest Hemingway e a correspondente de guerra Martha Gellhorn. O casal é estrelado por Clive Owen e Nicole Kidman, enquanto Ulrich faz o papel do documentarista neerlandês Joris Ivens.

Ulrich disse ao USA Today que embora ele goste de aparecer em filmes, ele não está interessado em seguir uma carreira de ator.

"Eu não tenho grande aspirações a uma carreira de ator, mas eu amo me envolver em vários processos", disse ele. "Eu não estava procurando por isso, mas eu não podia dizer não."

Ele acrescentou, "eu levei isto bem a sério. Eu estudei a diferença entre como um neerlandês falaria as coisas em inglês e a forma como eu falo como dinamarquês. A maioria das pessoas não saberia dizer a diferença, mas eu posso. E precisava ser certo."

Ulrich disse que ele gostou de atuar, mas se sente mais a vontade em casa, com seu primeiro amor.

"Em um filme, você é uma ferramenta servindo a visão do diretor, e é assim que deve ser. Mas no mundo da música, eu ajudo a tomar as decisões", disse ele.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hammett: o Metallica está lucrando menos

   24 de Maio de 2012     tags: hammett, entrevista      Comentários

O guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, declarou à revista inglesa Classic Rock que o atual status da indústria fonográfica mundial afetou até a eles ao ponto deles não poderem mais ficar sem sair em turnê.

Disse ele: “O ciclo de parar de excursionar por dois anos não existe mais. Nós conseguíamos fazer isso porque nossos cheques oriundos de royalties entravam consistentemente. Agora você lança um álbum e você leva talvez um ou dois tombos. Mas não é como era – é um cheque a cada três meses.”

Ele também afirma que o merchandise é que paga pelo novo estúdio da banda: “Nós basicamente pegamos fundos de onde dá. Isso é mesmo um luxo, mas coisas grandes saem disso.” A banda acredita que na melhor das perspectivas, conseguirá recuperar os custos do Orion Music Festival em julho próximo.

Agradecimentos: fmetal
Fonte: Whiplash!

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Ulrich fala sobre decisão de tocar disco preto ao contrário

   20 de Maio de 2012     tags: entrevista, ulrich      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, foi questionado durante uma entrevista a revista Rolling Stone americana, sobre a idéia de tocar o disco preto ao contrário na atual turnê da banda.

"Se você gostou da idéia, ela foi minha. Se não, ela foi do James [Hetfield, guitarra/vocais]. Por bem ou por mal, eu sou o cara das setlists. Isto está tudo sujeito a mudanças se não funcionar. Mas a idéia de começar com músicas menos conhecidas e terminar com 'Sad But True' e 'Enter Sandman' parece vencedora. Você termina com o orgasmo, que é a primeira música."

Sobre o tópico da mudança do disco preto do speed metal para músicas mais simples e curtas, que definiu o tom do resto da carreira do Metallica, Lars disse, "eu sou um grande crente de que os discos todos se juntam. Aquela coisa mais direta, quatro caras tocando, estava presente nos primeiros discos, em 'Harvester of Sorrow' e 'Ride the Lightning'. Mas nós saímos disso tudo porque não havia mais para onde ir. Onde você vai depois de 'Dyers Eve'? Você não pode ficar mais rápido. Você não pode ficar mais puto do que Hetfield gritando com seus pais. Isto foi o final dos anos 80 para nós."

Ele continou, "nós tocamos um show com o Aerosmith no verão de 1990, bem no momento que começamos a compor o disco preto. Eu me lembro de sentar debaixo desta arquibancada com o [co-empresário] Cliff Burnstein. Ele disse, 'os Misfits são grande parte de sua influência - 'Last Caress' tem um minuto e meio, 'Jumpin' Jack Flash' [dos Rolling Stones] é parte do que você é. Vocês ainda não lançaram isso.'"

"Eu voltei a São Francisco e havia um riff na fita de Kirk [Hammett, guitarra, que se tornou o lick de 'Enter Sandman']. A coisa toda é só aquele riff. 'Enter Sandman' foi o projeto. O resto do disco apareceu depois de dois meses."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield: "Eu só tenho 864 riffs" para o próximo álbum

   20 de Maio de 2012     tags: entrevista, ulrich, hetfield, hammett, trujillo      Comentários

A revista Rolling Stone americana realizou entrevistas separadas com os quatro membros do Metallica - guitarrista/vocalista James Hetfield, baterista Lars Ulrich, guitarrista Kirk Hammett e baixista Robert Trujillo - durante uma recente visita ao quartel-general da banda em San Rafael, Califórnia. Alguns trechos podem ser conferidos abaixo.



Rolling Stone: Como está indo a composição do novo álbum?

James Hetfield: "Eu só tenho 864 riffs."

Rolling Stone: Isso é um número exato?

James Hetfield: "No iTunes, você pode ver quantas coisas você tem. E isso não inclui as passagens de sons, as coisas que brincamos ali. Você pluga em um amplificador. De repente, te faz sentir bem - você surge com um riff. 'Cara, você viu isso?' Você não pode se livrar de ser gravado aqui."

"Mas Lars, o depósito do Metallica, é obcecado em revisitar cada pedra, revirar: 'isto poderia ser ótimo!'. Sim, tudo poderia ser ótimo. Mas eu tenho algo novo agora. Isso é um círculo vicioso. Você tem um riff de cinco anos de turnê que é ótimo. Eu ainda o sinto? Não se preocupe. Algo melhor surgirá."

Rolling Stone: Há distrações demais - turnês, o festival Orion Music + More, o vindouro filme 3D - que te tiram do negócio principal de...

James Hetfield: "Compor músicas? Com certeza. Esta semana é entrevistas, sessões de fotos, gravar vídeos para coisas. Quando vamos começar a compor? 'Nós temos que ensaiar o álbum preto'. Eu amaria sentar e compor sem ter que pensar em outras coisas."

Rolling Stone: Quanto tocar o álbum preto na íntegra afetará o próximo disco?

Lars Ulrich: "Eu tenho sentado com as músicas do álbum preto por um mês agora, ouvindo-as enquanto estou dirigindo, me aprodundando antes de tocá-las: 'por que subimos uma nota aqui? Por que repetimos esta coisa quatro vezes ao invés de duas?. Eu estava pensando sobre isso de novo hoje. Houve um momento em 'Sad But True' com aquele meio-refrão no meio. Então volta ao solo de guitarra, e então tem uma pequena pausa antes de ir para o terceiro verso."

"Eu não conseguia não pensar, 'por que foi colocado desta forma?' Talvez possamos emprestar levemente isso?' Se você não pode se copiar, qual o propósito? Será interessante ver, assim que soltarmos esse álbum para as pessoas de países diferentes, com o que voltaremos para as sessões de composição no outono."

Rolling Stone: Vocês tem muitos projetos que ficam no caminho de fazer música nova.

Lars Ulrich: "Eu não quero ser aquela banda que só grava, faz turnê; grava, faz turnê. Eu vou dizer até morrer, 'quem não gostaria de fazer um disco com Lou Reed?' Elas são aventuras, territórios desconhecidos, lugares onde você faz mais do que apenas exercitar sua memória. Eu quero sair desse modelo, de que a única razão de uma banda existir é somente fazer outro disco."

Rolling Stone: Como você se vê no futuro? Vocês celebraram seu 30o. aniversário. Outros 30 anos pode ser otimista.

Lars Ulrich: "Eu ainda não sinto que nos desafiamos o suficiente. Nós ainda falamos sobre 'o próximo álbum'. Nós podemos fazer o que quisermos com nossa música. 'Nós escondemos um novo CD do Metallica em cada CEP dos Estados Unidos. Vá achá-lo!' Não há nada além de opções."

"Eu não menciono a palvra 'trabalho'. O trabalho da manhã, preparar meus três filhos para a escola - isso é parte do trabalho do meu dia. Quando eu venho aqui é onde a diversão começa."

Rolling Stone: Vocês se distanciaram de fazer música nova, já que estão são ocupados fazendo turnês, o festival e o filme 3D.

Kirk Hammett: "Nós sabemos há pelo menos dois anos que temos que começar a compor músicas. Parece que eu estou do lado de uma montanha: há esta enorme pedra que eu sei que vai começar a rolar algum dias desses. E quando começar, nós não conseguiremos parar. Mas ela não começou a rolar ainda."

"Está na mente de todo mundo. Quando terminamos [de tocar os shows de 30 anos] no Fillmore [em São Francisco] no ano passado, eu pensei, 'daqui um ano, eu vou ter 50 anos. Nesse ritmo, isto significa que eu tenho dois álbuns restantes em mim? Três?' Mas se se andarmos em um ritmo diferente, quem sabe? Cinco? A única coisa que eu aprendi é que você não pode ser muito profético nesta banda, porque algo acontece, e as coisas mudam completamente."

Rolling Stone: Quanto vocês compuseram, falando de riffs, para o próximo disco?

Robert Trujillo: "Eu tenho cerca de 20 idéias que eu me sinto realmente bem sobre elas, onde no 'Death Magnetic' eu tinha uma ou duas. Mas uma delas acabou sendo a 'Suicide and Redemption'. Hetfield - ele é uma máquina de compor. Kirk tem mais de 300 idéias. Há tanta coisa das jams da sala de ensaios, de todos estes anos de turnê. Eu gosto de pensar que eu tenho 20 idéias em que eu acredito."

Rolling Stone: Qual a melhor até agora?

Robert Trujillo: "[Sorri] Há uma que me lembra de algo saído do 'Vol. 4' do Black Sabbath."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Mustaine pede desculpas a Hetfield

   12 de Maio de 2012     tags: mustaine, entrevista      Comentários

Em entrevista ao Artisan News, Dave Mustaine comentou a recente declaração de James Hetfield, acabando com as possibilidades da formação do supergrupo que o líder do Megadeth tanto sonhava.

“Já enviei uma mensagem de texto a ele pedindo desculpas e não mencionarei mais o assunto. Gosto de James e achei lisonjeiro o que ele falou. Está tudo bem. Só queria que soubessem que os amo, sentia saudades e gostei de tocarmos juntos novamente. Se não for mútuo, compreendo. Ainda os respeito e me importo. Se ele não quer mais tocar comigo, legal. Se não gosta da ideia que tive, ok. Não disse que aconteceria, apenas falei que gostaria. Mas parece que não vai rolar, então está fora da minha lista de prioridades. Provavelmente não deveria ter falado isso, pois algumas pessoas podem ter pensado que eu estava atrás de publicidade. Não foi minha intenção”.

Agradecimentos: Fmetal
Fonte: Whiplash!

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Ulrich: "Eu definitivamente sou culpado de provocar algumas vezes"

   11 de Maio de 2012     tags: entrevista, ulrich      Comentários

Em uma nova entrevista para a Maxim.com, o baterista do Metallica, Lars Ulrich, foi perguntado se há algo no documentário "Some Kind of Monster" de 2004 que ele gostaria que tivesse ficado de fora.

"Eu definitivamente sou culpado de provocar algumas vezes", ele respondeu. "Eu sou dinamarquês, e dinamarqueses algumas vezes gostam de colocar seus dedos nos ombros de outra pessoa e empurra-la um pouco. Eu algumas vezes penso que a comunidade do metal é tão séria e cheia de opinião. De vez em quando precisa de um pouco de provocação, e eu não ligo de ser esse cara. Mais ninguém parece fazer isso. Algumas vezes eu leio, 'Oh, Lars Ulrich, que cuzão', ou, 'Lars Ulrich não consegue tocar bateria'. Eu dou risada de tudo isso. As pessoas se sentam lá e dizem coisas horríveis nos fóruns de discussões. Eu acho realmente engraçado quando alguém se senta lá e diz algo que digitou com seu pau, ou alguém de 12 anos que ainda não sabe como bater punheta mas ainda assim está sentado lá digitando insultos sobre alguém que ele nunca encontrou. A coisa toda é hilária."

A entrevista completa em inglês pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield nega possibilidade de projeto com Mustaine

   10 de Maio de 2012     tags: hetfield, entrevista      Comentários

Em entrevista publicada na versão especial do fanzine So What, produzido pela Classic Rock Magazine, James Hetfield comentou as recentes declarações de Dave Mustaine, sobre a possibilidade de um projeto conjunto.

“Hoje ele é um cara bem menos amargo. Mas vejo um monte de declarações falando sobre tocarmos juntos, fazer um álbum, toda essa loucura. Nessas horas penso que esse é o Dave que queríamos esquecer, o cara que fala demais. Por outro lado, há uma autenticidade no que ele diz, pois não pensa muito antes. Apenas manda ver”.

Agradecimentos: Reborned
Fonte: Whiplash!

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Banda está empolgada em trabalhar novamente com Rick Rubin

   07 de Maio de 2012     tags: entrevista, hetfield, ulrich      Comentários

O Metallica, que anda ultimamente muito ocupado com seus outros projetos, está começando a dar atenção aos planos de um novo álbum.

James Hetfield e Lars Ulrich falaram com a Metal Hammer, e deixaram claro a empolgação de trabalhar novamente com o produtor Rick Rubin.

"Eu vi Rick em Los Angeles há duas semanas e nós conversamos sobre ele vir até San Francisco em março ou abril para começar a falar sobre o processo, mas como você sabe, nós temos outros projetos no ar com nosso filme, as datas ao vivo e o festival Orion. Isso nunca termina, e agora algumas desses projetos estão consumindo muito tempo", disse Ulrich.

E elogiou o produtor: "Rick não é um pônei de um truque só, ele constrói algo especial em torno de qualquer trabalho que faça, então eu acho que ele vai nos ajudar com o que queremos fazer para este próximo registro, seja o que for."

Hetfield também disse algo sobre Rubin:

"Ele é um tipo diferente de produtor. Ele é desafiador, muito aberto a novas idéias. Mas eu acho que a principal coisa é nos fixarmos no núcleo e essência do Metallica, e é por essa razão que optamos por trabalhar com ele. Ele conseguiu o melhor dos artistas que estiveram com ele por um tempo, eu acredito. Ele ajuda você a voltar para a essência. Isso é o que nós queremos".

Fonte: Whiplash!

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