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Ulrich sobre carreira do Metallica: "Uma jornada bem pura, bem honesta, bem direta"

   21 de Novembro de 2013     tags: entrevista, ulrich      Comentários

O The Talks realizou uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

The Talks: Nos anos 80, parecia que o metal não era tão popular quanto é hoje. Você concorda?

Lars: Eu não sou a pessoa para ser perguntado esse tipo de questão, mas certamente o mundo é um lugar menor do que era 20 ou 30 anos atrás. Quando você ia a cantos diferentes do mundo, a estética local era muito mais prevalente naquela época. Nós fizemos uma turnê na Malásia, Cingapura, Indonésica, China e todos esses lugares e ainda é Starbuck e Burger King e o mesmo tipo de coisa que está em todo lugar do mundo. A primeira vez que estivemos no Japão em 1986, era como ir a um universo diferente. A primeira vez que nós passamos pela Cortina de Ferro em 1988, nós fomos a Hungria, era como ir a lua. Agora a música penetra globalmente de forma que provavelmente não acontecia antes.

The Talks: Como você aprendeu a lidar com a enorme expectativa de uma banda da estatura do Metallica?

Lars: Eu acho que você só se treina como qualquer outra coisa. Você se treina para bloquear e você precisa treinar duro porque atualmente com a internet e todo mundo com uma opinião é mais difícil, você precisa ser mais cuidadoso enquanto navega por muitas das coisas, já que as pessoas falam coisas bem, bem desagradáveis. 20 anos atrás, você faria um disco e alguém criticaria o disco. Tipo, "este é um bom disco, este não é um bom disco. É por isto que isso não é um bom disco". O que for. Agora é tipo, "Lars Ulrich deve morrer!". Você sabe o que eu significo? É tipo uma coisa diferente e é muito mais cruel e há toda uma coisa nova sobre expectativas e as pessoas expressando seus pontos de vistas, tanto bons quanto ruins e assim por diante. Se você prestar atenção nisso, você precisa aprender a não ligar. Você precisa aprender a não levar isso com você. E eu sou bem casca-grossa, então acho que nós temos um bom equilíbrio.

The Talks: Muitas pessoas argumentam que o Metallica fez uma série de discos ruins do meio dos anos 90 até os anos 2000, e o seu último disco em 2008 foi o primeiro retorno as raízes em quase 20 anos. Como você vê isso?

Lars: A coisa ruim da internet é que em algum momento tudo se torna estas simplificações. Tudo está ficando menor e menor pois as pessoas prestam cada vez menos atenção, e há a tendência de definir tudo. Então defina Metallica: "Metallica teve um punhado de discos pioneiros nos anos 80 e então eles tiveram uma crise nos anos 90 e então eles se acertaram de novo nos anos 2000." Se nossa crise foi o meio dos anos 90, eu acho que está muito bom. Nós lançamos quatro discos em quatro anos - 96, 97, 98 e 99 - e se esses discos não são nossos melhores discos, então estou bem feliz com isso pois eu acho que todos os quatro discos são bem legais.

The Talks: Então como você definiria o Metallica?

Lars: Ouça, cada um desses discos, cada um desses períodos, sempre foi o melhor que poderia ser na época, o máximo que poderia ser, o melhor que tínhamos a oferecer. O que sempre me manterá de cabeça erguida é que 32 anos depois, foi uma jornada e tanto - tem sido uma jornada bem pura, bem honesta, bem direta - nós não fizemos as coisas por motivos ocultos ou tentamos fazer coisas por ganhos comerciais ou por isso ou aquilo, então eu me sinto bem orgulhoso de tudo isso. Eu acho que posso me olhar no espelho e dizer, "está tudo bem", pois era aquilo que eu sentia no momento e eu fiz o meu melhor. Estou bem satisfeito com os primeiros 32 anos, então veremos o que os próximos 32 anos trazem.

A entrevista completa pode ser lida, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich escreve prefácio de livro de culinária

   07 de Novembro de 2013     tags: ulrich      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, escreveu o prefácio de "A Work in Progress: Journal, Recipes And Snapshots", um conjunto de três livros de René Redzepi, chef do restaurante NOMA de Copenhagen, Dinamarca. Contando com um diário de mais de 60 mil palavras escrito pelo próprio René, além de um livro de receitas com mais de 100 novas receitas do NOMA, esta trilogia de livros explora complexos e fascinantes temas como criatividade, ambição e colaboração, provendo um olhar único dos bastidores do NOMA e da mente de seu chefe, René Redzepi.

No prefácio, Ulrich escreveu: "No passado, quando eu fui perguntado para contribuir com o prefácio ou outros pensamentos escritos como forma de preencher uma página ou duas antes do evento principal, sempre foi sobre uma pessoa ou alguém com ligações próximas a pessoa em particular. Quando René me contactou para escrever esta introdução, ele me pediu para escrever sobre criatividade. Não sobre comida, não sobre o NOMA, não sobre o próprio René ou qualquer mistura acima. René queria minhas 'ruminações' na seguinte questão: o que é criatividade?"

"Como eu disse, eu fui convidado para participar de muitas aventuras criativas no decorrer dos anos, mas nunca para escrever um ensaio sobre uma única palavra. Não ter medo é um bom começo..."

"Criatividade tem tanto a ver com explorar o que você não sabe quanto abraçar aquilo que conhece. Ter a coragem de caminhar em sua própria ignorância, armado apenas com o conhecimento básico, pode ser uma forma poderosa de criatividade de verdade. Quando você realmente sai e cria algo, é tanto um produto daquilo que não conhece quanto um produto daquilo que faz."

"Eu tenho rodeado esta afirmação por um tempo. Tudo isso soa bem como um slogan. Na verdade, alguns, ou a maioria disso faria bons adesivos de parachoque."

Mais trechos do prefácio de Ulrich podem ser lidos, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich fala sobre falecimento de Lou Reed

   30 de Outubro de 2013     tags: lou reed, ulrich      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, prestou seus respeitos ao Lou Reed, o cantor, compositor e ex-frontman do The Velvet Underground, que faleceu neste último domingo, 27 de Outubro, aos 71 anos, devido a uma doença no fígado.

O Metallica colaborou com Reed em 2011 no álbum "Lulu", que foi um fracasso comercial e amplamente criticado por fãs e críticos. No entanto, o disco foi o último trabalho gravado por Reed, e os membros do Metallica podem ter sido os últimos músicos a trabalharem com ele em estúdio.

Falando com Ben Beaumont-Thomas para o The Guardian, Ulrich disse: "[Reed e o Metallica] tinham se comunicado cerca de um mês atrás, quando estávamos indo a Nova Iorque para tocar no Apollo, e Lou viria ao show e sairia com a gente. Ele não conseguiu ir pois sua saúde havia piorado, então eu sabia que as coisas não estavam boas, mas eu não sabia que era tão sério. Então eu estava meio chocaco e meio devastado - chocado por ele partido tão cedo e devastado pela perda."

"Nós dois éramos estranhos, nós dois nunca nos sentimos confortáveis em seguir o mesmo caminho que todos os outros. O Metallica sempre foi autônomo, e Lou Reed é o padrinho em ser um estranho, ser autônomo, seguir seu próprio ritmo, fazer todo projeto diferente dos anteriores e nunca sentir como se ele fosse responsável por alguém além dele próprio. Nós compartilhamos isso. E nós trouxemos para ele algo que ele não tinha, ou talvez não tivesse experimentado tanto, que em suas próprias palavras eram 'energia' e 'peso' e 'tamanho' e qualquer que fosse aquilo que aconteceu quando começamos a tocar. Ele curtiu tanto o que nós trouxemos a ele. E, claro, ele nos trouxe este incrível trabalho que ele já tinha escrito, 'Lulu', e sobre suas escapadas e aventuras sexuais. Nós trouxemos algo um para o outro, e nós compartilhamos uma comum falta de habilidade de se encaixar ao nosso redor."

"A comunidade do rock pesado, eles podem ser bem duros, mas eu sou casca-grossa. E então quando a comunidade do rock pesado deu as costas ao disco, eu não fiquei surpreso. Muitas pessoas falavam, 'Oh, Lou Reed não canta'. Sim, não brinca. O que você acha que ele tem feito nos últimos 40 anos? Você esperava que ele soasse como Robert Plant? Não é isso que ele faz. Na comunidade do rock pesado, eu não estava particularmente surpreso. Mas eu fiquei surpreso que alguns escritores mais intelectuais foram bem duros com isso."

"Eu sempre me lembrarei de sua fragilidade. Eu senti de alguma forma que me conectei a sua fragilidade, e me identifiquei com isso. Ele era bem aberto, ele diria, 'Lars, eu te amo', e me mandaria um coração. Era tão bonito. A forma que ele não tinha filtros é o que eu mais lembrarei, e sua fragilidade, e como eu nunca conheci ninguém que, não importa o que ele estivesse dizendo, ele sempre falava a verdade. Nunca parecia cerebral, sempre sentia como se viesse de algum outro lugar. QUando as pessoas falar, isso vem de seus cérebros; eu não sei de onde suas palavras vinham, mas elas vinham de outro lugar. Emocional, físico, tudo - isto realmente ressoa em mim. Eu queria lhe dar força, e eu acho que o Metallica lhe deu força. A pessoa dele era tão bonita assim que a guarda baixava, e era infantil."

A matéria completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: "Assim que você quebra o gelo com Lou Reed, ele é um humano como outro qualquer."

   30 de Outubro de 2013     tags: lou reed, hammett, ulrich      Comentários

Na última edição revista Q, os membros do Metallica foram questionados se gravar o "Lulu" - o álbum colaborativo da banda com o ex-frontman do The Velvet Underground, Lou Reed - foi o "barril de risadas" que eles esperavam.

"Foi um barril de risadas, semi-cheio", respondeu o guitarrista Kirk Hammett. O baterista Lars Ulrich completou: "Lou tem um senso de humor bem peculiar. Foi uma jornada bem louca de experiências diferentes. Eu me diverti bastante fazendo isso."

"Com Lou, assim que você quebra o gelo, ele é um humano como outro qualquer."

Continou Hammett: "Ele sempre tem muito a dizer, bom ou ruim. A coisa mais hilária era sair para jantar com ele. Ele pegava o menu e começava a cantar, 'Sem açúcar! Sem açúcar! Eu não quero açúcar, sem açúcar!' Ele é tão duro por conta de sua diabetes, mas ele faria com que todos no restaurante soubesse que não poderia ter açúcar em sua comida a 200 milhas de distância. Ele era bem duro com o lance de açúcar."

Reed faleceu no domingo, 27 de Outubro, aos 71 anos por complicações devido a uma doença no fígado.

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Hetfield: Sim, nós somos Beliebers

   29 de Outubro de 2013     tags: justin bieber, hetfield, ulrich, trujillo      Comentários

Na última edição da revista Q, os quatro membros do Metallica foram perguntados pelos leitores da revista sobre tatuagens na bunda, pegar fogo no palco e porque o Lou Reed gritava em restaurantes.

Perguntado se eles eram "Beliebers" agora que o cantor de pop Justin Bieber afirmou publicamente que as músicas "One" e "Fade to Black" do Metallica eram suas "jams", o frontman do Metallica James Hetfield disse: "Se somos Believers? Sim." O baterista do Metallica, Lars Ulrich, falou: "É possível ter respeito por ele sem ser um Belieber? Eu acho que o rapaz tem talento e obviamente passar pelo que ele está passando tão cedo deve ser loucura. Então o fato de que ele ainda vai por aí e faz isso, eu admiro isso e acho que ele é super talentoso, então eu sou meio que um Belieber. Se ele curte 'One', e Liam Gallagher gosta dele, tá certo, aqui está". O baixista do Metallica, Robert Trujillo, completou: "Desde que ele não arrume confusão, eu serei um Belieber."

Um vídeo dos bastidores com o Justin Bieber mandando uma versão de "Fade to Black" pode ser visto abaixo. O clipe de 15 segundos mostra Bieber tocando air guitar enquanto tenta recriar o solo da clássica música de 1984 com sua voz. Bieber é acompanhado de seu diretor musical, Dan Kanter, na guitarra.

Segundo a NME.com, Bieber afirmou anteriormente ser um grande fã do Metallica, citando "Fade to Black" e "One" como duas de suas músicas favoritas do Metallica. "Estas são minhas jams", disse ele a GQ ano passado.

O empresário do Metallica, Peter Mensch, disse ao tablóide do Reino Unido, The Sun, no começo do ano que ele "levaria Bieber a lenheira e o espancaria".


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Metallica fala sobre projetos de caridade

   24 de Outubro de 2013     tags: hetfield, ulrich, hammett, entrevista      Comentários

Os membros do Metallica possuem uma variedade de causas que são importantes para eles. Algumas nós já ouvimos falar, mas muitas não. Neste dia em particular, falando com a Samaritanmag, o vocalista/guitarrista James Hetfield menciona a unidade familiar e a MusiCares; em outro dia, ele poderia ter mencionado outros. O guitarrista Kirk Hammett cita o Surfrider Foundation.

A banda de Los Angeles, que já vendeu mais de 100 milhões de álbuns nos últimos 30 anos, gosta de manter sua filantropia no silêncio. Nós apenas ouvimos sobre isso se é algo da banda, como quando Hetfield, Hammett, o baterista Lars Ulrich e o baixista Robert Trujillo doaram US$21.000 para a organização de serviços comunitários de Montreal, Sun Youth. A quantia foi uma parte do arrecadamento de dois shows em 2009. O Metallica aparentemente faz isso em cada parada de sua turnê, doando localmente.

No último verão em Vancouver, o terceiro show que o Metallica fez no Rogers Arena para a filmagem de seu novo filme em 3D, Metallica: Through The Never, teve o ingresso ao custo de apenas US$5 e todo o dinheiro foi para o Greater Vancouver Food Bank.

"Nós apoiamos coisas como essa usualmente", disse Ulrich a Samaritanmag, "mas em termo de política, a banda é tímida para fazer algo junto. Nós não saímos gritando sobre isso. Eu acho que muitas vezes isso pode ficar perto de auto-promoção. Então nós apoiamos muitas coisas, mas primariamente de forma individual."

Hetfield fala que o devido cuidado deve ser tomado antes de apoiar ou atestar uma caridade.

"Ela realmente precisa ser legítima", disse Hetfield a Samaritanmag. "Ao meu ver, há um egoísmo na caridade; as pessoas não querem investigar; elas só pensam, 'eu vou dar dinheiro para algo e, cara, eu me sinto tão bem'. Esse tipo de egoísmo. Você não sabe para onde o dinheiro está indo. Ele pode ser interceptado por rebeldes no país; sabe, todo esse cliché, mas é verdade; essas coisas acontecem. Então ver além disso é bem difícil, a não ser que seja uma instituição de caridade com reputação ou se você está doando diretamente para alguém."

"Causas para mim? Família. Família.", disse o pai de três filhos. "Manter a família unidade, forte, saudável. Honestamente - criar seus filhos com bons valores e moral; ensinar seus filhos a serem boas pessoas e a darem."

Hammett, um colecionador de memorabilia de horror, que doou ano passado dinheiro do lançamento do seu livro Too Much Horror Business em São Francisco ao Mission Cultural Center For Latino Arts, disse que a Surfrider é a causa de importância primária para ele. A fundação de Malibu, Califórnia, protege o oceano e praias em 18 países.

"Eles basicamente mantem os oceanos limpos e os mantem livre de poluição", disse Hammett.

"Eu mijei no oceano semana passada. Desculpa", brinca Hetfield, provocando seu colega de banda.

"Tubarões são atraídos por urina", rebate Hammett.

"A outra coisa que eu tenho me envolvido é a MusiCares", completa Hetfield, agora que a conversa partiu para essa área. "É para músicos que estão lutando contra vícios, ajudando-os a ver o lado positivo de suas criatividades, ao invés de ficarem presos no escuro, mostrando para eles a direção certa."

A MusiCares foi estabelecida pela National Academy of Recordings Arts and Sciences (NARAS), que promove os Grammy Awards. Ela provê a segurança para dar assistência crítica a pessoas ligadas a música em momentos de necessidade, incluindo serviços e recursos que cobrem uma varidade de emergências financeiras, médicas e pessoais.

Hetfield que procurou ajuda por seu alcoolismo em 2002 - documentado no filme Some Kind of Monster de 2004 - disse que outros estão lutando contra os mesmos problemas as vezes o procuram por conselhos.

"Nós encontramos isso na estrada. É bem espetacular a próxima geração de músicos e crianças; digo, meus filhos são muito mais abertos do que eu era e eu acho que sou mais aberto do que meus pais, então está ficando cada vez melhor. As pessoas estão aceitando as diferenças das pessoas; as pessoas estão aceitando as doenças e lutas dos outros, então eu acho que há muita ajuda nas próximas gerações."

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Hetfield: "Escrever música é de certa forma importante para nós"

   23 de Outubro de 2013     tags: hetfield, trujillo, hammett, ulrich, entrevista      Comentários

Os quatro membros do Metallica falaram com o HuffPost Canada sobre o progresso das sessões de composição do aguardado sucessor do disco "Death Magnetic", de 2008.

"Escrever música é de certa forma importante para nós", disse o frontman do Metallica, James Hetfield. "Nós focamos. Focamos."

"Esse é o plano", completou o guitarrista Kirk Hammett. "Nós começaremos a escrever o álbum. Nós devíamos ter começado ano passado [risos], mas aqui estamos; veremos para onde isso caminha."

"Nós estamos ansiosos para fazer um disco", disse o baterista Lars Ulrich.

"Não está nem rascunhado mais", disse o baixista Robert Trujillo. "Nós temos que fazer isso."

"No QG no norte da Califórnia, nós já fizemos o que, duas ou três passadas por lá", disse Ulrich. "Nós já varremos muitas das coisas básicas. Então nós escrevemos, nós temos essa forma bem peculiar de compor; nós não sentamos e falamos, 'tá certo, A para E para começarmos com algo'. Noventa e cinco porcento de nossos discos vieram de jams - literalmente jams pré-shows, jams de sala de ensaios, todo esse tipo de coisa - então tudo que fazemos está sempre gravado", explicou.

"O elemento que mais consome nosso tempo ao fazer um disco é ouvir todas essas coisas que gravamos. Então há o equivalente a cinco anos de coisas. Nós ouvimos cerca de 80 porcento disso. Nós fizemos duas ou três passadas talvez, coletivamente seis semanas só para ouvir as idéias e meio que dar notas a elas."

"Processo de eliminação também, ao mesmo tempo", falou Trujillo.

Continou Ulrich: "Dar notas a elas. Cinco estrelas, quatro estrelas, três estrlas, e então nós pegamos todas os pedaços cinco estrelas e tentamos fazer músicas disso."

"Mas durante esse tempo nós realmente nos divertimos", completou Trujillo. "Então se pudermos continuar com esse espírito, nós vamos passar um bom tempo fazendo esse disco."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Entrevista do Metallica para Wikimetal

   22 de Outubro de 2013     tags: entrevista, vídeos, trujillo, ulrich, hetfield      Comentários

O site Wikimetal realizou uma entrevista recentemente com o baixista do Metallica, Robert Trujillo, o baterista Lars Ulrich e o guitarrista/vocalista James Hetfield. Confira o vídeo da conversa abaixo.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: "O Metallica existe em sua própria bolha"

   04 de Outubro de 2013     tags: entrevista, ulrich      Comentários

O site Metro, do Reino Unido, recentemente fez uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich. Alguns trechos desta conversa estão disponíveis abaixo.

Metro: Você pode definir o sucesso da banda?

Lars: "O Metallica existe em sua própria bolha. Nós não somos partes de um gênero, nós não somos partes de uma onda, não somos partes de um momento. Somos completamente independentes de forma financeira. Nós somos donos de todos nossos discos, nós somos donos de nossos áudios. Nós mesmos financiamos nosso filme. Não temos que engolir ninguém ou lidar com o cara. Nós vivemos em nosso próprio mundo. Nós somos nossa própria entidade, completamente autônoma, e esta é uma situação bem incomum de se estar."

Metro: Você levou o site de compartilhamento de arquivos, Napster, à corte nos anos 2000. Sua atitude mudou em relação à música On-line?

Lars: "A má-concepção sobre todas essas coisas de como o Metallica eram luditas ou anti-Internet. Eu garanto eu estou na Internet mais que você. Toda esta coisa, 15 anos atrás, era sobre controle. Não era sobre qualquer outra coisa. Quem controla o que acontece? E nós somos bem convencidos que temos o direito de controlar o que quer aconteça com o Metallica. Alguns nos chamam de ignorantes por pensar isso, outros nos chamam de pioneiros e em algum lugar entre estes dois, mora a verdade."

Metro: Vocês estão juntos há muito tempo, é difícil não enjoar um dos outros?

Lars: "Em algum lugar desta estrada, nós aprendemos a nos entender e preferimos estar no Metallica do que não estar no Metallica. Eu acho que temos tremendo respeito por o que quer que o Metallica venha a representar. Eu não conheço outra coisa. Estou no Metallica desde que eu tinha 17 anos. Então, no final, você só quer sobreviver e descobrir o que funciona e o que não."

Fonte: Whiplash!

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Ulrich: "Eu amo o Spotify"

   02 de Outubro de 2013     tags: ulrich, entrevista, vídeos, spotify      Comentários

Durante uma nova entrevista com a NME TV, o baterista do Metallica, Lars Ulrich, foi perguntado se ele acha que o Spotify, um serviço de streaming, é o futuro da música.

"Eu não sei se é o único futuro; eu não vejo as coisas tão preto no branco na minha vida", respondeu Ulrich (vídeo abaixo). "Mas certamente tem sido uma grande experiência. E eu amo Daniel Ek [fundador e SEO do Spotify]; ele é simplesmente um ótimo cara. Você pode falar muito da empresa e da experiência das pessoas; nisso que eu acredito. E Danny, ele é um ótimo homem e tem uma ótima alma. E eu amo o Spotify. Agora se isso... Nós falaremos sobre isso daqui dez anos, se é o futuro ou não. Eu não sei se está limitado a um 'sim' ou 'não', mas certamente está funcionando no momento."


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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