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Ulrich concorda com Iron Maiden ser melhor que o Metallica

   31 de Maio de 2014     tags: entrevista, ulrich, iron maiden      Comentários

Enquanto o Metallica se prepara para encabeçar a edição bretã do festival itinerante Sonisphere em julho, o baterista Lars Ulrich fez pública sua posição quanto a sua banda ser melhor do que outro peso pesado do gênero, o Iron Maiden.

Em uma recente entrevista com o jornal bretão The Guardian, Ulrich pareceu não ter dificuldade em consagrar o Iron Maiden com o status de ‘melhor banda’, apesar de o vocalista da Donzela, Bruce Dickinson, sempre querer ‘agitar’ dizendo que sua banda é superior ao ícone thrash da Califórnia.

“Eu jamais contestaria isso”, disse Ulrich. “Eu sempre apoiarei Bruce Dickinson seja lá qual besteira ele disser. É parte da diversão. Então, vai Iron Maiden! Beleza.”

Fonte: Whiplash!

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Ulrich fala sobre situação mais estranha que vivenciou em festivais

   31 de Maio de 2014     tags: entrevista, ulrich      Comentários

Em uma nova entrevista para o The Guardian, o baterista do Metallica Lars Ulrich falou sobre as participações da banda nos festivais Sonisphere e Glastonbury, que terão duas setlists distintas - o Sonisphere com a setlist escolhida pelos fãs, e Glastonbury com a setlist padrão, onde muitas pessoas talvez não estejam familiarizadas com o Metallica.

"É divertido quando a setlist é tirada de você, para alguém que gosta de controlar seu próprio ambiente como eu", disse Lars. "Eu ainda tenho a chance de sequencia-la, obrigado! Mas sim, Glastonbury será uma setlist direta do Metallica, seja o que isso significar, já que é nossa primeira vez tocando lá. Eu usualmente não escrevo a setlist antes de 15-30 minutos antes de irmos ao palco, dependendo do humor no local".

Perguntado sobre a situação mais estranha que já teve em um festival, Ulrich disse: "A primeira vez que tocamos no Monsters of Rock em Donington em 1985, teve uma cabeça de porco que foi jogada no palco enquanto tocávamos. Se você parar um segundo e pensar nisso, passo a passo... Tipo, primeiro você precisa conseguir uma cabeça de porco, que acho que dá pra comprar no açougue ou você mesmo matar um. Então precisa estar motivado para carregar a cabeça de porco até o show e mante-la com você. Então precisa entrar no local. Então você precisa chegar na grade, ainda com a cabeça de porco. E em algum momento, precisa jogar a cabeça de porco no palco, para que ela chegue perto do vocalista. Ela ficou lá por boa parte do show. Foi algo realmente bizarro. E essa foi nossa primeira experiência em festivais ingleses. Eu acho que nada chegou nesse nivel de bizarrice, e isso foi há 30 anos."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Lars Ulrich defende banda tocar em festivais pop

   14 de Maio de 2014     tags: entrevista, ulrich      Comentários

Recém-confirmado para ser a primeira banda de Metal da história a se apresentar no tradicional festival inglês de Glastonbury mês que vem, o Metallica, representado por seu baterista e fundador Lars Ulrich, falou com o jornal inglês The Guardian sobre o que espera encontrar no evento.

O que segue abaixo é um trecho traduzido da entrevista.

Algumas pessoas sugerem que o público que vai a Glastonbury podem não ser muito familiarizados com o trabalho do Metallica. Como é que vocês ganharão os que duvidam?

Ouça, nós só vamos lá e fazemos o que fazemos. Não é maravilhoso que, 33 anos depois, possamos nos colocar em situações nas quais há uma possibilidade distinta de você ainda ter que, como você diz, ganhar as pessoas? Eu não sei se o fogo da competição ainda queima com a mesma intensidade como queimava 20 anos atrás, então não sei se estamos preocupados com essas coisas do modo que fomos outrora. Mas, obviamente, tocar pra quem quer que seja que não esteja realmente familiarizado com o que você faz é sempre interessante. No momento, minha reação é de júbilo e êxtase e agradecimento por ter sido dado a chance de ser convidado para o solo sagrado de Glastonbury. Então não estou esperando por nada além disso, que do caralho, tamo chegando!

Uma coisa que eu deduzi ao longo do caminho é que o Metallica tem uma tendência de extrair algumas opiniões bem fortes das pessoas – o que é ótimo, porque ninguém parece ser neutro ou indiferente. Todo mundo sempre tem uma opinião sobre o que fazemos, ou o que estamos tocando ou o que comemos no café da manhã, ou o que seja. Isso é algo dentro do qual você acha algo de bom, porque quer dizer que as pessoas se importam. E é melhor que as pessoas se importem do que ninguém se importe. Então achamos o lado bom em tudo, muito obrigado por perguntar!

O metal parece ser a última tribo musical que sempre foi separada das demais e mantida apenas para festivais de metal. Deve ser bom quando alguém diz, “Sim, vocês podem fechar Glastonbury – vocês são do Metallica.”

O que eu posso te dizer é que, viajando por todo o mundo, tocando para pessoas que nunca experimentaram o que vocês faz antes, você se dá conta que as pessoas simplesmente gostam de música. As pessoas não sentam ali e dividem as coisas em gêneros ou categorias, ou colocam barreiras em volta dela, ou definições. Claro, em países que têm tido acesso a musica e à infraestrutura que apoiam a música faz décadas – provavelmente a Inglaterra mais do que em qualquer outro canto – você está lidando com meio que o contrário disso. Antes de mais nada, nós defendemos a música, e além disso, se as pessoas quiserem dissecá-la e fazer o que seja, eu não tenho um problema com eles por causa disso. Mas quando eu sento ali e fuço no meu iPod, eu não categorizo a música tipo ‘Agora vou ouvir um pouco de jazz, agora vou escutar um pouco daquilo… ’

Na Inglaterra, quando você já tem décadas de imprensa musical semanal. Onde a certo ponto vocês chegaram a ter quatro revistas semanais de música – você tinha a Melody Maker, a New Musical Express, você tinha a Sounds e a Record Mirror – você encontra esse tipo de cena, esse tipo de cultura, há uma necessidade de se aplicar definições mais profundas ás coisas. Eu não estou criticando. Estou apenas dizendo que há uma história na Inglaterra, desse tipo de definições, mais do que em outros lugares.

Então, ter uma oportunidade de tocar em Glastonbury e representar a primeira banda de rock mais pesado é com certeza uma grande honra. E estamos cientes que pode haver algumas pessoas em algumas das barracas que vão sentar e dizer, ‘O que caralhos o Metallica está fazendo no nosso festival?”E tudo bem. Como eu disse antes, o Metallica tem essa tendência de arrancar opiniões das pessoas. Tenho orgulho de que sejamos os primeiros, e tenho certeza que 99,9% das pessoas vão gostar disso.

Na Inglaterra, há um histórico com o festival de Donington que talvez seja mais pro rock, e com o Sonisphere. Mas olhe para o festival de Reading. Começou como um festival de folk. Daí, no fim dos anos 70, e ao longo da maior parte dos anos 80, ele foi primariamente um festival bastante hard rock. E agora Reading e Leeds acharam um ponto que parece ser um grande equilíbrio entre o rock e o alternativo e coisas diferentes. Eu não sei – eu não sou o tipo de cara que acompanha muito essas coisas, porque o que fazemos no Metallica é pregar união – sem querer soar piegas quanto a isso. Nós pregamos unidade, e sempre fomos os líderes na quebra de barreiras e fronteiras musicais. Mas eu tenho noção do fato que na Inglaterra algumas pessoas desenham do hard rock como algo menor e não tão valioso, ou não tão importante quanto os outros gêneros. E eu nem vou falar muito disso. È bobo demais.

Ao longo das décadas, o hard rock por vezes não se ajudou ao adotar clichês e machismo e falta de visão. Mas isso não se limita necessariamente ao hard rock. Quero dizer, eu acho que você pode mexer em qualquer gaveta musical e achar versões diferentes de clichês e mente fechada, então é do jeito que é. Mas, pra bom ou pra ruim, estamos chegando! E estamos empolgados pra cacete com isso. Se alguém tem algo a dizer, eu tenho aqui meus dois dedos médios, podem levar.

Fonte: Whiplash!

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Metallica tem duas opções de produtor para próximo álbum

   10 de Maio de 2014     tags: ulrich, entrevista      Comentários

Durante uma entrevista recém-divulgada com a emissora BBC Radio 1 através de seu jornalista Zane Lowe, o baterista do Metallica, Lars Ulrich, foi perguntado sobre o progresso das sessões de composição para o já muito adiado sucessor do álbum ‘Death Magnetic’, de 2008.

“Estamos fazendo o melhor que podemos”, disse ele. “Quer dizer, o que é que você quer que eu diga?! Estamos lá escrevendo quando não estamos de boa ou fazendo os shows da turnê ‘By Request’ na América Latina ou na Europa. Não tenham medo, a coisa está de fato andando. Eu falei da Antártica antes… bem, eu me referi à porção glacial. A coisa se move como uma geleira, mas se move mesmo, eu posso atestar isso, porque eu me vejo ali em cima ocasionalmente.”

Pressionado para revelar a identidade do produtor que irá conduzir o vindouro disco de estúdio da banda, ele replicou: “Eu ainda não posso lhe dizer isso. Tivemos uma breve reunião algumas semanas atrás. Nossos empresários vieram para tentar nos fazer essa mesma pergunta e foram embora de mãos vazias. Mas temos um ou dois nomes, e nenhum dos dois vai surpreender ninguém. Só temos que meio que ligar as coisas e decidir.”

Fonte: Whiplash!

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Ulrich estréia campanha de marca de cerveja

   29 de Abril de 2014     tags: ulrich, carlsberg, vídeos      Comentários



O baterista do Metallica, Lars Ulrich, é uma das seis pessoas que foram escolhidas pela cervejaria dinamarquesa Carlsberg para desenhar uma garrafa como parte da "Stand Out Collection" ("Coleção de Destaques", em tradução livre).

Para seu design, Lars selecionou uma foto tirada pelo famoso fotógrafo Ross Halfin em Maio de 2012 no Stade de France em Paris, durante a turnê européia do Metallica.



O gerente de marca da Carlsberg, Rasmus Bendtsen, falou sobre a colaboração: "Lars é a epítome do mantra 'foda-se o Janteloven' [se referindo a Lei de Jante, um padrão de comportamento em grupo contra indivíduos entre as comunidades escandinavas que negativamente retratam e criticam conquistas e sucesso individual como inapropriados] e ele vive 100% a mensagem que está por trás da 'Stand Out Collection'. Lars até sugeriu que a gente mudasse o nome de 'Carlsberg' para 'Larsberg'. Ele é um ótimo parceiro."

Além disso, a Carlsberg criou um segmento de marketing de seis minutos com Ulrich em São Francisco, que serve como uma propaganda para a campanha da "Stand Out Collection". Confira abaixo.


Como noticiado anteriormente, Ulrich também estreou recentemente uma campanha publicitária da Gammel Dansk, uma popular bebida dinamarquesa. O vídeo dela pode ser conferido clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Metallica deve começar a escolha de produtor do novo disco em Maio

   24 de Abril de 2014     tags: entrevista, ulrich      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, falou a RollingStone.com sobre o progresso das sessões de composição do sucessor do disco "Death Magnetic" de 2008. "Nós estamos fazendo a seleção", disse ele. "Nós estamos lá fazendo riffs e os colocando em músicas. Nós não escrevemos uma música e então aparecemos no dia seguinte e fazemos outra. Nós só trabalhamos nos riffs e seções, conectando riffs e tempos e ânimos."

Ele continuou: "Nós temos feito isso, entre idas e vindas, por quase um ano. Nós estamos fazendo essas datas [na Europa] neste verão [no hemisfério norte] e então realmente aprimoraremos. Eu diria que no momento, estamos na quarta iteração."

Segundo Lars, os quatro membros do Metallica planejam se reunir de novo antes do começo de Maio, para voltar a trabalhar em material novo. "Nós vamos começar a falar sobre quem irá produzir o álbum", disse Ulrich. "Nós ainda não começamos a gravar. Mas nós estamos avançados na parte de composição."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich ainda espera que Deep Purple entre no Hall da Fama

   09 de Abril de 2014     tags: deep purple, ulrich, entrevista      Comentários



O baterista do Metallica, Lars Ulrich, disse a RollingStone.com que ele ainda espera que a lendária banda Deep Purple - que é elegível a entrar no Rock and Roll Hall of Fame há duas décadas - seja eventualmente reconhecida pelo Hall. "Eu não vou entrar em políticas e todas essas coisas, mas eu tenho duas palavras para falar: 'Deep Purple'", disse ele. "Isso é tudo que eu tenho a dizer: Deep Purple. Sério, pessoal, 'Deep Purple', duas simples palavras na língua inglesa. Mas definitivamente, Nirvana não precisa nem pensar para o primeiro ano e eu fico feliz que o Kiss está recebendo o reconhecimento que merecem por tudo que foram pioneiros, e então eu tenho duas palavras, 'Deep Purple'. Eu já disse isso?"

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich em comercial de bebida dinamarquesa

   07 de Abril de 2014     tags: vídeos, ulrich      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, estreou uma campanha publicitária da Gammel Dansk, uma popular bebida dinamarquesa. Confira o vídeo abaixo.


A tradução das falas de Ulrich no vídeo pode ser conferida abaixo:

"Eu não fiz uma rebelião contra nada. Não havia nada para se revoltar. Eu era só um pequeno rebelde que seguiu sua paixão e interesses. Quando eu fui para crisma na escola, eu lembro do padre perguntar a todos os estudantes onde eles se viam dali 20 anos. Eu lembro de deliberadamente ter falado para ele que eu não sabia onde estaria, mas onde quer que estivesse, eu não estaria por muito tempo. Eu estaria constantemente em movimento e evoluindo. Se eu não tivesse ido para os Estados Unidos em 1980 para jogar tênis, eu não consigo imaginar o que teria acontecido na minha casa (na Dinamarca). Era bem estranho quando eu vim para os EUA. As pessoas eram tão determinadas. Eu não penso muito sobre o futuro. Nós tocamos música, suamos, viajamos, e nos divertimos. Era isso que nos interessava. Para mim, sempre teve a ver em tornar isso honesto e inalterado. Mantenha o caminho o mais claro possível. Eu faço isso pois amo tocar música."

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Ulrich: Um novo álbum no ano que vem, com sorte

   02 de Abril de 2014     tags: vídeos, entrevista, ulrich      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, foi entrevistado pelo programa “La Viola”, na Argentina. Alguns trechos desta conversa estão disponíveis abaixo.

Sobre se todo o criticismo encorajou o Metallica a tentar coisas diferentes com o passar dos anos:

Ulrich: “Eu acho que o Metallica é criticado mais ou menos desde seu início. Quero dizer, os fãs de hard rock levam isso bem a sério, e eu acho que algumas vezes sério demais. Eles são muito vocais – apaixonados, mas algumas vezes você tem que balancear isso dizendo: ‘Ok, todo mundo, vamos nos acalmar. É só rock and roll.’ Ou algo assim. Então eu acho que nós tentamos achar o equilíbrio certo. Os membros do Metallica sempre foram curiosos e bem interessados em fazer coisas diferentes e abertos a diferentes formas de fazer as coisas. Eu acho que quando éramos mais jovens, nós não éramos tão confiantes, quando éramos mais jovens, nós estávamos tentando tocar muito e mostrar o nosso talento. Agora nós estamos muito confortáveis com quem somos, eu acho que quando você envelhece um pouco, e consegue mais experiência, você se preocupa menos com o que as pessoas vão pensar e você se torna mais confortável com você mesmo. [...]”

Sobre se ele e o resto do Metallica estava brincando quando afirmaram ser “beliebers”, fãs do cantor pop Justin Bieber:

Ulrich: “Não. Você sabe, ele é um rapaz talentoso. Ele é talentoso. Quero dizer, obviamente ele não facilita as coisas e eu só posso imaginar como é difícil ter de lidar com todos estando em cima de você 24 horas por dia. Eu não desejo isso para ninguém.”

Sobre o tipo de música que ele gosta de ouvir em seu tempo livre:

Ulrich: “Eu ouço o que meus filhos estão ouvindo, porque eles sempre sequestram meu som, eles roubam o som no carro. Nós chegamos no carro e eles tomam controle do iPod. Então, por sorte, meus filhos escutam System of a Down, Foo Fighters, Arctic Monkeys, Queens of the Stone Age, AC/DC…"

Sobre como é ser o Metallica em 2014:

Ulrich: “É excitante. São tempos excitantes. Nos últimos, eu não sei, seis meses, nós finalizamos nosso filme, fomos à Antártica, tocamos no Grammy novamente, o que foi legal, nós começamos a compor as músicas e preparar o próximo disco, o que é bem excitante. Nós estamos aqui entre todas essas belas pessoas tocando nosso setlist ‘By Requet’ e vamos para novos lugares. Estivemos em Quito dois dias atrás, onde nunca estivemos antes. Nós estamos tocando nossa nova música, que as pessoas parecem ter gostado bastante. Estamos escrevendo. Nós temos boas ideias, nosso maior problema não são as ideias, nosso maior problema é o tempo. O Metallica está mais ocupado do que nunca, e parece que há cada vez mais e mais acontecendo e os dias estão cada vez mais curtos, mas com sorte, vamos finalizar a composição esse ano e no ano que vem vamos poder gravar e com sorte teremos um novo disco talvez no ano que vem. Vamos ver. Com sorte no ano que vem.”


Fonte: Whiplash!

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Ulrich fala sobre "Lords of Summer"

   17 de Março de 2014     tags: entrevista, ulrich, lords of summer      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, falou recentemente com a Rolling Stone a respeito da nova música da banda, "Lords of Summer".

"Nós prometemos a nossos fãs que tocaríamos uma música nova, e nós estamos compondo e criando e vamos lançar algo para eles no domingo", disse Ulrich na semana passada. "Nós temos algo alinhado que representa bem onde nossa mentalidade criativa está no momento. É uma daquelas coisas que é tipo, 'aqui, nós estamos compondo e estamos criando'".

A música nova teve sua estréia no show de Bogotá, Colômbia na noite de ontem e é a primeira música inédita da banda desde o EP Beyond Magnetic de 2012, cujas músicas eram sobras do disco Death Magnetic de 2008. Mas embora a música pareça terminada, Ulrich diz que as coisas podem mudar. "Nós fizemos a mesma coisa quando fomos e tocamos várias datas em 2006", disse ele. "Nós estávamos compondo e tocamos duas músicas novas diferentes no decorrer do verão, e nenhuma delas entrou no disco [Death Magnetic]. Uma era chamada 'New Song 1' e a outra era chamada de 'New Song 2'. Isso foi o quão profundo nós fomos. Alguns pedaços da 'New Song 1', um pedaço do meio acabou na 'All Nightmare Long', e o pedaço do começo acabou na 'The End of the Line'. É assim que nós funcionamos; as coisas são alteradas, mudadas de posição, e isso vai ali, e o resto é guardado e aquilo termina na introdução da música cinco." [Risos]

"Então quem sabe o que vai acontecer com essa coisa", disse ele. "Mas nós estamos caminhando e estamos criando no estúdio, e agora nós vamos sair e tocar e suar e compartilhar e nós temos uma música nova que nós queremos jogar no caminho de todo mundo. E talvez quando chegarmos a Europa, haverá uma música diferente ou uma coisa diferente ou um arranjo diferente. Quem sabe? Nós meio que damos um passo por vez."

Por enquanto, Ulrich está feliz com a forma como os shows do "Metallica By Request" estão se saindo. "Isso torna as coisas bem mais fáceis para mim, pois eu não tenho que fazer a setlist", disse ele com uma risada. Mas a turnê tem outro propósito também. "Nós gostamos de sair do estúdio e nos inspirarmos ao tocar alguns shows", disse ele. "Nós fizemos muito disso nos últimos ciclos de álbuns. Então sair e tocar é uma parte vital de compor e criar."

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