Destaques

Notícias

Entrevista em vídeo com Trujillo

   31 de Agosto de 2008     tags: trujillo, entrevista, vídeos      Comentários

Uma entrevista em vídeo com o baixista do Metallica, Robert Trujillo, feita pelo portal espanhol Qué!, pode ser conferido abaixo.

    Top

Hetfield: "Nós ainda somos uma banda de heavy metal"

   30 de Agosto de 2008     tags: hetfield, entrevista      Comentários

José Miguel Rodrigues foi a Nova Iorque ouvir "Death Magnetic", o novo álbum dos Metallica. Em Lisboa, James Hetfield, de chávena de chá na mão, revelou-nos alguns dos segredos de uma das maiores bandas da actualidade.

Nova Iorque, Junho de 2008. Um calor abrasador e a pressa de chegar. No 16º andar de um dos gigantescos edifícios situados na Sétima Avenida, mesmo ao lado daquele frenesim entorpecedor que invade diariamente a lendária Times Square, situa-se o quartel-general da Q Prime, a empresa de "management" responsável pelo desenvolvimento da carreira de algumas das mais afamadas bandas rock das últimas décadas. Nesses escritórios - longe da tal azáfama provocada pelos turistas ofuscados pela imensidão de néons e pelas dezenas de táxis que se acumulam nos semáforos vermelhos - vão ouvir-se algumas canções do novo disco dos Metallica.

O momento quer-se o mais íntimo possível e está rodeado de secretismo. As misturas que vamos ouvir não são finais, os temas ainda nem sequer têm títulos definitivos. O aviso está feito, o entusiasmo não esmorece. Já se passaram cinco anos desde que os Metallica deram pela última vez um sinal de vida em forma de disco.

Um elevador coberto de espelhos sobe em meros segundos à suite 16 e, ao segundo toque na campainha, fomos recebidos por um simpático Cliff Burnstein. O manager dos Metallica tem cabelo branco até aos ombros e veste um t-shirt preta, fala de forma pausada mas concisa e, por muito que tente, não consegue disfarçar o charme que lhe permite estabelecer uma relação com alguém numa questão de segundos.

À sua volta, os resultados de uma carreira de sucesso invejável no seio da indústria discográfica: as paredes dos corredores do escritório estão recheadas de galardões conquistados por bandas como os Metallica, Red Hot Chili Peppers e Tool.

Lisboa, Junho de 2008, algumas semanas antes. A cerca de um metro, sentado descontraidamente numa cadeira branca, encontramos James Hetfield, 44 anos, vocalista, guitarrista e uma das forças motrizes dos Metallica, a poucas horas de entrar no grande palco do Rock in Rio Lisboa. O músico não disfarça a boa disposição e o alívio de, nem que seja por breves instantes, estar afastado do processo de gravação da novidade Death Magnetic. "Claro que sim", responde o músico à pergunta "continuam a divertir-se na estrada e a tocar ao vivo?". "Ainda mais quando se trata destas pequenas "fugas" durante o Verão", continua enquanto bebe lentamente sua chávena de chá acabado de fazer. "O factor diversão acaba por ser o que nos faz interromper o processo de concepção de um disco e vir para a estrada, sem termos um lançamento novo nos escaparates.

Estes concertos são bastante importantes porque estamos a tocar para muita gente, mas acabam por não ter o mesmo peso de uma digressão extensa e o seu principal objectivo acaba por ser essencialmente permitir-nos recarregar baterias. Depois de termos passado tantos meses fechados no estúdio, sentimos necessidade de mudar de ares e de ver pessoas. Acho, inclusivamente, que isso nos vai dar uma energia incrível para retomarmos a tarefa que temos entre mãos". O que se segue é Hetfield, sem rodeios, em discurso directo.

O processo de concepção de um álbum já é cansativo quanto baste. Não se torna difícil andarem em digressão enquanto têm entre mãos uma tarefa tão complexa?

Basta que consigamos encontrar um certo equilíbrio... e deixar de pensar ou respirar o álbum a cada minuto das nossas vidas. Estes espectáculos são um escape, literalmente. Os últimos meses foram passados a trabalhar meticulosamente e sentimos que já estávamos a precisar de respirar ar fresco. As pessoas pensam que estas "escapadelas" atrasam o lançamento dos nossos discos, mas não é isso que se passa. Não quero generalizar, mas falo com muita gente e fico nitidamente com a ideia de que, lá no fundo, é isso que pensam. Estão contentes por poderem ver-nos, mas não conseguem evitar um pensamento do género "raios! já se passou tanto tempo desde que o último disco foi lançado e, quando estão prestes a dar-nos música nova, decidem perder tempo a tocar ao vivo?!" (risos) Decidimos fazer estes espectáculos porque as gravações já estão finalizadas e, neste momento, a única coisa que falta mesmo fazer são as misturas. Acho que só temos a ganhar se, nesta fase de finalização, conseguirmos manter uma certa distância em relação ao que fizemos até aqui.

Talvez seja ainda cedo para conseguir ser objectivo, mas... como se sente em relação a Death Magnetic?

Nós ainda somos uma banda de heavy metal! Acho que o disco vai soar, simultaneamente, ao passado e ao futuro dos Metallica - para mim é como se fosse um renascimento. E isso acontece por uma série de razões diferentes... Para começar é o primeiro álbum que gravamos com o Robert [Trujillo, baixista] e o primeiro registo dos Metallica em que ele esteve envolvido desde o início. Depois estamos a trabalhar com um produtor novo e isso também acabou por ter bastante influência no nosso método de trabalho. Todos sentimos que estamos a entrar numa nova fase da nossa carreira e, pensando bem, acho que já nos sentimos assim desde que acabámos de gravar o St. Anger. Esse álbum representa um dos momentos mais problemáticos da nossa carreira, mas serviu o seu propósito. O objectivo era fazer uma limpeza profunda ao nosso sistema interno e foi precisamente isso que fizemos. Olhando para trás consigo perceber que talvez tenha sido uma descarga de energia demasiado unidimensional para o que se espera de uma banda como nós.

Foi uma bolsa de oxigénio?

Parece-me que sim. Foi um disco que tivemos mesmo de fazer para continuarmos juntos e a ser os Metallica. Era algo que tínhamos, literalmente, de fazer naquele momento.

O artigo completo pode ser conferido na revista portuguesa Blitz, em sua edição de Setembro.

Agradecimentos: Helltallica
Fonte: Blitz

    Top

Ulrich: "Se não fosse pelo St. Anger, não haveria o Death Magnetic"

   29 de Agosto de 2008     tags: ulrich, entrevista, death magnetic, st. anger      Comentários

De acordo com o The Pulse of Radio, o baterista do Metallica, Lars Ulrich, disse em uma nova entrevista feita para o The Quietus que o controverso álbum de 2003 da banda, "St. Anger", "tinha que acontecer" para que o grupo fizesse o novo CD, "Death Magnetic". Quando perguntado sobre o que ele pensa do álbum e de sua produção primitiva atualmente, Ulrich respondeu, "eu sou tão além de 'bom' e 'ruim'... Eu sei que as pessoas não acham que é um bom álbum, eu compreendo e respeito isso. Eu sei que as pessoas o acham muito difícil. O que eu tenho 100 porcento de certeza é que se não fosse pelo 'St. Anger', 'Death Magnetic' não soaria do jeito que soa. 'St. Anger' tinha que acontecer: você pode não achar nada para apreciar musicalmente nele, o que eu respeito, mas pelo menos respeite a existência do 'St. Anger'".

Ulrich disse ao The Pulse of Radio que a banda ficou surpresa com a reação hostil de muitos fãs ao "St. Anger". "Isso nos derrubou um pouco, claro, porque a coisa toda foi manter o mais cru possível", disse ele. "E eu gosto de achar que nós conseguimos isso (risos), ao ponto de obviamente ser um pouco cru demais para algumas pessoas, mas está tudo bem. Digo, é o que é. Eu não tenho nenhum arrependimento com ele. Eu tenho orgulho dele, orgulho de que nós tivemos coragem de ver além dele, mas o novo disco não tem nada disso".

Ulrich disse ao The Quietus que "se não fosse por nós reinventarmos completamente o processo de composição" no "St. Anger", "não haveria o 'Death Magnetic'. James Hetfield estaria em Nashville tocando música country, eu estaria produzindo filmes e Kirk Hammett estaria em turnê com o Joe Satriani".

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Ulrich: "Eu não tenho tanto problema com o Dave Mustaine"

   28 de Agosto de 2008     tags: ulrich, entrevista, mustaine      Comentários

O The Quietus realizou uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, no início desta semana. Alguns trechos podem ser conferidos abaixo.

The Quietus: Os boatos dizem que você e o Dave Mustaine do Megadeth [ex-guitarrista do Metallica] ainda não são amigo. Vocês têm algum relacionamento?

Lars: "Não. Nós fizemos o filme ['Some Kind of Monster'], e foi bem documentado, ele não ficou feliz com o que saiu no filme e o que veio com isso, e desde então nós não nos falamos. Eu tenho certeza que nós cruzaremos algum dia, e eventualmente quando isso acontecer, está tudo bem. Há o relacionamento público e relacionamento privado. As pessoas dizem, 'o Kerry King [Slayer] e o Metallica - uuuuhh!', mas sempre que eu vejo o Kerry King, nós nos abraçamos, nós rimos, nós conversamos. Eu não vejo o Dave desde que filmei aquela cena no filme, e eu tenho certeza que eu verei ele de novo e talvez não será a mesma coisa - mas quando ele saiu da banda, há 24 anos, 25 anos? Toda vez que eu vi ele desde então, sempre foi, 'Ei, como você está? O que me conta?' e então tem as merdas sendo faladas na imprensa, e então eu vejo ele três anos depois e está tudo bem de novo".

The Quietus: Toda essa infantilidade tem acontecido por décadas. Você não pode simplesmente ligar pra ele e dizer, "vamos acabar com isso de uma vez por todas"?

Lars: "Sim, mas eu vou te falar, honestamente - eu não senti que eu sou o instigador. Eu não tenho problema com ele tanto quanto eu acho que ele tem comigo. Eu sempre até que gostei do cara. Há uma tendência, dependendo do humor dele. Se ele está feliz, então é "Lars é ok, ha ha, aquele dinamarquezinho, nós costumávamos cavar buracos na terra e fumar', ou algo assim, e se ele está com aquele humor em particular, então é 'Lars é um cuzão'. Eu não posso controlar isso, então quando as pessoas dizem para mim em uma entrevista, 'Dave Mustaine disse isso e aquilo e aquilo'... Eu posso bater de frente com isso, mas eu não sinto a necessidade. Eu me volto as estatísticas, que são interessantes: ele nunca tocou em um disco do Metallica, ele esteve na banda por 10 meses, 25 anos atrás! Essa é uma estatística espetacular quando você pensa sobre isso, e ainda assim o Metallica é uma parte tão grande da sua vida. Isso é assustador, pois ele fez alguns dos melhores discos de heavy metal de todos os tempos."

A entrevista completa pode ser lida, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Entrevista com Hetfield na Radio Eins

   28 de Agosto de 2008     tags: hetfield, entrevista, áudio      Comentários

O vocalista e guitarrista do Metallica, James Hetfield, participou de uma entrevista ao vivo com Anja Caspary da estação alemã de rádio Radio Eins nesta segunda-feira, dia 25 de Agosto. A conversa está disponível para download e pode ser ouvida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Entrevista em áudio com Hammett

   27 de Agosto de 2008     tags: hammett, entrevista, áudio      Comentários

Uma entrevista em áudio com o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, realizada no dia 15 de Agosto de 2008 no festival Pukkelpop na vila de Kiewit, próxima a Hasselt, Bélgica, pode ser ouvida abaixo.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Trujillo fala sobre Death Magnetic

   26 de Agosto de 2008     tags: trujillo, entrevista      Comentários

O baixista do Metallica, Robert Trujillo, falou com o Hall of Metal recentemente sobre diversos tópicos, incluindo o novo álbum da banda, Death Magnetic, que chega as lojas dia 12 de Setembro. Alguns trechos podem ser conferidos abaixo:

Hall of Metal: Você acha que o Death Magnetic pode competir com os cinco primeiros álbuns do Metallica?

Trujillo: "Todo álbum é diferente do outro e cada álbum do Metallica tem sua própria personalidade. Algumas músicas neste álbum são realmente espetaculares. Para mim, um ótimo álbum é um álbum que precisa de algumas ouvidas para gostar e isto é o que acontece com este. Eu gosto do Death Magnetic mas ainda não sei o quanto eu gosto dele. É realmente dinâmico e muito detalhado. Nós gravamos o disco como se tivéssemos tocando um show ao vivo, ficando de pé enquanto grava e pela primeira vez eu gravei um álbum dessa forma. Quando você ouve o álbum, sente que o passado do Metallica ainda está vivo. Eu realmente amo o Master of Puppets e eu não sei se nós podemos competir com os álbuns clássicos, mas é um ótimo álbum com sua própria personalidade e muitos momentos ótimos. A sensação do álbum é que é algo completo, como um álbum do Pink Floyd, não um monte de músicas colocadas juntas. De qualquer forma, no fim está nas mãos das pessoas decidirem se é ou não bom."

Hall of Metal: O que mudou dentro do Metallica para decidirem voltar ao som antigo?

Trujillo: "Nós decidimos isso por muitos motivos e Rick Rubin teve algo a ver com isso. O St. Anger foi um tipo de transição para o Metallica, o James se sentiu mais frágil naquele momento e tudo era muito planejado e agendado. Foi bem estranho. Mas nos últimos anos ele pareceu voltar a sua velha forma. Ele está bem agora e está realmente focado na música. Quando eu me juntei a banda, eu estava focado na minha banda e eu não conhecia as últimas coisas do Metallica como o Load e Reload. Eu simplesmente amava as coisas antigas e quando eu entrei na banda, a primeira coisa que eu pedi para eles foi para tocar as coisas antigas e, ao invés de fugir dessa idéia como renegar o passado, ele aceitaram isso. As novas músicas parecem vivas e nós sentimos que podemos tocá-las ao vivo. As músicas novas soam como as coisas antigas, mas elas são todas novas e atuais."

Hall of Metal: Como foi o processo de composição do novo disco, do seu ponto de vista como membro?

Trujillo: "Ao contrário do que aconteceu no passado como baixista, eu estava lá todo dia. James foi uma parte muito importante no modo de composição. Ele é capaz de ligar a guitarra e tocar cerca de dez segundos e ele consegue tirar um riff espetacular. Ele nunca está sem ótimas idéias. No fim, durante os últimos dois anos, nós gravamos cerca de 60 horas de música para ouvir antes de começarmos a escrever as coisas finais. Eu também trabalhei com eles na composição do álbum e eu tenho muitos momentos nesse disco. Eles também foram abertos as minhas idéias. Eles queriam minha opinião constantemente. Por exemplo, em certo momento, eu estava tocando meu violão e quando eles me ouviram tocando, disseram, "nossa, isso soa muito legal, use isso em uma música". Eles estavam bem abertos a respeito dos meus pensamentos. Cada vez que eu dizia que tinha uma nova idéia, eles corriam para ouví-la. Eles estavam muito receptivos. No momento da gravação do disco, eu senti que nós realmente estávamos trabalhando como um time, colaborando todos juntos."

A entrevista completa pode ser lida, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Brave Words & Bloody Knucles

    Top

Entrevista com engenheiro de som do Metallica

   26 de Agosto de 2008     tags: entrevista      Comentários

"Big" Mick Hughes, o engenheiro de som ao vivo do Metallica (um cargo que ele ocupa desde 1984), foi entrevistado por Tom Wendt no Pinkpop Festival no dia 30 de Maio de 2008, em Landgraaf, Holanda. Confira a conversa divida em cinco partes clicando aqui.

Big Mick mixou o Metallica em cada um dos mais de 1500 shows que eles fizeram desde sua turnê européia em Novembro de 1984. Em 2007, ele foi responsável pela mixagem do som do show de reunião do Led Zeppelin na O2 Arena de Londres, em conjunto com Roy Williams.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Hammett: "Nós não sentimos intimidados com bandas novas"

   25 de Agosto de 2008     tags: hammett, entrevista      Comentários

A revista Revolver entrevistou o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, e conversou com ele sobre solar de novo no Death Magnetic, se tornar pai, e sobre o porquê do Metallica ainda ser a maior banda de metal do planeta. Confira alguns trechos abaixo.

Revolver: Então, a grande coisa pra você nesse novo álbum é que os solos estão de volta, cara.

Kirk: Sim, eu tenho tocado pra caramba e me sinto bem. Sabe, em retrospectiva, quando eu penso sobre isso, a última vez que eu fiz solos para um álbum foi no Garage Inc., que foi em 1998, 1999. E eu estava gravando os solos e ouvindo, e pensava, "nossa, meu modo de tocar mudou completamente". Eu segui alguns caminhos diferentes desde a última vez que toquei solos. Então, quando as pessoas ouvirem, será meio diferente. Soa similar com o que eu fazia. Eu estou bem animado com isso e curioso para ver o que as pessoas dirão sobre como meu estilo mudou. Provavelmente variará de "Ah, é demais" até "Ah, é uma porcaria". Então eu estou preparado para tudo isso. É o jeito que é. Especialmente com a internet agora. Quero dizer, todo mundo é um crítico agora, independente dele ser qualificado ou não.

Revolver: Vocês estão chocados por ainda serem a maior banda de metal do planeta?

Kirk: Eu estou bem chocado, sim. Eu penso muito sobre isso. Eu penso, "haverá alguma outra banda como nós para seguir nossos passos?". Mas então eu penso sobre isso e eu penso de novo, "Houve alguma banda que seguiu os passos dos Rolling Stones? Houve alguma bnada que seguiu os passos do Led Zeppelin?". Então, talvez eu só tenho imaginado o impossível. Mas ainda precisa existir uma nova banda moderna que tenha o impacto, e ela ainda não apareceu. Ou talvez ela esteja por aí e eu ainda não a ouvi.

Revolver: Parece que existem bandas que parecem ter potencial - sabe, Pantera, Lamb of God...

Kirk: ...Slipknot, Korn, sim. Mas não aconteceu por algum motivo. Meu cunhado chegou em mim e eu estava meio que, "existem bandas com membros com uns 20 anos e que vocês se sentem intimidados?". E eu pensei sobre isso por um bom tempo e cheguei a conclusão que não. Eu queria que tivesse, sabe. Eu queria que tivesse pois nos desafiaria e nos motivaria a entrar no campo dela, seja lá qual for o campo. Mas ainda não aconteceu."

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

    Top

Trujillo: "É um honra e um privilégio tocar no Reading Festival"

   24 de Agosto de 2008     tags: trujillo, entrevista, vídeos      Comentários

Update: Vídeo adicionado.

De acordo com a BBC News, o Metallica disse que participar do Reading Festival é uma "honra e um privilégio". Os gigantes do metal fecharão a tradicional noite do rock do evento, neste domingo.

Conversando nos bastidores com o baixista Robert Trujillo, ele disse que, por terem finalizado o novo álbum, ele sente como se o festival fosse um "novo desafio".

"É espectacular. O Reading é lendário e para nós estarmos aqui de novo é uma honra e um privilégio. A grande coisa sobre este festival é que o público está sempre louco. Nós amamos isso, nós nos alimentamos disso. Para nós, todo show que fazemos é algo pessoal - o público britânico sempre foi espetacular e nos apoiou. Há tanta animação com o novo álbum e mostrar o que fizemos. Sinto como se fosse um novo desafio para nós".


Fonte (em inglês): Brave Words & Bloody Knucles

    Top


<<< Anteriores Próximas >>>

Newsletter
Receba em seu e-mail as últimas notícias sobre Metallica:

Conecte-se

Facebook   Twitter   RSS   Fórum

© 1998-2026 Metallica Remains - Desde 13 de Janeiro de 1998 | Política de Privacidade