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Ulrich: "Provavelmente sou o maior fã do Metallica"

   09 de Setembro de 2008     tags: ulrich, entrevista      Comentários

Arwa Haider do jornal londrino Metro realizou uma entrevista com o Metallica no mês passado, durante o Kerrang! Awards.

"Eu acho que nós ainda somos crianças no fundo", disse o baterista Lars Ulrich. "Eu provavelmente sou o maior fã do mundo do Metallica, então eu tenho que ter certeza que aquilo que fazemos me anima. Eu sou o protetor".

O nono álbum do Metallica, "Death Magnetic", soa como um show estimulante de força, e a base de fãs da banda é excepcionalmente multi-geração.

"As pessoas sentem uma ligação afetiva com o Metallica pois nós estamos por aí há muito tempo", explicou Ulrich. "Muitos estilos musicais se tornaram modas do passado. O metal é eterno. Muitas das bandas que inspiram os jovens hoje - Led Zeppelin, Black Sabbath, Deep Purple - são as mesmas bandas que nós crescemos ouvindo".

O baixista Rob Trujillo, que se tornou membro do Metallica em 2003 (substituindo Jason Newsted), se espanta com a sugestão de que o Metallica se amoleceu com o tempo. "Eu sou mais ativo e focado do que eu era há 20 anos", disse Trujillo. "Com a idade, algumas vezes você se torna melhor ajustado - a performance anda junto com isso. Esta banda trabalha duro - quando você tem o Hetfield gritando em sua banda, você não pode ser o elo mais fraco".

O artigo completo pode ser lido, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: "Eu não sou um baterista talentoso"

   09 de Setembro de 2008     tags: ulrich, entrevista      Comentários

A MusicRadar postou um trecho de uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, realizada pela revista Rhythm. Confira abaixo.

Rhythm: O Rick Rubin [produtor do "Death Magnetic"] o forçou a tocar bateria melhor?

Lars: "Ele me forçou a ouvir aos outros caras. Nós temos esta tendência de 'você começa com as baterias, e então você adiciona isto, e isto...' como se tivesse construindo uma casa, com as baterias sendo a fundação e o resto vindo posteriormente. Mas ele não queria isso - ele queria que nós todos tocássemos juntos e interagissemos uns com os outros. Sua coisa toda era: 'Nós não vamos entrar em estúdio até que as músicas estejam escritas. Nós não vamos gravar até que vocês possam tocar estas músicas com suas mãos amarradas nas costas e de ponta-cabeça, enquanto estiverem dormindo...' Então o estúdio não é mais um lugar de criatividade, é um lugar de execução. Ele me fez tocar melhor porque ele nos fez ensaiar mais."

Rhythm: Você recebeu várias críticas durante os anos por pessoas que o acusam de ser um baterista ruim. Isto te incomoda?

Lars: "Costumava incomodar, há tempos atrás - e eu passava muito do meu tempo tentando compensar isso nos discos mais antigos. Mas então um dia você acorda e fica meio indiferente a isso. Isto não tem me incomodado há cerca de 15 anos. Eu não sou um Joey Jordison, eu não sou um Mike Portnoy, e eu não tenho nada além de amor e respeito e admiração por todos esses caras. Quando eu ouço alguns jovens, eles me deixam pasmos com o que conseguem fazer com seus pés e essas coisas - mas não é algo que me faz pensar, 'eu preciso me sentir melhor comigo mesmo então eu preciso aprender como fazer o que eles fazem com meus pés'. Eu não sou um baterista particularmente talentoso mas eu sou muito, muito, muito bom em entender o papel da bateria junto da guitarra base de James Hetfield. Eu te garanto que eu sou o melhor cara do mundo nisso, e isso é o suficiente para mim!"

Confira a edição de Outubro de 2008 da revista Rhythm, a venda a partir de 30 de Setembro no exterior, para ler mais sobre o setup de bateria de Ulrich, o que ele pensa sobre os baixistas Cliff Burton, Jason Newsted e Rob Trujillo, dentre outras coisas.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Entrevista de Hammett da Folha de São Paulo

   09 de Setembro de 2008     tags: death magnetic, entrevista, hammett, brasil      Comentários

O jornal Folha de São Paulo publicou no dia 1 deste mês uma entrevista com o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, no qual ele fala sobre o novo disco da banda, "Death Magnetic" e sobre o Brasil. Junto dela, também foi publicada um breve review do disco e uma pequena nota sobre o box em formato de caixão.

A matéria pode ser conferida, na íntegra, clicando aqui.

Agradecimentos: Marcos Roberto Teixeira de Andrade

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Hetfield diz que "The Blackening" do Machine Head é inacreditável

   08 de Setembro de 2008     tags: hetfield, entrevista, machine head      Comentários

A revista Revolver realizou uma entrevista recente com o vocalista e guitarrista do Metallica, James Hetfield, sobre o que mantém a banda e o atual cenário do metal. Confira alguns trechos da conversa abaixo.

Revolver: Eu sei que declaração de missão por trás deste novo álbum foi meio que tentar voltar a fome existente nos álbuns como o "Master of Puppets". Mas obviamente, isso foi meio impossível, então qual é a fome atualmente? O que, se algo, faz o Metallica sentir como se precisasse provar algo agora?

Hetfield: O que nós precisamos provar? Nós precisamos provar que isso vive em nós. Não é tanto nossa carreira; é nossa vida. Além de ser pai e ter uma adorável família, eu não sei o que mais eu faria. Se eu não estivesse fazendo isso, eu estaria tentando fazer isso, simples assim. Do que nós temos fome? Sempre há algo: a fome de escrever um álbum melhor, a fome de escrever uma música melhor, criar a letra absoluta, conseguir o melhor som de guitarra. Digo, eu nunca estou satisfeito. Eu volto e ouço alguns destes discos e digo, "Cara, não, não". Sim, as músicas são boas, mas os sons... Sempre, sempre buscando por algo melhor. Um pouco desse perfeccionismo está na gente. Então eu acho que a outra coisa é sobrevivência. Uma banda como a gente estar junto, sabe, 26, 27 anos. Não é sempre que acontece. Não há muitas bandas que podem dizer isso. Nós temos muita sorte de termos mantido isso por todo esse tempo, e ainda amar isso e fazer isso e ser basicamente os mesmos caras na banda, e ainda sentarmos aqui em um ônibus fazendo isso de novo. [Risos] É um ônibus melhor do que de 1983. Nós temos portas que apertamos um botão e elas fecham; você tem DirecTV; você tem seu som de alta definição; você tem microondas. Sabe, tem um chuveiro no ônibus! [Risos] Não to falando que não há bandas que tem isso também, mas é bem legal.

Revolver: Até onde vocês acompanham a atual cena de metal? E até onde você acompanha, por que faz isso? Você é fã de coisas novas? Você acha que é parte do seu trabalho se manter ligado no que está rolando?

Hetfield: Isso é bem interessante. É muito interessante porque eu acho que Lars e Kirk tem bastante conhecimento de revistas. Talvez Kirk porque, sabe, ele é obsessivo-compulsivo. Ele sempre tem que ter uma revista com ele o tempo todo, sabe: Rolling Stone, ou Revolver, ou seja o que for, se manter informado sobre toda essa coisa. E é estranho porque é meio que, sim, este é meu show, esta é minha vida. Mas eu não leio realmente quem está saindo com quem, quem lançou o que, ou, ei, ele está tocando com aquilo. Eu meio que ouço dos outros caras. Eu não sei. Há provavelmente a parte de mim que realmente detesta fofoca, e quando as notícias e fofocas se fundem, isso me incomoda. Então, eu não me mantenho realmente informado sobre todas essas coisas. Por exemplo, se eu fosse um mecânico, eu leria revistas de carros o tempo todo? Eu não sei. Eu não sou um mecânico mas eu gosto de revistas de carros. Tem um cara que trabalha em uma loja, tenho certeza que ele está lendo revistas de metal. Mas eu sei do que eu gosto. Eu ouço bandas. Eu procuro coisas, ouço um nome de uma banda, ok, vou conferir. Tem coisas que eu realmente gosto. E há coisas que você redescobre, como a que eu vou falar agora: A Bay Area era excelente em 1984, 1985. Aquela era era como, "caramba, cara". A década do "Ride the Lightning", ela tava rolando. Obviamente antes disso havia o Exodus e toda essas coisas, mas, cara, era gigante na Bay Area. Nós temos tanto orgulho de ter sido parte daquilo e meio que sinto uma nostalgia disso. Mas esta banda, Machine head, dois dos caras que tavam no Vio-lence [o frontman Robb Flynn e o guitarrista Phil Demmel], nós tivemos uns shows juntos na Europa. E cara, eu não conseguia parar de ouvir. Era incrível."

Revolver: Sim, eles detonam.

Hetfield: Eles são tão pesados e super-amigáveis. Eles tem isso e amam isso. O último álbum, "The Blackening", inacreditável. Som e poder inacreditáveis. Soam como uma banda em chamas. Eles realmente me ligaram de novo. E então esta banda, Mnemic, que, sabe, eu gosto. Nós fizemos alguns outros shows com eles. Tem muita coisa intensa de verdade por aí que eu gosto. Algumas vezes os vocais me desanimam, sabe.

Revolver: Sim, a mim também.

Hetfield: Vai de urros para [faz voz aguda] la, la, la. E então de repente, uau, o que aconteceu? O refrão pop entra. É como, espera aí, vocês ainda estão um pouco ligados demais em nu-metal. É algo tão previsível. Enjoa muito rápido. Mas cara, tem uns músicos loucos por aí. Este, que eu chamo de "guitarristas de quarto", sabe, obviamente o Dragonforce, coisas como isso mas não só eles. Tem tanto, e não só guitarristas, os bateristas também tão me assustando com seus pés, suas mãos, eles são os Yngwie das baterias. Quase ao ponto de ser bom demais. São inacreditavelmente precisos. É como, "oh não, é o rock progressivo de novo". Mas é inacreditável ouvir alguns desses caras tocarem juntos.

O resto da conversa por ser lida, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Entrevista em vídeo com Hetfield e Ulrich

   07 de Setembro de 2008     tags: hetfield, ulrich, entrevista, vídeos      Comentários

Vídeos de duas entrevistas separadas com o vocalista/guitarrista do Metallica, James Hetfield, e o baterista Lars Ulrich, foram disponibilizadas para visualização online pelo site da 3sat, os quais podem ser conferidos abaixo:

James Hetfield
Lars Ulrich

Na longa conversa, Hetfield e Ulrich discutem sobre o documentário Some Kind of Monster, St. Anger, Death Magnetic, dentre outros assuntos.

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Entrevista com Ulrich para TV japonesa

   07 de Setembro de 2008     tags: ulrich, entrevista, vídeos      Comentários

Uma entrevista para uma emissora de TV japonesa com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, realizada no começo de Agosto pode ser vista abaixo.

Parte 1:

Questão 1: Como foi trabalhar com o produtor Rick Rubin no "Death Magnetic"?
Questão 2: O que o título do álbum "Death Magnetic" simboliza?


Parte 2:

Questão 1: Foi intencional fazer com que o "Death Magnetic" soasse bem orgânico?
Questão 2: Por que vocês decidiram incluir uma música chamada "The Unforgiven III"?
Questão 3: O primeiro single do álbum, "The Day That Never Comes", é uma música bem dramática. Soa como um épico clássico do Metallica.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield e Trujillo comentam processo de composição

   05 de Setembro de 2008     tags: hetfield, trujillo, entrevista, vídeos      Comentários

Trechos em vídeo dos membros do Metallica James Hetfield e Robert Trujillo falando sobre o processo de composição de algumas das faixas do novo álbum da banda, "Death Magnetic", foram disponibilizados e podem ser conferidos abaixo.

Parte 1:


Parte 2:


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ouça programa de rádio do Metallica com Foo Fighters

   05 de Setembro de 2008     tags: foo fighters, áudio, entrevista      Comentários

Para aqueles que perderam a transmissão ao vivo ontem do programa de rádio com o Metallica e apresentado por Dave Grohl e Taylor Hawkins do Foo Fighters diretamente do QG da banda, o site MetalliChicks dispobilizou o áudio completo no YouTube, o qual pode ser conferido clicando aqui.

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Hetfield entrevistado em rádio dinamarquesa

   04 de Setembro de 2008     tags: hetfield, entrevista, vídeos      Comentários

O guitarrista/vocalista do Metallica, James Hetfield, foi entrevistado por Eric Corton da rádio dinamarquesa Radio 3FM no festival Pinppop no dia 30 de Maio de 2008 em Landgraaf, Holanda. Assista a conversa de 23 minutos clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: "É difícil falar do Trujillo sem desmerecer o Newsted"

   03 de Setembro de 2008     tags: ulrich, entrevista      Comentários

A revista Revolver entrevistou o baterista do Metallica, Lars Ulrich, sobre as contribuições do baixista Robert Trujillo no processo criativo, sobre o porquê do Metallica ainda ser a maior banda de metal do mundo, Guitar Hero e Internet. Confira abaixo alguns trechos da conversa:

Revolver: Como a presença de Rob afetou o processo criativo de vocês?

Lars: Ele é ótimo. Ao evoluir no processo, ele não mede esforços e é tão fácil de tê-lo por perto. Ele tem uma vibração muito boa. Então, quando nós estávamos trabalhando, ele meio que pegou nosso ritmo bem rapidamente. Ele dava suas opiniões de vez em quando. Ele é bem rápido. Quando eu e James estamos trabalhando em uma idéia, nós meio que falamos, certo, tenta desta e dessa forma. É algo bem rápido e ele meio que consegue acompanhar isso e ainda ser um ponto de balanceamento entre as diferentes idéias e diferentes tipos de energias. É como uma coisa zen. Eu não sei se zen e heavy metal andam juntos, mas há algo ali, estou te dizendo. [Risos] É como uma vibração que simplesmente funciona. É difícil de explicar. E também, eu não quero faltar com respeito com o Jason Newsted [ex-baixista]. Porque o Jason Newsted realmente se esforçou muito nisso. Quinze anos. Ele dedicou sua vida inteira. É difícil falar sobre o quão ótimo o Rob é sem desrespeitar o Jason, e isso não é justo também.

Revolver: Como você está se sentindo sobre o novo disco?

Lars: Eu não acho que o mundo precise de outro membro da banda falando ao resto do mundo o quão excelente o disco é, como é a melhor coisa que já fizemos. Como é a coisa mais pesada que já fizemos. E como todo mundo vai pirar quando ouvir o álbum. Eu não preciso ler outra citação minha sobre isso. Eu me sinto ótimo sobre ele. Me pergunte daqui seis meses. Eu estou próximo demais dele, cara. Sim, eu sei que há algumas pessoas por aí que estão se perguntando porque demorou tanto tempo. E isso e aquilo. Sabe, toma tempo. Não há problemas. Tem sido realmente uma experiência sem estresse. Uma analogia é, digamos, qualquer número que você colocar, é um número arbitrário, vamos dizer que demora mil horas para fazer um disco do Metallica. Ainda demora o mesmo número de horas. Quando nós trabalhamos, foi rápido. Mas as mil horas foram divididas em dois ou três anos ao invés de um ano só, pois nós não trabalhamos 18 horas por dia. Nós não trabalhamos seis dias por semana. Nós não queremos fazer uma turnê a cada três meses e nós não queremos tocar em festivais na Europa todo verão. Nós fomos ao Japão, nós fomos a África do Sul e tomamos conta de nossos filhos. Então, as pessoas para as quais eu toquei gostaram: eu toquei para o Bob Rock. Ele gostou. Eu toquei para meu pai; ele gostou. Eu toquei para, sabe, Jerry Cantrell e Mike Inez [do Alice in Chains] e John [Dolmayan] do System, e algumas outras pessoas e todas elas gostaram. Todos eles falaram a mesma coisa. Todos eles falaram que soa como Metallica. Esse é o melhor elogio que pode receber, sabe. [Risos] Quando eu sento e ouço isso através do ouvido de outras pessoas quando eu toco para eles, soa muito, muito vivo para mim, como caras suando, tocando juntos para um show ao vivo. Não é feito em um computador.

Revolver: Sim, é bem espetacular. Uma das coisas que eu tenho perguntado para todos vocês é, vocês estão meio chocados por ainda serem a maior banda de metal do planeta? Que ninguém os derrubou do topo?

Lars: [Risos] Que pergunta estranha. Chocado? Não sei. Não há muita coisa que me choca. Nós só estamos fazendo o que fazemos. Eu não sei. Eu tenho tanto amor e respeito por outros artistas por aí. Há tantas bandas que me deixam de pau duro todos os dias quando eu as assisto ou as ouço. Nos derrubar? Nós temos sorte. Nós temos o Machine Head que é o como o mais legal dos legais e cujos discos eu adoro. E você se senta lá e faz uma turnê com eles por duas semanas na Europa como nós fizemos. Eu saio do ônibus e tomo um gole de Gatorade e os quatro membros do Machine Head estão meio que me encarando. [Imita expressão boquiaberta] Isso eleva sua moral. Entende o que eu digo? Eu ouço - Iron Maiden lançou uma música alguns meses atrás. Foi excelente. Eu não sei. Você é o jornalista. Você responde a questão. [Risos] Eu acho que nós temos apenas sorte que um monte de nossas coisas de alguma forma entra em ressonância com muita gente e muitas das nossas coisas acharam um caminho para serem eternas. Nós temos sorte com isso. Sabe, você sai e faz turnê o tempo todo. Você toca músicas diferentes. Você toca set lists diferentes. Você faz todas as coisas que - você faz tanto quanto nós, você só quer manter a experiência nova e animadora para continuar fazendo o que faz o melhor possível. Mas, nos destronar - eu não sei. Eu não posso responder isso. [Risos]

O resto da conversa pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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