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Ulrich: Relacionamento com Hetfield está melhor do que nunca

   04 de Abril de 2017     tags: entrevista, ulrich, vídeos      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, foi entrevistado pela Sonar FM antes da apresentação da banda em 1 de Abril no Lollapalooza Chile em Santiago. A conversa pode ser vista abaixo.

Falando sobre como tem sido a experiência do Metallica em auto-financiar seus projetos, tendo lançado sua própria gravadora, Blackened Recording, Ulrich disse: "Bem, eu acho que ser autônomo e independente sempre esteve no espírito do Metallica. Nunca sentimos como se pertencessemos a algo específico. Nunca sentimos como se fossemos parte de um movimento ou parte de uma onda; sempre meio que nos sentimos solitários. Eu sempre me senti um solitário, e eu acho que o James [Hetfield, frontman do Metallica] e eu, quando nos encontramos, nós nos conectamos pela música, mas sempre nos sentimos privados e um pouco esquecidos. E então estar em uma banda, isso realmente deu uma sensação de pertencer a algo. E então nós amamos o que temos, e eu acho que nós sempre sentimos que não nos encaixávamos em nenhum lugar. E, obviamente, sempre que eu digo isso, as pessoas falam, 'Oh, você está na maior banda do mundo', ou o que for, mas isso não significa muita coisa. Eu ainda sinto como se não nos encaixássemos; nós meio que estamos sempre em nosso pequeno mundo. Mas obviamente, nós temos muitos amigos e fãs com a gente, o que faz valer. Mas ser autônomo e independente é ótimo, pois você nunca sente como se devesse algo para alguém."

Ulrich também falou sobre como seu relacionamento com Hetfield evoluiu desde o lançamento do documentário "Some Kind of Monster" de 2004, que seguiu a banda por três dos mais turbulentos anos da carreira da banda. Disse ele: "Eu acho que está melhor do que nunca. Eu acho que nós sabemos onde cada um de nós está, nós sabemos muito mais quem cada um é, e nós sabemos quão longe podemos ir com cada um, e eu acho que há muito mais parceria rolando do que antes. Agora nós não estamos brigando pra ganhar uma discussão. Nós raramente discutimos sobre qualquer coisa, e nós tentamos muito mais ver o ponto de vista um do outro. Chama-se crescer. [risos] Então estamos em um bom momento - muito mais maduro do que já foi alguma vez, basicamente."


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Trujillo: Hardwired está indo incrivelmente bem

   03 de Abril de 2017     tags: entrevista, trujillo, hardwired to self destruct      Comentários

O baixista do Metallica, Robert Trujillo, foi entrevistado pela Cooperativa antes do show da banda no Lollapalooza Chile em Santiago, em 1 de Abril. A conversa pode ser vista abaixo.


Perguntado se ele estava feliz com a reposta que tem recebido do último álbum do Metallica, "Hardwired... To Self-Destruct", Trujillo disse: "Sim, o álbum tem sido muito bem recebido. Está indo incrivelmente bem. Digo, eu não sei se poderíamos ter pedido por um lançamento melhor."

"Você nunca sabe o que as pessoas vão pensar do seu disco. E este álbum ser tão bem recebido, e nós fizemos do nosso jeito. E eu realmente tenho orgulho da produção; eu amo o som do baixo - eu acho que é bem poderoso."

Trujillo também falou sobre as similaridades musicais entre as músicas do "Hardwired... To Self-Destruct" e aquelas dos primeiros discos do Metallica. Ele disse: "Nós escrevemos juntos. Eu sinto que o 'Death Magnetic' foi o primeiro passo e então este é o segundo passo, e eu me sinto bem para o terceiro passo no futuro. Essa é a coisa - tudo está ótimo. Sabe, um novo produtor que consegue ótimos sons, que é uma parte do time; novas idéias, nova turnê... É um ótimo momento. Quando você fica um pouco mais velho na carreira, mas ainda está se divertindo."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield: "O Brasil é certamente um dos países mais fanáticos pelo Metallica"

   27 de Março de 2017     tags: entrevista, vídeos, hetfield, brasil      Comentários

O frontman do Metallica, James Hetfield, foi entrevistado antes da apresentação que a banda realizou em São Paulo no último sábado, 25 de Março, no festival Lollapalooza. Questionado sobre o público brasileiro, Hetfield disse: "O Brasil é certamente um dos países mais fanáticos pelo Metallica. Então sim [o público brasileiro é especial para a banda], nós adoramos tocar aqui toda vez". Confira abaixo.

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Ulrich responde perguntas inusitadas do BuzzFeed México

   27 de Março de 2017     tags: vídeos, entrevista, ulrich, curiosidades      Comentários

O BuzzFeed México entrevistou recentemente o baterista do Metallica, Lars Ulrich, onde ele respondeu a algumas perguntas inusitadas como "Quem sou eu?", "Qual meu café da manhã favorito?", "Qual o melhor remédio para ressaca", dentre outras. Confira abaixo.

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Entrevista de Hetfield para o Bom Dia SP

   27 de Março de 2017     tags: entrevista, hetfield, vídeos, brasil      Comentários

O jornal Bom Dia São Paulo exibiu na manhã de hoje, 27 de Março, uma rápida entrevista com o frontman do Metallica, James Hetfield, realizada durante a passagem da banda por São Paulo no último sábado (25 de Março), para o show que foi realizado no festival Lollapalooza Brasil. Confira abaixo.

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Hetfield: "Fãs participavam mais sem celular"

   12 de Março de 2017     tags: entrevista, hetfield, hammett, vídeos, brasil      Comentários

O Fantástico entrevistou integrantes do Metallica, que voltam ao Brasil este mês para o festival Lollapalooza, em São Paulo. James Hetfield falou sobre o uso dos celulares em shows: "Os fãs participavam mais sem celular. Eu sempre acho que as pessoas vão se arrepender por não guardar o show no coração, em vez de guardar no celular". Mas James faz uma ressalva: “Seria legal se já existisse celular na década de 80, quando o Metallica estava em começo de carreira e ainda tinha Cliff Burton. Temos muitas saudades. Eu adoraria ter mais fotos e vídeos dele”, afirma.

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Hammett explica a evolução das letras da banda

   09 de Março de 2017     tags: entrevista, hammett, hardwired to self destruct      Comentários



O guitarrista Kirk Hammett disse que o Metallica quis recapturar o clássico "Kill 'Em All", de 1983, em seu álbum mais recente, "Hardwired... To Self Destruct". A declaração foi dada em entrevista à rádio RMX, do México.

"Em termos de atitude, foi similar ao que está em 'Kill Em All'. Foi a ideia, no começo. Claro que não poderíamos fazer outro 'Kill Em All'. Então, o resultado final é onde acabamos após compormos com este pensamento", afirmou.

Kirk complementa: "Este disco é uma representação precisa de onde nossas cabeças estão musicalmente. O que nos empolga hoje são coisas empolgadas, enérgicas, com mais groove. As parte mais melódicas estão presentes. É o que queremos ouvir. E se está parecido com '...And Justice For All' e 'Kill Em All', ótimo".

Hammett falou também sobre a temática lírica do "Hardwired... To Self Destruct", explicando que tem a ver com a maturidade emocional envolvida na composição. "Acho que, à medida em que nossa consciência e inteligência emocional avança, nós amadurecemos um pouco - especialmente, por estarmos cientes de diferentes estados emocionais que podemos ter", afirmou.

Houve, segundo ele, uma mudança de perspectiva por parte de James Hetfield, principal compositor lírico. "Em algum momento, houve uma mudança em que as letras de James se tornaram mais sobre, 'sim, nós sabemos que estamos em um lugar fodido, mas isso é o que farei para tentar torná-lo um pouco mais seguro para mim e para quem está ao redor'. É uma grande mudança", disse.

Fonte: Whiplash!

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Hammett: O heavy metal sempre foi um espelho dos sentimentos, emoções, condições, situações e circunstâncias das pessoas

   08 de Março de 2017     tags: entrevista, hammett      Comentários



O guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, disse a Tim Noakes da revista Rough Trade em uma recente entrevista que os tempos incertos e negros que vivemos resultará em um ressurgimento da música brutal. "Do que eu posso ver, o heavy metal e a música em geral sempre foi um espelho dos sentimentos, emoções, condições, situações e circunstâncias das pessoas", explicou. "Parece que nas melhores épocas, tivemos músicas realmente felizes, quase medíocres, e nas piores, tivemos músicas realmente raivosas, de protesto. Então será assim no futuro? Eu não sei. Mas eu sei que há muitas pessoas bravas, privadas de seus direitos por aí, que estão frustradas e tem toda esta raiva que precisam extravasar, espero que de uma forma catártica."

Hammett também pareceu concordar com um estudo recente que mostrou que ouvir heavy metal ou estilos extremos de música ajuda se livrar de sentimentos como raiva e depressão. "Ouvir e tocar heavy metal realmente ajuda", disse ele. "É uma coisa circular - a música ajuda a pessoa que a está criando e tocando, e assim que é tocada, ela ajuda outras pessoas no caminho."

"Parece que o futuro é mais imprevisível agora do que já foi em minha própria vida", continuou. "Será interessante ver o que as pessoas farão - elas ficarão grudadas em seus computadores e digitarão suas frustrações, ou elas simplesmente acordarão, olharão em volta e perceberão o que está rolando: estamos sendo separados e divididos do jeito mais trapaceiro possível."

Tanto Hammett quanto o baterista do Metallica, Lars Ulrich, já manifestaram seus descontentamentos com o presidente dos EUA, Donald Trump, algo pouco usual para uma banda cujos membros nunca falaram muito sobre política.

Falando sobre o aumento da retórica divisiva da política global dominante, que ameaça reverter direito humanos ao redor do mundo, Hammett disse a Rough Trade: "É um mundo estranho e nós realmente precisamos não nos dividir, pois é isso que o poder que está tentando nos controlar quer. Atualmente todo mundo está tão dividido que nós realmente precisamos achar algo em comum do que encontrar nossas diferenças - para focar naquilo que nos une. Algumas pessoas do outro lado do espectro podem falar, 'talvez nós devessemos ser mais isolacionistas e apenas proteger nossa tribo', mas eu simplesmente não acredito que o resultado final será benéfico para todos."

Hammett também reconheceu o papel das mídias sociais em espalhar "notícias falsas" com importantes consequências políticas.

"Goste ou não, é uma comunidade mundial agora por causa dos computadores", disse ele. "Aquela tela é um portal para o mundo e as pessoas apenas precisam perceber a responsabilidade que vem por estarem na internet. Há muita imprudência, muita irresponsabilidade, muita mentira, muita desorientação, e é preocupante pois isso apenas complica ainda mais o mundo."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield comenta sobre uso de música do Metallica para tortura

   04 de Março de 2017     tags: entrevista, hetfield      Comentários



Segundo o The Guardian do Reino Unido, interrogadores americanos tentavam desorientar prisioneiros iraquianos usando músicas do Metallica e de outras bandas de rock como AC/DC, Rage Against The Machine e Nine Inch Nails, além de músicas menos agressivas e de certa forma surpreendentes como Britney Spears, David Gray, Eminem, Aerosmith, e até programas infantis como "Barney e seus amigos" e "Vila Sésamo".

O frontman do Metallica, James Hetfield, foi perguntado em uma entrevista recente para a revista Thrasher se ele se sente ofendido pelo uso da CIA de músicas do Metallica para torturar prisioneiros. "Ha! Nós temos torturado pessoas com isso há muito tempo. Há bem mais tempo que a CIA", disse ele.

Ele continuou: "Eu não tenho nada a dizer sobre isso, na verdade. Me sinto orgulhoso de que meu país está usando algo para ajudar a nos manter a salvo. Mas, assim que a música é lançada, eu não tenho controle sobre isso. Assim como alguém está dando-a de graça online. Eles estão usando-a para fazer o que quiserem."

"Há várias bandas covers de Metallica, há várias pessoas tocando 'Enter Sandman' ou 'Nothing Else Matters' em estilo gregoriano, em estilo bluegrass ou harpas célticas e, sabe - a música está por aí e é usada, então é isso."

Perguntado sobre o comentário de Kerry King de que a música do Slayer "teria sido mais assustadora e talvez mais efetiva" na tortura psicológica de prisioneiros de guerra, Hetfield disse: "Eu concordo. Não tenho dúvidas disso, mas existem coisas até mais assustadoras do que o Slayer. Existem coisas bem loucas e intensas por aí."

Os últimos comentários de Hetfield condizem com aqueles que ele fez em 2008, quando foi perguntado por uma rede de TV alemã como ele se sentia sobre a música da banda ser usada para torturar prisioneiros de Guantánamo, Cuba. Ele respondeu na época: "Parte de mim está orgulhoso de que eles escolheram o Metallica... E uma parte de mim está meio chateado com isso, de que as pessoas possam achar que estamos ligados a alguma coisa política por conta disso."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield comenta sobre censura em shows na China

   27 de Fevereiro de 2017     tags: entrevista, hetfield      Comentários



Quando o Metallica retornou para a China no mês passado para os primeiros shows após sua estreia em Shanghai em 2013, seu setlist não contou com várias músicas clássicas que eles geralmente tocam ao vivo como "Master Of Puppets", "One" e "Hardwired". E em entrevista ao South China Morning Post, James Hetfield disse que não se sentiu ressentido pela censura exercida pelo governo chinês: "Por qual motivo não deveríamos respeitar sua cultura quando se está no país como convidado para tocar? Queremos ser respeitosos, e por pensarmos diferente não significa que a gente deva forçar os outros a pensar do mesmo jeito. Espero que quando nós voltarmos ao país eles tenham compreendido que não temos nenhum objetivo político ou coisa parecida, nosso único compromisso é romper barreiras e levar nossa música para as pessoas, não queremos levar uma mensagem secreta pra ninguém".

Fonte: Whiplash!

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