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Trujillo: Tocar músicas raras ao vivo é um desafio

   26 de Janeiro de 2015     tags: entrevista, trujillo      Comentários

De acordo com o The Pulse Of Radio, o baixista do Metallica disse em uma entrevista para o “Talk Is Jericho” que gosta de tocar faixas raras ao vivo, por causa do desafio apresentado. Trujillo explicou: “Uma coisa que me deixa orgulhoso de estar no Metallica todos esses anos, é poder tocar o ‘Black Album’ na íntegra – músicas que nunca tocamos ao vivo, como ‘The Struggle Within’. Mesmo músicas como ‘Orion’ – nós tocamos bastante agora. É uma música que não foi muito tocada, juntamente com ‘Dyers Eve’, do ‘... And Justice For All’.”

Trujillo adiciona: “O fato é que nós estamos com 50 anos e ainda tocamos músicas que não foram realmente tocadas, eu sinto que isso nos traz um desafio e faz com que nos tornemos uma banda melhor. Nós mantemos as coisas ainda bem excitantes.”

Fonte: Whiplash!

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Hetfield e Ulrich falam sobre uso de Seek & Destroy pelo San Jose Sharks

   22 de Janeiro de 2015     tags: metallica night, sharks, vídeos, ulrich, hetfield, entrevista      Comentários

O Metallica se juntou ao San Jose Shakrs na noite passada (quarta-feira, 21 de Janeiro) contra os detendores do Stanley Cup, Los Angeles Kings, para uma noite de hockey. Os Sharks tem usado a música "Seek & Destroy" do Metallica como música de entrada há vários anos.

"Quem imaginaria em 1982, quando escrevemos essa música que ela chegaria a esse ponto?", disse o baterista Lars Ulrich. "E até ser, obviamente, capaz de escrever uma música e ter seu nome associado com um pedaço de música que tem esse tipo de participação na vida de tantas pessoas ao redor do mundo. E neste caso em particular, o fato de que os Sharks saem de uma grande boca de tubarão e a fumaça e os fogos e a música e energia no local e assim por diante... É obviamente... É um dos seus momentos de maior orgulho. É bem legal estar associado a isso."

"Eu ainda não acredito que eles escolheram 'Seek & Destroy', que eu amo", riu o frontman do Metallica, James Hetfield. "Em 1983, o que nós estávamos escrevendo naquela época era só... Era só o que sabíamos. Nós iríamos aparecer, e iriamos detonar. E quando saíssemos, você saberia que estivemos aqui."

Hetfield continuou: "Eu entendo o porque dela ter sido escolhida. Mas quando eu ouço minha voz [na gravação original da música]... Oh meu Deus! Eu tinha, tipo, 19 anos, e eu acho que eu amadureci um pouco desde então... Talvez um pouquinho. Mas é impressionante. Ela tá o tom. A qualidade do som... Não é a melhor, mas era tudo que sabíamos em 83. Mas eu amo o fato de que alguém pegou nossa música e ainda está usando assim. E é sinônimo dos Sharks entrarem no gelo, saindo da boca, pelos dentes, e então a fumaça... É impressionante."











Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Trujillo conta como substituiu Jason Newsted

   21 de Janeiro de 2015     tags: entrevista, trujillo      Comentários

Durante participação no podcast Talk Is Jericho, o baixista Robert Trujillo contou como acabou indo tocar no Metallica:

"Foi meio bizarro. Um amigo me pediu para que eu levasse a ele e a Kirk [Hammett, guitarrista] para surfar. Eles queriam rodar pelo sul da Califórnia e ele me perguntou se eu os levaria para uns points legais, e então passamos cerca de uma semana surfando. E o interessante é que praticamente não falamos sobre música".

Tendo se aproximado de Trujillo por razões não musicais, Hammett considerou-o quando a banda começou a procurar por substitutos para Newsted. "Foi um ano mais tarde, talvez um pouco menos - eu estava no Taiti surfando, e naquela época não tínhamos celulares, então estava checando minhas mensagens de texto, e havia um recado de Lars [Ulrich, baterista] e Kirk - 'Ei cara, venha fazer uma jam com o Metallica'", relembra Robert, que diz que já estava pensando em se fixar na Bay Area assim que retornasse do Taiti, e quando chegou se dirigiu rapidamente ao estúdio para ensaiar com a banda. "Foram dois dias de audição. No primeiro eu meio que fiquei me ambientando, o que foi interessante e estranho... Fiquei praticamente circulando por lá. Quando você se junta a uma banda, é importante saber tocar o material, porém há o lado de você se dar bem com os outros caras. No final da noite do primeiro dia, Lars disse 'Ei cara, vamos tomar um drink'. Ficamos circulando e bebendo até as cinco da manhã". Trujillo admitiu que com isto ficou meio acabado para tocar no dia seguinte, mas ainda estava bom o suficiente para garantir sua vaga na banda.

O podcast pode ser ouvido na íntegra, em inglês, clicando aqui.

Fonte: Whiplash!

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Trujillo explica demora no processo de gravação do disco novo

   09 de Janeiro de 2015     tags: entrevista, trujillo, áudio      Comentários

O baixista do Metallica, Robert Trujillo, foi recentemente entrevistado por Mitch Joel do "Groove - The No Treble Podcast". Você pode ouvir a conversa abaixo.


Perguntado sobre o progresso das sessões de composição do sucessor do álbum "Death Magnetic", de 2008:

"Eu estou tendo um grande momento, e nós estamos tendo realmente um ótimo momento. E é divertido na verdade."

"Nós temos tocado muitas idéias novas - alicerces, por assim dizer. E, sabe, James [Hetfield, vocal/guitarra] está começando a trabalhar em melodias e experimentando em coisas nesse nível. Mas é realmente, tipo, meio que você trabalha partes, um processo de eliminação, e então você faz uma jam delas. Nós fazemos uma jam e as colocamos em seu sistema, fazendo-as parte de você."

"Isso foi uma das coisas legais que o [produtor] Rick Rubin nos passou quando estávamos montando as músicas do último disco. Foi tipo, 'se imaginem tocando essas músicas novas e que vocês precisam se provar para estes fãs neste barzinho que nunca viram na vida'. E então ele diria, 'Levantem-se. Todo mundo se levante'. Nós podíamos estar em um estúdio, né? Mas é como 'se levantem e toquem essas músicas. Façam com que sejam parte de vocês', basicamente. E isso foi meio que um discurso motivacional que realmente fez sentido, sabe? No fim, fez sentido. Pois é muito fácil sentar lá e passar suas partes. Então quando eu estava gravando o baixo, eu estava na verdade de pé e agitando. [risos]"

"No fim, sejam riffs ou só arranjos, letras... A experiência toda de escrever uma música, especialmente com o Metallica, é envolvente, toma tempo, é um processo. Quando eu tocava com o Infectious Grooves, era um pouco diferente, pois nós entraríamos e passaríamos, digamos, quatro horas por dia, cinco dias por semana [trabalhando nas idéias], e então sairíamos com duas, três jams, em formato de músicas, e nós a colocaríamos em uma fita cassete. E então da próxima vez que nos juntássemos, estaríamos em um estúdio gravando o disco. E Mike Muir, o vocalista na época, levaria esses cassetes e trabalharia nas letras e melodias, e, 'nos vemos no estúdio'. Da próxima vez, nós as estaríamos tocando. E as baterias usualmente rolariam no segundo take. Nós sempre queríamos pegar a mágica do primeiro take, ou segundo take. Agora isso é bem diferente do que acontece com o Metallica. Mas cada situação é diferente. Há uma magia diferente que você quer capturar."

"Para nós no momento, estamos basicamente em um cenário onde estamos trabalhando os arranjos. E tudo, realmente, está sendo trabalhado. São como transições... Tentar tudo que você pode tentar. É assim que é. E eu acho que isso que torna a música do Metallica ótima e especial. Pois é esse tipo de orgulho e, sabe, você está trabalhando em uma peça de arte. E precisa estar certo. E o que isso significa? Significa explorar. James sempre tem um punhado de palavras para uma possível palavra. Talvez esta palavra não funcione. Vamos tentar esta. É muito trabalho, e toma tempo, mas ao mesmo tempo, é importante, e precisa ser feito dessa forma, pois o resultado final é o que ouvimos do Metallica, que todo mundo ama. Se não fosse dessa forma, não seria Metallica. Da mesma forma, se... Eu estava usando o Infectious Grooves como exemplo. Sabe, aquela forma é como o Infectious Grooves deve fazer discos. Deve ter essa energia espontânea, e capturar essa magia no segundo take ou o que for. Mas com o Metallica, é um estilo diferente e uma forma diferente de atingir uma meta bem especial."

Sobre a motivação de fazer música nova e estar envolvido em outras formas de escapes criativos:

"Eu me sinto sortudo, pois uma das coisas que é realmente especial em tocar no Metallica é que, na verdade, os membros do Metallica curtem serem criativos, curtem desafios e todas as coisas que a maioria das bandas, quando ficam um pouco mais velhas e antigas na carreira, elas relaxam um pouco em termos de querer escrever músicas. Digo, você ficaria surpreso com quantas bandas conhecidas começam a escrever com gente de fora ou algo assim, e não estão realmente escrevendo suas músicas mais. Com a gente, é meio que o oposto. Nós temos tantas idéias de músicas e riffs e linhas de baixo e o que for - simplesmente um abundância de idéias, musicalmente, de anos e anos de jams - que a coisa mais difícil é tentar eliminar. É como um processo de eliminação quando escrevemos. E é ótimo estar com um grupo inspirado meio que de caras velhos, sabe. [risos]"

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Trujillo: "Sempre fui bem cuidadoso para não ultrapassar os limites de certos membros"

   07 de Janeiro de 2015     tags: entrevista, trujillo, vídeos      Comentários

O IndiePower.com realizou uma entrevista com o baixista do Metallica, Robert Trujillo. Assista a conversa em três partes abaixo.

Perguntado sobre como ele lida com as várias personalidades em diferentes bandas pelas quais passou durante os anos - a lista inclui Ozzy Osbourne, Suicidal Tendencies, Infectious Grooves, Jerry Cantrell (Alice in Chains) e Zakk Wylde (Black Label Society, Ozzy Osbourne) - Trujillo disse: "Isso é interessante, pois bem novo, com a situação da minha família e meu pai, com quem ainda sou bem apegado... Mas crescer, meu pai era... Era engraçado, pois minha situação com ele, nós sempre tivemos um bom relacionamento, mas eu sempre fui bem cuidadoso para não ultrapassar os limites com ele. Então nas minhas situações com bandas, eu sempre fui bem cuidadoso para não ultrapassar os limites de certos membros. Pois membros de bandas podem sair do controle, especialmente na situação em que alguns deles estavam, seja problemas com drogas, com bebedeiras, ou o que for... Havia muita coisa rolando, e você precisava ficar frio. Pois, digo, alguém como Zakk, ele poderia estourar. Ele poderia mudar bem na frente de seus olhos. Então você precisava ser sempre bem cuidadoso com essas pessoas. E isso é parte da jornada, e eu acho que com isso, eu adotei paciência e respeito. Eu aprendi a lidar com pessoas e suas personalidades da melhor forma que posso, e poderia, nessas diferentes situações."

Trujillo também falou sobre como gerenciou as armadilhas pelas quais outros músicos de sucesso passaram no passado. Ele disse: "Eu sempre foi sortudo de não me enrolar muito em nada que fosse perigoso demais. Pois estava tudo lá. No final dos anos 80 e nos anos 90, estava rolando tudo. E, por alguma razão - talvez tenha sido minha mãe ou algo assim - mas eu consegui meio que fortalecer minha passagem por isso, mas ainda assim aproveitar a música e o lado positivo de ser criativo com muitos desses músicos maravilhosos com quem fui abençoado de tocar durante os anos."




Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich não previu aceitação de fãs ao SKOM

   24 de Dezembro de 2014     tags: skom, entrevista, ulrich      Comentários



O Metallica lançou uma edição de décimo aniversário em blu-ray do documentário da banda, “Metallica: Some Kind of Monster”, em 24 de novembro. A nova edição do filme foi disponibilizada digitalmente pela primeira vez. Ela também contém um novo material bônus, “Metallica: This Monster Lives”, segmento de 25 minutos gravados em 2013, durante a o Toronto International Film Festival.

“A presença de câmeras ajudou a manter o processo em dia”, disse o baterista do Metallica, Lars Ulrich, ao TheWrap. “Haviam mais pares de olhos e orelhas por lá. Algumas vezes, quando alguém mais está na sala, você encolhe um pouco a língua. Eu acho que isso acabou evitando que tudo descarrilhasse de alguma forma bem peculiar.”

“Nós estávamos em uma encruzilhada”, explicou Ulrich. “Nós sempre fomos muito bons em compartimentalizar várias dessas coisas. Suprimir tudo com bebedeiras ou outras extravagâncias. Foi a primeira vez que tivemos uma chance de conversar uns com os outros, nos conhecer e trabalhar nessas coisas. As câmeras estavam registrando tudo.”

Ainda de acordo com Ulrich, o Metallica não tinha ideia de que os fãs iam responder tão bem às filmagens dos sentimentos da banda, que ao fim impediram que o Metallica não se separasse.

“Por mais que você queira controlar a reação das pessoas, ainda há algo lá que vai lhe tirar do sério", explicou Ulrich. “O fato é de que o mundo da música é um pouco aturdido por isso, e o fato de que o mundo do cinema abraçou o filme, é algo que não poderia ser previsto.”


Fonte: Whiplash!

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Trujillo fala sobre progresso do disco novo

   11 de Dezembro de 2014     tags: entrevista, trujillo      Comentários

Durante uma nova entrevista para a Rock Cellar Magazine, o baixista do Metallica, Robert Trujillo, foi perguntado sobre o progresso das sessões de composição do sucessor do "Death Magnetic" de 2008.

"Nós estamos apenas desenhando por enquanto", disse Robert. "Há muitas idéias, muitos corpos de músicas; você precisa passar pelo processo. Para mim pessoalmente, eu estou realmente animado com o que pudemos tirar até o momento."

Ele continuou: "Eu não gosto de fazer previsões, mas eu gostaria de imaginar - pelo menos para mim - que estou realmente feliz com o que está acontecendo instrumentalmente. Então vamos ver como a jornada continua."

E completou: "Escrever uma música do Metallica é uma jornada e um processo, e toma tempo. Mas é isso que é especial nisso. O Metallica gosta de estimular uma música, estimular um arranjo."

Trujillo também falou sobre a paixão do Metallica em fazer música e tocar ao vivo, falando a Rock Cellar Magazine: "Uma das coisas que eu notei desde que estou na banda é que como músicos, Lars [Ulrich, bateria], James [Hetfield, guitarra/vocal] e Kirk [Hammett, guitarra] realmente curtem fazer música e tocar. Quando eles colocam seus instrumentos, de muitas formas eles se tornam adolescentes de novo. As jams de improviso - pode ser de King Diamond ou Mercyful Fate, Diamond Head ou Black Sabbath - sempre há esta animação que corre pelas suas veias quando eles colocam seus instrumentos, e isso é carregado até as idéias originais também."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield: "Tive medo de responsabilidade durante minha vida toda"

   09 de Dezembro de 2014     tags: vídeos, hetfield, entrevista      Comentários

No vídeo de três minutos abaixo, o frontman do Metallica, James Hetfield, fala sobre crescer e superar o medo da responsabilidade e como isso foi parte de sua recuperação do vício de drogas. Hetfield também compartilha sua visão sobre o que significa ser um modelo e o que ele diz aos jovens que pedem conselhos a ele.


"Eu sempre tive medo de responsabilidade durante minha vida toda... Não querer tomar a responsabilidade para mim mesmo."

"Eu me lembro de quando era criança na escola... Havia uma escola de verão para crianças dotadas, o que, para mim, já era estranho. Dotadas... Tá bom! [Risos] E então ir a escola de verão porque você é dotada. Espera um pouco! Você é dotada. Você não deveria ter que ir para a escola de verão. Mas ir a um escola de verão para crianças dotadas. Tá certo. Tinha a ver com um filme. Era escola elementar, a propósito. E introduzir filmes. Era tipo, 'vocês farão um filme. Ok, dividam-se em grupos e então venham com uma idéia e o que querem fazer'. Então eu estava tipo, 'oh, tá certo'. Nos dividimos em grupos e então eu fiquei, 'ei, e se fizermos isso?' e eu tinha todas essas idéias. E então eles falaram, 'ok, agora escolha seu líder, quem liderará este grupo e quem é responsável pelas coisas', e eu encolhi, cara. Eu fiquei com medo. E o resto do grupo estava, tipo, 'bem, você é o líder, pois você teve todas essas idéias e tudo isso'. E eu estava tipo, 'não não não'. E eu fugi totalmente disso. Eu fugi, pois estava com medo da responsabilidade - medo de falhar, talvez, medo de que eu não soubesse o que eu estava realmente fazendo."

"E isso é meio como foi para mim na época da recuperação - medo de pegar a responsabilidade, ou permitir que eu me levantasse e brilhasse dessa forma."

"Outro medo para mim: fazer 50 anos. Eu deveria saber tudo. Eu deveria me sentar e ser um modelo e ensinar todo mundo todas as coisas. E então quando você acha que é um modelo, imagina só. Você não é. Se você está tentando ser um modelo, você não é. Ser você mesmo e o melhor que pode ser? Então talvez você será um modelo para alguém."

O vídeo de Hetfield foi produzido pela Road Recovery, uma organização dedicada a ajudar jovens a lutarem contra vícios e outras adversidades, em parceria com a Hooplaha.

Fonte (em inglêS): Blabbermouth.net

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Entrevista de Hammett para Wikimetal

   09 de Dezembro de 2014     tags: entrevista, hammett, áudio      Comentários

O site brasileiro Wikimetal divulgou uma entrevista com o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, em seu último podcast, realizada durante a última passagem da banda no Rock in Rio. Na conversa, que começa por volta dos 23 minutos, Hammett fala, dentre outros assuntos, sobre o filme “Through The Never”, sobre o seu livro “Too Much Horror Business”. Confira abaixo.

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Trujillo: Jaco Pastorius foi a principal inspiração para o Infectious Grooves

   03 de Dezembro de 2014     tags: jaco pastorius, trujillo, entrevista, vídeos      Comentários

Jon Liebman, fundador/criador do ForBassPlayersOnly.com, falou recentemente com o baixista do Metallica, Robert Trujillo, sobre o documentário de Trujillo a respeito da vida e música do lendário baixista Jaco Pastorius. Assista a conversa abaixo.


"Jaco - A Documentary Film" teve sua estréia como um "trabalho em andamento" em 6 de Outubro no Mill Valley Film Festival. O filme conta com entrevistas com diversos músicos de alto calibre, incluindo Joni Mitchell, e conta a história de Pastorius, um músico auto-didata que teve impacto quase mítico na música, e reinventou o baixo elétrico. Jaco trouxe um novo nível na forma de tocar, dando ao instrumento uma voz dinâmica e poderosa.

Falando sobre porque decidiu fazer um filme sobre Jaco, Trujillo disse a ForBassPlayersOnly.com: "Quando eu era adolescente, eu tive a sorte de ver Jaco tocar pelo menos quatro vezes. Eu o vi com o Weather Report no Playboy Jazz Festival, e então eu o vi no Santa Monica Civic Auditorium, que era meio que nossa casa de shows local. E foi uma experiência de abrir os olhos. De muita formas, isso mudou minha vida, pois foi ali que eu vi o baixo como um instrumento que poderia ser de destaque e não apenas o cara lá no fundo, mas que poderia ficar na frente e no controle não apenas da música, mas a presença de palco por si só era incrível.

Ele continuou: "Jaco, ele definiu o padrão. Digo, o padrão era algo que era quase inatingível de certa forma, mas a coisa legal disso é que isto te inspirou a levar o instrumento para outras direções. Então na época eu não necessariamente estava tentando tocar 'Teen Town' nota por nota ou 'Portrait of Tracy', mas eu estava escrevendo, sabe, criando música com ele em mente. Então uma banda como Infectious Grooves foi inspirado por Jaco Pastorius, mas também foi inspirada em bandas como Metallica ou Slayer ou Sex Pistols. Mas o baixo, como um baixista, provavelmente a inspiração principal foi Jaco."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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