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Copo do Death Magnetic

   01 de Setembro de 2008     tags: produtos      Comentários



De acordo com o Blabbermouth.net, as pré-vendas feitas do novo álbum do Metallica, Death Magnetic, pelo NewburyComics.com receberão um copo de vidro em edição limitada da "Newbury Comics Artist Pint Glass Series". Apenas 1500 copos serão feitos e a oferta é válida enquanto os estoques durarem. Mais informações podem ser conferidas aqui.

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Entrevista em vídeo com Trujillo

   31 de Agosto de 2008     tags: trujillo, entrevista, vídeos      Comentários

Uma entrevista em vídeo com o baixista do Metallica, Robert Trujillo, feita pelo portal espanhol Qué!, pode ser conferido abaixo.

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Flies on the Wall 31/08

   31 de Agosto de 2008     tags: mission: metallica      Comentários

Os flies on the wall de hoje do Mission: Metallica estão no ar e podem ser conferidos clicando aqui. O primeiro vídeo, gratuito, mostra uma conversa a respeito de qual solo usar em uma música nova, enquanto no segundo vídeo, restrito a membros platina, podemos ver os membros do Metallica ouvindo um CD de riffs e a banda fazendo uma jam em cima de um riff novo.

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Metallica no Later with Jools Holland

   30 de Agosto de 2008     tags: jools holland      Comentários

A cantora Carla Bruni, mulher do presidente francês, Nicolas Sarkozy, vai se apresentar no dia 16 de setembro em um programa da emissora britânica BBC. O programa de TV, ao vivo, também terá participação do ex-Beatle Paul McCartney e do grupo de rock Metallica.

Como informou hoje a rede pública britânica, Bruni deve cantar "uma ou duas canções" do terceiro álbum, "Comme si de rien n'était", no programa "Later...with Jools Holland".

O programa, um clássico da BBC que será transmitido à noite, costuma começar com o músico Jools Holland tocando piano e seus convidados cantando juntos de maneira improvisada. O Metallica reaparecerá no programa após 12 anos de ausência.

Fonte: Folha Online

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Fly on the Wall 30/08

   30 de Agosto de 2008     tags: mission: metallica      Comentários

O Mission: Metallica disponibilizou o fly on the wall deste sábado, o qual pode ser conferido clicando aqui. O vídeo, gratuito, mostra Fidelman conversando a respeito dos vocais e o uso de Iron Man do Black Sabbath como referência.

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Samples do Death Magnetic

   30 de Agosto de 2008     tags: death magnetic, áudio      Comentários

Update: Aparentemente os samples foram removidos, no entanto, o link com o download de todos os samples ainda está funcionando.

Trechos de 30 segundos de todas as 10 faixas do novo álbum do Metallica estão disponíveis para ouvir nos links abaixo:

01. That Was Just Your Life
02. The End Of The Line
03. Broken, Beat & Scarred
04. The Day That Never Comes
05. All Nightmare Long
06. Cyanide
07. The Unforgiven III
08. The Judas Kiss
09. Suicide & Redemption
10. My Apocalypse

Caso prefira fazer o download de todos os samples de uma vez, basta clicar aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield: "Eu sei mais agora"

   30 de Agosto de 2008     tags: hetfield, death magnetic      Comentários

O NYTimes publicou ontem um artigo sobre o Metallica. Abaixo, podem ser conferidos os principais trechos que falam sobre o novo álbum da banda, Death Magnetic:

Depois de alguns verões de turnê, haviam 60 horas de riffs gravados para escolher. Todos os membros compartilharam os créditos de composição de cada música. "Foi bem colaborativo", disse Trujilo. "Ninguém foi egoísta. Foi como ir a melhor escola de música que você pode imaginar".

Os riffs foram fundidos em músicas, compostas pelo todo conhecimento da banda. (Hammett disse que ele pensou nisso como "recuperar a posse" do antigo vocabulário do Metallica.) Elas tem velocidade de thrash e solos de guitarra de novo, tanto no antigo estilo modal de Hammett quanto no seu novo som de blues com pedal de wah-wah. O Metallica mais recente não foi completamente apagado: peças menos rápidas aparecem aqui e alí como conectores de seções.

As composições são formidáveis e complexas, com mudanças de tempo nos ritmos, guitarras gêmeas e solos harmonizados e algumas melodias que lembram o álbum preto. Na "The Day That Never Comes", "All Nightmare Long", "My Apocalypse" e outras você pode pensar que a música chegou ao climax ou ao final e então, uau: uma nova porta se abre, uma nova torre começa a surgir.

O Hetfield gosta das ficções de terror de H. P. Lovercraft que Cliff Burton costumava compartilhar com a banda. E ele pegou o desafio do passado ao cantar mais agudo: Rubin pediu que a banda tocasse na afinação padrão, ao invés das guitarras meio tom abaixo, como tem acontecido desde 1992.

Hammett se preparou bastante para seus solos, passando meses emprestando idéias de guitarristas de rock e jazz como Pat Martino, Sonny Sharrock, Michael Schenker, Eddie Van Halen e Jimi Hendrix. Então no estúdio ele tocou mais rápido que o usual. (Ele relembra que seus solos no "Death Magnetic" são 3/4 improvisados.) "Como a maioria dos músicas, eu sou um pouco inseguro com meu modo de tocar", disse ele. "Mas eu fui de forma vulnerável. Então eu ouvia ao playback e dizia, 'como eu fiz isso e o que eu fiz?'".

Em "Some Kind of Monster", Hetfield acaba de retornar da reabilitação, preocupações se ele só escreveria sobre músicas de recuperação. Ele escreveu algumas aqui: "Broken, Beat & Scarred", por exemplo, com sua chamada para "mostrar suas cicatrizes" ("show your scars"). Mas na maior parte do resto do álbum, o tema da morte está de volta, livre de pensamentos positivos.

Antes do show de Bucareste, eu perguntei a Hetfield se não foi difícil voltar a pessoa que ele costumava ser, tendo recuperado recentemente.

"Sim", disse ele. "Eu diria que aquela era uma pessoa diferente. Eu sei mais agora. Neste disco, eu precisava tomar as rédeas de novo, e ser pesado e ter medo de mim de novo. Eu não preciso ter medo da raiva. Eu acho que é muito mais fácil de atingir isso agora. Eu sei o quão longe eu quero ir com isso, e eu fui longe e ainda estou bem. Eu tive essa dualidade a minha vida inteira. Há a pessoa que eu escondo e a pessoa que eu mostro".

Ele continuou e ergueu seus braços. "Eu sou o animador por aí!" ele berrou. "Eu sou o mestre do palco!". Ele então se encolheu. "E quando isso termina, eu preciso ir e sentar sozinho", disse ele. "Então eu sou ambos. É este ou aquele que eu quero ser? Provavelmente nenhum", riu. "Mas viver no meio parece muito apático".

Nós queremos que o Metallica seja um pouco ingênuo: rebeldes, loucos e fascinados pela fantasia da violência, lutando contra suas limitações. "Death Magnetic", por outro lado, é conhecimento. Mas não é presunçoso.

O álbum aposta no fato que estes músicos amadureceram e podem provar através da música que isso é mais complicado do que aquilo que eles estavam acostumados, mas ainda é deles. Nesse antigo estilo cavalgado e barroco, eles soam como se estivessem se ampliando e não se limitando.

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Hetfield: "Nós ainda somos uma banda de heavy metal"

   30 de Agosto de 2008     tags: hetfield, entrevista      Comentários

José Miguel Rodrigues foi a Nova Iorque ouvir "Death Magnetic", o novo álbum dos Metallica. Em Lisboa, James Hetfield, de chávena de chá na mão, revelou-nos alguns dos segredos de uma das maiores bandas da actualidade.

Nova Iorque, Junho de 2008. Um calor abrasador e a pressa de chegar. No 16º andar de um dos gigantescos edifícios situados na Sétima Avenida, mesmo ao lado daquele frenesim entorpecedor que invade diariamente a lendária Times Square, situa-se o quartel-general da Q Prime, a empresa de "management" responsável pelo desenvolvimento da carreira de algumas das mais afamadas bandas rock das últimas décadas. Nesses escritórios - longe da tal azáfama provocada pelos turistas ofuscados pela imensidão de néons e pelas dezenas de táxis que se acumulam nos semáforos vermelhos - vão ouvir-se algumas canções do novo disco dos Metallica.

O momento quer-se o mais íntimo possível e está rodeado de secretismo. As misturas que vamos ouvir não são finais, os temas ainda nem sequer têm títulos definitivos. O aviso está feito, o entusiasmo não esmorece. Já se passaram cinco anos desde que os Metallica deram pela última vez um sinal de vida em forma de disco.

Um elevador coberto de espelhos sobe em meros segundos à suite 16 e, ao segundo toque na campainha, fomos recebidos por um simpático Cliff Burnstein. O manager dos Metallica tem cabelo branco até aos ombros e veste um t-shirt preta, fala de forma pausada mas concisa e, por muito que tente, não consegue disfarçar o charme que lhe permite estabelecer uma relação com alguém numa questão de segundos.

À sua volta, os resultados de uma carreira de sucesso invejável no seio da indústria discográfica: as paredes dos corredores do escritório estão recheadas de galardões conquistados por bandas como os Metallica, Red Hot Chili Peppers e Tool.

Lisboa, Junho de 2008, algumas semanas antes. A cerca de um metro, sentado descontraidamente numa cadeira branca, encontramos James Hetfield, 44 anos, vocalista, guitarrista e uma das forças motrizes dos Metallica, a poucas horas de entrar no grande palco do Rock in Rio Lisboa. O músico não disfarça a boa disposição e o alívio de, nem que seja por breves instantes, estar afastado do processo de gravação da novidade Death Magnetic. "Claro que sim", responde o músico à pergunta "continuam a divertir-se na estrada e a tocar ao vivo?". "Ainda mais quando se trata destas pequenas "fugas" durante o Verão", continua enquanto bebe lentamente sua chávena de chá acabado de fazer. "O factor diversão acaba por ser o que nos faz interromper o processo de concepção de um disco e vir para a estrada, sem termos um lançamento novo nos escaparates.

Estes concertos são bastante importantes porque estamos a tocar para muita gente, mas acabam por não ter o mesmo peso de uma digressão extensa e o seu principal objectivo acaba por ser essencialmente permitir-nos recarregar baterias. Depois de termos passado tantos meses fechados no estúdio, sentimos necessidade de mudar de ares e de ver pessoas. Acho, inclusivamente, que isso nos vai dar uma energia incrível para retomarmos a tarefa que temos entre mãos". O que se segue é Hetfield, sem rodeios, em discurso directo.

O processo de concepção de um álbum já é cansativo quanto baste. Não se torna difícil andarem em digressão enquanto têm entre mãos uma tarefa tão complexa?

Basta que consigamos encontrar um certo equilíbrio... e deixar de pensar ou respirar o álbum a cada minuto das nossas vidas. Estes espectáculos são um escape, literalmente. Os últimos meses foram passados a trabalhar meticulosamente e sentimos que já estávamos a precisar de respirar ar fresco. As pessoas pensam que estas "escapadelas" atrasam o lançamento dos nossos discos, mas não é isso que se passa. Não quero generalizar, mas falo com muita gente e fico nitidamente com a ideia de que, lá no fundo, é isso que pensam. Estão contentes por poderem ver-nos, mas não conseguem evitar um pensamento do género "raios! já se passou tanto tempo desde que o último disco foi lançado e, quando estão prestes a dar-nos música nova, decidem perder tempo a tocar ao vivo?!" (risos) Decidimos fazer estes espectáculos porque as gravações já estão finalizadas e, neste momento, a única coisa que falta mesmo fazer são as misturas. Acho que só temos a ganhar se, nesta fase de finalização, conseguirmos manter uma certa distância em relação ao que fizemos até aqui.

Talvez seja ainda cedo para conseguir ser objectivo, mas... como se sente em relação a Death Magnetic?

Nós ainda somos uma banda de heavy metal! Acho que o disco vai soar, simultaneamente, ao passado e ao futuro dos Metallica - para mim é como se fosse um renascimento. E isso acontece por uma série de razões diferentes... Para começar é o primeiro álbum que gravamos com o Robert [Trujillo, baixista] e o primeiro registo dos Metallica em que ele esteve envolvido desde o início. Depois estamos a trabalhar com um produtor novo e isso também acabou por ter bastante influência no nosso método de trabalho. Todos sentimos que estamos a entrar numa nova fase da nossa carreira e, pensando bem, acho que já nos sentimos assim desde que acabámos de gravar o St. Anger. Esse álbum representa um dos momentos mais problemáticos da nossa carreira, mas serviu o seu propósito. O objectivo era fazer uma limpeza profunda ao nosso sistema interno e foi precisamente isso que fizemos. Olhando para trás consigo perceber que talvez tenha sido uma descarga de energia demasiado unidimensional para o que se espera de uma banda como nós.

Foi uma bolsa de oxigénio?

Parece-me que sim. Foi um disco que tivemos mesmo de fazer para continuarmos juntos e a ser os Metallica. Era algo que tínhamos, literalmente, de fazer naquele momento.

O artigo completo pode ser conferido na revista portuguesa Blitz, em sua edição de Setembro.

Agradecimentos: Helltallica
Fonte: Blitz

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Ulrich: "Se não fosse pelo St. Anger, não haveria o Death Magnetic"

   29 de Agosto de 2008     tags: ulrich, entrevista, death magnetic, st. anger      Comentários

De acordo com o The Pulse of Radio, o baterista do Metallica, Lars Ulrich, disse em uma nova entrevista feita para o The Quietus que o controverso álbum de 2003 da banda, "St. Anger", "tinha que acontecer" para que o grupo fizesse o novo CD, "Death Magnetic". Quando perguntado sobre o que ele pensa do álbum e de sua produção primitiva atualmente, Ulrich respondeu, "eu sou tão além de 'bom' e 'ruim'... Eu sei que as pessoas não acham que é um bom álbum, eu compreendo e respeito isso. Eu sei que as pessoas o acham muito difícil. O que eu tenho 100 porcento de certeza é que se não fosse pelo 'St. Anger', 'Death Magnetic' não soaria do jeito que soa. 'St. Anger' tinha que acontecer: você pode não achar nada para apreciar musicalmente nele, o que eu respeito, mas pelo menos respeite a existência do 'St. Anger'".

Ulrich disse ao The Pulse of Radio que a banda ficou surpresa com a reação hostil de muitos fãs ao "St. Anger". "Isso nos derrubou um pouco, claro, porque a coisa toda foi manter o mais cru possível", disse ele. "E eu gosto de achar que nós conseguimos isso (risos), ao ponto de obviamente ser um pouco cru demais para algumas pessoas, mas está tudo bem. Digo, é o que é. Eu não tenho nenhum arrependimento com ele. Eu tenho orgulho dele, orgulho de que nós tivemos coragem de ver além dele, mas o novo disco não tem nada disso".

Ulrich disse ao The Quietus que "se não fosse por nós reinventarmos completamente o processo de composição" no "St. Anger", "não haveria o 'Death Magnetic'. James Hetfield estaria em Nashville tocando música country, eu estaria produzindo filmes e Kirk Hammett estaria em turnê com o Joe Satriani".

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Review do Death Magnetic da A+E Interactive

   29 de Agosto de 2008     tags: death magnetic      Comentários

O blog A+E Interactive postou o seguinte review do novo álbum do Metallica, Death Magnetic:

Eu posso dizer que este álbum detona. E aqueles que odiaram o "St. Anger" ficarão felizes de saber que, como dito pelo Rubin, as baterias do Lars Ulrich soam como baterias, não como latas de lixo, e que os solos de guitarra estão de volta. Muitas das músicas são épicas, com múltiplas seções e mudanças de ritmo.

A primeira música, "That Was Just Your Life", começa com o som de um coração batendo seguido de uma passagem instrumental que gradualmente constrói de forma ameaçadora por dois minutos antes que James Hetfield comece a cantar.

A faixa 2, "The End of the Line", é ainda mais épica. Quando você pensa que a música se acalmou, Hetfield começa a cantar "the slave becomes the master" ("o escravo se torna o mestre"), e então a coisa toda pega fogo de novo para uma grande conclusão. Esta foi uma das minhas favoritas.

A próxima é a "Broken, Beat and Scarred", na qual Hetfield canta estranhamente "What don’t kill you made you more strong" ("O que não te mata te torna mais forte"). Quem diz "more strong" [nota: "more strong" é errado em inglês, o certo seria "stronger"]? Não Kanye, pode ter certeza. Se você liga para o Metallica, você provavelmente já ouviu o novo single "The Day That Never Comes". Se não, você pode ouvir aqui. Começa com uma guitarra aguda, e a banda tira um pouco o pé do acelerador, em alguns versos, pelo menos. Parece ser sobre um prisioneiro, seja real ou metaforicamente. Uma boa música.

"All Nightmare Long" e "Cyanide" retornam as coisas de novo, onde a segunda deve chocar as pessoas que enlouqueceram com a "Suicide Solution" do Ozzy. "The Unforgiven III" começa com um piano, cordas, e uma trompa. Hetfield canta calmamente nesta música também e, de acordo com as minhas anotações, soa como Billie Joe Armstrong por um segundo. "The Judas Kiss" é uma pauleira que aparentemente tem algo a ver com carros híbridos. "Sanctify your demons/Into a Prius" ("Santifique seus demônios/Em um Prius"), canta Hetfield. Pelo menos eu acho que é isso que ele diz; eles não me deram as letras. "Suicide & Redemption" é uma instrumental que dá ao novo homem do baixo Robert Trujillo uma chance de brilhar. Tem alguns momentos de grande beleza, mas pode ser meio longa. Não é ruim, no entanto. Na hora que a faixa que termina o álbum, "My Apocalypse" acabou, meu pescoço estava doendo de bater cabeça.

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