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Vídeos do meet and greet da Suíça

   29 de Agosto de 2008     tags: vídeos, jonschwil      Comentários

Vídeos da sessão de meet and greet do Metallica com os fãs que aconteceu no dia 17 de Agosto de 2008 em Wil/Jonschwil, Suíça, podem ser vistos clicando aqui.

Mais de 35 mil fãs compareceram ao show do Metallica realizado no Degenaupark em Wil/Jonschwil, que contou com a abertura do Mnemic.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Review do Death Magnetic no podcast da Metal Hammer

   29 de Agosto de 2008     tags: death magnetic, áudio      Comentários

Um review do novo álbum do Metallica, "Death Magnetic", pode ser ouvido no novo podcast da Metal Hammer, que está disponível para download aqui (MP3, 42MB). Outros reviews, feitos pelo The Quietus, Terrorizer e MusicRadar podem ser conferidos, respectivamente, aqui, aqui e aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Flies on the Wall 29/08

   29 de Agosto de 2008     tags: mission: metallica      Comentários

Os flies on the wall desta sexta-feira estão no ar e podem ser conferidos no Mission: Metallica. O primeiro vídeo, gratuito, mostra o Hetfield e Trujillo ensaiando a My Apocalypse enquanto no segundo vídeo, restrito a membros platina, temos uma conversa a respeito da masterização do novo álbum.

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The Day That Never Comes no Hot 100 da Billboard

   29 de Agosto de 2008     tags: singles, listas      Comentários

De acordo com a revista Billboard, a "The Day That Never Comes" do Metallica entrou na posição 31 do Hot 100 de singles da Billboard em sua primeira semana presente na lista. É a primeira música da banda de metal da Bay Area de São Francisco a estreiar no Hot 100 em oito anos, desde que a profeticamente entitulada "I Disappear" chegou a posição 76 em Junho de 2000. Apenas um single do Metallica teve uma posição mais alta quando entrou: "Until It Sleeps" chegou na posição 10 em sua estréia, em 1996.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Review do Death Magnetic do MusicRadar

   29 de Agosto de 2008     tags: death magnetic      Comentários

O site MusicRadar.com postou uma review do novo álbum do Metallica, Death Magnetic, o qual pode ser conferido abaixo:

Metallica Ltda tem algo a ser arrumado: o St. Anger de 2003 devia provavelmente ter sido mantido entre as paredes do QG da banda e rotulado como "Some Kind of Therapy".

Enquanto nós vamos fundo nas entranhas da gravadora deles para ser um dos primeiros a ouvir o Death Magnetic, é com medo e trepidação. Murmúrios do Kirk Hammett solando de novo e riff thrashs são todos bons mas eles foram entreguem nesta besta de 80 minutos? Sim. E então algo mais.

That Was Just Your Life

Começa com um som de um coração batendo vagarosamente, muda para uma parte de palhetada limpa estilo Sanitarium. Então todo o inferno é liberado. Este é um Metallica que achávamos que nunca ouviríamos de novo - as guitarras bases na velocidade da luz de Blackened e o grande James Hetfield com uma nova chama em sua voz. É o som da banda que de repente reconheceu sua força e estão de alguma forma criando uma ponte entre o ...And Justice For All e o álbum preto de 1991. Que maneira de começar.

The End Of The Line

O riff principal aqui pode ser reconhecido instantaneamente por alguns fãs - foi salva da "The Other Song" que o Metallica estreiou ao vivo em 2006 (e então mandou para o lixo). Combina muito mais na introdução aqui, a primeira de um banquete de riffs nesta fonte de energia - incluindo o gancho recorrente que é reminiscência da Even Flow do Pearl Jam. O Kirk Hammett parece ter ficado com consciência culpada pelos últimos dez anos e está solando pela sua vida - e sim, ele trouxe seu wah wah junto com ele.

Broken, Beat & Scarred

Outra dose de peso com um riff simples mas efetivo que relembra o álbum preto. É porrada, dinâmico e mostra outro vocal mandão do Hetfield com um refrão grudento (algo sobre sobreviver a uma dificuldade). Embora neste momento comece a parecer meio repetitivo o vocabulário de viradas do Lars Ulrich.

The Day That Never Comes

O single é bem colocado aqui depois de todos as reviravoltas das três faixas anteriores. Duas coisas estão claras agora: 1) Os boatos sobre uma masterização ou mixagem risível do Death Magnetic não têm fundamento na maior parte. As guitarras tem muitas frequências médias e passagens mas o som não fica confuso. No entanto, 2) a bateria de Lars Ulrich ainda soa alta demais na mixagem desta música em particular. Quantos microfones ele colocou nessa caixa?

All Nightmare Long

As guitarras dominam esta música. Muito melhor do que o título escuso sugere, você pode querer checar seu pulso se sua cabeça não estiver mexendo ao ritmo do riff principal de guitarra. De volta ao território da mistura do Justice/Black, existe umas palhetadas alternadas ótimas que gritam Dyers Eve com um dos refrões mais fortes do álbum. O solo caótico de Hammett combina perfeitamente e até há um fim falso para ser contado - ei, funcionou com o Def Leppard na Animal. As semelhanças acabam aí.

Cyanide

É estranho que a banda tenha escolhido esta música para ser estreiada ao vivo pois ela não é uma boa representação do Death Magnetic. Diminuindo o ritmo, ela parece feita em laboratório na segunda parte - um pouco forçada. Ou talvez seja porque a bateria está muito alta na mixagem de novo...

The Unforgiven III

Outro título ameaçador. Começa com um piano triste estilo Einaudi e cordas antes de desenvolver em uma balada do Metallica surpreendentemente adorável com algum groove de southern rock. De novo, o Hetfield aumentou seu jogo vocal e isso ajuda a levar a música enquanto continua na segunda parte com alguns solos heróicos de Hammett. É interessante ouvir a banda reciclando alguns de seus antigos riffs aqui - algo da faixa título do Ride the Lightning se nós não estivermos enganado.

The Judas Kiss

Esta é uma que possivelmente crescerá e coloca alguns riffs fora do lugar antes de entrar de vez. A velocidade dos versos, a dinâmica mais lenta, são impressionantes e a parte do "Bow Down" do Hetfield no refrão tem mais do que um toque de Master of Puppets nele.

Suicide & Redemption

A primeira música instrumental do Metallica há 20 anos tem muita viagem nela - a marca registrada e a mágica na Orion e To Live Is To Die não podem ser ignoradas. Suicide & Redemption se torna a grande decepção do Death Magnetic.

Os dois riffs principais simplesmente não são fortes o suficientes para mante-la - privado de atmosfera, eles poderiam ter sido o trabalho de alguma banda de metal sem nome. Para uma banda que passou boa parte do álbum provando que eles ainda entendem de dinâmicas, isto soa como forçado e não passa da sua apresentação. Mas pelo lado bom - você pode ouvir o baixo do Robert Trujillo soando legal.

My Apocalypse

Uma excelente forma thrash de sair e a faixa mais direta do álbum. É quase como se o produtor/guru Rick Rubin tenha falado para eles "faça um Slayer" e julgando pelo riff do Hammett por volta dos dois minutos, o espectro de Jeff Hanneman estava definitivamente presente no estúdio naquele dia.

Quase 80 minutos e muito se pode tirar dessa primeira ouvida. É o álbum ...And Justice For All que é o ponto recorrente de referência aqui, principalmente nas faixas pesadas. E o thrash progressivo e sombrio do álbum é um grande marco.

Há alguns problemas no caminho e sem dúvida não será o suficiente para simpatizar os pessimistas do old-school - especialmente os críticos vanguardistas das técnicas atuais (leia-se: limitadas) de Lars Ulrich.

Mas você tem que se perguntar, o que você esperava da banda de metal de maior sucesso mundial depois de todos esses anos de decepções no estúdio? Você pode muito bem se surpreender com o que eles têm desta vez. E se nós ouvirmos mais riffs de guitarra em um álbum neste ano, você pode nos chamar de Dave Mustaine.

Agradecimentos: raphamj

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Review do Death Magnetic pela Terrorizer

   29 de Agosto de 2008     tags: death magnetic      Comentários

Stavros Pamballis da revista Terrorizer do Reino Unido teve a oportunidade de ouvir o novo álbum do Metallica, "Death Magnetic" na íntegra. Seguem suas primeiras impressões do disco.

Se você pudesse voltar no tempo de volta a 1983 com uma cópida do "Death Magnetic" em suas mãos e tocar para os pivetes cabeludos que acabaram de gravar o "Kill'em All", eles não teriam problemas em reconhecer a eles mesmos nas estruturas épicas das músicas, trabalhos de guitarra de deixar de queixo caído (guitarras rápidas e solos de derreter a cara) e energia pura de bateção de cabeça. Na verdade, eles provavelmente se impressionariam.

É isso mesmo, crianças, pela primeira vez vocês podem acreditar no hype: o "seu" Metallica está de volta e eles estão com as bolas deles dessa vez.

O álbum é tão complexo, tão quebrado com paradas, começos, mudanças e solos, parecido com o "...And Justice For All" que é virtualmente impossível de digerir de uma vez, mas algumas questões podem ser respondidas:

É pesado? Com certeza! Algumas vezes pelo menos. A faixa de abertura "That Was Just Your Life" é a coisa mais pesada que eles fizeram desde "Bettery" enquanto a "All Nightmare Long" soa como se tivesse sido escrita pelo Slayer. Como um todo, o álbum parece como um elo perdido entre o "...And Justice For All" e o álbum preto. Os vocais de James tem algo a ver com isso já que ele raramente usa os gritos rasgados do começo da carreira, preferindo pelos tons mais altos dos dias de Bob Rock como produtor.

Como é a produção? Muito melhor que a do "St. Anger", mas isso não é dizer muito. Bem forte como um todo, mas a bateria está um pouco alta na mixagem e as dinâmicas sofrem como resultado. Lembra o álbum preto algumas horas com um toque do "Reign in Blood".

Quais são os destaques? Quase todas as músicas neste álbum são no mínimo interessantes. "Judas Kiss" é um clássico instantâneo de bateção de cabeça enquanto a "Unforgiven III" é a verdadeira balada épica do álbum. Vamos só dizer que ela detona as outras duas.

Tá certo... Algo negativo então? Lars Ulrich. As limitações do cara são expostas pelo trabalho de guitarra espetacular deste álbum.

Então, é tão bom quanto os primeiros quatro? Só o tempo dirá... Provavelmente não, mas pelo menos soa como se fosse do mesmo catálogo desses álbuns. Um álbum do Metallica (escrito da forma antiga) de ponta a ponta!


Agradecimentos: William Leite de Oliveira
Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Review do Death Magnetic do The Quietus

   29 de Agosto de 2008     tags: death magnetic      Comentários

O site "The Quietus" fez um review de 'Death Magnetic', próximo album do Metallica, a ser lançado em 12 de setembro. Abaixo segue a tradução do artigo:

"This Was Just Your Life"

O álbum é anunciado por um som de batida cardíaca batendo nos ouvidos. Mas isso é a pulsação suada de milhões de roqueiros antecipando o décimo álbum da maior banda de metal do mundo? Ou são as têmporas palpitando com cafeína, dos exércitos de pessoas da gravadora que estão trabalhando na grande campanha de marketing - oficialmente chamada Mission: Metallica - para esse lançamento? Ou é a alta pressão sanguínea do próprio Metallica, 4 músicos que passaram por mais críticas públicas ultimamente do que provavelmente qualquer outro grupo? Essa batida dá passagem a uma linha de guitarra que podia ser encontrada no seu maior sucesso comercial, o "Black Album". Essa linha é logo aumentada por um tipo de riff arrastado que estaria perfeitamente em casa no "And Justice for All". Essa é uma clara afirmação da intenção de declarar: "Nós vamos abalar, quebrar tudo, e quebrar tudo um monte". Inicialmente, a primeira coisa que chama a atenção é quão caro esse álbum soa comparado com St. Anger. Por comparação, esse soa como se tivesse sido gravado numa nave espacial. Ou pelo menos soa como se tivesse sido gravado em instrumentos, num estúdio, ao invés de fardos de feno num estábulo (Nota do Autor: Eu realmente gosto de St. Anger e o acho excitante o suficiente por seus próprios métodos para julgá-lo simplesmente como merda, e ele é definitivamente uma amostra forçada de uma banda desintegrando. Embora ele pudesse ter sido feito bem mais curto.) Aos 5 minutos o primeiro solo de Kirk Hammett aparece no horizonte. O solo parece apenas respirar para fora dos alto-falantes, como se estivesse enrolado como uma mola, esperando por esse momento nessa última década.

"The End Of The Line"

Bem, se eles aprenderam algo com St. Anger, certamente não foi a brevidade. "Death Magnetic" é um épico, com 75 minutos, mas na força das duas primeiras músicas isso não é uma má coisa. James Hetfield redescobriu seu amor pelas palhetadas rápidas. Lars Ulrich, sempre uma bala ao invés de um naturalmente abençoado baterista, tocando com ferocidade e entrega. O solo é epico, um trabalho técnico que se inicia com uma parte meio futurística, antes de partir para um som de rock mais clássico, com duetos de guitarra avassaladores, que depois dão lugar a uma quebra de Death Metal Melódico.

"Broken, Beat and Scarred"

O riff aqui faz o seu papel. É um riff padrão do Thrash pra fazer sua cabeça balançar - o que, claro, não é uma coisa ruim. Como tudo na vida, não há um jeito real de se voltar para algo do passado, mas a decisão da banda de dar uma brecha para seu passado glorioso, garantiu um brilho para a modernidade. Com bandas como Trivium, que reverencia o "Master of Puppets" e os novo thrashers, amantes do "Kill 'Em All", como Municipal Waste, o Metallica nunca teve tantos devotos lançando discos. O modo do Metallica ser se tornou de novo o modo dominante da atualidade.

"The Day That Never Comes"

O single principal, lançado dia 21 de agosto, começa com um riff quase delicado, vagarosamente se encaminhando para o andamento de "Unforgiven". Uma quebrada pesada no ritmo dá caminho para o brilho de um solo intricado e de várias passagens. Se nós não escutamos muita coisa do Kirk, em estúdio nos últimos nove anos, com certeza ele também não estava pacientemente descansando com a bunda na cadeira. Ele estava expandindo sua paleta de estilos, e seu trabalho nessa música contém os estilos de Iron Maiden, Steve Vai, e, acreditem ou não, The Michael Schenker Group.

"All Nightmare Long"

Essa foi feita pura e simplesmente para as rodas de mosh. Provavelmente, legiões de jovens headbangers vão ouví-la e quebrar seus quartos com bastões de beisebol, finalmente felizes que a sua geração tem um álbum do Metallica que vale à pena. É a segunda vez que a monolítica presença do "...And Justice for All" é sentida. É como se eles estivessem tentando o máximo pra tirar a atenção do terrível nome da música.

"Cyanide"

É claramente óbvio que vários analisadores se preparando pra ouvir esse álbum estão agindo como se desejassem ter uma cápsula suicida do nazismo em suas bocas, ao entrarem para a audição. Isso indica que algumas pessoas chegaram em suas decisões finais antes de darem uma boa ouvida no CD, o que é muito ruim, já que estou feliz em dizer que mesmo pela sexta faixa, ainda há coisas pra se prestar atenção. Essa música em particular tem um toque de Motörhead, com um refrão pra se cantar com os braços erguidos. As letras não estão muito boas, mas ouvir Metallica só por boas letras é igual a se encontrar com um traficante de drogas e reclamar porque ele não tem nenhuma pílula de oléo de fígado de bacalhau.

"The Unforgiven III"

Talvez a maior ligação com o "Black Album", a música começa com uma simples melodia de piano a la Michael Nyman, antes de uma seção de cordas serem adicionadas, com uma atenuada elegância. Então, uma seção de metais de orquestra dão um ar, propositado e reconhecível de Ennio Morricone e filmes de velho-oeste. Um pesado groove faz um estranho mas satisfatório acompanhamento pra todo esse fundo neo-clássico.

"The Judas Kiss"

Para cobrir um território maior de classic rock, essa música devia ser renomeada como "The Deep Black Iron Judas KISS Zeppelin". Essa é a primeira vez que o album realmente me decepciona. Nada na música serve pra dar a ela algum destaque. Ainda assim, o solo de Hammett (que não tem nada intrinsecamente digno de nota ou inovador) deixa a música apenas como comum.

"Suicide & Redemption"

Adivinhe porque "Death Magnetic" não é um tributo para "... And Justice for All"? Porque aqui você pode realmente ouvir o som do baixo. Robert Trujillo, o cara que anda como um siri, faz um alto e claro riff com o baixo, que guia toda essa estremecedora música instrumental. Essa faixa certamente ajuda a deixar o peso do álbum no máximo. Pode não ser uma "Orion", mas existe alguma nesses últimas dias?

"My Apocalypse"

Eu pessoalmente só queria um álbum que levasse embora as dolorosas memórias que formei ao assistir "Some Kind of Monster", que mostrou o Metallica como um monte de chorões, expostos como palhaços sem nenhuma habilidade social. Esse CD tem isso e ainda mais. E finaliza com uma música furiosa e thrasher, que contém algo daquela coisa intangível que torna essa banda tão maravilhosa.

Agradecimentos: William Leite de Oliveira
Fonte: Whiplash!

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Detalhes sobre versão digipack do Death Magnetic

   29 de Agosto de 2008     tags: death magnetic      Comentários

A revista Metal Hammer do Reino Unido revelou os primeiros detalhes da versão digipack do álbum Death Magnetic do Metallica, que será lançado mundialmente na sexta-feira, dia 12 de Setembro. De acordo com a revista, "o caixão que enfeita a capa é concêntrico (ou seja, tem uma buraco em formato de caixão no centro do livreto que vai ficando menor a cada página). As imagens em cada página em ordem cronológica são: um carro destruído, um olho, um ultrassom de um bebê, um homem em uma cama gritando, a capa do single da "The Day That Never Comes", uma foto de uma rua tirada do topo de um prédio, pessoas na praia se bronzeando, a carcassa de uma vaca, um cano de aço e fãs em um show, seguido de uma foto da banda em uma rua".

Agradecimentos: Skullcrusher
Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Transmissão do Death Magnetic nas rádios

   28 de Agosto de 2008     tags: death magnetic      Comentários

O site oficial do Metallica foi atualizado com a seguinte mensagem:

Vocês devem ter ouvido alguma coisa sobre um programa de rádio sendo transmitido ao vivo de nosso próprio QG... Bem, nós achamos que seria muito mais divertido se convidássemos alguns fãs do Metallica para sair com nós e uma coisa levou a outra, e o Dave Grohl e Taylor Hawkins do Foo Fighters disseram "sim!". Então na quinta-feira, dia 4 de Setembro, nós vamos nos juntar, tocar faixas do "Death Magnetic" e conversar com Dave e Taylor.

As festividades começam as 6:00 PM PDT (10:00 PM horário de Brasília)... Confira sua estação local de rádio para ver se eles vão transmitir o programa ao vivo e nós postaremos uma lista de estações participantes na semana que vem.

Você também poderá ouvir o streaming aqui no metallica.com e no missionmetallica.com


Agradecimentos: Thiagodrummer

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Fly on the Wall 28/08

   28 de Agosto de 2008     tags: mission: metallica      Comentários

O fly on the wall de hoje está no ar e pode ser conferido no Mission: Metallica. Desta vez, o vídeo mostra a banda tocando um trecho de uma versão inicial da The Day That Never Comes enquanto discute um dos riffs dela.

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