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Engenheiro de som do Metallica não tem reclamações

   07 de Novembro de 2011     tags: big mick      Comentários

O engenheiro de som do Metallica, "Big" Mick Hughes, falou a PTI que ele fez muitos sacrifícios para estar com a icônica banda de metal.

"Você precisa desistir um pouco para ganhar algo", o britânico de 53 anos, que mixou o Metallica em cada um dos mais de 1600 shows que eles fizeram desde sua turnê na Europa em Novembro de 1984, disse. "É o mesmo comigo. Eu escolhi estar com a banda e perdi um pouco da minha vida. EU não sou casado porque eu estava viajando com a banda. Até eles [os membros da banda] fizeram muitos sacríficios no decorrer dos anos."

Ele completa, "eu gosto do emprego. Eu não trato isto como trabalho. Eles são caras legais e cada momento com eles tem sido divertido. Eu não tenho reclamações."

"Eu conheço esses caras do avesso. Nós temos um relacionamento saudável. Até agora, tem sido uma montanha russa, mas é bem gratificante. Nós, como uma banda, passamos por problemas. A jornada tem sido selvagem e estranha", disse ele.

Quando perguntado sobre o aspecto mais desafiador de estar com a banda, Hughes diz, "a parte mais difícil de estar com a banda é viajar. Eu tenho viajado pelos últimos 35 anos. E é um grande desafio."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Colocações de Lulu nas paradas do mundo

   07 de Novembro de 2011     tags: lulu      Comentários

O álbum colaborativo do Metallica e Lou Reed, "Lulu", obteve as seguintes colocações nas paradas de vendas em sua primeira semana:

Reino Unido: #36
Austrália: #33
Holanda: #17
Finlândia: #20
Suécia: #9
Noruega: #11
Bélgica: #30

"Lulu" deve vender entre 12 mil e 15 mil cópias nos Estados Unidos em sua primeira semana de lançamento, segundo o site Hits Daily Double. A estimativa foi baseada nos relatórios de vendas de um dia, compilados depois que o disco chegou as lojas em 1 de Novembro pela Warner Bros. Records. Em contraste, o último álbum do Metallica, "Death Magnetic" de 2008, vendeu 490 mil cópias em uma janela de venda de apenas 3 dias, depois de ser lançado em uma sexta-feira, com vendas sendo acompanhadas até o domingo. Já o controverso "St. Anger" de 2003 vendeu 418 mil cópias em sua primeira semana de lançamento, que também foi reduzida para quatro dias.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Darren Aronofsky dirigirá clipe de Iced Honey

   03 de Novembro de 2011     tags: lulu      Comentários

Segundo matéria da Associated Press, o premiado diretor Darren Aronofsky dirigirá um clipe do novo álbum do Metallica e Lou Reed, "Lulu".

Mais conhecido pelos seus filmes indicados ao Oscar, "Cisne Negro" e "O Lutador", Aronofsky produzirá um vídeo para a faixa "Iced Honey". Cenas serão gravadas na área da Baía de São Francisco e estará disponível para visualização no final deste mês.

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, disse em um comunicado na quinta-feira que trabalhar com Reed e Aronofsky é "viver um sonho".

Ulrich afirmou que fazer este álbum e o vídeo é um capítulo monumental de sua vida.

"Como se fazer um disco com Lou Reed não fosse o suficiente, agora eu vou fazer um vídeo com Darren Aronofsky, que está entre meus cineastas favoritos desde seu primeiro filme, 'Pi'."

O vanguardista Reed disse que compartilha da afeição de Ulrich por este filme também, e ele espera que o vídeo "possa ser seu próximo Cisne Negro".

Aronofsky trouxe seu cameraman, Matthey Libatique, para o projeto como diretor de fotografia. Libatique trabalhou em todos os lançamentos de Aronofsky e tem sido o diretor de fotografia de vários filmes de Spike Lee.

Lançado na terça-feira, "Lulu", a aventura entre o cantor-compositor e a banda de metal é inspirada nas peças do alemão Frank Wedekind. Reed chamou o álbum de "melhor música que já fiz".

Muitos anos atrás, outra peça de Wedekind, "Spring Awakening", foi adaptada pelo artista Duncan Sheik e o letrista Steven Slater, e ganhou o Tony de melhor musical.

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Custódia judicial de quatro organizadores do show da Índia

   03 de Novembro de 2011     tags: gurgaon      Comentários

Segundo a DNAIndia.com, quatro oficiais da produtora DNA Networks que organizou o show cancelado do Metallica em 28 de Outubro de 2011 em Gurgaon (um subúrbio de Delhi), Índia, foram enviados na quinta-feira para custódia judicial por 14 dias pela corte local.

A polícia deteve Rajesh Kumar, o gerente geral da DNA Networks, e seus colegas Umesh Chinara, Ashok Singh e Savio Faleiro durante o fim de semana, sob acusações de fraude. A polícia pediu ao banco local da DNA para congelar sua conta enquanto a investigação prossegue (embora durante as preparações, a DNA tenha dado as autoridades locais uma garantia no banco de $200,000).

Um representante da DNA Networks disse a Pollstar que o cancelamento da apresentação do Metallica no grande prêmio de Fórmula 1 da Índia foi causado por um grupo "indisciplinado" da platéia subindo nas barreiras de proteção e danificando o palco.

Karuna Prithvi do departamento de imprensa da DNA disse a Pollstar que é difícil explicar o que iniciou a confusão pois "tudo foi muito rápido".

Prithvi disse que a empresa sempre possui barreiras instaladas para seus shows e o problema foi causado quando os fãs passaram por cima delas. Ela disse que os fãs indisciplinados "vandalizaram e destruíram" muitos dos equipamentos do palco, tornando-os impossíveis de arrumar e de conseguir a permissão para um novo show em 24 horas.

Outras reportagens, no entanto, afirmam que os fãs ficaram assim quando os portões abriram com várias horas de atraso. Ainda segundo outras reportagens, os fãs ficaram bravos depois que a DNA vendeu mais ingressos do que a capacidade estimada do local, de 30 mil pessoas, e porque os organizadores falharam em informar os clientes do cancelamento.

Fonte (em ingl6es): Blabbermouth.net

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Metallica e Lou Reed em apresentação de rádio na Alemanha

   03 de Novembro de 2011     tags: cologne, lulu, lou reed      Comentários

Na sexta-feira, 11 de Novembro, o Metallica e o ex-frontman do Velvet Underground, Lou Reed, se apresentarão ao vivo para uma transmissão especial de rádio na Alemanha na 1LIVE que também será transmitida via web no www.einslive.de e www.metallica.de. Quatrocentos fãs estarão na platéia, alguns com a chance de até perguntar aos caras sobre seu projeto colaborativo, "Lulu". A transmissão também irá ao ar em diversas estações de rádio da Alemanha, tanto ao vivo quanto mais tarde, e todas as estações participantes também hospedarão a transmissão ao vivo em seus sites.

Para mais informações sobre a transmissão ao vivo da 1LIVE, ou para ganhar ingressos para o evento que acontece em Cologne, favor visitar www.einslive.de ou www.metallica.de. Membros do MetClub devem se logar no www.metallica.com para concorrer ingressos através do fã-clube.

Este evento será transmitido somente na Alemanha. No entanto, algumas horas depois de terminado, ele estará disponível no www.loureedmetallica.com na íntegra.

Fonte (em ingl6es): Blabbermouth.net

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Lulu deve vender entre 12 e 15 mil cópias nos EUA

   02 de Novembro de 2011     tags: lulu      Comentários

O álbum colaborativo do Metallica com Lou Reed, entitulado "Lulu", deve vender entre 12 mil e 15 mil cópias nos Estados Unidos em sua primeira semana de lançamento, segundo o site Hits Daily Double. A estimativa foi baseada nos relatórios de vendas de um dia, compilados depois que o disco chegou as lojas em 1 de Novembro pela Warner Bros. Records.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich sobre Reed: "Nós simplesmente nos conectamos"

   02 de Novembro de 2011     tags: entrevista, ulrich, lou reed, lulu      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, e o ex-frontman do Velvet Underground, Lou Reed, falaram com Marc Spitz da VanityFair.com sobre a colaboração musical de Reed e o Metallica, "Lulu", que foi lançado ontem (terça-feira, 1 de Novembro) na América do Norte. Confira alguns trechos da conversa abaixo.

VanityFair.com: Quando Lou Reed apareceu no seu radar quando criança?

Lars Ulrich: Eu cresci em uma casa que era bem cultural. Havia música e arte e muita escrita ao redor. Meu pai passou muito tempo viajando nos Estados Unidos nos anos 60, e ele trazia muitos discos para casa e tinha essas pessoas nos visitando... E eles ouviam de discos do Doors a Hendrix. O Velvet Underground começou a aparecer nesse grupo de bandas tocadas na casa.

VanityFair.com: Lou é uma figura autoritária. Ele ficou mal humorado alguma vez com vocês durante as sessões de gravação?

Lars Ulrich: Este não é um cara que mede palavras. Ele vai direto ao ponto: ele diz o que está em sua mente, e nós o amamos por isso. Algumas vezes ele é bem brusco e é quase como, "whoa, entendi!" Nós tivemos três a quatro fantásticos dias de rock juntos em Nova Iorque alguns anos atrás, então obviamente nós sabíamos onde estávamos no metendo. Nós nos tornamos amigos de alma. Nós simplesmente nos conectamos. Eu estou ciente de sua reputação, mas ele me trata com respeito.

VanityFair.com: Eu acho que é diferente com outros músicos de como é com os jornalistas.

Lars Ulrich: Houveram algumas vezes em que nós fazíamos um take de uma música, e eu estava batendo na porta e falava, "ei, vamos fazer outro take?". E ele só olhava para mim e falava, "eu nunca mais vou cantar isso". E eu pensei, ok, Lou, eu não posso discutir com isso. Eu gosto da aspereza disso.

VanityFair.com: O quão longe você estava do projeto "Lulu" antes de decidir que queria este poder em particular para suas músicas?

Lou Reed: Eu fiz uma versão disso para o Bob Wilson que foi de um jeito, e eu pensei que seria marcante faze-la com meus irmãos do metal... Foi feita com eletrônicos e violoncelos e cordas - e então quando fizemos com o Metallica, nós enviamos a eles aquilo e falamos, "agora, o que acontece quando você a rompe, usando isto como ponto de partida?"

VanityFair.com: A liberdade que eles tem e a liberdade que você tem juntaram forças...

Lou Reed: Para falar o mínimo. Olhe, ok? Só para cortar toda essa formalidade - eu poderia fazer qualquer coisa que eu quisesse. Eles poderiam fazer qualquer coisa que eles quisessem. Nós escolhemos fazer isto como um projeto que queríamos fazer. Algo bonito. Ponto. Não é complicado.

A entrevista completa pode ser lida, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Melhores momentos da sessão de audição de Lulu

   02 de Novembro de 2011     tags: vídeos, lulu, hammett, hetfield, ulrich, trujillo, lou reed      Comentários

O canal oficial no YouTube da colaboração musical de Lou Reed com o Metallica disponibilizou um vídeo com os melhores momentos da sessão de audição de "Lulu", que aconteceu em 24 de Outubro em Nova Iorque. Confira o vídeo abaixo.

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Hammett: "Música é como água - ela corre, ela se mantém fresca"

   01 de Novembro de 2011     tags: entrevista, hammett, vídeos      Comentários

O ThinkFlash realizou uma entrevista com o guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, antes da primeira apresentação ao vivo da banda nos Emirados Árabes em 25 de Outubro no Yas Arena em Abu Dhabi.

"Eu acho que é importante para nós fazermos coisas diferentes, só para manter a música viva e em movimento", disse Hammett no vídeo que pode ser visto abaixo. "Para nós, música é como água - ela corre, ela se mantém fresca; se ela ficar em um único lugar, fica estagnada. E esta tem sido basicamente nossa filosofia desde o começo."


Fonte (em ingl6es): Blabbermouth.net

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Hammett fala sobre Lulu, Cliff Burton e Velvet Underground

   01 de Novembro de 2011     tags: entrevista, hammett, lulu      Comentários

O guitarrista do Metallica, Kirk Hammett, foi entrevistado pela revista Revolver a respeito de como encontrou Reed no 25o. aniversário do Rock and Roll Hall of Fame que levou o Metallica a fazer o álbum que os forçou para fora de sua zona de conforto. Confira abaixo alguns trechos da conversa.

Revolver: Lou Reed influenciou o Metallica, musicalmente, antes disso?
Hammett: Esta é uma pergunta bem, bem interessante, porque a pessoa que me fez ligar em Velvet Underground foi Cliff Burton. Ele ouvia Velvet Underground. Ele começou ouvindo ao Velvet Underground na turnê do Ride the Lightning, e eu e ele dividimos um quarto. Então nós dividíamos as vezes de DJ e tocávamos várias coisas. E ele sempre colocava a mesma coisa. Ele sempre colocava Misfits [risos], Lynyrd Skynyrd, Velvet Underground, Dictators, e Creedence Clearwater Revival. Dito isso, eu sempre fui um grande fã de Velvet Underground, desde que o Cliff me apresentou a banda.

Você precisa realmente entender o Velvet Underground em contexto, para realmente apreciar o que eles fizeram. Eles estavam escrevendo músicas, e Lou estava escrevendo letras que não havia precedentes antes deles. Para mim, isto ganha o maior respeito, pois você pode quase falar isto sobre o Metallica. Antes da gente, não havia precedente para aquilo que fizemos. Nesse ponto, claro, uma grande influência. Eles são de fora, o Velvet Underground, da mesma forma que o Metallica era de fora naquela época, e ainda é de certa forma atualmente. Então, é isso [risos], Lou é o punk original. Ele é verdadeiramente o punk original. Ele explorou toda aquela atitude punk. Está no Metallica agora, porque compartilhamos um pouco daquela ética punk. Nós sempre fizemos isso e ainda fazemos um pouco hoje, eu diria. Nossa atitude meio que de foda-se-tudo. [risos]

Revolver: É interessante que, 25 anos após sua morte, Cliff ainda afeta o que vocês fazem.
Hammett: Sabe, você está absolutamente correto. Eu nunca pensei muito ou olhei desta forma. Mas sim, ele ainda está nos afetando e ele ainda tem uma influência em nós, o que é bem surpreendente.

Revolver: Como vocês mudaram a música das demos de Lou?
Hammett: Nós estávamos bem soltos. As demos eram basicamente... A maioria das letras estava lá, eu diria que 95 porcento das letras estavam lá. Mas então você teria alguns acordes por trás das letras, ou ele teria um tipo bem definitivo de melodia que corria pela música. Uma melodia que ia por esses acordes e basicamente nós pegamos o que estava lá e meio que colocamos riffs nisso, e fizemos com que crescesse e virasse outra coisa. Foi bem fácil, porque foi. [risos]

Revolver: O que vocês fizeram que foi aventureiro no estúdio?
Hammett: Para mim, a grande coisa era que Lou Reed não gosta de solos de guitarra, e eu sou um guitarrista solo. Eu tive que chegar com um jeito totalmente diferente, então eu toquei muita guitarra sintetizada, muita guitarra Moog. E eu toquei muito eBow na minha guitarra. Eu parti dessa forma e funcionou brilhantemente porque estávamos vindo com sons e texturas que se encaixavam no clima como um todo das letras e músicas. E era basicamente o que nós estávamos tentando alcançar. E Lars fez muita coisa de bateria totalmente experimental. James estava bem, bem feliz sobre o fato de que ele não tinha que escrever uma tonelada de letras e cantar cada letra para cada música. O Rob também estava curtindo totalmente. Ele estava totalmente e completamente nisso. Foi uma situação bem legal para nós e foi bem, bem confortável. Foi bem legal.

Revolver: Você está preocupado em como os fãs do Metallica receberão o álbum?
Hammett: Foi uma jornada criativa que nós precisávamos embarcar para nós mesmos, e eu diria que não é para todos. Definitivamente não é para todos. Se você conseguir se ligar, eu diria que é uma coisa ótima. Mas se você não conseguir se relacionar com isso, está tudo bem também, porque realmente não é para todos. Eu até arriscaria dizer que alguns fãs do Metallica amarão isto, e que alguns fãs do Metallica odiarão. Eu não quero estar seguro nem nada, mas isto é o que eu realmente sinto. Este não é um álbum muito acessível. É artístico de várias formas, mas é algo que nós queríamos atingir criativamente. E é algo que nós queríamos ver onde que iria chegar, onde poderíamos levar. E é principalmente um desafio artístico para nós, e estamos apenas convidando todo mundo para a festa. De verdade, isto é o que é.

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Agradecimentos: Waneska Candido

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