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Ulrich comenta sobre indicação ao Rock and Roll Hall of Fame

   30 de Setembro de 2008     tags: ulrich, rrhof      Comentários

O Metallica foi indicado ao Rock and Roll Hall of Fame 2009 na semana passada, mas de acordo com o The Pulse of Radio, Lars Ulrich não vê a banda como uma banda "clássica do rock" ainda. "A coisa boa é que nós começamos bem cedo. Digo, eu tinha 17 anos quando nós começamos esta banda, então 25 anos me faz meio que soar velho, mas na realidade eu não sou tão velho quanto eu me sinto algumas vezes as 6:45 da manhã, porque nós iniciamos o dia tão cedo. Então pelo menos nós temos isso rolando pra gente [risos]."

Os indicados são elegíveis a partir do 25o. aniversário do álbum de estréia utilizando o nome oficial do artista. O álbum de estréia do Metallica, "Kill 'Em All", saiu em 1983. Os artistas que concorrerão neste ano incluem Jeff Beck, Run-DMC, The Stooges, Chic, Wanda Jackson, War, Little Anthony and the Imperials e Bobby Womack. Cinco artistas serão escolhidos para entrarem no Hall of Fame, com a lista final sendo divulgada em Janeiro.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich comenta sobre a qualidade do áudio do Death Magnetic

   29 de Setembro de 2008     tags: ulrich, death magnetic      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, comentou sobre a controvérsia da qualidade de áudio do novo álbum do grupo, "Death Magnetic".

Diversos artigos discutiram o álbum no contexto da chamada "Loudness Wars" (algo como Guerras do Volume, em tradução livre), um termo usado pelo The Guardian do Reino Unido, que afirma que a indústria musical está tentando fazer com que os discos soem o mais alto possível principalmente para se destacarem nas rádios.

Um trecho de áudio foi postado no YouTube comparando a versão em CD do "Death Magnetic" com as faixas do álbum usadas no Guitar Hero, que foram preparadas de maneira diferente. Vários fãs preferiram a versão do Guitar Hero.

Uma petição que circulou entre fãs pedia que a banda remixasse o CD e conseguiu 12 mil assinaturas, embora eles sejam uma quantidade insignificativa quando comparada com as vendas do disco que atingiram quase 1 milhão de cópias nos EUA, desde o dia 12 de Setembro.

Ted Jensen, o engenheiro que masterizou o álbum no Sterling Sound em Nova Iorque, respondeu recentemente as reclamações dos fãs de que o CD está muito alto e que o áudio atinge níveis de distorção, dizendo "eu certamente simpatizo com sua reação, eu bato minha cabeça contra a parede todos os dias. Neste caso, as mixagens já estavam assim antes de chegarem aqui. É suficiente dizer que eu nunca forçaria as coisas a esses níveis. Acredite, eu não tenho orgulho de estar associado a este disco, e nós só podemos torcer de que algo bom sairá disso em alguma forma de protesto contra volume acima de tudo."

Masterizar é o processo de preparar e transferir o áudio gravado de uma fonte contendo a mixagem final para o dispositivo de armazenamento, a "master", que originará as cópias que serão produzidas.

A culpa pela qualidade do som tem sido direcionada a banda, ao produtor Rick Rubin e ao seu engenheiro de gravação, Greg Fidelman.

Em uma entrevista nova com a Blender.com, Ulrich respondeu as reclamações dizendo, "ouça, não há nada com a qualidade do áudio. É 2008, e é assim que fazemos discos. A coisa toda do Rick Rubin é tentar e fazer com que soe vivo, fazer com que soe alto, fazer com que soe excitante, para pular para fora das caixas de som. Claro, eu ouvi que há algumas pessoas que estão reclamando. Mas eu venho ouvindo o disco pelos últimos dias no meu carro, e soa muito bem."

"Alguém me disse sobre [pessoas reclamando que a versão do Guitar Hero do 'Death Magnetic' soa melhor]. Ouça, o que você vai fazer? Muitas pessoas dizem que [o CD] soa ótimo, e algumas pessoas dizem que não, e está OK. Você tem que lembrar, quando nós lançamos o '...And Justice For All', as pessoas falavam, 'o que aconteceu com estes caras, este disco? Não há baixo nele. Soa como se tivesse sido gravado em uma merda de garagem, com 8 canais.' E agora '...And Justice For All' é meio que um disco seminal do Metallica que supostamente influenciou uma geração toda de bandas de death metal. A diferença entre antes e agora é a Internet."

"A Internet dá voz a todo mundo, e a Internet tem a tendência de dar aos reclamadores uma voz mais alta. Ouça, eu não consigo acompanhar essa merda. Parte de estar no Metallica é que sempre alguém tem algum problema com o que você faz: 'James Hetfield teve algo de café da manhã que eu não gostei'. Isso faz parte."

"Eu vou dizer que a resposta geral a este novo disco ultrapassou até nossas expectativas sobre o quão positiva é. Então eu não vou sentar aqui e me envolver em o que tem clipping ou não. Eu não sei que tipo de aparelho de som essas pessoas têm. Eu e James fizemos um trato de que nós nos afastaríamos um pouco e não ficaríamos no caminho da visão de Rick, seja ela qual fosse. Isto não é pra jogar a culpa nele - é nosso disco, eu levarei os golpes, mas nós queríamos que rolasse a visão de Rick de como o Metallica soaria."

Broken Beat & Scarred (versão do álbum):


Broken Beat & Scarred (versão remixada usando faixas do Guitar Hero):


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: "Todos que ouviram o álbum acharam excelente"

   27 de Setembro de 2008     tags: ulrich, entrevista, death magnetic      Comentários

A iafrica.com postou uma longa entrevista com os quatro membros do Metallica sobre o último álbum do grupo, "Death Magnetic". Um trecho da conversa pode ser conferido abaixo.

Q: Agora que o "Death Magnetic" foi terminado, como você se sente a respeito do álbum?

Lars Ulrich: "Minha cabeça ainda está meio que rodando sobre todo o processo, os últimos anos. Mas todo mundo que ouviu o álbum disse que ele soa ótimo, então eu vou concordar com isso! Ele certamente tem muita energia, soa muito vivo. Uma das coisas chaves que Rick Rubin queria fazer era o Metallica soar realmente ao vivo em estúdio. Alguns dos discos anteriores que fizemos nos anos 90, eu acho, foram um pouco produzidos demais, foram um pouco orientados demais a detalhes. Rick queria preservar aquele som que acontece quando nós tocamos ao vivo, e eu tenho 100 porcento de certeza que ele manteve todo aquele sentimento, que é alto e direto. Meus amigos que ouviram o álbum todos gostaram, então eu vou considerar isso como uma coisa boa!"

James Hetfield: "'Death Magnetic' me passa uma sensação realmente boa. É a essência old-school com novas sonoridades. E fomos mais banda nele do que eu me lembro de já termos sido. Nós crescemos muito depois do 'St. Anger' - tanto que podemos dizer que somos adultos! Eu acho que a parte principal é perceber que os atritos é parte disso tudo. E nós precisamos uns dos outros mais do que odiamos uns aos outros, simples assim!"

Kirk Hammett: "Quando nós começamos a escrever músicas para o 'Death Magnetic', nós éramos uma banda de novo pois tínhamos o Rob. Isso foi grandioso. Nós começamos a tocar como uma banda de novo, começamos a soar como uma banda, começamos a criar como uma banda, e essa foi uma evolução óbvia de nosso início da última vez com o 'St. Anger'. Eu tenho muito orgulho deste álbum. Ainda é cedo demais para dizer como ele se encaixa no panorama geral, mas eu realmente acredito que este álbum é um dos nossos melhores momentos."

Robert Trujillo: "Sendo este meu primeiro álbum do Metallica, eu sinto que ele é ótimo. O ambiente criativo pode ser um pouco intimidador por ser tão intenso. Com Lars e James, será a melhor escola de composição. Mas eles estavam realmente abertos a sugestões e eles queriam ouvir o que eu tinha a dizer."

Q: Foi uma decisão consciente para o Metallica de se reconectar com seu passado no "Death Magnetic"?

James: "Pessoas falaram que é 'Master of Puppets II'. Isso me desanima... e me assusta um pouco. 'Death Magnetic' é Rick Rubin e nós tentando capturar a essência, a fome, a simplicidade, o esqueleto do Metallica. E isso é o que eu acho que nós capturamos. É realmente bem claro e óbvio para mim, e espero que eu possa esclarecer isso para os fãs, que nós escrevemos estas músicas para nós mesmos. Você não consegue agradar a todos. Sempre terá alguém que se sentiu vítima pela forma que você fez algo, e eu entendo isso. Há muitas bandas que eu não ouço mais depois de um certo álbum, e que seja assim. É perfeitamente normal. Mas nós somos exploradores, nós temos que andar para frente e continuar, somos artistas, temos fome pelo melhor. O melhor ainda não foi atingido, então nós continuamos."

Kirk: "Um dos conceitos principais que Rick Rubin trouxe a mesa quando nós começamos a falar com ele era que ele sabia, em sua cabeça, como deveria soar o melhor álbum do Metallica. Ele disse para nós: 'Seja lá o que vocês estavam fazendo, o que estavam pensando, o que estavam ouvindo, o que estavam comendo, bebendo... Tentem colocar suas mentes nesse lugar. Porque seja lá o que vocês estavam fazendo no início dos anos 80, meio dos anos 80, você fizeram algumas músicas incríveis naquela época'. Nós ouvimos isso e concordamos. A atitude que nós tínhamos naquela época era bem diferente da atitude que temos hoje. Nós éramos novos, querendo provar nós mesmos - provar que nós éramos uma das bandas mais pesadas que existia - e nós escrevemos de acordo. Então Rick disse: 'Só se coloquem nesse lugar'. E funcionou totalmente. Funcionou na composição, nas letras, nos solos de guitarra, na atitude. Eu lembro quando chegou a hora de colocar os solos de guitarra, eu ouvi tudo que eu ouvia quando era adolescente: muito UFO, Deep Purple e Rainbow, o primeiro álbum do Van Halen, Pat Travers. Inicialmente eu estava chocado, porque me encontrei sendo reinspirado por todas essas coisas que me influenciaram naquela época, e abriu de novo minha forma de tocar. Quando eu apliquei essa atitude e trouxe aquela inspiração para as músicas novas, eu consegui alguns resultados incríveis direto. A auto-referência estava funcionando, e nós não estávamos simplesmente copiando a nós mesmos. Eu realmente senti que estávamos indo a algum lugar novo."

Lars: "Reconectar com o passado foi algo que definitivamente aconteceu de maneira orgânica. Rick passou muito tempo só saindo e falando sobre a música, e durante os primeiros meses, ele nos fez sentirmos confortáveis sobre revisitar e nos inspirarmos em alguns dos discos que lançamos nos anos 80: 'Ride the Lightning', 'Master of Puppets', '...And Justice For All'. Quando nós terminamos o 'Justice', nós sentimos que não havia nada mais para fazer naquele lado progressivo e thrash do Metallica, então passamos boa parte dos anos 90 o mais distante possível desses discos. Rick nos fez sentir bem sobre revisitar aqueles discos. Nós começamos o processo criativo para o 'Death Magnetic' no verão de 2006, que foi quando o aniversário de 20 anos do 'Master of Puppets' estava rolando e nós tocamos o disco inteiro ao vivo por toda a Europa e Ásia. Nós entramos por debaixo da pele do 'Master of Puppets' bem quando nós começamos a escrever aquelas músicas novas para o 'Death Magnetic'. E aquilo certamente nos fez sentir confortáveis sobre agregar algumas das coisas que tínhamos nos anos 80 pela primeira vez em 15 anos. Tem sido interessante. Rick sugeriria: 'Ouça aos mesmos discos que vocês ouviam nos anos 80, ou tente e escreva da mesma forma'. Nunca foi: 'Copie o que vocês fizeram musicalmente'. Foi: 'Se coloquem naquela mentalidade'. E a sensação foi boa de fazer isso, finalmente. Nós evitamos ir lá por tanto tempo, mas quando nós voltamos, foi como : 'Sim, nós podemos vir aqui - nós podemos ser inspirados por aqueles discos e nos sentirmos bem.'"

Rob: "Parece que a banda, durante os últimos dez ou 15 anos, estava tentado sair dos primeiros anos. E para mim, falando de Metallica, eu amo tudo que o Metallica fez, mas eu realmente amo as coisas antigas. E só o fato de que os caras estavam abertos a isso foi uma coisa realmente positiva. Rick foi bem inteligente, até na afinação das músicas. 'Por que o Metallica abaixou meio tom ou mesmo um tom inteiro? Por que o Metallica não volta a afinação que tinha no 'Master of Puppets'? E nós acabamos tentando as músicas na afinação natural, e isso é ótimo - James ainda pode cantar pra caramba, e há mais angústia no vocal. Eu realmente gosto do que o James fez. Muitas coisas positivas vieram de Rick."

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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‘Darei músicas de graça, mas eu decido quando e como’, diz baterista do Metallica

   22 de Setembro de 2008     tags: ulrich, entrevista      Comentários

Lars Ulrich, baterista e fundador do Metallica, declarou em entrevista à revista americana “Rolling Stone” que dar material da banda de graça não é um problema. “A internet também não”, acrescentou o músico. “Toda aquela polêmica com o Napster não teve nada a ver com dinheiro, e sim com controle.”

Em 2.000, o grupo processou o site de compartilhamento por ter disponibilizado os discos do Metallica de graça sem autorização. “De cada dez pessoas, nove pensam que foi uma questão financeira”, diz o artista, que acaba de lançar “Death magnetic”. O álbum está em primeiro lugar nas paradas pela segunda semana.

“Em 1983, nós comíamos saladas de US$ 2,99 no Burger King. Depois, dinheiro passou a não ser mais um problema. Não tenho conexão emocional com isso. Mas acabei me tornando o dinamarquês ganacioso por causa dessa história.”

Segundo o baterista, a internet não é um problema para a banda. “Quem decide isso? Nós. Vou dar músicas de graça, mas eu escolho quando, onde e como.”

Ulrich relembrou a época do lançamento de “Kill ‘em all”, no início dos anos 80. “Quando terminamos a turnê, não tínhamos um tostão. Pela primeira vez em um ano, tive de ligar para a minha mãe e pedir uma ajuda para o aluguel.”

“O mais importante era ter shows marcados, porque na estrada a gente sobrevive, come umas porcarias no camarim e está tudo bem. Mas, em casa, era na base do atum enlatado.”

Fonte: G1

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Ulrich e Hetfield comentam longevidade do Metallica

   21 de Setembro de 2008     tags: ulrich, hetfield, entrevista      Comentários

Em uma entrevista recente com a revista Rolling Stone, o baterista do Metallica, Lars Ulrich, foi perguntado por quanto tempo ele acha que o Metallica poderá continuar fazendo músicas e turnês. "O Metallica continuará para sempre", declarou Ulrich, "exceto a questão milionária. A parte física".

Ele continou, "os Rolling Stones, Black Sabbath, Aerosmith - eu não tenho nada além de respeito pela longevidade deles, mas Charlie Watts não toca 'Damage, Inc.' três vezes por semana ou toca 'Whiplash' toda noite. Isto tem o potencial de continuar por muito tempo. Mas se o braço, costas ou pescoço de alguém dizer, 'foda-se isto', e desistir, eu não sei."

"Eu poderia ficar feliz sem isso quando chegar a hora de dizer, 'cara, aquilo foi louco, agora está ficando meio bobo'. Eu sei que algumas pessoas já pensam que é uma piada. Nós não - ainda".

Já o guitarrista/vocalista do Metallica, James Hetfield, disse, "eu não sei o que o futuro nos reserva. O fato de que nós estamos juntos nisso há tanto tempo - há um significado por trás disso. Nós queríamos que isso acontecesse. Foi uma combinação - a motivação, o jeito, as pessoas certas".

Ele completou, "ouça, o que mais eu vou fazer? Isso é um pensamento assustador. Eu acho que nós vamos ficar bem se ficarmos por conta própria. Mas eu não quero perder isso".

Um vídeo com a sessão de fotos da capa da revista da Rolling Stone pode ser conferido clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: "Há muito amor e momentos positivos no Death Magnetic"

   19 de Setembro de 2008     tags: ulrich, entrevista      Comentários

A News.com.au da Austrália realizou uma entrevista recentemente com o baterista do Metallica, Lars Ulrich. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Sobre sua vida fora do Metallica:

"Nós todos vivemos vidas normais e quietas nos subúrbios de São Francisco, levando nossos filhos a escola. Minhas responsabilidades são acordar as 6:30 da manhã e preparar as lancheiras. Sair em Paris para programas de TV e ter jantares chiques e beber vinhos franceses caros, não é exatamente trabalho duro. Eu digo as pessoas comigo que elas tem permissão de me estapear se eu reclamar alguma vez. Ninguém me estapeou o suficiente porque tem medo, mas eu os encorajo."

"Eu vejo cada vez mais o Metallica como minha fuga das responsabilidades reais que são meus filhos e família e minha situação doméstica. Muitas pessoas usam a palavra emprego ou trabalho, mas isto é divertido, é uma fuga sair em turnê. Eu durmo mais em turnê do que quando estou em casa."

Sobre o "Death Magnetic":

"Não é o disco mais feliz. Há um tópico rolando em todas as músicas, sobre morte e suicídio, desespero e miséria e estar ferrado. 'Death Magnetic' foi uma forma, um jeito de resumir tudo isso."

"As letras sempre são importantes para o Metallica. Elas não podem ser forçadas e estas surgiram bem tarde no processo, tudo da mente insana do único James Hetfield."

"Eu estava perplexo com quão boas as letras eram. E perplexo com quanta merda estava rolando em sua mente, quantas coisas ainda rolavam na cabeça do pobre homem. Então eu fiquei feliz do ponto de vista criativo mas um pouco preocupado com o cara."

Sobre quem foi o primeiro a chamar o Metallica de voltar ao estúdio:

"Mick Jagger. E eu vou te dizer porque foi o Mick Jagger. Um dos seus representantes ligou para os representantes do Metallica no outono [americano] de 2005 e perguntou se a gente tocaria com os Rolling Stones em São Francisco. Nossa resposta foi 'Tudo bem, que se foda, nós vamos tocar com os Stones porque é algo que todo mundo deveria fazer alguma vez na vida'. Nós nos encontramos uma semana antes dos shows depois de passarmos boa parte do ano descansando e começamos a ensaiar e sair. Nós nos divertimos tanto que literalmente depois do show dos Stones, nós viemos e começamos a passar pelas fitas demos."

Sobre o processo de gravação:

"Quando você está tentando acertar algo no estúdio, você tem que estar preparado fisicamente devido a falta de platéia; você tem que achar por conta própria, aumentar não pra 11 mas pra 12. Nós não fazemos muitos takes - seis, oito, talvez 10 - e então acabamos e usualmente dá três ou quatro horas isso. Há definitivamente uma rotina para nós no estúdio e isso também envolve fazer yoga e ter pratos de fruta."

Sobre o fato dos dois primeiros singles do álbum, "The Day That Never Comes" e "Cyanide", ter entrado nas paradas de singles mesmo eles tendo mais de seis minutos de duração cada:

"Isso é uma vitória. Há muito amor e boa vontade e momentos positivos neste disco do Metallica. Vamos ver daqui seis meses se isso pega."

A matéria completa pode ser lida, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich quer tocar com U2

   18 de Setembro de 2008     tags: ulrich, u2      Comentários

O baterista do Metallica revelou recentemente o grupo com o qual ele quer fazer shows juntos: U2.

Mesmo já tendo dividido o palco com Deep Purple, The Rolling Stones, Iron Maiden e AC/DC, Ulrich disse que ele gostaria fazer um show junto de Bono e cia.

"Eu tocaria a uma da tarde, em um estacionamento na Irlanda", disse ele. "Eu não ligo. Desde que eu possa fazer isso."

Ulrich também falou sobre o barulho que o novo álbum da banda, "Death Magnetic", causou. "Muitas coisas loucas e divertidas estão acontecendo uma atrás da outra em nossas vidas agora", disse.

"Sempre que o Metallica faz algo, até quando nos levantamos da cama de manhã, algo parece acontecer nessa hora. Mas parece que as pessoas estão reagindo bem ao novo álbum. É o nosso álbum mais bem recebido desde o álbum preto de 1991. É uma boa hora para estar no Metallica."

Fonte (em inglês): Brave Words & Bloody Knuckles

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Ulrich: "Se não nos dermos bem, o resto é irrelevante"

   17 de Setembro de 2008     tags: ulrich, entrevista      Comentários

A RollingStone.com realizou uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich. Confira alguns trechos da conversa:

RollingStone.com: O que é melhor - viajar para shows do Metallica com sua família ou do jeito que era antes, com a banda? Quatro no ônibus, como um punho.

Lars: Quatro punhos em um ônibus, um punho e quatro cervejas no ônibus [risos] - aquilo era muito divertido. Mas se você for fazer isso nos primeiros anos de vida da sua família, quando está criando os filhos então se estabelecer em algum lugar se torna o jeito de resolver isso. Pare em uma cidade - Copenhagen, Londres, Paris. Você vai e vem. Pode não ser o jeito mais econômico de fazer uma turnê. Mas o panorama - é o jeito de manter todo mundo firme. Todos tem seu quarto. O que você não precisa é política de festa, pra dizer as pessoas o que fazer, o que elas podem ou não. Isto não tornará as coisas divertidas. Não vai dar as pessoas o que elas precisam para administrar suas habilidades de sobrevivência, para aguentar esta insanidade.

RollingStone.com: Há um preço a ser pago por isso? A unidade da banda?

Lars: Para mim, tem a ver com começar a se dar bem. Se nós não nos dermos bem, todo o resto é irrelevante. Se você tem quatro caras que estão felizes, que se dão bem, todo o resto acontecerá automaticamente. Quando a gente vem a Europa todo ano, é basicamente o que nós chamamos de férias de verão. Trazer as famílias, nos estabelecer em algum lugar, tocar shows. Onde mais você poderia querer estar além das capitais da Europa ocidental no verão? Tocar festivais com grandes bandas, vibrações legais, os dias longos? É o paraíso.

Eu não aceito nada disso sem questionar. Não há absolutos em minha vida. Eu não penso em preto e branco. Eu penso em cinzas. Quem sabe onde isso vai levar? Mas no momento, isto funciona. Funciona para a família. Funciona para a banda. Eu não acho que tenha existido uma vibração interna melhor do que esta na banda. E os lugares que isto aparece e mostra a diferença - aquelas duas horas no palco. Porque as notícias que eu ouço de pessoas que eu confio - há mais fogo, mais tesão, é mais direto. Talvez não devesse ser sobre-analisado. Se as pessoas estão contentes, com elas e suas famílias e umas com as outras, então é visível nas duas horas no palco.

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: "Espero que alguém tire a atenção da gente"

   17 de Setembro de 2008     tags: ulrich, entrevista      Comentários

De acordo com a Showbizspy.com, o Metallica está desesperado para que uma banda nova "roube a atenção" e os tire do topo das paradas.

A banda liderou a parada de álbuns no Reino Unido nesta semana com seu novo disco "Death Magnetic". Mas o baterista Lars Ulrich está surpreso que a banda ainda seja popular e espera que uma nova geração de roqueiros substitua o Metallica nas paradas.

Diz ele, "eu espero que alguém venha e roube a atenção de nós. Isto ainda não aconteceu. É inacreditável como as pessoas ainda são tão ocupadas com a gente. Há algumas bandas novas incríveis por aí... Mas ao contrário de caras mais velhos como o Iron Maiden, Black sabbath ou AC/DC, elas não tem a história ou a eternidade para ser levado em conta."

Fonte (em inglês): Brave Words & Bloody Knuckles

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Entrevista com o Metallica

   12 de Setembro de 2008     tags: entrevista, hammett, hetfield, ulrich, trujillo, áudio      Comentários

Os quatro membros do Metallica - James Hetfield, Lars Ulrich, Kirk Hammett e Robert Trujillo - participaram de um evento de pré-lançamento do "Death Magnetic" no The Rock em Copenhagen, Dinamarca, ontem de tarde (quinta-feira, 11 de Setembr). Eles responderam a questões e conversaram em frente a uma platéia ao vivo. Ouça um trecho de cinco minutos do evento, abaixo:


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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