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Ulrich, sobre o vazamento do álbum: "É uma vitória para os padrões de hoje"

   11 de Setembro de 2008     tags: ulrich, death magnetic      Comentários

O USAtoday publicou ontem duas matérias a respeito do novo álbum do Metallica, "Death Magnetic". Confira alguns trechos abaixo.

Sobre o som do Death Magnetic em comparação ao Master of Puppets, Ulrich disse que "nós decidimos que se esse é o marco, vamos chegar o mais próximo possível dele sem o copiarmos. Nos anos 90, nós nos distanciamos desse lado do Metallica o máximo que podíamos".

Já sobre a troca de produtor, Hetfield disse que ao contrário de Bob Rock, Rick Rubin "não estava envolvido em todo o drama e não estava cuidando da gente. Ele ofereceu opiniões firmes sem machucar muito nossos egos. Demorou alguns minutos até que percebemos que estava bem voltar ao que fizemos no passado. Quando Rick nos pediu para voltar ao que sentíamos naquela época, eu disse, 'você quer que eu vista meu cinto de balas e viva em um garagem de novo? '. Eventualmente eu entendi. Tocar aqueles riffs me fez sentir muito bem."

Sobre o vazamento do álbum semana passada, Ulrich afirmou que "pelos padrões de 2008, isso é uma vitória. Se você me falasse há seis meses que nossos disco não vazaria até 10 dias antes do lançamento, eu teria apostado. Nós fizemos um grande disco, e as pessoas estão animada com ele mais do que qualquer um esperaria".

As matérias completas, em inglês, podem ser lidas aqui e aqui.

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Entrevista com Ulrich

   10 de Setembro de 2008     tags: ulrich, entrevista, vídeos      Comentários

Um vídeo de uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, realizada pela NRK da Noruega foi disponibilizado para visualização clicando aqui.

No vídeo, Ulrich fala sobre o novo álbum da banda, "Death Magnetic", Rick Rubin e o medo que existia no grupo de repetir algo já feito no passado.

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Entrevistas com Hetfield e Ulrich

   10 de Setembro de 2008     tags: hetfield, ulrich, entrevista, vídeos      Comentários

O site da BBC Radio 1 postou vídeos de entrevistas individuais com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, e com o vocalista/guitarrista James Hetfield. Na conversa com Ulrich, ele conta um pouco sobre como foi trabalhar com Rick Rubin no novo álbum da banda, "Death Magnetic", enquanto na conversa com Hetfield, ele explica sobre o significado do título do disco.

Confira os vídeos clicando aqui.

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Ulrich: "Provavelmente sou o maior fã do Metallica"

   09 de Setembro de 2008     tags: ulrich, entrevista      Comentários

Arwa Haider do jornal londrino Metro realizou uma entrevista com o Metallica no mês passado, durante o Kerrang! Awards.

"Eu acho que nós ainda somos crianças no fundo", disse o baterista Lars Ulrich. "Eu provavelmente sou o maior fã do mundo do Metallica, então eu tenho que ter certeza que aquilo que fazemos me anima. Eu sou o protetor".

O nono álbum do Metallica, "Death Magnetic", soa como um show estimulante de força, e a base de fãs da banda é excepcionalmente multi-geração.

"As pessoas sentem uma ligação afetiva com o Metallica pois nós estamos por aí há muito tempo", explicou Ulrich. "Muitos estilos musicais se tornaram modas do passado. O metal é eterno. Muitas das bandas que inspiram os jovens hoje - Led Zeppelin, Black Sabbath, Deep Purple - são as mesmas bandas que nós crescemos ouvindo".

O baixista Rob Trujillo, que se tornou membro do Metallica em 2003 (substituindo Jason Newsted), se espanta com a sugestão de que o Metallica se amoleceu com o tempo. "Eu sou mais ativo e focado do que eu era há 20 anos", disse Trujillo. "Com a idade, algumas vezes você se torna melhor ajustado - a performance anda junto com isso. Esta banda trabalha duro - quando você tem o Hetfield gritando em sua banda, você não pode ser o elo mais fraco".

O artigo completo pode ser lido, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: "Eu não sou um baterista talentoso"

   09 de Setembro de 2008     tags: ulrich, entrevista      Comentários

A MusicRadar postou um trecho de uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, realizada pela revista Rhythm. Confira abaixo.

Rhythm: O Rick Rubin [produtor do "Death Magnetic"] o forçou a tocar bateria melhor?

Lars: "Ele me forçou a ouvir aos outros caras. Nós temos esta tendência de 'você começa com as baterias, e então você adiciona isto, e isto...' como se tivesse construindo uma casa, com as baterias sendo a fundação e o resto vindo posteriormente. Mas ele não queria isso - ele queria que nós todos tocássemos juntos e interagissemos uns com os outros. Sua coisa toda era: 'Nós não vamos entrar em estúdio até que as músicas estejam escritas. Nós não vamos gravar até que vocês possam tocar estas músicas com suas mãos amarradas nas costas e de ponta-cabeça, enquanto estiverem dormindo...' Então o estúdio não é mais um lugar de criatividade, é um lugar de execução. Ele me fez tocar melhor porque ele nos fez ensaiar mais."

Rhythm: Você recebeu várias críticas durante os anos por pessoas que o acusam de ser um baterista ruim. Isto te incomoda?

Lars: "Costumava incomodar, há tempos atrás - e eu passava muito do meu tempo tentando compensar isso nos discos mais antigos. Mas então um dia você acorda e fica meio indiferente a isso. Isto não tem me incomodado há cerca de 15 anos. Eu não sou um Joey Jordison, eu não sou um Mike Portnoy, e eu não tenho nada além de amor e respeito e admiração por todos esses caras. Quando eu ouço alguns jovens, eles me deixam pasmos com o que conseguem fazer com seus pés e essas coisas - mas não é algo que me faz pensar, 'eu preciso me sentir melhor comigo mesmo então eu preciso aprender como fazer o que eles fazem com meus pés'. Eu não sou um baterista particularmente talentoso mas eu sou muito, muito, muito bom em entender o papel da bateria junto da guitarra base de James Hetfield. Eu te garanto que eu sou o melhor cara do mundo nisso, e isso é o suficiente para mim!"

Confira a edição de Outubro de 2008 da revista Rhythm, a venda a partir de 30 de Setembro no exterior, para ler mais sobre o setup de bateria de Ulrich, o que ele pensa sobre os baixistas Cliff Burton, Jason Newsted e Rob Trujillo, dentre outras coisas.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Envie sua pergunta ao Lars

   07 de Setembro de 2008     tags: ulrich      Comentários

A Blender.com está oferecendo a seus leitores a chance de enviar questões para o baterista do Metallica, Lars Ulrich. As respostas de Ulrich as questões poderão aparecer em uma edição futura da revista Blender.

Para enviar sua questão, em inglês, para Lars, clique aqui

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Entrevista em vídeo com Hetfield e Ulrich

   07 de Setembro de 2008     tags: hetfield, ulrich, entrevista, vídeos      Comentários

Vídeos de duas entrevistas separadas com o vocalista/guitarrista do Metallica, James Hetfield, e o baterista Lars Ulrich, foram disponibilizadas para visualização online pelo site da 3sat, os quais podem ser conferidos abaixo:

James Hetfield
Lars Ulrich

Na longa conversa, Hetfield e Ulrich discutem sobre o documentário Some Kind of Monster, St. Anger, Death Magnetic, dentre outros assuntos.

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Entrevista com Ulrich para TV japonesa

   07 de Setembro de 2008     tags: ulrich, entrevista, vídeos      Comentários

Uma entrevista para uma emissora de TV japonesa com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, realizada no começo de Agosto pode ser vista abaixo.

Parte 1:

Questão 1: Como foi trabalhar com o produtor Rick Rubin no "Death Magnetic"?
Questão 2: O que o título do álbum "Death Magnetic" simboliza?


Parte 2:

Questão 1: Foi intencional fazer com que o "Death Magnetic" soasse bem orgânico?
Questão 2: Por que vocês decidiram incluir uma música chamada "The Unforgiven III"?
Questão 3: O primeiro single do álbum, "The Day That Never Comes", é uma música bem dramática. Soa como um épico clássico do Metallica.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich parabeniza usuários do YouTube

   06 de Setembro de 2008     tags: vídeos, ulrich      Comentários

Um vídeo de três minutos do baterista do Metallica, Lars Ulrich, parabenizando usuários do YouTube por suas interpretações de músicas do Metallica pode ser visto abaixo.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: "É difícil falar do Trujillo sem desmerecer o Newsted"

   03 de Setembro de 2008     tags: ulrich, entrevista      Comentários

A revista Revolver entrevistou o baterista do Metallica, Lars Ulrich, sobre as contribuições do baixista Robert Trujillo no processo criativo, sobre o porquê do Metallica ainda ser a maior banda de metal do mundo, Guitar Hero e Internet. Confira abaixo alguns trechos da conversa:

Revolver: Como a presença de Rob afetou o processo criativo de vocês?

Lars: Ele é ótimo. Ao evoluir no processo, ele não mede esforços e é tão fácil de tê-lo por perto. Ele tem uma vibração muito boa. Então, quando nós estávamos trabalhando, ele meio que pegou nosso ritmo bem rapidamente. Ele dava suas opiniões de vez em quando. Ele é bem rápido. Quando eu e James estamos trabalhando em uma idéia, nós meio que falamos, certo, tenta desta e dessa forma. É algo bem rápido e ele meio que consegue acompanhar isso e ainda ser um ponto de balanceamento entre as diferentes idéias e diferentes tipos de energias. É como uma coisa zen. Eu não sei se zen e heavy metal andam juntos, mas há algo ali, estou te dizendo. [Risos] É como uma vibração que simplesmente funciona. É difícil de explicar. E também, eu não quero faltar com respeito com o Jason Newsted [ex-baixista]. Porque o Jason Newsted realmente se esforçou muito nisso. Quinze anos. Ele dedicou sua vida inteira. É difícil falar sobre o quão ótimo o Rob é sem desrespeitar o Jason, e isso não é justo também.

Revolver: Como você está se sentindo sobre o novo disco?

Lars: Eu não acho que o mundo precise de outro membro da banda falando ao resto do mundo o quão excelente o disco é, como é a melhor coisa que já fizemos. Como é a coisa mais pesada que já fizemos. E como todo mundo vai pirar quando ouvir o álbum. Eu não preciso ler outra citação minha sobre isso. Eu me sinto ótimo sobre ele. Me pergunte daqui seis meses. Eu estou próximo demais dele, cara. Sim, eu sei que há algumas pessoas por aí que estão se perguntando porque demorou tanto tempo. E isso e aquilo. Sabe, toma tempo. Não há problemas. Tem sido realmente uma experiência sem estresse. Uma analogia é, digamos, qualquer número que você colocar, é um número arbitrário, vamos dizer que demora mil horas para fazer um disco do Metallica. Ainda demora o mesmo número de horas. Quando nós trabalhamos, foi rápido. Mas as mil horas foram divididas em dois ou três anos ao invés de um ano só, pois nós não trabalhamos 18 horas por dia. Nós não trabalhamos seis dias por semana. Nós não queremos fazer uma turnê a cada três meses e nós não queremos tocar em festivais na Europa todo verão. Nós fomos ao Japão, nós fomos a África do Sul e tomamos conta de nossos filhos. Então, as pessoas para as quais eu toquei gostaram: eu toquei para o Bob Rock. Ele gostou. Eu toquei para meu pai; ele gostou. Eu toquei para, sabe, Jerry Cantrell e Mike Inez [do Alice in Chains] e John [Dolmayan] do System, e algumas outras pessoas e todas elas gostaram. Todos eles falaram a mesma coisa. Todos eles falaram que soa como Metallica. Esse é o melhor elogio que pode receber, sabe. [Risos] Quando eu sento e ouço isso através do ouvido de outras pessoas quando eu toco para eles, soa muito, muito vivo para mim, como caras suando, tocando juntos para um show ao vivo. Não é feito em um computador.

Revolver: Sim, é bem espetacular. Uma das coisas que eu tenho perguntado para todos vocês é, vocês estão meio chocados por ainda serem a maior banda de metal do planeta? Que ninguém os derrubou do topo?

Lars: [Risos] Que pergunta estranha. Chocado? Não sei. Não há muita coisa que me choca. Nós só estamos fazendo o que fazemos. Eu não sei. Eu tenho tanto amor e respeito por outros artistas por aí. Há tantas bandas que me deixam de pau duro todos os dias quando eu as assisto ou as ouço. Nos derrubar? Nós temos sorte. Nós temos o Machine Head que é o como o mais legal dos legais e cujos discos eu adoro. E você se senta lá e faz uma turnê com eles por duas semanas na Europa como nós fizemos. Eu saio do ônibus e tomo um gole de Gatorade e os quatro membros do Machine Head estão meio que me encarando. [Imita expressão boquiaberta] Isso eleva sua moral. Entende o que eu digo? Eu ouço - Iron Maiden lançou uma música alguns meses atrás. Foi excelente. Eu não sei. Você é o jornalista. Você responde a questão. [Risos] Eu acho que nós temos apenas sorte que um monte de nossas coisas de alguma forma entra em ressonância com muita gente e muitas das nossas coisas acharam um caminho para serem eternas. Nós temos sorte com isso. Sabe, você sai e faz turnê o tempo todo. Você toca músicas diferentes. Você toca set lists diferentes. Você faz todas as coisas que - você faz tanto quanto nós, você só quer manter a experiência nova e animadora para continuar fazendo o que faz o melhor possível. Mas, nos destronar - eu não sei. Eu não posso responder isso. [Risos]

O resto da conversa pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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