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Ulrich: "Metal é como herpes"

   20 de Novembro de 2008     tags: ulrich, entrevista      Comentários

A Javno postou uma entrevista recente com o baterista do Metallica, Lars Ulrich. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Javno: Vocês têm reintroduzido algumas de suas músicas mais antigas ultimamente, que não eram tocadas há algum tempo e vocês também vem tocando músicas do "St. Anger", um álbum que não desceu muito bem quando foi lançado.

Lars: Mas nós descobrimos que com todo o amor pelo "Death Magnetic", e todo o amor por todo o retorno ao estilo antigo e tudo isso, agora é um ótimo momento para tocar todas aquelas tipo, todas aquelas músics comerciais do "Load" e "Reload". Nós tocamos na Alemanha noutro dia, nós tocamos uma música do "St. Anger". Você precisa dar um pouco de amor ao "St. Anger". Um cara que estava fazendo uma entrevista há algumas semanas disse, "Sabe aquele álbum? Você conhece um álbum chamado 'Born Again'?" Claro que eu conheço. Black Sabbath, "Zero the Hero", um dos melhores álbuns do Black Sabbath. Ele continua, "Exatamente, esse é o meu ponto. Daqui vinte anos, 'St. Anger' será o 'Born Again' do Black Sabbath, pois quando o 'Born Again' saiu, todo mundo odiou, e agora é um dos álbuns mais reverenciados do Black Sabbath. Espere e verá, 'St. Anger' será o 'Born Again'."

Ouça, sabe, em 2004, o primeiro show em Phoenix, nós começamos esta coisa chamada Live Metallica, que é um pontocom ou algo assim, onde você pode ir e baixar o show em uns dois dias depois de termos tocado. Desde aquele show, nós não tocamos a mesma setlist duas vezes. E nós provavelmente tocamos o que, duzentos shows desde então, então toda noite nós mudamos a setlist, e isso é meio o que nós mantém vivo e nos mantém interessados, pois você faz coisas diferentes todas as noites. Na turnê do "St. Anger", nós provavelmente escolhemos dentre sessenta músicas todas as noite, então toda noite é diferente, e isto é o que planejamos continuar fazendo. Mas sabe, lembre-se que naquelas turnê intermináveis dos anos 90, nós tocamos tanta coisa do álbum preto, "Load" e "Reload". Então na turnê do "St. Anger" e desde então, nós tocamos muitas coisas dos anos 80 porque nós havíamos tocado muita coisa dos anos 90.

Javno: O que tem no heavy metal que o torna tão atrativos para os fãs?

Lars: Essa é uma ótima pergunta. Tudo que eu posso dizer é que de viajar por todo o mundo nos últimos anos, o heavy metal está vivo e detonando, e é inacreditável. Escandináva, Europa oriental, oriente, é inacreditável. Eu não sei se é como um ritual de passagem, você sabe quando tem treze anos que você precisa ter seu primeiro empurrão no heavy metal. Eu não sei o que é, mas parece que nos anos 90, sabe, todas as crianças estavam gostando de grunge e todas essas coisas, e seja lá o nome que eles dão, era tudo a ver com rap rock. E Limp Bizkit e todas essas coisas. E agora parece que todas os jovens não estão só fazendo metal de novo, mas eles estão fazendo como o metal dos anos 70 e 80, tem tudo a ver com Iron Maiden, Metallica, Deep Purple, Black Sabbath. Todas essas coisas. E é simplesmente inacreditável. Eu acho que no final, a palavra "eterno" provavelmente surge. Há uma eternidade no metal, porque está tão alheio a moda, tão alheio a ondas de popularidade e ins e outs e todas essas coisas, pois agumas vezes é, especialmente para a mídia de massa, é meio que considerado o filho feio ou algo assim, o urrgghhh, as crianças fedidas do heavy metal. É tipo, porque você não está nunca associado com nada que está em voga, ou sabe, que ele simplesmente continua e é como herpes ou algo assim: nunca vai embora!

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Entrevista com Ulrich da Triple J

   19 de Novembro de 2008     tags: ulrich, entrevista, áudio      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, foi entrevistado recentemente por Linda Mariano da Triple J da Austrália. A entrevista foi então retransmitida pelo "Full Metal Racket" da mesma estação de rádio.

Para ouvir ao programa completo, basta clicar aqui (Windows Media, caso prefira, é possível ouvir em Real Media). A entrevista com Ulrich começa por volta dos 38 minutos. Já a playlist completa do programa pode ser vista clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich vende Basquiat por US$12 milhões

   13 de Novembro de 2008     tags: ulrich, arte      Comentários



De acordo com o The New York Times, o baterista do Metallica, Lars Ulrich, vendeu o quadro "Untitled (Boxer)" de Jean-Michel Basquiat, em uma venda de arte contemporânea realizada pela Christie's na quarta-feira (12 de Novembro). O quadro, que tinha preço estimado entre 12 e 16 milhões de dólares, foi arrematado por um comprador por telefone por US$12 milhões (US$13,5 milhões com a comissão).

Lars Ulrich disse ao The New York Times em uma entrevista no mês passado que "claro que é um momento estranho para vender, mas eu sempre fui de arriscar".

"Eu tenho muita fé no mercado de arte", completou. "Talvez seja a última fronteira onde o melhor do melhor não seguirá o caminho do resto da economia."

Em 2002, Ulrich vendeu cinco obras em um leilão da Christie's em Nova Iorque, incluindo o "Profit I" (1982) também de Basquiat por US$5.5 milhões, um recorde para o artista na época.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Entrevista com Ulrich

   12 de Novembro de 2008     tags: ulrich, entrevista, áudio      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, foi entrevistado hoje (quarta-feira, 12 de Novembro) por Lynn Hernandez da rádio 97.5 KMOD de Tulsa, Oklahoma. Na conversa, Lars falou sobre dar aulas de bateria para o recém eleito presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, sobre o fã-clube do Metallica, sobre o novo CD "Death Magnetic", os bastidores de um show do Metallica, sobre como foi tocar com o King Diamond no Ozzfest, sobre a qualidade do som do novo disco, e outros assuntos.

A conversa completa de 26 minutos pode ser baixada como um arquivo de MP3 clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: "Novo álbum do Metallica é como um par de tênis velhos"

   06 de Novembro de 2008     tags: ulrich, entrevista, death magnetic      Comentários

Quão bom é o novo álbum do Metallica? Os fãs já sabem que Death Magnetic, o nono disco de estúdio da lendária banda de metal, é um bem-vindo retorno à forma. Uma multidão o adquiriu no lançamento de 12 de setembro, gradualmente levando-o além do status de platina e justificando a resposta crítica estonteante.

Neste ambiente da indústria de gravadoras, essa é uma boa notícia para uma banda de 27 anos que despertou a ira de seus apoiadores mais vezes do que qualquer um se lembra. Mas para o baterista Lars Ulrich, o verdadeiro teste de qualidade do álbum é o “nível de conforto” das músicas.

“Não quero usar as palavras ‘sem esforço’, porque algumas delas são complicadas”, disse ele por telefone quando estava no jogo de flag de seu filho da quinta série perto de San Francisco. “Mas elas soam muito naturais, como se você calçasse um par de tênis velhos ou aquela jaqueta de couro que não é usada há 10 ou 15 anos.”

O Metallica praticamente ofendeu os fãs na última década com álbuns que diminuíram o thrash metal que definiu o gênero em favor de excursões por outros gêneros. Death Magnetic, produzido pelo guru de estúdios Rick Rubin, pode não ter os hits poderosos e rápidos de contrabaixo de discos como “Ride of Lightning”, mas ele pelo menos traz de volta os solos nervosos de Kirk Hammett – e não parece ter medo de transitar em terreno desgastado.

Ulrich está tão confiante com as músicas novas que até – surpresa – está disposto a tocar mais delas em shows. “Na turnê St. Anger, acho que tocamos só duas ou três daquele álbum, mas era sempre uma luta”, afirmou. “A maioria das coisas daquele álbum foi reunida em um computador, mas a maioria das coisas do Death Magnetic foi feita como nos velhos tempos. São só quatro caras tocando e relaxando. Rick Rubin queria mesmo uma abordagem orgânica para o trabalho”.

Rubin produziu artistas diversos como Beastie Boys, Neil Diamond e Slayer, e é conhecido pela habilidade de revigorar atos criativamente dormentes. E Ulrich, que conhece o cara há duas décadas, ainda não sabe por que isso acontece. “Não sei se é um espelho, uma coisa meio animadora de torcida ou uma dose de confiança”, disse. “Rick não é um músico nem um cara técnico. Ele não se senta e gira manivelas e aperta botões. Mas quando você se senta para falar sobre sua música, há quase um elemento psicológico ali”.

Ulrich reluta em comparar Metallica com outros que Rubin ajudou a dar um ar de vida nova, como Johnny Cash, Diamond ou Tom Petty. Mas ele vê semelhanças na abordagem de Rubin em diferentes artistas. “Na nossa banda, tivemos muita necessidade de continuar a sentir que estávamos evoluindo e sempre nos desafiando, mas como resultado vem essa busca e essa caça e essa perseguição a coisas diferentes”, afirmou Ulrich. “Rick nos controlou sem nos fazer sentir que estávamos nos ameaçando. Ele tem uma forma de levá-lo a pontos em que as coisas não parecem falsas e não parece que você está num retrocesso ou copiando o que já fez antes”.

Enquanto a banda continua a primeira turnê pela América do Norte em quatro anos, o círculo completo de confiança do último álbum se traduz em um show que enfatiza o novo álbum ao mesmo tempo em que ainda dá aos fãs o que eles vieram ouvir.

Para o estranhamente extrovertido Ulrich, esse é um pensamento que acalma, especialmente depois de quase três décadas com a banda. “Nós levamos paixão às pessoas, e não encaramos isso sem seriedade. Depois de todo esse tempo, extraio as coisas boas das caras feias, das reclamações e da dissecação, pois as pessoas ainda se importam.”

Fonte: iG Pop

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Banda comenta sobre volume de baixo do Justice

   03 de Novembro de 2008     tags: and justice for all, hetfield, ulrich, hammett, newsted, entrevista      Comentários

O clássico álbum do Metallica de 1988, "...And Justice For All", está na edição de Dezembro de 2008 da revista americana Decibel, como parte das reportagens especiais sobre o Hall of Fame. Essas reportagens destacam os principais e mais influentes lançamentos da história do metal, e o "...And Justice For All" se junta a lista dos álbuns que já passaram por essa série, como "Reign in Blood" do Slayer, "Roots" do Sepultura, "Heaven and Hell" do Black Sabbath e "Slaughter of the Soul" do At The Gates. Os membros do Metallica, James Hetfield, Kirk Hammett e Lars Ulrich, assim como o ex-baixisita Jason Newsted, foram entrevistados para o artigo, que coincide com o aniversário de 20 anos do disco. Um trecho da conversa pode ser conferido abaixo.

Decibel: Alguns fãs estão com a impressão de que o baixo foi intencionalmente diminuído na mixagem como parte do infame processo de trotes que o Newsted passou quando se juntou ao Metallica. Foi esse o caso?

Ulrich: Não, não foi intencional. Como eu disse antes, "Justice" foi o show do James e Lars do começo ao fim, mas não foi "Foda-se esse cara - vamos abaixar o baixo dele". Foi mais como, "nós estamos mixando, então vamos nos agradar e aumentar o volume das guitarras base e baterias". Mas nós basicamente continuamos a aumentar todo o resto até que o baixo desapareceu. (Risos)

Hammett: A razão pelo qual você não pode ouvir o baixo muito bem é porque as frequências do baixo no tom do Jason meio que interferiam com o tom que o James estava tentando chegar para sua guitarra base, e toda vez que os dois se juntavam, simplesmente não dava certo. Então a única coisa que restou foi abaixar o baixo na mixagem. Foi infeliz, mas por alguma razão, esse álbum é conhecido pelas frequências graves estarem lá sem o baixo estar muito alto na mixagem. Foi um experimento, também - nós queríamos um som mais seco, direto, e algumas pessoas realmente gostaram desse som. Muitas das bandas da nova-geração, especialmente, acham que esse álbum soa ótimo. Mas no final, foi um experimento. Eu não tenho certeza se teve 100 porcento de sucesso, mas é um som único que esse álbum tem.

Newsted: O Metallica sempre gravou de uma maneira diferente do que qualquer outro tipo de banda popular de rock ou música country, onde as baterias e o baixo são gravados primeiro e você coloca as melodias e as guitarras e todas essas coisas depois. Por toda a existência do Metallica - e a única banda em que Lars esteve é o Metallica - ele tem tido só a guitarra base e o vocal saindo de seu monitor a 130 decibéis atrás de sua cabeça. Não há nenhum baixo em seu monitor, então não é a situação onde o baterista e o baixista vão juntos no groove, como em qualquer banda que eu já ouvi. Então essa foi a diferença real que eu tive que me acostumar e que qualquer outro baixista precisa lidar. E Robert [Trujillo] provavelmente precisa lidar com isso até hoje. Não há baixo saindo do monitor do baterista. Então você precisa pensar nisso como parte da equação.

Mas para responder a sua questão se foi algo intencional? Talvez eles ainda estivessem exorcizando aquela coisa com a qual eles ainda estavam tentando lidar e obviamente não lidaram até tipo 2002 ou algo assim, quando eles finalmente combateram aquilo que foi tirado deles. Aquilo ainda estava presente, absolutamente. Eles não sabiam como canalizar aqueles sentimentos e emoções naquela época. Não foi algo com o qual eles tinham a capacidade. Quando você junta caras jovens juntos e eles se tornam todos milionários aos 25 anos, você perde alguns estágios de desenvolvimento que todo mundo - pessoas que vivem um estilo de vida menos acelerado - passa. Então as coisas de desenvolvimento pode ter tido uma parte de culpa em terem deixado baixo o volume do baixo ao invés de passar e ouvir o que foi tocado bem e o que não foi tocado bem. Estar bêbado as três da tarde, ir ao estúdio em Upstate New York com alguns caras que estão ganhando muito bem e podem não dar a mínima de estar lá ou não algumas vezes... Sabe o que eu quero dizer? Os caras foram contratados para fazer um certo produto soar de certa forma. Esta era a chance para o Metallica chegar as rádio, então eles estão mixando com isso em mente - esse foi o tipo de pessoas que foi contratada para a mixar o disco. Olhe nos créditos - essas foram pessoas que mixaram músicas de rádio. Não foram os caras que mixaram discos do Sepultura. Então todos esses fatores tem sua parte naquilo que ouvimos com nossos ouvidos agora. Mas seria foda se alguém voltasse e o remixasse, pois eu acho que seria divertido ter um álbum totalmente novo. Porque assim que seria.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Vídeo de entrevista com Ulrich

   29 de Outubro de 2008     tags: ulrich, entrevista, vídeos      Comentários

El Universal México realizou uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, durante o "Los Premio MTV Latinoamérica 2008", que aconteceu em 16 de Outubro de 2008 em Guadalajara, México. Confira a conversa de cinco minutos abaixo.


No vídeo, Ulrich comenta sobre a possibilidade de tocar na América Latina no final de 2009.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: "O novo álbum soa bem humano"

   23 de Outubro de 2008     tags: ulrich, entrevista, death magnetic      Comentários

Timothy Finn do The Kansas City Star entrevistou recentemente o baterista do Metallica, Lars Ulrich. Confira abaixo alguns trechos da conversa.

The Kansas City Star: O que o "Death Magnetic" te faz lembrar?

Ulrich: Ele me lembra um disco do Metallica. Eu tenho a tendência quando penso em discos do Metallica de pensar como retratos de quando o disco foi feito. Então quando eu penso no "Master of Puppets", eu tenho a tendência de pensar em onde nós estávamos quando estávamos compondo-o. Eu sei que isso soa chato, mas eu não tenho nenhuma idéia super exótica.

The Kansas City Star: O que você pensa do disco, então? Qual é sua reação a ele?

Ulrich: Quando você está fazendo um disco, ou nós acabamos de termina-lo, eu aprendi que você pode se exaltar tanto no processo em si que o que tiver sido feito, soa como ouro. Para lhe dar a resposta mais neutra possível, você tem que sair dele por um tempo para que você possa julgá-lo. Quando eu o ouvi no carro há duas semanas pela primeira vez desde que nós o terminamos, eu achei que ele soou bem humano. Soou como um bando de caras tocando música juntos ao invés de um disco do tipo pré-fabricado, esterilizado e que suga toda a sua vida.

The Kansas City Star: Era essa a intenção?

Ulrich: Quando nós nos encontramos com o [produtor] Rick [Rubin] alguns anos atrás, ele disse que queria realmente fazer um disco que capturasse a energia que nós produzimos quando tocamos juntos. Ele sentiu como se nunca tivéssemos capturado isso antes. Quando eu ouço este disco, ele soa como esse tipo de energia, esse tipo de coisa direta, na cara. Soa como se tivesse muita atitude e dinâmica e energia; e soa como um bando de gente que está vivo no planeta Terra e tocando músicas juntos e se divertindo fazendo isso. E também fez com que eu chegasse um pouco mais rápido no lugar onde estava indo - no carro. Então isso é sempre bom. Se você estiver atrasado, coloque o disco do Metallica. Você chegará mais rápido. Eu conheço Rick há muito tempo. Eu o conheço há mais tempo do que eu conheço Bob [Rock, antigo produtor do Metallica]. Ele sempre foi um bom amigo, e eu sempre imaginei como seria trabalhar com ele. Foi ótimo. Nós precisávamos ter uma mudança, e nós fizemos uma mudança. Nós meio que deixamos Rick guiar o navio; eu e James [Hetfield] especialmente tentamos ficar de fora e deixar Rick tomar todas as decisões gerais. Rick é bem diferente do Bob. Ele tem um jeito diferente de fazer as coisas. Rick não é um músico; ele não é um cara "técnico". Ele é o tipo de cara que fica no sofá e ouve as músicas com seus olhos fechados e diz, "por que nós não tentamos isto ou aquilo?". É um negócio diferente. Ele não senta lá e diz, "dobre o último refrão" ou "vai para F# ao invés de G". Ele é mais "visão geral". Ele diz coisas como, "vocês não estão tocando juntos. Toquem juntos. Ouçam uns aos outros enquanto tocam". Esse é o tipo de comentário que você recebe, mais do que, "toque notas diferentes no solo de guitarra". Ele não é específico assim. Ele tem um jeito diferente de ver as coisas do que qualquer outro com quem nós trabalhamos. É bem, como você disse, intuitivo. Parece que há um elemento de - e eu digo de maneira positiva - um elemento de caos. Eu não acho que ele realmente sabe o que virá na próxima semana.

A entrevista completa pode ser lida, em inglês, clicando aqui

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich fala sobre porque ter escolhido o Guitar Hero

   22 de Outubro de 2008     tags: ulrich, entrevista, guitar hero      Comentários

De acordo com o The Pulse of Radio, o baterista do Metallica, Lars Ulrich, é um grande proponente de jogos baseados em música como Guitar Hero e Rock Band e joga ambos com seus filhos. Mas quando chegou a hora do Metallica realizar uma parceria com um dos jogos, Ulrich disse o porque de ter escolhido o Guitar Hero. "Nós tínhamos que tomar uma decisão, e era ou um ou outro, e nós sentimos que o Guitar Hero era mais apropriado para aquilo que buscávamos", disse ele. "Eles estavam prontos para seguir em várias frentes e tem sido ótimo. Você provavelmente deve ter ouvido algumas pessoas falando sobre o potencial de um jogo do Metallica em algum ponto do futuro, e quem sabe o que aparecerá no próximo ano, mas tem sido bem animador".

Há boatos de uma versão do Guitar Hero para o Metallica para o próximo ano, com Ulrich dando vários dicas de que isso acontecerá realmente em várias entrevistas.

Todas as músicas do novo álbum da banda, "Death Magnetic", estará disponível para download no novo Guitar Hero: World Tour, que chega as lojas no domingo (26 de Outubro), e já estão disponível para Guitar Hero III.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Entrevista com Ulrich

   22 de Outubro de 2008     tags: ulrich, entrevista, áudio      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, foi entrevistado na semana passada pelo "The Men's Room" da rádio KISW 99.9 FM de Seattle, Estados Unidos. Ouça a entrevista de cinco minutos clicando aqui (no player que abrir, escolha "The Mens Room - Lars Ulrich interview").

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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