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Ulrich fala sobre Guitar Hero

   18 de Dezembro de 2008     tags: ulrich, entrevista, guitar hero      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, falou com a Newsbeat da BBC sobre a decisão da banda em seguir os passos do Aerosmith e lançar sua própria versão do Guitar Hero em 2009.

"Guitar Hero - isso é sobre guitarra e sobre riffs e bater cabeça", disse Ulrich. "Há algumas pessoas que dizem a mesma coisa sobre o Metallica - eu acho que Metallica e Guitar Hero é o casamento perfeito."

"O Guitar Hero apareceu em meu radar cerca de um ano, um ano e meio a trás", completou. "Eu tenho um filho de 10 anos e um de 7 anos e comecei a perceber que esta era, na verdade, uma ótima forma de os expor a música."

"Isto é o que nós no Metallica chamamos de sem-pensar. Esta foi uma daquelas decisões que demorou uns 12 segundos para aceitar."

Ele continuou, "28 anos em uma carreira, ainda ser capaz de fazer coisas que são de certa forma novas e desconhecidas para você e ainda ser inovador - é uma grande oportunidade."

Desde que a programação iniciou, o quarteto de São Francisco esteve envolvido em todos os passos.

"Nós estávamos envolvidos em termos de seleção de músicas, em termos de gráficos, em termos de história", disse Ulrich. "Nós estavamos com a mão na massa em todas essas áreas."

"Eu sentei e o tomei como um show - uma setlist", explicou. "Há algumas músicas que você provavelmente seria criticado se não tocasse e não estivesse no jogo - os chamados hits. Então obviamente algumas músicas mais obscuras dos álbuns e algumas covers - alimentando o fenômeno do Guitar Hero. Há todas as diferentes facetas da carreira do Metallica."

A matéria completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich e Hammett comentam sobre Guitar Hero: Metallica

   15 de Dezembro de 2008     tags: ulrich, hammett, guitar hero, entrevista      Comentários



Mike Snider do USA Today realizou uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, e o guitarrista Kirk Hammett, além do lead designer da Activion, Alan Flores, sobre o jogo Guitar Hero: Metallica, a sair em 2009. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo.

Q: Como surgiu o jogo?

Flores: Eu acho que o interesse deles no projeto realmente deu gás nele. Tanto os filhos de Lars quanto de James jogam Guitar Hero e eles estavam bem animados sobre isso. Eles queriam fazer isso e, claro, nós queríamos fazer isso, então fazia sentido.

Ulrich: Eu acho que meus filhos decidiram por mim. Eu fui introduzido ao Guitar Hero em minha casa cerca de um ano atrás pelo meus filhos (Myles, 10 anos, e Layne, 7; ele também tem um filho de 1 ano de idade, Bryce, com sua namorada atriz Connie Nielsen). Eles se tornaram grandes fãs de Deep Purple e Black Sabbath e todas as bandas que eu cresci ouvindo. Parece que este foi o primeiro jogo que realmente uniu a família.

Nós estávamos todos sentados lá e compartilhando isso. Não era algo só sobre uma pessoa tocando, era todo mundo. Se tornou algo coletivo. Esta coisa estava se tornando mundialmente um fenômeno. Há algo dito na terra do Metallica: "Isto é o que nós chamamos de sem-pensar".

Hammett: Eu não jogo muito video-games, mas eu amo o que o Guitar Hero faz para as crianças novas, na verdade, crianças de todas as idades.

Q: Qual é a história?

Flores: Não é tocado cronologicamente. Nós não pudemos fazer isso porque você então tocaria algo do "Kill 'Em All" e jogaria o controle contra a parede e pararia de jogar. Nós tivemos que fazer baseado na dificuldade. No começo, você toca duas músicas como Metallica, e você está tão inspirado pelo Metallica que decide criar sua própria banda. Então você segue o Metallica por todos esses lugares famosos que eles tocaram.

Ulrich: Nós queríamos um caminho um pouco diferente. Basicamente, você começa e toca algumas músicas e se aquece, e há uma competição. Nós estamos tentando escolher uma banda para tocar com a gente e sair pela estrada conosco.

Hammett: Há um lugar chamado The Stone, um clube noturno em São Francisco que nós tocávamos regularmente no início de nossas carreira, e outro em Londres, The Hammersmith Odeon (agora chamado Hammersmith Apollo) que nós tocávamos no final dos anos 80. É bom poder voltar de volta a esse ponto de sua carreira e revive-lo no jogo.

Q: Há uma recompensa final no fim?

Flores: Há um lugar em particular que o Metallica tocou que eles meio que vêem como o ápice de seu sucesso. É engraçado, de todos os lugares que eles tocaram, há tantos gigantes, para eles escolherem apenas um, é meio que interessante.

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida clicando aqui. Já algumas imagens do jogo podem ser conferidas aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich: "Eu gosto do que estou fazendo ainda mais atualmente"

   05 de Dezembro de 2008     tags: ulrich, entrevista      Comentários

O baterista do Metallica, Lars Ulrich, conversou com Lisa Wilton da Sun Media recentemente sobre diversos tópicos. Alguns trechos da conversa podem ser conferidos abaixo:

Sun Media: Você diria que o novo álbum, Death Magnetic, é um retorno as origens para o Metallica?

Ulrich: "Eu não concordo nem discordo disso. Quanto mais eu ouço as pessoas falarem que eles estão de volta e eles retornaram as origens, eu meio que sento, coço a cabeça e imagino, 'bem, nós nunca fomos a lugar algum'. E da última vez que eu conferi, os últimos vários anos foram vem sucedidos, shows esgotados e assim por diante. Mas então eu também entendo que talvez, de alguma forma, nós estamos fazendo algo que é um pouco mais daquilo que as pessoas veem como o Metallica clássico. É difícil para mim chegar nessa categorização. Para mim, é tudo um único tipo de trilha ou jornada ou seja lá o que for. Mas há, obviamente, um monte de boas vontades, muito amor ao Metallica. Há muita energia positiva e tem sido um ótimo para nós em todos os aspectos."

Sun Media: O que você pensa quando está sentado lá, em frente a 17 mil pessoas?

Ulrich: "Eu sento lá e penso, 'não esqueça a próxima parte que está por vir'. Então é um tipo de energia bem focado."

Sun Media: Você ainda gosta de estar no Metallica?

Ulrich: "Sabe, eu acho que gosto do que estou fazendo ainda mais atualmente."

A entrevista completa pode ser lida, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Brave Words & Bloody Knuckles

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Entrevista com Ulrich

   04 de Dezembro de 2008     tags: ulrich, entrevista, vídeos      Comentários

Um vídeo do Double R e STP do "The BJ Shea Morning Experience" da estação de Seattle, KISW 99.9 FM, com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, durante o show da banda em 1 de Dezembro na Key Arena pode ser visto abaixo.


Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Metallica aumenta turnê e quer tocar no mundo todo

   03 de Dezembro de 2008     tags: world magnetic tour, ulrich      Comentários

O Metallica anunciou que pretende aumentar sua turnê até 2010 e anuncia que quer ir para todos os cantos do mundo. O baterista Lars Ulrich não citou por quais países a banda vai passar, mas afirma que já tem shows confirmados até agosto de 2009 e está negociando mais apresentações até o ano seguinte.

"Estamos esperando para que alguns países sejam formalizados como nações para que possamos ser a primeira banda a tocar lá", declarou Ulrich cheio de ironia. "E estamos esperando que as calotas polares se estabilizem para irmos para lá também. E há conversas sobre outros planetas". Com planos tão grandiosos, será que o Brasil estará na rota da banda?

A turnê da banda, que atualmente está nos Estados Unidos, tem um repertório generoso em relação ao material mais clássico da carreira e cinco músicas do último álbum do grupo, Death Magnetic. Apesar das mudanças eventuais no set list, o show sempre termina com "Seek and Destroy", de 1983. "Ter um pouco de previsibilidade no fim do show dá às pessoas a chance de começar a pensar em vestir os casacos e tentar lembrar em qual porcaria de estacionamento deixou o carro".

o Metallica já passou pelo Brasil em 1989, 1993 e 1999. Em 2003, a banda tinha shows agendados em São Paulo e Rio de Janeiro, mas cancelou as datas por esgotamento físico dos integrantes.

Agradecimentos: Cleiton Ulrich
Fonte: iG Música

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Ulrich comenta sobre drogas e bebidas

   02 de Dezembro de 2008     tags: ulrich, entrevista      Comentários

O baterista do Metallica largou a cocaína há um tempo atrás, mas ele sente falta de algo quanto a isso.

"A ligação", disse ele a revista Blender. "Dois caras em uma cabine de banheiro - parece que é o lugar mais importante do mundo naquele momento. Eu já fui em cabines de banheiros com amigos desde que eu parei, só para que eu ainda tivesse um pouco dessa ligação."

Sobre se ele estava ou não sem controle em relação a bebidas, ele disse que nunca sentiu a necessidade de ir a uma clínica de reabilitação.

"Eu sempre bebi socialmente. Honestamente, eu nunca bebi tanto quanto [James] Hetfield. Olhe para mim, eu tenho 62 quilos. Se eu bebesse cinco cervejas, eu cairia, e se James bebesse cinco, ele continuaria, 'Eu preciso de mais 15'. Eu nunca fui do tipo acorda-e-pega-um-copo-de-whiskey. Eu teria pelo menos a decência de tomar o café da manhã primeiro."

Fonte (em inglês): Brave Words & Bloody Knuckles

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Festas com orgias de Guns e Metallica

   29 de Novembro de 2008     tags: ulrich, entrevista,       Comentários

Na última edição da revista Blender, o baterista do Metallica, Lars Ulrich, falou um pouco sobre a sua intimidade. Entre uma série de perguntas feitas por fãs, uma o pegou de jeito.

Ele teve que falar de um boato que circulou quando o Metallica fazia uma turnê pelos EUA ao lado do Guns N'Roses. Axl Rose dava mesmo cheques de US$25 mil para o seu irmão programar festas particulares após os shows. "Era exatamente deste jeito. Quando estavámos em Indianápolis, havia carros de corrida e garotas vestindo uniformes de equipes de corrida".

Para completar, Ulrich ainda revelou que a "decadência era no nível mais alto" que ele já viu. Respondendo à perguntas de curiosos, ele disse: "Havia orgias, claro. Eu também estava envolvido. Digamos, bem, que no mesmo recinto. Vamos deixar assim".

Fonte: Herói

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Ulrich: "Arte é uma das áreas em que posso ser eu mesmo"

   26 de Novembro de 2008     tags: ulrich, entrevista      Comentários

A Stereo Warning postou a terceira e última parte da entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich. Confira abaixo alguns trechos da conversa.

Stereo Warning: Vamos falar um pouco de arte. Como você se tornou um colecionador de arte?

Ulrich: Nós tínhamos arte por toda a casa quando eu estava crescendo. Tem sido um paixão minha por 20-25 anos. É uma das áreas onde eu posso ir e ser eu mesmo. Não tem a ver com ser do Metallica ou ser um baterista de uma banda de rock. Eu sou aceito por quem eu sou nos círculos de arte. Eu amo ir em espaços de artistas e galerias e casas de leilões. É ótimo porque não tem absolutamente nada a ver com o Metallica. É meu santuário.

Stereo Warning: Qual foi a primeira pintura que você comprou?

Ulrich: A primeira peça que eu peguei foi um Warhol. É uma litografia de três maçãs que meus pais tinham quando eu era pequeno. Meus pais a venderam quando se divorciaram e eu procurei por ela e comprei de volta. Então eu tenho as maçãs que ficavam penduradas na sala de jantar de quando eu era pequeno.

Stereo Warning: Como você começou a gostar de Basquiat?

Ulrich: Basquiat é simplesmente tão incrível em sua crueza e ele foi o último grande pintor americano que teve muita inspiração e influência de muitos caras que eu realmente gosto, como Jean Dubufett e Asger Jorn. Eu realmente gosto de suas pinturas. Eu não gosto muito de arte conceitual. Eu respeito mas não é algo que me atrai.

Stereo Warning: Você sente alguma nostalgia pelas pinturas?

Ulrich: Sim, mas é também um exercício que eu me forço a passar porque você não é dono da arte. Os artistas são donos da arte. Você a segura apenas para apreciar por um tempo. Ela se torna uma porta giratória, e eu preciso continuar a colocar essas pinturas para fora. Há bem pouca arte que eu preservo. Eu tive 10-15 ótimos anos com algumas dessas pinturas e agora é hora de conseguir algumas outras.

A entrevista completa pode ser lida, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Entrevista com Ulrich

   25 de Novembro de 2008     tags: ulrich, entrevista, vídeos      Comentários

Matt Cruz e Adam da rádio 100.3 The Edge de Little Rock, Arkansas, realizou uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, no último sábado (22 de Novembro), antes do show da banda no Alltel Arena em Little Rock. Dentre os tópicos, Lars conversou sobre um dos primeiros shows que o Metallica tocou em Bald Knob, Arkansas, sobre o processo de composição e gravação do "Death Magnetic", sobre os fãs do Metallica, sobre o porque da banda ainda estar por aí e a indicação do grupo no Rock and Roll Hall of Fame.

A entrevista pode ser vista clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Ulrich comenta sobre vida depois do Metallica e Napster

   22 de Novembro de 2008     tags: ulrich, entrevista      Comentários

O Stereo Warning postou as duas primeiras partes (de três) de uma entrevista com o baterista do Metallica, Lars Ulrich. Confira abaixo alguns trechos da conversa.

Stereo Warning: As revistas fizeram um escarcéu sobre vocês pegarem avisões diferentes no último verão na Europa. Como estão programadas as viagens para essa turnê?

Lars: Nós estamos voando muito para casa depois dos shows, então estamos viajando juntos. As pessoas tem a tendência de focar em algo que pode ser visto como negativo. A razão de viajarmos muito separados é que nós queremos que todos estejam confortáveis, não que nós não queremos ficar juntos. James Hetfield não quer se fixar em Copenhagen por duas semanas, ele não deve ser obrigado só porque eu quero. Está ligado a dar espaço e liberdade uns para os outros para ser confortável nessa bolha louca da turnê. Os caras que estão contentes têm a tendência de querer fazer turnê por mais tempo e de serem mais produtivos. É um investimento que retorna a banda. Claro, pode ser visto como um exagero ou excesso e eu entendo isso, especialmente para as revistas inglesas, mas está tudo bem. Você pode se preparar para isso.

Stereo Warning: Você sente falta dos dias loucos de antigamente?

Lars: Eu estou feliz por os ter vividos. Eu tenho muitas ótimas memórias e eu me diverti muito. Nós tivemos muita merda louca que estava rolando. Eu não preciso mais viver isso. Muitas crianças que crescem ao redor do rock pesado e metal tem uma tendência de serem solitárias, rejeitadas e que não se adaptam, e eu não quero dizer isso como algo necessariamente negativo. Eu era um solitário. Eu passei muito do meu tempo sozinho. Eu sou um filho único e muitas vezes nos círculos sociais, os caras pode ser estranhos. Quando você está em uma banda, de repente todas as garotas prestam atenção em você, então você passa muito tempo correndo atrás de garotas, especialmente se quando novo você era uma espécie de rejeitado porque não conseguia muita ação com as garotas quando tinha 17 anos. De repente, você tem 25 e está recuperando o tempo perdido. De certa forma isso também pode te ajuda a dar confiança e identidade de quem você é, pois se sente melhor sobre quem é. Mas quando você tem 44 anos, eu tenho uma ótima mulher, eu tenho três crianças lindas, eu não preciso mais validar quem eu sou através desse tipo de festa ou buscar aceitação ou ser notado. Eu me diverti muito, mas agora não é algo que identifica quem eu sou. Eu posso beber como qualquer outra pessoa, mas mais vinho tinto e não vodka como costumava ser.

Stereo Warning: O que você faria sem o Metallica?

Lars: Eu tenho toda uma lista de coisas. Eu tenho certeza que eu provavelmente começaria no mundo do cinema, a maioria dos meus amigos ou fazem ou produzem ou escrevem filmes. Eu não tenho muito interesse em atuar, Connie (Nielsen, namorada dinamarquesa de Lars) pode fazer isso. Escrever, produzir... Dirigir é mais desafiador, talvez eu deixe isso para depois. Mas eu adoraria sentar por 6 meses e escrever um filme. Não há falta de coisas a fazer, eu não tenho medo do que pode acontecer do outro lado do Metallica. Eu só espero que eu consiga chegar a tudo que eu quero fazer.

Stereo Warning: Alguma idéia do tipo de filmes que você poderá escrever?

Lars: Eu tenho coisas guardadas na minha cabeça. Há mais gente do cinema que vem para casa para jantar do que músicos. Parece natural ir nessa direção.

Stereo Warning: Você estava certo sobre o Napster e a maioria das pessoas admitiria isso agora, mas você recebeu muitas críticas na época. Foi um erro de relações públicas bater de frente com esses caras?

Lars: Não, isso foi a coisa certa a fazer, mas deveríamos estar melhor preparados. Mas isso é o Metallica, cara, nós só pulamos e não sabemos onde vamos pousar na maioria das vezes. E isso é uma coisa bela a se fazer, mas algumas vezes você também se machuca quando pousa. Eles foram brilhantes porque eles nos jogaram contra nossos fãs. Não era verdade que o Metallica estava processando os fãs, nós nunca processamos nenhum de nossos fãs. Nós falamos, por favor, nos tire do servidor, eles falaram que não podiam fazer isso, nós não sabemos quem está baixando sua música. Nós falamos que isso era bobagem. Então nós chamamos alguma empresa e eles conseguiram os nomes de todo mundo. Foi tão fácil quanto colocar leite no seu cereal. Então nós falamos, aqui estão eles, e eles falaram que o Lars está processando os fãs. Eles foram bem espertos. Eu gostaria que estivéssemos mais preparados. Foi irritante ter sido interpretado tão errado e ainda hoje, 8 anos depois, algumas pessoas lembrar que o "Metallica faz tudo por dinheiro". Não era dinheiro, era controle. Não era pra ser algo grande. A forma como eu vejo o Metallica é um detalhe. Mas para algumas pessoas, o Metallica é o pessoal que foi atrás do Napster.

As duas primeiras partes na íntegra, em inglês, podem ser lidas clicando aqui. A terceira parte deve ir ao ar ainda hoje, também em inglês.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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