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Lars Ulrich fala sobre política e democracia

   02 de Outubro de 2007     tags: ulrich, política, entrevista      Comentários

"Why Democracy?" ("Por que democracia?", em tradução livre), um projeto que usa documentários para iniciar uma conversa global sobre democracia, postou uma entrevista em vídeo de 9 minutos com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, na qual ele responde dez questões sobre sua visão a respeito do sistema de governo.

"Why Democracy?" informa em seu site: "8 de Outubro de 2007 marca o início do mais ambicioso evento da mídia fatual em transmissão da história. Mais de 35 emissoras ao redor do mundo, uma presença global na web e um jornal internacional estão trabalhando juntos pela primeira vez para debater o problema político dominante de nosso tempo. Eles estão se perguntando 'por que democracia?'."

"Durante a temporada, serão 10 documentários feitos por diretores prestigiados ao redor do mundo. Com assuntos variando dos métodos de tortura dos EUA a eleição de um presentante de sala em uma escola primária chinesa, de Che Guevara ao escândalo do desenho dinamarquês - os filmes dão um olhar amplo e profundo do mundo em que vivemos hoje."

"10 questões permeiam a temporada de 'Why Democracy?'. Nós entrevistamos líderes mundiais, celebridades, intelectuais e pessoas do cotidiano, para descobri quais são suas respostas."

O vídeo da entrevista de Lars pode ser visto clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Rick Rubin fala sobre seu trabalho com o Metallica

   03 de Setembro de 2007     tags: rick rubin, entrevista      Comentários

Em um novo artigo publicado na edição da semana passada da revista New York Times, Rick Rubin falou sobre seu trabalho como produtor de bandas como Metallica, Linkin Park e Red Hot Chili Peppers.

Quando ele concorda em produzir um álbum, Rubin inspeciona as músicas antes de ir ao estúdio. Rubin trabalha calmamente - ele pode demorar anos para terminar um álbum. "Muito disso é por causa das músicas," Rubin explicou. "Eu tento fazer com que o artista se sinta como se estivesse escrevendo músicas para durarem e não músicas para um álbum. Enquanto eles escrevem, eles vêm e as tocam para mim. Por algum motivo, a maioria das pessoas escreve 10 músicas e pensa, 'é o suficiente para um disco, terminei'. Quando eles tocam as músicas para mim, invariavelmente as duas últimas músicas são as melhores que eles escreveram. Então eu digo, 'vocês têm duas múicas, voltem e escrevam mais oito.'"

Suas respostas são instantâneas, específicas e construtivamente definitivas. Nas primeiras sessões com o Metallica, Rubin foi exato sobre sons diferentes de baterias. "Lars" - Ulrich, o baterista - "vai tocar duas coisas para mim, e eu vou dizer, 'este é ótimo e este é horrível,'" Rubin relembrou. "Lars dirá: 'Como você sabe? Ambos soam bem para mim.' Bem, eu simplesmente sei. O som correto acha seu próprio caminho. Basicamente o que eu faço é estar presente e ouvir o som certo."

O artigo completo por ser lido, em inglês, clicando aqui.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Entrevista da Musiikki TV com Lars Ulrich

   31 de Agosto de 2007     tags: ulrich, entrevista, vídeos      Comentários

Uma entrevista em vídeo com o baterista do Metallica, Lars Ulrich, realizada pela Musiikki TV da Finlândia, antes do show da banda em Helsinki em 15 de Julho de 2007, foi postada no YouTube.

A entrevista, que foi originalmente ao ar em 27 de Agosto, está dividida em quatro partes e inclui vários dos clipes promocionais do Metallica. Para assistí-la, basta clicar nos links abaixo:

Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Trujillo reafirma que as "New Songs" não estarão no álbum novo

   17 de Agosto de 2007     tags: trujillo, entrevista, disco novo      Comentários

Ano passado, o Metallica tocou duas novas faixas ao vivo nos shows, que ficaram conhecidas como "The New Song" e "The Other New Song". No início deste ano, o baixista Robert Trujillo disse em uma entrevista que nenhuma dessas duas faixas seriam incluídas no próximo álbum de estúdio, mas que partes de uma delas poderiam ser retrabalhadas em outras músicas. Então o Metallica surpreendeu a platéia com seu show em Bilbao, Espanha, em 29 de Junho de 2007, onde eles tocaram novamente a "The Other New Song".

A revista Close-Up da Suécia se encontrou com Trujillo em Estocolmo em 12 de Julho de 2007 e o perguntou: A "The Other New Song" estará no próximo álbum do Metallica? "Bem, eu acho que não e o motivo é que nós não a gravamos!", riu Trujillo. "Nós chamamos a música que tocamos na outra noite de 'Vulturus'. Eu não sei se este será o título oficial da música no futuro. Nós gostamos de tocar essa música, parece uma jam meio estilo Misfits. Nós temos ensaiado em São Francisco e temos nos divertido muito a tocando."

"Eu não acho que tocamos tão bem na outra noite [risos]. Foi horrível na verdade, foi bem ruim. Nós a tocamos ano passado no Japão algumas vezes e tudo correu muito bem lá. Eu acho que esta última vez que a tocamos nós não a tocávamos desde que a ensaiamos em São Francisco. Então fazia algumas semanas e de repente, 'vamos tocar esta música,' e foi meio que 'espera, como que era mesmo?'"

"'Vulturus' existe meio que como uma música ao vivo, pois nós já a tocamos. A outra música que tocamos foi meio que um experimento. Nós pensamos que soaria bem ao vivo e nós nos divertimos a tocando ao vivo. Nós pensamos que talvez fosse um pouco longa, mas nós achamos que haviam algumas partes realmente boas nessa música. Nós nunca finalizamos os arranjos dessa música ou a fizemos para ser uma faixa do álbum. Então nós basicamente dissecamos o melhor disso e juntamos com algo que é bem porrada e excitante. Então uma das músicas novas vocês meio que ouvirão no álbum e será ótimo. Mas nós realmente queremos ter essas músicas gravadas - não essas duas, mas nosso material novo. Nós queremos guardar muito para o álbum e trazê-lo revigorado e pronto para sair. Nós ainda estamos na primeira fase do processo de gravação agora, então não queremos soltar o que temos agora."

Nota: Havia o boato de que a "The Other New Song" se chamada "Vulturous". No entanto, o reporter da Close-Up pediu que Trujillo soletrasse o título e o baixista disse que é "V-U-L-T-U-R-U-S - tudo com U".

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Matéria da revista Q na íntegra

   11 de Agosto de 2007     tags: entrevista      Comentários

Pouco antes das sete horas da manhã de 27 de Setembro de 1986, a tragédia ataca. Passando por Ljungby, Suécia, a caminho do show em Copenhagen, o ônibus de turnê do Metallica derrapa de repente para fora da estrada e tomba.

O guitarrista Kirk Hammett é acordado pelo som assustador de aço atritando antes de ser jogado de seu assento e ficar momentaneamente inconsciente. Ele coloca suas lentes de contato as pressas e sai pela saída de emergência no teto. A primeira coisa que ele vê são as pernas do baixista Cliff Burton saindo por baixo dos destroços. Burton, que havia ganho o direito de dormir naquela beliche em um jogo de cartas, está morto.

É uma tragédia que acabaria com a maioria das bandas, no entanto, um mês depois, o Metallica contrataria um novo baixista, Jason Newsted. Dez dias depois eles estavam tocando ao vivo de novo.


Este é apenas um pequeno trecho da matéria publicada originalmente na revista inglesa Q em Julho deste ano, na qual a banda conta sua própria história, revelando fatos inéditos e que o MetalRemains traz com exclusividade a sua tradução na íntegra.

Para conferí-la, basta clicar aqui.

Agradecimentos: Lady Justice

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Ulrich: "O novo disco não é um 'St. Anger' parte 2"

   31 de Julho de 2007     tags: ulrich, entrevista, disco novo      Comentários

Na última edição da revista Metal Hammer, Lars Ulrich comenta sobre o novo álbum e o documentário "Some Kind of Monster". Alguns trechos podem ser conferidos abaixo.

Vocês têm tocado a faixa título do álbum "...And Justice For All" de novo. Boatos na internet sugerem que algumas dessas músicas [novas] serão longas.

Lars: "Eu não diria que elas são mais longas que as músicas que já fizemos. Nós sempre escrevemos músicas longas. A maiora das músicas novas tem entre seis e oito minutos. Tem uma que tem cinco minutos. Nós estamos gravando 14 músicas e planejamos finalizar todas elas pois gostamos de todas elas. Mas só 9 ou 10 músicas estarão no novo álbum."

Kirk disse que apesar de ser o décimo primeiro álbum de estúdio do Metallica, se sente como se fosse o sexto. Alguma parte de você considera o "St. Anger" como um erro?

Lars: "De forma alguma. O erro foi a jaqueta de couro branca [usada na fase infame de rock star do baterista, na época da turnê junto do Guns N' Roses em 1992]. A disputa com o Napster não foi um erro, mas nos pegou de surpresa. A música sempre foi pura. Foi a coisa certa a se fazer em 2003. Dito isso, eu ouvi o álbum alguns meses atrás e é um disco difícil. Eu consigo ouvir isso. Mas quando terminei, eu tive a mesma sensação que tenho com todos os outros discos."

Você deve saber que depois de toda a coisa do "Some Kind of Monster", algumas pessoas - inclusive Kerry King que os chamou de "velhos frágeis" - nunca levarão a banda a sério de novo.

Lars: "Oh, escute, o motivo da gente fazer o filme foi para deixar o Kerry King puto. Ser a sorva de sua diversão, isso é ótimo!"

Tão fascinante quanto possa ser de ver na tela, não teria sido melhor manter essas coisas nos bastidores?

Lars: "Tem realmente um argumento nisso. Mas desde o começo, Metallica sempre esteve ligado com o relacionamento com os fãs. Ao contrário de bandas como Led Zeppelin que tentava manter as coisas místicas, nós tentamos ser os mais acessíveis possíveis. Nossas raízes são muito mais punks do que isso. 'Some Kind of Monster' foi a conclusão lógica desse pensamento."

Então você, presumidamente, não concorda com os comentários contrários de Kerry?

Lars: "Claro que eu não concordo. Se ele odiou o 'Some Kind of Monster', é o único selo de aprovação que eu preciso."

Apesar disso, "Some Kind of Monster" levantou muitas questões a respeito da coesão de vocês como banda. Como vocês estão atualmente?

Lars: "Claro que levantou questões importante. Mas você precisa lembrar que aquele foi um momento no tempo de cinco anos atrás. Phil não está mais por perto e nós estamos nos dando bem. E mencionar o nome de Phil me faz lembrar que ele sempre nos falava que a música que estamos fazendo só se mostraria depois do "St. Anger". E eu acho que ele estava certo sobre isso."

Nem todos aprovaram as músicas novas que vocês tocaram no início da turnê.

Lars: "Escute, o que vamos fazer, criar uma enquete com as pessoas na saída do show? Parar de tocá-las? Eu tenho estado no fórum do Metallica onde muita reclamações de todos os tipos rolam. Mas as pessoas estão dizendo que a noite passada foi nosso melhor show no Reino Unido."

A reclamação dos fãs descontentes teve algo a ver com vocês não tocarem nenhum material novo em Wembley?

Lars: "Não, não, de forma alguma. Nós sempre tentamos tocar coisas diferentes todas as noites. Nós tocamos uma música nova em Donnington ano passado. Nós queríamos fazer o set o mais diferente possível."

Você considera o novo álbum como um disco de thrash metal?

Lars: "Oh, [espera um pouco] deixa eu pegar meu dicionário para ver minha terminologia."

Este não é o disco que os fãs querem que vocês façam?

Lars: "Eu sei que alguns querem. Mas é mais fácil falar pra você o que ele não é. Não é 'St. Anger' parte dois. Este álbum é dinâmico. Tem partes lentas, tem partes muito rápidas. Tem melodia e partes bem pesadas. Rick é muito bom em focar nos vocais de James, mas musicalmente, ele detona. Então você pode dizer que cai na categoria que acabou de mencionar. Mas ao mesmo tempo, como qualquer um que acompanha a banda sabe, nós sempre tentamos olhar para frente e não para trás.

Você se sente como se devesse algo as pessoas que amavam o Metalica no início mas não gostam muito da música da banda desde o álbum preto?

Lars: "Hm, não. De forma alguma. Eu tenho responsabilidades com meus filhos e com a minha mulher para ser um bom parceiro. Também para mim mesmo, para criar música que é honesta, real e que me deixe de pau duro. Claro, é ótimo ter o maior número possível de pessoas nisso. Mas quando colocamos um violão em 'Fade to Black', 200 anos atrás, foi quando a reclamação começou. Nós percebemos que essas pessoas sempre estarão por aí independente do que a gente faça. Então, basicamente, nós paramos de tentar agradá-las há muito tempo."

Quando vocês esperam lançar o álbum e sair em turnê?

Lars: "Ele será mixado em Novembro e sairá no ano que vem. Talvez por volta de Fevereiro. Sobre tocar ao vivo, nós não vão estar tão loucos quanto antes. Não terá 39 datas em North Dakota [risos]. Eu não posso te dizer se vai ter uma turnê de estádios na Inglaterra. Mas as coisas serão feitas em incrementos menores. Ao invés de fazer 14 shows em 18 dias, nós faremos em duas partes de duas semanas e então iremos para casa."

Ou seja, fazer menos para fazer mais?

Lars: "Ou demorar mais para fazer o mesmo. E isto também se aplica a gravação. As pessoas perguntam porque demora dois anos para o Metallica fazer um disco. Nós não trabalhamos mais 16 horas por dia no estúdio durante 6 dias da semana. Nós trabalhos seis horas por dia enquanto deixamos nosso filhos na escola e os pegamos de novo. Os discos ainda são feitos, mas demoram um pouco mais."

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Hammett: "Tocar no Live Earth pode ter sido um dos momentos mais importantes de nossa carreira"

   31 de Julho de 2007     tags: hammett, entrevista, live earth      Comentários

De acordo com a matéria da The Associated Press, Kirk Hammett é uma lenda da guitarra que se importa com o planeta.

"Eu disse para a minha esposa hoje, mais cedo, que este pode ter sido um dos momentos mais importantes de nossa carreira inteira," disse Hammett a um entrevistador incrédulo depois que sua banda Metallica tocou na versão de Londres do Live Earth no começo deste mês. "Sabe, se a gente pode fazer a diferença para um tanto, e fazer esse tanto mudar, nada foi em vão. Eu amo a Terra, eu amo o meio-ambiente, eu amo a natureza. E é tão importante."

Como noticiado anteriormente, no entanto, seu companheiro de banda, James Hetfield, estava menos animado com o evento. "Eu realmente evitei a imprensa no dia do Live Earth", falou Hetfield a NRK da Noruega, três dias depois do show. "Eu não concordei muito com o que estava acontecendo lá. Política me deixa louco, e eu não gosto de falar sobre política. Políticos ficam no caminho das coisas; eles ficam no caminho na hora de terminar as coisas, e estarmos livres com nossa música é o que queremos - nós não queremos ser acobertados por democratas, republicanos ou outra coisa. Nossa filosofia é 'pense por si mesmo' no final do dia - faça o que achar correto. Eu realmente acredito que os humanos vão sobreviver. Eu tenho muita fé na humanidade, que nós vamos resolver e adaptar - seja o que for; independente de ser feito por nós ou por Deus, ou a mãe natureza - nós temos muitas pessoas espertas neste planeta que tirarão algo de bom do ruim."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield: "Kerry King tem medo de envelhecer"

   22 de Julho de 2007     tags: hetfield, entrevista, vídeos      Comentários

O programa de TV da Grécia, "TV War", entrevistou recentemente o frontman do Metallica, James Hetfield. A entrevista pode ser vista em duas partes: Parte 1, Parte 2. Segue uma transcrição da conversa:

Sobre o motivo das setlists da turnê "Sick of the Studio '07" contar principalmente com material pré-1991 e não com músicas mais novas:

Hetfield: "Bem, é difícil quando você está tocando em festivais e também tem muito material. Você quer tocar algo novo, tocar algo diferente, tocar àquelas com as quais as pessoas se identificam. E muitas vezes... Sabe, nós não tocávamos em alguns desses festivais há anos. Mas nós fizemos um circuito de festivais ano passado também. Então, quando você está tocando em alguns festivais que já tocamos... Cada noite é diferente. As vezes é divertido, as vezes é... Para mim, introduzir a música errada ou algo assim, ou começar a música errada... Mas sobre as coisas do 'St. Anger', eu acho que nós não tínhamos muito tempo, e eles não entraram na lista - foi isso. Mas nós não queremos ser também como essas bandas que só tocam as favoritas. Você quer colocar um pouco delas lá, então... Nós tocamos músicas como 'Ride the Lightning', '...And Justice for All', 'Whiplash', 'The Four Horsemen'... Sabe, algumas músicas que não tocávamos em festivais há um bom tempo."

Sobre tocar no show do "Live Earth" e se os músicos devem se envolver com política:

Hetfield: "Foda-se a política! Quero dizer, eu não aguento isso. Me deixa louco. E tem política com música; o lado comercial disso as vezes me incomoda muito. Eu gosto de tocar música. Nos pediram para tocar, e eu disse, 'Ok. Eu quero tocar. Muita gente assistirá esse show.' Eu não gosto de falar de política. Metallica fala de música sobre a gente, música para os ouvidos de nossos fãs. Sério, fala sobre isso. Eu não gosto de tocar por outro motivo. Eu tive que falar um pouco mais para tocar nesse show. Eu não gosto de ligar nada as coisas. Eu quero tocar porque eu gosto de tocar."

Sobre como as coisas estão diferentes agora no estúdio comparando com o 'St. Anger', de 2003:

Hetfield: "A gente amadureceu bastante no 'St. Anger'. Nós fomos de odiar uns aos outros, não conversar, para 'Ah, eu te amo', abraçar - sabe, de um extremo para o outro - e ambos eram um pouco loucos, então nós estamos em algum lugar entre dessas duas coisas agora, onde a maioria das pessoas vive, talvez. [Risos] Eu não sei... Nós estamos nos sentindo melhor sobre isso. E toda a terapia e o trabalho que fizemos para o 'St. Anger' é na verdade algo para este disco, pois agora nós não temos Phil Towle, o terapista, com a gente; nós não temos Bob Rock servindo de babá para a gente - este não era o único trabalho dele, é claro - mas um produtor diferente. Nós estamos tentando nos responsabilizar melhor por nós mesmo e amadurecer durante o processo."

Sobre o filme "Some Kind of Monster" e a explicação do guitarrista do Slayer, Kerry King, que ele não queria assistir ao filme porque não queria "ver esses velhos frágeis que não podem mais tomar um cocktail":

Hetfield: "Isto é provavelmente o que eles viram, e faz muito sentido - isto é o que eles têm medo... Eles não querem envelhecer e... Todo mundo envelhece, todo mundo passa por coisas. Aconteceu que a gente passou por isso em um filme. E nós não temos medo de mostrar nós mesmo para ninguém em nenhum momento. Essa é a liberdade pura, bem ali. Lançar esse filme foi mais por nós, eu diria. Eu não tenho interesse em mostrar para todo mundo nossa roupa suja, mas isso era parte da natureza humana. Não foi pra chocar ninguém, não foi pelo dinheiro, não foi para... Não houve motivo uterino para isso exceto mostrar o que nós passamos naquele momento."

Sobre as várias descrições que foram usadas para descrever o novo álbum do Metallica, incluindo que ele soa como uma mistura entre "Master of Puppets" e o álbum preto, e que ele contém influência do Oriente Médio:

Hetfield: "Eu acho que, dada as devidas proporções - proporções menores - esse tipo de coisa já estava lá desde 'Fight Fire with Fire'. Robert [Trujillo, baixo] ainda ontem disse, 'Ei, essa parte do solo de 'Fight Fire with Fire' soa como grego para mim.' Soa como música grega, talvez."

Sobre os motivos de "Master of Puppets" ser tão considerado como um álbum clássico e como inspiração para outras bandas fazerem seus próprios "Master of Puppets":

Hetfield: "Acho que é mais um marco. Acho que quando uma banda diz, 'nós queremos gravar nosso 'Master of Puppets'', é mais como um marco... Eu acho que foi meio que um auge da banda com Cliff Burton, assim como o álbum preto foi, eu acho, um auge com Jason [Newsted], e talvez tenhamos um auge com Robert em algum momento. Mas 'Master of Puppets'? Quem sabe? Quem sabe o motivo? Só um monte de músicas boas no momento certo. Isso acontece, sabe?! Não houve esforço extra nisso - nós só estávamos fazendo o que deveríamos fazer, e isso mostra nossa melhor música. Nós estávamos pensando sobre isso noutro dia. Estávamos dirigindo pela Inglaterra e olhando os arbustos entre os estados, sabe, e dizendo, 'oh, aquela é uma cerca viva.' E então começamos a cantar, 'There's a bustle in your hedgerow'[Tradução: 'Tem uma agito em sua cerca viva'] - as letras de 'Stairway to Heaven' [do Led Zeppelin] - e nós meio que 'o que foi isso?' A música mais popular da história do rock tem uma letra meio boba. É só mágica, de alguma forma."

Sobre o que faz o produtor Rick Rubin (Slipknot, Audioslave, Red Hot Chili Peppers, System of a Down) tão especial e porque o Metallica o escolheu para o novo álbum:

Hetfield: "Não é sorte que esses álbums que ele produziu soem bom e foram certeiros. Bob Rock... Deus abençoe Bob Rock. Nós aprendemos muito com ele. Mas chegou em um ponto em que estávamos muito ligados, e eu acho que precisávamos nos separar por um tempo. E trabalhar com alguém novo - alguém que nós possamos respeitar... É difícil quando você esta no topo de seu jogo e já fez de tudo. Você precisa de alguém para mostrar as coisas, e esperamos que ele nos mostre algumas coisas que não saibamos."

Sobre algumas loucuras que as pessoas já fizeram em respeito ao seu amor pelo Metallica - como o casal sueco que chamou sua filha de "Metallica", o livro "Metallica e Filosofia" escrito por um professor universitário, e a morte de um fã canadense após uma briga sobre o Metallica:

Hetfield: "Nós quatro somos quatro crianças muito gratas e sortudas que tocam música... Eu não sei o que dizer. Nós estamos só usando o dom que temos, e o dom deles pode ser escrever um livro. Chamar seu filho de Metallica... Eu não sei sobre isso. Talvez meu cachorro ou algo assim, mas seu filho? Ei, se eles amam tanto isso, por que não? Pessoas se casam com músicas do Metallica... Espero que isso não seja só moda e que realmente te mova. E todos na vida querem só mover e sentir que são parte de algo, ou se sentirem vivos, e a música do Metallica faz isso comigo, e eu sou grato que isto aconteça com outras pessoas."

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield diz que queria Megadeth como banda de abertura em Moscou

   20 de Julho de 2007     tags: hetfield, entrevista, vídeos      Comentários

O e-zine russo Darkside postou um vídeo da conferência a imprensa dada pelo Metallica no dia 18 de Julho, antes do show que a banda realizou em Moscou. O vídeo de nove minutos pode ser conferido no YouTube, clicando aqui. Uma versão em alta qualidade e completa com 20 minutos da conferência pode ser baixada aqui.

Já fotos da conferência e do show realizado em Moscou podem ser conferidos aqui e um vídeo de "Disposable Heroes" gravado na Rússia pode ser conferido aqui (ou baixado em sua versão de alta qualidade aqui).

Quando perguntado o motivo de terem escolhido a banda finlandesa H.I.M. para abrir o show de Moscou, o baterista do Metallica, Lars Ulrich, respondeu que foi devido a proximidade deles. Já o guitarrista e vocalista James Hetfield brincou, "eu queria o Megadeth", antes que Ulrich comentasse, "eu queria o Gorky Park".

A apresentação do Metallica em Moscou foi o último show da turnê "Sick of the Studio '07".

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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Hetfield comenta boato sobre ter sido detido

   18 de Julho de 2007     tags: hetfield, entrevista, vídeos      Comentários

A MTV3 da Finlândia realizou uma entrevista com o frontman do Metallica, James Hetfield, em Helsinki, no domingo, dia 15 de Julho. O vídeo da entrevista pode ser conferido em duas partes: Parte 1, Parte 2.

Durante a conversa, Hetfield foi perguntado sobre o boato de ter sido detido pela segurança do aeroporto da Inglaterra no começo do mês, quando estava indo para o Live Earth de Londres. "Existe um boato de que eu fui parado em um aeroporto por ter isto [a barba]. Eles acharam que eu era - é só um boato inventado - que eu era algum terrorista ou algo assim. Eu nunca vi um terrorista com tatuagens, então...", disse Hetfield.

Fonte (em inglês): Blabbermouth.net

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